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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Motorista de ônibus está entre as profissões com maior número de divórcios, diz pesquisa internacional </title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/motorista-de-onibus-esta-entre-as-profissoes-com-maior-numero-de-divorcios-diz-pesquisa-internacional/</link>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 15:30:07 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[EMTU]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Indicador de 48% inclui pessoas casadas mais de uma vez; dado abre discussão sobre jornadas, descanso e convivência familiar dos profissionais no Brasil ADAMO BAZANI Transportar passageiros desde as primeiras horas da manhã, trabalhar à noite, cumprir escalas em fins de semana e, em serviços rodoviários, permanecer longe de casa: a organização do transporte de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>
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<p><em>Indicador de 48% inclui pessoas casadas mais de uma vez; dado abre discussão sobre jornadas, descanso e convivência familiar dos profissionais no Brasil</em></p>
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<div><strong class="font-semibold"><em>ADAMO BAZANI</em></strong></div>
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<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Transportar passageiros desde as primeiras horas da manhã, trabalhar à noite, cumprir escalas em fins de semana e, em serviços rodoviários, permanecer longe de casa: a organização do transporte de outras famílias pode tornar mais difícil a convivência dos motoristas de ônibus com a própria. Uma análise de dados dos Estados Unidos, publicada em maio de 2026, colocou esses profissionais entre as ocupações com maior indicador de divórcio e separação, com 48%. O resultado reúne diferentes situações conjugais e não pode ser aplicado aos brasileiros, mas oferece um ponto de partida para discutir como trabalho, descanso e vida familiar se relacionam.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">No Brasil, essa discussão encontra questões já abordadas pelo <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong>: pressão operacional, busca por renda complementar, condições de descanso e dificuldades das empresas para contratar e manter motoristas. Em entrevistas anteriores, a advogada especializada em direito empresarial e gestão de riscos Liana Variani destacou que escalas previsíveis, remuneração, escuta dos trabalhadores e preparação das chefias fazem parte da valorização profissional. Para empresas e categoria, o desafio é organizar um serviço essencial considerando também as necessidades de quem o realiza.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Quem produziu a análise e o que foi pesquisado</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A comparação foi elaborada por Nathan Yau, doutor em Estatística pela Universidade da Califórnia em Los Angeles, a UCLA, e responsável pelo FlowingData, dedicado à análise e visualização de dados.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O material foi publicado em 7 de maio de 2026. Yau utilizou microdados da American Community Survey, pesquisa do Departamento do Censo dos Estados Unidos, acessados por meio do IPUMS, plataforma de dados para pesquisadores. A base quinquenal de 2024 reúne informações do período de 2020 a 2024.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A coleta das informações populacionais é do órgão público norte-americano. A comparação entre ocupações foi produzida por Yau.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Essa distinção importa: o levantamento não entrevistou motoristas para descobrir os motivos de seus divórcios. Ele comparou informações de ocupação e histórico conjugal disponíveis em uma base populacional.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">O que está dentro dos 48% atribuídos aos motoristas de ônibus</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A análise considera trabalhadores que se casaram ao menos uma vez. O indicador reúne pessoas divorciadas, separadas e aquelas que informaram ter se casado mais de uma vez, inclusive quando estavam casadas no momento da pesquisa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Não é, portanto, uma taxa anual de divórcios. Também não significa que 48% dos motoristas estavam sem companheiro ou companheira.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A inclusão de pessoas com mais de um casamento traz uma limitação: um novo matrimônio pode ocorrer após a morte do cônjuge. O número de casamentos, isoladamente, não comprova uma separação anterior.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Outra questão é a sequência dos acontecimentos. Uma pessoa pode ter se divorciado antes de começar a dirigir ônibus. A ocupação registrada na pesquisa não necessariamente corresponde àquela exercida quando o relacionamento terminou.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Essas limitações impedem transformar o resultado em uma afirmação de que a profissão causa divórcios. Para investigar as causas, seria necessário acompanhar os trabalhadores ao longo do tempo e considerar idade, renda, escolaridade, jornadas e outras características.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Por que a rotina profissional merece atenção, mesmo sem explicar sozinha as separações</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O levantamento norte-americano mostra uma associação. As possíveis explicações precisam ser investigadas separadamente.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Há, entretanto, evidências sobre dificuldades de conciliar trabalho em turnos, jornadas prolongadas e vida familiar. O Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional dos Estados Unidos, o NIOSH, informa que horários exigentes podem reduzir o sono, aumentar a fadiga, prejudicar o humor e diminuir o tempo de qualidade com familiares e amigos.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O próprio instituto faz uma ressalva: são poucos os estudos que demonstraram aumento do risco de dificuldades conjugais e divórcio entre trabalhadores com horários fora do padrão. Seu material aborda os efeitos de jornadas e turnos, com foco em enfermagem, e não uma medição específica da categoria dos motoristas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A contribuição dessas pesquisas está em explicar mecanismos de desgaste. Cansaço e desencontro de horários podem dificultar o diálogo e a divisão de responsabilidades, mas não determinam o destino de um relacionamento.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Também é preciso evitar estigmas. Uma separação não mede competência profissional, caráter ou capacidade de cuidar dos filhos. O dado deve orientar uma discussão sobre condições de vida, preservando a privacidade dos trabalhadores.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">No transporte brasileiro, o horário do serviço nem sempre coincide com o da família</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O funcionamento dos ônibus exige profissionais disponíveis quando boa parte da população ainda não começou o dia ou já encerrou suas atividades.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Quem assume as primeiras viagens pode sair antes que os filhos acordem. Quem trabalha no encerramento da operação pode chegar quando eles já dormem. Nos fins de semana e feriados, a escala pode coincidir com encontros familiares, atividades escolares e comemorações.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">No transporte rodoviário, viagens e períodos fora de casa acrescentam outras necessidades de organização.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">São exemplos de como a atividade pode produzir desencontros, sem que isso signifique que todos os motoristas vivam a mesma situação. Escalas, distâncias, condições de alojamento e jornadas variam entre empresas e serviços.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A previsibilidade faz diferença nesse cenário. Conhecer os horários com antecedência permite combinar compromissos e repartir tarefas. Mudanças frequentes ou comunicadas em cima da hora dificultam esse planejamento.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Para a família, não basta saber que o motorista terá uma folga. É necessário saber quando ela ocorrerá e se haverá condições de aproveitá-la, considerando também a recuperação do trabalho.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">O desgaste pode continuar depois que o motorista deixa o volante</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A duração da jornada é apenas uma parte da discussão. As condições em que ela acontece também importam.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Um estudo brasileiro publicado em 2006, “Condições de trabalho e saúde de motoristas de transporte coletivo urbano”, relacionou problemas físicos e manifestações como estresse, irritabilidade e fadiga a efeitos sobre a atividade de dirigir e a vida social dos profissionais.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Por ser uma pesquisa antiga, não deve ser apresentada como retrato de toda a categoria em 2026. Mostra, porém, que a relação entre trabalho e vida fora do ônibus é investigada há décadas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Nas entrevistas ao <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong>, Liana Variani destacou fatores como violência, trânsito, infraestrutura e relacionamento com passageiros. São situações que podem variar até entre linhas da mesma empresa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Isso exige avaliar a operação efetivamente realizada. Um horário de viagem incompatível com os congestionamentos pode gerar atrasos e cobranças recorrentes sobre um motorista que não controla o trânsito.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Uma pausa também precisa oferecer condições de recuperação. Na entrevista publicada em 29 de junho de 2026, a especialista abordou falta de sanitários e água, alojamentos inadequados, problemas de manutenção e jornadas exaustivas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Esses fatores merecem prevenção por seus efeitos sobre o trabalhador. Não permitem, por si só, explicar o término de um casamento.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Liana Variani: planejamento das escalas melhora a qualidade de vida</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na reportagem de 1º de agosto de 2026 sobre os motivos pelos quais motoristas deixam a profissão, Liana relacionou organização das jornadas e valorização dos profissionais.