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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Diadema (SP) deixa de aceitar cartão de vale-transporte nos ônibus a partir de quinta-feira (1º) e adota reconhecimento facial</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/29/diadema-sp-deixa-de-aceitar-cartao-de-vale-transporte-nos-onibus-a-partir-de-quinta-feira-1o-e-adota-reconhecimento-facial/</link>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 11:31:29 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trabalhadores têm até quarta-feira (30) para se cadastrar no Buspay; quem ainda não concluir a migração poderá pagar a passagem em dinheiro ADAMO BAZANI Os trabalhadores que usam vale-transporte nos ônibus municipais de Diadema (SP) têm até esta quarta-feira, 30 de setembro, para se cadastrar no Buspay. A partir de quinta-feira, 1º de outubro, o [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="866" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-20.32.53.jpeg?fit=1024%2C866&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-20.32.53.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-20.32.53.jpeg?resize=300%2C254&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-20.32.53.jpeg?resize=1024%2C866&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-20.32.53.jpeg?resize=150%2C127&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-20.32.53.jpeg?resize=768%2C650&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-20.32.53.jpeg?resize=400%2C338&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Trabalhadores têm até quarta-feira (30) para se cadastrar no Buspay; quem ainda não concluir a migração poderá pagar a passagem em dinheiro</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Os trabalhadores que usam vale-transporte nos ônibus municipais de Diadema (SP) têm até esta quarta-feira, 30 de setembro, para se cadastrar no Buspay. A partir de quinta-feira, 1º de outubro, o cartão físico dessa modalidade deixará de ser aceito nas 22 linhas da cidade. A passagem será validada por reconhecimento facial ou, se houver dificuldade na leitura da biometria, por um QR Code gerado no aplicativo.</p>
<p>Cerca de 26 mil usuários de vale-transporte, o equivalente a 60% desse público, já aderiram ao sistema implantado gradualmente desde julho. Quem não concluir o cadastro até a mudança poderá pagar a tarifa em dinheiro enquanto faz a migração. Os créditos que permanecerem no antigo cartão Prodata poderão ser transferidos mediante solicitação a partir de 1º de outubro.</p>
<p><strong>Como será o embarque pelo Buspay</strong></p>
<p>O cadastro é feito pelo celular, no aplicativo gratuito Buspay Diadema, disponível para Android e iOS. O usuário informa seus dados e registra a biometria facial. Com o cadastro concluído, poderá validar a viagem pelo reconhecimento do rosto no ônibus, sem apresentar o cartão físico de vale-transporte.</p>
<p>Se a leitura facial apresentar algum problema, o passageiro poderá utilizar o QR Code gerado pelo aplicativo. Por isso, vale conferir antes da primeira viagem de outubro se o cadastro foi concluído e se a alternativa aparece no celular.</p>
<p>A substituição do cartão nesta etapa vale para o VT fornecido pelo empregador. O trabalhador que ainda não estiver cadastrado poderá embarcar pagando em espécie até conseguir utilizar o Buspay.</p>
<p><strong>Saldo do cartão Prodata poderá ser transferido</strong></p>
<p>Os créditos que restarem no cartão físico poderão ser transferidos a partir de 1º de outubro. O titular deverá enviar o pedido para bilhetagembuspay@soudiadema.com.br, com “Transferência de saldo Cartão Físico” no assunto. No corpo da mensagem, deve informar nome completo e CPF.</p>
<p>Quem precisar de orientação para fazer o cadastro também pode procurar a loja SOU+Diadema, na Rua Graciosa, 125, no Centro. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.</p>
<p>A troca do meio de embarque exige atenção das empresas que fornecem vale-transporte aos empregados. Informar o prazo às equipes e orientar quem utiliza as linhas municipais ajuda a evitar que o trabalhador chegue ao ponto com créditos disponíveis, mas sem o cadastro necessário para validar a viagem.</p>
<p><strong>Cartão comum e benefícios tarifários terão etapas próprias</strong></p>
<p>Depois da migração dos usuários de vale-transporte, o cadastramento será ampliado para quem utiliza o cartão comum. Na sequência, a biometria facial chegará às gratuidades e aos benefícios estudantis de meia tarifa e passe livre.</p>
<p>Assim, o prazo de 30 de setembro se aplica aos usuários de VT. Passageiros das demais modalidades deverão observar as orientações de cadastramento destinadas a cada grupo quando essas etapas forem iniciadas.</p>
<p><strong>Reconhecimento facial já é usado em ônibus de outras cidades, mas para conferir cartões</strong></p>
