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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Linha 7-Rubi tem operação afetada por árvore caída nesta sexta-feira (30)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/linha-7-rubi-tem-operacao-afetada-por-arvore-caida-nesta-sexta-feira-30/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 14:41:51 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circulam com restrições e há trecho em via única ARTHUR FERRARI Passageiros que utilizam a Linha 7-Rubi de trens metropolitanos enfrentam dificuldades desde às 11h14 desta sexta-feira, 30 de outubro de 2026, após uma árvore cair sobre os trilhos no trecho entre as estações Vila Clarice e Caieiras. De acordo com a TIC Trens, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="547" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-5.png?fit=800%2C547&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-5.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-5.png?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-5.png?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-5.png?resize=768%2C525&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-5.png?resize=400%2C274&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Trens circulam com restrições e há trecho em via única</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Passageiros que utilizam a Linha 7-Rubi de trens metropolitanos enfrentam dificuldades desde às 11h14 desta sexta-feira, 30 de outubro de 2026, após uma árvore cair sobre os trilhos no trecho entre as estações Vila Clarice e Caieiras.</p>
<p>De acordo com a TIC Trens, concessionária responsável pela linha, os trens circulam por via única na região afetada, com embarques e desembarques sendo realizados na mesma plataforma.</p>
<p>Equipes de manutenção atuam para remover o bloqueio e restabelecer a operação.</p>
<p><strong>Nota da TIC Trens na íntegra</strong></p>
<p><em>Devido à queda de uma árvore na região de Perus, a Linha 7-Rubi opera em via única entre as estações Vila Clarice e Caieiras, desde às 11h14 desta sexta-feira (30), com embarque e desembarque na mesma plataforma.</em></p>
<p><em>As equipes de manutenção da TIC Trens estão atuando para restabelecer a operação o mais breve possível.</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Responsabilidade fiscal e proteção social: depois das eleições, como sustentar benefícios e tirar obras de transporte do papel? Tarifa-zero x qualidade e infraestrutura é exemplo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/responsabilidade-fiscal-e-protecao-social-depois-das-eleicoes-como-sustentar-beneficios-e-tirar-obras-de-transporte-do-papel-tarifa-zero-x-qualidade-e-infraestrutura-e-exemplo/</link>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 14:01:23 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Transferência de renda e acesso à mobilidade fazem diferença na vida da população; exemplos brasileiros mostram como planejamento das contas, financiamento e fiscalização ajudam a manter serviços e construir corredores, metrôs e trens ADAMO BAZANI Com o encerramento das eleições de 2026, as promessas de ampliar benefícios, reduzir o peso das passagens e construir corredores [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=2048%2C1366&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div><em>Transferência de renda e acesso à mobilidade fazem diferença na vida da população; exemplos brasileiros mostram como planejamento das contas, financiamento e fiscalização ajudam a manter serviços e construir corredores, metrôs e trens</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Com o encerramento das eleições de 2026, as promessas de ampliar benefícios, reduzir o peso das passagens e construir corredores de ônibus, metrôs e trens passam a depender de decisões que vão acompanhar a população durante anos: de onde virá o dinheiro, quanto custará manter os serviços e quais projetos terão condições de sair do papel. Para quem precisa de ajuda para comprar alimentos ou de transporte para trabalhar, a continuidade dessas políticas é tão importante quanto seu anúncio.</p>
<p>Dados e experiências brasileiras mostram que transferência de renda, acesso à mobilidade e responsabilidade fiscal se complementam. O benefício ajuda a enfrentar necessidades imediatas; uma rede de transporte eficiente aproxima o cidadão do emprego, da escola e da saúde; e o planejamento financeiro permite manter essas ações, pagar os serviços e realizar investimentos que atravessam diferentes governos.</p>
<p>O efeito aparece em situações simples. Uma família pode receber uma transferência de renda e ainda enfrentar dificuldades para chegar a uma consulta. Um trabalhador pode economizar na passagem, mas continuar perdendo horas em um ônibus preso no congestionamento. Uma cidade pode inaugurar um terminal e precisar, todos os meses, de dinheiro para limpeza, iluminação, segurança e manutenção.</p>
<p>A política pública precisa alcançar essas diferentes necessidades. O dinheiro para o presente e o investimento para melhorar o futuro têm funções próprias, que se encontram na rotina da mesma pessoa.</p>
<h3>A renda protege a família; o transporte permite acessar oportunidades</h3>
<p>A dimensão da transferência de renda pode ser observada no Bolsa Família. Em setembro de 2026, o programa atendeu 19,29 milhões de famílias, com benefício médio de R$ 678,18, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.</p>
<p>Para famílias de baixa renda, despesas pequenas para outros grupos podem determinar se haverá alimentação suficiente, compra de um medicamento ou possibilidade de procurar trabalho.</p>
<p>Há evidências acumuladas sobre essa proteção. Um estudo publicado em 2019 por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e outros autores analisou os primeiros 15 anos do Bolsa Família. A comparação da renda antes e depois das transferências mostrou que, em 2017, o programa reduzia em aproximadamente 15% o número de pessoas pobres e em mais de 25% o de extremamente pobres. São resultados daquele período, que demonstram a importância da transferência e de sua avaliação por dados.</p>
<p>Na mobilidade, a redução do gasto também pode ampliar as possibilidades de participação na vida da cidade.</p>
<p>Um exemplo é o Distrito Federal. Balanço divulgado pelo governo local registrou 1.306.036 acessos gratuitos aos ônibus e ao metrô nos dois domingos das eleições de 2026. O programa Vai de Graça oferece gratuidade aos domingos e feriados. Nos dias de votação, os ônibus tiveram tabela de dia útil.</p>
<p>Esse detalhe importa: o acesso depende tanto do preço quanto da existência de viagens. A gratuidade facilita o embarque, enquanto a oferta determina se haverá veículo, em qual horário e com que capacidade.</p>
<p>Os registros são de acessos, e uma pessoa pode embarcar mais de uma vez. Ainda assim, mostram a dimensão da utilização de uma política que combina redução de custo para o usuário e programação operacional.</p>
<h3>Tarifa zero exige pagamento e fiscalização do serviço</h3>
<p>Quando o passageiro deixa de pagar na catraca, permanecem as despesas com motoristas, energia ou combustível, pneus, peças, limpeza, seguros e renovação dos veículos.</p>
<p>A diferença é a origem dos recursos. O financiamento pode combinar orçamento público e outras receitas previstas para o sistema, conforme o modelo adotado. Por isso, a discussão sobre gratuidade precisa incluir o custo da operação e a capacidade de mantê-la ao longo dos anos.</p>
<p>Uma experiência de São João del-Rei (MG) mostra como benefício social e gestão contratual podem atuar juntos.</p>
<p>Em maio de 2026, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais informou a liberação do contrato relacionado ao transporte gratuito no município. Segundo o tribunal, a disputa resultou em preço de R$ 6,75 por quilômetro, abaixo do limite de R$ 7,23 previsto no edital e dos R$ 6,90 pagos no modelo emergencial anterior. A economia informada foi de R$ 5,3 milhões.</p>
<p>O caso mostra uma consequência concreta da contratação: o custo para manter a gratuidade também depende de concorrência, regras e fiscalização.</p>
<p>O preço por quilômetro, porém, precisa ser acompanhado da verificação do serviço entregue. É necessário conferir os quilômetros realizados, os horários cumpridos e as condições dos veículos. Uma viagem contratada e paga só cumpre sua função social quando atende o passageiro.</p>
<p>Esse acompanhamento permite avaliar quanto o poder público desembolsa e o que a população recebe em troca.</p>
<h3>Corredores e trilhos também fazem parte da proteção social</h3>
<p>O tempo gasto no deslocamento pesa na vida de quem depende do transporte coletivo.</p>
<p>Em um exemplo hipotético, uma pessoa que economize 20 minutos na ida e outros 20 na volta ganha 40 minutos por dia. Em 22 dias de deslocamento, são 14 horas e 40 minutos que podem ser usadas para descanso, estudo, cuidados com a família ou outras atividades.</p>
<p>Esse ganho exige intervenções adequadas à demanda: prioridade para ônibus, melhoria de cruzamentos, integração entre linhas, terminais bem localizados ou sistemas de maior capacidade, como metrôs e trens.</p>
<p>Também exige planejamento. Um corredor depende de projeto, drenagem, pavimento, pontos de parada, acessibilidade e fiscalização. Uma linha de metrô acrescenta túneis ou estruturas elevadas, estações, energia, sinalização e trens.</p>
<p>A Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo ilustra a escala financeira desses investimentos. Em divulgação de julho de 2025, o BNDES informou apoio de aproximadamente R$ 12,3 bilhões ao empreendimento: R$ 6,9 bilhões em crédito à concessionária e R$ 5,44 bilhões ao Governo do Estado.</p>
<p>A operação mostra que uma parceria público-privada pode reunir diferentes fontes e responsabilidades de financiamento. O empréstimo permite distribuir o pagamento no tempo, enquanto contratos, garantias e receitas precisam sustentar os compromissos assumidos.</p>
<p>Depois da construção, começa outra obrigação duradoura: manter o sistema funcionando, com trabalhadores, energia, manutenção e reposição de equipamentos.</p>
<h3>Responsabilidade fiscal ajuda a conseguir recursos e manter investimentos</h3>
<p>A relação entre situação fiscal e infraestrutura aparece nos critérios usados pelo Tesouro Nacional para avaliar estados e municípios que pretendem obter empréstimos com garantia da União.</p>
<p>A análise da Capacidade de Pagamento, conhecida como Capag, considera endividamento, poupança corrente e liquidez. Em linguagem simples, examina o tamanho da dívida, a relação entre receitas e despesas do dia a dia e a situação do caixa.</p>
<p>Essa avaliação participa da análise do risco de novos financiamentos. A organização das contas, portanto, tem relação prática com a possibilidade de financiar projetos, além de preservar o pagamento dos serviços existentes.</p>
<p>Responsabilidade fiscal envolve estimar receitas com realismo, conhecer as despesas, programar pagamentos e avaliar os efeitos das decisões futuras. Também exige examinar a qualidade dos gastos e das renúncias de arrecadação, para que os recursos produzam resultados.</p>
<p>O orçamento público tem características diferentes das contas de uma família: governos arrecadam tributos, recebem transferências e podem financiar investimentos por longos períodos, dentro das regras aplicáveis. Essa capacidade amplia suas possibilidades de atuação e exige planejamento dos compromissos que serão deixados para os anos seguintes.</p>
<p>Em São Paulo (SP), a proposta orçamentária municipal para 2027 prevê R$ 146,52 bilhões no total e R$ 13,96 bilhões para a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte. A prefeitura também informou previsão de mais de R$ 8,04 bilhões em operações de crédito para apoiar o conjunto dos investimentos municipais.</p>
<p>São valores de uma proposta submetida à Câmara. Sua transformação em serviços e obras depende da aprovação, da arrecadação, das contratações e da execução ao longo do exercício.</p>
<h3>Anunciar recursos é uma etapa; entregar e sustentar o serviço exige outras</h3>
<p>O Ministério das Cidades informa uma seleção de 33 propostas de mobilidade, destinadas a beneficiar 28 municípios, que totalizam R$ 6,5 bilhões em recursos do FGTS e do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima.</p>
<p>A carteira contempla infraestrutura de transporte, incluindo sistemas de média e alta capacidade e prioridade ao transporte coletivo. A seleção abre caminho para os empreendimentos, que precisam cumprir as etapas de contratação e execução.</p>
<p>As exigências da seleção de mobilidade de 2026 ajudam a entender esse percurso. Entre os documentos solicitados estão projeto funcional, estudo de pré-viabilidade para sistemas de média e alta capacidade e relatório sobre a situação das áreas necessárias à intervenção.</p>
<p>Na prática, uma obra pode depender de terrenos, desapropriações, licenciamento, projetos, financiamento e licitação antes de começar. Durante a execução, precisa de fiscalização, pagamentos e coordenação com outros serviços urbanos.</p>
