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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Expresso Itamarati pede à Artesp mudanças em linhas de ônibus de São José do Rio Preto para Neves Paulista, Nipoã e Potirendaba</title>
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    <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 20:31:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Solicitações envolvem tabelas de horários e distâncias de duas ligações semiurbanas; agência abriu prazo de sete dias para consulta e manifestações antes de decidir sobre as alterações ADAMO BAZANI A Expresso Itamarati solicitou à Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) alterações operacionais em duas ligações intermunicipais semiurbanas que partem de São José [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="755" height="545" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/itamatrai.jpg?fit=755%2C545&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/itamatrai.jpg?w=755&amp;ssl=1 755w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/itamatrai.jpg?resize=300%2C217&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/itamatrai.jpg?resize=150%2C108&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/itamatrai.jpg?resize=400%2C289&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 755px) 100vw, 755px" /> <p><em>Solicitações envolvem tabelas de horários e distâncias de duas ligações semiurbanas; agência abriu prazo de sete dias para consulta e manifestações antes de decidir sobre as alterações</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Expresso Itamarati solicitou à Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) alterações operacionais em duas ligações intermunicipais semiurbanas que partem de São José do Rio Preto, no interior paulista. Os pedidos abrangem a linha São José do Rio Preto–Neves Paulista, com prolongamento até Nipoã, e a ligação entre São José do Rio Preto e Potirendaba. As propostas, publicadas no Diário Oficial do Estado nesta segunda-feira, 19 de outubro de 2026, envolvem mudanças nas tabelas de horários e distâncias, que ainda dependem de análise da agência reguladora.</p>
<p>A Artesp abriu prazo de sete dias para que interessados consultem os procedimentos e apresentem manifestações sobre as solicitações. No caso da linha para Potirendaba, os pedidos envolvem dois itinerários, identificados como A e B. A abertura desse prazo não significa que a empresa esteja autorizada a modificar imediatamente as viagens. Até a conclusão dos procedimentos e eventual aprovação das alterações, permanecem válidas as condições operacionais autorizadas.</p>
<p>As duas ligações fazem parte da rede intermunicipal que conecta São José do Rio Preto a municípios vizinhos, permitindo deslocamentos regionais para trabalho, estudos, atendimento médico, comércio e outros serviços.</p>
<p>A categoria semiurbana distingue essas operações de linhas rodoviárias convencionais de maior distância, embora ambas estejam sujeitas à regulamentação estadual.</p>
<h3>Mudanças solicitadas na ligação São José do Rio Preto–Neves Paulista–Nipoã</h3>
<p>O primeiro procedimento envolve a ligação semiurbana entre São José do Rio Preto e Neves Paulista, com prolongamento até Nipoã.</p>
<p>A Expresso Itamarati apresentou pedido de alteração operacional da tabela de horários e distâncias.</p>
<p>A existência de um prolongamento até Nipoã significa que a ligação autorizada contempla uma extensão além de Neves Paulista, conforme sua configuração operacional.</p>
<p>Mudanças nas tabelas podem envolver a programação das viagens e os parâmetros de distância utilizados na operação.</p>
<p>Entretanto, o comunicado publicado pela Artesp não apresenta a relação completa de partidas propostas nem permite identificar quantos horários a empresa pretende acrescentar, retirar ou modificar.</p>
<p>Essas informações integram o procedimento administrativo disponibilizado para consulta.</p>
<p>A agência abriu sete dias para vistas e manifestações sobre o requerimento.</p>
<h3>Linha para Potirendaba tem propostas envolvendo dois itinerários</h3>
<p>O segundo pedido da Expresso Itamarati diz respeito à ligação São José do Rio Preto–Potirendaba.</p>
<p>A publicação identifica propostas de alteração da tabela de horários e distâncias relacionadas aos itinerários A e B.</p>
<p>A existência de dois itinerários indica diferentes configurações operacionais vinculadas à ligação, mas a publicação resumida não detalha quais vias ou localidades são atendidas em cada percurso.</p>
<p>Por isso, não é possível afirmar, somente com o comunicado, que haverá mudança de trajeto físico, redução de atendimento ou ampliação do número de viagens.</p>
<p>O procedimento também foi submetido a prazo de sete dias para consulta e manifestação dos interessados.</p>
<h3>O que representa a abertura de prazo pela Artesp</h3>
<p>Os pedidos de alteração operacional de linhas intermunicipais passam por análise da agência reguladora responsável.</p>
<p>A avaliação pode considerar a adequação da oferta, as características do atendimento e a conformidade das mudanças propostas com as condições autorizadas para a operação.</p>
<p>A abertura de vistas permite que interessados tenham acesso ao conteúdo dos requerimentos e apresentem observações antes da decisão administrativa.</p>
<p>No caso das duas linhas da Expresso Itamarati, as manifestações devem ser encaminhadas conforme o procedimento divulgado pela agência, pelo endereço eletrônico <a href="mailto:vistas@artesp.sp.gov.br">vistas@artesp.sp.gov.br</a>.</p>
<p>A decisão sobre as alterações depende da continuidade dessa análise.</p>
<p>Para os passageiros, a principal orientação é acompanhar a eventual aprovação e divulgação de novas tabelas, pois as solicitações ainda não representam mudanças efetivas na programação dos ônibus.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Colisão entre ônibus e carreta deixa ferido e provoca filas de 10 km na Via Dutra em Guaratinguetá</title>
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    <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 20:20:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Acidente ocorreu nesta segunda-feira (19), no sentido Rio de Janeiro; passageiros do coletivo passaram por avaliação das equipes de resgate YURI SENA Uma batida entre um ônibus e uma carreta deixou o motorista do coletivo ferido e causou congestionamento de aproximadamente 10 quilômetros na Via Dutra, em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, nesta segunda-feira, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="715" height="465" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cc961d2-3b7e-4b25-962a-c25647df9933.jpg?fit=715%2C465&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cc961d2-3b7e-4b25-962a-c25647df9933.jpg?w=715&amp;ssl=1 715w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cc961d2-3b7e-4b25-962a-c25647df9933.jpg?resize=300%2C195&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cc961d2-3b7e-4b25-962a-c25647df9933.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cc961d2-3b7e-4b25-962a-c25647df9933.jpg?resize=400%2C260&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 715px) 100vw, 715px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Acidente ocorreu nesta segunda-feira (19), no sentido Rio de Janeiro; passageiros do coletivo passaram por avaliação das equipes de resgate</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma batida entre um ônibus e uma carreta deixou o motorista do coletivo ferido e causou congestionamento de aproximadamente 10 quilômetros na Via Dutra, em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, nesta segunda-feira, 19 de outubro de 2026.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concessionária RioSP informou que foi acionada às 14h21 pelo Centro de Controle Operacional para atender à ocorrência no km 65, na pista em direção ao Rio de Janeiro. Durante o atendimento, o trecho chegou a ficar totalmente interditado para a atuação das equipes de emergência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O motorista do ônibus sofreu ferimentos moderados e foi levado a um hospital. Os cerca de 50 passageiros também foram avaliados no local, mas nenhum deles precisou ser encaminhado para atendimento hospitalar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Às 15h53, a faixa 1 foi liberada. A faixa 2 e a faixa de aceleração, porém, permaneciam bloqueadas, e o congestionamento atingia cerca de 10 quilômetros, segundo a concessionária.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Greve de funcionários da Transwolff chega ao fim e transporte público da Zona Sul de São Paulo (SP) é gradualmente retomado na tarde desta segunda-feira (19)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/19/greve-de-funcionarios-da-transwolff-chega-ao-fim-e-transporte-publico-da-zona-sul-de-sao-paulo-sp-e-gradualmente-retomado-na-tarde-desta-segunda-feira-19/</link>
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    <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 19:55:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Greve]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa está sob intervenção desde abril de 2024. Sancetur desistiu de assumir as linhas e Prefeitura ainda não definiu nova licitação, apesar de proposta enviada ao Tribunal de Contas em junho de 2026 ADAMO BAZANI A paralisação promovida pelos funcionários da empresa Transwolff no transporte público de São Paulo (SP) chegou ao fim na tarde [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="705" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1006.jpg?fit=1024%2C705&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1006.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1006.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1006.jpg?resize=1024%2C705&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1006.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1006.jpg?resize=768%2C528&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1006.jpg?resize=400%2C275&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div><em>Empresa está sob intervenção desde abril de 2024. Sancetur desistiu de assumir as linhas e Prefeitura ainda não definiu nova licitação, apesar de proposta enviada ao Tribunal de Contas em junho de 2026</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><div style="width: 640px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-539801-2" width="640" height="360" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261019063134.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261019063134.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261019063134.mp4</a></video></div></p>
