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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>MPF aguarda decisão da Justiça sobre pedidos de 265 empresas de ônibus; disputa pode repercutir na primeira Janela da ANTT</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/12/mpf-aguarda-decisao-da-justica-sobre-pedidos-de-265-empresas-de-onibus-disputa-pode-repercutir-na-primeira-janela-da-antt/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 12 Oct 2026 18:09:06 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ministério Público defende aplicação das regras de 2015 aos requerimentos antigos; Diário do Transporte acompanha controvérsia que envolve concorrência, autorizações e continuidade das viagens ADAMO BAZANI O Ministério Público Federal (MPF) aguarda decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) sobre a aplicação das regras anteriores aos pedidos de autorização de transporte rodoviário interestadual [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="767" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-15.05.04.jpeg?fit=1024%2C767&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-15.05.04.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-15.05.04.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-15.05.04.jpeg?resize=1024%2C767&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-15.05.04.jpeg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-15.05.04.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-15.05.04.jpeg?resize=1536%2C1151&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-15.05.04.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Ministério Público defende aplicação das regras de 2015 aos requerimentos antigos; <strong>Diário do Transporte</strong> acompanha controvérsia que envolve concorrência, autorizações e continuidade das viagens</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Ministério Público Federal (MPF) aguarda decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) sobre a aplicação das regras anteriores aos pedidos de autorização de transporte rodoviário interestadual apresentados antes da entrada em vigor do atual marco regulatório da ANTT. A discussão envolve um universo de 265 empresas identificado pela agência e pode repercutir sobre a entrada de operadores, a concorrência entre viações e as opções de viagens para os passageiros.</p>
<p>Em parecer apresentado em 29 de setembro de 2026, o MPF defende que esses requerimentos sejam examinados conforme a Resolução nº 4.770/2015. A manifestação não concede linhas nem modifica automaticamente a primeira Janela Extraordinária da ANTT, mas trata de uma questão relacionada ao procedimento: qual caminho regulatório deve ser aplicado aos pedidos que atravessaram a mudança das regras.</p>
<h2>Tribunal ainda não informa julgamento de mérito</h2>
<p>A discussão tramita em um Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR), instrumento usado para estabelecer um entendimento sobre uma questão jurídica presente em vários processos.</p>
<p>O incidente foi admitido pela 3ª Seção do TRF1 em 14 de abril de 2026 e está sob relatoria do desembargador federal Flávio Jardim.</p>
<p>Na consulta ao cadastro oficial do tribunal, constam uma petição em 29 de setembro, conclusão em 30 de setembro e outra petição em 5 de outubro. Os campos de julgamento de mérito e tese firmada permanecem sem definição.</p>
<p>A questão submetida ao tribunal é se empresas que protocolaram requerimentos de autorização têm direito à análise pelas normas existentes naquele momento, mesmo depois de sua revogação por um novo marco regulatório.</p>
<h2>MPF questiona restrições à entrada de empresas</h2>
<p>O parecer de 29 de setembro de 2026, assinado pelo procurador regional da República Wilson Rocha de Almeida Neto, propõe a aplicação da Resolução nº 4.770/2015 aos pedidos anteriores à vigência da Resolução nº 6.033/2023.</p>
<p>A fundamentação vai além da data do protocolo. O MPF reconhece que apresentar um requerimento não gera, por si só, direito adquirido à manutenção de determinada regulamentação, mas questiona a validade de pontos do marco que a substituiu.</p>
<p>Um dos questionamentos envolve a interpretação das hipóteses de inviabilidade técnica, operacional e econômica. Na avaliação do Ministério Público, houve um deslocamento da análise da capacidade da transportadora para a avaliação da capacidade do mercado de receber novos operadores.</p>
<p>O órgão sustenta que esse modelo pode transformar exceções previstas em lei em restrições à concorrência. Trata-se da argumentação apresentada ao tribunal, que ainda deverá definir o entendimento aplicável.</p>
<h2>ANTT defende aplicação do marco atual</h2>
<p>A ANTT sustenta que os pedidos pendentes devem seguir as regras vigentes no momento da decisão administrativa.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou em reportagem exclusiva, em 18 de outubro de 2025, a petição apresentada pela agência, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), para instaurar o incidente.</p>
<p>Na documentação, a ANTT apontou 1.832 requerimentos de 265 empresas, envolvendo 325.409 mercados, até a entrada em vigor da Resolução nº 6.033/2023. Também relacionou aproximadamente 300 ações judiciais sobre a controvérsia.</p>
<p>A agência argumentou que decisões divergentes podem produzir insegurança jurídica e tratamento desigual entre operadores.</p>
<p>Esses números correspondem ao levantamento que fundamentou a discussão, e não a uma contagem atualizada de empresas que receberão novas autorizações.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/18/exclusivo-enxurrada-de-acoes-de-empresas-de-onibus-para-conseguir-linhas-interestaduais-por-normas-antigas-faz-antt-pedir-ao-trf-que-faca-prevalecer-marco-regulatorio/?utm_source=chatgpt.com">EXCLUSIVO: Enxurrada de ações de empresas de ônibus para conseguir linhas interestaduais por normas antigas faz ANTT pedir ao TRF que faça prevalecer marco regulatório</a></p>
<h2>Qual é a relação com a primeira Janela Extraordinária?</h2>
<p>Existe relação regulatória entre as duas discussões, mas o incidente judicial e a Janela Extraordinária são procedimentos distintos.</p>
<p>A Resolução nº 6.033/2023, em vigor desde 1º de fevereiro de 2024, estabeleceu regras de transição para os requerimentos antigos. A própria ANTT orientou transportadoras que ajustaram pedidos de licença operacional pendentes a confirmar, no sistema da Janela Extraordinária, os mercados que pretendiam operar.</p>
<p>A janela foi direcionada aos mercados desatendidos e aos atendidos por apenas uma transportadora. A regulamentação prevê a entrada de duas novas autorizatárias no primeiro caso e de uma no segundo.</p>
<p>Por isso, a definição sobre a norma aplicável aos requerimentos antigos pode repercutir na forma de processamento desses pedidos e na relação deles com o mecanismo de abertura de mercados.</p>
<p>Isso não permite concluir que uma decisão favorável ao MPF cancelaria toda a janela, dispensaria todas as empresas de participar dela ou invalidaria autorizações já emitidas. Essas consequências dependeriam do conteúdo e do alcance de uma eventual decisão judicial.</p>
<h2>Autorizações anteriores podem interferir na classificação dos mercados</h2>
<p>A conexão também aparece na classificação das ligações.</p>
<p>Um mercado considerado desatendido pode ter situação diferente se houver uma operação que precise ser reconhecida. Da mesma forma, a existência de outra transportadora pode interferir na classificação de uma ligação inicialmente considerada atendida por apenas uma empresa.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou, em setembro de 2026, ações da Itamarati e da Progresso sobre a classificação de mercados na primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>Na esfera administrativa, a ANTT também registrou, no Comunicado SUPAS nº 43, de junho de 2026, que a consideração de requerimentos pendentes de regularização poderia provocar reprocessamentos sucessivos e alterações reiteradas da base de mercados elegíveis.</p>
<p>Esses episódios demonstram a relação entre autorizações, regularizações e o desenho da concorrência na janela. Não significam que o julgamento do IRDR produzirá automaticamente uma nova classificação de todos os mercados.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/18/itamarati-e-progresso-entram-na-justica-e-questionam-classificacao-de-mercados-em-janela-extraordinaria-da-antt/?noamp=mobile&amp;utm_source=chatgpt.com">Itamarati e Progresso entram na Justiça e questionam classificação de mercados em janela extraordinária da ANTT</a></p>
<h2>O que pode mudar para o mercado de ônibus</h2>
<p>Se o TRF1 acolher a proposta do MPF, os requerimentos alcançados pela tese poderão ter de ser examinados pelas regras de 2015. Isso poderá mudar a base de análise de pedidos de entrada ou expansão de empresas em determinadas ligações.</p>
<p>Se prevalecer a posição da ANTT, o entendimento reforçará a aplicação do marco atual aos pedidos ainda pendentes, observadas as condições definidas pelo tribunal.</p>
<p>Em ambos os cenários, a uniformização poderá reduzir a divergência entre decisões sobre situações semelhantes. Para as empresas, isso pode oferecer maior previsibilidade ao planejamento de frota, contratação de trabalhadores e implantação de serviços.</p>
<p>A repercussão sobre a concorrência dependerá de quais pedidos forem efetivamente autorizados e de quais operações chegarem às ruas. Uma decisão sobre a regulamentação aplicável não equivale à aprovação de todos os requerimentos.</p>
<p>Também não é possível afirmar que apenas empresas pequenas seriam favorecidas. A documentação da controvérsia menciona operadores de diferentes portes e perfis.</p>
<h2>Mais autorizações podem ampliar opções, mas não garantem preços menores</h2>
<p>Para os passageiros, uma eventual ampliação da concorrência pode representar mais empresas disponíveis, novos horários e alternativas de embarque e desembarque nas ligações efetivamente implantadas.</p>
<p>A presença de novos operadores também pode estimular disputas por preço, conforto e qualidade. Esses são efeitos possíveis, condicionados à entrada real das empresas e às características de cada mercado.</p>