<p>Diadema não é a primeira cidade brasileira a empregar reconhecimento facial no transporte coletivo. Na capital paulista, câmeras instaladas nos ônibus são usadas pela SPTrans para identificar o uso indevido do Bilhete Único por pessoas diferentes dos titulares. Ribeirão Preto (SP) também regulamentou a comparação da imagem do passageiro com o cadastro de cartões de transporte.</p>
<p>A diferença está na função da tecnologia durante o embarque. Nessas experiências, a biometria auxilia a conferir quem utiliza o cartão. Em Diadema, o sistema passa a validar a viagem do usuário de vale-transporte pelo rosto, dispensando o cartão físico. O QR Code oferece outra forma de acesso quando a identificação facial não funcionar.</p>
<p>Os dados biométricos vinculados a uma pessoa são classificados como sensíveis pela Lei Geral de Proteção de Dados. O tratamento dessas informações exige proteção, finalidade definida e orientação clara aos passageiros sobre o cadastro e a utilização do sistema.</p>
<p><strong>Previsão de chegada dos ônibus continua no Cittamobi</strong></p>
<p>O Buspay é a ferramenta para o cadastro e a validação da passagem. Para consultar itinerários, acompanhar a localização dos veículos e verificar a previsão de chegada ao ponto, o passageiro pode continuar utilizando o Cittamobi.</p>
<p>O aplicativo reúne as 22 linhas municipais de Diadema e informações de serviços de outras cidades cadastradas na plataforma. A consulta em tempo real depende de conexão com a internet e da localização do celular.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Ônibus urbanos e metropolitanos serão gratuitos em Minas Gerais no domingo de eleição (4); viagens rodoviárias de longa distância não entram automaticamente na regra</title>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 11:01:29 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Benefício vale para o transporte coletivo municipal e intermunicipal de caráter urbano ou metropolitano; em Belo Horizonte, linhas municipais já são gratuitas aos domingos ADAMO BAZANI O eleitor poderá usar gratuitamente o transporte coletivo urbano municipal e intermunicipal, inclusive os ônibus metropolitanos, no domingo, 4 de outubro de 2026, em Minas Gerais. A regra vale [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="856" height="657" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/23119.jpg?fit=856%2C657&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/23119.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/23119.jpg?resize=300%2C230&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/23119.jpg?resize=150%2C115&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/23119.jpg?resize=768%2C589&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/23119.jpg?resize=400%2C307&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 856px) 100vw, 856px" /> <div>
<div>
<p><em>Benefício vale para o transporte coletivo municipal e intermunicipal de caráter urbano ou metropolitano; em Belo Horizonte, linhas municipais já são gratuitas aos domingos</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O eleitor poderá usar gratuitamente o transporte coletivo urbano municipal e intermunicipal, inclusive os ônibus metropolitanos, no domingo, 4 de outubro de 2026, em Minas Gerais. A regra vale para todo o estado, e não apenas para Belo Horizonte. O serviço deverá ter frequência compatível com a de dias úteis para permitir o deslocamento até os locais de votação.</p>
<p>A gratuidade, porém, não deve ser confundida com passagem liberada em qualquer ônibus que viaje entre cidades. Ela alcança as linhas intermunicipais de caráter urbano ou metropolitano, como as usadas nos deslocamentos cotidianos entre municípios vizinhos. As viagens rodoviárias convencionais de longa distância não estão automaticamente incluídas. O que define o direito é a classificação do serviço, não o fato de o ônibus circular por uma rodovia ou parar em um terminal rodoviário.</p>
<p><strong>Regra eleitoral vale em todo o país e inclui expressamente as linhas metropolitanas</strong></p>
<p>A resolução do Tribunal Superior Eleitoral para as eleições de 2026 determina a oferta gratuita de transporte coletivo urbano municipal e intermunicipal, inclusive o metropolitano, nos dias de votação. A medida vale no primeiro turno, em 4 de outubro, e onde houver segundo turno, em 25 de outubro.</p>
<p>O poder público deve oferecer frequência compatível com a de dias úteis. Prefeituras e governos estaduais respondem pelos serviços sob sua gestão e devem informar à Justiça Eleitoral itinerários, modalidades e horários. A oferta deve ocorrer sem distinção entre eleitores e sem propaganda partidária ou eleitoral.</p>