<p>A paralisação promovida pelos funcionários da empresa Transwolff no transporte público de São Paulo (SP) chegou ao fim na tarde desta segunda-feira, 19 de outubro.</p>
<p>A regularização do atendimento na Zona Sul da capital paulista teve início às 13h50. Contudo,<span style="caret-color: rgb(74, 74, 74); font-family: Merriweather," merriweather fallback serif font-size: font-style: normal font-variant-caps: font-weight: letter-spacing: orphans: auto text-align: start text-indent: text-transform: none white-space: widows: word-spacing: rgba text-decoration: display: inline float:> o Sistema Paese segue ativo para ônibus de 37 linhas.</span></p>
<p>O fim da greve foi acordado após uma reunião com representantes da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte e da SPTrans (São Transportes).</p>
<p>Os trabalhadores da Transwolff, terceira maior empresa de ônibus da cidade de São Paulo, com frota de referência de 1.206 coletivos e 111 linhas na zona Sul, cruzaram os braços na madrugada desta segunda-feira, 19 de outubro de 2026, alegando atrasos nos depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e outros direitos trabalhistas. A paralisação ocorreu em meio à indefinição sobre o futuro da operação, que está sob intervenção da Prefeitura desde 9 de abril de 2024, quando o Ministério Público de São Paulo deflagrou a Operação Fim da Linha, que investiga supostas ligações de integrantes da antiga direção da companhia com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Parte dos trabalhadores e proprietários de ônibus tem vínculos históricos com a Cooperpam, cooperativa que deu origem à Transwolff.</p>
<p>A paralisação afetou as operações do lote D10, azul claro.</p>
<p>A situação se arrastou mesmo depois de a Prefeitura ter tentado transferir os contratos para a Sancetur, empresa da família Chedid, que desistiu de assumir as operações em janeiro de 2026. Em 15 de junho deste ano, o Diário do Transporte revelou, em primeira mão, que a administração do prefeito Ricardo Nunes havia encaminhado ao Tribunal de Contas do Município (TCM) uma proposta de licitação para os lotes D10 e D11. Dias depois, em entrevista ao criador e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani, Nunes afirmou que a rede seria reorganizada, com redução estimada de 20% das linhas vinculadas aos lotes e diminuição da frota de aproximadamente 1.200 para 800 ônibus, sem prejuízo à oferta de transporte, segundo a Prefeitura. Quatro meses depois, ainda não há definição pública de data para a concorrência. A crise contratual também esteve no centro de investigações da Polícia Civil sobre a onda de ataques a ônibus em 2025, que atingiu mais de 1,5 mil veículos no Estado.</p>
<p>A mobilização desta segunda-feira acrescenta um problema trabalhista à sequência de crises administrativas, policiais, judiciais e operacionais que envolvem a Transwolff há mais de dois anos.</p>
<p>Confira a nota da Prefeitura de São Paulo na íntegra:</p>
</div>
<p><em>&#8220;A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e da SPTrans, informam que a paralisação das linhas do lote D10 foi encerrada e a operação das linhas na região começou a ser normalizada gradativamente a partir das 13h50 desta segunda-feira (19).</em></p>
<p><em>A gestão reforça que mantém todos os direitos trabalhistas dos empregados, assim como todos os pagamentos de salários e benefícios sendo cumpridos rigorosamente em dia. O plano de saúde está em processo licitatório para contratar fornecedor. Os depósitos referentes ao INSS e FGTS estão sendo feitos integralmente pela SPTrans, em juízo, aguardando deliberação do Judiciário. Todos os envolvidos que deixaram de trabalhar durante o ato terão o dia descontado de seus pagamentos.&#8221;</em></p>
<div>
<p>As linhas com PAESE são, segundo a SPTrans:</p>
<ul>
<li>6016/10 Jd. Noronha &#8211; Term. Grajaú</li>
<li>6027/10 Jd. Grauna &#8211; Term. Sto. Amaro</li>
<li>6030/10 Unisa-Campus 1 &#8211; Term. Sto. Amaro</li>
<li>6031/10 Term. Grajaú &#8211; Est. Mendes/Vl. Natal</li>
<li>6034/10 Pq. Res. Cocaia &#8211; Term. Grajaú</li>
<li>6052/10 Jd. Sete de Setembro &#8211; Term. Est. Varginha</li>
<li>6053/10 Jd. Ellus &#8211; Term. Grajaú</li>
<li>6056/10 Pq. Sta. Cecília &#8211; Term. Grajaú</li>
<li>6057/10 Vl. Natal &#8211; Term. Grajaú</li>
<li>6058/10 Jd. Noronha &#8211; Term. Est. Varginha</li>
<li>6061/10 Jd. Marilda &#8211; Term. Grajaú</li>
<li>6062/51 Jd. Castro Alves &#8211; Term. Sto. Amaro</li>
<li>6063/10 Jd. Varginha &#8211; Term. Est. Varginha</li>
<li>6063/41 Jd. Novo Marilda &#8211; Term. Est. Varginha</li>
<li>6063/42 Chác. Sto. Amaro &#8211; Term. Est. Varginha</li>
<li>6069/10 Jd. São Bernardo &#8211; Term. Sto. Amaro</li>
<li>6071/10 Jd. Orion &#8211; Term. Sto. Amaro</li>
<li>6072/10 Jd. São Nicolau &#8211; Term. Varginha</li>
<li>6075/10 Jd. Rec. Campo Belo &#8211; Term. Varginha</li>
<li>6083/10 Jd. Eliana &#8211; Term. Grajaú</li>
<li>6084/10 Jd. Chác. do Sol &#8211; Term. Est. Varginha</li>
<li>6115/10 Cantinho do Céu &#8211; Term. Grajaú</li>
<li>6116/10 Jd. Prainha &#8211; Term. Grajaú</li>
<li>6120/10 Jd. Lucélia &#8211; Term. Grajaú</li>
<li>6726/10 Term. Grajaú &#8211; Jd. Gaivotas</li>
<li>6L01/10 Marsilac &#8211; Term. Varginha</li>
<li>6L02/10 Jd. Eucaliptos &#8211; Term. Parelheiros</li>
<li>6L03/10 Cipó do Meio &#8211; Term. Parelheiros</li>
<li>6L04/10 Jd. Oriental/Fontes &#8211; Term. Parelheiros</li>
<li>6L05/10 Barragem &#8211; Term. Parelheiros</li>
<li>6L08/10 Jd. São Nicolau &#8211; Hosp. Parelheiros</li>
<li>6L10/10 Term. Varginha &#8211; Pq. Florestal</li>
<li>6L10/41 Messiânica &#8211; Term. Varginha</li>
<li>6L11/10 Ilha do Bororé &#8211; Term. Grajaú</li>
<li>6020-10 Chác. Bosque do Sol &#8211; Parelheiros</li>
<li>6020-51 Estrada do Jusa &#8211; Parelheiros</li>
<li>606Y-10 Est. Mendes/Vl. Natal &#8211; Chác. do Conde</li>
</ul>
<p>Os trabalhadores reivindicam a regularização das obrigações trabalhistas e apontam insegurança sobre a continuidade dos serviços e a situação dos empregos.</p>
<p>A Transwolff atende bairros populosos da zona Sul, incluindo regiões de grande dependência do transporte coletivo para deslocamentos ao trabalho, à escola e a serviços essenciais.</p>
<p>O alcance da paralisação sobre as linhas, o número de ônibus que deixaram de circular e a previsão de normalização ainda dependem de confirmação.</p>
<p>Há relatos de falta de ônibus em diversos locais atendidos pela Transwolff. No Grajaú fila de passageiros se formam em pontos. O mesmo ocorre no Terminal Varginha.</p>
<p><strong>NOTA SINDMOTORISTAS</strong></p>
<p><em>O Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (SINDMOTORISTAS) esclarece aos trabalhadores, às empresas e à sociedade que não recebeu nenhuma comunicação oficial sobre eventual paralisação dos trabalhadores da Viação Transwolff.</em></p>
<p><em>O Sindicato reafirma seu compromisso com a transparência, o diálogo e a defesa dos direitos e interesses da categoria. Ressaltamos que qualquer situação envolvendo reivindicações trabalhistas, condições de trabalho ou possíveis paralisações deve ser tratada com responsabilidade, priorizando sempre informações corretas e os canais legítimos de negociação.</em></p>
<p><em>O SINDMOTORISTAS repudia qualquer ação que contrarie ou prejudique os direitos e interesses da categoria e reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos assegurados aos trabalhadores.</em></p>
<p><em>A informação responsável, o respeito aos direitos da categoria e o diálogo são fundamentais para a defesa dos trabalhadores.</em></p>
<h3>De cooperativa a terceira maior operadora da capital</h3>
<p>A origem da Transwolff está relacionada à Cooperpam, a Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos em Transporte de São Paulo, formada por operadores que atuavam no sistema de transporte coletivo da capital.</p>
<p>A cooperativa surgiu no contexto da reorganização do transporte alternativo paulistano, em que antigos operadores de vans e micro-ônibus passaram a integrar o sistema regulamentado pela Prefeitura.</p>
<p>A partir de 2013, a estrutura foi transformada em empresa, consolidando a atuação da Transwolff como operadora de ônibus urbanos.</p>
<p>A companhia cresceu e se tornou a terceira maior do sistema municipal, com uma frota que chegou a 1.206 ônibus.</p>
<p>Entretanto, a transformação em empresa não eliminou completamente o modelo anterior de participação de proprietários individuais de veículos.</p>
<p>Apurações do Diário do Transporte mostraram que, mesmo depois da constituição empresarial, centenas de antigos cooperados continuaram proprietários de ônibus utilizados pela operadora.</p>
<p>Essa característica ajuda a compreender parte dos conflitos envolvendo a empresa.</p>
<p>A estrutura da Transwolff passou a reunir diferentes grupos, entre eles a direção empresarial, funcionários contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e proprietários de veículos oriundos da antiga cooperativa.</p>
<p>Em dezembro de 2025, o Diário do Transporte revelou um organograma dessa estrutura, elaborado com base em informações de instituições envolvidas nas investigações e na intervenção.</p>
<p>A reportagem identificou diferentes núcleos de interesse dentro da mesma operação, incluindo cerca de 700 proprietários de ônibus ligados à antiga Cooperpam. Levantamentos apontaram que esse grupo respondia por aproximadamente 800 veículos.</p>
<p>A coexistência dessas estruturas foi um dos principais entraves à tentativa de transferência dos contratos para outra empresa.</p>
<h3>Operação Fim da Linha colocou Transwolff sob investigação por suspeitas de lavagem de dinheiro do PCC</h3>
<p>Em 9 de abril de 2024, o Ministério Público de São Paulo, com apoio da Receita Federal e das polícias Civil e Militar, deflagrou a Operação Fim da Linha.</p>
<p>A investigação teve como alvos a Transwolff, na zona Sul, e a UpBus, na zona Leste.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, integrantes ligados às empresas teriam utilizado estruturas do transporte público para movimentar e lavar recursos provenientes de atividades criminosas atribuídas ao PCC.</p>