<p>Não há garantia de redução de tarifas. O resultado depende da demanda, dos custos, da frequência das viagens e das estratégias comerciais das transportadoras.</p>
<p>Também é necessário distinguir mercado de linha. Mercado é uma ligação entre origem e destino; uma mesma linha pode reunir diversos mercados intermediários. Portanto, os 325.409 mercados citados na documentação não correspondem a esse mesmo número de linhas ou serviços novos.</p>
<h2>Segurança jurídica também interessa a quem compra passagem</h2>
<p>A definição das regras tem importância para a continuidade das viagens.</p>
<p>Em junho de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou uma decisão que preservou autorizações da Empresa de Ônibus Nossa Senhora da Penha anteriormente suspensas. Na análise, foram considerados investimentos, passagens já comercializadas e os efeitos da interrupção dos serviços sobre os usuários.</p>
<p>A cobertura também acompanhou autorizações provisórias de outras empresas posteriormente revogadas.</p>
<p>Esses casos mostram que a controvérsia não se limita à disputa comercial. Mudanças no andamento dos processos podem atingir viagens já programadas e exigir providências para atender passageiros.</p>
<p>O parecer do MPF não anuncia o início de nenhuma operação. Para o usuário, a disponibilidade efetiva depende de autorização, implantação do serviço e oferta de horários pela transportadora.</p>
<h2>Concentração na janela já foi examinada pelo Diário do Transporte</h2>
<p>Em levantamento publicado em 23 de setembro de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> identificou dez empresas em 52,4% dos 41.832 mercados contemplados diretamente na primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>A apuração, realizada por Adamo Bazani com consultoria da advogada Liana Variani, contou cada mercado apenas uma vez para calcular a participação conjunta das dez empresas.</p>
<p>O levantamento mostrou que a abertura de mercados também envolve a expansão de operadores tradicionais. Empresas de um mesmo grupo econômico podem aparecer separadamente, por terem razões sociais e CNPJs diferentes.</p>
<p>Esses resultados não devem ser confundidos com o universo de 265 empresas citado no incidente judicial: são levantamentos de procedimentos e períodos distintos.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/23/exclusivo-primeira-janela-da-antt-e-concentracao-dez-empresas-aparecem-em-524-dos-41-832-mercados-contemplados-veja-ranking/?noamp=mobile&amp;utm_source=chatgpt.com">EXCLUSIVO – Primeira Janela da ANTT e concentração: Dez empresas aparecem em 52,4% dos 41.832 mercados contemplados; veja ranking</a></p>
<h2>Janela tem lances previstos para outubro e novembro</h2>
<p>O calendário anunciado pela ANTT prevê apresentação de lances entre 26 de outubro e 6 de novembro de 2026 para os mercados submetidos a processo seletivo.</p>
<p>Paralelamente, a agência publica autorizações decorrentes das etapas de contemplação direta.</p>
<p>A ANTT ressalta que a publicação da autorização é uma etapa anterior à disponibilização das viagens. As transportadoras devem iniciar os serviços e cumprir o esquema operacional cadastrado, incluindo itinerários e pontos de embarque e desembarque.</p>
<p>O parecer apresentado pelo MPF no IRDR não altera, por si só, esse calendário.</p>
<h2>Outra manifestação do MPF questiona pontos do modelo</h2>
<p>O debate sobre pedidos antigos se soma a uma discussão distinta, no recurso da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec).</p>
<p>Como explicou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em 29 de setembro, naquela frente o MPF questionou períodos para solicitar autorizações, limites de outorgas e seleção pelo maior lance.</p>
<p>Embora as duas manifestações discutam aspectos da abertura do mercado, o recurso da associação e o IRDR têm objetos diferentes. O resultado de um não pode ser automaticamente atribuído ao outro.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/29/regras-de-2015-ou-de-2023-pedidos-antigos-de-linhas-interestaduais-geram-decisoes-diferentes-na-justica-enquanto-mpf-questiona-modelo-de-abertura-do-mercado-pela-antt/?utm_source=chatgpt.com">Regras de 2015 ou de 2023? Pedidos antigos de linhas interestaduais geram decisões diferentes na Justiça, enquanto MPF questiona modelo de abertura do mercado pela ANTT</a></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/12/mpf-aguarda-decisao-da-justica-sobre-pedidos-de-265-empresas-de-onibus-disputa-pode-repercutir-na-primeira-janela-da-antt/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=538513</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Projeto prevê horários dos ônibus intermunicipais em aplicativo, terminais e dentro dos veículos no Rio de Janeiro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/12/projeto-preve-horarios-dos-onibus-intermunicipais-em-aplicativo-terminais-e-dentro-dos-veiculos-no-rio-de-janeiro/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/12/projeto-preve-horarios-dos-onibus-intermunicipais-em-aplicativo-terminais-e-dentro-dos-veiculos-no-rio-de-janeiro/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 12 Oct 2026 17:20:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Proposta de Vinicius Cozzolino atribui ao Executivo a divulgação das partidas e prevê localização em tempo real quando houver disponibilidade técnica; texto publicado em 8 de outubro começa a tramitar na Alerj ADAMO BAZANI Os passageiros dos ônibus intermunicipais do Estado do Rio de Janeiro poderão consultar os horários programados de saída em plataforma oficial, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="943" height="581" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/maua.jpg?fit=943%2C581&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/maua.jpg?w=943&amp;ssl=1 943w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/maua.jpg?resize=300%2C185&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/maua.jpg?resize=150%2C92&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/maua.jpg?resize=768%2C473&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/maua.jpg?resize=400%2C246&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 943px) 100vw, 943px" /> <p><em>Proposta de Vinicius Cozzolino atribui ao Executivo a divulgação das partidas e prevê localização em tempo real quando houver disponibilidade técnica; texto publicado em 8 de outubro começa a tramitar na Alerj</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Os passageiros dos ônibus intermunicipais do Estado do Rio de Janeiro poderão consultar os horários programados de saída em plataforma oficial, aplicativo, terminais e dentro dos veículos, caso seja aprovado um projeto apresentado pelo deputado estadual Vinicius Cozzolino. A proposta, publicada no cadastro da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) também prevê divulgação da localização dos coletivos em tempo real, quando houver disponibilidade técnica.</p>
<p>O texto atribui ao Poder Executivo, por meio do Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro-RJ), a responsabilidade de assegurar a divulgação e manter as informações atualizadas. Os passageiros deverão encontrar tabelas diferenciadas para dias úteis, sábados, domingos e feriados, além de informações sobre mudanças programadas e, sempre que possível, interrupções excepcionais. A medida está em fase inicial de tramitação e ainda depende de aprovação para se tornar lei.</p>
<p>O Projeto de Lei nº 8.388/2026 foi apresentado em 7 de outubro e prevê a divulgação dos horários de todas as linhas e serviços de transporte rodoviário intermunicipal de passageiros submetidos à gestão, regulação, autorização, permissão ou concessão estadual.</p>
<p>A abrangência é o transporte entre municípios sob responsabilidade do Estado. O projeto não estabelece uma obrigação geral para os ônibus municipais administrados pelas prefeituras.</p>
<h2>Divulgação digital deverá ser acompanhada de informações físicas</h2>
<p>A proposta determina que os horários sejam apresentados de maneira clara, acessível e atualizada em quatro meios:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Canal</th>
<th>O que o projeto prevê</th>
</tr>
<tr>
<td>Página ou plataforma oficial</td>
<td>Consulta pública aos horários previstos</td>
</tr>
<tr>
<td>Aplicativo oficial ou integrado</td>
<td>Horários e localização dos veículos, quando disponível</td>
</tr>
<tr>
<td>Terminais e locais de embarque</td>
<td>Divulgação física, quando aplicável</td>
</tr>
<tr>
<td>Interior dos veículos</td>
<td>Informações afixadas para consulta dos passageiros</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O texto estabelece expressamente que a divulgação eletrônica não substituirá a afixação dos horários nos terminais e no interior dos veículos.</p>
<p>Essa combinação busca permitir o acesso também a quem não utiliza smartphone ou não dispõe de conexão com a internet durante o deslocamento.</p>
<p>Nos terminais e ônibus, as informações deverão ficar em local de fácil visualização, com formato que permita a leitura e indicação da data da última atualização.</p>
<h2>Linha, origem, destino e horários deverão aparecer juntos</h2>
<p>As informações deverão permitir a identificação, no mínimo, da linha ou serviço, do local de origem, do destino e dos respectivos horários de saída.</p>
<p>Quando houver diferenças na programação conforme o dia, as tabelas deverão ser individualizadas para dias úteis, sábados, domingos e feriados.</p>
<p>A distinção tem efeito prático para quem utiliza serviços com oferta diferente nos fins de semana: a consulta deverá mostrar a programação correspondente ao dia da viagem.</p>
<p>Nos meios eletrônicos, o projeto também prevê, sempre que possível, buscas por linha ou serviço, município de origem, município de destino, terminal ou local de embarque e dia da semana.</p>
<h2>Localização por GPS depende de disponibilidade técnica</h2>
<p>Além dos horários programados, o projeto prevê acompanhamento da posição dos veículos durante a operação, com dados de GPS ou tecnologia equivalente.</p>
