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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Indaiatuba (SP) renova 46% da frota de ônibus do transporte coletivo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/indaiatuba-sp-renova-46-da-frota-de-onibus-do-transporte-coletivo/</link>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 20:30:21 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Município recebe 36 veículos novos, que serão incorporados gradualmente às linhas urbanas até segunda-feira (5) YURI SENA A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana, apresentou nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, 36 novos ônibus que vão renovar parte da frota do transporte coletivo urbano do município. Os veículos serão incorporados [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="721" height="398" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a5860d35-95a5-449c-8abb-faa9d9238d0d.jpg?fit=721%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a5860d35-95a5-449c-8abb-faa9d9238d0d.jpg?w=721&amp;ssl=1 721w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a5860d35-95a5-449c-8abb-faa9d9238d0d.jpg?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a5860d35-95a5-449c-8abb-faa9d9238d0d.jpg?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a5860d35-95a5-449c-8abb-faa9d9238d0d.jpg?resize=400%2C221&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 721px) 100vw, 721px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Município recebe 36 veículos novos, que serão incorporados gradualmente às linhas urbanas até segunda-feira (5)</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana, apresentou nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, 36 novos ônibus que vão renovar parte da frota do transporte coletivo urbano do município. Os veículos serão incorporados gradualmente às linhas até segunda-feira (5) e substituirão modelos atualmente em operação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a aquisição, 46% da frota municipal será renovada. O sistema conta atualmente com 78 ônibus distribuídos em 36 linhas e transporta aproximadamente 24,7 mil passageiros por dia útil, dos quais 15.622 são pagantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os novos veículos são Mercedes-Benz OF 1721 Euro 6 e mantêm características já presentes na frota de Indaiatuba, como ar-condicionado e equipamentos de acessibilidade para passageiros com deficiência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ônibus também possuem conexão Wi-Fi, carregadores USB e poltronas classificadas como “+ Conforto”. Para o acompanhamento da operação e a segurança dos passageiros, os veículos contam com GPS e câmeras de monitoramento interno e externo em tempo real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a renovação, a idade média da frota do transporte coletivo urbano passa a ser de um ano e seis meses. Os 36 ônibus retirados das linhas municipais serão direcionados para a frota de transporte escolar da Secretaria Municipal de Educação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o secretário municipal de Mobilidade Urbana, Diego Vido, a medida permite modernizar o transporte coletivo e, simultaneamente, ampliar a frota disponível para o atendimento escolar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova frota utiliza motores com tecnologia Euro 6, padrão voltado à redução das emissões de poluentes. Os veículos passam a integrar a operação municipal mantendo os equipamentos de conforto e monitoramento já adotados no sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a administração municipal, a substituição dos ônibus também representa uma estratégia de reaproveitamento dos veículos retirados das linhas urbanas, que passarão a atender o transporte escolar.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Goiânia (GO) recebe 19 novos ônibus Caio Apache VIP SC V para renovação da frota do transporte coletivo na capital e Região Metropolitana</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 19:43:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Coletivos possuem chassis Mercedes-Benz OF 1721 e são todos equipados com Wi-Fi e ar-condicionado VINÍCIUS DE OLIVEIRA Nesta quarta-feira, 30 de setembro, Goiânia (GO) recebeu 19 novos ônibus para a renovação da frota do transporte público da capital e da Região Metropolitana. Os coletivos possuem carrocerias Caio Apache VIP SC V e chassis Mercedes-Benz OF [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Coletivos possuem chassis Mercedes-Benz OF 1721 e são todos equipados com Wi-Fi e ar-condicionado</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Nesta quarta-feira, 30 de setembro, Goiânia (GO) recebeu 19 novos ônibus para a renovação da frota do transporte público da capital e da Região Metropolitana.</p>
<p>Os coletivos possuem carrocerias Caio Apache VIP SC V e chassis Mercedes-Benz OF 1721, são equipados com tecnologia sustentável Euro 6; a operação será da empresa HP Mobilidade.</p>
<p>A entrega faz parte do programa Nova RMTC, iniciativa que prevê a renovação de 100% da frota até 2027.</p>
<p>Todos os coletivos zero quilômetro contam com ar-condicionado, Wi-Fi, tomadas USB e câmeras de segurança.</p>
<p>De acordo com o prefeito Sandro Mabel, a capital se aproxima da marca de 60% de renovação na frota de ônibus.</p>
<p>Em 2026, a prefeitura investirá R$ 300 milhões no sistema de transporte coletivo; já em 2027, o orçamento passa para R$ 317 milhões.</p>
<p>Segundo o vice-presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo, Barbosa Neto, mais de 50% dos 1,2 mil veículos previstos já foram renovados.</p>
<p>No Grupo HP, 187 ônibus já foram adquiridos, dos quais 119 foram financiados pelo programa Refrota do Governo Federal.</p>
<p>A previsão é que, ao todo, sejam entregues 201 ônibus neste ano, o que aproximará a capital da marca de 70% de renovação.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>São Paulo chega a 2 mil ônibus elétricos com mais de 520 veículos BYD em circulação</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 19:26:28 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Companhia se aproxima de mais de 300 ônibus entregues à cidade em 2026 VINÍCIUS DE OLIVEIRA São Paulo chega a 2 mil ônibus elétricos em sua frota municipal, com a incorporação de 250 novos veículos ao sistema. A BYD participa de mais esse avanço da eletrificação do transporte público da maior metrópole do País, com [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-5.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-5.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-5.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-5.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-5.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-5.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-5.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-5.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Companhia se aproxima de mais de 300 ônibus entregues à cidade em 2026</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>São Paulo chega a 2 mil ônibus elétricos em sua frota municipal, com a incorporação de 250 novos veículos ao sistema. A BYD participa de mais esse avanço da eletrificação do transporte público da maior metrópole do País, com oito novas unidades para Viação St. Brígida e Viação KBPX.</p>
<p>Com esta entrega, a BYD passa a ter 525 ônibus elétricos em circulação na capital paulista, reforçando uma presença construída ao longo dos últimos anos e que ganhou escala em 2026. Somente este ano, a Companhia já entregou mais de 300 ônibus elétricos ao sistema municipal da cidade. Em junho, a BYD teve participação relevante em outro grande movimento de renovação da frota, com 265 veículos fornecidos em uma única etapa.</p>
<p>“São Paulo está mostrando, na prática, que a eletrificação do transporte coletivo pode ganhar escala. Estar presente nesse momento, em que a cidade chega a 2 mil ônibus elétricos, é especialmente importante para a BYD porque acompanhamos essa transformação desde o início e seguimos ampliando nossa participação à medida que o mercado avança. Hoje, já são mais de 520 ônibus BYD circulando pela capital, um resultado que mostra a dimensão desse trabalho”, afirma Marcello Schneider, diretor de Veículos Comerciais e Solar da BYD do Brasil.</p>
<p>A entrega ocorre também em um momento de renovação do portfólio de ônibus elétricos da BYD no País. A Companhia avança com sua nova geração de chassis da família BC, que incorpora uma evolução de plataforma, componentes e tecnologia de baterias, incluindo a bateria Blade, desenvolvida pela própria BYD.</p>