<p>Entre os investigados estavam Luiz Carlos Efigênio Pacheco, conhecido como Pandora, e Robson Flares Lopes Pontes, apontados como integrantes da direção da Transwolff.</p>
<p>Os dois chegaram a ser presos na operação e posteriormente obtiveram decisões judiciais que permitiram responder ao processo em liberdade.</p>
<p>Também foram investigadas movimentações financeiras relacionadas à aquisição de veículos, renovação de frota e participação das empresas no sistema municipal de ônibus.</p>
<p>Os promotores sustentaram que a expansão e a profissionalização das antigas cooperativas teriam possibilitado a entrada e a circulação de recursos de origem criminosa.</p>
<p>Outra frente das investigações abordou denúncias de ameaças e prejuízos sofridos por antigos cooperados, incluindo relatos de perda de veículos e de repasses financeiros.</p>
<p>As acusações fazem parte das investigações e dos procedimentos judiciais, não representando condenação definitiva de todos os envolvidos.</p>
<p>No mesmo dia da operação, a Prefeitura determinou a intervenção nas empresas, afastando suas antigas administrações da condução dos serviços.</p>
<p>Desde então, a estrutura da Transwolff passou a operar sob responsabilidade da administração municipal, por meio da SPTrans.</p>
<h3>Prefeitura rompeu contratos e tentou entregar linhas à Sancetur</h3>
<p>A intervenção, inicialmente apresentada como uma medida para preservar os serviços enquanto eram realizadas as investigações, prolongou-se.</p>
<p>Uma auditoria contratada pela administração municipal identificou problemas que fundamentaram medidas administrativas contra a concessionária.</p>
<p>Em 4 de dezembro de 2025, a Prefeitura decretou a caducidade dos contratos da Transwolff, encerrando administrativamente os vínculos de concessão.</p>
<p>A decisão também passou a ser discutida na Justiça.</p>
<p>A administração municipal pretendia transferir as linhas para a Sancetur, empresa do grupo empresarial da família Chedid, que já opera serviços de ônibus em diversas cidades paulistas.</p>
<p>A transferência estava em discussão desde 2025.</p>
<p>Em 26 de janeiro de 2026, a Prefeitura anunciou a assinatura de um contrato emergencial de 12 meses com a Sancetur, com previsão de assumir as linhas a partir de 1º de fevereiro.</p>
<p>Na ocasião, a administração informou que seriam preservados os empregos, os salários, os benefícios dos trabalhadores e os compromissos com fornecedores.</p>
<p>Entretanto, apenas dois dias depois, em 28 de janeiro de 2026, o Diário do Transporte revelou, em primeira mão, a desistência da Sancetur.</p>
<p>A empresa comunicou oficialmente à Prefeitura que não tinha condições de assumir integralmente o contrato emergencial dos lotes D10 e D11.</p>
<p>Com isso, a operação permaneceu sob responsabilidade municipal.</p>
<p>A desistência evidenciou a dificuldade de transferir uma estrutura operacional em que parte expressiva dos ônibus pertencia a antigos cooperados, além da existência de diferentes relações trabalhistas e comerciais.</p>
<p>A situação também motivou manifestações de proprietários ligados à antiga Cooperpam, que passaram a defender alternativas para continuar prestando serviços.</p>
<h3>Onda de ataques a ônibus em 2025 teve como principal linha de investigação a transferência dos contratos</h3>
<p>A tentativa de substituição da Transwolff também esteve relacionada a um dos episódios mais graves da história recente do transporte coletivo paulista.</p>
<p>Entre junho e agosto de 2025, uma onda de ataques atingiu mais de 1,5 mil ônibus no Estado de São Paulo, principalmente na capital e na região metropolitana.</p>
<p>Grande parte das ocorrências envolveu pedras, bolinhas de metal e outros objetos lançados contra veículos em circulação.</p>
<p>Passageiros e trabalhadores ficaram feridos.</p>
<p>A Polícia Civil passou a investigar a possibilidade de as depredações estarem relacionadas às disputas pelos contratos de empresas que seriam retiradas do sistema municipal.</p>
<p>A transferência das operações da Transwolff para a Sancetur tornou-se uma das principais linhas de investigação.</p>
<p>Um documento revelado pelo Diário do Transporte foi fundamental para estabelecer a relação cronológica entre os acontecimentos.</p>
<p>O documento foi assinado em 12 de junho de 2025 pelo secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Caldeira, e determinava o prosseguimento dos procedimentos necessários para a transferência dos contratos das empresas investigadas.</p>
<p>Naquele mesmo dia, começou uma escalada expressiva de ataques.</p>
<p>Levantamentos obtidos pelo Diário do Transporte, com base em informações da SPTrans e do sindicato patronal SPUrbanuss, mostraram que, até então, a média de depredações não ultrapassava cinco casos diários.</p>
<p>Na noite de 12 de junho, o número subiu para aproximadamente 40 ocorrências.</p>
<p>O despacho foi publicado no Diário Oficial em 13 de junho, mas já podia ser consultado no sistema eletrônico da Prefeitura no dia anterior.</p>
<p>Em reportagem publicada em 12 de julho de 2025, o Diário do Transporte revelou a coincidência entre a data do despacho e a explosão dos ataques.</p>
<p>A Polícia Civil aprofundou a apuração sobre a possível ligação entre esses fatos.</p>
<p>A investigação passou a considerar que disputas econômicas e contratuais envolvendo empresas de ônibus constituíam uma das explicações mais relevantes para a onda de violência.</p>
<p>Isso não significa que todos os ataques tenham sido praticados por uma única organização ou que exista responsabilização judicial definitiva de dirigentes das empresas pelas depredações.</p>
<p>Em dezembro de 2025, a Secretaria de Segurança Pública informou ao Diário do Transporte que o inquérito ainda estava em andamento e que pelo menos 20 pessoas haviam sido detidas durante as apurações.</p>
<p>A sucessão dos fatos colocou a transferência dos contratos da Transwolff no centro de uma crise que ultrapassou os limites da própria empresa e afetou passageiros de diferentes operadoras.</p>
<h3>Prefeito disse ao Diário do Transporte que 20% das linhas seriam retiradas da futura licitação</h3>
<p>Depois da desistência da Sancetur, a Prefeitura passou a trabalhar com uma nova concorrência para os serviços da zona Sul.</p>
<p>Em 15 de junho de 2026, o Diário do Transporte informou com exclusividade que a gestão Ricardo Nunes havia encaminhado ao Tribunal de Contas do Município a proposta de edital para conceder novamente os lotes D10 e D11.</p>
<p>A proposta foi apresentada para análise prévia do órgão de controle.</p>
<p>Em entrevista publicada em 21 de junho de 2026, o prefeito Ricardo Nunes explicou ao editor-chefe e criador do Diário do Transporte, Adamo Bazani, que a administração pretendia reorganizar a rede antes da nova licitação.</p>
<p>Segundo Nunes, o projeto não deveria simplesmente reproduzir a estrutura existente.</p>
<p>“Então, vamos passar para a empresa que já tem a concessão, nós estamos readequando, lembrando que nós estamos falando em torno de 1.200 ônibus da Transwolff, nós vamos fazer a licitação em dois lotes e cada lote deve ter em torno de 350 a 400 ônibus”, afirmou o prefeito.</p>
<p>Nunes também disse que a administração pretendia eliminar sobreposições e reorganizar os atendimentos.</p>
<p>“Não teremos mais os 1.200 ônibus todos da Transwolff, porque a gente vai ter, volto a falar, sobreposição, vamos cancelar, anular essa sobreposição”, declarou.</p>
<p>O secretário Celso Caldeira, que também participou da entrevista, explicou que os estudos preliminares apontavam a possibilidade de redução de aproximadamente 20% das linhas vinculadas aos novos lotes.</p>
<p>“Nós estamos fazendo a reorganização, isso significa a racionalização de todo o sistema, a gente tem em princípio um estudo que demonstra que pelo menos 20% das linhas serão cortadas ou canceladas, mas isso não é definitivo ainda”, afirmou Caldeira.</p>
<p>A Prefeitura sustenta que a redução da frota vinculada aos lotes não representará diminuição proporcional do atendimento.</p>
<p>Isso porque parte dos serviços poderá ser transferida para empresas já responsáveis por trajetos semelhantes na região.</p>
<p>Entre as operadoras citadas nas discussões estão Mobibrasil, Viação Grajaú e Viação Metrópole Paulista.</p>
<p>O prefeito também assegurou ao Diário do Transporte:</p>
<p>“Nós não vamos diminuir o ônibus para as pessoas.”</p>
<p>A promessa, entretanto, ainda depende da concretização da reorganização operacional e da nova concorrência.</p>
<h3>Quatro meses depois da proposta enviada ao TCM, licitação continua sem definição</h3>
<p>Apesar do envio da proposta em junho de 2026, a nova licitação ainda não tem data publicamente definida.</p>
<p>A indefinição obriga a Prefeitura a continuar administrando uma estrutura que normalmente seria de responsabilidade de uma concessionária privada.</p>
<p>Entre as necessidades estão manutenção da frota, aquisição de peças, pneus, contratação de serviços, segurança patrimonial e assistência aos trabalhadores.</p>
<p>Em 26 de agosto de 2026, o Diário do Transporte já havia mostrado que a administração municipal continuava abrindo procedimentos de contratação para manter as atividades enquanto a concorrência não era realizada.</p>
<p>Em 31 de agosto, a SPTrans publicou esclarecimentos sobre a contratação de assistência médica para 3.641 trabalhadores vinculados aos lotes D10 e D11.</p>
<p>Mais recentemente, em 6 de outubro de 2026, o Diário do Transporte noticiou um contrato de R$ 1,33 milhão para serviços de vigilância e segurança patrimonial nas unidades operacionais da antiga Transwolff, com prazo de 12 meses.</p>
<p>Essas contratações mostram que a estrutura continua necessitando de recursos e de gerenciamento operacional enquanto permanece indefinida a substituição definitiva da concessionária.</p>
<p>A paralisação desta segunda-feira, 19 de outubro, acrescenta uma nova pressão sobre a administração municipal.</p>
<p>Além da necessidade de garantir a circulação dos ônibus, a Prefeitura terá de lidar com as reivindicações trabalhistas de profissionais que permanecem vinculados a uma operação em transição há mais de dois anos.</p>
<p>O impasse envolve a preservação de direitos dos trabalhadores, a situação dos proprietários de veículos oriundos da antiga Cooperpam, os custos para o poder público e, principalmente, a continuidade do transporte de passageiros na zona Sul de São Paulo.</p>