<p>Essa funcionalidade está condicionada à disponibilidade técnica. O texto não determina que todos os ônibus passem imediatamente a contar com rastreamento acessível ao público.</p>
<p>Quando o recurso estiver disponível, a plataforma deverá permitir, sempre que tecnicamente possível, identificar o veículo correspondente à linha consultada e sua posição aproximada ao longo do itinerário.</p>
<p>É necessário distinguir as duas informações: o horário previsto indica quando uma viagem está programada para sair; a localização mostra onde o veículo se encontra durante a operação.</p>
<p>A proposta não estabelece uma exigência expressa de cálculo do tempo estimado de chegada a cada ponto. Seu conteúdo trata dos horários de saída e da posição dos coletivos.</p>
<h2>Mudanças programadas deverão ser divulgadas antes de começar</h2>
<p>O Executivo deverá manter atualizados os horários oficialmente estabelecidos.</p>
<p>Alterações programadas precisarão ser incorporadas aos canais oficiais antes de entrar em vigor. A regra busca evitar que o passageiro planeje uma viagem com base em uma tabela que já tenha sido modificada.</p>
<p>Nas interrupções, suspensões ou mudanças excepcionais, o poder público deverá divulgar, sempre que possível, a ocorrência e as informações disponíveis sobre duração ou normalização.</p>
<p>Quando houver dados de localização em tempo real, atrasos e alterações operacionais também deverão ser refletidos na plataforma ou no aplicativo, dentro das possibilidades técnicas.</p>
<p>O texto não define um prazo em minutos para publicação desses avisos nem uma antecedência mínima específica para comunicar alterações programadas.</p>
<h2>Responsabilidade principal será do Executivo</h2>
<p>A obrigação proposta é dirigida ao Poder Executivo estadual. Caberia ao Detro-RJ, ou ao órgão que o substituir, executar as medidas, fiscalizar o cumprimento e adotar providências para manter os dados atualizados.</p>
<p>O projeto permite que o Estado estabeleça obrigações para as operadoras nos instrumentos que disciplinam os serviços, como concessões, permissões, autorizações, contratos e termos.</p>
<p>Essas obrigações poderão incluir o fornecimento de dados de geolocalização.</p>
<p>Para as empresas, a aplicação da medida poderá exigir organização e atualização das informações encaminhadas ao poder público, além de integração tecnológica nos casos de rastreamento. Os requisitos concretos dependerão das providências administrativas e dos instrumentos adotados pelo Estado.</p>
<p>A redação não cria uma multa específica nem apresenta valores de penalidades. Também não identifica empresas individualmente.</p>
<h2>Dados poderão ser utilizados por outras plataformas</h2>
<p>O projeto autoriza o Executivo a disponibilizar horários e localização dos veículos em formato aberto e processável por máquina.</p>
<p>Na prática, isso permitiria que outras plataformas utilizassem os dados oficiais para oferecer ferramentas de consulta aos passageiros.</p>
<p>A abertura dos dados é uma possibilidade prevista no texto, e não uma obrigação formulada nos mesmos termos da divulgação dos horários.</p>
<p>A proposta também permite utilizar aplicativo integrado à plataforma oficial. Portanto, não exige necessariamente a criação de um aplicativo inteiramente novo e exclusivo.</p>
<h2>Direito à informação já existe na legislação federal</h2>
<p>A informação sobre o transporte público já é reconhecida como direito do usuário.</p>
<p>A Política Nacional de Mobilidade Urbana, instituída pela Lei Federal nº 12.587/2012, estabelece o direito de receber, nos pontos de embarque e desembarque, informações gratuitas e acessíveis sobre itinerários, horários, tarifas e integração com outros modos.</p>
<p>A proposta fluminense detalha como os horários das linhas intermunicipais deverão ser apresentados em canais oficiais e físicos, acrescentando regras de atualização e previsão de localização dos veículos.</p>
<p>Na justificativa, o deputado estadual Vinicius Cozzolino argumenta que informações fragmentadas dificultam o planejamento de viagens para trabalho, estudo, tratamentos de saúde e acesso a outros serviços.</p>
<p>O benefício pretendido é dar ao passageiro uma referência oficial e atualizada para organizar o deslocamento. A divulgação, por si só, não representa ampliação da frota ou criação de novas partidas.</p>
<p>O próprio projeto preserva os procedimentos administrativos para criar, alterar, ampliar, reduzir, suspender ou cancelar linhas e horários. Essas decisões continuariam submetidas à legislação e às competências do Executivo e do órgão regulador.</p>
<h2>Autor já apresentou proposta sobre aplicativo de transportes</h2>
<p>Em março de 2024, Cozzolino apresentou o Projeto de Lei nº 3.232/2024, cuja redação original propunha obrigar concessionárias de serviços públicos de transporte a criar o aplicativo “Monitora Transporte RJ”.</p>
<p>Aquela proposta abrangia diferentes modos de transporte e previa informações em tempo real, mapas, alertas e planejamento de deslocamentos. Sua tramitação registra pareceres e um substitutivo da Comissão de Constituição e Justiça.</p>
<p>O novo projeto tem recorte específico no transporte rodoviário intermunicipal e dirige a obrigação principal ao Executivo. Também explicita que a informação digital deve ser acompanhada de divulgação física nos terminais e veículos.</p>
<p>São proposições distintas. O texto de 2026 não informa que substituirá ou revogará o projeto anterior.</p>
<p>Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em maio de 2025, o Detro-RJ também anunciou o canal “Detro Tá On”, pelo WhatsApp, para informações gerais e encaminhamento de demandas dos passageiros. A iniciativa de atendimento é diferente da publicação sistemática dos horários e da localização prevista no novo projeto.</p>
<h2>Tramitação começa pelas comissões</h2>
<p>O PL nº 8.388/2026 está em regime ordinário. O cadastro consultado registra entrada e despacho em 7 de outubro e publicação em 8 de outubro.</p>
<p>A análise está prevista nas seguintes comissões:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Comissão</th>
</tr>
<tr>
<td>Constituição e Justiça</td>
</tr>
<tr>
<td>Transportes</td>
</tr>
<tr>
<td>Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional</td>
</tr>
<tr>
<td>Economia, Indústria e Comércio</td>
</tr>
<tr>
<td>Orçamento, Finanças, Fiscalização Financeira e Controle</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na ficha consultada, a etapa de Constituição e Justiça aparece sem relator indicado e sem parecer registrado.</p>
<p>O artigo final prevê entrada em vigor na data de publicação da eventual lei, sem prazo específico de adaptação. Essa previsão ainda integra uma proposta legislativa: a publicação do projeto em 8 de outubro não colocou as novas exigências em vigor.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Motociclista morre após colidir contra traseira de ônibus do Consórcio Fênix na SC-401, em Florianópolis (SC), nesta segunda-feira (12)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/12/motociclista-morre-apos-colidir-contra-traseira-de-onibus-do-consorcio-fenix-na-sc-401-em-florianopolis-sc-nesta-segunda-feira-12/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 12 Oct 2026 16:40:34 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Acidente ocorreu na altura do quilômetro 1.300, próximo do Terminal de Integração de Canasvieiras VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na manhã desta segunda-feira, 12 de outubro, um motociclista morreu após colidir contra a traseira de um ônibus do transporte público na rodovia SC-401, em Florianópolis (SC); a vítima tinha 42 anos. O coletivo envolvido no acidente é [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="984" height="642" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-12-at-12.15.16-1-.jpg?fit=984%2C642&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-12-at-12.15.16-1-.jpg?w=984&amp;ssl=1 984w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-12-at-12.15.16-1-.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-12-at-12.15.16-1-.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-12-at-12.15.16-1-.jpg?resize=768%2C501&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-12-at-12.15.16-1-.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 984px) 100vw, 984px" /> <p><em>Acidente ocorreu na altura do quilômetro 1.300, próximo do Terminal de Integração de Canasvieiras</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Na manhã desta segunda-feira, 12 de outubro, um motociclista morreu após colidir contra a traseira de um ônibus do transporte público na rodovia SC-401, em Florianópolis (SC); a vítima tinha 42 anos.</p>
<p>O coletivo envolvido no acidente é operado pelo Consórcio Fênix, faz parte da frota do SIM (Sistema Integrado de Mobilidade) e transportava cerca de 10 passageiros.</p>
<p>A ocorrência foi registrada na altura do quilômetro 1.300, sentido Centro, no bairro Canasvieiras, próximo do TICAN (Terminal de Integração de Canasvieiras).</p>
<p>Agentes da Polícia Militar Rodoviária e do Corpo de Bombeiros atenderam o caso. O trânsito foi temporariamente afetado no trecho da rodovia.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Goiânia (GO) estabelece calendário permanente de licenciamento anual dos táxis</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/12/goiania-go-estabelece-calendario-permanente-de-licenciamento-anual-dos-taxis/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 12 Oct 2026 16:00:48 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Renovação das permissões será distribuída de janeiro a outubro, conforme o último algarismo do número da autorização; cronograma valerá também nos próximos anos ADAMO BAZANI A Prefeitura de Goiânia estabeleceu um calendário permanente para o licenciamento anual das permissões de táxi. A renovação deverá ser feita entre janeiro e outubro, no mês correspondente ao último [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="620" height="350" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/taxi-fernando-leite.jpg?fit=620%2C350&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/taxi-fernando-leite.jpg?w=620&amp;ssl=1 620w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/taxi-fernando-leite.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/taxi-fernando-leite.jpg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/taxi-fernando-leite.jpg?resize=400%2C226&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /> <p><em>Renovação das permissões será distribuída de janeiro a outubro, conforme o último algarismo do número da autorização; cronograma valerá também nos próximos anos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de Goiânia estabeleceu um calendário permanente para o licenciamento anual das permissões de táxi. A renovação deverá ser feita entre janeiro e outubro, no mês correspondente ao último algarismo do número da permissão, tanto para operadores pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas.</p>