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A advogada especializada em gestão de riscos empresariais, Liana Variani, afirmou naquela entrevista:</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">“Cumprir rigorosamente os períodos de descanso, evitar alterações repentinas na programação e dar previsibilidade às jornadas melhora muito a qualidade de vida do motorista.”</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A orientação tem aplicação direta na vida familiar. Horários conhecidos ajudam a organizar consultas, acompanhar os filhos e dividir responsabilidades com o companheiro ou a companheira.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na mesma reportagem, a especialista defendeu a escuta dos motoristas e a preparação das lideranças. A forma como o trabalhador é tratado pela chefia imediata pode influenciar sua decisão de permanecer na empresa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na matéria publicada em 4 de setembro de 2026 sobre atração e retenção de profissionais, Liana também destacou remuneração, acolhimento, reconhecimento e perspectivas de desenvolvimento. Sua avaliação foi de que respeito, regras, disciplina e hierarquia podem coexistir em um ambiente saudável.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Essas manifestações foram dadas em entrevistas anteriores sobre trabalho e gestão. Não são declarações da especialista a respeito da análise norte-americana de divórcios.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Complementar a renda exige considerar também o tempo de recuperação</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong> já abordou a situação dos motoristas de ônibus que dirigem carros de aplicativo para ampliar a renda.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na entrevista de junho, Liana discutiu as dificuldades desse cenário: o profissional busca recursos adicionais, enquanto o acúmulo de horas ao volante pode comprometer a recuperação e criar riscos na operação.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A discussão também alcança a convivência familiar. O tempo fora da empresa pode estar ocupado por outra atividade remunerada, deslocamentos e tarefas domésticas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Para orientar a categoria, é necessário considerar as razões econômicas dessa escolha. Recomendar descanso sem compreender o orçamento familiar deixa uma parte importante do problema sem resposta.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Ao mesmo tempo, profissionais e famílias precisam avaliar o ganho financeiro junto ao tempo consumido, ao desgaste e à disponibilidade para a convivência. A organização do orçamento e o diálogo sobre a carga total de trabalho podem ajudar nessa avaliação.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Empresas podem agir sobre escalas, infraestrutura e relacionamento</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">As medidas começam na operação: divulgar escalas com antecedência, reduzir mudanças desnecessárias, respeitar os descansos e estabelecer critérios transparentes para jornadas e folgas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">É recomendável manter canais para solicitar ajustes em situações familiares relevantes, com critérios conhecidos e tratamento equilibrado. Isso permite analisar necessidades sem depender de favores ou da proximidade com determinada chefia.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Fiscais, despachantes e gestores também precisam estar preparados para lidar com dificuldades operacionais. Cobrar segurança e cumprimento de procedimentos faz parte da gestão, mas a cobrança deve preservar o respeito e considerar as condições reais do serviço.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Infraestrutura de descanso, manutenção dos veículos e acesso a apoio de saúde complementam essas medidas. A valorização precisa aparecer na rotina de trabalho.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O acompanhamento pode considerar rotatividade, afastamentos, horas extras, mudanças de escala e relatos dos profissionais. O objetivo é identificar problemas e avaliar se as ações adotadas melhoram o ambiente.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O estado civil do trabalhador não deve servir como indicador de desempenho. A empresa pode melhorar as condições que oferece sem invadir a intimidade de seus funcionários.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Riscos psicossociais já integram as obrigações de prevenção no Brasil</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A nova redação do capítulo de gerenciamento de riscos da Norma Regulamentadora nº 1 entrou em vigor em 26 de maio de 2026, após prorrogação. Ela inclui expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, o gerenciamento deve ser contínuo, com identificação dos perigos, avaliação e controle dos riscos. Sua formalização ocorre pelo Programa de Gerenciamento de Riscos, o PGR, composto, no mínimo, por inventário de riscos e plano de ação.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">No transporte, isso reforça a necessidade de avaliar jornadas, cobranças, relações internas e condições operacionais. A prevenção precisa produzir mudanças onde forem identificados problemas, com participação dos trabalhadores.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Profissionais, famílias, sindicatos e poder público têm caminhos para contribuir</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Para os motoristas, compartilhar a escala e explicar as necessidades de descanso pode ajudar na organização doméstica. O NIOSH recomenda informar familiares e amigos sobre horários de trabalho e padrões de sono, além de comunicar mudanças com antecedência quando possível.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A divisão de responsabilidades também merece atenção. Combinar quem acompanha os filhos, resolve compromissos e realiza tarefas evita que toda a adaptação à jornada recaia sobre uma única pessoa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Quando houver sofrimento persistente, dificuldades de sono ou conflitos que a família não consegue administrar, procurar apoio profissional pode ser um caminho. Na relação de trabalho, comunicar problemas pelos canais disponíveis e buscar apoio sindical ajuda a encaminhar dificuldades recorrentes.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Os sindicatos podem transformar esses relatos em propostas sobre antecedência das escalas, critérios de folga, infraestrutura e prevenção do desgaste. Empresas podem utilizar o diálogo para identificar questões que não aparecem nos relatórios operacionais.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O poder público também tem responsabilidade sobre condições que afetam o serviço e seus profissionais. Segurança, infraestrutura dos terminais e planejamento dos transportes interferem no ambiente de trabalho, como Liana destacou nas entrevistas ao <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O levantamento dos Estados Unidos não responde quantos motoristas brasileiros passaram por separações nem quais foram os motivos. Sua contribuição é abrir uma discussão que pode gerar medidas concretas: organizar o transporte considerando que descanso, convivência e responsabilidades familiares também fazem parte da vida de quem conduz os passageiros.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold"><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Investigação sobre infiltração do crime organizado nos transportes de São Paulo acende alerta até de investidores internacionais; novos modelos de negócios podem ser alternativas</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 14:57:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Em entrevista no Chile, a Adamo Bazani, CEO da TEVX explica avaliação de integridade e crédito para atrair capital nacional e internacional à eletrificação; Diário do Transporte mostrou que BNDES também acompanha operações no setor ADAMO BAZANI &#160; As investigações sobre a suspeita de infiltração do crime organizado em empresas de ônibus de São Paulo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="727" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?fit=1024%2C727&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?w=3557&amp;ssl=1 3557w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=1024%2C727&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=768%2C546&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=1536%2C1091&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=2048%2C1455&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=400%2C284&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Em entrevista no Chile, a Adamo Bazani, CEO da TEVX explica avaliação de integridade e crédito para atrair capital nacional e internacional à eletrificação; <strong>Diário do Transporte </strong>mostrou que BNDES também acompanha operações no setor</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<div style="width: 1024px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-537051-2" width="1024" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-20.21.36.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-20.21.36.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-20.21.36.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As investigações sobre a suspeita de infiltração do crime organizado em empresas de ônibus de São Paulo colocam a segurança dos investimentos no centro da discussão sobre a renovação das frotas e a eletrificação. O assunto chama a atenção até mesmo de investidores internacionais e preocupa. Além dos veículos e da infraestrutura de recarga, os projetos precisam oferecer garantias sobre quem recebe os recursos, a capacidade de pagamento e a regularidade dos negócios — requisitos que entram na avaliação de investidores nacionais e internacionais.<br /><br />Em entrevista exclusiva ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, na última sexta-feira, 2 de outubro de 2026, em Santiago, no Chile, o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza, explicou que a empresa pretende combinar a entrada dos ônibus elétricos Zhongtong no Brasil com soluções de energia, infraestrutura e financiamento. Entre as possibilidades estão modelos que permitem trazer investidores para financiar os veículos utilizados pelos operadores, com avaliações prévias de integridade e risco de crédito e alinhamento com as administrações responsáveis pelas concessões.<br /><br />A entrevista foi realizada pelo criador e editor-chefe do <em><strong>Diário do Transporte,</strong></em> Adamo Bazani, durante a visita que acompanhou a oficialização da TEVX como representante da fabricante chinesa no mercado brasileiro.<br /><br />Questionado sobre as investigações em São Paulo e os obstáculos à entrada de novos participantes no mercado, Souza destacou os critérios necessários para estruturar os investimentos.