<p>A definição dos novos operadores para os lotes D10 e D11 continua sendo uma das principais pendências da política municipal de transportes.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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    <title>Zhongtong anuncia teste de ônibus rodoviário elétrico com 640 km sem recarga na China</title>
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    <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 19:30:18 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Modelo H13E percorreu o trajeto com carga completa e ar-condicionado ligado, segundo a fabricante; Diário do Transporte acompanhou anúncio dos planos da empresa para o Brasil, incluindo futura fábrica ADAMO BAZANI A fabricante chinesa Zhongtong anunciou que um ônibus rodoviário elétrico H13E percorreu 640 quilômetros sem recarga durante um teste realizado em 13 de outubro [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="880" height="587" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260807114044489.jpg?fit=880%2C587&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260807114044489.jpg?w=880&amp;ssl=1 880w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260807114044489.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260807114044489.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260807114044489.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260807114044489.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 880px) 100vw, 880px" /> 
<p class="wp-block-paragraph">M<em>odelo H13E percorreu o trajeto com carga completa e ar-condicionado ligado, segundo a fabricante; Diário do Transporte acompanhou anúncio dos planos da empresa para o Brasil, incluindo futura fábrica</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A fabricante chinesa Zhongtong anunciou que um ônibus rodoviário elétrico H13E percorreu 640 quilômetros sem recarga durante um teste realizado em 13 de outubro de 2026, na província de Guangdong, no sul da China. Segundo a empresa, o veículo rodou com carga completa e ar-condicionado ligado, encerrando a viagem com 32% de carga nas baterias.</p>
<p>O modelo tem 13 metros de comprimento e um conjunto de baterias de 650,19 kWh. A demonstração ocorre no mesmo mês em que o Diário do Transporte acompanhou, em Santiago, no Chile, o anúncio da entrada da Zhongtong no mercado brasileiro por meio da TEVX, com planos de oferecer ônibus elétricos de diferentes portes e implantar uma fábrica no País a partir de 2027.</p>
<p>No teste chinês, o H13E saiu de Dongguan e passou por Zhuhai, Yangjiang e Maoming até chegar à região litorânea de Zhanjiang. O percurso reuniu rodovias em áreas planas, vias costeiras, trechos urbanos e estradas com subidas e descidas.<br />De acordo com os dados divulgados, o indicador de carga das baterias passou de 99% no início para 32% ao final, uma redução de 67 pontos percentuais durante os 640 quilômetros.<br />A Zhongtong informou que utilizou uma unidade de produção destinada à entrega a um cliente de Guangdong. A atividade teve acompanhamento de profissionais de imprensa, explicações de engenheiros e transmissão pela internet.</p>
<p><strong>Baterias e equipamentos para viagens rodoviárias</strong></p>
<p>O H13E utilizado na demonstração recebeu baterias Weichai H38, integradas ao sistema de tração elétrica desenvolvido pela Zhongtong.</p>
<p>O gerenciamento térmico combina refrigeração líquida e aquecimento elétrico, recursos destinados a controlar a temperatura das baterias em diferentes condições climáticas.</p>
<p>Para a utilização em regiões litorâneas, a fabricante também informa que aplica tratamentos de vedação e proteção contra corrosão no chassi, no compartimento das baterias e nas conexões elétricas.<br />Entre os equipamentos que podem compor a configuração do H13E estão controle eletrônico de estabilidade, assistência de permanência em faixa e frenagem automática de emergência.</p>
<p>O resultado anunciado corresponde ao percurso e às condições da demonstração promovida pela empresa. Na operação comercial, o planejamento das viagens exige considerar relevo, velocidade, lotação, climatização e disponibilidade de recarga.</p>
<p><strong>Diário do Transporte acompanhou os planos para o Brasil</strong></p>
<p>Nos dias 1º e 2 de outubro, o criador e editor-chefe do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, Adamo Bazani, esteve em Santiago, a convite da TEVX, para acompanhar o anúncio da parceria e conhecer ônibus Zhongtong em operação.<br />Como mostrou a reportagem publicada em 2 de outubro, a estratégia apresentada para o Brasil inclui inicialmente seis modelos elétricos: TZ9, TZ10, TZ12, TZ13, TZ18 e TZR, abrangendo veículos urbanos de diferentes tamanhos, um articulado e um rodoviário.</p>
<p>Na ocasião, o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza, afirmou que a previsão era colocar dez ônibus da marca em operação comercial no Brasil no primeiro trimestre de 2027. Também foi anunciada a intenção de implantar uma fábrica da Zhongtong no País a partir daquele ano.</p>
<p>A proposta apresentada pela representante brasileira inclui infraestrutura de recarga e alternativas de negócio nas quais investidores participem do financiamento dos veículos, enquanto as empresas de transporte assumam a operação.</p>
<p>O rodoviário previsto para o portfólio brasileiro foi apresentado sob a denominação TZR. Já a demonstração realizada em Guangdong envolveu o H13E, na configuração divulgada para o mercado chinês.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Prefeitura de Aracaju (SE) conclui transferência de linhas do transporte público entre as empresas Modelo e Boa Vista</title>
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    <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 19:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Alteração foi efetuada porque os ônibus da operadora Modelo ultrapassaram o limite de 12 anos de vida útil VINÍCIUS DE OLIVEIRA Nesta segunda-feira, 19 de outubro, a Prefeitura de Aracaju (SE) informou que foi concluída a transferência de sete linhas do transporte público para a empresa Boa Vista Transportes; anteriormente, a operação era da companhia [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1005.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1005.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1005.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1005.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1005.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1005.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1005.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1005.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Alteração foi efetuada porque os ônibus da operadora Modelo ultrapassaram o limite de 12 anos de vida útil</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta segunda-feira, 19 de outubro, a Prefeitura de Aracaju (SE) informou que foi concluída a transferência de sete linhas do transporte público para a empresa Boa Vista Transportes; anteriormente, a operação era da companhia Modelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alteração foi efetuada porque os ônibus da antiga operadora ultrapassaram o limite de 12 anos de vida útil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Boa Vista passa a atender a população da capital com 45 coletivos zero quilômetro, equipados com sistema de climatização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as mudanças, a Boa Vista passa a operar mais 11 linhas, com uma frota de 70 novos veículos com ar-condicionado,&nbsp;Wi-fi&nbsp;e equipamentos de acessibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo teve início em setembro, com a transferência gradativa das linhas para a Boa Vista, e foi concluído no dia 17 de outubro, com a incorporação de 26 ônibus com ar-condicionado à linha 002 – Fernando Collor/D.I.A, cuja operação representa a maior parcela dos veículos substituídos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reestruturação contempla a criação de duas novas linhas: 091 – Campus/D.I.A. via Santa Lúcia; e a 036 – Eduardo Gomes/Mercado. Outra medida adotada foi a reativação de duas linhas. A 403 – Santa Maria/D.I.A. via Etelvino Alves voltou a operar com dois ônibus, e a 035 – Terminal Rodoviário/Nova Saneamento retomou o atendimento com quatro veículos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Linhas transferidas da Modelo para a Boa Vista</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>022 – Barra dos Coqueiros/D.I.A. (6 ônibus);</li>



<li>101 – Parque São José/Maracaju (2 ônibus);</li>



<li>200-2 – Circular Indústria e Comércio 02 (6 ônibus);</li>



<li>601 – Terminal Marcos Freire/Mercado (2 ônibus);</li>



<li>614 – Sanatório/Mercado (2 ônibus);</li>



<li>903 – Parque dos Carajás/Terminal Marcos Freire/D.I.A. (1 ônibus);</li>



<li>002 – Fernando Collor/D.I.A. (26 ônibus).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Novas linhas</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>036 – Eduardo Gomes/Mercado (16 ônibus);</li>



<li>091 – Campus/D.I.A. via Santa Lúcia (3 ônibus).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Linhas reativadas</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>035 – Terminal Rodoviário/Nova Saneamento (4 ônibus);</li>



<li>403 – Santa Maria/D.I.A. via Etelvino Alves (2 ônibus).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Metrô de São Paulo abre licitação para contratação de seguro relacionado à compra de energia elétrica</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/19/metro-de-sao-paulo-abre-licitacao-para-contratacao-de-seguro-relacionado-a-compra-de-energia-eletrica/</link>