<p>A regra foi publicada no Diário Oficial do Município de quarta-feira, 7 de outubro de 2026, e também será aplicada nos exercícios seguintes, até que outro ato altere ou revogue o calendário. A referência para definir o mês de renovação é o número da permissão do serviço, e não a placa do veículo.</p>
<p>A medida foi formalizada pela Secretaria Municipal de Engenharia de Trânsito, por meio da Portaria nº 35, assinada em 6 de outubro pelo secretário Francisco Tarcísio Ribeiro de Abreu.</p>
<p>O licenciamento anual integra a atualização do cadastro dos operadores autorizados a prestar o serviço de táxi na capital.</p>
<h3>Permissões com final 1 serão renovadas em janeiro; final 0 corresponde a outubro</h3>
<p>O cronograma distribui as renovações em dez meses consecutivos. Cada permissionário deverá observar o último algarismo de sua autorização e cumprir a documentação prevista na legislação municipal e as demais exigências aplicáveis.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Final do número da permissão</th>
<th>Mês de licenciamento</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>1</td>
<td>Janeiro</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Fevereiro</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>Março</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>Abril</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>Maio</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>Junho</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>Julho</td>
</tr>
<tr>
<td>8</td>
<td>Agosto</td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>Setembro</td>
</tr>
<tr>
<td>0</td>
<td>Outubro</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Assim, uma permissão terminada em 4 terá abril como mês de licenciamento anual. Já uma autorização com final 0 deverá ser renovada em outubro.</p>
<p>A identificação pelo número da permissão é importante porque esse cadastro corresponde à autorização municipal para exploração do serviço. O calendário publicado não utiliza o final da placa como critério.</p>
<h3>Cronograma continuará válido sem necessidade de nova publicação anual</h3>
<p>A portaria determina expressamente que o calendário será aplicado nos exercícios subsequentes, independentemente de uma nova publicação a cada ano.</p>
<p>Isso permite que os operadores conheçam antecipadamente o mês de renovação. O cronograma continuará em vigor até que a Prefeitura publique outro ato para modificá-lo ou revogá-lo.</p>
<p>A obrigação alcança permissionários pessoas físicas e jurídicas. A norma mantém a necessidade de apresentação da documentação exigida pela legislação municipal, mas não relaciona os documentos no próprio texto.</p>
<h3>Publicação em outubro não traz regra específica para os meses de 2026 já transcorridos</h3>
<p>A portaria entrou em vigor na data da publicação, em 7 de outubro. Entretanto, o texto não estabelece uma regra específica de transição para as permissões cujos meses de renovação, conforme o novo calendário, já passaram em 2026.</p>
<p>Por isso, a publicação não permite concluir que os operadores com permissões terminadas em 1 a 9 ficaram automaticamente irregulares por não terem seguido, antes da edição da norma, o cronograma agora estabelecido.</p>
<p>Para essas situações, é necessário observar a orientação do órgão municipal responsável pelo cadastro e pelo licenciamento. Para os próximos exercícios, a distribuição dos meses está expressamente definida.</p>
<h3>Renovação anual mantém atualizado o cadastro dos operadores de táxi</h3>
<p>Nos fundamentos da portaria, a Secretaria Municipal de Engenharia de Trânsito destaca sua competência para expedir permissões e manter, renovar e gerir o cadastro dos operadores do serviço.</p>
<p>O ato também considera a necessidade de estabelecer prazo para que os permissionários realizem o licenciamento anual.</p>
<p>A regulamentação se apoia na legislação municipal do serviço de táxi, incluindo a Lei nº 9.445/2014 e o Decreto nº 2.917/2014, com suas alterações.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  <item>
    <title>Volta do feriado de ônibus a São Paulo: veja como escolher horários e se preparar para possíveis atrasos nesta segunda-feira (12)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/12/volta-do-feriado-de-onibus-a-sao-paulo-veja-como-escolher-horarios-e-se-preparar-para-possiveis-atrasos-nesta-segunda-feira-12/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 12 Oct 2026 15:01:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Passageiros devem considerar o percurso até a capital, os períodos de maior movimento nas rodovias e o transporte disponível depois do desembarque ADAMO BAZANI Quem vai retornar de ônibus a São Paulo nesta segunda-feira, 12 de outubro de 2026, feriado de Nossa Senhora Aparecida, deve considerar os horários de maior movimento nas rodovias ao planejar [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1550427E2.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1550427E2.jpg?w=3940&amp;ssl=1 3940w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1550427E2.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1550427E2.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1550427E2.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1550427E2.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1550427E2.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1550427E2.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1550427E2.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1550427E2.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Passageiros devem considerar o percurso até a capital, os períodos de maior movimento nas rodovias e o transporte disponível depois do desembarque</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br /><br />Quem vai retornar de ônibus a São Paulo nesta segunda-feira, 12 de outubro de 2026, feriado de Nossa Senhora Aparecida, deve considerar os horários de maior movimento nas rodovias ao planejar a viagem. Os congestionamentos previstos pelas concessionárias podem aumentar o tempo de deslocamento e alterar a chegada aos terminais rodoviários.<br /><br />Para escolher a passagem, a principal orientação é observar não apenas o horário de embarque, mas também o momento em que o ônibus deverá atravessar os trechos mais carregados. Na volta da Baixada Santista, o maior movimento está previsto das 10h às 23h; na Anhanguera e na Bandeirantes, das 15h às 22h; na Castello Branco, das 11h às 18h; e na Ayrton Senna e na Carvalho Pinto, das 9h às 23h.<br /><br /><strong>Qual é o melhor horário para voltar de ônibus?</strong><br /><br />Não existe um horário único que sirva para todas as viagens. A escolha depende da cidade de origem, da duração do percurso, do itinerário da linha e das partidas disponíveis.<br /><br />Para quem retorna de cidades próximas à capital, uma viagem nas primeiras horas da manhã pode permitir a passagem pelas rodovias antes dos períodos previstos de maior movimento.<br /><br />Já em trajetos longos, sair pela manhã não significa necessariamente evitar o congestionamento. Um ônibus que parte de uma cidade distante pode alcançar a Grande São Paulo justamente no pico da tarde ou da noite.<br /><br />Antes da compra, vale conferir com a empresa o itinerário e a previsão de chegada. Essa previsão deve ser considerada uma referência, pois as condições da estrada podem mudar durante o percurso.<br /><br /><strong>Confira os períodos de maior movimento</strong><br /><br /><strong>Rodovia ou sistema utilizado pelo ônibus| Previsão de maior movimento na segunda-feira (12)</strong><br /><strong>Anchieta-Imigrantes|</strong> Das 10h às 23h, no retorno à capital<br /><strong>Anhanguera-Bandeirantes|</strong> Das 15h às 22h<br /><strong>Castello Branco Raposo Tavares</strong> | Das 11h às 18h, no sentido capital<br /><strong>Ayrton Senna-Carvalho Pinto</strong>| Das 9h às 23h, no sentido São Paulo<br /><br />Essas faixas correspondem às previsões de tráfego das concessionárias, não a horários de funcionamento das linhas de ônibus. As partidas devem ser consultadas diretamente nos canais de venda das empresas.<br /><br /><strong>Volta da Baixada Santista: manhã pode ser alternativa</strong><br /><br />Para passageiros de linhas que utilizam o Sistema Anchieta-Imigrantes, a previsão da Ecovias Imigrantes indica um período prolongado de movimento intenso, das 10h às 23h de segunda-feira.<br /><br />Quando houver disponibilidade, uma partida nas primeiras horas da manhã pode ajudar a realizar o percurso antes dessa faixa. É necessário considerar também o deslocamento do ônibus dentro da cidade de origem e até o acesso à rodovia.<br /><br />Quem pretende voltar na terça-feira (13) deve observar que a concessionária prevê fluxo elevado das 6h às 12h. Portanto, adiar a viagem para o dia seguinte não garante menor tempo de percurso.<br /><br /><strong>Interior: escolha depende da estrada utilizada</strong><br /><br />Na Anhanguera e na Bandeirantes, a Motiva Autoban prevê maior movimento das 15h às 22h de segunda-feira. Para viagens mais curtas, partidas pela manhã podem favorecer a passagem antes desse período.