<p>Em Minas Gerais, a Constituição estadual reforça a garantia para o transporte coletivo intermunicipal de caráter urbano ou metropolitano. A regra mineira foi incorporada em 2024 e também exige frequência horária compatível com a de dia útil.</p>
<p><strong>Ônibus metropolitano pode circular em rodovia ou sair de terminal; isso não o transforma em viagem de longa distância</strong></p>
<p>Para o passageiro, a diferença mais importante está no tipo de linha. Um ônibus metropolitano que liga cidades vizinhas continua abrangido pela gratuidade eleitoral mesmo que parte do trajeto seja feita por rodovia. Da mesma forma, embarcar em uma rodoviária não torna gratuita toda viagem oferecida naquele terminal.</p>
<p>Já uma passagem para uma linha rodoviária convencional de longa distância não passa a ser gratuita apenas porque o deslocamento ocorrerá no domingo da eleição. Quem precisa viajar entre cidades deve conferir se utilizará uma linha urbana ou metropolitana abrangida pela regra, ou um serviço rodoviário de outra classificação.</p>
<p>Essa distinção evita que o eleitor planeje a viagem contando com gratuidade em uma linha à qual a norma eleitoral não a assegura automaticamente. Nos serviços metropolitanos, horários e procedimentos de embarque devem ser conferidos nas orientações operacionais divulgadas pelo gestor estadual.</p>
<p><strong>Em Belo Horizonte, ônibus municipais seguem as regras do Catraca Livre</strong></p>
<p>Na capital, as linhas municipais convencionais e suplementares já têm passagem gratuita aos domingos pelo programa Catraca Livre, em funcionamento desde dezembro de 2025. Por isso, o benefício estará em vigor em 4 de outubro independentemente de um novo anúncio específico para a eleição.</p>
<p>A prefeitura informa que a gratuidade municipal vale para viagens iniciadas entre 0h e 23h59. O passageiro que tiver cartão BHBus deve apresentá-lo para liberar a catraca, sem desconto de créditos. Para quem não tiver o cartão, o acesso pode ser liberado pelo motorista ou pela equipe da estação.</p>
<p>O Catraca Livre é uma regra dos ônibus municipais de Belo Horizonte. A gratuidade dos ônibus metropolitanos tem fundamento próprio nas normas eleitorais e na Constituição mineira. Como os sistemas têm gestores e formas de acesso diferentes, o passageiro que utilizar mais de um serviço deve observar as orientações específicas de cada um.</p>
<p><strong>Metrô e transporte especial exigem atenção separada</strong></p>
<p>A gratuidade dominical dos ônibus municipais de Belo Horizonte não cria, por si, integração gratuita com o metrô. A operação e as condições de acesso ao sistema metroviário no dia da eleição precisam ser informadas pelo responsável pelo serviço.</p>
<p>Há ainda o programa Seu Voto Importa, do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, destinado a eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida que não disponham de meios próprios para chegar à votação. Trata-se de transporte especial solicitado antecipadamente e sujeito à análise e à disponibilidade de veículos. Ele é diferente da gratuidade oferecida nas linhas regulares de transporte coletivo.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Presidente do TSE cobra dos TREs informações sobre alcance do transporte gratuito nas eleições</title>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 10:45:06 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Levantamento deverá mostrar como municípios e estados planejam garantir deslocamentos de eleitores aos locais de votação durante os dois turnos ARTHUR FERRARI O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, cobrou dos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) informações sobre as condições previstas para o transporte público gratuito nos dias de votação das eleições [&#8230;]]]></description>
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<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, cobrou dos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) informações sobre as condições previstas para o transporte público gratuito nos dias de votação das eleições de 2026. A medida busca identificar como o serviço será disponibilizado aos eleitores em diferentes localidades do país.</p>
<p>O pedido foi encaminhado aos presidentes dos tribunais regionais por meio de ofício, após uma solicitação da DPU (Defensoria Pública da União).</p>
<p>A gratuidade deverá ser aplicada no primeiro turno, em 4 de outubro, e em eventual segundo turno, em 25 de outubro, conforme estabelece a Resolução nº 23.751/2026 do TSE. A regra contempla os serviços de transporte coletivo urbano e intermunicipal.</p>
<p>Além da ausência de cobrança aos passageiros, a regulamentação determina que, nas áreas urbanas, a frequência das linhas seja semelhante à adotada em dias úteis. Com isso, o levantamento solicitado pelo TSE deverá reunir dados que permitam verificar a estrutura prevista para o atendimento dos eleitores.</p>