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    <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:31:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Concorrência terá sessão em 4 de novembro de 2026; contratação envolve a gestão de riscos da aquisição de energia, um dos insumos essenciais para a operação ferroviária ADAMO BAZANI A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) publicou nesta segunda-feira, 19 de outubro de 2026, a abertura de uma licitação para contratação de seguro relacionado [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="613" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rvrsa_abr_ebc_mobilidade_urbana_6.webp?fit=1024%2C613&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rvrsa_abr_ebc_mobilidade_urbana_6.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rvrsa_abr_ebc_mobilidade_urbana_6.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rvrsa_abr_ebc_mobilidade_urbana_6.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rvrsa_abr_ebc_mobilidade_urbana_6.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rvrsa_abr_ebc_mobilidade_urbana_6.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rvrsa_abr_ebc_mobilidade_urbana_6.webp?resize=400%2C239&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Concorrência terá sessão em 4 de novembro de 2026; contratação envolve a gestão de riscos da aquisição de energia, um dos insumos essenciais para a operação ferroviária</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) publicou nesta segunda-feira, 19 de outubro de 2026, a abertura de uma licitação para contratação de seguro relacionado à compra de energia elétrica. O procedimento será realizado por pregão eletrônico, com sessão pública marcada para 4 de novembro de 2026, às 9h. A contratação envolve uma área estratégica para a operação metroviária, uma vez que o fornecimento de eletricidade é essencial tanto para a movimentação dos trens quanto para o funcionamento das estações e dos equipamentos de apoio.</p>
<p>O aviso publicado no Diário Oficial identifica o objeto como seguro de compra de energia, mas não informa o valor estimado, o período de cobertura ou as condições específicas de proteção previstas. Esses detalhes dependem da análise do edital completo, disponibilizado a partir desta segunda-feira. A contratação de seguro não deve ser confundida com uma nova compra de energia elétrica, já que o procedimento anunciado está relacionado à cobertura contratual e não à aquisição direta do insumo.</p>
<p>O Metrô utiliza energia elétrica em diferentes atividades operacionais.</p>
<p>Além da tração dos trens, o consumo abrange sistemas de sinalização, controle, iluminação, ventilação, escadas rolantes, elevadores e outros equipamentos necessários ao funcionamento da rede.</p>
<p>Por isso, a gestão do suprimento de energia integra o planejamento operacional e financeiro das empresas ferroviárias.</p>
<h3>Licitação está marcada para 4 de novembro</h3>
<p>A concorrência será realizada na modalidade pregão eletrônico.</p>
<p>A sessão pública está programada para 4 de novembro de 2026, às 9h, no sistema Compras.gov.br.</p>
<p>O edital poderá ser consultado a partir de 19 de outubro de 2026.</p>
<p>A publicação não detalha o tipo de risco que será coberto pelo seguro nem identifica as obrigações específicas que estarão protegidas pela apólice.</p>
<p>Essas informações são necessárias para dimensionar o alcance da contratação e identificar os efeitos financeiros pretendidos pela companhia.</p>
<h3>Energia elétrica é um dos componentes dos custos do transporte sobre trilhos</h3>
<p>O consumo de energia tem papel relevante no funcionamento dos sistemas metroferroviários.</p>
<p>Diferentemente dos ônibus convencionais movidos a diesel, os trens metropolitanos e as composições do Metrô dependem da alimentação elétrica para movimentação.</p>
<p>Além da tração, a infraestrutura consome eletricidade continuamente para manter os sistemas de operação e atendimento.</p>
<p>A gestão desses contratos envolve planejamento de demanda, condições de fornecimento e custos associados à aquisição.</p>
<p>Instrumentos de proteção contratual, quando previstos, podem fazer parte das estratégias de administração de riscos relacionados às operações de compra.</p>
<p>No caso da licitação anunciada nesta segunda-feira, entretanto, a publicação resumida não permite estabelecer quais eventos estarão cobertos ou qual será o benefício financeiro esperado.</p>
<p>A sessão de novembro deverá permitir o conhecimento das propostas apresentadas e o avanço do processo de contratação.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  <item>
    <title>ANTT prepara revisão das regras de acompanhamento de ferrovias privadas autorizadas no Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/19/antt-prepara-revisao-das-regras-de-acompanhamento-de-ferrovias-privadas-autorizadas-no-brasil/</link>
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    <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:01:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Agência abre consulta para receber informações de empresas, órgãos públicos e representantes do setor; contribuições poderão orientar mudanças na fiscalização e no acompanhamento dos projetos ferroviários ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) abriu uma consulta para revisar os procedimentos de acompanhamento das ferrovias federais exploradas sob o regime de autorização, modalidade que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="888" height="442" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vli.avif" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vli.avif 888w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vli-300x149.avif 300w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vli-150x75.avif 150w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vli-768x382.avif 768w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vli-400x199.avif 400w" sizes="auto, (max-width: 888px) 100vw, 888px" /> <p><em>Agência abre consulta para receber informações de empresas, órgãos públicos e representantes do setor; contribuições poderão orientar mudanças na fiscalização e no acompanhamento dos projetos ferroviários</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) abriu uma consulta para revisar os procedimentos de acompanhamento das ferrovias federais exploradas sob o regime de autorização, modalidade que permite a implantação e exploração de infraestrutura ferroviária por empresas privadas dentro das condições estabelecidas pela legislação. A iniciativa pretende reunir informações de transportadoras, investidores, órgãos públicos e outros interessados para avaliar como os projetos são acompanhados pela agência, desde as obrigações assumidas pelas autorizatárias até as etapas de desenvolvimento das ferrovias.</p>
<p>A consulta foi divulgada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 19 de outubro de 2026, e ficará aberta de 21 de outubro a 19 de novembro. O objetivo é aperfeiçoar os procedimentos estabelecidos em 2023 para o acompanhamento das outorgas ferroviárias por autorização. O processo poderá contribuir para o aprimoramento da fiscalização e da transparência sobre a evolução desses empreendimentos, sem representar, nesta etapa, a aprovação de novas ferrovias ou a alteração imediata das condições de operação.</p>
<h3>O que a ANTT pretende revisar</h3>
<p>A Superintendência de Transporte Ferroviário (Sufer) anunciou a Tomada de Subsídios nº 6/2026 para receber dados, informações, evidências e contribuições técnicas sobre os procedimentos atualmente utilizados pela agência.</p>
<p>A revisão terá como referência a Portaria Sufer nº 6, de 2 de junho de 2023, que disciplina o acompanhamento das outorgas ferroviárias no regime de autorização.</p>
<p>A proposta busca reunir elementos para avaliar os mecanismos de acompanhamento adotados pela ANTT, considerando as características desse modelo de exploração ferroviária.</p>
<p>No setor ferroviário, a autorização possui diferenças importantes em relação à concessão tradicional.</p>
<p>Na concessão, o poder público delega a exploração de determinada infraestrutura mediante contrato e condições estabelecidas no processo de delegação.</p>
<p>Já o regime de autorização permite o desenvolvimento de empreendimentos ferroviários privados sob condições regulatórias próprias.</p>
<p>Esse modelo ganhou importância com o Marco Legal das Ferrovias, estabelecido pela Lei Federal nº 14.273/2021.</p>
<h3>Por que acompanhar os projetos ferroviários é importante</h3>
<p>Os empreendimentos ferroviários envolvem investimentos de longo prazo, intervenções territoriais, licenciamento ambiental, projetos de engenharia e diferentes etapas até o início de operação.</p>
<p>A existência de uma autorização representa uma condição jurídica para desenvolver o empreendimento, mas não equivale à conclusão das obras ou ao início do transporte de cargas ou passageiros.</p>
<p>Por isso, o acompanhamento regulatório permite verificar a evolução das iniciativas e o cumprimento das condições estabelecidas para cada projeto.</p>
<p>As informações também são relevantes para o planejamento da infraestrutura nacional, principalmente quando diferentes empreendimentos ferroviários podem estabelecer conexões com rodovias, terminais logísticos, portos e outras linhas.</p>
<p>A revisão dos procedimentos poderá contribuir para o aperfeiçoamento das informações utilizadas pela ANTT na supervisão desses empreendimentos.</p>
<h3>Consulta será realizada até novembro</h3>
<p>As contribuições poderão ser encaminhadas a partir das 9h de 21 de outubro de 2026.</p>
<p>O encerramento está previsto para as 18h de 19 de novembro.</p>
<p>Os documentos e as orientações serão disponibilizados na plataforma ParticipANTT, na área destinada à Tomada de Subsídios nº 6/2026.</p>
<p>O procedimento foi anunciado pelo superintendente de Transporte Ferroviário substituto, Fernando Barbelli Feitosa.</p>
<p>A consulta representa uma etapa preliminar de discussão regulatória. Eventuais mudanças nos procedimentos de acompanhamento dependerão de avaliação posterior da agência e da publicação dos instrumentos correspondentes.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Seinfra cria grupo técnico para integrar ônibus municipais, metropolitanos e metrô na Grande Belo Horizonte</title>