<p>O avanço em São Paulo também acompanha o crescimento da empresa no mercado brasileiro de ônibus elétricos: segundo dados da Fenabrave, em agosto, a BYD respondeu por 49,61% dos emplacamentos do segmento.</p>
<p>Um crescimento alinhado à expansão da operação industrial no Brasil: no mesmo mês, a fábrica da BYD em Campinas (SP) alcançou 1.000 chassis de ônibus elétricos produzidos. Atualmente, a unidade tem capacidade para produzir até 2 mil unidades por ano. A Companhia tem mais de 620 chassis encomendados para entrega até o fim de 2026, reforçando a aceleração da eletrificação do transporte coletivo no Brasil e a capacidade da BYD de acompanhar esse movimento com produção local, tecnologia própria e escala industrial.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>EXCLUSIVO: Eletra prevê mais de MIL ônibus elétricos em 2027; fabricante brasileira entregou 94 dos 250 apresentados em São Paulo e fez o veículo número 2 mil</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 19:01:24 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Presidente Milena Braga Romano diz ao Diário do Transporte que engenharia adaptada à operação brasileira, 93% de nacionalização, agilidade nas adaptações e estrutura de pós-venda ajudam a explicar preferência de operadores pelos modelos nacionais ADAMO BAZANI A Eletra deve entregar mais de mil novos ônibus elétricos ao longo de 2027, além dos veículos que a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="791" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/eletra-nunes.jpg?fit=1024%2C791&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/eletra-nunes.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/eletra-nunes.jpg?resize=300%2C232&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/eletra-nunes.jpg?resize=1024%2C791&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/eletra-nunes.jpg?resize=150%2C116&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/eletra-nunes.jpg?resize=768%2C593&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/eletra-nunes.jpg?resize=1536%2C1187&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/eletra-nunes.jpg?resize=400%2C309&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Presidente Milena Braga Romano diz ao </em><em><strong>Diário do Transporte</strong></em><em> que engenharia adaptada à operação brasileira, 93% de nacionalização, agilidade nas adaptações e estrutura de pós-venda ajudam a explicar preferência de operadores pelos modelos nacionais</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<div style="width: 1276px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-536633-2" width="1276" height="720" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Milena-Eletra-30set.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Milena-Eletra-30set.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Milena-Eletra-30set.mp4</a></video></div>
<p><br />A Eletra deve entregar mais de mil novos ônibus elétricos ao longo de 2027, além dos veículos que a fabricante brasileira já colocou em circulação nos últimos anos. A informação foi revelada com exclusividade ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, pela diretora-presidente da empresa, Milena Braga Romano. Segundo a executiva, aproximadamente 600 unidades devem ser entregues até março ou abril, há outros cerca de 400 ônibus previstos para os meses seguintes e a expectativa da companhia é receber aproximadamente mais 500 pedidos até o fim de 2027.<br /><br />A projeção foi apresentada no mesmo dia em que São Paulo ultrapassou a marca de dois mil ônibus elétricos no sistema municipal. Dos 250 veículos apresentados nesta quarta-feira, 94 têm tecnologia Eletra, e o coletivo escolhido para representar simbolicamente o número 2 mil também é da fabricante: um superarticulado de 21,5 metros da Via Sudeste, com tecnologia de tração Eletra, carroceria Caio e plataforma Mercedes-Benz. Para Milena, a expansão da fabricante está diretamente relacionada à nacionalização dos veículos, à engenharia desenvolvida para as condições de operação brasileiras, à disponibilidade de peças e à proximidade do pós-venda com os operadores.<br /><br />“<em>Eu acho que a gente deve bater mais de mil ônibus entregues no ano que vem</em>”, revelou Milena ao <strong>Diário do Transporte.</strong><br /><br />É importante fazer a distinção: a Eletra não está projetando chegar a mil ônibus elétricos acumulados em 2027. A perspectiva apresentada pela presidente é de entregar mais de mil novos veículos somente durante o próximo ano, que serão acrescentados aos ônibus da marca já produzidos e colocados em circulação anteriormente.<br /><br />E a quantidade pode superar esse patamar caso a expectativa comercial apresentada pela executiva se confirme.<br /><br />“<em>Até março, abril, e a gente já tem pedidos de mais 400 para entregar até agosto, setembro, e com certeza vamos ter mais uns 500 pedidos até dezembro de 2027</em>”, afirmou.<br /><br />Neste último caso, trata-se de uma expectativa de novos pedidos e não de 500 unidades que possam ser somadas neste momento à carteira já mencionada pela fabricante.<br /><br /><strong>DOS 250 ÔNIBUS APRESENTADOS EM SÃO PAULO, 94 TÊM TECNOLOGIA ELETRA</strong><br /><br />A projeção para 2027 foi revelada durante uma entrega que, por si só, representa um dos maiores movimentos de eletrificação da frota de ônibus paulistana.<br /><br />São Paulo apresentou nesta quarta-feira 250 novos ônibus elétricos. A frota informada anteriormente pela Prefeitura era de 1.759 unidades, entre veículos a bateria e trólebus. Com o novo lote, a conta alcança 2.009 coletivos elétricos.<br /><br />Como o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> antecipou, 94 dos 250 veículos apresentados nesta quarta-feira são Eletra.<br /><br />São 18 ônibus de 15 metros e três eixos, com plataforma Scania, destinados à KBPX; 48 superarticulados da Via Sudeste, com plataforma Mercedes-Benz; 27 ônibus básicos de 12 metros da Move Buss, também sobre plataforma Mercedes-Benz; e um superarticulado destinado à Viação Grajaú.<br /><br />Assim, mais da metade do lote da Eletra apresentado nesta quarta-feira é formada por veículos de grande capacidade. São 49 superarticulados entre as 94 unidades.<br /><br />O modelo escolhido para representar o ônibus elétrico número 2 mil pertence à Via Sudeste.<br /><br />O veículo tem 21,5 metros de comprimento e uma articulação. A categoria comercialmente chamada de superarticulado amplia a capacidade em relação aos ônibus convencionais e padrons e permite que a eletrificação avance também sobre linhas de maior carregamento, nas quais simplesmente substituir um ônibus grande por um elétrico menor poderia reduzir a oferta de lugares aos passageiros.<br /><br />O número 2 mil repete ainda uma coincidência industrial.<br /><br />O ônibus que representou o marco de mil elétricos em São Paulo, apresentado em novembro de 2025, também tinha tecnologia Eletra. Era um modelo de 15 metros da Transpass. Agora, a fabricante aparece novamente no marco seguinte, desta vez com um veículo de 21,5 metros.<br /><br />Para Milena, a marca alcançada nesta quarta-feira ultrapassa a importância para a própria fabricante.<br /><br />“<em>Esse marco dos 2 mil ônibus é muito significativo. A gente alcançar esse número, uma das maiores frotas do mundo, numa cidade de São Paulo, maior do Brasil, uma das maiores do mundo, então é uma alegria enorme ver como está evoluindo rápido a eletromobilidade no nosso País</em>”, disse.<br /><br /><strong>MAIS DE MIL NOVOS ELETRA EM 2027: PRIMEIRO GRANDE BLOCO DE 600 DEVE SER ENTREGUE ATÉ MARÇO OU ABRIL</strong><br /><br />A informação obtida pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> mostra que a escala de produção deverá continuar crescendo depois das entregas realizadas em 2026.<br /><br />Milena Braga Romano informou que a fábrica já trabalha com uma perspectiva de aproximadamente 600 novos ônibus para entrega até março ou abril de 2027.<br /><br />“<em>Só hoje, 100 ônibus, e a perspectiva de entrega de mais 600 até março de 2027. Já há pedidos para a nossa fábrica”,</em> afirmou a executiva durante a entrevista.<br /><br />Na sequência, segundo Milena, existem pedidos de aproximadamente outras 400 unidades para entrega até agosto ou setembro.<br /><br />Somados, esses dois blocos já colocam a projeção ao redor de mil ônibus.<br /><br />Mas a presidente acredita que o ano não terminará nesse patamar. A expectativa comercial é de que aproximadamente outros 500 pedidos possam ser acrescentados até dezembro.