<p>Os TREs deverão apurar, por meio dos juízos eleitorais, se prefeituras, governos estaduais e o Distrito Federal informaram quais itinerários, modalidades e horários serão oferecidos durante os dias de votação.</p>
<p>A Justiça Eleitoral também quer acompanhar eventuais diferenças entre o planejamento informado pelos governos e a operação efetivamente realizada. Casos de redução ou interrupção do transporte que contrariem as informações apresentadas deverão ser encaminhados ao Ministério Público Eleitoral e à Defensoria Pública da União no respectivo estado.</p>
<p>As informações deverão permitir o acompanhamento da oferta de transporte e das condições de acesso dos eleitores aos locais de votação em cada região.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Rio de Janeiro (RJ): licitação bancária de R$ 1 bilhão incluirá repasses do Jaé, e receita de integrações será dividida entre operadores</title>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 10:31:25 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Banco contratado deverá processar pagamentos do transporte municipal; nova regra destina metade da tarifa arrecadada ao transporte complementar nas viagens integradas ADAMO BAZANI A Prefeitura do Rio de Janeiro incluiu os repasses do Jaé aos operadores de transporte em uma licitação bancária de R$ 1 bilhão. Na mesma edição do Diário Oficial, publicada nesta terça-feira, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="687" height="475" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/593.jpg?fit=687%2C475&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/593.jpg?w=687&amp;ssl=1 687w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/593.jpg?resize=300%2C207&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/593.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/593.jpg?resize=400%2C277&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 687px) 100vw, 687px" /> <div>
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<p><em>Banco contratado deverá processar pagamentos do transporte municipal; nova regra destina metade da tarifa arrecadada ao transporte complementar nas viagens integradas</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro incluiu os repasses do Jaé aos operadores de transporte em uma licitação bancária de R$ 1 bilhão. Na mesma edição do Diário Oficial, publicada nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026, a Secretaria Municipal de Transportes estabeleceu que a receita de viagens integradas entre o transporte complementar e outro serviço municipal será dividida em partes iguais entre os dois sistemas.</p>
<p>As decisões tratam de momentos diferentes do pagamento da passagem. O Jaé registra o embarque e identifica a integração; a nova regra define a parcela que cabe a cada serviço; e a Câmara de Compensação Tarifária apura os valores destinados aos operadores. A instituição financeira selecionada deverá processar esses repasses. O R$ 1 bilhão, porém, é o valor indicado para a licitação bancária completa, que também abrange a folha de pagamento municipal e outros serviços, e não uma verba destinada exclusivamente ao transporte.</p>
<p><strong>Metade da receita para cada serviço nas viagens integradas</strong></p>
<p>A divisão alcança as viagens integradas entre um serviço do Sistema de Transporte Unificado Complementar, o STUC, e outro transporte coletivo municipal. Integram o STUC as vans do Serviço de Transporte Público Urbano Local, os veículos do transporte complementar comunitário, conhecidos como cabritinhos, e o Transporte Especial Complementar.</p>
<p>Do valor efetivamente pago pelo passageiro em uma integração válida, 50% serão atribuídos ao transporte complementar e 50% ao outro sistema utilizado. A ordem do embarque não altera essa proporção. Trata-se de uma regra de distribuição da receita entre operadores, sem mudança automática no valor cobrado do usuário.</p>
<p>Para que a repartição ocorra, a integração deverá atender às condições de tempo e operação do bilhete único e ser reconhecida pelo Jaé. Os registros da bilhetagem serão a base para calcular as viagens, as gratuidades e os valores devidos. A participação dos prestadores também depende da regularidade da autorização para operar, da situação cadastral e dos veículos, do uso dos equipamentos do Jaé e do cumprimento das exigências técnicas da Secretaria de Transportes.</p>
<p><strong>Gratuidades: limite de pagamento não restringe o direito ao embarque</strong></p>
<p>A Prefeitura custeará as gratuidades legalmente previstas e validadas no Jaé nos veículos do transporte complementar, até o limite de dez por veículo em cada dia de operação. Acima desse número, as viagens gratuitas registradas não gerarão pagamento adicional ao operador nem crédito para outro período.</p>