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    <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 17:31:48 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Governo de Minas formaliza equipe para desenvolver integração da mobilidade na região metropolitana; iniciativa faz parte de pacto entre Estado e municípios e pode abrir caminho para integração de tarifas, bilhetagem, horários e planejamento dos transportes ADAMO BAZANI O Governo de Minas Gerais criou um grupo técnico para desenvolver a integração dos transportes públicos da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="958" height="586" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/move-bh.jpg?fit=958%2C586&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/move-bh.jpg?w=958&amp;ssl=1 958w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/move-bh.jpg?resize=300%2C184&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/move-bh.jpg?resize=150%2C92&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/move-bh.jpg?resize=768%2C470&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/move-bh.jpg?resize=400%2C245&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 958px) 100vw, 958px" /> <p><em>Governo de Minas formaliza equipe para desenvolver integração da mobilidade na região metropolitana; iniciativa faz parte de pacto entre Estado e municípios e pode abrir caminho para integração de tarifas, bilhetagem, horários e planejamento dos transportes</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Governo de Minas Gerais criou um grupo técnico para desenvolver a integração dos transportes públicos da Região Metropolitana de Belo Horizonte, que reúne 34 municípios e diferentes sistemas de ônibus e metrô. A medida foi oficializada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra) no Diário Oficial de sábado, 17 de outubro de 2026, como parte de um acordo de cooperação destinado a aproximar o planejamento e a operação dos sistemas municipais e metropolitanos. Entre os objetivos mais amplos da iniciativa estão melhorar as conexões entre os serviços, organizar horários, ampliar as possibilidades de integração tarifária e estudar soluções de bilhetagem que facilitem as viagens dos passageiros.</p>
<p>A resolução institui o Grupo Técnico de Integração da Mobilidade Metropolitana da Região Metropolitana de Belo Horizonte, vinculado ao Acordo de Cooperação Técnica 03/2026. A iniciativa integra o Pacto pela Mobilidade Metropolitana, desenvolvido pelo Estado em conjunto com municípios da Grande BH para enfrentar a fragmentação do transporte coletivo, atualmente dividido entre diferentes gestores, empresas, contratos e regras tarifárias. A criação do grupo estabelece uma estrutura técnica para dar continuidade aos estudos e à articulação entre os órgãos públicos, enquanto as mudanças efetivas nos serviços dependerão de projetos e decisões específicas.</p>
<h3>O que significa integrar a mobilidade metropolitana de Belo Horizonte?</h3>
<p>Na prática, a integração metropolitana busca fazer com que os diferentes meios de transporte funcionem como partes de uma mesma rede, e não como serviços isolados.</p>
<p>A Região Metropolitana de Belo Horizonte possui sistemas municipais de ônibus administrados pelas prefeituras, linhas metropolitanas reguladas pelo Governo de Minas Gerais e o metrô, operado pela concessionária Metrô BH.</p>
<p>Em uma viagem entre Contagem e Belo Horizonte, por exemplo, o passageiro pode precisar utilizar um ônibus municipal, depois uma linha metropolitana e, dependendo do destino, o metrô ou outro ônibus na capital.</p>
<p>Cada etapa pode envolver um sistema de cobrança, um cartão, uma tarifa e regras próprias de integração. Além do custo, o usuário enfrenta diferenças de horários, itinerários e locais de transferência.</p>
<p>A integração metropolitana procura enfrentar esse problema por meio do planejamento conjunto entre os responsáveis pelos serviços.</p>
<p>Isso envolve quatro áreas principais: integração física, integração operacional, integração tarifária e integração da bilhetagem e das informações.</p>
<p>A integração física corresponde à organização dos locais em que o passageiro muda de um sistema para outro, como estações, terminais e pontos de transferência.</p>
<p>A integração operacional diz respeito à compatibilização de horários, trajetos e frequências. Um ônibus alimentador, por exemplo, pode ter sua programação coordenada com a chegada ou saída de uma linha principal, diminuindo o tempo de espera.</p>
<p>Já a integração tarifária permite estabelecer regras de cobrança combinada entre sistemas, com descontos, complementações ou outras formas de pagamento integrado.</p>
<p>A integração da bilhetagem pode possibilitar o uso de tecnologias e regras compatíveis entre diferentes operadores, reduzindo dificuldades para quem utiliza mais de um sistema.</p>
<p>O objetivo de uma política desse tipo é permitir que a viagem seja planejada de acordo com a necessidade de deslocamento do passageiro, mesmo quando envolve municípios ou operadores diferentes.</p>
<h3>Por que a Grande Belo Horizonte precisa de um pacto de mobilidade?</h3>
<p>Uma das principais dificuldades enfrentadas pelas regiões metropolitanas brasileiras é a divisão de responsabilidades entre os governos municipais e estaduais.</p>
<p>Em Belo Horizonte, a Prefeitura administra o transporte coletivo municipal, enquanto o Estado é responsável pela regulação do sistema intermunicipal e metropolitano.</p>
<p>Municípios como Contagem, Betim e Nova Lima também possuem suas próprias estruturas de transporte.</p>
<p>O metrô, por sua vez, integra uma concessão estadual, com contratos e regras próprios.</p>
<p>O resultado é uma rede de deslocamentos que ultrapassa os limites municipais, mas cuja administração permanece distribuída entre diferentes autoridades.</p>
<p>Em resposta encaminhada à Assembleia Legislativa de Minas Gerais em 2026, a Seinfra reconheceu essa complexidade e explicou que a mobilidade metropolitana envolve múltiplos titulares dos serviços, diferentes contratos e diversos centros de decisão.</p>
<p>Nesse contexto, foi lançado o Pacto pela Mobilidade Metropolitana da Região Metropolitana de Belo Horizonte.</p>
<p>Segundo a secretaria, o pacto tem a finalidade de promover a cooperação entre os entes públicos e viabilizar a integração institucional, operacional, tarifária e informacional do transporte coletivo.</p>
<p>O Governo de Minas também apontou a possibilidade de adoção futura de um sistema de bilhetagem única como um dos temas que podem ser desenvolvidos por meio dessa cooperação.</p>
<p>A construção dessa integração envolve tanto os ônibus municipais e metropolitanos quanto o metrô e as estruturas necessárias para as transferências entre eles.</p>
<h3>Integração entre Move, Move Metropolitano e metrô é um dos desafios</h3>
<p>Um dos principais exemplos dessa necessidade de coordenação envolve o Move de Belo Horizonte e o Move Metropolitano.</p>
<p>Os dois sistemas utilizam corredores e estruturas de transporte de maior capacidade, mas atendem redes e contratos diferentes.</p>
<p>O Move municipal integra a estrutura de transporte coletivo da capital, enquanto o Move Metropolitano organiza parte das viagens entre municípios da região e Belo Horizonte.</p>
<p>O sistema metropolitano utiliza um modelo conhecido como tronco-alimentado. Nesse formato, linhas alimentadoras transportam passageiros de bairros e municípios até terminais, onde ocorre a transferência para serviços estruturais de maior capacidade.</p>
<p>A Seinfra informou à Assembleia Legislativa que a compatibilização dos horários entre essas linhas e a melhoria das conexões são diretrizes permanentes de gestão.</p>
<p>Um exemplo concreto é o Terminal São Gabriel, que reúne conexões entre ônibus e metrô.</p>
<p>Segundo o Governo de Minas, o terminal possui linhas metropolitanas com integração tarifária ao sistema metroferroviário, além de serviços cuja integração está restrita ao Move Metropolitano.</p>
<p>Isso demonstra que já existem modalidades de integração na Grande BH, mas com regras diferentes de acordo com a linha e o sistema utilizado.</p>
<p>A proposta de maior articulação metropolitana procura justamente ampliar a coordenação desse conjunto de serviços.</p>
<p>Outro aspecto envolve a possibilidade de reorganizar trajetos e distribuir melhor a demanda entre ônibus e metrô, levando em consideração a capacidade de cada modalidade e a necessidade de preservar o atendimento aos bairros.</p>
<h3>Bilhete único metropolitano e integração tarifária estão entre os debates</h3>
<p>Uma das questões mais importantes para os passageiros é o custo de utilizar dois ou mais transportes na mesma viagem.</p>
<p>Embora existam integrações tarifárias entre determinados serviços, as regras variam conforme as linhas, os sistemas e os convênios existentes.</p>
<p>Em junho de 2026, a Seinfra publicou uma resolução de reajuste das tarifas do metrô que também atualizou tabelas específicas de integração com os ônibus metropolitanos, os ônibus municipais de Belo Horizonte e os de Contagem.</p>
<p>A tarifa básica do metrô passou a R$ 6 em 1º de julho de 2026, e os valores das viagens integradas foram estabelecidos conforme cada combinação de sistemas.</p>
<p>A existência dessas tabelas representa uma integração parcial, na qual determinadas viagens podem ser feitas mediante tarifas combinadas.</p>
<p>O debate metropolitano mais amplo envolve a possibilidade de ampliar essas facilidades e organizar um modelo capaz de atender diferentes municípios.</p>
<p>Na Assembleia Legislativa, também foram apresentadas solicitações para que o Estado e a Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte estabeleçam mecanismos de governança que permitam, no médio prazo, a adoção de um bilhete único regional.</p>
<p>Em resposta, a Seinfra afirmou que o Pacto pela Mobilidade Metropolitana é o principal instrumento em desenvolvimento para criar condições institucionais para esse tipo de integração.</p>
<p>Uma eventual bilhetagem única exigiria a definição de responsabilidades financeiras, compensações entre operadores, regras de utilização e mecanismos de repartição das receitas.</p>
<p>A implantação também dependeria de acordos entre os entes públicos responsáveis pelos sistemas e de avaliações sobre os contratos de concessão.</p>
<h3>Novos terminais e melhor conexão entre linhas também fazem parte do planejamento</h3>
<p>A integração metropolitana não depende apenas da forma de pagamento.</p>
<p>Uma rede integrada precisa oferecer condições adequadas para que os passageiros realizem transferências entre linhas alimentadoras, ônibus estruturais e metrô.</p>
<p>Nesse sentido, o Governo de Minas já informou à Assembleia Legislativa que desenvolve estudos para a modelagem de parcerias público-privadas destinadas à implantação de novos terminais metropolitanos.</p>
<p>Entre os municípios mencionados nas discussões estão Betim, Ribeirão das Neves, Contagem e Sabará.</p>