<p>Para acompanhar uma promessa, o cidadão pode observar etapas distintas:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Etapa</th>
<th>O que significa na prática</th>
</tr>
<tr>
<td>Anúncio</td>
<td>O governo apresentou uma intenção</td>
</tr>
<tr>
<td>Previsão no orçamento</td>
<td>Há autorização proposta ou aprovada para a despesa</td>
</tr>
<tr>
<td>Financiamento contratado</td>
<td>Foram formalizadas as condições do crédito</td>
</tr>
<tr>
<td>Obra contratada</td>
<td>Há empresa e obrigações definidas para executar</td>
</tr>
<tr>
<td>Serviço em operação</td>
<td>A população passou a utilizar a estrutura</td>
</tr>
<tr>
<td>Manutenção e custeio</td>
<td>Há recursos e trabalho para preservar o atendimento</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Cada etapa permite uma cobrança diferente. O valor anunciado precisa ser acompanhado do prazo, da fonte de recursos e da situação efetiva do projeto.</p>
<h3>O compromisso continua depois da inauguração</h3>
<p>A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece exigências para a criação ou ampliação de ações que aumentem despesas, incluindo estimativa de impacto no ano de início e nos dois seguintes e compatibilidade com os instrumentos orçamentários. Para despesas obrigatórias continuadas, há requisitos específicos relacionados à origem dos recursos e à sustentação da medida.</p>
<p>Para o passageiro, esse planejamento se traduz em uma questão cotidiana: o ônibus continuará passando, a estação será conservada e o benefício estará disponível quando ele precisar?</p>
<p>Os exemplos de tarifa zero, contratação de serviços e financiamento de infraestrutura mostram caminhos concretos. Recursos públicos podem reduzir o peso do transporte no orçamento familiar, melhorar a oferta e financiar obras. Para isso, precisam de prioridades definidas, contratos fiscalizados e compromissos compatíveis com a capacidade de pagamento ao longo do tempo.</p>
<p>Passada a eleição, a promessa de mobilidade deve ser acompanhada por metas verificáveis: viagens realizadas, intervalos, acessibilidade, tempo de deslocamento, obras entregues e custos publicados. É assim que a população pode conferir se o dinheiro está garantindo acesso hoje e construindo condições melhores para os próximos anos.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
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  </item>
  <item>
    <title>NTU Mulher e NTU Jovem terão primeiro encontro regional em Goiânia e Brasília nos dias 4 e 5 de novembro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/ntu-mulher-e-ntu-jovem-terao-primeiro-encontro-regional-em-goiania-e-brasilia-nos-dias-4-e-5-de-novembro/</link>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 13:45:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Programação inclui visitas técnicas e debates sobre liderança feminina, sucessão empresarial e inovação no transporte coletivo ADAMO BAZANI A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) realizará, nos dias 4 e 5 de novembro de 2026, em Goiânia (GO) e Brasília (DF), o primeiro encontro regional dos movimentos NTU Mulher e NTU Jovem. A [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="900" height="506" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/enem-estudante-no-onibus-1793210697835_v2_900x506.jpg?fit=900%2C506&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/enem-estudante-no-onibus-1793210697835_v2_900x506.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/enem-estudante-no-onibus-1793210697835_v2_900x506.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/enem-estudante-no-onibus-1793210697835_v2_900x506.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/enem-estudante-no-onibus-1793210697835_v2_900x506.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/enem-estudante-no-onibus-1793210697835_v2_900x506.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Programação inclui visitas técnicas e debates sobre liderança feminina, sucessão empresarial e inovação no transporte coletivo</em><br><br><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br><br>A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) realizará, nos dias 4 e 5 de novembro de 2026, em Goiânia (GO) e Brasília (DF), o primeiro encontro regional dos movimentos NTU Mulher e NTU Jovem. A programação reunirá profissionais e representantes do setor para discutir liderança feminina, sucessão empresarial, inovação e desafios do transporte público coletivo.<br><br>Segundo a entidade, o encontro inicia uma agenda de atividades regionais prevista para 2027, destinada à troca de experiências e à formação de lideranças nas empresas de transporte.<br><br>No dia 4, em Goiânia, estão previstas visitas técnicas e palestras sobre práticas do setor. No dia 5, em Brasília, a programação inclui apresentações sobre a NTU e a Confederação Nacional do Transporte (CNT), atividades em grupo e visita ao Centro de Documentação e Memória Eurico Divon Galhardi, na sede da NTU.<br><br>O NTU Mulher é coordenado nacionalmente pela diretora de Mobilidade Urbana da Semove, Richele Cabral, e tem como foco a participação feminina e o desenvolvimento profissional no transporte coletivo. Já o NTU Jovem, coordenado pela CEO da Paraty Mobilidade, Luciana Herszkowicz, aborda formação de lideranças, sucessão empresarial e aproximação entre gerações.<br><br>Os dois movimentos contam com representantes regionais responsáveis por mobilizar participantes e reunir demandas locais.<br><br><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Mobi-Rio prepara quatro licitações para manutenção de ônibus e instalações, contrata R$ 349 mil em peças e baterias e homologa fornecedores para veículos Mercedes-Benz e Volvo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/mobi-rio-prepara-quatro-licitacoes-para-manutencao-de-onibus-e-instalacoes-contrata-r-349-mil-em-pecas-e-baterias-e-homologa-fornecedores-para-veiculos-mercedes-benz-e-volvo/</link>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 13:31:24 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Publicações incluem componentes para portas dos articulados Marcopolo Viale Express, carrocerias Torino, direção hidráulica de chassis O500, ar-condicionado de ônibus Volvo e serviços de apoio; companhia também atualiza fiscalização de contratos de vigilância ADAMO BAZANI A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio), responsável pela operação do sistema BRT e de serviços [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="788" height="498" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtrtt.jpg?fit=788%2C498&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtrtt.jpg?w=788&amp;ssl=1 788w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtrtt.jpg?resize=300%2C190&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtrtt.jpg?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtrtt.jpg?resize=768%2C485&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtrtt.jpg?resize=400%2C253&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 788px) 100vw, 788px" /> <p><em>Publicações incluem componentes para portas dos articulados Marcopolo Viale Express, carrocerias Torino, direção hidráulica de chassis O500, ar-condicionado de ônibus Volvo e serviços de apoio; companhia também atualiza fiscalização de contratos de vigilância</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio), responsável pela operação do sistema BRT e de serviços sob sua gestão, programou quatro novas licitações para novembro de 2026, destinadas à aquisição de peças de ônibus, materiais para manutenção das instalações, equipamentos de proteção individual e uniformes para os trabalhadores. Ao mesmo tempo, a empresa autorizou uma contratação de R$ 48.840 para componentes do sistema de portas dos articulados Marcopolo Viale Express e publicou um contrato de R$ 300.400 para fornecimento de baterias automotivas. As duas contratações somam R$ 349.240 e integram o conjunto de medidas de manutenção e apoio à operação.</p>
<p>As movimentações constam do Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro que também registra a homologação de fornecedores de fluidos para direção hidráulica de veículos Mercedes-Benz O500 e correias para sistemas de ar-condicionado de ônibus Volvo Padron. As publicações abrangem diferentes etapas de contratação, desde procedimentos ainda abertos para recebimento de propostas até licitações homologadas e contratos formalizados. Para os passageiros, a importância está na disponibilidade dos ônibus e no funcionamento de componentes diretamente relacionados ao embarque, desembarque, conforto e continuidade das viagens.</p>
<p>O conjunto das publicações mostra que a manutenção da frota demanda uma cadeia de fornecimento que vai além de pneus, motores e grandes componentes mecânicos.</p>
<p>Nos ônibus articulados, por exemplo, mecanismos de abertura e fechamento das portas são submetidos a milhares de ciclos de funcionamento ao longo da operação.</p>
<p>A indisponibilidade de peças pode dificultar reparos e comprometer a utilização dos veículos, dependendo da falha apresentada e das condições de segurança exigidas.</p>
<p>Por isso, contratos de valores relativamente pequenos podem ter importância operacional significativa, especialmente quando envolvem componentes específicos de determinados modelos.</p>
<h2>Marcopolo Viale Express terá contratação de R$ 48,84 mil para manutenção das portas</h2>
<p>Uma das publicações mais importantes do ponto de vista técnico é a autorização para contratar a Auto Recuperadora MJT Ltda., por R$ 48.840.</p>
<p>A empresa deverá prestar serviços de confecção de buchas, roletes de nylon 6 e travas meia-lua destinados à manutenção preventiva e corretiva do sistema de portas de ônibus Marcopolo Viale Express utilizados pela Mobi-Rio.</p>
<p>O prazo previsto para a prestação dos serviços é de três meses.</p>
<p>As buchas e os roletes são componentes que, conforme a aplicação mecânica, participam do apoio, guiamento e movimentação de conjuntos móveis.</p>
<p>O nylon 6, também conhecido como poliamida 6, é um material empregado na fabricação de peças técnicas por apresentar propriedades de resistência mecânica e ao desgaste, embora sua adequação dependa das condições de trabalho e das especificações de projeto.</p>
<p>As travas meia-lua também integram os componentes necessários aos mecanismos definidos pela fabricante.</p>
<p>A documentação identifica as peças a serem confeccionadas, mas não apresenta, no resumo publicado, a quantidade de veículos que receberão manutenção nem o número de componentes a ser produzido.</p>
<p>Também não especifica quantos ônibus estão atualmente fora de operação por problemas nas portas.</p>
<p>Portanto, a contratação deve ser compreendida como uma medida de manutenção programada, sem atribuir a ela um diagnóstico de falha generalizada da frota.</p>
<h3>Por que as portas são componentes críticos nos ônibus do BRT?</h3>
<p>A operação dos corredores BRT exige embarque e desembarque frequentes, com grandes volumes de passageiros em estações e terminais.</p>
<p>Os ônibus articulados utilizam sistemas de portas projetados para permitir o acesso e a saída dos usuários durante as paradas.</p>
<p>O funcionamento desses conjuntos depende da integridade dos mecanismos de acionamento, movimentação, travamento e controle.</p>
<p>Falhas podem exigir manutenção antes da liberação do veículo, conforme a natureza do defeito e as exigências de segurança operacional.</p>
<p>Além da segurança, o tempo necessário para abrir e fechar as portas também influencia as paradas nas estações.</p>
<p>Em sistemas de alta capacidade, a regularidade dos embarques e desembarques é um fator importante para o cumprimento dos intervalos entre os ônibus.</p>
<h2>Nova licitação contempla carrocerias Marcopolo Torino e Viale Express</h2>
<p>Outra publicação da Mobi-Rio trata de um pregão eletrônico para registro de preços de peças e acessórios originais das carrocerias Marcopolo Torino e Viale Express-D.</p>
<p>A aquisição será destinada à manutenção preventiva e corretiva dos veículos especificados no edital e utilizados pela companhia.</p>
<p>A disputa está programada para 5 de novembro de 2026.</p>
<p>O julgamento ocorrerá pelo menor preço por item, com orçamento estimado sigiloso.</p>
<p>A aquisição de peças originais está relacionada à necessidade de observar as características dos componentes utilizados nos veículos.</p>
<p>Carroceria e chassi cumprem funções diferentes na construção de um ônibus.</p>
<p>A carroceria inclui a estrutura de acomodação dos passageiros, portas, janelas, revestimentos, componentes de acabamento e diversos outros sistemas.</p>
<p>O chassi reúne, conforme o projeto, os componentes de propulsão, transmissão, suspensão, direção e outros conjuntos ligados ao deslocamento do veículo.</p>
<p>Essa distinção é importante porque a licitação para peças de carroceria não equivale à compra de componentes de motor, câmbio ou suspensão.</p>
<p>Também não deve ser confundida com a aquisição de ônibus novos.</p>
<h2>Mercedes-Benz O500: Mobi-Rio homologa fornecimento de fluido para direção hidráulica</h2>