<br /><br />“<em>Quando a gente fala de solução financeira atendendo aquele cliente, seja o investidor internacional ou investidor local, sempre tem uma avaliação prévia, seja de compliance, seja de avaliação de rating de crédito daquele cliente”,</em> afirmou o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza.<br /><br />Na prática, essas análises envolvem dois aspectos diferentes: a verificação da integridade e da conformidade do negócio, conhecida como compliance, e a avaliação da capacidade de cumprir os compromissos financeiros, expressa pela classificação de risco de crédito.<br /><br />São questões que ligam o combate à entrada de recursos ilícitos no transporte à possibilidade de atrair capital para renovar os ônibus que atendem à população.<br /><br /><strong>BNDES acompanha investigações sobre o crime organizado nos transportes</strong><br /><br />A preocupação com a segurança dos recursos já aparece entre instituições que participam do financiamento da eletrificação no Brasil.<br /><br />Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 30 de setembro de 2026, a diretora de infraestrutura do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Luciana Costa, afirmou que o BNDES monitora as operações contra o crime organizado na cidade de São Paulo.<br /><br />A informação foi divulgada no contexto da renovação da frota municipal e das discussões sobre a situação da Transunião, operadora da zona Leste que foi alvo da Operação Última Parada, em junho deste ano.<br /><br />A atuação das autoridades também alcançou a Transwolff e a UPBus, investigadas na Operação Fim da Linha, deflagrada em abril de 2024, sobre suspeitas de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital por meio do transporte coletivo.<br /><br />As acusações são objeto de apuração e de processos judiciais. As defesas contestam as imputações, e a existência de investigação não equivale a uma condenação.<br /><br />Em junho de 2026, o <em><strong>Diário do</strong></em> <em><strong>Transporte</strong></em> também noticiou a declaração do promotor Lincoln Gakiya sobre a suspensão de financiamentos de ônibus elétricos destinados a empresas investigadas por supostas ligações com o PCC. Na ocasião, o promotor mencionou interlocução com o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento.<br /><br />Esse histórico mostra que as apurações têm efeitos sobre a análise dos projetos de renovação de frota e exigem atenção das instituições que fornecem recursos ao setor.<br /><br /><strong>Investidor pode financiar os ônibus utilizados pela empresa operadora</strong><br /><br />Uma das propostas apresentadas pela TEVX é ampliar as possibilidades de financiamento, aproximando os projetos de investidores que possam fornecer o capital necessário à aquisição dos veículos.<br /><br /><strong>Souza citou a experiência de Santiago como referência.</strong><br /><br /><em>“Uma das necessidades é você ter um investidor que possa financiar os operadores, os municípios, em modelos tal como o modelo de Santiago, que iniciou com um leasing de dez anos”,</em> disse o CEO da TEVX.<br /><br />O leasing é uma forma de arrendamento: a utilização do bem ocorre mediante pagamentos previstos em contrato. A estrutura permite organizar o acesso aos veículos ao longo de um período, em vez de concentrar todo o desembolso na compra inicial.<br /><br />Aplicado ao transporte, esse tipo de modelo pode ampliar as alternativas para a renovação de frota. A empresa responsável pelas viagens utiliza os ônibus dentro das condições contratadas, enquanto o investimento nos veículos pode contar com capital de outro participante.<br /><br />A distribuição das responsabilidades pela propriedade, manutenção, seguros e disponibilidade dos ônibus depende de cada contrato.<br /><br />Esse desenho pode ampliar o acesso a recursos, mas sua segurança depende da avaliação das partes, de garantias e de fiscalização. A mudança na forma de financiar a frota precisa vir acompanhada de controles sobre os participantes e os pagamentos.<br /><br />Segundo Souza, a TEVX trabalha para adaptar essas possibilidades à realidade brasileira.<br /><br />“<em>A gente vai ter nessa jornada até a fabricação local, já trazendo possíveis investidores, sejam internacionais ou investidores locais, e que esses preços caibam dentro do bolso do operador</em>”, afirmou.<br /><br /><strong>Concessões exigem alinhamento com prefeituras e governos estaduais</strong><br /><br />Outro ponto ressaltado pelo executivo é a participação do poder público na estruturação dos projetos.<br /><br />Como os ônibus podem atender a serviços concedidos, os compromissos financeiros e a implantação da infraestrutura precisam considerar as regras e os prazos dessas concessões.<br /><br /><em>“Sempre também, como são concessões públicas, ele vai estar a par e passo alinhado com as administrações municipais ou estaduais, dependendo do tipo de frota”,</em> disse o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza.<br /><br />Isso significa que a negociação dos veículos está ligada à organização do serviço público: duração dos contratos, obrigações de renovação, remuneração e condições de operação.<br /><br />Para o passageiro, a consequência prática é a necessidade de garantir que a chegada dos ônibus se traduza em atendimento. A frota precisa ter energia disponível, manutenção e condições de cumprir as viagens previstas.<br /><br /><strong>Energia e infraestrutura precisam estar prontas quando os ônibus chegarem</strong><br /><br />Na entrevista, Souza afirmou que a atuação da TEVX incluirá consultoria, infraestrutura e soluções de energia, além da representação comercial da Zhongtong.<br /><br />O executivo destacou o planejamento conjunto da chegada dos veículos e da estrutura necessária para colocá-los em circulação.<br /><br />“<em>A gente vai trazer a segurança de que a infraestrutura, de que a energia, ela chega de maneira planejada dentro da expectativa e da chegada dos próprios veículos</em>”, afirmou.<br /><br />A questão é relevante porque a aquisição do ônibus constitui uma etapa do projeto. A operação depende também de carregadores, disponibilidade de energia e organização das recargas de acordo com as jornadas dos veículos.<br /><br />A proposta apresentada pela empresa é acompanhar esse conjunto de necessidades, tanto para operadores privados quanto para municípios e governos estaduais.<br /><br /><strong>TEVX diz que primeiras unidades já foram vendidas e prevê fabricação local a partir de 2027</strong><br /><br />Souza afirmou que a entrada da Zhongtong no Brasil já conta com primeiras unidades negociadas. O nome do cliente deverá ser divulgado após o período de feriados conhecido como Golden Week, na China, e a conclusão dos detalhes com o comprador.<br /><br />“<em>Já temos as primeiras unidades. Em breve, a gente vai estar anunciando o cliente</em>”, disse o CEO da TEVX.<br /><br />Segundo o executivo, a parceria começou a ser construída no fim de 2025 e foi consolidada com a oficialização anunciada agora.<br /><br />Ao ser questionado sobre uma fábrica a partir de 2027, Souza confirmou o compromisso e destacou a transferência de tecnologia e a adaptação do processo de fabricação às necessidades brasileiras.<br /><br />“<em>Outro dos grandes compromissos que nós temos nesse acordo é a transferência de tecnologia, também trazer todo o processo de fabricação, atendendo às necessidades do mercado brasileiro”,</em> afirmou.<br /><br />De acordo com Souza, o projeto deverá aproveitar também a experiência do Grupo Cabal, representante da Zhongtong no Chile, para acelerar a implantação.<br /><br /><strong>Oferta inicial terá urbanos de 9 a 18 metros e modelo rodoviário</strong><br /><br />A prioridade comercial anunciada pelo executivo inclui ônibus urbanos de 9, 10, 12 e 18 metros, além de um rodoviário.<br /><br />A entrevista ocorreu diante de um articulado de 18 metros. Souza também destacou a proposta de oferecer um rodoviário com banheiro e autonomia adequada à aplicação pretendida.<br /><br />Segundo ele, o portfólio mais amplo da fabricante permite estudar outras configurações, com urbanos de 7 a 27 metros e diferentes tamanhos de rodoviários.<br /><br />A seleção inicial, afirmou, deverá acompanhar as necessidades locais e os compromissos assumidos com os compradores.<br /><br />O anúncio coloca lado a lado duas condições para a expansão dos elétricos no Brasil: oferecer veículos adequados às operações e estruturar negócios capazes de atrair recursos com segurança.<br /><br />No cenário das investigações em São Paulo, a análise da origem dos recursos, da integridade dos participantes e da capacidade de pagamento passa a fazer parte dessa discussão. A alternativa apresentada pela TEVX combina financiamento, infraestrutura e fornecimento de ônibus, com a proposta de ampliar as formas de viabilizar a renovação das frotas.<br /><br /><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Recife (PE): CBTU suspende licitação de bilhetagem que prevê vendas por Pix, cartões bancários e QR Code</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 14:31:39 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Erro no termo de referência levou à suspensão da contratação, que abrange as estações Recife, Joana Bezerra e a Linha Sul; nova data será divulgada após os ajustes ADAMO BAZANI A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) suspendeu, sem nova data definida, a licitação para contratar serviços de venda e troca de bilhetes e cartões, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?w=1224&amp;ssl=1 1224w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Erro no termo de referência levou à suspensão da contratação, que abrange as estações Recife, Joana Bezerra e a Linha Sul; nova data será divulgada após os ajustes</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) suspendeu, sem nova data definida, a licitação para contratar serviços de venda e troca de bilhetes e cartões, conferência da arrecadação e apoio à fiscalização de bilheterias do sistema ferroviário do Recife (PE). A contratação prevê comercialização de passagens com pagamentos por Pix, dinheiro e cartões de crédito e débito, além de bilhetes e cartões com tecnologias como QR Code e cartão inteligente.</p>
<p>O aviso publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026, informa que a suspensão ocorreu por um erro na elaboração do termo de referência, documento que estabelece as condições do serviço a ser contratado. A licitação será remarcada após os ajustes. A publicação trata da contratação e não anuncia mudança imediata no atendimento das bilheterias ou nas formas de pagamento disponíveis aos passageiros.</p>
<h3>Contratação reúne venda de passagens, controle da arrecadação e apoio à fiscalização</h3>
<p>O objeto da licitação vai além do fornecimento de bilhetes. A CBTU pretende contratar uma empresa especializada para prestar serviços continuados de comercialização e troca de bilhetes e cartões, acompanhados da conferência dos valores arrecadados e do suporte à fiscalização das bilheterias.</p>