<p>Essas estruturas poderiam contribuir para a organização de linhas municipais e metropolitanas, facilitando a distribuição dos passageiros entre diferentes trajetos.</p>
<p>No caso de Contagem, a Seinfra também informou que acompanha o projeto do Sistema Integrado de Mobilidade do município e avalia possibilidades de integração física e tarifária, observadas as condições dos contratos existentes.</p>
<p>A construção de terminais e a reorganização de linhas precisam considerar ainda os trajetos efetivamente realizados pela população.</p>
<p>Uma integração bem planejada pode reduzir deslocamentos desnecessários e melhorar a distribuição de passageiros. Por outro lado, a introdução de transferências adicionais exige atenção aos tempos de espera, às condições dos terminais e aos custos para os usuários.</p>
<p>Por isso, o planejamento metropolitano envolve estudos de demanda, origem e destino das viagens, frequência dos serviços e capacidade da infraestrutura.</p>
<h3>Prefeitura de Belo Horizonte, Estado e BNDES discutem o futuro dos transportes</h3>
<p>A criação do grupo técnico ocorre em um momento importante para o planejamento dos transportes da Grande Belo Horizonte.</p>
<p>Em 28 de abril de 2026, a Prefeitura de Belo Horizonte anunciou um acordo de cooperação técnica com o Governo de Minas Gerais e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p>A iniciativa foi apresentada durante um encontro sobre mobilidade metropolitana integrada, organizado com participação da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos.</p>
<p>Segundo a Prefeitura, o acordo tem como uma de suas finalidades apoiar os estudos para o novo contrato do transporte coletivo municipal da capital, com foco na modernização dos serviços, na ampliação da integração metropolitana e na melhoria do atendimento aos passageiros.</p>
<p>Na mesma ocasião, foram debatidos os estudos do BNDES sobre mobilidade urbana na região, possibilidades de financiamento e experiências de integração adotadas em outras regiões metropolitanas brasileiras.</p>
<p>O prefeito Álvaro Damião participou do encontro, assim como representantes do Governo de Minas e de outros municípios da região.</p>
<p>Durante a programação, o secretário de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias, Pedro Bruno Barros de Souza, destacou a necessidade de cooperação entre governos para enfrentar os desafios da mobilidade.</p>
<p>Como encaminhamento, foi proposta a criação de um grupo técnico de trabalho para apoiar a articulação entre os municípios.</p>
<p>O novo planejamento também se relaciona ao futuro contrato municipal de ônibus de Belo Horizonte, cuja concessão vigente tem encerramento previsto para 2028.</p>
<p>A preparação da próxima licitação pode representar uma oportunidade para estabelecer condições de integração com outros sistemas, desde que os projetos contemplem os aspectos jurídicos, operacionais e financeiros envolvidos.</p>
<h3>Quem integra o novo grupo técnico criado pela Seinfra?</h3>
<p>A resolução publicada em 17 de outubro foi assinada eletronicamente em 5 de outubro pelo secretário Pedro Bruno Barros de Souza.</p>
<p>O texto institui formalmente o Grupo Técnico de Integração da Mobilidade Metropolitana da Região Metropolitana de Belo Horizonte, identificado como GT Integração Mobilidade RMBH.</p>
<p>A equipe designada pela Seinfra tem a seguinte composição:</p>
<ul>
<li>Diego Pessoa Santos, membro titular.</li>
<li>Joana Campos Brasil Baxter, membro suplente.</li>
<li>Thais Ohana Ferreira de Araújo, membro suplente.</li>
</ul>
<p>Os suplentes poderão substituir o titular em caso de impedimento.</p>
<p>A participação dos integrantes não será remunerada e ocorrerá sem prejuízo das demais atribuições de seus cargos.</p>
<p>A duração do grupo está vinculada à vigência do Acordo de Cooperação Técnica 03/2026, incluindo eventuais prorrogações.</p>
<p>O ato corresponde à Resolução Seinfra nº 53, datada de 29 de setembro de 2026, publicada na edição de sábado, 17 de outubro, do Diário Oficial de Minas Gerais.</p>
<p>A formalização da equipe dá continuidade ao trabalho de articulação metropolitana iniciado anteriormente.</p>
<p>Em informações prestadas à Assembleia Legislativa, a Seinfra explicou que o Grupo de Trabalho de Integração da Mobilidade Metropolitana, instituído em 2025, já havia realizado reuniões técnicas e executivas, reunido representantes dos governos e desenvolvido um diagnóstico consolidado e uma base de dados compartilhada.</p>
<p>O pacto e seu acordo de cooperação buscam transformar essa articulação em uma estrutura institucional permanente durante a vigência estabelecida.</p>
<h3>O que poderá mudar para o passageiro?</h3>
<p>O principal resultado esperado da integração metropolitana é a possibilidade de organizar melhor viagens que utilizam diferentes sistemas de transporte.</p>
<p>Entre os benefícios que poderão ser buscados estão a redução de esperas nas transferências, maior compatibilidade entre horários, conexões mais organizadas entre ônibus e metrô e ampliação das possibilidades de integração tarifária.</p>
<p>Outra frente envolve o planejamento conjunto de corredores, estações, terminais e linhas de alimentação.</p>
<p>A integração também pode contribuir para melhorar o aproveitamento da infraestrutura de maior capacidade, evitando sobreposições desnecessárias e procurando preservar o atendimento aos bairros e municípios.</p>
<p>Para alcançar esses resultados, os órgãos responsáveis terão de conciliar os interesses dos usuários, as características operacionais de cada sistema e as condições dos contratos existentes.</p>
<p>O financiamento das integrações é um dos principais pontos dessa discussão.</p>
<p>Em audiência pública realizada na Câmara Municipal de Belo Horizonte, em julho de 2026, representantes do setor apontaram as necessidades de financiamento e os limites contratuais como desafios para ampliar a integração entre ônibus e metrô.</p>
<p>A criação do grupo técnico da Seinfra insere-se nesse processo mais amplo de articulação, em que Estado e municípios procuram estabelecer condições para tratar a mobilidade da Grande Belo Horizonte como uma rede regional.</p>
<p>Para quem depende diariamente de ônibus e metrô, o resultado mais importante será a capacidade de transformar o planejamento conjunto em viagens com menos tempo de espera, conexões mais eficientes e custos compatíveis com a realidade dos passageiros.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Governo de Minas aprova mudança de controle da Viação São Luiz, ligada a Vander Odilon Ferreira e à holding VRMM</title>
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    <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 17:15:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estado concede anuência para regularização societária da empresa de Conselheiro Lafaiete, fundada em 1969; reorganização empresarial envolve também a Auto Viação São Luiz MG, conhecida como Nova Sandra, que assumiu linhas da antiga Viação Sandra ADAMO BAZANI O Governo de Minas Gerais aprovou a regularização da mudança de controle societário da Empresa de Transportes São [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="924" height="561" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/saoluiz.jpg?fit=924%2C561&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/saoluiz.jpg?w=924&amp;ssl=1 924w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/saoluiz.jpg?resize=300%2C182&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/saoluiz.jpg?resize=150%2C91&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/saoluiz.jpg?resize=768%2C466&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/saoluiz.jpg?resize=400%2C243&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 924px) 100vw, 924px" /> <p><em>Estado concede anuência para regularização societária da empresa de Conselheiro Lafaiete, fundada em 1969; reorganização empresarial envolve também a Auto Viação São Luiz MG, conhecida como Nova Sandra, que assumiu linhas da antiga Viação Sandra</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Governo de Minas Gerais aprovou a regularização da mudança de controle societário da Empresa de Transportes São Luiz MG Ltda., tradicional operadora de ônibus de Conselheiro Lafaiete, na Região Central do Estado, conhecida comercialmente como Viação São Luiz. A decisão foi publicada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra) no Diário Oficial de sábado, 17 de outubro de 2026, e representa uma nova etapa na reorganização empresarial que envolve o administrador Vander Odilon Ferreira e a holding VRMM Empreendimentos Ltda.</p>
<p>A autorização alcança dois contratos de concessão do transporte intermunicipal mineiro e encerra a etapa de análise administrativa anunciada pelo Estado em setembro. Conforme levantamento do Diário do Transporte, a VRMM, criada em outubro de 2025 e administrada pelo próprio Vander Odilon Ferreira, ingressou no quadro societário da transportadora em novembro daquele ano. A mesma holding também passou a integrar a Auto Viação São Luiz MG, empresa juridicamente distinta, mas pertencente ao mesmo núcleo empresarial e responsável por concessões anteriormente operadas pela Viação Sandra.</p>
<h3>O que a Seinfra decidiu</h3>
<p>A decisão foi assinada pela subsecretária de Transportes e Mobilidade de Minas Gerais, Larissa de Albuquerque Sgarbi.</p>
<p>O ato estabelece:</p>
<p>“Concede anuência para a regularização da alteração do controle societário realizada pela delegatária, observada a legislação vigente.”</p>
<p>A autorização corresponde ao processo administrativo 1300.01.0001122/2026-77 e envolve os contratos de concessão SETOP/STI nº 152/2012 e nº 55/2015.</p>
<p>A decisão representa uma evolução em relação à publicação de 15 de setembro, quando o Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano havia colocado a alteração societária em análise e aberto prazo para manifestações de interessados.</p>
<p>Naquela ocasião, o Estado ainda examinava a regularização. Com a nova decisão, a Subsecretaria de Transportes e Mobilidade formaliza sua anuência.</p>
<p>A mudança é societária e preserva a personalidade jurídica da concessionária, que continua responsável pelos contratos de transporte e pelas obrigações de atendimento aos passageiros.</p>
<h3>Quem são os sócios e administradores da Viação São Luiz</h3>