<p>A empresa também homologou o pregão destinado ao fornecimento de fluido para direção hidráulica classe 236.2, destinado a veículos Mercedes-Benz O500 equipados com motores OM457 nas configurações Euro 5 e Euro 6.</p>
<p>A vencedora foi a GBS Soluções Comerciais Ltda.</p>
<p>Os dois itens homologados possuem preço unitário de R$ 48,75.</p>
<p>O Mercedes-Benz O500 é uma família de chassis utilizada em diferentes configurações de ônibus urbanos, incluindo veículos de maior capacidade.</p>
<p>O motor OM457 equipou versões dessa família, com aplicações sujeitas às respectivas configurações técnicas e exigências de emissões.</p>
<p>O sistema de direção hidráulica utiliza fluido apropriado para transmitir pressão e auxiliar o comando da direção.</p>
<p>A especificação correta é importante para assegurar compatibilidade com os componentes e condições de funcionamento estabelecidas pelo fabricante.</p>
<p>A publicação identifica expressamente a classe do fluido e os modelos atendidos.</p>
<p>Os valores homologados são unitários e, portanto, não representam necessariamente a despesa total que será realizada pela companhia.</p>
<h2>Volvo Padron: correias serão utilizadas no ar-condicionado</h2>
<p>Outra homologação trata do fornecimento de correias destinadas aos sistemas de ar-condicionado de ônibus Volvo Padron.</p>
<p>A vencedora foi a GB Auto Peças Ltda.</p>
<p>Os dois itens foram homologados com preço unitário de R$ 299.</p>
<p>A especificação divulgada é a correia 2XPB 2100 Optibelt, do fabricante Arco, conforme descrito no procedimento.</p>
<p>A utilização de correias em sistemas de climatização depende da configuração do equipamento instalado no veículo.</p>
<p>De maneira geral, esses componentes podem transmitir movimento entre polias e equipamentos mecânicos.</p>
<p>Sua manutenção é importante porque falhas podem comprometer o funcionamento do sistema ao qual estão associados.</p>
<p>No caso dos ônibus, a manutenção da climatização é especialmente relevante em uma cidade como o Rio de Janeiro, onde as altas temperaturas tornam o ar-condicionado um equipamento importante para o conforto dos passageiros.</p>
<p>A homologação, entretanto, não informa a quantidade de veículos que necessitam de substituição das correias.</p>
<h2>Baterias automotivas: contrato de R$ 300,4 mil vai até janeiro de 2027</h2>
<p>Além das peças específicas para carrocerias e sistemas mecânicos, a Mobi-Rio formalizou contratação para aquisição de baterias automotivas.</p>
<p>A fornecedora é a GBG Pneus Ltda., responsável pelos itens 1 e 3 do procedimento de compra.</p>
<p>O contrato foi assinado em 9 de outubro de 2026 e possui valor de R$ 300.400.</p>
<p>A vigência está prevista até 8 de janeiro de 2027.</p>
<p>Apesar de a razão social da empresa mencionar pneus, a contratação publicada é especificamente para baterias automotivas.</p>
<p>As baterias desempenham funções relacionadas ao fornecimento e armazenamento de energia elétrica para sistemas dos veículos, conforme as características de cada modelo.</p>
<p>Nos ônibus com motores de combustão, participam do sistema elétrico e podem alimentar circuitos auxiliares, equipamentos de controle e componentes necessários à operação.</p>
<p>A reposição preventiva ou corretiva deve observar as especificações elétricas exigidas para cada aplicação.</p>
<p>O contrato não representa aquisição de ônibus elétricos nem de baterias de tração para veículos movidos exclusivamente a eletricidade.</p>
<h2>Quatro licitações estão programadas para novembro</h2>
<p>As novas disputas abrangem materiais destinados tanto aos ônibus quanto às instalações e condições de trabalho dos funcionários.</p>
<p>A Mobi-Rio utilizará o sistema de registro de preços, que permite contratar os itens conforme as condições estabelecidas e as necessidades administrativas, respeitadas as regras aplicáveis.</p>
<p>Os procedimentos terão julgamento pelo menor preço por item.</p>
<h3>Licitações da Mobi-Rio</h3>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Data da disputa</th>
<th>Objeto</th>
<th>Referência</th>
<th>Valor estimado</th>
</tr>
<tr>
<td>5 de novembro de 2026</td>
<td>Materiais de iluminação para manutenção das unidades físicas</td>
<td>PE 1892/2026</td>
<td>Sigiloso</td>
</tr>
<tr>
<td>5 de novembro de 2026</td>
<td>Peças e acessórios originais para carrocerias Marcopolo Torino e Viale Express-D</td>
<td>PE 1898/2026</td>
<td>Sigiloso</td>
</tr>
<tr>
<td>10 de novembro de 2026</td>
<td>Equipamentos de proteção individual para funcionários</td>
<td>PE 1895/2026</td>
<td>Sigiloso</td>
</tr>
<tr>
<td>12 de novembro de 2026</td>
<td>Confecção e fornecimento de uniformes aos empregados</td>
<td>PE 1896/2026</td>
<td>Sigiloso</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>No caso dos equipamentos de proteção individual, a publicação faz referência à Norma Regulamentadora nº 6, que estabelece requisitos relacionados aos EPIs.</p>
<p>Já a licitação de uniformes considera obrigações previstas na convenção coletiva da categoria e em normas regulamentadoras aplicáveis.</p>
<p>Os materiais de iluminação serão utilizados na manutenção rotineira das unidades físicas.</p>
<p>Essas unidades integram a estrutura de apoio necessária às operações, com instalações utilizadas para atividades administrativas, manutenção, armazenamento e circulação de profissionais.</p>
<p>A publicação não especifica, no resumo do aviso, quais garagens ou unidades receberão os materiais.</p>
<h2>Quadro geral dos contratos, homologações e licitações</h2>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Empresa ou objeto</th>
<th>Valor publicado</th>
<th>Situação</th>
<th>Finalidade</th>
</tr>
<tr>
<td>Auto Recuperadora MJT Ltda.</td>
<td>R$ 48.840,00</td>
<td>Contratação autorizada</td>
<td>Componentes de portas do Marcopolo Viale Express</td>
</tr>
<tr>
<td>GBG Pneus Ltda.</td>
<td>R$ 300.400,00</td>
<td>Contrato formalizado</td>
<td>Baterias automotivas</td>
</tr>
<tr>
<td>GBS Soluções Comerciais Ltda.</td>
<td>R$ 48,75 por item</td>
<td>Homologação</td>
<td>Fluido da direção hidráulica de veículos Mercedes-Benz O500</td>
</tr>
<tr>
<td>GB Auto Peças Ltda.</td>
<td>R$ 299 por item</td>
<td>Homologação</td>
<td>Correias de ar-condicionado de ônibus Volvo Padron</td>
</tr>
<tr>
<td>Peças para carrocerias Marcopolo</td>
<td>Não divulgado</td>
<td>Licitação prevista</td>
<td>Manutenção de carrocerias</td>
</tr>
<tr>
<td>Materiais de iluminação</td>
<td>Não divulgado</td>
<td>Licitação prevista</td>
<td>Manutenção das unidades físicas</td>
</tr>
<tr>
<td>Equipamentos de proteção individual</td>
<td>Não divulgado</td>
<td>Licitação prevista</td>
<td>Segurança dos trabalhadores</td>
</tr>
<tr>
<td>Uniformes</td>
<td>Não divulgado</td>
<td>Licitação prevista</td>
<td>Vestuário profissional</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Somente os dois valores globais identificados, referentes aos componentes de portas e às baterias automotivas, totalizam R$ 349.240.</p>
<p>Os preços unitários homologados e os orçamentos sigilosos não foram incluídos nessa soma.</p>
<p>Também é necessário distinguir os procedimentos: a contratação da Auto Recuperadora MJT foi autorizada, enquanto a aquisição de baterias possui contrato já formalizado.</p>
<p>As homologações de fluidos e correias, por sua vez, definem fornecedores e preços dos itens previstos, sem significar que todos os quantitativos possíveis já tenham sido adquiridos.</p>
<h2>Mobi-Rio também reorganiza fiscalização de contratos de segurança patrimonial</h2>
<p>A edição do Diário Oficial traz ainda duas publicações relacionadas à gestão de serviços de segurança patrimonial.</p>
<p>A presidente da companhia, Claudia Antunes Secin, designou Marcos de Oliveira Couto para atuar como gestor de contratos de vigilância das instalações da Mobi-Rio.</p>
<p>Uma das designações compreende três contratos de vigilância patrimonial desarmada, com prestação de serviços durante 24 horas por dia, sete dias por semana.</p>
<p>A segunda abrange oito contratos de vigilância armada e desarmada, em turnos de 12 horas, também durante toda a semana.</p>
<p>As publicações estabelecem comissões de fiscalização encarregadas de acompanhar a execução dos serviços e conferir a documentação necessária à atestação de despesas.</p>
<p>Entre os integrantes designados estão Claudemir Areias de Oliveira, Silvio Gutterres Fontes Junior, Vanessa Ferreira da Costa e Cunha e Inailson Barbosa de Azevedo.</p>
<p>A movimentação envolve a administração de contratos existentes. Não foram publicados, nesses dois documentos, novos valores globais nem a contratação de uma nova empresa de vigilância.</p>
<p>A segurança das instalações é um componente importante na operação do transporte, uma vez que garagens e unidades de apoio concentram veículos, equipamentos, peças e trabalhadores.</p>
<h2>Manutenção preventiva e corretiva influenciam a disponibilidade dos ônibus</h2>
<p>As contratações identificadas nesta edição abrangem equipamentos e materiais com finalidades diferentes, mas todos relacionados à sustentação da operação.</p>
<p>A manutenção preventiva é realizada para reduzir a probabilidade de falhas, considerando as especificações dos fabricantes, o histórico de utilização e os procedimentos definidos pela operadora.</p>
<p>A manutenção corretiva ocorre quando é necessário reparar ou substituir componentes que apresentaram defeitos ou desgaste incompatível com o funcionamento adequado.</p>
<p>Nos sistemas de transporte coletivo de alta capacidade, a disponibilidade mecânica dos veículos influencia o cumprimento da programação diária.</p>
<p>Para que uma linha opere com determinado intervalo, não basta possuir ônibus registrados na frota. É necessário que haja veículos em condições de operação, motoristas disponíveis e infraestrutura adequada.</p>
<p>A falta de componentes pode prolongar a permanência de veículos nas oficinas, dependendo do tipo de manutenção necessária.</p>
<p>Já o fornecimento regular de peças e materiais permite organizar melhor as intervenções, inclusive para reduzir paralisações não programadas.</p>
<p>As publicações da Mobi-Rio não apresentam indicadores de disponibilidade da frota, quantidade de ônibus em manutenção ou desempenho dos fornecedores.</p>
<p>Por esse motivo, não permitem concluir que exista aumento ou redução no número de veículos parados.</p>
<p>Entretanto, identificam as frentes de manutenção e as aquisições consideradas necessárias pela companhia.</p>
<h2>Contratações ocorrem durante mudanças no transporte municipal do Rio</h2>
<p>A movimentação administrativa da Mobi-Rio também ocorre em um momento de reestruturação mais ampla dos transportes municipais.</p>
<p>Além do BRT, cuja operação utiliza veículos de grande capacidade e infraestrutura específica de corredores e estações, a Prefeitura está implantando o Sistema Rio para reorganizar as concessões de ônibus convencionais.</p>
<p>Os dois sistemas possuem estruturas contratuais e operacionais próprias, mas fazem parte da rede de transporte público municipal.</p>
<p>A integração entre ônibus alimentadores, linhas convencionais, BRT e demais modalidades é importante para organizar os deslocamentos e reduzir dificuldades nas transferências.</p>
<p>Nesse cenário, a manutenção adequada dos veículos da Mobi-Rio é uma das condições para preservar a regularidade dos serviços sob sua responsabilidade.</p>
<p>Os contratos e licitações publicados nesta terça-feira mostram uma parte dessa estrutura de manutenção, desde componentes específicos de ônibus Marcopolo, Mercedes-Benz e Volvo até materiais para instalações e equipamentos de proteção dos trabalhadores.</p>
<p>Para quem utiliza diariamente os ônibus e corredores BRT do Rio de Janeiro, o resultado dessas contratações dependerá da entrega dos materiais, da execução dos serviços e da capacidade de transformar os recursos empregados em veículos disponíveis e operação regular.</p>
<h2><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></h2>
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    <title>Engavetamento na Dutra envolvendo 22 veículos entre ônibus, caminhão e carros interdita rodovia e deixa vítimas nesta sexta-feira (30)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/engavetamento-na-dutra-envolvendo-22-veiculos-entre-onibus-caminhao-e-carros-interdita-rodovia-e-deixa-vitimas-nesta-sexta-feira-30/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 12:45:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Colisões na altura de São João de Meriti (RJ) mobilizaram equipes de resgate e do Corpo de Bombeiros; motorista de coletivo teve infarto fulminante e veículo ficou descontrolado ARTHUR FERRARI Um acidente envolvendo um ônibus e diversos outros veículos deixou uma pessoa morta e outras dez feridas na manhã desta sexta-feira (30), na Rodovia Presidente [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-4.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-4.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-4.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-4.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-4.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-4.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Colisões na altura de São João de Meriti (RJ) mobilizaram equipes de resgate e do Corpo de Bombeiros; motorista de coletivo teve infarto fulminante e veículo ficou descontrolado</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um acidente envolvendo um ônibus e diversos outros veículos deixou uma pessoa morta e outras dez feridas na manhã desta sexta-feira (30), na Rodovia Presidente Dutra, em São João de Meriti (RJ). A ocorrência foi registrada na altura da Casa do Alemão e provocou a interdição da pista no sentido Rio de Janeiro.</p>