<p>Isso significa que o serviço envolve tanto o atendimento relacionado à compra de passagens quanto o acompanhamento financeiro das vendas. A conferência da arrecadação permite verificar os valores recebidos pelos diferentes meios de pagamento previstos na contratação.</p>
<p>O objeto também inclui o fornecimento de materiais necessários ao atendimento das demandas da Superintendência de Trens Urbanos do Recife.</p>
<p>A publicação menciona cartões do tipo smart card, ou cartões inteligentes, e QR Code. São tecnologias distintas de identificação de bilhetes: a primeira utiliza um cartão com recursos eletrônicos; a segunda emprega um código que pode ser lido por equipamento compatível.</p>
<p>O aviso, entretanto, não detalha como cada tecnologia será utilizada, nem estabelece uma data de implantação de novos recursos para os passageiros.</p>
<h3>Serviço abrange Recife, Joana Bezerra e estações da Linha Sul elétrica e diesel</h3>
<p>A contratação contempla as bilheterias das estações Recife e Joana Bezerra, além de todas as estações da Linha Sul elétrica e diesel, conforme a descrição publicada pela companhia.</p>
<p>O alcance territorial é relevante porque define onde a empresa contratada deverá prestar os serviços. O texto não apresenta uma relação individualizada das estações nem informa quantos postos de atendimento ou trabalhadores serão necessários.</p>
<p>Também não há, no aviso de suspensão, valor estimado da contratação, prazo contratual ou identificação de empresa vencedora. O procedimento ainda depende da correção do documento técnico e da definição de uma nova data.</p>
<h3>Erro no termo de referência exige ajuste antes da retomada da disputa</h3>
<p>Segundo a CBTU, o erro foi identificado pela área responsável pela demanda na elaboração do termo de referência. A autoridade competente determinou a suspensão para ajuste do instrumento e posterior remarcação.</p>
<p>O termo de referência descreve o que a administração pretende contratar e estabelece requisitos para a prestação do serviço. Suas condições orientam a elaboração das propostas e a execução do futuro contrato.</p>
<p>Por isso, a correção desse documento pode ser necessária antes da continuidade da disputa, para que as empresas apresentem propostas com base nas condições adequadas.</p>
<p>O aviso não explica qual foi o erro nem quais cláusulas serão modificadas. A informação confirmada é que o documento passará por ajuste.</p>
<h3>Nova data será divulgada pelos mesmos meios de publicidade</h3>
<p>A suspensão foi determinada “sine die”, expressão que significa sem data definida para retomada.</p>
<p>A CBTU informa que a nova data será divulgada pelos mesmos meios de publicidade utilizados para a licitação. Até essa divulgação, o aviso não permite estabelecer quando ocorrerá a disputa ou quando o serviço poderá ser contratado.</p>
<p>A publicação refere-se ao Pregão Eletrônico 90009/GOLIC/2026, vinculado ao processo 044/GOLIC/2026, e foi assinada pelo pregoeiro Bergson Ricardo da Silva Ferreira.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Bom Jesus da Penha–Guaxupé (MG): Unipenha e Sertões apresentam pedido de transferência contratual da linha</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 14:01:16 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Conselho de Transporte abre prazo para manifestações sobre anuência prévia; publicação ainda não autoriza a transferência ADAMO BAZANI A Viação Unipenha e a Viação Sertões de Transportes apresentaram pedido de autorização prévia para transferência dos contratos e da concessão referentes à linha de ônibus que liga Bom Jesus da Penha a Guaxupé, em Minas Gerais. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="791" height="536" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/105000.png?fit=791%2C536&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/105000.png?w=791&amp;ssl=1 791w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/105000.png?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/105000.png?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/105000.png?resize=768%2C520&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/105000.png?resize=400%2C271&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 791px) 100vw, 791px" /> <p><em>Conselho de Transporte abre prazo para manifestações sobre anuência prévia; publicação ainda não autoriza a transferência</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Viação Unipenha e a Viação Sertões de Transportes apresentaram pedido de autorização prévia para transferência dos contratos e da concessão referentes à linha de ônibus que liga Bom Jesus da Penha a Guaxupé, em Minas Gerais. O assunto foi publicado no Diário Oficial do Estado deste sábado, 3 de outubro de 2026, e será analisado pelo Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano.</p>
<p>Os interessados poderão apresentar manifestações por escrito e fundamentadas durante dez dias corridos, contados a partir do primeiro dia útil após a publicação. O aviso abre a participação no processo de análise e ainda não representa aprovação da transferência ou determinação de mudanças nas viagens.</p>
<h2>Pedido envolve os contratos e a concessão da linha entre Bom Jesus da Penha e Guaxupé</h2>
<p>As duas empresas aparecem como requerentes no aviso do Conselho. O objeto é a análise da anuência prévia para transferência dos contratos e da concessão referentes à linha 3809 — Bom Jesus da Penha–Guaxupé.</p>
<p>A anuência prévia é a autorização solicitada antes da efetivação da transferência. Nesta etapa, o Conselho recebe manifestações dos interessados para examinar o pedido.</p>
<p>O procedimento está identificado no Aviso nº 025/2026 e no processo SEI 1300.01.0005544/2026-90. A publicação é assinada pela secretária do Conselho, Neiva da Glória de Alcântara Miranda Marinho, e pela presidente do colegiado, Lorena Milagres Peron.</p>
<h2>Passageiros e demais interessados podem apresentar manifestações fundamentadas</h2>
<p>O Conselho colocou o processo à disposição dos interessados em sua secretaria. As manifestações devem ser apresentadas por escrito, com fundamentação, e protocoladas por uma das formas indicadas no Diário Oficial.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Canal</th>
<th>Como apresentar</th>
</tr>
<tr>
<td>Sistema eletrônico</td>
<td>Por meio do SEI do Governo de Minas Gerais</td>
</tr>
<tr>
<td>Cidade Administrativa</td>
<td>Edifício Gerais, primeiro andar, Rodovia Papa João Paulo II, nº 4.143, bairro Serra Verde, Belo Horizonte</td>
</tr>
<tr>
<td>UAI Praça Sete</td>
<td>Posto de atendimento no Centro de Belo Horizonte</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O prazo estabelecido é de dez dias corridos, a contar do primeiro dia útil após a publicação. A identificação da linha 3809 — Bom Jesus da Penha–Guaxupé e do processo permite relacionar a manifestação ao pedido das empresas.</p>
<h2>Publicação trata da transferência contratual, sem anunciar alteração de horários ou tarifas</h2>
<p>Para quem utiliza os ônibus entre as duas cidades, o ato publicado trata da responsabilidade contratual pela prestação do serviço. Não há, nesse aviso, determinação de mudança de horários, itinerário, tarifa ou paralisação da linha.</p>
<p>A etapa anunciada é a abertura do processo para manifestações sobre o pedido de anuência prévia. A aprovação da transferência depende da conclusão da análise administrativa.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Belo Horizonte (MG): Prefeitura declara imóveis da Gameleira de utilidade pública para terminais e conexões do BRT Amazonas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/belo-horizonte-mg-prefeitura-declara-imoveis-da-gameleira-de-utilidade-publica-para-terminais-e-conexoes-do-brt-amazonas/</link>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:31:48 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Medida abrange quatro lotes e áreas indivisas que somam 15,38 mil metros quadrados; desapropriações poderão ocorrer por acordo ou pela Justiça ADAMO BAZANI A Prefeitura de Belo Horizonte declarou de utilidade pública imóveis no bairro Gameleira, na região Oeste, para viabilizar obras de implantação de terminais e pontos de conexão do BRT Amazonas. A medida, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="750" height="498" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?fit=750%2C498&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?w=750&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /> <p><em>Medida abrange quatro lotes e áreas indivisas que somam 15,38 mil metros quadrados; desapropriações poderão ocorrer por acordo ou pela Justiça</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de Belo Horizonte declarou de utilidade pública imóveis no bairro Gameleira, na região Oeste, para viabilizar obras de implantação de terminais e pontos de conexão do BRT Amazonas. A medida, publicada no Diário Oficial do Município de sexta-feira, 2 de outubro de 2026, abrange quatro lotes e outras áreas da mesma quadra, incluindo as benfeitorias existentes.</p>
<p>As áreas indivisas relacionadas no decreto somam 15.383,99 metros quadrados, além dos quatro lotes também abrangidos pela declaração. As desapropriações poderão ser realizadas mediante acordo ou judicialmente, e a Prefeitura autorizou sua unidade jurídico-administrativa a alegar urgência em juízo. A iniciativa integra a preparação dos espaços necessários à infraestrutura de integração do futuro sistema de ônibus.</p>
<h2>Quatro lotes e quatro conjuntos de áreas estão abrangidos na quadra 054A da Gameleira</h2>
<p>O decreto alcança os lotes 01, 02, 03 e 04 da quadra 054A do bairro Gameleira, além de quatro áreas indivisas descritas individualmente. Uma dessas áreas é composta por duas parcelas.</p>
<p>A declaração também inclui as benfeitorias dos imóveis. Isso significa que o procedimento abrange, além dos terrenos, as construções e demais melhorias existentes nas áreas atingidas.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Imóveis abrangidos</th>
<th>Dimensão indicada</th>
</tr>
<tr>
<td>Lotes 01 a 04 da quadra 054A</td>
<td>Quatro lotes</td>
</tr>
<tr>
<td>Área indivisa composta por duas parcelas</td>
<td>5.872,63 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Segunda área indivisa</td>
<td>1.256,25 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Terceira área indivisa</td>
<td>1.150,90 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Quarta área indivisa</td>
<td>7.104,21 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Soma das áreas indivisas</td>
<td>15.383,99 m²</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A área de 5.872,63 metros quadrados resulta da soma de uma parcela de 5.861,82 metros quadrados com outra de 10,81 metros quadrados.</p>