<br /><br />Isso significa que há três estágios diferentes que precisam ser considerados: os aproximadamente 600 veículos previstos para os primeiros meses; cerca de 400 unidades para a etapa seguinte do ano; e uma expectativa de aproximadamente 500 novos pedidos adicionais até dezembro.<br /><br />O crescimento ocorre depois de a Eletra ampliar sua estrutura industrial em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. A unidade possui capacidade anunciada para até 1.800 ônibus elétricos por ano e a empresa vem investindo também no desenvolvimento de uma nova geração de plataformas próprias.<br /><br />Na Lat.Bus 2026, realizada em agosto, a companhia apresentou uma nova geração de chassis elétricos, além de um articulado com carroceria e-BRT Millennium da Caio, um novo midi de dez metros e uma plataforma de 21,5 metros destinada ao e-Trol.<br /><br />A empresa anunciou investimentos superiores a R$ 270 milhões, dos quais mais de R$ 70 milhões estão relacionados ao desenvolvimento da nova geração de chassis e mais de R$ 200 milhões à implantação de uma nova fábrica.<br /><br />A perspectiva apresentada agora por Milena para 2027 ajuda a dimensionar a utilização dessa capacidade industrial.<br /><br /><strong>POR QUE OS OPERADORES ESTÃO ESCOLHENDO ÔNIBUS NACIONAIS? MILENA APONTA ENGENHARIA, PEÇAS, ADAPTAÇÕES E PÓS-VENDA</strong><br /><br />O crescimento da Eletra ocorre num mercado que ganhou novos fabricantes e tecnologias nos últimos anos.<br /><br />Há ônibus de diferentes origens disponíveis no Brasil, incluindo veículos desenvolvidos e fabricados nacionalmente, produtos de grupos internacionais industrializados no País e modelos importados.<br /><br />No primeiro semestre de 2026, dados da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico) já mostravam a força da combinação Eletra/Caio: foram 224 ônibus elétricos emplacados, equivalentes a 38% dos 589 registros nacionais no período. São Paulo concentrou 429 dos 589 ônibus elétricos emplacados no Brasil entre janeiro e junho, ou 72,8%.<br /><br />Questionada pelo Diário do Transporte sobre o motivo pelo qual operadores têm escolhido produtos nacionais, Milena relacionou a decisão não apenas à origem dos veículos, mas principalmente à adequação deles à realidade operacional brasileira.<br /><br />“Porque o nosso ônibus foi desenvolvido para a infraestrutura nacional, com peças nacionais. O índice de nacionalização do nosso ônibus é 93%”, afirmou.<br /><br />Para a executiva, a presença da engenharia e da cadeia de fornecedores no País permite também responder mais rapidamente às necessidades específicas de cada sistema de transporte.<br /><br />“Todas as peças são brasileiras, a engenharia é brasileira, as adaptações que precisam ser feitas são brasileiras. A gente é muito ágil e rápido em criação de novos produtos, em desenvolver produtos personalizados para cada região, para cada tipo de operação, e isso faz total diferença”, disse.<br /><br />Essa proximidade pode ser especialmente importante no transporte coletivo.<br /><br />Um ônibus urbano não trabalha em condições equivalentes às de um automóvel. Dependendo da linha, pode cumprir centenas de quilômetros por dia, transportar sucessivas lotações, enfrentar aclives, trânsito intenso, altas temperaturas, uso contínuo de ar-condicionado e dezenas ou centenas de ciclos de abertura das portas.<br /><br />Também existem diferenças entre cidades e até entre linhas de um mesmo sistema.<br /><br />Por isso, autonomia anunciada, capacidade das baterias e potência do motor são apenas partes do projeto. A escolha do ônibus precisa considerar o itinerário, topografia, quantidade de passageiros, quilometragem diária, intervalos, tempo disponível para recarga, características da garagem e infraestrutura elétrica.<br /><br />É nesse ponto que Milena diz estar uma das vantagens da engenharia local: a possibilidade de alterar rapidamente configurações e desenvolver veículos para diferentes aplicações.<br /><br /><strong>ELETRA CONSULT ESTUDA A OPERAÇÃO ANTES DE O ÔNIBUS CHEGAR À LINHA</strong><br /><br />Outro ponto destacado pela presidente é que a eletrificação não termina na venda do ônibus.<br /><br />A empresa mantém a Eletra Consult, estrutura que realiza estudos de operação, planejamento e energia para operadores e gestores.<br /><br />O objetivo é avaliar previamente como o ônibus elétrico será inserido no serviço.<br /><br />Isso é particularmente relevante porque eletrificar uma garagem não significa apenas substituir um veículo a diesel por outro movido a bateria.<br /><br />É necessário saber quanto cada ônibus percorre, quanto consome, quando retorna à garagem, por quanto tempo permanece parado e qual potência estará disponível para recarregar simultaneamente dezenas ou centenas de veículos.<br /><br />Segundo Milena, esse trabalho começa antes mesmo da entrega.<br /><br />“<em>A gente faz todo o estudo de operação, de planejamento, de energia. A gente entrega o projeto completo para os operadores e para o governo</em>”, explicou.<br /><br />Depois da entrega, o trabalho inclui treinamento de manutenção, motoristas e equipes de operação, além do acompanhamento de pós-venda.<br /><br />“<em>Após a venda do ônibus, a gente faz todo o acompanhamento, todo o treinamento, toda a instrução de manutenção, de motorista, de operação</em>”, disse.<br /><br />Para um operador, a disponibilidade do veículo é um indicador fundamental. Um ônibus que permanece imobilizado por falta de componente ou assistência não produz viagens, independentemente da tecnologia utilizada.<br /><br />É justamente nesse ponto que a presidente relaciona nacionalização e pós-venda.<br /><br /><strong>DE SÃO BERNARDO DO CAMPO PARA A ELETRIFICAÇÃO DOS ÔNIBUS BRASILEIROS</strong><br /><br />A história da Eletra antecede a atual expansão dos ônibus movidos exclusivamente por baterias.<br /><br />A empresa foi criada no ABC Paulista e iniciou sua trajetória no desenvolvimento de sistemas de tração elétrica para ônibus num período em que eletrificação do transporte coletivo brasileiro estava essencialmente associada aos trólebus e a experiências com veículos híbridos.<br /><br />A Eletra foi oficialmente inaugurada em agosto de 2000, em São Bernardo do Campo.<br /><br />Ao longo de sua trajetória, trabalhou com trólebus, sistemas híbridos, ônibus elétricos a bateria e diferentes combinações de alimentação elétrica.<br /><br />Em 2013, por exemplo, Eletra e WEG já participavam do desenvolvimento de um ônibus articulado de 18 metros totalmente elétrico a bateria. O projeto utilizava engenharia e integração da Eletra e equipamentos de tração da WEG.<br /><br />A experiência acumulada passou posteriormente a sustentar uma família de veículos destinada à produção em escala.<br /><br />A estratégia industrial adotada pela empresa durante grande parte dessa trajetória foi diferente da fabricação integral tradicional: a Eletra especializou-se em integrar o sistema de tração elétrica a plataformas de fabricantes já consolidados no mercado de ônibus.<br /><br />Isso permitiu combinar fornecedores brasileiros e empresas multinacionais com produção industrial instalada no País.<br /><br />Mais recentemente, a companhia avançou também sobre o desenvolvimento de sua própria linha de chassis elétricos, ampliando sua atuação dentro do veículo.<br /><br /><strong>CAIO, WEG, MERCEDES-BENZ E SCANIA FORMAM A CADEIA INDUSTRIAL DOS E-BUS</strong><br /><br />A configuração dos ônibus ajuda a entender o índice de nacionalização mencionado por Milena.<br /><br />A Eletra responde pela engenharia de eletrificação e pela integração dos sistemas.<br /><br />A Caio, tradicional fabricante brasileira sediada em Botucatu (SP), fornece carrocerias para grande parte da família e-Bus. Entre elas está a eMillennium utilizada nos veículos urbanos elétricos e a nova configuração e-BRT Millennium apresentada para aplicações de alta capacidade.<br /><br />A WEG fornece componentes centrais do sistema elétrico, entre eles motores, inversores e baterias. A parceria entre Eletra e WEG remonta às primeiras experiências da fabricante com ônibus integralmente movidos a bateria e foi ampliada à medida que a produção ganhou escala.<br /><br />Mercedes-Benz e Scania participam fornecendo plataformas para diferentes categorias.<br /><br />No caso da Mercedes-Benz, a cooperação abrange desde modelos menores e padrons até os superarticulados de 21,5 metros e o e-Trol.<br /><br />A Scania está presente principalmente nas configurações de 15 metros e três eixos. É justamente esta combinação que equipa os 18 veículos destinados à KBPX apresentados nesta quarta-feira em São Paulo.<br /><br />Dessa forma, um mesmo fabricante de tecnologia de tração consegue oferecer ônibus com diferentes plataformas de acordo com as características de cada operação.