<p>Equipes de resgate e do Corpo de Bombeiros foram acionados para atender a emergência. Equipes de cinco quartéis foram mobilizadas para o resgate das vítimas. O homem que perdeu a vida é o motorista de um dos coletivos envolvido, que sofreu um infarto fulminante, o que acabou gerando o descontrole do veículo e o acidente.</p>
<p>Ao todo foram 22 veículos envolvidos no engavetamento.</p>
<p>Durante o atendimento, o tráfego precisou ser interrompido no sentido Rio de Janeiro para permitir o trabalho das equipes de socorro. A pista na direção de São Paulo seguiu liberada para a circulação de veículos.</p>
<p>Motoristas que passam pelo trecho devem redobrar a atenção e, se possível, procurar caminhos alternativos enquanto os trabalhos de atendimento e liberação da rodovia estiverem em andamento.</p>
<p><div id="attachment_542669" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-542669" class="wp-image-542669" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.00.jpeg?resize=500%2C281&#038;ssl=1" alt="" width="500" height="281" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.00.jpeg?w=1008&amp;ssl=1 1008w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.00.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.00.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.00.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.00.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-542669" class="wp-caption-text">Reprodução/TV Globo</p></div></p>
<p><div id="attachment_542668" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-542668" class=" wp-image-542668" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.48.jpeg?resize=500%2C281&#038;ssl=1" alt="" width="500" height="281" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.48.jpeg?w=1008&amp;ssl=1 1008w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.48.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.48.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.48.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.48.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-542668" class="wp-caption-text">Reprodução/TV Globo</p></div></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-542670" style="font-size: 16px;" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.24.jpeg?resize=496%2C279&#038;ssl=1" alt="" width="496" height="279" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.24.jpeg?w=1008&amp;ssl=1 1008w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.24.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.24.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.24.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.24.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /></p>
<p>Reprodução/TV Globo<em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Artesp mantém pedágio de Jaguariúna em R$ 8,80 e aprova tarifas da Rota Mogiana para vigorar em 1º de novembro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/artesp-mantem-pedagio-de-jaguariuna-em-r-880-e-aprova-tarifas-da-rota-mogiana-para-vigorar-em-1o-de-novembro/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 12:31:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão estabelece valores para o primeiro ano contratual da concessionária, incluindo descontos para cobrança automática e usuários frequentes; agência também aprova aditivo para disciplinar efeitos financeiros da tarifa de Jaguariúna ADAMO BAZANI A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) homologou as tarifas de pedágio da concessionária Rota [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="678" height="452" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-21.jpg?fit=678%2C452&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-21.jpg?w=678&amp;ssl=1 678w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-21.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-21.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-21.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px" /> <p><em>Decisão estabelece valores para o primeiro ano contratual da concessionária, incluindo descontos para cobrança automática e usuários frequentes; agência também aprova aditivo para disciplinar efeitos financeiros da tarifa de Jaguariúna</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) homologou as tarifas de pedágio da concessionária Rota Mogiana para o período de 1º de novembro de 2026 a 31 de outubro de 2027. A decisão, publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (28), mantém em R$ 8,80 a tarifa básica para automóveis na praça de Jaguariúna, na Rodovia Governador Doutor Adhemar Pereira de Barros (SP-340), e estabelece valores diferenciados para quem utiliza cobrança automática.</p>
<p>A agência também aprovou um aditivo contratual destinado a formalizar a manutenção da tarifa de Jaguariúna e disciplinar os efeitos dessa decisão sobre o equilíbrio econômico-financeiro da concessão. Os novos valores e descontos passam a valer à zero hora de domingo, 1º de novembro. A decisão abrange ainda regras de descontos para usuários frequentes e outras praças administradas pela concessionária.</p>
<p>A Rodovia SP-340 constitui uma das principais ligações entre Campinas (SP) e cidades do interior paulista, sendo utilizada por automóveis, veículos de transporte de cargas e ônibus intermunicipais e rodoviários.</p>
<p>O valor do pedágio integra os custos de utilização dessa infraestrutura e interessa também ao planejamento operacional das empresas de transporte.</p>
<h2>Jaguariúna terá tarifa básica de R$ 8,80 e cobrança automática de R$ 8,36</h2>
<p>Para os veículos enquadrados na categoria 1, que inclui automóveis de passeio, a tarifa homologada para Jaguariúna é de R$ 8,80 na cobrança manual.</p>
<p>Com o desconto de 5% para utilização da cobrança automática, o valor fica em R$ 8,36.</p>
<p>Os valores variam conforme a categoria do veículo.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Categoria</th>
<th>Cobrança manual</th>
<th>Cobrança automática</th>
</tr>
<tr>
<td>CAT-1</td>
<td>R$ 8,80</td>
<td>R$ 8,36</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-2</td>
<td>R$ 17,60</td>
<td>R$ 16,72</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-3</td>
<td>R$ 26,40</td>
<td>R$ 25,08</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-4</td>
<td>R$ 35,20</td>
<td>R$ 33,44</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-5</td>
<td>R$ 44,00</td>
<td>R$ 41,80</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-6</td>
<td>R$ 52,80</td>
<td>R$ 50,16</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-7</td>
<td>R$ 13,20</td>
<td>R$ 12,54</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-8</td>
<td>R$ 17,60</td>
<td>R$ 16,72</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-9</td>
<td>R$ 0,00</td>
<td>R$ 0,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Os valores correspondem à estrutura homologada para a praça de Jaguariúna e às categorias de cobrança previstas no contrato.</p>
<h2>Estiva Gerbi também tem valores definidos</h2>
<p>A publicação apresenta tarifas para a praça de Estiva Gerbi (SP).</p>
<p>Para veículos da categoria 1, o valor é de R$ 7,80 na cobrança manual e R$ 7,41 na automática.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Categoria</th>
<th>Cobrança manual</th>
<th>Cobrança automática</th>
</tr>
<tr>
<td>CAT-1</td>
<td>R$ 7,80</td>
<td>R$ 7,41</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-2</td>
<td>R$ 15,60</td>
<td>R$ 14,82</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-3</td>
<td>R$ 23,40</td>
<td>R$ 22,23</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-4</td>
<td>R$ 31,20</td>
<td>R$ 29,64</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-5</td>
<td>R$ 39,00</td>
<td>R$ 37,05</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-6</td>
<td>R$ 46,80</td>
<td>R$ 44,46</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>As demais categorias e os descontos progressivos constam dos anexos tarifários da concessão.</p>
<h2>Manutenção da tarifa de Jaguariúna tem efeitos contratuais</h2>
<p>Além da homologação das tarifas, a Artesp aprovou um instrumento contratual relacionado à decisão de manter o preço atualmente praticado em Jaguariúna.</p>
<p>O documento prevê que os efeitos dessa escolha sejam tratados dentro das regras de equilíbrio econômico-financeiro da concessão.</p>
<p>Esse aspecto importa porque as tarifas de pedágio integram o modelo econômico que sustenta a operação e os investimentos nas rodovias concedidas.</p>
<p>A decisão de manter determinado valor pode exigir ajustes contratuais, dependendo das condições originalmente previstas.</p>
<p>No caso da Rota Mogiana, a Artesp autorizou a formalização do aditivo correspondente.</p>
<p>As tarifas homologadas entram em vigor em 1º de novembro de 2026.</p>
<p>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</p>
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  </item>
  <item>
    <title>Governo Federal prevê R$ 262,6 bilhões em rodovias e ferrovias para 2027 e abre oportunidades para empresas de transporte, construção e tecnologia</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/governo-federal-preve-r-2626-bilhoes-em-rodovias-e-ferrovias-para-2027-e-abre-oportunidades-para-empresas-de-transporte-construcao-e-tecnologia/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/governo-federal-preve-r-2626-bilhoes-em-rodovias-e-ferrovias-para-2027-e-abre-oportunidades-para-empresas-de-transporte-construcao-e-tecnologia/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 12:01:23 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Carteira reúne 29 projetos, incluindo duplicações de rodovias, recuperação de ferrovias e novas concessões; investimentos poderão beneficiar passageiros, transportadoras e economias regionais, mas dependem de leilões, contratos e execução das obras ADAMO BAZANI O Ministério dos Transportes prevê para 2027 uma carteira de 29 projetos de infraestrutura, com investimentos estimados em R$ 262,6 bilhões em [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="680" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/190416-trem-estrada-de-ferro-carajas.webp?fit=1024%2C680&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/190416-trem-estrada-de-ferro-carajas.webp?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/190416-trem-estrada-de-ferro-carajas.webp?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/190416-trem-estrada-de-ferro-carajas.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/190416-trem-estrada-de-ferro-carajas.webp?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/190416-trem-estrada-de-ferro-carajas.webp?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div><em>Carteira reúne 29 projetos, incluindo duplicações de rodovias, recuperação de ferrovias e novas concessões; investimentos poderão beneficiar passageiros, transportadoras e economias regionais, mas dependem de leilões, contratos e execução das obras</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Ministério dos Transportes prevê para 2027 uma carteira de 29 projetos de infraestrutura, com investimentos estimados em R$ 262,6 bilhões em rodovias e ferrovias de diferentes regiões do Brasil. São 11 projetos rodoviários, que representam R$ 102,68 bilhões, e 18 iniciativas ferroviárias, com previsão de R$ 160 bilhões. Além da construção e recuperação de estradas e trilhos, o planejamento representa oportunidades de negócios para empresas de transporte, concessionárias, fabricantes de equipamentos, fornecedores de tecnologia e prestadores de serviços.</p>
<p>Para quem utiliza ônibus rodoviários, dirige caminhões ou depende diariamente das estradas, os possíveis benefícios incluem percursos mais seguros, redução de congestionamentos, maior previsibilidade das viagens e melhores condições de circulação. Entretanto, os valores anunciados representam investimentos previstos para contratos e projetos que ainda precisam passar por diferentes etapas. Não significam que todo esse dinheiro será aplicado em 2027 nem que as intervenções estarão concluídas no próximo ano.</p>
<p>A carteira foi apresentada em 15 de outubro de 2026, na B3, em São Paulo (SP), pelo ministro dos Transportes, George Santoro. Nesta sexta-feira, 30 de outubro, o Governo Federal também inicia em Londres, no Reino Unido, uma agenda para apresentar as oportunidades a investidores internacionais.</p>
<p>A intenção é ampliar a concorrência entre grupos interessados em administrar rodovias, construir infraestrutura e recuperar trechos ferroviários, com a participação de empresas brasileiras e estrangeiras.</p>