<br /><br />Na Castello Branco, a Ecovias Raposo Castello recomenda aos usuários viajar antes das 11h ou após as 18h. Para o passageiro de ônibus, essa informação deve ser combinada com a duração da viagem e os horários efetivamente oferecidos pela companhia.<br /><br />Uma partida depois das 18h pode resultar em desembarque mais tarde na capital. Antes de escolher essa opção, é importante verificar como será feito o restante do caminho até a residência.<br /><br /><strong>Vale do Paraíba e Litoral Norte: considere todas as etapas</strong><br /><br />No Corredor Ayrton Senna-Carvalho Pinto, a Ecovias Leste Paulista prevê movimento mais intenso no sentido São Paulo das 9h às 23h de segunda-feira.<br /><br />Para quem vem do Litoral Norte, o percurso pode incluir a Tamoios e outras vias antes de chegar à Carvalho Pinto. O planejamento precisa considerar essas etapas, além dos acessos e das paradas previstas na linha.<br /><br />Na Tamoios, não haverá fechamento noturno dos túneis para manutenção entre 9 e 13 de outubro, segundo a concessionária. O comunicado da operação do feriado não estabelece uma faixa específica de pico para o retorno na segunda-feira.<br /><br /><strong>Aparecida: atenção ao embarque e à previsão de chegada</strong><br /><br />Passageiros que retornam de Aparecida devem conferir previamente o local de embarque, o horário da passagem e o terminal de desembarque em São Paulo.<br /><br />A RioSP prevê aproximadamente 294 mil veículos na Dutra na segunda-feira. A estimativa considera a circulação na rodovia, não apenas o fluxo em direção à capital.<br /><br />Além do movimento de veículos, a região recebe peregrinos a pé e de bicicleta. O comunicado da concessionária não informa um intervalo específico de pico para o retorno, o que reforça a importância de acompanhar as condições atualizadas.</p>
<ul>
<li><strong>DICAS:</strong><br /><br />Reserve tempo para chegar ao embarque<br /><br />O planejamento começa antes de entrar no ônibus. O trânsito na cidade de origem e nos acessos à rodoviária pode dificultar a chegada do passageiro ao terminal.<br /><br />A recomendação é seguir a antecedência de apresentação informada pela empresa e acrescentar uma margem para o deslocamento até o embarque.<br /><br />Confira a data, o horário, a cidade de origem e o endereço de saída indicados no bilhete. Verifique também os documentos exigidos, principalmente em viagens com crianças e adolescentes.<br /><br />Quem ainda precisa comprar a passagem deve consultar a disponibilidade nos canais oficiais de venda. A existência de partidas em outros dias ou horários não significa que haverá lugares disponíveis na opção desejada.<br /><br />Evite compromissos imediatamente após a chegada<br /><br />A previsão de desembarque pode mudar em razão de congestionamentos, acidentes e condições do tempo.<br /><br />Por isso, é prudente evitar compromissos com horário apertado logo após a chegada, como outra viagem, atendimento agendado ou início de expediente.<br /><br />Quem tem conexão deve reservar uma margem compatível com o deslocamento entre terminais e com a possibilidade de atraso na estrada. Também é importante conferir antecipadamente as condições de alteração da passagem com a empresa responsável pelo trecho seguinte.<br /><br />Planeje o transporte da rodoviária até sua casa<br /><br />Antes do embarque, confira em qual terminal o ônibus chegará. O desembarque pode ocorrer no Tietê, na Barra Funda, no Jabaquara ou em outro ponto previsto pela linha.<br /><br />Quem depende de ônibus urbanos, trens ou metrô deve verificar os horários e a operação do feriado, especialmente se a chegada estiver prevista para o fim da noite.<br /><br />Essa consulta deve considerar um possível desembarque posterior ao estimado. Se houver risco de perder o último serviço disponível, vale organizar uma alternativa para completar o caminho.<br /><br />Leve itens essenciais na bagagem de mão<br /><br />Água, medicamentos de uso habitual, documentos, passagem e celular carregado devem ficar acessíveis durante a viagem.<br /><br />Para quem viaja com crianças, idosos ou pessoas que precisam de cuidados específicos, é importante preparar o necessário para um percurso que eventualmente dure mais do que o previsto.<br /><br />Durante o deslocamento, utilize o cinto de segurança e siga as orientações da equipe. Em caso de parada ou retenção na estrada, aguarde as instruções antes de desembarcar.<br /><br />Escolher um horário fora das faixas previstas de maior movimento pode ajudar no planejamento, mas não elimina a possibilidade de atrasos. Para o passageiro, a preparação mais útil é combinar a escolha da viagem com tempo de reserva e uma chegada organizada à capital.<br /><br /><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></li>
</ul>
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    <title>Primeira janela extraordinária da ANTT: veja o que se sabe da disputa por novas ligações de ônibus e das etapas após os lances</title>
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    <pubDate>Mon, 12 Oct 2026 14:03:50 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Apresentação de valores está prevista de 26 de outubro a 6 de novembro de 2026; seleção pelo maior lance será seguida de confirmação de interesse, pagamento e análise das autorizações antes da implantação dos serviços ADAMO BAZANI As empresas de ônibus que disputam mercados na primeira janela extraordinária da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1300232.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1300232.jpg?w=3742&amp;ssl=1 3742w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1300232.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1300232.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1300232.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1300232.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1300232.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1300232.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1300232.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1300232.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Apresentação de valores está prevista de 26 de outubro a 6 de novembro de 2026; seleção pelo maior lance será seguida de confirmação de interesse, pagamento e análise das autorizações antes da implantação dos serviços</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>As empresas de ônibus que disputam mercados na primeira janela extraordinária da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deverão apresentar seus lances entre 26 de outubro e 6 de novembro de 2026. O calendário permanece previsto no comunicado mais recente da agência consultado para esta reportagem, publicado em setembro após a retomada do procedimento.</p>
<p>A seleção será aplicada às ligações que receberam mais solicitações do que vagas disponíveis, com classificação pelo maior lance financeiro e sorteio em caso de empate. Para os passageiros, essa fase poderá resultar em novas opções de transportadoras, mas o encerramento dos lances não corresponde ao início imediato das viagens: as contempladas ainda terão de cumprir etapas administrativas e obter as respectivas autorizações.</p>
<h2>Por que determinadas ligações precisam de disputa</h2>
<p>A primeira janela extraordinária, identificada como nº 01/2024, integra a implementação do marco regulatório do transporte rodoviário interestadual de passageiros.</p>
<p>O procedimento prevê o ingresso de até duas novas transportadoras nos mercados classificados como desatendidos e de uma nova empresa nos mercados atendidos por apenas uma transportadora.</p>
<p>Quando a quantidade de solicitações válidas cabe no limite estabelecido, a distribuição pode ocorrer sem disputa por lances. Quando supera esse limite, o mercado segue para o processo seletivo.</p>
<p>Na linguagem da regulamentação, mercado é a ligação entre municípios de estados diferentes. Uma mesma linha pode atender diversos mercados ao permitir viagens entre cidades intermediárias de seu percurso.</p>
<p>Por isso, a quantidade de mercados encaminhados à seleção não equivale à quantidade de novas linhas independentes que serão implantadas.</p>
<p>Em levantamento publicado em 21 de setembro de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> identificou 5.459 mercados classificados para o processo seletivo, reunindo 16.665 solicitações.</p>
<p>Entre os exemplos estavam Niterói (RJ)–Aparecida (SP) e São Gonçalo (RJ)–São José dos Campos (SP), com nove solicitações para duas vagas em cada ligação.</p>
<p>Também apareciam com oito solicitações para duas vagas os mercados Governador Valadares (MG)–Guarulhos (SP), Ipatinga (MG)–Guarulhos (SP), Brasília (DF)–Curimatá (PI) e Recife (PE)–Parnamirim (RN).</p>
<p>Esses números retratam a relação analisada naquela reportagem. A presença de uma ligação na lista indica que haverá seleção entre as interessadas, sem definir antecipadamente as vencedoras ou a data de implantação dos serviços.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/21/exclusivo-antt-tem-5-459-mercados-de-onibus-na-proxima-etapa-da-janela-extraordinaria-ligacoes-entre-rio-de-janeiro-e-sao-paulo-lideram-disputas/?utm_source=chatgpt.com">EXCLUSIVO: ANTT tem 5.459 mercados de ônibus na próxima etapa da Janela Extraordinária; ligações entre Rio de Janeiro e São Paulo lideram disputas</a></p>
<p>O critério previsto para essa janela é o maior lance financeiro oferecido pelo mercado disputado. Em caso de empate, a regra prevê sorteio.</p>
<p>O valor apresentado pela transportadora corresponde à disputa pela oportunidade de obter a autorização. Não é uma oferta de tarifa ao passageiro.</p>
<p>Portanto, vencer com o maior lance não significa oferecer a passagem mais barata, nem estabelece automaticamente quantos horários serão disponibilizados.</p>
<p>A eventual ampliação da concorrência poderá influenciar preços e serviços, mas os efeitos dependerão da implantação das operações e das decisões comerciais das empresas.</p>
<h2>O que acontece depois da seleção</h2>
<p>A classificação é seguida de compromissos formais. A empresa contemplada precisa confirmar que deseja operar, pagar o valor devido e apresentar o pedido de autorização.</p>