<br /><br />A declaração de Milena sobre os 93% de nacionalização ganha relevância justamente nesse contexto. A fabricante defende que não se trata apenas de montar o ônibus no Brasil, mas de manter no País parcela significativa da engenharia, dos componentes e da capacidade de alterar o projeto conforme as necessidades da operação.<br /><br /><strong>PORTFÓLIO VAI DO MIDI AO SUPERARTICULADO E INCLUI E-TROL, ESCOLAR E NOVA LINHA DE CHASSIS</strong><br /><br />A diversificação tornou-se um dos pontos centrais da estratégia da Eletra.<br /><br />O portfólio desenvolvido nos últimos anos contempla diferentes comprimentos, capacidades e tipos de piso para atender desde linhas alimentadoras de bairros até corredores de grande carregamento.<br /><br />Entre as configurações apresentadas pela fabricante estão:<br /><br />• Midi elétrico de 10 metros, destinado principalmente a operações alimentadoras e linhas que exigem veículos menores;<br /><br />• Básico elétrico de aproximadamente 12 metros, com configurações de piso alto e baixo;<br /><br />• e-Bus de 12,1 metros;<br /><br />• Padron elétrico de aproximadamente 12,5/12,8 metros, de piso baixo;<br /><br />• Padron de 15 metros e três eixos, disponível em configurações de piso alto ou baixo;<br /><br />• Articulado/superarticulado elétrico de 21,5 metros, com versões para diferentes aplicações;<br /><br />• e-Trol de 21,5 metros, que combina alimentação pela rede aérea com baterias embarcadas, permitindo ao veículo carregar enquanto circula sob a rede e continuar a viagem desconectado dos fios;<br /><br />• Escolar elétrico, desenvolvido em diferentes configurações;<br /><br />• linha própria de chassis elétricos, que amplia a atuação da Eletra para além da integração realizada sobre plataformas de outras fabricantes;<br /><br />• soluções de retrofit, destinadas à conversão de veículos originalmente equipados com motores a combustão para tração elétrica.<br /><br />Na Lat.Bus 2026, a companhia também mostrou um novo midi de dez metros com carroceria Mascarello, demonstrando que a expansão das parcerias não fica restrita às configurações já consolidadas.<br /><br />A amplitude da família é importante porque um sistema como o de São Paulo não pode ser eletrificado com um único tamanho de ônibus.<br /><br />Há linhas locais atendidas por veículos menores, serviços estruturais com ônibus básicos e padrons, trajetos que necessitam de modelos de 15 metros e corredores em que articulados e superarticulados são necessários para preservar a capacidade de transporte.<br /><br />Os 94 ônibus apresentados nesta quarta-feira ilustram essa diversidade: dentro de uma mesma entrega há veículos de 12 metros, ônibus de 15 metros com três eixos e superarticulados de 21,5 metros.<br /><br />Essa variedade também se relaciona à explicação dada por Milena para a preferência pela solução nacional: segundo a presidente, a possibilidade de desenvolver “produtos personalizados para cada região, para cada tipo de operação” é uma das características que diferenciam a atuação da empresa.<br /><br /><strong>DO MILÉSIMO AO 2 MIL: ELETRA ESTEVE NOS DOIS MARCOS</strong><br /><br />A presença da Eletra no ônibus escolhido para representar a unidade número 2 mil de São Paulo tem um componente histórico adicional.<br /><br />Quando a cidade alcançou a marca de mil ônibus elétricos, em novembro de 2025, o veículo representativo também tinha tecnologia Eletra: um ônibus de 15 metros da Transpass.<br /><br />Agora, menos de um ano depois, o número 2 mil é um superarticulado da Via Sudeste.<br /><br />A diferença entre os dois veículos também mostra como a eletrificação começou a alcançar operações de maior capacidade.<br /><br />Os primeiros lotes em escala da atual geração de ônibus a bateria em São Paulo eram formados principalmente por veículos convencionais. A entrada de padrons de 15 metros e, posteriormente, superarticulados de 21,5 metros permite substituir ônibus de maior capacidade sem necessariamente aumentar o número de veículos necessários para transportar a mesma demanda.<br /><br />Milena destacou durante a entrevista a coincidência dos dois marcos.<br /><br />Ao ser lembrada de que o ônibus número mil foi um Eletra de 15 metros da Transpass, confirmou:<br /><br />“Foi a Transpass.”<br /><br />E, ao ser questionada pelo Diário do Transporte se a fabricante pretende repetir o feito quando São Paulo alcançar três mil ônibus elétricos, respondeu:<br /><br />“Tenho certeza que sim. Vamos trabalhar muito para ser.” <br /><br />A diretora-presidente da Eletra, Milena Braga Romano, falou com exclusividade ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> sobre a previsão de mais de mil novos ônibus elétricos da fabricante em 2027. Na entrevista, a executiva também explicou por que, na avaliação dela, operadores vêm escolhendo a tecnologia nacional e falou sobre a presença da Eletra nos veículos que simbolizaram as marcas de mil e dois mil ônibus elétricos na cidade de São Paulo.</p>
<p>A seguir, a entrevista:<br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI – O contato no Diário do Transporte é com Milena Romano, que vai falar da participação da Eletra nessa entrega, participação expressiva, e o ônibus número 2 mil é de tecnologia Eletra.</strong></em><br /><br /><em>MILENA ROMANO – Adamo, hoje foi um grande dia para a eletromobilidade, acho que mundial, não é nem nacional, porque esse marco dos 2 mil ônibus é muito significativo. A gente alcançar esse número, uma das maiores frotas do mundo, numa cidade de São Paulo, maior do Brasil, uma das maiores do mundo, então é uma alegria enorme ver como está evoluindo rápido a eletromobilidade no nosso País. Bom para o passageiro, bom para o governo, bom para o meio ambiente, bom para a indústria nacional, eu acho que é um ganha-ganha para todos. Então é um orgulho que a gente tem aqui, tem tido mês a mês em todas essas entregas, especialmente hoje, o nosso ônibus sendo o número 2 mil.</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI – Cerca de 100 ônibus só hoje.</strong></em><br /><br /><em>MILENA ROMANO – Só hoje, 100 ônibus, e a perspectiva de entrega de mais 600 até março de 2027, já há pedidos para a nossa fábrica.</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI – 700 recentes.</strong></em><br /><br /><em>MILENA ROMANO – 700 recentes. Eu acho que a gente deve bater mais de mil ônibus entregues no ano que vem.</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI – A Eletra lidera o mercado em São Paulo e no Brasil. Por que o empresário, por que o operador tem preferido uma indústria nacional, uma tecnologia do Brasil?</strong></em><br /><br /><em>MILENA ROMANO – Porque o nosso ônibus foi desenvolvido para a infraestrutura nacional, com peças nacionais, o índice de nacionalização do nosso ônibus é 93%. Então, todas as peças são brasileiras, a engenharia é brasileira, as adaptações que precisam ser feitas são brasileiras. A gente é muito ágil e rápido em criação de novos produtos, em desenvolver produtos personalizados para cada região, para cada tipo de operação, e isso faz total diferença. Além do pós-venda, que a gente tem um pós-venda muito forte, após a venda do ônibus, a gente faz todo o acompanhamento, todo o treinamento, toda a instrução de manutenção, de motorista, de operação, além da Eletra Consult, que é o trabalho inicial, que a gente faz todo o estudo de operação, de planejamento, de energia, a gente entrega o projeto completo para os operadores e para o governo. Então, isso também faz muita diferença.</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI – Então, em 2027, fácil vai chegar a mil, 600 mais ou menos em março, abril.</strong></em><br /><br /><em>MILENA ROMANO – Até março, abril, e a gente já tem pedidos de mais 400 para entregar até agosto, setembro, e com certeza vamos ter mais uns 500 pedidos até dezembro de 2027.</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI – O mil foi Eletra, que foi aquele de 15 metros.</strong></em><br /><br /><em>MILENA ROMANO – Foi a Transpass.</em><br /><br /><strong><em>ADAMO BAZANI – O 2 mil, superarticulado. 3 mil, será que vai ser a Eletra também?</em></strong><br /><br /><em>MILENA ROMANO – Tenho certeza que sim. Vamos trabalhar muito para ser.