<p>O total de 15.383,99 metros quadrados corresponde exclusivamente às áreas indivisas com dimensões expressas no decreto. Os quatro lotes são relacionados separadamente e não entram nessa soma.</p>
<p>A maior área indivisa, de 7.104,21 metros quadrados, representa aproximadamente 46,2% desse subtotal.</p>
<h2>Decreto identifica proprietários presumidos de parte dos imóveis</h2>
<p>Para os lotes 01 a 04, a Prefeitura relaciona como proprietários presumidos José Lourenço Pereira, Marilene Lourenço Pereira, Maryse Clementina Pereira, Alberto Carlos Lourenço Pereira, Maria Carolina Lourenço Pereira e Vasconcelos, Paulo Roberto Vasconcelos, Carlos Francisco Lourenço Pereira, Claudia Aparecida Lafetá Pereira e Carlos Floriano Lourenço Pereira.</p>
<p>Nas duas parcelas que, juntas, formam a área indivisa de 5.872,63 metros quadrados, os proprietários presumidos relacionados são Alberto Lourenço Pereira, José Lourenço Pereira, Maryse Clementina Pereira, Alberto Carlos Lourenço Pereira, Maria Carolina Lourenço Pereira, Carlos Francisco Lourenço Pereira e Carlos Floriano Lourenço Pereira.</p>
<p>Já as áreas de 1.256,25 metros quadrados, 1.150,90 metros quadrados e 7.104,21 metros quadrados aparecem no decreto como de propriedade não identificada.</p>
<p>A expressão “propriedade presumida” é a classificação utilizada pela própria Prefeitura para identificar os titulares relacionados no documento.</p>
<h2>Memoriais delimitam terrenos junto à Rua Goneri, ao Beco Guaratan e à alça da Avenida Tereza Cristina</h2>
<p>O anexo do decreto traz memoriais descritivos das áreas indivisas, com coordenadas, distâncias, direções e confrontações. Esses elementos delimitam tecnicamente os terrenos abrangidos pelo procedimento.</p>
<p>Entre as referências utilizadas estão a Rua Goneri, o Beco Guaratan e a alça da Avenida Tereza Cristina.</p>
<p>A parcela de 5.861,82 metros quadrados tem trecho de divisa junto à Rua Goneri e confrontação com o lote 004 da quadra 54A. A parcela de 10,81 metros quadrados é delimitada junto à alça da Avenida Tereza Cristina.</p>
<p>O memorial da área de 1.256,25 metros quadrados inclui confrontação com o Beco Guaratan. A área de 1.150,90 metros quadrados tem referências tanto ao beco quanto à alça da Avenida Tereza Cristina. A maior área, de 7.104,21 metros quadrados, começa em um ponto situado na face da Rua Goneri.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Área delimitada</th>
<th>Perímetro</th>
</tr>
<tr>
<td>Parcela de 5.861,82 m²</td>
<td>385,02 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Parcela de 10,81 m²</td>
<td>22,04 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Área de 1.256,25 m²</td>
<td>241,59 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Área de 1.150,90 m²</td>
<td>163,49 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Área de 7.104,21 m²</td>
<td>360,97 metros</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Perímetro é a medida do contorno de cada terreno. Já a área, expressa em metros quadrados, corresponde à superfície delimitada.</p>
<p>Os memoriais foram elaborados com base no projeto DES-TP030-01-01-QT54A-TOP-RO, executado pela Cappe Engenharia. As coordenadas estão georreferenciadas ao sistema SIRGAS 2000, com projeção UTM no fuso 23S, permitindo a localização técnica das parcelas.</p>
<h2>Áreas serão destinadas a terminais e pontos de conexão do sistema de ônibus</h2>
<p>A finalidade das desapropriações está expressamente definida: realizar obras para implantação de terminais e pontos de conexão do BRT Amazonas, previstas no Plano de Obras 3313.</p>
<p>Essas estruturas fazem parte da organização dos deslocamentos no sistema. Terminais concentram embarques, desembarques e transferências entre serviços, enquanto pontos de conexão permitem articular os diferentes trajetos da rede.</p>
<p>Para os passageiros, a infraestrutura de integração é uma parte do projeto tão necessária quanto o espaço de circulação dos ônibus: é nesses locais que se organiza a ligação entre linhas e o acesso aos principais eixos de transporte.</p>
<h2>Prefeitura poderá negociar a desapropriação ou recorrer à Justiça</h2>
<p>O Decreto nº 19.773, assinado pelo prefeito Álvaro Damião em 1º de outubro de 2026, estabelece duas possibilidades para efetivar as desapropriações: mediante acordo ou judicialmente.</p>
<p>Na primeira, o Município busca uma solução negociada com os titulares dos imóveis. Na segunda, o procedimento é levado à Justiça.</p>
<p>A declaração de utilidade pública formaliza a destinação dos imóveis ao empreendimento e fundamenta a realização das desapropriações. A efetivação da aquisição das áreas é uma etapa posterior.</p>
<p>O decreto também autoriza a unidade jurídico-administrativa competente a alegar urgência das desapropriações em juízo. Trata-se de autorização para apresentar esse pedido no procedimento judicial.</p>
<p>O texto municipal tem como fundamentos o artigo 108 da Lei Orgânica de Belo Horizonte e o Decreto-Lei federal nº 3.365, de 1941, que trata de desapropriações por utilidade pública. A medida entrou em vigor na data de sua publicação, em 2 de outubro.</p>
<h2>BRT Amazonas prevê corredor de ônibus e intervenções em uma rede de 39,7 quilômetros</h2>
<p>O MOVE Amazonas integra o Programa de Mobilidade e Inclusão Urbana de Belo Horizonte. Segundo o planejamento divulgado pela Prefeitura, o projeto contempla 39,7 quilômetros de intervenções viárias, dos quais 8,64 quilômetros nas avenidas Amazonas e Olegário Maciel receberão solução em BRT.</p>
<p>A proposta busca estruturar o transporte coletivo no vetor Oeste da capital e sua articulação com a Região Metropolitana, com destaque para o Barreiro e o Distrito Industrial de Contagem.</p>
<p>O cronograma divulgado pelo Município prevê conclusão dos estudos e projetos em agosto de 2027, obras entre 2028 e 2030 e entrada em operação em 2030. São previsões do planejamento municipal.</p>
<p>Os estudos são desenvolvidos pelo consórcio formado por Oficina Engenheiros Consultores Associados, Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento — ITDP Brasil, Pitmen Consultores e Gustavo Penna Arquiteto &amp; Associados.</p>
<h2>Terminal de integração também integra contratações do programa financiado pelo Banco Mundial</h2>
<p>A Prefeitura já incluiu entre as contratações do programa a seleção de estudos, projetos, obras e serviços de engenharia para implantação do Terminal de Integração do BRT Amazonas e do sistema viário do entorno.</p>
<p>Também está relacionada a contratação de consultoria para acompanhar o empreendimento na função de “Engenheiro”, prevista no modelo contratual adotado.</p>
<p>O Programa de Mobilidade e Inclusão Urbana é financiado pelo Banco Mundial, por meio do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento — BIRD. O financiamento original soma US$ 100 milhões para ações de mobilidade, urbanização e gerenciamento do programa.</p>
<p>A declaração de utilidade pública na Gameleira integra, portanto, a preparação da infraestrutura física necessária aos terminais e conexões previstos para o BRT Amazonas.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>VÍDEO: PM bloqueia ruas no Brás e ônibus têm desvios durante inauguração de loja responsável por aglomeração de pessoas nesta segunda-feira (05)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/video-pm-bloqueia-ruas-no-bras-e-onibus-tem-desvios-durante-inauguracao-de-loja-responsavel-por-aglomeracao-de-pessoas-nesta-segunda-feira-05/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:17:45 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Interdição acontece nas ruas Monsenhor Andrade e Henrique dias nas proximidades da Av. do Estado ARTHUR FERRARI A Polícia Militar bloqueia, na manhã desta segunda-feira (5), a circulação de veículos pelas ruas Monsenhor Andrade e Henrique Dias, no Brás, região central de São Paulo (SP). A interdição ocorre devido à grande concentração de pessoas nas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Interdição acontece nas ruas Monsenhor Andrade e Henrique dias nas proximidades da Av. do Estado</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p><div style="width: 1024px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-537271-3" width="1024" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.mp4</a></video></div></p>
<p>A Polícia Militar bloqueia, na manhã desta segunda-feira (5), a circulação de veículos pelas ruas Monsenhor Andrade e Henrique Dias, no Brás, região central de São Paulo (SP). A interdição ocorre devido à grande concentração de pessoas nas proximidades de um estabelecimento comercial que será inaugurado na região.</p>
<p>Com as vias fechadas, os ônibus que normalmente circulam pelos dois trechos precisam realizar pequenos desvios temporários em seus itinerários. A medida foi adotada pela PM para proteger o fluxo de pedestres e evitar acidentes e atropelamentos diante da movimentação de público.</p>
<p>A concentração ocorre nas proximidades do cruzamento da Rua Monsenhor Andrade com a Avenida do Estado, onde uma loja que comercializa produtos entre R$ 1 e R$ 20 realiza sua inauguração.</p>
<p>O bloqueio conta com a atuação do Policiamento de Trânsito. Equipes permanecem na região para acompanhar a movimentação.</p>
<p>Segundo a corporação, os responsáveis pelo estabelecimento também estão sendo orientados a organizar e controlar o público para evitar tumultos, acidentes e outros transtornos para clientes, moradores e demais pessoas que circulam pelo local.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Rio de Janeiro divide em partes iguais receita de integração entre transporte complementar e outros serviços municipais</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/rio-de-janeiro-divide-em-partes-iguais-receita-de-integracao-entre-transporte-complementar-e-outros-servicos-municipais/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:01:41 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nova regulamentação do STUC exige Jaé, prevê repasses duas vezes por semana e limita a dez por veículo o pagamento municipal de gratuidades por dia ADAMO BAZANI O passageiro que integrar um serviço do transporte complementar a outro sistema municipal do Rio de Janeiro terá a viagem registrada pelo Jaé, enquanto o valor efetivamente arrecadado [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="620" height="465" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?fit=620%2C465&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?w=620&amp;ssl=1 620w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /> <p><em>Nova regulamentação do STUC exige Jaé, prevê repasses duas vezes por semana e limita a dez por veículo o pagamento municipal de gratuidades por dia</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O passageiro que integrar um serviço do transporte complementar a outro sistema municipal do Rio de Janeiro terá a viagem registrada pelo Jaé, enquanto o valor efetivamente arrecadado será repartido igualmente entre os dois prestadores. A regra consta da regulamentação do Sistema de Transporte Unificado Complementar, o STUC, publicada nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026.</p>