<h3>Rodovias: duplicações, faixas adicionais e oportunidades para o transporte de passageiros</h3>
<p>Dos 11 projetos rodoviários previstos para 2027, nove correspondem a leilões de concessões e dois à chamada otimização de contratos existentes.</p>
<p>O conjunto dos nove leilões inclui a previsão de duplicação de 373,87 quilômetros de rodovias e implantação de 513,36 quilômetros de faixas adicionais.</p>
<p>Nos dois projetos de otimização contratual, estão previstas duplicações de outros 195,2 quilômetros e 36,93 quilômetros de faixas adicionais.</p>
<p>Somadas, as intervenções representam aproximadamente 569 quilômetros de duplicações e 550 quilômetros de faixas adicionais.</p>
<p>Para os passageiros de ônibus, duplicar uma rodovia ou ampliar sua capacidade pode significar viagens menos sujeitas a retenções, especialmente em trechos de intenso movimento de caminhões, automóveis e veículos de transporte coletivo.</p>
<p>Também há possíveis ganhos para o turismo rodoviário, o fretamento, o transporte intermunicipal e interestadual de passageiros e as linhas que atendem cidades do interior.</p>
<p>Esses resultados, porém, dependem das características de cada projeto, da execução das obras e da qualidade da operação posterior. Uma concessão, por si só, não garante a eliminação de congestionamentos ou acidentes.</p>
<p>Entre os projetos rodoviários apresentados para 2027 estão:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Projeto</th>
<th>Rodovias e localização</th>
</tr>
<tr>
<td>Rota Integração do Sul</td>
<td>BR-116, BR-158, BR-290 e BR-392, no Rio Grande do Sul</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Portuária do Sul</td>
<td>BR-116 e BR-392, no Rio Grande do Sul</td>
</tr>
<tr>
<td>Rodovias Integradas de Santa Catarina — Lote 1</td>
<td>BR-153, BR-282 e BR-470, em Santa Catarina</td>
</tr>
<tr>
<td>Rodovias Integradas de Santa Catarina — Lote 3</td>
<td>BR-153, BR-282 e BR-480, em Santa Catarina</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Vale do Café</td>
<td>BR-393, no Rio de Janeiro</td>
</tr>
<tr>
<td>Otimização Transbrasiliana</td>
<td>BR-153, em São Paulo</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Portuária Itaqui</td>
<td>BR-135 e BR-316, no Maranhão</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Norte Catarinense — Lote 2</td>
<td>BR-280, em Santa Catarina</td>
</tr>
<tr>
<td>Otimização Rota Planalto Sul</td>
<td>BR-116, no Paraná e em Santa Catarina</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota do Açu</td>
<td>BR-356, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Centro-Sul Baiano</td>
<td>BR-101, na Bahia</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A programação abrange corredores relevantes para a circulação de passageiros e mercadorias, inclusive ligações entre regiões industriais, áreas produtoras, cidades turísticas e instalações portuárias.</p>
<h3>Mercado poderá movimentar empresas de ônibus, fornecedores e construtoras</h3>
<p>Os investimentos rodoviários previstos vão além das empresas que disputarão diretamente as concessões.</p>
<p>A construção e a manutenção da infraestrutura podem gerar demanda para construtoras, empresas de engenharia, fabricantes de máquinas, fornecedores de sinalização, iluminação, sistemas de cobrança de pedágio e equipamentos de segurança.</p>
<p>Há ainda oportunidades para negócios ligados à operação das rodovias, como atendimento aos usuários, socorro mecânico, monitoramento de tráfego e soluções digitais.</p>
<p>Para o setor de ônibus, os benefícios comerciais podem aparecer de maneira indireta. Estradas em melhores condições e viagens mais previsíveis favorecem o planejamento de horários e a utilização dos veículos.</p>
<p>Um ônibus que enfrenta menos congestionamentos tende a apresentar melhores condições para cumprir sua programação, embora os ganhos concretos dependam do tráfego, da extensão dos percursos e das intervenções realizadas.</p>
<p>Por outro lado, a implantação ou alteração de pedágios pode representar custos adicionais para transportadoras e empresas de ônibus. Dependendo do contrato e das regras tarifárias aplicáveis, esses custos podem influenciar a composição do preço do transporte.</p>
<p>Por isso, além do volume de investimentos anunciado, será importante acompanhar as tarifas previstas, os prazos de execução, as obrigações contratuais e os mecanismos de fiscalização das futuras concessionárias.</p>
<h3>Governo quer recuperar contratos rodoviários que enfrentam dificuldades</h3>
<p>Uma parte da carteira não corresponde à entrega de novas rodovias à iniciativa privada, mas à tentativa de recuperar contratos que apresentam problemas financeiros ou dificuldades de execução.</p>
<p>São os chamados contratos de otimização.</p>
<p>Nesse modelo, as condições de concessões existentes passam por processos de revisão e reestruturação para permitir a retomada de investimentos e a continuidade dos serviços.</p>
<p>A proposta envolve mecanismos de reequilíbrio econômico-financeiro, novas obrigações e procedimentos para reorganizar a prestação dos serviços.</p>
<p>O Ministério dos Transportes informa que, com os dois projetos previstos para 2027, os acordos de otimização aprovados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) deverão chegar a nove, reunindo investimentos de R$ 124 bilhões.</p>
<p>A otimização, entretanto, precisa conciliar os interesses das empresas e a sustentabilidade dos contratos com a proteção dos usuários, especialmente em relação às tarifas de pedágio e à realização efetiva das obras.</p>
<h3>Ferrovias concentram a maior parte dos investimentos e podem abrir espaço para transporte de passageiros</h3>
<p>O maior volume financeiro da carteira está no setor ferroviário.</p>
<p>São R$ 160 bilhões estimados em 18 projetos, distribuídos entre oito concessões, nove chamamentos públicos para autorização e uma iniciativa de oferta permanente de terminais e trechos ferroviários ociosos.</p>
<p>O planejamento envolve tanto a implantação de novas estruturas quanto a recuperação de linhas existentes.</p>
<p>Uma das possibilidades é a utilização de trechos ferroviários atualmente subaproveitados, mediante apresentação de propostas por empresas interessadas em recuperar e operar a infraestrutura.</p>
<p>O modelo poderá contemplar o transporte de cargas ou passageiros, conforme as características dos trechos e a viabilidade dos projetos.</p>
<p>Essa possibilidade merece atenção especial porque parte da infraestrutura ferroviária brasileira deixou de atender passageiros ao longo das décadas, enquanto outras linhas perderam importância operacional ou passaram a funcionar com utilização reduzida.</p>
<p>A recuperação de trilhos pode representar alternativas de transporte para determinadas regiões, mas não significa automaticamente o retorno de trens de passageiros.</p>
<p>Para isso, serão necessários estudos de demanda, avaliação das condições da via, investimentos em material rodante, estações, sinalização e segurança operacional, além da definição de quem custeará os serviços.</p>
<h3>Corredor Minas-Rio terá chamamento público em dezembro</h3>
<p>Uma das iniciativas previstas ainda para 2026 é o chamamento público do Corredor Minas-Rio, marcado para 17 de dezembro.</p>
<p>O projeto envolve aproximadamente 733 quilômetros de infraestrutura ferroviária entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro.</p>
<p>A proposta faz parte de um modelo em que empresas poderão apresentar planos para recuperar e utilizar trechos ferroviários, inclusive com possibilidade de apoio governamental, conforme as regras estabelecidas.</p>
<p>O modelo de autorização procura permitir que interessados do setor privado apresentem soluções de exploração comercial para a infraestrutura.</p>
<p>O interesse econômico poderá variar de acordo com a localização, as condições dos trilhos, o potencial de transporte de cargas, a conexão com outras ferrovias e a possibilidade de atendimento de passageiros.</p>
<p>Outro projeto destacado pelo Ministério dos Transportes é o Anel Ferroviário do Sudeste, destinado a ampliar a integração da malha ferroviária com corredores logísticos e portos dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.</p>
<p>O empreendimento está previsto como uma concessão para implantação de nova infraestrutura, modalidade conhecida no mercado como greenfield.</p>
<p>Diferentemente da recuperação de uma ferrovia existente, esse tipo de projeto envolve a construção de uma nova ligação, com demandas específicas de engenharia, licenciamento ambiental, desapropriações e financiamento.</p>
<h3>Como os R$ 262,6 bilhões serão distribuídos</h3>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Segmento</th>
<th>Projetos</th>
<th>Investimentos previstos</th>
</tr>
<tr>
<td>Rodovias</td>
<td>11</td>
<td>R$ 102,68 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Ferrovias</td>
<td>18</td>
<td>R$ 160 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>29</td>
<td>R$ 262,68 bilhões</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Os investimentos ferroviários representam aproximadamente 61% do montante anunciado, enquanto os rodoviários correspondem a cerca de 39%.</p>
<p>Na prática, a carteira também poderá movimentar fabricantes de trilhos, dormentes, equipamentos de sinalização, locomotivas, vagões e componentes ferroviários, além de empresas de projetos, engenharia e manutenção.</p>
<p>No caso das ferrovias, o Governo Federal pretende utilizar instrumentos como financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), garantias públicas, investimentos cruzados e aportes governamentais para melhorar a viabilidade econômica de determinados empreendimentos.</p>
<p>Esses mecanismos poderão ser importantes especialmente nos projetos com investimentos elevados, retorno financeiro de longo prazo ou necessidade de recuperação de infraestrutura deteriorada.</p>
<h3>Investimentos também dependerão de financiamento, segurança jurídica e capacidade de execução</h3>
<p>O anúncio de uma carteira bilionária representa uma perspectiva de mercado, mas sua transformação em obras depende de condições econômicas, regulatórias e contratuais.</p>
<p>Entre os principais fatores estão a disponibilidade de financiamento, as taxas de juros, os riscos de construção, o licenciamento ambiental, a previsão de receitas e a segurança jurídica dos contratos.</p>
<p>Em concessões rodoviárias, por exemplo, uma empresa precisa avaliar se a arrecadação esperada será suficiente para financiar obras, manutenção e operação, considerando também as obrigações assumidas perante o poder público.</p>
<p>Nas ferrovias, o desafio inclui investimentos de longo prazo e a necessidade de garantir demanda suficiente para justificar a recuperação ou a implantação de determinados corredores.</p>
<p>O Governo Federal informa que 18 novos grupos passaram a participar do mercado de concessões rodoviárias nos 25 leilões realizados desde 2023.</p>
<p>A ampliação do número de interessados pode favorecer a competição, mas a qualidade de uma concessão também precisa ser medida pela capacidade de entregar as obras, manter os serviços e cumprir as obrigações previstas.</p>
<h3>Próximos passos: editais e leilões em 2027</h3>
<p>O cronograma preliminar do Ministério dos Transportes prevê a publicação dos editais rodoviários entre março e agosto de 2027.</p>
<p>Os leilões estão programados para ocorrer entre junho e dezembro.</p>
<p>As datas ainda dependerão da conclusão dos estudos, das etapas regulatórias, das audiências públicas e do alinhamento com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).</p>
<p>No setor ferroviário, parte dos projetos seguirá modelos tradicionais de concessão, enquanto outra parcela poderá ser ofertada por meio de autorizações e chamamentos públicos.</p>
<p>Para o cidadão, o resultado desses projetos deverá ser acompanhado principalmente por indicadores concretos: quantos quilômetros foram duplicados, quais estradas tiveram melhorias, quais ferrovias voltaram a operar, como ficaram os custos de transporte e se houve ganhos reais de segurança, regularidade e qualidade dos serviços.</p>
<p>Para as empresas, a carteira representa um mercado potencial de grande dimensão, mas que exigirá planejamento, capacidade financeira, projetos consistentes e adaptação às exigências contratuais.</p>