</em><br /><br /></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Metrô de São Paulo abre cinco licitações para equipamentos e peças; CPTM compra software de projetos e licita cabos</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 18:31:16 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Pregões terão sessões em outubro; contrato da companhia de trens prevê cinco licenças e implantação de projeto piloto por R$ 70,88 mil ADAMO BAZANI O Metrô de São Paulo publicou cinco licitações para comprar equipamentos elétricos, componentes mecânicos e memória de informática, com sessões previstas entre 13 e 19 de outubro. A CPTM também anunciou [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="671" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/metro-sp-metro-trem-anptrilhos.jpg?fit=1024%2C671&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/metro-sp-metro-trem-anptrilhos.jpg?w=1350&amp;ssl=1 1350w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/metro-sp-metro-trem-anptrilhos.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/metro-sp-metro-trem-anptrilhos.jpg?resize=1024%2C671&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/metro-sp-metro-trem-anptrilhos.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/metro-sp-metro-trem-anptrilhos.jpg?resize=768%2C503&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/metro-sp-metro-trem-anptrilhos.jpg?resize=400%2C262&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Pregões terão sessões em outubro; contrato da companhia de trens prevê cinco licenças e implantação de projeto piloto por R$ 70,88 mil</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Metrô de São Paulo publicou cinco licitações para comprar equipamentos elétricos, componentes mecânicos e memória de informática, com sessões previstas entre 13 e 19 de outubro. A CPTM também anunciou uma concorrência para fornecimento de cabo de par trançado, marcada para 14 de outubro.</p>
<p>A edição do Diário Oficial desta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, traz ainda um contrato de R$ 70.880 da CPTM para cinco licenças de software voltado à colaboração em projetos, incluindo suporte e implantação de um projeto piloto. As publicações estão relacionadas ao fornecimento de materiais e ferramentas de trabalho, sem anunciar novas estações, compra de trens ou mudança no atendimento aos passageiros.</p>
<p><strong>Metrô contratará materiais elétricos, mecânicos e de informática</strong></p>
<p>Os cinco avisos abrangem conversores CC/CC, baterias estacionárias, placas bimetálicas e de desgaste, fusos e porcas e memória RAM.</p>
<p>O conversor CC/CC trabalha com a conversão entre níveis de tensão em corrente contínua. Já a bateria estacionária é destinada a uma instalação fixa. O aviso não associa essa compra a ônibus elétricos nem identifica a aplicação específica dentro do sistema metroviário.</p>
<p>Fusos e porcas são componentes mecânicos empregados em mecanismos de movimento e ajuste. As placas de desgaste são peças utilizadas em conjuntos sujeitos a contato e desgaste. Para identificar precisamente os equipamentos atendidos, suas dimensões e quantidades, é necessário consultar as especificações de cada edital.</p>
<p>Os avisos resumidos não informam valores estimados ou relacionam as compras a uma linha específica.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Fornecimento</th>
<th>Sessão</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Placas bimetálicas e de desgaste</td>
<td>13/10, às 9h</td>
</tr>
<tr>
<td>Baterias estacionárias</td>
<td>15/10, às 9h</td>
</tr>
<tr>
<td>Fusos e porcas</td>
<td>15/10, às 9h</td>
</tr>
<tr>
<td>Conversores CC/CC</td>
<td>16/10, às 9h</td>
</tr>
<tr>
<td>Memória RAM</td>
<td>19/10, às 9h</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Os procedimentos para conversores e placas foram anunciados como registro de preços, modalidade que estabelece condições para futuras aquisições conforme as regras do edital.</p>
<p><strong>CPTM receberá propostas para fornecimento de cabos</strong></p>
<p>A CPTM abriu o prazo de propostas em 30 de setembro para a compra de cabo de par trançado, com sessão pública em 14 de outubro, às 9h.</p>
<p>Esse tipo de cabo é utilizado em transmissão de sinais e comunicação. O aviso não informa onde o material será instalado, sua quantidade ou a qual sistema da companhia se destina.</p>
<p>Assim, a publicação confirma a abertura da licitação, mas não permite atribuir o fornecimento a uma estação, linha ou projeto de expansão.</p>
<p><strong>Contrato de software inclui suporte e implantação de projeto piloto</strong></p>
<p>A CPTM contratou a MN Tecnologia e Treinamento Ltda. para fornecer cinco licenças anuais do AltoQi Visus Collab.</p>
<p>O contrato foi firmado em 25 de setembro, tem vigência de 12 meses e valor de R$ 70.880. Inclui suporte técnico, atualizações, manutenção e apoio especializado à implantação do sistema e à implementação de um projeto piloto.</p>
<p>O Visus Collab é uma plataforma de colaboração para projetos em BIM, metodologia que reúne informações digitais sobre os elementos de um empreendimento. Esse tipo de ambiente permite organizar arquivos, versões e a participação de diferentes equipes no desenvolvimento dos projetos.</p>
<p>O extrato da CPTM não identifica qual empreendimento será utilizado no piloto. Por isso, não é possível associar a contratação ao TIC Intercidades, à expansão de uma linha ou à construção de determinada estação.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Viação Águia Branca adquire 45 novos ônibus Marcopolo G8</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/viacao-aguia-branca-adquire-45-novos-onibus-marcopolo-g8/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 18:20:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Do total de coletivos encomendados, 25 já foram entregues no primeiro semestre de 2026 VINÍCIUS DE OLIVEIRA Ao portal Technibus, a Viação Águia Branca comunicou que adquiriu 45 novos ônibus do modelo Marcopolo G8. Dentre os 45 veículos, 25 já foram entregues no primeiro semestre de 2026, enquanto os outros 20 têm previsão de chegada [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img-9404-20250828-135901-443-E34E-20250828-135503-437-3FAB_aguia-branca-foto-5-e1761262564501.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Do total de coletivos encomendados, 25 já foram entregues no primeiro semestre de 2026</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao portal Technibus, a Viação Águia Branca comunicou que adquiriu 45 novos ônibus do modelo Marcopolo G8.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os 45 veículos, 25 já foram entregues no primeiro semestre de 2026, enquanto os outros 20 têm previsão de chegada até dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pacote conta com 35 unidades Double Decker, que possui dois pisos. Já outros 10 foram fabricados sobre o chassi Mercedes-Benz O 500 RSD, que tem como foco viagens rodoviárias de média e longa distância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Viação Águia Branca, o orçamento das aquisições para 2027 já está em processo de estruturação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte </em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Governador de São Paulo prevê devolução da operação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade à Trivia Trens em breve, mas não descarta caducidade</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/governador-de-sao-paulo-preve-devolucao-da-operacao-das-linhas-11-coral-12-safira-e-13-jade-a-trivia-trens-em-breve-mas-nao-descarta-caducidade/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 18:00:24 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trecho que atende a Zona Leste da capital paulista e municípios do Alto Tietê voltou a ser gerido temporariamente pela CPTM após falhas no processo de transição VINÍCIUS DE OLIVEIRA Durante coletiva, o governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, condicionou o retorno definitivo da concessionária Trivia Trens à operação das Linhas 11-Coral, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/05/linha-11-e1748363969888.jpg?fit=800%2C534&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Trecho que atende a Zona Leste da capital paulista e municípios do Alto Tietê voltou a ser gerido temporariamente pela CPTM após falhas no processo de transição</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>Durante coletiva, o governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, condicionou o retorno definitivo da concessionária Trivia Trens à operação das Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade ao cumprimento rigoroso de metas operacionais e de qualidade. O trecho, que atende a Zona Leste da capital paulista e municípios do Alto Tietê, voltou a ser gerido temporariamente pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) após falhas no processo de transição.</p>
<p>Em declaração sobre o andamento das tratativas, o governador enfatizou que a prioridade da gestão estadual é assegurar a eficiência e a segurança do transporte para os passageiros antes de efetivar qualquer repasse de controle.</p>