<p>Como detalhou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em 5 de outubro, a sequência prevê:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Etapa</th>
<th>Regra prevista</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Confirmação de interesse</td>
<td>A contemplada dispõe de 48 horas, contadas do recebimento da convocação.</td>
</tr>
<tr>
<td>Pagamento</td>
<td>Após confirmar o interesse, recebe a guia dos lances, com prazo de cinco dias úteis para quitação.</td>
</tr>
<tr>
<td>Pedido de autorização</td>
<td>Confirmado o pagamento, tem prazo improrrogável de 30 dias para solicitar novo Termo de Autorização ou modificar um existente.</td>
</tr>
<tr>
<td>Análise administrativa</td>
<td>A obtenção da autorização depende do cumprimento dos requisitos aplicáveis.</td>
</tr>
<tr>
<td>Implantação</td>
<td>As viagens dependem da formalização da autorização e da organização efetiva do serviço.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Os prazos são vinculados às respectivas convocações e atos administrativos. Não devem ser somados automaticamente a partir de 6 de novembro como se todas as empresas passassem pelas etapas no mesmo dia.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/empresas-que-ganham-novas-ligacoes-de-onibus-no-brasil-precisam-manter-atendimento-por-pelo-menos-um-ano/?utm_source=chatgpt.com">Empresas que ganham novas ligações de ônibus no Brasil precisam manter atendimento por pelo menos um ano</a></p>
<p>A ANTT retomou o procedimento por meio do Comunicado SUPAS nº 45, de 14 de setembro de 2026. A SUPAS é a Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros.</p>
<p>O ato informa que a retomada decorreu de decisão do Supremo Tribunal Federal que reconsiderou a medida cautelar anteriormente proferida na Reclamação nº 86.498/DF.</p>
<p>O calendário anterior previa a disponibilização do sistema para lances em julho. A suspensão judicial impediu o prosseguimento naquela ocasião, e a agência anunciou posteriormente o período de 26 de outubro a 6 de novembro.</p>
<p>Até a consulta realizada para esta reportagem, em 11 de outubro de 2026, a página de comunicados da janela apresentava o Comunicado nº 45 como o mais recente.</p>
<h2>Autorizações sem disputa já começaram a ser publicadas</h2>
<p>Enquanto os mercados sujeitos à seleção aguardam os lances, outra parte da janela já chegou à fase de autorizações.</p>
<p>Em 14 de setembro, a ANTT anunciou 39 decisões, correspondentes à emissão de 18 novos Termos de Autorização e à ampliação de outros 21 existentes. Segundo a agência, esse pacote abrangia mais de 3 mil pares de origem e destino.</p>
<p>Trata-se de um conjunto específico de decisões daquele momento, e não do total atualizado de todas as autorizações decorrentes da janela.</p>
<p>A agência também esclareceu que a disponibilização das viagens depende do início da operação pelas transportadoras, conforme as condições da regulamentação e o esquema operacional cadastrado.</p>
<p>O comunicado de retomada reforça que as viagens precisam observar o esquema operacional da linha, inclusive os pontos de embarque e desembarque registrados na ANTT.</p>
<p>Conquistar um mercado não permite à empresa oferecer embarques em qualquer local ou atender livremente todas as cidades situadas ao longo de uma rodovia.</p>
<p>A fiscalização poderá avaliar operações realizadas em desacordo com o cadastro e aplicar as penalidades cabíveis.</p>
<p>Para o passageiro, a informação relevante será a configuração efetivamente autorizada: cidades atendidas, locais de embarque, horários e serviços disponíveis para compra.</p>
<p>O período de lances está definido, mas ainda será necessário conhecer a classificação das participantes, as confirmações de interesse e o cumprimento das exigências posteriores.</p>
<p>Também dependerão da implantação de cada operação os horários, as tarifas, os tipos de ônibus e o calendário de venda de passagens.</p>
<p>Assim, o processo seletivo poderá ampliar as alternativas de viagens interestaduais gradualmente. O resultado prático será medido pela entrada dos serviços em operação e pela continuidade do atendimento aos passageiros.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Ônibus da Expresso São Luiz tomba na Serra da Petrovina, em Mato Grosso, e deixa feridos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/12/onibus-da-expresso-sao-luiz-tomba-na-serra-da-petrovina-em-mato-grosso-e-deixa-feridos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 12 Oct 2026 13:58:29 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículo havia saído de Sinop e acidente ocorreu em uma curva da BR-364, em Pedra Preta ADAMO BAZANI Um ônibus rodoviário da Expresso São Luiz tombou em uma curva na Serra da Petrovina, na BR-364, em Pedra Preta (MT), na manhã desta segunda-feira, 12 de outubro de 2026. Segundo as informações preliminares atribuídas à Polícia [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="984" height="554" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-10.44.48-1.jpeg?fit=984%2C554&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-10.44.48-1.jpeg?w=984&amp;ssl=1 984w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-10.44.48-1.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-10.44.48-1.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-10.44.48-1.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-10.44.48-1.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 984px) 100vw, 984px" /> <p><em>Veículo havia saído de Sinop e acidente ocorreu em uma curva da BR-364, em Pedra Preta</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Um ônibus rodoviário da Expresso São Luiz tombou em uma curva na Serra da Petrovina, na BR-364, em Pedra Preta (MT), na manhã desta segunda-feira, 12 de outubro de 2026. Segundo as informações preliminares atribuídas à Polícia Rodoviária Federal (PRF), duas pessoas ficaram feridas.</p>
<p>A ocorrência foi registrada por volta das 5h20, no km 137 da rodovia. Conforme essas informações, o ônibus havia saído de Sinop (MT), transportava 16 passageiros e seguia para Natal (RN).</p>
<p>Uma das vítimas sofreu uma fratura no pé e a outra teve uma fratura na clavícula.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-538500" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-10.44.48.jpeg?resize=984%2C554&#038;ssl=1" alt="" width="984" height="554" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-10.44.48.jpeg?w=984&amp;ssl=1 984w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-10.44.48.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-10.44.48.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-10.44.48.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-12-at-10.44.48.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 984px) 100vw, 984px" /></p>
<p>Segundo o relato apresentado à PRF, o motorista afirmou que o ônibus apresentou um problema na direção, o que teria impedido o veículo de completar a curva e provocado o tombamento.</p>
<p>A declaração do condutor é uma versão preliminar sobre a dinâmica da ocorrência. A existência de uma falha mecânica e sua eventual relação com o acidente dependem de apuração.</p>
<p>O motorista foi submetido ao teste do bafômetro, cujo resultado não apontou ingestão de bebida alcoólica.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Ônibus da Mobibrasil bate em muro de escola e invade terreno na Zona Sul de São Paulo nesta segunda-feira (12)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/12/onibus-da-mobibrasil-bate-em-muro-de-escola-e-invade-terreno-na-zona-sul-de-sao-paulo-nesta-segunda-feira-12/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 12 Oct 2026 13:30:24 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Acidente aconteceu no encontro das avenidas Cupecê e Garcia de Ávila, no Jardim Miriam ARTHUR FERRARI Um ônibus municipal de São Paulo, operado pela Mobibrasil, desgovernado atingiu o muro da Escola Estadual Leonor Quadros, no Jardim Miriam, Zona Sul de São Paulo, no encontro das avenidas Cupecê e Garcia de Ávila, e invadiu o terreno [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Foto_-JTP-Reportagem_-Adamo-Bazani-Edicao_-Arthur-Ferrari_20261012_103206_0000.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Foto_-JTP-Reportagem_-Adamo-Bazani-Edicao_-Arthur-Ferrari_20261012_103206_0000.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Foto_-JTP-Reportagem_-Adamo-Bazani-Edicao_-Arthur-Ferrari_20261012_103206_0000.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Foto_-JTP-Reportagem_-Adamo-Bazani-Edicao_-Arthur-Ferrari_20261012_103206_0000.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Foto_-JTP-Reportagem_-Adamo-Bazani-Edicao_-Arthur-Ferrari_20261012_103206_0000.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Foto_-JTP-Reportagem_-Adamo-Bazani-Edicao_-Arthur-Ferrari_20261012_103206_0000.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Acidente aconteceu no encontro das avenidas Cupecê e Garcia de Ávila, no Jardim Miriam</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um ônibus municipal de São Paulo, operado pela Mobibrasil, desgovernado atingiu o muro da Escola Estadual Leonor Quadros, no Jardim Miriam, Zona Sul de São Paulo, no encontro das avenidas Cupecê e Garcia de Ávila, e invadiu o terreno da instituição na manhã desta segunda-feira, 13 de outubro de 2026.</p>
<p>Informações preliminares apontam que ninguém se feriu no acidente. A escola estava vazia devido ao feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> procurou a SPTrans, responsável pelo gerenciamento do sistema de ônibus da capital paulista, que disse por meio de nota que o coletivo circulava reservado, ou seja, sem passageiros, no momento do acidente.</p>
<p><strong>Nota da SPTrans na íntegra</strong></p>