<p>O desafio será transformar os R$ 262,6 bilhões previstos em investimentos efetivos, com benefícios que cheguem às estradas, aos trilhos, às empresas que movimentam a economia e, principalmente, às pessoas que dependem diariamente dos transportes.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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    <title>Pedágios ficam mais caros em rodovias de São Paulo neste domingo (1º) e aumentos poderão chegar posteriormente às passagens de ônibus</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/pedagios-ficam-mais-caros-em-rodovias-de-sao-paulo-neste-domingo-1o-e-aumentos-poderao-chegar-posteriormente-as-passagens-de-onibus/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 11:30:41 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Concessionária Novo Litoral reajusta tarifas em 4,58% nas ligações do Alto Tietê, Baixada Santista e Vale do Ribeira; interior paulista também terá mudanças na cobrança, incluindo nova concessão na região de Campinas e pedágios eletrônicos em Pirangi e Monte Alto. Impactos sobre ônibus intermunicipais, rodoviários e fretados dependem das regras de cada serviço ADAMO BAZANI [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="525" height="349" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/59478.jpg?fit=525%2C349&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/59478.jpg?w=525&amp;ssl=1 525w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/59478.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/59478.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/59478.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 525px) 100vw, 525px" /> <div><em>Concessionária Novo Litoral reajusta tarifas em 4,58% nas ligações do Alto Tietê, Baixada Santista e Vale do Ribeira; interior paulista também terá mudanças na cobrança, incluindo nova concessão na região de Campinas e pedágios eletrônicos em Pirangi e Monte Alto. Impactos sobre ônibus intermunicipais, rodoviários e fretados dependem das regras de cada serviço</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Os motoristas e passageiros que utilizam rodovias paulistas terão mudanças nas tarifas e nos sistemas de cobrança de pedágio a partir da zero hora deste domingo, 1º de novembro de 2026, em pleno feriado prolongado de Finados. O aumento confirmado é de 4,58% nos pedágios eletrônicos administrados pela concessionária Novo Litoral, que atende importantes ligações entre o Alto Tietê, a Baixada Santista e o Vale do Ribeira. A atualização alcança rodovias como Mogi-Dutra, Mogi-Bertioga, Rio-Santos e Padre Manoel da Nóbrega.</p>
<p>Para quem viaja de ônibus, os reajustes também merecem atenção. O pedágio integra os custos das empresas de transporte intermunicipal, interestadual e de fretamento e poderá influenciar futuros reajustes de passagens ou preços de viagens contratadas. Entretanto, a elevação da tarifa rodoviária não significa aumento automático das passagens neste domingo. No caso dos serviços regulares, a incorporação desse custo depende das regras tarifárias e dos procedimentos adotados pelos órgãos reguladores responsáveis.</p>
<p>As mudanças de 1º de novembro também incluem o início da operação da Rota Mogiana, que substituirá a Renovias na administração de rodovias do interior, e a implantação do sistema eletrônico de cobrança em Pirangi e Monte Alto, pela Ecovias Noroeste Paulista.</p>
<p>Nesses dois casos, é necessário distinguir as alterações operacionais dos aumentos: a Rota Mogiana manterá os valores básicos das praças existentes, enquanto os novos pórticos substituirão pontos convencionais sem reajustar a tarifa.</p>
<h3>Novo Litoral: reajuste de 4,58% nas ligações para o litoral</h3>
<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) autorizou o reajuste de 4,576128%, arredondado para 4,58%, nas tarifas da Concessionária Novo Litoral (CNL).</p>
<p>A atualização foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo de quarta-feira, 28 de outubro, e corresponde à variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulada nos 12 meses encerrados em setembro de 2026.</p>
<p>O contrato abrange aproximadamente 212 quilômetros de rodovias em 13 municípios, incluindo ligações utilizadas por trabalhadores, turistas, transportadoras e empresas de ônibus.</p>
<p>O Diário do Transporte já havia noticiado o reajuste em 28 de outubro. A medida constitui a primeira atualização anual desde a implantação da cobrança eletrônica, em novembro de 2025.</p>
<p>As rodovias abrangidas são:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Rodovia</th>
<th>Trecho atendido</th>
</tr>
<tr>
<td>SP-088 — Mogi-Dutra</td>
<td>Arujá e Mogi das Cruzes</td>
</tr>
<tr>
<td>SP-098 — Mogi-Bertioga</td>
<td>Mogi das Cruzes e Bertioga</td>
</tr>
<tr>
<td>SP-055 — Rio-Santos</td>
<td>Bertioga e Santos</td>
</tr>
<tr>
<td>SP-055 — Padre Manoel da Nóbrega</td>
<td>Praia Grande a Miracatu</td>
</tr>
<tr>
<td>SPA-291/055 — Via Expressa Sul</td>
<td>Praia Grande</td>
</tr>
<tr>
<td>SPA-344/055 — Rodovia Coronel Rodolpho Pettená</td>
<td>Peruíbe e Itariri</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A atualização será aplicada aos pontos de cobrança eletrônica em operação. A inclusão de uma rodovia no contrato de concessão não significa que todos os seus trechos tenham pedágio ativo.</p>
<h3>Veja os novos valores dos pedágios da Novo Litoral</h3>
<p>As tarifas abaixo são para automóveis e utilitários de dois eixos, sem descontos por utilização de tag eletrônica.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Local do pórtico</th>
<th>Até 31 de outubro</th>
<th>A partir de 1º de novembro</th>
</tr>
<tr>
<td>Arujá — SP-088</td>
<td>R$ 1,56</td>
<td>R$ 1,63</td>
</tr>
<tr>
<td>Mogi das Cruzes — SP-088</td>
<td>R$ 1,99</td>
<td>R$ 2,08</td>
</tr>
<tr>
<td>Bertioga — SP-098</td>
<td>R$ 6,95</td>
<td>R$ 7,27</td>
</tr>
<tr>
<td>Santos — SP-055</td>
<td>R$ 5,80</td>
<td>R$ 6,07</td>
</tr>
<tr>
<td>Miracatu — SP-055</td>
<td>R$ 5,59</td>
<td>R$ 5,85</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Os novos valores valem a partir da zero hora de domingo e seguem a atualização contratual homologada pela Artesp.</p>
<p>Na Mogi-Bertioga, por exemplo, um automóvel que passar pelo pórtico de Bertioga pagará R$ 0,32 a mais por passagem.</p>
<p>Já na Mogi-Dutra, o aumento será de R$ 0,09 em Mogi das Cruzes e de R$ 0,07 em Arujá.</p>
<p>Os valores dos veículos comerciais variam conforme a categoria e o número de eixos considerados na cobrança.</p>
<h3>Ônibus também pagam pedágio e custos poderão influenciar passagens</h3>
<p>Os reajustes representam aumento de despesas para empresas de ônibus que utilizam os trechos concedidos.</p>
<p>O efeito poderá alcançar serviços regulares intermunicipais, linhas rodoviárias interestaduais e operações de fretamento.</p>
<p>Nas linhas intermunicipais reguladas pelo Estado de São Paulo, a definição de tarifas depende das regras aplicáveis aos serviços e da atuação dos órgãos competentes.</p>
<p>Nas ligações interestaduais, o regime tarifário é diferente, sob regulamentação federal da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).</p>
<p>Já no fretamento, os custos podem ser considerados na negociação comercial entre a empresa transportadora e o contratante.</p>
<p>Isso significa que o aumento do pedágio pode ser incorporado futuramente ao preço do transporte, mas não provoca necessariamente uma elevação imediata das passagens.</p>
<p>Também não significa que os bilhetes terão o mesmo reajuste percentual de 4,58%.</p>
<p>O custo do pedágio é apenas um dos componentes das despesas de uma empresa de ônibus, juntamente com combustível ou energia, manutenção, pneus, salários, encargos trabalhistas, aquisição de veículos e outros gastos operacionais.</p>
<p>Além disso, o impacto varia conforme a quantidade de praças atravessadas, o número de eixos do ônibus, a distância percorrida e a quantidade de viagens realizadas.</p>
<p>Uma empresa que opera dezenas de partidas diárias por uma mesma rodovia pode acumular um aumento de despesas significativo ao longo de um mês, mesmo quando a diferença por passagem no pedágio parece pequena.</p>
<p>Por outro lado, a existência de mais passageiros por viagem pode contribuir para distribuir esse custo entre um número maior de usuários.</p>
<p>A eventual repercussão no preço final dependerá da estrutura de custos e das regras específicas de cada serviço.</p>
<h3>Rota Mogiana assume rodovias da Renovias, mas mantém tarifas básicas</h3>
<p>Outra mudança importante ocorrerá no interior paulista, onde a concessionária Rota Mogiana assumirá, a partir de domingo, a administração de aproximadamente 520 quilômetros de rodovias.</p>
<p>A nova operação substituirá a Renovias em trechos que atendem regiões como Campinas, Jaguariúna, Mogi Mirim, Mogi Guaçu, São João da Boa Vista e municípios próximos.</p>
<p>O contrato, com duração de 30 anos, prevê R$ 9,4 bilhões em investimentos.</p>
<p>Diferentemente da Novo Litoral, a entrada da Rota Mogiana não representa aumento das tarifas básicas nas nove praças de pedágio existentes.</p>
<p>A Artesp homologou os valores para o primeiro ano contratual por meio da Deliberação nº 816, publicada em 28 de outubro.</p>
<p>Os motoristas que utilizam tag eletrônica passarão a contar com desconto aproximado de 5% nas tarifas, conforme as regras previstas na nova concessão.</p>
<h3>Confira as tarifas da Rota Mogiana a partir de domingo</h3>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Praça</th>
<th>Automóveis</th>
<th>Com tag</th>
</tr>
<tr>
<td>Jaguariúna</td>
<td>R$ 8,80</td>
<td>R$ 8,36</td>
</tr>
<tr>
<td>Estiva Gerbi</td>
<td>R$ 7,80</td>
<td>R$ 7,41</td>
</tr>
<tr>
<td>Casa Branca</td>
<td>R$ 8,15</td>
<td>R$ 7,74</td>
</tr>
<tr>
<td>Mococa</td>
<td>R$ 8,10</td>
<td>R$ 7,69</td>
</tr>
<tr>
<td>Espírito Santo do Pinhal</td>
<td>R$ 10,45</td>
<td>R$ 9,92</td>
</tr>
<tr>
<td>Águas da Prata</td>
<td>R$ 4,60</td>
<td>R$ 4,37</td>
</tr>
<tr>
<td>Aguaí</td>
<td>R$ 6,30</td>
<td>R$ 5,98</td>
</tr>
<tr>
<td>São João da Boa Vista</td>
<td>R$ 7,40</td>
<td>R$ 7,03</td>
</tr>
<tr>
<td>Itobi</td>
<td>R$ 10,75</td>
<td>R$ 10,21</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Os valores correspondem à tarifa básica de automóveis e aos descontos por pagamento automático.</p>
<p>O contrato também prevê descontos progressivos para usuários frequentes, conforme as regras aplicáveis.</p>
<p>A nova concessionária deverá realizar investimentos em duplicações, faixas adicionais, acessos, passarelas e estruturas de apoio aos usuários.</p>
<p>Entre os compromissos estão aproximadamente 217 quilômetros de duplicações, 138 quilômetros de faixas adicionais e a construção ou adequação de 135 pontos de ônibus.</p>
<p>As obras serão realizadas ao longo do contrato, de acordo com os cronogramas estabelecidos e a fiscalização da Artesp.</p>
<p>Para as empresas de ônibus, as condições das rodovias são importantes porque interferem na regularidade das viagens, na manutenção dos veículos e nos tempos de deslocamento.</p>
<h3>Pirangi e Monte Alto terão pedágio eletrônico sem aumento das tarifas</h3>
<p>Também a partir de domingo, a Ecovias Noroeste Paulista substituirá duas praças convencionais de pedágio por pórticos eletrônicos.</p>
<p>A mudança ocorrerá nos seguintes locais:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Município</th>
<th>Rodovia</th>
<th>Localização</th>
</tr>
<tr>
<td>Pirangi</td>
<td>SP-351 — Rodovia Comendador Pedro Monteleone</td>
<td>Km 184,281</td>
</tr>
<tr>
<td>Monte Alto</td>
<td>SP-323 — Rodovia José Della Vechia</td>
<td>Km 19,081</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A concessionária informou que não haverá criação de novos pontos de cobrança nem reajuste das tarifas atuais.</p>
<p>A alteração será na forma de pagamento: os motoristas deixarão de parar nas cabines e passarão pelos pórticos, onde serão identificados pela placa ou pela tag eletrônica.</p>
<p>Os automóveis com tag terão desconto de pelo menos 5%, além da possibilidade de descontos progressivos conforme a frequência de utilização.</p>
<p>Os veículos sem tag poderão realizar o pagamento posteriormente, dentro do prazo de 30 dias, pelos canais autorizados.</p>
<p>Outro pórtico está previsto para entrar em operação em 1º de dezembro, em Colina, no quilômetro 407,479 da Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326).</p>
<h3>Cobrança eletrônica exige atenção dos motoristas</h3>
<p>O sistema de pedágio eletrônico, também conhecido como free flow, permite que os veículos passem pelos pontos de cobrança sem parar.</p>
<p>A identificação ocorre por meio de câmeras e sensores instalados sobre as pistas.</p>
<p>Para os motoristas que utilizam tag, o pagamento geralmente é processado pela empresa responsável pelo dispositivo.</p>
<p>Quem não utiliza tag precisa consultar e quitar os valores pelos canais oficiais da concessionária, respeitando o prazo estabelecido.</p>
<p>A falta de pagamento pode caracterizar evasão de pedágio e resultar nas penalidades previstas na legislação de trânsito.</p>
<p>No caso das empresas de ônibus, o uso de sistemas eletrônicos de cobrança facilita o registro das passagens e a administração dos gastos operacionais.</p>
<p>Entretanto, os operadores devem considerar as regras de cobrança por categoria de veículo, número de eixos e eventuais benefícios ou descontos contratuais.</p>
<h3>Reajustes fazem parte de contratos diferentes</h3>
<p>Os reajustes e as mudanças anunciados para 1º de novembro não devem ser confundidos com a atualização anual aplicada em julho de 2026 em diversas outras rodovias paulistas.</p>
<p>Naquela ocasião, a Artesp autorizou reajustes baseados principalmente no IPCA acumulado entre junho de 2025 e maio de 2026, de 4,72%, alcançando concessões antigas e diferentes sistemas rodoviários.</p>
<p>As concessões mais recentes possuem datas próprias de atualização, geralmente relacionadas ao aniversário contratual.</p>