<p>&#8220;Isso está em avaliação. A gente está conversando com o regulador, o regulador no final vai dar a última palavra. A gente só vai passar de novo para a Trivia quando a gente tiver a segurança de que ela vai ter condição de fazer uma operação em boas condições, garantindo os intervalos de viagem, garantindo os parâmetros de excelência, os parâmetros de atendimento ao serviço, de disponibilidade.&#8221;</p>
<p>Tarcísio reforçou que, embora o objetivo principal seja estruturar a concessionária para uma transição estável, as cláusulas contratuais preveem punições severas em caso de descumprimento das exigências técnicas.</p>
<p>&#8220;Então, a partir do momento em que a gente formar essa convicção, a gente vai passar. E claro, se você não formar essa convicção, a gente tem as outras penalidades previstas no contrato, inclusive a caducidade é uma delas. Mas a ideia é que a empresa possa estar completamente estruturada para não ter sustos e ela possa fazer uma transição suave, uma transição tranquila. E eu acredito que isso vai ser o caminho.&#8221;</p>
<p>Questionado sobre o prazo limite para a conclusão dos diálogos e a tomada de decisão junto aos órgãos reguladores, Tarcísio demonstrou otimismo quanto ao cronograma planejado, mantendo a ressalva de que a regularização dos serviços permanece como pré-requisito inegociável.</p>
<p>&#8220;A gente está indo bem, em tese a gente vai manter o prazo, então ao final do prazo ela vai reassumir, a não ser que a gente repare que ainda tem algum problema que não foi solucionado. Mas em princípio não vamos ter esse problema.&#8221;</p>
<p>Enquanto as avaliações conjuntas entre o governo e a agência reguladora prosseguem, a CPTM segue responsável pela circulação dos trens e pelo atendimento direto aos usuários no sistema.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Tribunal de Contas conclui análise de edital da primeira fase do Terminal Missões, ligação prevista entre BRT e Baixada Fluminense</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/tribunal-de-contas-conclui-analise-de-edital-da-primeira-fase-do-terminal-missoes-ligacao-prevista-entre-brt-e-baixada-fluminense/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 17:31:06 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empreendimento em Parada de Lucas foi projetado para receber ônibus alimentadores e serviços do corredor Transbrasil; decisão publicada trata do exame da concorrência ADAMO BAZANI O Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro arquivou com resolução de mérito a análise do edital para a primeira fase do Terminal Missões, em Parada de Lucas. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="604" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Geral-missoes-2.jpeg?fit=1024%2C604&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Geral-missoes-2.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Geral-missoes-2.jpeg?resize=300%2C177&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Geral-missoes-2.jpeg?resize=1024%2C604&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Geral-missoes-2.jpeg?resize=150%2C88&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Geral-missoes-2.jpeg?resize=768%2C453&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Geral-missoes-2.jpeg?resize=1536%2C905&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Geral-missoes-2.jpeg?resize=400%2C236&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Empreendimento em Parada de Lucas foi projetado para receber ônibus alimentadores e serviços do corredor Transbrasil; decisão publicada trata do exame da concorrência</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro arquivou com resolução de mérito a análise do edital para a primeira fase do Terminal Missões, em Parada de Lucas. A decisão aparece no Diário Oficial desta terça-feira, 29 de setembro de 2026, e representa a conclusão desse exame do instrumento de concorrência pelo tribunal.</p>
<p>O terminal foi planejado para conectar viagens da Baixada Fluminense aos serviços do BRT Transbrasil. A decisão sobre o edital não inaugura o equipamento nem informa, por si, a assinatura do contrato de obras. Para o passageiro, a consequência esperada do projeto virá quando o terminal estiver construído e as linhas de alimentação e do BRT estiverem efetivamente organizadas para a integração.</p>
<p><strong>Projeto prevê plataformas separadas para BRT e ônibus alimentadores</strong></p>
<p>O Terminal Missões deverá ocupar uma área de aproximadamente 84 mil metros quadrados entre a Rodovia Washington Luís e a Avenida Brasil. O projeto apresentado pela Prefeitura do Rio de Janeiro prevê uma plataforma de BRT de cerca de 2,7 mil metros quadrados e duas plataformas para ônibus alimentadores que, juntas, somam cerca de 2,3 mil metros quadrados.</p>
<p>Também estão previstos edifício de acesso e bilheteria, sanitários, áreas de apoio aos motoristas, bicicletário e espaços operacionais para a frota. A capacidade simultânea anunciada é de dez veículos do BRT e 22 ônibus alimentadores. Esses números descrevem o projeto, não a operação atual do local.</p>
<p>A proposta é permitir que passageiros de municípios como Duque de Caxias, Guapimirim e Magé façam conexão com o corredor Transbrasil e, por ele, com o Terminal Gentileza e outras áreas do Rio de Janeiro. O Terminal Missões deverá complementar o Terminal Margaridas, já usado na integração de linhas da Baixada com o BRT.</p>
<p><strong>O que foi decidido nesta edição</strong></p>
<p>A publicação do Tribunal de Contas identifica a concorrência eletrônica da Secretaria Municipal de Infraestrutura para construir o novo Terminal Rodoviário Missões, fase 1, e registra seu arquivamento com resolução de mérito. Isso encerra a análise do edital naquele processo de controle.</p>
<p>A informação deve ser lida dentro da sequência de implantação: anúncio e projeto, concorrência, exame do edital, contratação, execução, entrega e definição operacional das linhas. O despacho desta terça-feira está na etapa de controle da concorrência. Ele não fornece, no trecho publicado, nova data de abertura do terminal ou itinerários para os futuros serviços.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Rio de Janeiro prevê R$ 273,3 milhões em despesas com a PPP do VLT em 2026</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 17:01:54 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Valor corresponde a 35,1% das despesas municipais previstas com parcerias público-privadas; projeções para o contrato somam R$ 2,26 bilhões entre 2026 e 2035 ADAMO BAZANI A Prefeitura do Rio de Janeiro prevê R$ 273,3 milhões em despesas relacionadas à parceria público-privada do VLT Carioca em 2026. O montante representa aproximadamente 35,1% dos gastos projetados com [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Viagem_inaugural_do_VLT_carioca_03.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Viagem_inaugural_do_VLT_carioca_03.jpg?w=4928&amp;ssl=1 4928w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Viagem_inaugural_do_VLT_carioca_03.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Viagem_inaugural_do_VLT_carioca_03.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Viagem_inaugural_do_VLT_carioca_03.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Viagem_inaugural_do_VLT_carioca_03.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Viagem_inaugural_do_VLT_carioca_03.jpg?resize=1536%2C1022&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Viagem_inaugural_do_VLT_carioca_03.jpg?resize=2048%2C1363&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Viagem_inaugural_do_VLT_carioca_03.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Viagem_inaugural_do_VLT_carioca_03.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Valor corresponde a 35,1% das despesas municipais previstas com parcerias público-privadas; projeções para o contrato somam R$ 2,26 bilhões entre 2026 e 2035</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro prevê R$ 273,3 milhões em despesas relacionadas à parceria público-privada do VLT Carioca em 2026. O montante representa aproximadamente 35,1% dos gastos projetados com as PPPs municipais neste ano e consta do demonstrativo fiscal publicado nesta quarta-feira, 30 de setembro.</p>
<p>O relatório também apresenta os compromissos previstos para os próximos anos: R$ 273,6 milhões em 2027, R$ 213,4 milhões anuais entre 2028 e 2034 e R$ 224 milhões em 2035. Somadas, as projeções de 2026 a 2035 alcançam R$ 2,26 bilhões, mostrando a dimensão financeira de longo prazo da parceria responsável pela implantação, operação e manutenção do transporte sobre trilhos na região central e portuária.</p>