<p><em>A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que uma equipe do Programa de Redução de Acidentes de Transporte (PRAT) apura uma ocorrência na Avenida Cupecê, sentido bairro, na região do Jardim Miriam. O caso foi registrado às 6h34 desta segunda-feira (12) e envolveu um ônibus da Mobibrasil que operava em modo reservado.</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Rodoviários de empresas de turismo do Pará convocam assembleia em Belém para negociar salários e condições de trabalho</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/12/rodoviarios-de-empresas-de-turismo-do-para-convocam-assembleia-em-belem-para-negociar-salarios-e-condicoes-de-trabalho/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 12 Oct 2026 13:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Fretamento]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Reunião será em 28 de outubro, antes da data-base de novembro; edital prevê discussão de medidas em caso de impasse, enquanto convenção anterior estabeleceu reajuste de 7,5% ADAMO BAZANI Os trabalhadores rodoviários de empresas de turismo do Pará foram convocados para uma assembleia em Belém, em 28 de outubro de 2026, para discutir a proposta [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="786" height="587" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transpoeri.jpg?fit=786%2C587&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transpoeri.jpg?w=786&amp;ssl=1 786w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transpoeri.jpg?resize=300%2C224&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transpoeri.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transpoeri.jpg?resize=768%2C574&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transpoeri.jpg?resize=400%2C299&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 786px) 100vw, 786px" /> <p><em>Reunião será em 28 de outubro, antes da data-base de novembro; edital prevê discussão de medidas em caso de impasse, enquanto convenção anterior estabeleceu reajuste de 7,5%</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Os trabalhadores rodoviários de empresas de turismo do Pará foram convocados para uma assembleia em Belém, em 28 de outubro de 2026, para discutir a proposta de salários e condições de trabalho da negociação coletiva 2026/2027. A reunião será na sede do Sintritur, no bairro Castanheira, com primeira convocação às 10h e segunda às 10h30, antes da data-base da categoria, em 1º de novembro.</p>
<p>Os participantes também deverão decidir sobre autorizações para a diretoria negociar com os representantes das empresas e adotar medidas caso não haja acordo, incluindo recurso à Justiça do Trabalho e discussão do exercício do direito de greve. O edital não informa percentual de reajuste pretendido para a nova negociação. Como referência histórica, a convenção do segmento para 2025/2026 estabeleceu aumento de 7,5%, aplicado a partir de novembro de 2025.</p>
<h3>Assembleia discutirá a proposta para 2026/2027 e dará autorização para negociação com as empresas</h3>
<p>A convocação foi publicada no Diário Oficial do Estado do Pará . O documento é datado de 7 de outubro e assinado pelo presidente do Sintritur, Luiz Carlos Rosa.</p>
<p>A entidade é o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas, Cooperativas e Associações de Transportes Rodoviários de Passageiros Interestadual, Intermunicipal, Turismo, Fretamento e Transporte Seletivo do Estado do Pará.</p>
<p>Embora o nome do sindicato abranja diferentes atividades, esta convocação é dirigida especificamente aos rodoviários de empresas de turismo.</p>
<p>O primeiro assunto da assembleia será a proposta da norma coletiva de trabalho para 2026/2027. Em seguida, os trabalhadores deverão deliberar sobre autorização para que a diretoria celebre acordo ou convenção coletiva com as categorias patronais.</p>
<p>A convenção coletiva reúne condições negociadas entre entidades representativas dos trabalhadores e dos empregadores. O acordo coletivo é firmado entre o sindicato dos trabalhadores e uma ou mais empresas. A convocação contempla as duas possibilidades, sem identificar quais empresas participarão das negociações.</p>
<h3>Índice para a nova campanha ainda não foi identificado; reajuste anterior foi de 7,5%</h3>
<p>O edital publicado nesta quinta-feira não apresenta uma proposta numérica de aumento salarial, novos pisos ou valores de benefícios. Também não foi localizada, nas fontes públicas consultadas, uma pauta com índice específico para a campanha do turismo com data-base em novembro de 2026.</p>
<p>A consulta ao Sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego permitiu identificar a convenção anterior, firmada pelo Sintritur e pelo Sindicato das Empresas de Turismo no Estado do Pará, o Sindetur.</p>
<p>Esse instrumento tem vigência de 1º de novembro de 2025 a 31 de outubro de 2026 e estabeleceu reajuste de 7,5% a partir de novembro de 2025. A tabela salarial registrada apresenta os seguintes pisos:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Função</th>
<th>Piso na convenção 2025/2026</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Condutor de veículo rodoviário</td>
<td>R$ 2.886,63</td>
</tr>
<tr>
<td>Mecânico B</td>
<td>R$ 2.162,66</td>
</tr>
<tr>
<td>Mecânico C</td>
<td>R$ 3.199,62</td>
</tr>
<tr>
<td>Lavador veicular</td>
<td>R$ 1.589,70</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A abrangência declarada é estadual, para empregados das empresas representadas pelo Sindetur pertencentes às categorias profissionais diferenciadas de condutores de veículos rodoviários, mecânicos B e C e lavadores veiculares.</p>
<p>Esses valores e o percentual de 7,5% pertencem à negociação anterior. Não constituem uma proposta já apresentada ou aprovada para o período 2026/2027.</p>
<h3>Edital prevê discussão de dissídio coletivo e direito de greve se a negociação fracassar</h3>
<p>Outro ponto da reunião será a autorização para a diretoria instaurar dissídio coletivo de natureza jurídica ou econômica caso a negociação entre trabalhadores e empregadores não tenha resultado.</p>
<p>Em linguagem prática, o dissídio coletivo leva uma controvérsia coletiva à Justiça do Trabalho. Ele pode envolver a interpretação de normas ou a discussão de condições de trabalho, conforme a natureza do pedido e os requisitos aplicáveis.</p>
<p>O edital também menciona a oportunidade de exercer o direito de greve, com referência à Constituição Federal e à Lei de Greve.</p>
<p>Essa previsão integra a pauta de deliberação. A publicação não comunica uma paralisação aprovada, não estabelece data de interrupção dos serviços e não apresenta uma relação de empresas ou viagens que seriam afetadas.</p>
<p>A assembleia poderá ainda ser declarada aberta em caráter permanente até o encerramento das reivindicações, conforme propõe a convocação. Isso permite manter o processo de discussão e deliberação durante os desdobramentos da campanha.</p>
<h3>Reunião terá duas convocações na sede do sindicato, no bairro Castanheira</h3>
<p>A assembleia será realizada na Rua Euclides da Cunha, nº 225, bairro Castanheira, em Belém.</p>
<p>Na primeira convocação, às 10h, o edital exige participação de 50% dos associados mais um. Na segunda, às 10h30, a reunião poderá ocorrer com qualquer número de associados presentes.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Informação</th>
<th>Detalhe</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Data</td>
<td>28 de outubro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Primeira convocação</td>
<td>10h</td>
</tr>
<tr>
<td>Segunda convocação</td>
<td>10h30</td>
</tr>
<tr>
<td>Local</td>
<td>Sede do Sintritur</td>
</tr>
<tr>
<td>Endereço</td>
<td>Rua Euclides da Cunha, 225, Castanheira, Belém</td>
</tr>
<tr>
<td>Público convocado</td>
<td>Rodoviários de empresas de turismo</td>
</tr>
<tr>
<td>Período em discussão</td>
<td>Negociação coletiva 2026/2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Data-base informada</td>
<td>1º de novembro</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Rápido Federal perde recurso no DF e tribunal mantém pedágio na base do ICMS sobre passagens</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/12/rapido-federal-perde-recurso-no-df-e-tribunal-mantem-pedagio-na-base-do-icms-sobre-passagens/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 12 Oct 2026 12:01:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão administrativa envolve tributação do transporte rodoviário e pode subsidiar discussões semelhantes em outros estados; efeito sobre o preço ao passageiro depende da composição do bilhete e das regras aplicáveis a cada serviço ADAMO BAZANI A Rápido Federal Viação Ltda. perdeu um recurso no Tribunal Administrativo de Recursos Fiscais do Distrito Federal (TARF), que manteve [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="953" height="663" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rfederal.jpg?fit=953%2C663&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rfederal.jpg?w=953&amp;ssl=1 953w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rfederal.jpg?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rfederal.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rfederal.jpg?resize=768%2C534&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rfederal.jpg?resize=400%2C278&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 953px) 100vw, 953px" /> <p><em>Decisão administrativa envolve tributação do transporte rodoviário e pode subsidiar discussões semelhantes em outros estados; efeito sobre o preço ao passageiro depende da composição do bilhete e das regras aplicáveis a cada serviço</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Rápido Federal Viação Ltda. perdeu um recurso no Tribunal Administrativo de Recursos Fiscais do Distrito Federal (TARF), que manteve o entendimento de que o pedágio cobrado do passageiro deve integrar a base de cálculo do ICMS no transporte interestadual e intermunicipal. Publicado nesta quinta-feira, 8 de outubro de 2026, o acórdão considera essa parcela parte do preço do serviço de transporte, mesmo quando identificada separadamente na cobrança.</p>
<p>Para o passageiro, a discussão importa porque a inclusão do pedágio no cálculo do imposto pode influenciar a composição do preço da viagem. A decisão, porém, não determina aumento das passagens nem fixa cobrança adicional aos usuários. Para o mercado, reforça a necessidade de conferir quais parcelas do bilhete são tributadas e pode ser utilizada como argumento em disputas semelhantes, embora não obrigue automaticamente outros estados a seguir o entendimento do DF.</p>