<p>Por isso, não existe uma única data em que todos os pedágios do Estado de São Paulo aumentam simultaneamente.</p>
<p>No caso da Novo Litoral, a atualização de 1º de novembro corresponde às condições estabelecidas para o contrato iniciado em 2024, com cobrança eletrônica implantada posteriormente.</p>
<p>Já a Rota Mogiana passa por uma mudança de concessionária, enquanto Pirangi e Monte Alto terão substituição da tecnologia utilizada para cobrar os pedágios.</p>
<h3>Custos de transporte e qualidade das rodovias</h3>
<p>Os pedágios são uma das fontes de remuneração utilizadas nas concessões rodoviárias para custear serviços de operação, manutenção, conservação e investimentos previstos nos contratos.</p>
<p>Entretanto, a existência da cobrança também cria uma obrigação de entrega de serviços e melhorias.</p>
<p>Para os passageiros de ônibus, as condições das rodovias interferem na segurança, no conforto e na duração das viagens.</p>
<p>Obras de duplicação, implantação de faixas adicionais e melhorias de pavimento podem contribuir para reduzir atrasos e melhorar a produtividade dos veículos.</p>
<p>Por outro lado, obras mal planejadas, interrupções prolongadas e problemas de manutenção podem gerar custos adicionais para as transportadoras.</p>
<p>O equilíbrio entre tarifas de pedágio, investimentos e qualidade dos serviços é, portanto, relevante tanto para motoristas particulares quanto para quem depende de ônibus.</p>
<p>No caso do transporte regular, os órgãos responsáveis pela regulação precisam considerar as condições econômicas das empresas e a capacidade de pagamento dos usuários.</p>
<p>O aumento de um componente de custo não representa, isoladamente, justificativa para a aplicação automática do mesmo percentual sobre as passagens.</p>
<p>A partir deste domingo, a principal alteração financeira confirmada será o reajuste de 4,58% dos pedágios da Novo Litoral. Nas demais concessões mencionadas, as mudanças envolvem a administração das rodovias, a implantação de novas formas de pagamento e descontos previstos nos contratos.</p>
<p>Para quem viaja de ônibus, a atenção deverá se voltar aos próximos processos de revisão tarifária e à maneira como os custos rodoviários serão considerados nos preços do transporte.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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    <title>Eletra avança na produção de ônibus elétricos superaticulados com carroceria Caio e-Millennium BRT padrão &#8220;Corredores Verdes&#8221; de  São Paulo e modelos para Minas Gerais</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/eletra-avanca-na-producao-de-onibus-eletricos-superaticulados-com-carroceria-caio-e-millennium-brt-padrao-corredores-verdes-de-sao-paulo-e-modelos-para-minas-gerais/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 11:15:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Fabricação de veículos no ABC Paulista já tem mais de mil unidades na carteira para 2027; encomendas incluem coletivs de alta capacidade para os Corredores Verdes da capital paulista, ônibus para Montes Claros e Belo Horizonte. Fabricante brasileira também prepara novos chassis inteligentes, expansão industrial e entrada no segmento rodoviário ADAMO BAZANI A Eletra Industrial, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Fabricação de veículos no ABC Paulista já tem mais de mil unidades na carteira para 2027; encomendas incluem coletivs de alta capacidade para os Corredores Verdes da capital paulista, ônibus para Montes Claros e Belo Horizonte. Fabricante brasileira também prepara novos chassis inteligentes, expansão industrial e entrada no segmento rodoviário</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Eletra Industrial, fabricante brasileira de tecnologia para ônibus elétricos sediada em São Bernardo do Campo (SP), está ampliando a produção para atender encomendas de diferentes cidades, incluindo superarticulados com carroceria Caio e-Millennium BRT destinados aos Corredores Verdes da capital paulista, veículos para Montes Claros (MG) e ônibus para Belo Horizonte (MG).</p>
<p>A movimentação ocorre num momento em que a empresa se prepara para entregar mais de mil ônibus elétricos em 2027 e ampliar sua capacidade de produção, ao mesmo tempo em que anuncia investimentos superiores a R$ 270 milhões, novos modelos e expansão internacional. Além dos efeitos ambientais, o crescimento da fabricação nacional movimenta fornecedores, empresas de engenharia, fabricantes de componentes, prestadores de serviços e trabalhadores especializados, mostrando que a transição para transportes menos poluentes também representa uma oportunidade de desenvolvimento industrial e econômico.</p>
<h3>Superarticulados para os Corredores Verdes de São Paulo</h3>
<p>Uma das encomendas em produção é destinada à Viação Metrópole Paulista, concessionária que opera linhas nas zonas Sul e Leste da cidade de São Paulo.</p>
<p>Os veículos possuem carroceria Caio e-Millennium BRT, com tecnologia elétrica desenvolvida pela Eletra.</p>
<p>Em 7 de outubro de 2026, o Diário do Transporte <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/07/zona-leste-vai-receber-onibus-eletrico-de-ultima-geracao-com-foco-em-novos-corredores-verdes-e-millennium-brt-eletra-da-metropole-paulista/?utm_source=chatgpt.com">mostrou em primeira mão a primeira unidade do modelo destinada à zona Leste</a>.</p>
<p>A empresa já havia apresentado uma unidade semelhante para a zona Sul, inclusive durante a Lat.Bus 2026, em agosto.</p>
<p>A compra da Metrópole Paulista reúne 68 superarticulados com tecnologia Eletra, considerando as operações nas duas regiões, com carrocerias Caio e-Millennium e e-Millennium BRT.</p>
<p>Os ônibus fazem parte do projeto de Corredores Verdes da Prefeitura de São Paulo, que prevê a utilização de veículos elétricos e soluções de infraestrutura urbana com menor impacto ambiental.</p>
<p>Além da eletrificação, a proposta inclui iniciativas como iluminação eficiente, aproveitamento de águas pluviais, ajardinamento e equipamentos alimentados por energia solar.</p>
<p>Na zona Leste, os novos ônibus poderão atender linhas que futuramente serão beneficiadas por estruturas como o BRT Aricanduva e o BRT Radial Leste.</p>
<p>Os veículos, entretanto, não dependem da conclusão desses corredores para iniciar a operação.</p>
<p>O modelo e-Millennium BRT possui piso baixo, ar-condicionado, recursos de acessibilidade e câmeras que substituem os retrovisores convencionais, com imagens exibidas em monitores na cabine.</p>
<p>A carroceria, produzida pela Caio em Botucatu (SP), apresenta desenho desenvolvido para ônibus de alta capacidade, enquanto a Eletra fornece a tecnologia de tração e integração dos sistemas elétricos.</p>
<p>Os veículos contam com apenas uma articulação, característica preservada mesmo na categoria comercialmente denominada superarticulado.</p>
<p>A utilização de ônibus elétricos de maior capacidade é importante para que a substituição dos veículos a diesel não implique redução da oferta de lugares nas linhas de maior demanda.</p>
<h3>Montes Claros e Belo Horizonte: tecnologia nacional em diferentes projetos</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-542547" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05-1.jpeg?resize=1024%2C767&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="767" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05-1.jpeg?resize=1024%2C767&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05-1.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05-1.jpeg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05-1.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05-1.jpeg?resize=1536%2C1151&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05-1.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-03.31.05-1.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>Outra frente da produção envolve ônibus para Montes Claros, no Norte de Minas Gerais.</p>
<p>A cidade decidiu adotar veículos elétricos como parte de uma política de modernização do transporte coletivo, combinando a substituição de frota com mudanças na gestão e no financiamento do sistema.</p>
<p>Em 23 de julho de 2026, o Diário do Transporte <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/23/entrevistas-montes-claros-mg-adota-eletrificacao-de-onibus-como-politica-de-melhoria-dos-transportes-e-eficiencia-de-gestao-publica/?utm_source=chatgpt.com">acompanhou na fábrica da Caio, em Botucatu, a apresentação do primeiro ônibus elétrico de Montes Claros e entrevistou o prefeito Guilherme Guimarães e dirigentes envolvidos no projeto</a>.</p>
<p>O primeiro lote reúne 18 ônibus com carroceria Caio e-Millennium, plataforma Mercedes-Benz O 500 U de piso baixo, tecnologia Eletra e motores e baterias WEG.</p>
<p>A administração municipal trabalha com a perspectiva de ampliar a frota elétrica para 27 unidades em 2026 e alcançar 49 veículos até 2027.</p>
<p>Os ônibus serão patrimônio do município e disponibilizados às empresas responsáveis pela operação.</p>
<p>Essa estrutura permite à Prefeitura manter maior controle sobre os veículos, independentemente de eventuais alterações nas empresas concessionárias.</p>
<p>Outro aspecto destacado pela administração municipal é o aproveitamento da geração de energia fotovoltaica, que poderá contribuir para reduzir despesas de abastecimento.</p>
<p>Em Belo Horizonte, a dimensão da encomenda é maior.</p>
<p>A Prefeitura contratou 96 ônibus elétricos por R$ 307,68 milhões.</p>
<p>Os veículos terão carroceria Caio, tecnologia Eletra, plataforma Mercedes-Benz e componentes elétricos WEG.</p>
<p>A configuração prevista é do tipo BRT Misto, com cinco portas e possibilidade de atendimento tanto em corredores quanto em linhas convencionais.</p>
<p>A contratação inclui veículos com autonomia prevista superior a 250 quilômetros, conforme as condições estabelecidas no edital.</p>
<p>Para abastecer a frota, foram contratados 27 carregadores da Nansen, por aproximadamente R$ 5,5 milhões.</p>
<p>A aquisição dos ônibus e da infraestrutura de recarga representa investimento total de aproximadamente R$ 313,2 milhões, com participação de recursos federais vinculados ao PAC.</p>
<p>O projeto mostra como a eletrificação do transporte coletivo movimenta diferentes segmentos industriais, desde a construção de carrocerias até a fabricação de baterias, motores, sistemas de controle e carregadores.</p>
<h3>Carteira de encomendas supera mil ônibus para 2027</h3>
<p>A ampliação da produção observada pelo Diário do Transporte nesta semana acompanha as projeções apresentadas pela direção da Eletra.</p>
<p>Em entrevista exclusiva concedida em 30 de setembro, a diretora-presidente da empresa, Milena Braga Romano, <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/exclusivo-eletra-preve-mais-de-mil-onibus-eletricos-em-2027-fabricante-brasileira-entregou-94-dos-250-apresentados-em-sao-paulo-e-fez-o-veiculo-numero-2-mil/?utm_source=chatgpt.com">revelou que a fabricante trabalha com a perspectiva de entregar mais de mil ônibus elétricos somente em 2027</a>.</p>
<p>Segundo a executiva, aproximadamente 600 unidades estavam previstas para entrega até março ou abril de 2027, com outras 400 programadas para os meses seguintes.</p>
<p>A empresa também espera conquistar cerca de 500 pedidos adicionais até o encerramento de 2027.</p>
<p>“Eu acho que a gente deve bater mais de mil ônibus entregues no ano que vem”, declarou Milena na ocasião.</p>
<p>Os aproximadamente mil veículos mencionados fazem parte da programação de entregas apresentada pela fabricante, enquanto as outras 500 unidades representam uma expectativa de novas encomendas.</p>
<p>O cenário exige ampliação da capacidade industrial, investimentos em equipamentos e reorganização dos processos de fabricação.</p>
<p>Na unidade de São Bernardo do Campo, a Eletra desenvolve e integra sistemas de tração, gerenciamento eletrônico, distribuição de energia e outros componentes necessários ao funcionamento dos ônibus elétricos.</p>
<p>A fabricação envolve ainda uma rede de fornecedores de motores, baterias, componentes eletrônicos, estruturas metálicas, cabos, conectores e equipamentos de recarga.</p>
<h3>Investimentos milionários, nova fábrica e geração de empregos</h3>
<p>Durante a Lat.Bus 2026, realizada em agosto, a Eletra apresentou um plano de expansão que prevê ampliar sua unidade atual e construir uma segunda fábrica.</p>
<p>Os investimentos anunciados superam R$ 270 milhões.</p>
<p>Mais de R$ 70 milhões estão relacionados ao desenvolvimento de uma nova geração de chassis elétricos, enquanto a futura unidade industrial deverá receber investimentos superiores a R$ 200 milhões.</p>
<p>A companhia pretende elevar a capacidade da fábrica atual para aproximadamente 1.700 ônibus anuais em 2027.</p>
<p>Com a segunda unidade, a meta é chegar a uma capacidade combinada de cerca de três mil ônibus por ano.</p>
<p>A expansão também poderá representar aproximadamente mil novos empregos no Brasil, segundo a direção da Eletra.</p>
<p>Os investimentos estão associados à estratégia de ampliar a participação no mercado brasileiro e desenvolver produtos para outros países, inicialmente na América Latina.</p>