<p><strong>Previsão para 2026 é R$ 18 milhões superior ao valor registrado para o exercício anterior</strong></p>
<p>O demonstrativo apresenta R$ 255.282.906,27 na coluna do exercício anterior, correspondente a 2025. Para 2026, a previsão é de R$ 273.251.746.</p>
<p>A diferença é de R$ 17.968.839,73, equivalente a 7,04%. A comparação é nominal, sem descontar a inflação, e envolve o valor registrado para o exercício anterior e a previsão para o ano corrente.</p>
<p>Para 2027, o documento projeta R$ 273.588.746, praticamente o mesmo patamar de 2026, com acréscimo de R$ 337 mil.</p>
<p>A principal mudança na sequência ocorre em 2028, quando a projeção passa para R$ 213.351.300, redução de aproximadamente 22% em relação ao valor previsto para 2027. Esse patamar é repetido até 2034.</p>
<p>Em 2035, o demonstrativo aponta R$ 224.018.865, valor 5% superior ao projetado para o ano anterior.</p>
<p><strong>Como ficam os valores do VLT no demonstrativo municipal</strong></p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Ano</th>
<th>Valor apresentado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>2025 — exercício anterior</td>
<td>R$ 255.282.906,27</td>
</tr>
<tr>
<td>2026 — previsão</td>
<td>R$ 273.251.746,00</td>
</tr>
<tr>
<td>2027 — projeção</td>
<td>R$ 273.588.746,00</td>
</tr>
<tr>
<td>2028 — projeção</td>
<td>R$ 213.351.300,00</td>
</tr>
<tr>
<td>2029 — projeção</td>
<td>R$ 213.351.300,00</td>
</tr>
<tr>
<td>2030 — projeção</td>
<td>R$ 213.351.300,00</td>
</tr>
<tr>
<td>2031 — projeção</td>
<td>R$ 213.351.300,00</td>
</tr>
<tr>
<td>2032 — projeção</td>
<td>R$ 213.351.300,00</td>
</tr>
<tr>
<td>2033 — projeção</td>
<td>R$ 213.351.300,00</td>
</tr>
<tr>
<td>2034 — projeção</td>
<td>R$ 213.351.300,00</td>
</tr>
<tr>
<td>2035 — projeção</td>
<td>R$ 224.018.865,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A soma das previsões de 2026 a 2035 é de R$ 2.264.318.457. Esse total foi calculado a partir dos valores anuais apresentados pela prefeitura e corresponde ao horizonte de dez exercícios incluído na tabela.</p>
<p><strong>Valor de 2026 representa planejamento anual, e não pagamentos acumulados até agosto</strong></p>
<p>Os números integram o Demonstrativo das Parcerias Público-Privadas do Relatório Resumido da Execução Orçamentária, referente ao período de janeiro a agosto de 2026, com fechamento do bimestre julho-agosto.</p>
<p>Embora o relatório tenha esse período de referência, a coluna do exercício corrente apresenta a previsão anual das despesas dos contratos de PPP.</p>
<p>A nota metodológica explica que esse procedimento é utilizado nos cinco primeiros bimestres. No último bimestre do ano, a coluna passa a apresentar as despesas empenhadas.</p>
<p>Empenhar uma despesa significa reservar orçamento para cumprir uma obrigação. O pagamento é uma etapa posterior, depois da verificação das condições para o desembolso.</p>
<p>Assim, os R$ 273,3 milhões devem ser lidos como previsão de despesas para 2026. Essa distinção é necessária para acompanhar corretamente os compromissos municipais e sua execução ao longo do ano.</p>
<p><strong>Contrato do VLT combina receita dos passageiros e participação financeira do município</strong></p>
<p>O contrato do VLT Carioca foi assinado em 14 de junho de 2013, na modalidade de concessão patrocinada, com prazo de 25 anos contado a partir da emissão da ordem de início.</p>
<p>A parceria abrangeu obras e serviços para implantação do sistema, aquisição dos trens e equipamentos, operação e manutenção na região portuária e central do Rio de Janeiro.</p>
<p>Na concessão patrocinada, a remuneração reúne receita tarifária e contraprestação pública. Isso significa que o financiamento do serviço combina recursos associados ao transporte dos passageiros e pagamentos previstos no contrato com o município.</p>
<p>Essa estrutura ajuda a compreender por que o VLT aparece no demonstrativo de despesas municipais com PPPs. O compromisso público faz parte do modelo de contratação do sistema.</p>
<p>Para o passageiro, a parceria envolve a continuidade da operação e da manutenção do transporte. Para as finanças municipais, representa uma obrigação de longo prazo que precisa ser considerada no planejamento orçamentário.</p>
<p><strong>VLT é a segunda maior parcela das despesas previstas com PPPs municipais em 2026</strong></p>
<p>O relatório apresenta R$ 778.599.912,10 como previsão total de despesas com as parcerias público-privadas municipais no exercício.</p>
<p>A maior parcela está relacionada à concessão de iluminação pública, com R$ 337.668.360,36. O VLT aparece em seguida, com R$ 273.251.746.</p>
<p>Também integram a tabela R$ 118.459.860,51 relativos à Smart Hospital e R$ 49.219.945,23 associados à Concessionária Rio Mais, vinculada à antiga PPP do Parque Olímpico.</p>
<p>No caso da Rio Mais, a nota do relatório informa que o contrato foi encerrado em abril de 2026, mediante quitação de débitos de IPTU inscritos em dívida ativa sobre imóveis do Parque Olímpico.</p>
<p>A previsão do VLT equivale, portanto, a pouco mais de um terço do conjunto de despesas municipais com PPPs apresentado para 2026.</p>
<p><strong>Demonstrativo acompanha o peso das parcerias sobre a receita municipal</strong></p>
<p>Além dos valores de cada contrato, o documento compara o conjunto das despesas com PPPs à Receita Corrente Líquida do município, indicador utilizado para avaliar a capacidade fiscal da administração pública.</p>
<p>Para 2026, a receita considerada é de R$ 40,42 bilhões. As despesas previstas com todas as PPPs correspondem a 1,93% desse montante.</p>
<p>Considerado isoladamente, o VLT representa aproximadamente 0,68% da Receita Corrente Líquida apresentada no relatório, conforme cálculo realizado com os dados publicados.</p>
<p>Em 2027, a prefeitura projeta R$ 843,83 milhões em despesas totais com PPPs, equivalentes a 2,05% da receita prevista. Desse total, R$ 273,59 milhões estão relacionados ao VLT.</p>
<p>Os dados foram extraídos do sistema contábil municipal sob responsabilidade da Controladoria Geral do Município, com emissão em 22 de setembro. O demonstrativo foi publicado na página 113 do Diário Oficial.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Mobi-Rio prepara novas compras para manutenção de ônibus Caio e amplia contratos para conservar frota do BRT do Rio de Janeiro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/mobi-rio-prepara-novas-compras-para-manutencao-de-onibus-caio-e-amplia-contratos-para-conservar-frota-do-brt-do-rio-de-janeiro/</link>
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  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/mobi-rio-prepara-novas-compras-para-manutencao-de-onibus-caio-e-amplia-contratos-para-conservar-frota-do-brt-do-rio-de-janeiro/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 16:31:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Licitação marcada para 8 de outubro contempla carrocerias Apache Vip e Millennium fabricadas entre 2022 e 2024; companhia também mantém contratos para ônibus Mercedes-Benz, sistemas de portas e ar-condicionado ADAMO BAZANI A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio) realizará, em 8 de outubro de 2026, uma nova licitação para a compra [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="693" height="434" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/11h30-29.jpg?fit=693%2C434&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/11h30-29.jpg?w=693&amp;ssl=1 693w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/11h30-29.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/11h30-29.jpg?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/11h30-29.jpg?resize=400%2C251&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 693px) 100vw, 693px" /> <p><em>Licitação marcada para 8 de outubro contempla carrocerias Apache Vip e Millennium fabricadas entre 2022 e 2024; companhia também mantém contratos para ônibus Mercedes-Benz, sistemas de portas e ar-condicionado</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio) realizará, em 8 de outubro de 2026, uma nova licitação para a compra de peças e acessórios destinados à manutenção dos ônibus Caio Apache Vip e Millennium fabricados entre 2022 e 2024. A contratação faz parte de um conjunto de procedimentos destinados à conservação da frota municipal, que também contempla veículos equipados com chassis Mercedes-Benz, carrocerias Marcopolo, sistemas de climatização e componentes utilizados nos ônibus articulados.</p>