<p>A divisão será de 50% para o transporte complementar e 50% para o outro serviço utilizado, independentemente da ordem em que o passageiro fizer as viagens. A resolução também torna o Jaé obrigatório para participar dos mecanismos financeiros do STUC, estabelece pagamento aos operadores às terças e sextas-feiras e define como a Prefeitura custeará as gratuidades transportadas. A entrada de cada linha ou modalidade no sistema dependerá de atos específicos e da verificação dos equipamentos e cadastros.</p>
<p><strong>Quais serviços compõem o novo sistema complementar</strong></p>
<p>O STUC reúne três modalidades já identificadas nas normas municipais: o Serviço de Transporte Público Urbano Local, o STPL; o Serviço de Transporte de Passageiros Complementar Comunitário, o STPC, que inclui os chamados cabritinhos; e o Serviço de Transporte Urbano Especial Complementar de Passageiros, o TEC.</p>
<p>A inclusão no STUC organiza integração, bilhetagem e pagamentos. Ela não transforma automaticamente todas essas modalidades em uma única concessão nem substitui os títulos que autorizam cada prestador a operar. As regras específicas de cada serviço continuam aplicáveis nos pontos em que forem compatíveis com a nova regulamentação.</p>
<p>Para participar da integração e receber pelos mecanismos previstos, o prestador deverá estar regular, assim como seu título de operação e seus veículos. Também serão exigidos licenciamento e vistoria quando cabíveis, uso regular do Jaé e cumprimento dos requisitos operacionais e tecnológicos da Secretaria de Transportes.</p>
<p><strong>Jaé definirá quais integrações e gratuidades entram na conta</strong></p>
<p>A resolução coloca os registros da bilhetagem digital no centro da apuração financeira. Eles servirão para identificar viagens pagas, integrações, gratuidades, repartição da receita e valores devidos pelo município. Uma integração somente entrará na divisão de receita quando for reconhecida como válida pelo Jaé.</p>
<p>As condições de tempo e uso para o passageiro seguem as regras do Bilhete Único Municipal e da bilhetagem digital. A norma agora publicada estabelece a divisão do dinheiro arrecadado quando a integração for válida; ela não autoriza concluir que qualquer combinação de viagens, em qualquer intervalo, dará direito ao benefício.</p>
<p>A Secretaria poderá comparar os registros do Jaé com dados de cadastro, posicionamento dos veículos e fiscalização. Registros cancelados, duplicados, decorrentes de erro, relacionados a fraude comprovada ou incompatíveis com o serviço prestado poderão ser excluídos ou ajustados na apuração. Valores pagos indevidamente poderão ser compensados em ciclos posteriores, com direito de manifestação do prestador quando aplicável.</p>
<p><strong>Passageiro com gratuidade mantém o direito de embarcar além do limite de pagamento ao operador</strong></p>
<p>O município custeará as gratuidades legalmente previstas e validadas pelo Jaé até o limite de dez por veículo, por dia de operação. Esse teto é financeiro: define quantas gratuidades gerarão pagamento da Prefeitura ao prestador naquele dia.</p>
<p>Ele <strong>não limita o número de beneficiários transportados</strong>. O operador continua obrigado a permitir o embarque de todos os usuários que tenham direito à gratuidade, observada a capacidade do veículo. A partir da 11ª gratuidade validada em um mesmo veículo e dia, a resolução prevê que o transporte continue, mas sem pagamento municipal adicional por aquela validação.</p>
<p>Essa diferença é essencial para evitar que uma regra de custeio seja aplicada incorretamente ao passageiro. O benefício de quem tem direito legal à viagem gratuita permanece; o teto regula a relação financeira entre município e operador.</p>
<p><strong>Repasses ocorrerão às terças e sextas-feiras</strong></p>
<p>A cada ciclo, a Prefeitura apurará a receita tarifária do prestador, a parcela das integrações e as gratuidades validadas dentro do limite financeiro. O pagamento poderá passar pela Câmara de Compensação Tarifária ou por outro mecanismo definido pelo município.</p>
<p>Às terças-feiras serão pagos os valores de transações realizadas entre a quinta-feira e o domingo anteriores. Às sextas-feiras, os valores relativos à segunda, terça e quarta-feira anteriores. Se a data cair em dia sem expediente, o pagamento passa para o primeiro dia útil seguinte. A resolução estabelece ainda que esses valores serão repassados sem desconto da tarifa de bilhetagem do Jaé.</p>
<p>O operador terá cinco dias úteis, a partir da disponibilização do demonstrativo, para contestar objetivamente registros ou valores. A contestação não interrompe o pagamento da parte sobre a qual não houver divergência.</p>
<p><strong>Entrada será gradual e dependerá da instalação e do funcionamento dos equipamentos</strong></p>
<p>A Secretaria Municipal de Transportes poderá implantar o STUC por modalidade, região, linha, serviço ou grupo de prestadores. Para cada etapa, um ato próprio deverá identificar os participantes, a data de início e eventuais regras de transição.</p>
<p>Antes da entrada, a administração verificará cadastro e documentos, situação dos veículos, instalação e funcionamento do Jaé, transmissão das transações e condições de conciliação e pagamento. A implantação de um grupo não dependerá de que todos os demais estejam prontos ao mesmo tempo. Dessa forma, a publicação da regra geral nesta terça-feira não significa que todas as linhas das três modalidades já começaram a operar financeiramente pelo novo modelo.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Distribusion Brasil compra RJ Consultores e cria plataforma líder de tecnologia para transporte de passageiros no país</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 12:45:36 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Informe Publicitário]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Travel Tech mundial com sede na Alemanha amplia portfólio de produtos para clientes brasileiros De origem alemã e presente no Brasil desde 2019, a Distribusion Tecnologia do Brasil anuncia a compra de 100% da RJ Consultores, provedora brasileira líder em tecnologia para o setor de transportes de passageiros, com 40 anos de experiência no mercado. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="539" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?fit=1024%2C539&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?resize=300%2C158&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?resize=1024%2C539&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?resize=150%2C79&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?resize=768%2C404&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?resize=400%2C211&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p style="font-weight: 400;"><em>Travel Tech mundial com sede na Alemanha amplia portfólio de produtos para clientes brasileiros</em></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><br />
</strong>De origem alemã e presente no Brasil desde 2019, a Distribusion Tecnologia do Brasil anuncia a compra de 100% da RJ Consultores, provedora brasileira líder em tecnologia para o setor de transportes de passageiros, com 40 anos de experiência no mercado. A operação da RJ era de domínio da TOTVS e permanecerá com o mesmo nome sob gestão da Distribusion.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Esta aquisição representa um forte compromisso da Distribusion com o Brasil e outros mercados da América Latina. Continuaremos investindo em práticas de escala corporativa, qualidade de serviço e agilidade, enquanto inovamos com as tecnologias mais recentes disponíveis, especialmente aplicações de Inteligência Artificial para o benefício de nossos parceiros”, diz Thomas Doering, CEO da Distribusion Technologies, matriz alemã.</p>
<p style="font-weight: 400;">De acordo com Paulo Jacob, CEO da RJ Consultores, a Distribusion já figurava como parceira de confiança há alguns anos, o que permitiu o reconhecimento e alinhamento da superioridade tanto técnica quanto cultural entre as duas companhias.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Esta é uma excelente oportunidade para dar continuidade à nossa jornada, continuar desenvolvendo soluções para nossos clientes, investir ainda mais em nossa tecnologia e atendimento, além de lançar novos recursos para nossos produtos. A Distribusion traz não apenas alcance e experiência globais, mas também acesso a tecnologias de classe mundial, afirma Jacob.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Estratégia</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">“Para incrementar nosso negócio e ampliar a oferta de soluções aos nossos clientes, optamos pela aquisição de uma empresa pela qual já tínhamos admiração e que desfruta de experiência e confiança de mais de 40 anos no mercado brasileiro”, afirma Fernando Cunha, diretor da Distribusion Brasil.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por parte da TOTVS, o vice-presidente de Negócios para Segmentos, Marcelo Cosentino, comemora ter concluído a venda RJ Consultores a uma empresa líder global no segmento, com ampla gama de tecnologias e recursos para desenvolver ainda mais produtos de sucesso da RJ que contribuirão para a expansão para outros mercados.</p>
<p style="font-weight: 400;">Segundo Cunha, a RJ construiu uma tecnologia fundamental de altíssimo padrão, atendendo a muitas das principais operadoras de transporte de passageiros do Brasil. “Vamos preservar e desenvolver ainda mais a experiência de mercado e a ampla gama de soluções da RJ, apoiando as necessidades individuais de nossos parceiros”, diz.</p>
<p style="font-weight: 400;">O executivo afirma ainda que a empresa trará o melhor da tecnologia global da Distribusion, para se manter ativa na inovação e na oferta de soluções excepcionais. “Como uma plataforma de tecnologia em sua essência, defendemos nossa posição independente e neutra, atendendo aos clientes com a melhor tecnologia disponível, afirma Cunha”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><br />