<p>A Segunda Câmara do TARF conheceu e negou o recurso da empresa por unanimidade, acompanhando o voto do relator, conselheiro Carlos Daisuke Nakata.</p>
<p>A Rápido Federal tem sede em Brasília e integra o Grupo Guanabara, segundo o portal comercial do grupo. A empresa atua no transporte rodoviário de passageiros em diferentes regiões do país.</p>
<h3>O que foi decidido e quando ocorreu o julgamento</h3>
<p>O Acórdão nº 133/2026 foi publicado na página 14 do Diário Oficial do Distrito Federal. O processo administrativo é o nº 04034-00001463/2023-57, relacionado ao Recurso Voluntário nº 61/2026.</p>
<p>A publicação informa como data do julgamento 13 de agosto de 2026 e traz, ao final, a indicação “Sala das Sessões, Brasília/DF, 17 de setembro de 2026”. Assim, o fato novo é a divulgação do acórdão em 8 de outubro, e não um julgamento realizado nesta quinta-feira.</p>
<p>O entendimento mantido pelo colegiado é que o valor do pedágio cobrado do tomador do serviço — no transporte de passageiros, o usuário que contrata a viagem — integra a contraprestação pelo transporte e compõe a base de cálculo do ICMS.</p>
<p>Base de cálculo é o valor sobre o qual se aplica a alíquota para determinar o imposto devido. A controvérsia, portanto, envolve quais componentes da cobrança entram nessa conta.</p>
<p>O TARF também afirmou que a Consulta Tributária nº 19/2011, regularmente publicada, constitui norma complementar da legislação tributária e vincula a atuação da administração fiscal.</p>
<p>O extrato não apresenta o valor discutido, o período fiscalizado, as viagens envolvidas ou a íntegra dos argumentos da defesa. Também não permite confirmar se houve recurso posterior ou encerramento definitivo do processo administrativo.</p>
<h3>A própria Rápido Federal já havia consultado o Fisco sobre o tema em 2011</h3>
<p>A apuração do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> encontrou um antecedente diretamente relacionado à empresa.</p>
<p>No Diário Oficial de 13 de junho de 2011, foram publicadas duas respostas sobre a composição tributária das passagens: a Solução de Consulta nº 19/2011, apresentada pela Real Expresso, e a nº 20/2011, formulada pela Rápido Federal.</p>
<p>As empresas questionavam a inclusão de seguro, pedágio e tarifa de utilização do terminal na base do ICMS.</p>
<p>Nas duas respostas, o Fisco distrital concluiu que seguro e pedágio integravam essa base. A tarifa de embarque foi excluída, com fundamento na sua natureza de receita da administração do terminal e na distinção entre o serviço do terminal e o transporte.</p>
<p>Há, portanto, um histórico de orientação administrativa sobre o assunto desde 2011. O acórdão de 2026 cita expressamente a Consulta nº 19; a nº 20 constitui um antecedente adicional localizado pela reportagem.</p>
<h3>Como a tributação pode afetar o preço da passagem</h3>
<p>O ICMS é um imposto de competência dos estados e do Distrito Federal. A Lei Complementar nº 87/1996 estabelece que, no transporte interestadual e intermunicipal, sua base de cálculo é o preço do serviço.</p>
<p>A mesma legislação prevê a inclusão do próprio imposto e de outras importâncias pagas, recebidas ou debitadas, nas condições estabelecidas pela lei.</p>
<p>Isso ajuda a explicar por que identificar o pedágio em uma linha separada do bilhete não significa, por si só, retirá-lo da tributação.</p>
<p>Para visualizar o efeito econômico, considere uma hipótese simplificada: uma cobrança tributável de R$ 110, dos quais R$ 10 correspondam ao pedágio, com alíquota ilustrativa de 12%. A parcela do imposto associada a esses R$ 10 seria de R$ 1,20.</p>
<p>Esse exemplo considera o valor final já cobrado. Quando se parte de valores líquidos e se pretende acrescentar o imposto preservando integralmente essas receitas, o cálculo muda, porque o ICMS integra sua própria base.</p>
<p>Uma parcela líquida hipotética de R$ 10, integralmente tributável a 12%, corresponderia a aproximadamente R$ 11,36 no preço com imposto, obtidos pela divisão de R$ 10 por 0,88.</p>
<p>Esses números são apenas demonstrações matemáticas. Não representam a alíquota, o valor do pedágio, a cobrança discutida no processo ou um reajuste anunciado pela Rápido Federal.</p>
<h3>A decisão não estabelece reajuste automático</h3>
<p>A consequência tributária e a decisão comercial sobre preços precisam ser analisadas separadamente.</p>
<p>Se uma transportadora já inclui o pedágio na base do imposto, a manutenção desse entendimento não implica, necessariamente, mudança no preço de suas passagens.</p>
<p>Se a empresa exclui a parcela e essa exclusão é rejeitada pelo Fisco, pode haver diferença tributária a recolher. O efeito financeiro dependerá do período, dos valores, do regime de apuração, dos créditos e das demais condições do caso.</p>
<p>Como análise econômica, essa diferença pode pressionar a margem da operação ou ser considerada na formação dos preços futuros. O repasse ao passageiro depende também da concorrência, da demanda e das regras do serviço.</p>
<p>No transporte rodoviário interestadual regular sob autorização, a regulamentação da ANTT prevê liberdade de preços. Ainda assim, o acórdão do TARF não é uma determinação de reajuste: ele trata da tributação.</p>
<p>A publicação também não estabelece obrigação de passageiros pagarem diferenças referentes a viagens anteriores.</p>
<h3>Para o mercado, o ponto central é a composição tributária do bilhete</h3>
<p>A discussão interessa a empresas que operam em vários estados porque exige compatibilizar a formação comercial do preço com a legislação tributária aplicável à prestação.</p>
<p>É necessário distinguir o valor da viagem, o pedágio, a tarifa de embarque e outras parcelas, verificando o tratamento de cada uma. O fato de determinado valor ser posteriormente repassado a um terceiro não resolve sozinho a questão fiscal.</p>
<p>Outra distinção é entre a localização da sede da empresa e o local de início da prestação.</p>
<p>A Lei Complementar nº 87/1996 estabelece, como regra para o serviço de transporte, o local onde começa a prestação para fins de cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável. Por isso, uma viagem iniciada em Brasília e outra iniciada em São Paulo podem exigir análise de normas diferentes.</p>
<p>Como consequência prática, empresas com atuação nacional precisam conferir a legislação e as orientações fiscais de cada jurisdição envolvida, além da documentação de suas operações.</p>
<h3>São Paulo e Paraná também têm orientações sobre pedágio nas passagens</h3>
<p>A pesquisa em fontes oficiais identificou manifestações específicas sobre transporte de passageiros fora do DF.</p>
<p>Em São Paulo, a Resposta à Consulta Tributária nº 33.060/2025, datada de 17 de dezembro de 2025 e publicada no Diário Eletrônico em 20 de agosto de 2026, analisou um modelo de subcontratação do transporte rodoviário coletivo.</p>
<p>Ao tratar das parcelas cobradas dos usuários, a Fazenda paulista afirmou que pedágio e taxa de embarque integram a base do ICMS, mesmo quando destinados à remuneração de terceiros e posteriormente repassados pela transportadora.</p>
<p>No Paraná, a Consulta nº 43, de 19 de maio de 2020, também concluiu pela inclusão do pedágio e da taxa de embarque no cálculo do imposto em prestações de transporte rodoviário de passageiros sujeitas ao ICMS.</p>
<p>O documento paranaense apresentou um exemplo que considera passagem de R$ 100 sem imposto, taxa de embarque de R$ 10 e pedágio de R$ 10. Com a alíquota de 12% utilizada naquela demonstração e o cálculo do imposto “por dentro”, o total resulta em R$ 136,36.</p>
<p>São manifestações com datas e contextos próprios, que ajudam a comparar a discussão:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Jurisdição e documento</th>
<th>Entendimento apresentado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>DF — consultas nº 19 e 20/2011</td>
<td>Pedágio e seguro incluídos; tarifa de embarque excluída nas situações analisadas.</td>
</tr>
<tr>
<td>DF — Acórdão nº 133/2026</td>
<td>Mantida inclusão do pedágio cobrado do tomador do serviço.</td>
</tr>
<tr>
<td>São Paulo — consulta nº 33.060/2025</td>
<td>Pedágio e taxa de embarque cobrados do passageiro incluídos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Paraná — consulta nº 43/2020</td>
<td>Pedágio e taxa de embarque incluídos nas prestações sujeitas ao imposto.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A diferença em relação à tarifa de embarque mostra por que uma conclusão sobre determinada parcela não deve ser transferida automaticamente para todas as demais.</p>
<h3>Como o caso pode servir de exemplo em outros estados</h3>
<p>Como análise da reportagem, o acórdão pode subsidiar discussões administrativas ou judiciais semelhantes, especialmente quando estiver em debate a exclusão de um pedágio cobrado do passageiro.</p>
<p>O argumento central é que essa cobrança faz parte da remuneração do transporte, ainda que apareça separada no documento ou corresponda a uma despesa com a concessionária da rodovia.</p>
<p>Outro ponto relevante é o peso atribuído às consultas tributárias com eficácia normativa. O Código Tributário Nacional reconhece como normas complementares determinadas decisões administrativas às quais a legislação atribui essa eficácia.</p>
<p>Isso não transforma o julgamento distrital em precedente obrigatório nacional. Trata-se de uma decisão de um tribunal administrativo do DF, e não de uma tese vinculante firmada pelo STF ou pelo STJ.</p>
<p>Em outros estados, sua fundamentação pode ser citada como argumento, mas será necessário comparar a legislação local, as consultas aplicáveis, os fatos, o período discutido e eventuais decisões judiciais.</p>
<p>Também é necessário distinguir transporte de passageiros e transporte de cargas. O vale-pedágio obrigatório da Lei nº 10.209/2001 foi instituído para o transporte rodoviário de cargas; sua disciplina não deve ser aplicada automaticamente às passagens de ônibus.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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