<p>A Empresa de Transportes São Luiz MG Ltda. tem CNPJ 24.179.848/0001-98, sede na Rua Ademar Bruno de Carvalho, nº 55, bairro Santa Matilde, em Conselheiro Lafaiete, e capital social cadastrado de R$ 1,5 milhão.</p>
<p>A empresa iniciou suas atividades em 20 de maio de 1969, originalmente identificada como Viação São Luiz Ltda.</p>
<p>Os registros empresariais consultados mostram a seguinte composição de sócios e administradores:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Nome</th>
<th>Participação registrada</th>
</tr>
<tr>
<td>Vander Odilon Ferreira</td>
<td>Administrador desde 17 de março de 2005</td>
</tr>
<tr>
<td>Vanderlei de Paulo Ferreira</td>
<td>Sócio desde 15 de setembro de 2010</td>
</tr>
<tr>
<td>VRMM Empreendimentos Ltda.</td>
<td>Sócia desde 6 de novembro de 2025</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A principal mudança verificada nos registros foi a entrada da VRMM Empreendimentos na composição societária.</p>
<p>Anteriormente, Vander Odilon Ferreira figurava diretamente como sócio-administrador. Na estrutura atual, ele aparece como administrador da transportadora e também como sócio-administrador da holding que passou a participar da empresa.</p>
<p>A operação representa uma reorganização das participações empresariais vinculadas ao mesmo núcleo de administração.</p>
<p>A identificação dos sócios e administradores permite compreender essa estrutura. A distribuição percentual das quotas e a extensão formal dos poderes de cada participante dependem do instrumento de alteração contratual.</p>
<h3>Holding foi criada em outubro de 2025 e passou a participar de duas empresas de ônibus</h3>
<p>A VRMM Empreendimentos Ltda., CNPJ 63.154.707/0001-72, foi constituída em 13 de outubro de 2025.</p>
<p>Seu capital social registrado é de R$ 100 mil, e sua atividade principal corresponde à participação em outras sociedades, na condição de holding de instituições não financeiras.</p>
<p>Vander Odilon Ferreira aparece como sócio-administrador da VRMM desde sua constituição.</p>
<p>A holding tem sede no mesmo endereço da Empresa de Transportes São Luiz MG, em Conselheiro Lafaiete, e utiliza os mesmos contatos cadastrais da transportadora.</p>
<p>A sequência das movimentações ajuda a explicar a reorganização:</p>
<ul>
<li>
<div>
<div>
<p>13 de outubro de 2025: constituição da VRMM Empreendimentos.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>31 de outubro de 2025: entrada da holding na Auto Viação São Luiz MG Ltda.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>6 de novembro de 2025: entrada da VRMM na Empresa de Transportes São Luiz MG Ltda.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>15 de setembro de 2026: publicação do aviso do Conselho de Transporte sobre a regularização da mudança societária da Empresa de Transportes São Luiz.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>17 de outubro de 2026: publicação da anuência da Seinfra à regularização.</p>
</div>
</div>
</li>
</ul>
<p>A utilização de uma holding permite reunir participações empresariais em uma pessoa jurídica destinada à administração de investimentos e participações societárias.</p>
<p>No setor de transportes, essas estruturas podem ser utilizadas para organizar patrimônio, planejamento sucessório, investimentos e gestão empresarial.</p>
<p>No caso da São Luiz, os registros mostram a participação da mesma holding em duas operadoras distintas, administradas por Vander Odilon Ferreira.</p>
<h3>A relação com a Nova Sandra e as concessões da antiga Viação Sandra</h3>
<p>Uma distinção importante para compreender a decisão envolve as duas empresas que utilizam o nome São Luiz.</p>
<p>A Empresa de Transportes São Luiz MG Ltda., fundada em 1969 e sediada em Conselheiro Lafaiete, é a concessionária diretamente contemplada pela anuência publicada neste sábado.</p>
<p>Já a Auto Viação São Luiz MG Ltda., CNPJ 07.271.007/0001-97, tem sede cadastral em Congonhas e utiliza o nome fantasia Nova Sandra.</p>
<p>Esta segunda empresa também tem Vander Odilon Ferreira como administrador e a VRMM Empreendimentos como sócia.</p>
<p>A Auto Viação São Luiz MG assumiu, em 2024, dez concessões anteriormente pertencentes à Viação Sandra, ampliando a atuação do núcleo empresarial em importantes ligações rodoviárias mineiras.</p>
<p>Entre os mercados envolvidos estavam Belo Horizonte–Entre Rios de Minas, Belo Horizonte–São João del-Rei via Barbacena, Belo Horizonte–Jeceaba, Belo Horizonte–Conselheiro Lafaiete, Belo Horizonte–Desterro de Entre Rios, Cruzília–São Vicente de Minas, Andrelândia–São João del-Rei, Lagoa Dourada–São João del-Rei, Caxambu–Aiuruoca e São João del-Rei–Ouro Branco.</p>
<p>A transferência dessas concessões para a Auto Viação São Luiz MG foi uma operação distinta da reorganização societária da Empresa de Transportes São Luiz MG autorizada agora.</p>
<p>Embora exista identidade de administração e participação da mesma holding, cada concessionária mantém seus próprios contratos e responsabilidades perante o poder concedente.</p>
<h3>As operações da Empresa de Transportes São Luiz MG</h3>
<p>A empresa contemplada pela nova anuência possui uma trajetória ligada ao transporte regional de Conselheiro Lafaiete e municípios próximos.</p>
<p>Entre os serviços historicamente associados à operadora estão ligações envolvendo Rio Espera, Conselheiro Lafaiete, Joselândia, Cristiano Otoni, Santana dos Montes e Carandaí.</p>
<p>Registros anteriores da Seinfra também relacionam a empresa à linha Palmital dos Carvalhos–Carandaí, vinculada ao contrato de concessão nº 55/2015.</p>
<p>Em julho de 2025, a transportadora também constava em procedimento referente à ligação Barbacena–Lagoa Dourada, com pedido de paralisação temporária do serviço.</p>
<p>A companhia mantém atividades de transporte rodoviário de passageiros e atuação no segmento de fretamento.</p>
<p>Em novembro de 2025, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) incluiu a Empresa de Transportes São Luiz MG entre as transportadoras habilitadas para operações de fretamento interestadual e internacional, com Termo de Autorização de Fretamento (TAF) nº 003087. A decisão federal foi publicada em dezembro.</p>
<h3>Por que a mudança societária precisa de autorização do Estado</h3>
<p>Uma empresa concessionária de transporte público possui obrigações que vão além da atividade empresarial privada.</p>
<p>Ao receber a delegação para operar uma linha, a transportadora assume compromissos relacionados à continuidade do serviço, segurança, regularidade, atendimento aos passageiros e cumprimento das condições contratuais.</p>
<p>Por isso, mudanças no controle societário precisam passar pelo conhecimento e pela análise do poder concedente.</p>
<p>O procedimento permite ao Estado examinar a estrutura responsável pela operação e as condições para a manutenção dos serviços públicos concedidos.</p>
<p>A anuência publicada pela Seinfra alcança a regularização da alteração societária, mantendo a Empresa de Transportes São Luiz MG como titular dos contratos envolvidos.</p>
<p>A decisão ganha relevância no contexto da reorganização empresarial iniciada em 2025, quando a VRMM passou a participar tanto da transportadora tradicional de Conselheiro Lafaiete quanto da empresa ligada às antigas concessões da Viação Sandra.</p>
<p>A movimentação representa mais uma etapa na estruturação do grupo empresarial que atua no transporte rodoviário intermunicipal de Minas Gerais.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Greve dos rodoviários da Nova Macapá chega ao quinto dia e atendimento segue reduzido na capital do Amapá nesta segunda-feira (19)</title>
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    <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 17:02:21 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Categoria protesta contra o atraso de salários e benefícios VINÍCIUS DE OLIVEIRA Nesta segunda-feira, 19 de outubro, a greve dos rodoviários da empresa Nova Macapá chegou ao quinto dia consecutivo na capital do Amapá. De acordo com o sindicato que representa a categoria, a paralisação se mantém porque a operadora ainda não regularizou o benefício [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura-de-tela-2026-04-15-114541.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura-de-tela-2026-04-15-114541.jpg?w=1919&amp;ssl=1 1919w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura-de-tela-2026-04-15-114541.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura-de-tela-2026-04-15-114541.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura-de-tela-2026-04-15-114541.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura-de-tela-2026-04-15-114541.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura-de-tela-2026-04-15-114541.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/captura-de-tela-2026-04-15-114541.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Categoria protesta contra o atraso de salários e benefícios</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Nesta segunda-feira, 19 de outubro, a greve dos rodoviários da empresa Nova Macapá chegou ao quinto dia consecutivo na capital do Amapá.</p>
<p>De acordo com o sindicato que representa a categoria, a paralisação se mantém porque a operadora ainda não regularizou o benefício de vale-alimentação dos funcionários.</p>
<p>Desde sexta-feira (16), os usuários que dependem do transporte público em Macapá contam com apenas 13 dos 47 ônibus que integram a frota do sistema urbano de mobilidade.</p>
<p>A greve teve início na última quinta-feira (15), é a terceira em menos de dois meses. Anteriormente, houve paralisações em 10 de setembro e 08 de outubro.</p>
<p>Em 08 de outubro, foi estabelecido um prazo que chegou ao fim na quarta-feira (14), quando a empresa ainda não havia cumprido com o acordo feito entre as partes.</p>
<p>Segundo o Sindicato dos Rodoviários, o vale-alimentação segue atrasado. Os salários foram depositados apenas na quinta-feira (15).</p>
<p>Já a prefeitura da capital informou que os repasses à empresa Nova Macapá estão em dia, incluindo os valores destinados ao pagamento dos funcionários.</p>
<p>Vale a ressalva de que a empresa Expresso Macapá funciona normalmente neste período, contando com 27 ônibus em circulação nas linhas regulares.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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