</strong><strong>Sobre a Distribusion</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Distribusion opera como plataforma B2B líder em transporte terrestre de viagens programadas. Representa milhares de operadoras ferroviárias, rodoviárias, hidroviárias e urbanas em mais de 70 países. Por meio de API única, fornece horários, preços, emissão de passagens e recursos pós-venda para operadoras de transporte de passageiros de forma padronizada, e com suporte completo para agentes autônomos de IA (<em>agentic-enabled</em>). A Distribusion impulsiona grandes parceiros como Booking.com, Amadeus e Deutsche Bahn, e representa centenas de operadores no Google e Google Maps, permitindo reservas e atendendo países inteiros por meio de nossa tecnologia. A Distribusion está presente no Brasil desde 2019 com uma equipe de mais de 30 pessoas e um extenso portfólio com aproximadamente 250 operadoras, cobrindo praticamente todo o território nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre a RJ Consultores</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A RJ Consultores é uma provedora brasileira líder em tecnologia para o setor de transportes, com 40 anos de experiência no mercado. A empresa contava anteriormente com uma participação de 80% da gigante de software TOTVS, e continua sendo gerida operacionalmente por seus fundadores originais, Paulo Jacob e Alexandre Jacob. Com presença global, a RJ gerencia mais de 400 clientes corporativos em 10 países de três continentes. Sua principal plataforma em nuvem, o totalBUS, processa 2,5 milhões de passagens de ônibus diariamente. Por meio dessa extensa rede, a RJ ocupa uma posição de liderança na infraestrutura central de distribuição de passagens no Brasil.</p>
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    <title>Prefeitura de São Paulo formaliza mais 12 meses para obrigações ambientais de terminal e corredores de ônibus em Itaquera</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 12:31:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Aditivo envolve manejo de árvores na Rua Doutor Luís Aires e concretiza prorrogação autorizada em agosto; demais compromissos permanecem em vigor ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo formalizou a prorrogação por 12 meses do prazo para cumprir obrigações ambientais relacionadas à implantação de um terminal urbano e de corredores de ônibus na Rua Doutor [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Aditivo envolve manejo de árvores na Rua Doutor Luís Aires e concretiza prorrogação autorizada em agosto; demais compromissos permanecem em vigor</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo formalizou a prorrogação por 12 meses do prazo para cumprir obrigações ambientais relacionadas à implantação de um terminal urbano e de corredores de ônibus na Rua Doutor Luís Aires, em Itaquera, na Zona Leste. O aditivo foi publicado no Diário Oficial desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026, e envolve compromissos associados ao manejo de árvores.</p>
<p>A publicação concretiza a prorrogação cuja autorização já havia sido noticiada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 25 de agosto. É a formalização daquela medida, e não um segundo acréscimo de um ano. O documento mantém as demais cláusulas do compromisso ambiental e não estabelece uma nova data de entrega das obras.</p>
<h3>Compromisso foi firmado em 2015 e continua vinculado às intervenções</h3>
<p>O aditivo envolve a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente e a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras.</p>
<p>O termo original foi firmado em 2015, dentro de um procedimento administrativo iniciado em 2014. Seu objeto está relacionado ao manejo de vegetação de porte arbóreo necessário à implantação do terminal e dos corredores na Rua Doutor Luís Aires.</p>
<p>Esse histórico mostra que as obrigações ambientais acompanham um empreendimento cuja tramitação atravessa diferentes etapas e anos. A alteração publicada agora amplia o período para cumprimento dos compromissos já assumidos.</p>
<p>O extrato determina que a validade do aditivo começa com sua publicação no Diário Oficial e preserva as outras disposições do termo.</p>
<h3>Decisão de agosto e extrato de outubro são etapas da mesma prorrogação</h3>
<p>Em agosto, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente autorizou a elaboração do quarto aditivo ao compromisso ambiental, concedendo mais 12 meses para complementação do manejo arbóreo.</p>
<p>Naquela ocasião, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> apresentou a medida junto a outras decisões sobre infraestrutura do transporte coletivo, incluindo o Terminal Atracadouro Pedreira e o gerenciamento do corredor Aricanduva.</p>
<p>O extrato divulgado nesta segunda-feira corresponde à formalização do aditivo ambiental de Itaquera. Essa sequência é importante para acompanhar corretamente o prazo: a autorização administrativa e a publicação do instrumento não representam duas prorrogações independentes.</p>
<h3>Prazo ambiental não equivale ao cronograma de construção</h3>
<p>O compromisso ambiental trata das obrigações decorrentes da intervenção na vegetação. Já os prazos de construção e de entrega dependem dos contratos de engenharia e das respectivas ordens de serviço.</p>
<p>Por isso, os 12 meses publicados agora se referem ao atendimento das obrigações do termo ambiental. O extrato não informa percentual de execução das obras, data de inauguração, quantidade de árvores ainda abrangidas pelo manejo ou número de plantios pendentes.</p>
<p>A manutenção das demais cláusulas significa que o aditivo altera o prazo, preservando o restante do compromisso. Para conhecer a extensão de cada obrigação, é necessário consultar o termo original e seus instrumentos complementares.</p>
<h3>Itaquera concentra projetos de integração entre ônibus e trilhos</h3>
<p>A região de Itaquera é um dos principais pontos de integração do transporte na Zona Leste, com ligação entre ônibus e o sistema ferroviário e metroviário no complexo Corinthians-Itaquera.</p>
<p>O novo terminal da região também possui um histórico prolongado. Segundo a Prefeitura, o empreendimento esteve associado às intervenções planejadas para a Copa de 2014, enfrentou paralisações e passou por revisão e nova licitação antes da retomada das obras em 2023.</p>
<p>Outra frente é o corredor Radial Leste II, planejado para prolongar a ligação da Penha até Itaquera. O contrato de gerenciamento e fiscalização de seus projetos tem prazo até junho de 2027.</p>
<p>São procedimentos distintos, mas que ajudam a explicar a continuidade das intervenções de mobilidade na região. O ato publicado nesta segunda-feira trata especificamente do compromisso ambiental identificado como TCA 070/2015, relativo ao terminal urbano e aos corredores na Rua Doutor Luís Aires.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Empresas que ganham novas ligações de ônibus no Brasil precisam manter atendimento por pelo menos um ano</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 12:01:20 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Autorizações já publicadas e disputa prevista entre 26 de outubro e 6 de novembro exigem planejamento para colocar os serviços em operação; advogado Ilo Löbel da Luz explica as obrigações e os riscos para as transportadoras ADAMO BAZANI As empresas que recebem autorização para novas ligações de ônibus interestaduais pela chamada Primeira Janela Extraordinária precisam [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Autorizações já publicadas e disputa prevista entre 26 de outubro e 6 de novembro exigem planejamento para colocar os serviços em operação; advogado Ilo Löbel da Luz explica as obrigações e os riscos para as transportadoras</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>As empresas que recebem autorização para novas ligações de ônibus interestaduais pela chamada Primeira Janela Extraordinária precisam transformar a liberação em viagens e manter o atendimento dos mercados conquistados por pelo menos 12 meses. A regulamentação estabelece, nas condições ordinárias, uma frequência mínima de uma viagem semanal em cada sentido da linha, além de exigências de frota, motoristas e cumprimento dos pontos de embarque e desembarque cadastrados.</p>
<p>A obrigação também alcançará as transportadoras contempladas na disputa por mercados com mais interessadas do que vagas disponíveis, cuja apresentação de lances está prevista entre 26 de outubro e 6 de novembro de 2026. Para o advogado especialista em regulação do transporte rodoviário interestadual de passageiros Ilo Löbel da Luz, o planejamento precisa considerar tanto o valor oferecido na seleção quanto a capacidade de sustentar os serviços durante o período obrigatório.</p>
<p>“Vencer um mercado não garante apenas um direito: garante uma obrigação”, afirma Ilo, em análise encaminhada ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p>A avaliação complementa a cobertura das autorizações que vêm sendo publicadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Depois das disputas administrativas e judiciais que interromperam o procedimento, a nova etapa envolve uma questão prática para os passageiros: quando os ônibus começarão a circular, quais viagens serão oferecidas e como assegurar a continuidade do atendimento.</p>
<h2>O que a empresa recebe e o que muda para o passageiro</h2>
<p>Na regulamentação, “mercado” é a ligação entre dois municípios de estados diferentes, identificados como origem e destino. Uma mesma linha pode reunir vários desses mercados, porque atende cidades intermediárias ao longo do percurso.</p>
<p>Assim, uma autorização com dezenas de mercados não representa necessariamente dezenas de linhas independentes. Um ônibus que percorre uma rota com vários pontos de embarque e desembarque pode atender diferentes pares de cidades.</p>
<p>A Primeira Janela Extraordinária foi organizada para permitir a entrada de até duas novas transportadoras em mercados sem atendimento e de uma nova transportadora naqueles atendidos por apenas uma empresa. Quando a quantidade de interessadas ultrapassa o limite, há seleção pelo maior lance, com sorteio em caso de empate.</p>
<p>Para o passageiro, a publicação da autorização abre a possibilidade de um novo atendimento. A disponibilidade de passagens, porém, depende da implantação efetiva do serviço e de seu calendário de viagens.</p>
<p>O primeiro pacote publicado em 14 de setembro reuniu 39 decisões: 18 novas autorizações de linhas e 21 modificações de autorizações existentes. Segundo a agência, o conjunto abrangeu mais de 3 mil pares de origem e destino.</p>
<h2>Prazo para começar e obrigação de continuar</h2>
<p>A Resolução nº 6.033/2023 estabelece que a empresa deve iniciar a prestação dos serviços em até 30 dias contados do começo da vigência do Termo de Autorização, documento que formaliza a liberação da linha. O prazo pode ser prorrogado uma vez, por mais 30 dias, mediante justificativa.</p>
<p>O período mínimo de atendimento de 12 meses tem como referência a vigência da autorização. Portanto, o prazo para colocar os ônibus em circulação não deve ser confundido com uma autorização para manter o mercado reservado, sem prestar o serviço.</p>
<p>Nas condições ordinárias, a frequência mínima é de uma viagem semanal em cada sentido da linha, com oferta do serviço convencional. Trata-se de um piso regulatório: a empresa pode programar mais viagens, conforme sua operação e a demanda.</p>