<p>A criação de postos de trabalho envolve diferentes níveis de qualificação, da produção industrial à engenharia, programação de sistemas eletrônicos, manutenção e assistência técnica.</p>
<h3>Chassis inteligentes e ônibus elétricos para fretamento e rodoviários</h3>
<p>A expansão comercial é acompanhada pelo desenvolvimento de novos produtos.</p>
<p>Em entrevista concedida durante a Lat.Bus, em agosto, a diretora-presidente Milena Braga Romano e a diretora comercial Ieda Oliveira <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/19/entrevista-eletra-quer-levar-tecnologia-brasileira-de-onibus-eletricos-para-o-mundo-com-chassis-inteligentes-cerca-de-mil-novos-empregos-no-brasil/?utm_source=chatgpt.com">detalharam ao Diário do Transporte a nova geração de chassis inteligentes, os planos de internacionalização e a entrada no mercado de ônibus rodoviários e de fretamento elétricos</a>.</p>
<p>Os novos chassis utilizam sensores e sistemas eletrônicos capazes de identificar condições como esforço do veículo, relevo, velocidade e carga transportada.</p>
<p>Com essas informações, a tecnologia procura adequar a utilização da energia elétrica às necessidades de cada momento da operação.</p>
<p>A proposta é melhorar a eficiência, ampliar a autonomia e auxiliar na preservação dos componentes.</p>
<p>A empresa também pretende fortalecer a tecnologia de recarga em movimento, conhecida como IMC, utilizada em ônibus que podem receber energia da rede aérea e continuar circulando com baterias nos trechos sem fios.</p>
<p>Outra novidade prevista para 2027 é a entrada no segmento de ônibus rodoviários e de fretamento elétricos.</p>
<p>O desenvolvimento inicial considera principalmente operações de menor distância, nas quais a programação das viagens e dos carregamentos permite maior previsibilidade.</p>
<p>O segmento apresenta desafios específicos, como necessidade de autonomia em velocidades rodoviárias, espaço para bagagens, peso das baterias e infraestrutura de recarga.</p>
<h3>Mercado brasileiro cresce e atrai fabricantes nacionais e internacionais</h3>
<p>A expansão da Eletra ocorre num momento de crescimento dos emplacamentos de ônibus elétricos.</p>
<p>Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), o Brasil registrou 589 ônibus elétricos no primeiro semestre de 2026, contra 306 no mesmo período de 2025.</p>
<p>O crescimento foi de 92,5%.</p>
<p>Dos veículos registrados nos primeiros seis meses de 2026, 476 foram fabricados no Brasil, aproximadamente 80% do total.</p>
<p>A Eletra liderou o levantamento, com 224 unidades e participação de 38% nos emplacamentos do período.</p>
<p>A Mercedes-Benz apareceu com 113 unidades, enquanto a BYD registrou 109 veículos.</p>
<p>Os dados mostram o crescimento da participação industrial brasileira, mas também a presença de fabricantes internacionais e a disputa por diferentes soluções tecnológicas.</p>
<p>Indicadores da Fenabrave, da Anfavea e levantamentos como o E-Bus Radar ajudam a compreender a evolução do mercado, embora utilizem metodologias distintas.</p>
<p>É necessário diferenciar produção industrial, emplacamentos e veículos efetivamente em operação.</p>
<p>Uma fábrica pode concluir um ônibus antes de seu registro, e um veículo emplacado pode aguardar a preparação da garagem, os testes e outras etapas necessárias para iniciar o atendimento aos passageiros.</p>
<h3>São Paulo ultrapassou dois mil elétricos com participação da Eletra</h3>
<p>Em 30 de setembro, a Prefeitura de São Paulo apresentou um lote de 250 ônibus elétricos, elevando a frota municipal informada para 2.009 unidades, incluindo ônibus a bateria e trólebus.</p>
<p>Desse conjunto apresentado, 94 veículos possuíam tecnologia Eletra.</p>
<p>Eram 18 ônibus de 15 metros para a KBPX, 48 superarticulados para a Via Sudeste, 27 veículos convencionais da Move Buss e um superarticulado da Viação Grajaú.</p>
<p>O ônibus escolhido para representar simbolicamente a marca de duas mil unidades foi um superarticulado de 21,5 metros da Via Sudeste, equipado com tecnologia Eletra, carroceria Caio e plataforma Mercedes-Benz.</p>
<p>A empresa também havia fornecido o veículo que representou a marca de mil ônibus elétricos da capital, alcançada em novembro de 2025.</p>
<p>A ampliação da frota elétrica paulistana contribuiu para aumentar a escala das encomendas e para a formação de uma cadeia de fornecimento mais estruturada.</p>
<h3>BNDES, prefeituras e estados ajudam a viabilizar uma nova indústria</h3>
<p>A expansão do mercado brasileiro de ônibus elétricos está ligada às decisões de gestores públicos e às condições de financiamento.</p>
<p>A compra de veículos elétricos exige investimento inicial elevado, especialmente quando são consideradas a aquisição dos ônibus, a instalação de carregadores, as adequações das garagens e o fornecimento de energia.</p>
<p>O BNDES exerce papel importante ao oferecer instrumentos de financiamento para projetos de infraestrutura e renovação de frotas.</p>
<p>O Governo Federal também participa por meio de programas como o PAC e de políticas de apoio à mobilidade urbana.</p>
<p>Mas a continuidade desse mercado depende da capacidade de estados e municípios de estruturar contratos sustentáveis e garantir recursos para os investimentos.</p>
<p>A experiência de Montes Claros demonstra uma possibilidade de atuação direta do poder público como proprietário dos veículos.</p>
<p>Em Belo Horizonte, o financiamento federal contribui para viabilizar a aquisição de uma frota elétrica de maior porte.</p>
<p>Já em São Paulo, o sistema de concessões municipais e os mecanismos de remuneração das operadoras são determinantes para sustentar o processo de eletrificação.</p>
<p>São soluções diferentes para realidades também distintas.</p>
<p>O ponto comum é a necessidade de planejar não apenas a compra dos veículos, mas também sua utilização ao longo dos anos.</p>
<h3>Sustentabilidade ambiental, social e econômica: uma oportunidade para a indústria brasileira</h3>
<p>A produção nacional de ônibus elétricos coloca em discussão um aspecto que vai além da redução de poluentes.</p>
<p>A sustentabilidade deve considerar simultaneamente os impactos ambientais, sociais e econômicos.</p>
<p>Na dimensão ambiental, a eletrificação reduz a emissão de poluentes locais e o ruído nas vias, contribuindo para melhorar as condições urbanas.</p>
<p>Na dimensão social, envolve conforto para os passageiros, condições de trabalho dos motoristas, geração de empregos e capacitação profissional.</p>
<p>Na dimensão econômica, inclui desenvolvimento de tecnologia, fortalecimento de fornecedores, produtividade industrial e possibilidade de reduzir custos operacionais ao longo da vida útil dos veículos.</p>
<p>A Eletra destaca possuir capital integralmente nacional e índice de nacionalização de aproximadamente 93% em seus produtos.</p>
<p>Esse dado é importante porque a presença de uma fabricante brasileira permite que parte relevante dos investimentos permaneça no País, movimentando engenharia, produção, desenvolvimento de software, assistência técnica e fornecedores locais.</p>
<p>A nacionalização também pode facilitar adaptações às condições de operação brasileiras, que variam conforme o relevo, o clima, a demanda de passageiros e a infraestrutura de cada cidade.</p>
<p>A presença de concorrentes nacionais e estrangeiros continua sendo relevante para estimular inovação, produtividade e melhores condições comerciais.</p>
<p>A transição energética poderá contribuir para uma nova etapa de industrialização se estiver acompanhada de pesquisa, desenvolvimento tecnológico, formação profissional, financiamento e políticas públicas consistentes.</p>
<h3>Produção maior precisa resultar em transporte melhor</h3>
<p>A movimentação observada pelo Diário do Transporte na fábrica da Eletra nesta semana representa uma etapa concreta da ampliação da eletromobilidade brasileira.</p>
<p>As encomendas para São Paulo, Montes Claros e Belo Horizonte mostram que a demanda por ônibus elétricos está alcançando sistemas de diferentes portes e características.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a expansão planejada para 2027 coloca desafios industriais e operacionais.</p>
<p>Será necessário produzir, entregar, instalar equipamentos, preparar garagens e qualificar trabalhadores para que os veículos possam entrar em operação.</p>
<p>Para os passageiros, o resultado deverá ser medido pela qualidade do transporte, pelo conforto, pela regularidade das viagens e pela redução dos impactos ambientais.</p>
<p>Para os municípios, o desafio será conciliar modernização da frota, investimentos estruturais e responsabilidade fiscal.</p>
<p>E, para a indústria brasileira, a ampliação da produção representa uma oportunidade de desenvolver tecnologia própria, gerar empregos e participar de um mercado em transformação.</p>
<p>A eletrificação dos ônibus, quando acompanhada de planejamento e investimentos consistentes, pode contribuir não apenas para cidades menos poluídas, mas também para uma economia que produza mais tecnologia, empregos e soluções de transporte no próprio Brasil.</p>
<p>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</p>
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  <item>
    <title>Finados altera intervalos nas linhas 4-Amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda; confira horários e trechos afetados</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/finados-altera-intervalos-nas-linhas-4-amarela-5-lilas-8-diamante-e-9-esmeralda-confira-horarios-e-trechos-afetados/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/finados-altera-intervalos-nas-linhas-4-amarela-5-lilas-8-diamante-e-9-esmeralda-confira-horarios-e-trechos-afetados/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 11:00:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Previsão é de operação de domingo na segunda-feira (02) ARTHUR FERRARI Os passageiros das linhas 4-Amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda terão mudanças na operação durante o feriado de Finados, na segunda-feira (2 de novembro). A Motiva Trilhos programou intervalos específicos para a data, enquanto serviços de manutenção nas linhas 8 e 9 também provocarão alterações [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="940" height="627" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-08.20.39.jpeg?fit=940%2C627&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-08.20.39.jpeg?w=940&amp;ssl=1 940w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-08.20.39.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-08.20.39.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-08.20.39.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-08.20.39.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /> <p><em>Previsão é de operação de domingo na segunda-feira (02)</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os passageiros das linhas 4-Amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda terão mudanças na operação durante o feriado de Finados, na segunda-feira (2 de novembro). A Motiva Trilhos programou intervalos específicos para a data, enquanto serviços de manutenção nas linhas 8 e 9 também provocarão alterações na circulação dos trens.</p>
<p>Na Linha 4-Amarela, os intervalos serão de aproximadamente quatro minutos no sábado (31 de outubro). No domingo (1º) e na segunda-feira (2), o tempo entre as composições será de cerca de cinco minutos.</p>
<p>Já as linhas 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda funcionarão na segunda-feira com programação semelhante à adotada em um domingo comum. A concessionária informou que manterá trens e operadores à disposição para eventual reforço da oferta, caso seja identificado aumento no número de passageiros.</p>
<h2>Obras modificam circulação na Linha 8-Diamante</h2>
<p>Uma manutenção de via permanente está programada para começar às 8h30 de sábado (31) e seguir até segunda-feira (2). Durante o período, os intervalos na Linha 8-Diamante serão diferentes conforme o trecho:</p>
<ul>
<li>Entre Júlio Prestes e Palmeiras-Barra Funda, os trens circularão a cada 20 minutos.</li>
<li>Entre Palmeiras-Barra Funda e Itapevi, o intervalo será de 10 minutos.</li>
</ul>
<p>Outra intervenção está prevista para as madrugadas de segunda (2) e terça-feira (3), entre 1h e 3h30. O serviço envolve a instalação de infraestrutura ferroviária no trecho entre Itapevi e Santa Rita.</p>
<p>Durante a execução dos trabalhos, os trens utilizarão via única entre Jandira e Itapevi. Já as composições que atendem à extensão até Amador Bueno circularão pela via auxiliar.</p>
<p>Ao longo do feriado, agentes de atendimento e segurança estarão nas estações para orientar os usuários e auxiliar na organização do fluxo de passageiros.</p>
<p>A concessionária recomenda que os clientes acompanhem os avisos sonoros e sigam as instruções das equipes durante as alterações operacionais. A programação das manutenções poderá sofrer mudanças, que serão comunicadas pelos canais oficiais da ViaMobilidade.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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