<p>A nova concorrência ocorre em um período de ampliação das responsabilidades da Mobi-Rio, que administra os quatro corredores do BRT carioca e também assumiu a operação de serviços convencionais. Nos últimos dias, a companhia formalizou contratos que somam R$ 937,1 mil para aquisição de componentes destinados aos ônibus e equipamentos das estações, além de prorrogar instrumentos de manutenção e gestão operacional. As medidas envolvem diferentes etapas de contratação e buscam garantir o fornecimento de materiais necessários aos serviços preventivos e corretivos dos veículos.</p>
<h2><strong>Licitação de 8 de outubro contempla veículos de três anos de fabricação</strong></h2>
<p>A nova concorrência será realizada por pregão eletrônico, às 10h do dia 8 de outubro.</p>
<p>O objetivo é formar um registro de preços para a aquisição de peças e acessórios das carrocerias Caio Apache Vip e Millennium.</p>
<p>O procedimento contempla veículos dos anos de fabricação de 2022, 2023 e 2024, que integram a frota utilizada pela companhia.</p>
<p>O julgamento ocorrerá pelo critério de menor preço por item, permitindo que diferentes fornecedores apresentem propostas para os materiais relacionados no edital.</p>
<p>O orçamento estimado permanecerá sigiloso durante a disputa, conforme as regras adotadas pela empresa municipal.</p>
<p>O registro de preços é um instrumento utilizado para estabelecer previamente as condições de aquisição dos produtos. Isso permite que a companhia realize as compras de acordo com as necessidades efetivas da manutenção, respeitando os limites e as condições estabelecidos.</p>
<p>A existência de uma ata, portanto, não significa necessariamente a compra imediata de todos os materiais previstos.</p>
<p>Essa distinção é importante para compreender as sucessivas publicações de contratos e registros de preços da Mobi-Rio.</p>
<p>Uma mesma família de ônibus pode aparecer em diferentes procedimentos, destinados a componentes específicos ou a necessidades de manutenção distintas.</p>
<p>O novo pregão está identificado pelo número 1669/2026.</p>
<h2><strong>Por que a manutenção das carrocerias também é importante para a operação</strong></h2>
<p>Embora a atenção geralmente esteja concentrada nos motores, nos chassis e nos sistemas de propulsão, a manutenção das carrocerias também influencia diretamente a disponibilidade dos ônibus.</p>
<p>Entre os componentes utilizados estão mecanismos de portas, revestimentos, estruturas internas, sistemas de iluminação, elementos de acabamento e peças necessárias ao funcionamento dos equipamentos de atendimento aos passageiros.</p>
<p>Esses componentes estão sujeitos ao desgaste decorrente da utilização diária dos veículos.</p>
<p>No transporte urbano, o elevado número de operações de embarque e desembarque exige atenção especial aos mecanismos de abertura e fechamento das portas.</p>
<p>O funcionamento desses sistemas está relacionado tanto à segurança quanto ao cumprimento dos horários.</p>
<p>Um problema em uma porta pode provocar a retirada temporária de um veículo de circulação ou exigir sua substituição.</p>
<p>A manutenção preventiva busca identificar desgastes e substituir componentes antes que ocorram falhas capazes de comprometer o serviço.</p>
<p>Já a manutenção corretiva envolve intervenções destinadas a solucionar problemas identificados durante a utilização dos veículos ou nas inspeções realizadas pelas equipes técnicas.</p>
<p>A aquisição de materiais específicos para determinadas famílias de carrocerias permite organizar os estoques e atender às particularidades dos diferentes modelos.</p>
<h2><strong>Marcopolo também aparece nas contratações de manutenção</strong></h2>
<p>Além dos veículos Caio, a Mobi-Rio mantém instrumentos de contratação destinados às carrocerias Marcopolo Torino e Viale Express.</p>
<p>A companhia autorizou a prorrogação, por mais 12 meses, de uma ata de registro de preços destinada ao fornecimento de peças e componentes dos sistemas de portas desses veículos.</p>
<p>A prorrogação contempla três fornecedores: MT Soluções Corporativas, Marcopolo e Auto Peças Center Ônibus.</p>
<p>A nova vigência começou em 26 de setembro de 2026 e terminará em 25 de setembro de 2027.</p>
<p>Segundo a publicação administrativa, a decisão permitirá a utilização do saldo remanescente da ata, após análise que considerou vantajosa a continuidade do instrumento.</p>
<p>A manutenção das portas dos ônibus exige atenção específica porque esses equipamentos realizam sucessivos ciclos de abertura e fechamento ao longo da jornada operacional.</p>
<p>Nos articulados, os mecanismos precisam atender às características da carroceria e às configurações de embarque e desembarque utilizadas no BRT.</p>
<p>As intervenções também precisam observar as especificações técnicas estabelecidas pelos fabricantes.</p>
<h2><strong>Chassis Mercedes-Benz possuem diferentes frentes de manutenção</strong></h2>
<p>Outra parte das contratações envolve ônibus equipados com chassis Mercedes-Benz e motores que atendem aos padrões ambientais Euro 5 e Euro 6.</p>
<p>Os procedimentos abrangem componentes de diferentes sistemas mecânicos e elétricos, incluindo eixos, embreagens, direção, transmissão, suspensão e caixas de marchas.</p>
<p>Esses conjuntos possuem funções distintas e exigem procedimentos específicos de conservação.</p>
<p>O sistema de direção, por exemplo, está diretamente relacionado ao controle do veículo.</p>
<p>A suspensão influencia o comportamento dinâmico do ônibus e as condições de conforto.</p>
<p>Já os componentes da transmissão são responsáveis pela transferência de potência entre o conjunto motriz e as rodas.</p>
<p>A Mobi-Rio publicou um contrato de R$ 150 mil com a Pardiesel Comércio de Peças, Parafusos e Conexões, destinado ao fornecimento de componentes para veículos Mercedes-Benz.</p>
<p>Também foi formalizada outra contratação, no valor de R$ 75.215,91, com a Miriam Minas Rio Automóveis e Máquinas.</p>
<p>Nesse caso, os materiais são destinados aos chassis Mercedes-Benz O500 equipados com motores OM457.</p>
<p>Os contratos possuem prazos específicos e fazem parte de diferentes procedimentos de abastecimento dos estoques utilizados pela manutenção.</p>
<p>A Mobi-Rio também homologou um registro de preços para aquisição de peças Mercedes-Benz, com itens distribuídos entre seis fornecedores.</p>
<p>Os resultados dos registros apresentam valores unitários, que devem ser diferenciados dos gastos efetivamente realizados durante a vigência das atas.</p>
<h2><strong>Ar-condicionado recebe contratação específica</strong></h2>
<p>O funcionamento do ar-condicionado é outro aspecto importante para a qualidade dos serviços.</p>
<p>A Mobi-Rio formalizou uma contratação de R$ 197.013 com a MT Soluções Corporativas para aquisição de peças, componentes, acessórios e insumos de refrigeração da fabricante Valeo/Spheros.</p>
<p>Os materiais serão utilizados na manutenção preventiva e corretiva dos sistemas de climatização instalados nos veículos.</p>
<p>O contrato foi assinado em 9 de setembro, com vigência até 8 de novembro de 2026.</p>
<p>A manutenção desses equipamentos exige intervenções específicas nos sistemas de refrigeração, componentes elétricos e dispositivos de controle.</p>
<p>Problemas de climatização podem prejudicar as condições de viagem, especialmente durante períodos de temperaturas elevadas e nos veículos que transportam grande quantidade de passageiros.</p>
<p>Por isso, a conservação desses equipamentos precisa integrar o planejamento geral da manutenção.</p>
<h2><strong>Renovação da frota aumenta a necessidade de planejamento dos estoques</strong></h2>
<p>A multiplicidade de contratos e registros de preços também está relacionada à diversidade tecnológica da frota administrada pela companhia.</p>
<p>Com diferentes fabricantes de chassis e carrocerias, a Mobi-Rio precisa organizar o fornecimento de componentes compatíveis com cada configuração.</p>
<p>O desafio envolve tanto a disponibilidade dos materiais quanto os procedimentos de contratação aplicáveis às empresas públicas.</p>
<p>A gestão dos estoques permite programar intervenções preventivas e atender aos reparos que surgem durante a operação.</p>
<p>Entretanto, os efeitos concretos dessas aquisições sobre a disponibilidade da frota dependem também da capacidade das oficinas, da quantidade de profissionais, do planejamento das intervenções e das condições gerais dos veículos.</p>
<p>É justamente a combinação desses fatores que determina a quantidade de ônibus disponíveis para cumprir a programação diária.</p>
<p>Para os passageiros, o resultado esperado das políticas de manutenção é a regularidade dos serviços, a segurança e a conservação dos equipamentos utilizados nas viagens.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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