<p>Ilo considera que essas exigências tornam decisiva a preparação anterior ao início do atendimento.</p>
<p>“A configuração definida antes da primeira viagem se torna a estratégia do primeiro ano”, avalia.</p>
<p>A manutenção do atendimento por 12 meses, entretanto, não significa congelamento de todos os aspectos da operação. A resolução permite mudanças de horários e modificações de serviço, respeitados os procedimentos, a frequência mínima e os direitos dos passageiros. A supressão de uma seção intermediária deve observar o período mínimo exigido.</p>
<p>Assim, a transportadora pode fazer ajustes permitidos pela regulamentação, mas não pode simplesmente abandonar uma ligação antes do prazo obrigatório porque o resultado comercial ficou abaixo do esperado.</p>
<h2>Desistência pode trazer restrições para a empresa</h2>
<p>O descumprimento do período mínimo de atendimento de um mercado pode levar à supressão das seções que o atendem e impedir a transportadora de voltar a operá-lo ou solicitá-lo por um ano. Esse impedimento é contado a partir do encerramento definitivo da decisão na esfera administrativa.</p>
<p>A renúncia ao Termo de Autorização também está vinculada ao cumprimento do período mínimo de atendimento.</p>
<p>Na avaliação de Ilo, essas consequências precisam entrar nas contas antes de a empresa organizar a linha ou disputar uma ligação.</p>
<p>O advogado chama a atenção para a diferença entre estimar a procura e conhecer o comportamento dos passageiros durante a operação. Um percurso pode reunir ligações com resultados bastante distintos, e a sustentabilidade do serviço depende da combinação dessas receitas com seus custos.</p>
<p>Nos mercados classificados como desatendidos, a transportadora pode encontrar pouca informação diretamente comparável sobre a demanda regular. Essa classificação, contudo, não significa necessariamente ausência de qualquer deslocamento entre as cidades: podem existir viagens por outros meios e, em determinadas situações, serviços amparados por decisões judiciais.</p>
<p>Nos mercados atendidos por uma única empresa, a chegada de uma concorrente altera a divisão da procura. Para Ilo, também nesse caso a entrante precisa avaliar se conseguirá manter o serviço durante todo o período obrigatório.</p>
<h2>Lance precisa considerar o custo das viagens</h2>
<p>O valor oferecido no processo seletivo é uma parte do compromisso financeiro assumido pela transportadora.</p>
<p>“O custo real de um mercado vencido, portanto, não é o valor do lance. É o lance somado a um ano de operação”, afirma Ilo.</p>
<p>A análise envolve despesas com veículos, motoristas, combustível ou energia, manutenção, instalações e demais recursos necessários para cumprir as viagens. A empresa também precisa considerar a receita esperada e a possibilidade de a procura ficar abaixo da projeção inicial.</p>
<p>O comunicado de abertura estabelece uma sequência de obrigações depois da seleção. A contemplada terá 48 horas, contadas do recebimento da convocação, para confirmar o interesse. Se não confirmar, perde o direito de pedir a autorização para aquele mercado, e a próxima classificada pode ser chamada.</p>
<p>Após a confirmação, a empresa selecionada recebe a guia com o valor dos lances e dispõe de cinco dias úteis para pagar. A falta de pagamento implica desistência, impedimento de participar da primeira janela ordinária e possibilidade de cobrança do débito.</p>
<p>Confirmado o pagamento, será aberto prazo improrrogável de 30 dias para solicitar a nova autorização ou a alteração de uma existente. Quem perder esse prazo ou não preencher os requisitos ficará impedido de participar da primeira janela ordinária e não receberá de volta o valor pago pelo lance.</p>
<p>A obtenção do mercado, portanto, ainda precisa ser seguida da formalização da autorização e da implantação do serviço.</p>
<h2>Informações da operação também influenciam as próximas aberturas</h2>
<p>Ilo defende que as empresas acompanhem os resultados de cada ligação desde o início, mesmo diante da obrigação de manter o atendimento.</p>
<p>Na avaliação do advogado, os dados do primeiro ano ajudarão a decidir o que fazer depois do período mínimo e como participar das próximas oportunidades de entrada em mercados.</p>
<p>Essas informações também têm importância regulatória. A agência utiliza dados de movimentação de passageiros, receitas e viagens para avaliar e classificar os mercados, dentro do modelo de abertura progressiva.</p>
<p>Isso torna a qualidade das informações relevante tanto para a gestão da empresa quanto para a leitura que o poder público faz da oferta e da procura pelos serviços.</p>
<h2>Processo passou por duas suspensões judiciais</h2>
<p>A Primeira Janela Extraordinária foi aberta em setembro de 2024, mas atravessou prorrogações, uma suspensão decorrente de ação na Justiça Federal e, posteriormente, uma interrupção determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Em julho de 2026, o ministro André Mendonça suspendeu o procedimento ao analisar uma reclamação apresentada pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Rodoviários de Passageiros (Anatrip). Entre os pontos discutidos estavam a segurança e a possibilidade de auditoria do sistema eletrônico.</p>
<p>A agência apresentou esclarecimentos técnicos. Em 13 de agosto, Mendonça reconsiderou a cautelar e negou seguimento à reclamação, permitindo a retomada. A associação apresentou recurso em 20 de agosto.</p>
<p>A retirada da suspensão permitiu o prosseguimento administrativo. A apresentação do recurso, por si só, não representa uma nova ordem de paralisação.</p>
<p>Em setembro, começaram as publicações das autorizações. O calendário anunciado pela agência prevê a abertura do sistema para lances em 26 de outubro e o encerramento dessa fase em 6 de novembro.</p>
<h2>Cronologia: da mudança na legislação às autorizações e à próxima disputa</h2>
<ul>
<li>Junho de 2014 — A Lei nº 12.996 altera a legislação do setor e estabelece o regime de autorização para o transporte rodoviário coletivo regular interestadual e internacional de passageiros.</li>
<li>29 de março de 2023 — O Supremo valida o regime de autorização, sem licitação prévia como regra geral, no julgamento das ações sobre o modelo de delegação dos serviços.</li>
<li>21 de dezembro de 2023 — A agência aprova a Resolução nº 6.033, que estabelece o novo marco regulatório e a abertura progressiva de mercados.</li>
<li>26 de dezembro de 2023 — A resolução é publicada no Diário Oficial da União.</li>
<li>26 de setembro de 2024 — A Diretoria Colegiada aprova a abertura da Primeira Janela Extraordinária, pela Deliberação nº 356.</li>
<li>27 de setembro de 2024 — É publicado o comunicado de abertura da Janela nº 1/2024.</li>
<li>25 de outubro de 2024 — O Comunicado nº 30 fixa o primeiro calendário de recebimento de pedidos.</li>
<li>29 de outubro de 2024 — Começa o envio das solicitações no sistema eletrônico, com encerramento inicialmente previsto para 29 de novembro.</li>
<li>18 de novembro de 2024 — A Deliberação nº 476 aprova alterações no comunicado de abertura.</li>
<li>21 de novembro de 2024 — O Comunicado nº 33 prorroga as solicitações até 13 de dezembro.</li>
<li>11 de dezembro de 2024 — O Comunicado nº 36 estende novamente o prazo, até 17 de janeiro de 2025.</li>
<li>17 de janeiro de 2025 — Encerra-se o primeiro período de solicitações.</li>
<li>27 de janeiro de 2025 — A agência comunica a suspensão das etapas seguintes por decisão judicial, em ação da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec).</li>
<li>30 de abril de 2025 — O Tribunal Regional Federal da 1ª Região suspende os efeitos da liminar que impedia a continuidade da janela.</li>
<li>6 de outubro de 2025 — O Comunicado nº 38 anuncia a reabertura dos pedidos, preservando as solicitações anteriores.</li>
<li>14 de outubro de 2025 — O sistema volta a receber solicitações, inicialmente até 31 de outubro.</li>
<li>12 de novembro de 2025 — Termina o prazo reaberto, após prorrogação.</li>
<li>2 de março de 2026 — O Comunicado nº 40 organiza a cobrança das inscrições e a divulgação do resultado.</li>
<li>12 de março de 2026 — Data estabelecida para encaminhamento das guias de pagamento às empresas.</li>
<li>24 de abril de 2026 — A agência divulga o resultado consolidado e identifica os mercados que dependerão de seleção.</li>
<li>11 de maio de 2026 — O Comunicado nº 42 determina reprocessamento dos pedidos após regularizações administrativas de mercados.</li>
<li>2 de junho de 2026 — O Ministério Público Federal questiona a suspensão dos resultados, conforme noticiado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</li>
<li>8 de junho de 2026 — O Comunicado nº 43 cancela o reprocessamento, preserva os resultados de abril e prevê a abertura dos lances para 20 de julho.</li>
<li>10 de julho de 2026 — Prazo fixado para pedidos de autorização dos mercados desatendidos contemplados sem seleção.</li>
<li>9 de julho de 2026 — André Mendonça determina a suspensão da janela. A decisão é divulgada no dia 10.</li>
<li>14 de julho de 2026 — O Comunicado nº 44 formaliza a paralisação administrativa em cumprimento à ordem do Supremo.</li>
<li>20 de julho de 2026 — Data anteriormente prevista para iniciar os lances; a fase fica impedida pela suspensão judicial.</li>
<li>29 de julho de 2026 — O Tribunal de Contas da União não conhece dos embargos contra decisão que havia considerado improcedente uma denúncia sobre a janela.</li>
<li>10 de agosto de 2026 — A agência apresenta informações técnicas ao Supremo e pede a retirada da suspensão.</li>
<li>13 de agosto de 2026 — Mendonça reconsidera a cautelar e nega seguimento à reclamação, liberando a retomada.</li>
<li>14 de agosto de 2026 — Data prevista para iniciar o julgamento colegiado da cautelar; a reconsideração do relator ocorre na véspera e o julgamento é retirado.</li>
<li>20 de agosto de 2026 — A Anatrip apresenta agravo regimental contra a decisão de Mendonça.</li>
<li>4 e 8 de setembro de 2026 — São assinadas as decisões do primeiro pacote de autorizações da retomada.</li>
<li>14 de setembro de 2026 — O Diário Oficial publica 39 decisões. Na mesma data, o Comunicado nº 45 anuncia o novo período de lances.</li>
<li>1º de outubro de 2026 — São publicadas mais quatro autorizações de linhas decorrentes da janela.</li>
<li>26 de outubro de 2026 — Início previsto da apresentação de lances nos mercados sujeitos à seleção.</li>
<li>6 de novembro de 2026 — Encerramento previsto da apresentação de lances.</li>
<li>Depois dos lances — Seguem a classificação, as convocações, a confirmação de interesse, o pagamento e os pedidos de autorização. Os prazos são contados dos respectivos atos e comunicações; o encerramento dos lances não corresponde à entrada imediata dos ônibus em operação.</li>
</ul>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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