<p>Esse teto se aplica exclusivamente à remuneração. O prestador continua obrigado a embarcar os passageiros com direito à gratuidade, respeitada a capacidade do veículo. Assim, a décima primeira validação gratuita do dia não autoriza a recusa do passageiro.</p>
<p><strong>Pagamentos duas vezes por semana e possibilidade de contestação</strong></p>
<p>A apuração financeira será feita por prestador, considerando a receita de passagens, as parcelas das integrações e as gratuidades validadas dentro do limite de pagamento. Os valores deverão ser liquidados pela Câmara de Compensação Tarifária ou por outro mecanismo definido pelo município.</p>
<p>O calendário prevê pagamentos às terças-feiras pelas transações de quinta-feira a domingo e às sextas-feiras pelas transações de segunda a quarta-feira. Quando o dia previsto não for útil, o pagamento ficará para o primeiro dia útil seguinte. A remuneração do transporte complementar será feita sem desconto da tarifa de bilhetagem do Jaé.</p>
<p>O operador terá cinco dias úteis, contados da disponibilização do demonstrativo financeiro, para pedir a revisão de valores e apontar os registros contestados. A discussão não suspenderá o pagamento da parcela sobre a qual não houver divergência. Diferenças reconhecidas depois do fechamento poderão ser ajustadas no ciclo seguinte.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Transportes poderá comparar os dados da bilhetagem com cadastros, informações operacionais, localização dos veículos e registros de fiscalização. Viagens duplicadas, canceladas ou incompatíveis com o serviço efetivamente prestado poderão ser excluídas ou corrigidas. Como regra, estimativas e controles manuais não substituem as validações do Jaé para gerar pagamentos; uma eventual falha comprovada do sistema dependerá de tratamento excepcional definido pela Prefeitura.</p>
<p><strong>Licitação de R$ 1 bilhão reúne folha municipal, pagamentos e operação financeira do Jaé</strong></p>
<p>A licitação bancária tem alcance maior que o transporte. Seu objeto reúne o processamento da folha de servidores e pensionistas, pagamentos a fornecedores e prestadores de serviços da administração municipal, transferências aos concessionários e permissionários a partir da conta da bilhetagem digital, serviços ligados ao Pix e outras operações financeiras.</p>
<p>No caso do Jaé, o banco deverá creditar os repasses nas contas dos operadores indicadas pela unidade responsável pela gestão financeira. A apuração de quanto cada prestador tem a receber continuará vinculada aos registros da bilhetagem e às regras da compensação tarifária.</p>
<p>As respostas publicadas pela Secretaria de Fazenda mencionam uma outorga a ser paga pela instituição financeira após a assinatura do futuro contrato. Também mostram que a seleção estava em fase preparatória. Portanto, o valor de R$ 1 bilhão anunciado para o conjunto da licitação não deve ser confundido com o montante das passagens, com o custo das gratuidades nem com uma transferência de R$ 1 bilhão aos operadores.</p>
<p>Uma das questões apresentadas por interessados diz respeito à transição contratual. O início dos novos serviços aparece previsto para 28 de janeiro de 2027, enquanto o contrato bancário atual foi apontado como vigente até setembro do mesmo ano. A Prefeitura respondeu que eventual encerramento antecipado e restituição ao contratado atual deverão seguir os procedimentos legais e contratuais. A publicação ainda não define um banco vencedor.</p>
<p><strong>Cronograma do Jaé: início no BRT, adiamentos e exclusividade no transporte municipal</strong></p>
<p>O Jaé começou a ser aceito no BRT em 19 de julho de 2023. O cronograma apresentado inicialmente pela Prefeitura previa estender a aceitação aos outros transportes municipais em novembro daquele ano e tornar o sistema obrigatório em fevereiro de 2024. Essas datas mudaram durante a implantação. O VLT, por exemplo, passou a aceitar o Jaé em 24 de fevereiro de 2024, na abertura do Terminal Intermodal Gentileza.</p>
<p>Em novembro de 2024, a Prefeitura iniciou uma nova fase de transição e orientou as empresas a cadastrar seus trabalhadores para a compra do vale-transporte no Jaé. Naquele momento, a exclusividade foi anunciada para 1º de fevereiro de 2025. Em janeiro, o município adiou a previsão para 1º de julho, citando dificuldades relativas à integração com o Bilhete Único Intermunicipal e mudanças na estrutura da empresa responsável pela bilhetagem.</p>
<p>A implantação exclusiva acabou dividida em duas etapas. Desde 5 de julho de 2025, o Jaé é o sistema utilizado para as gratuidades municipais. Em 2 de agosto daquele ano, passou a ser obrigatório para os demais passageiros dos transportes municipais, como ônibus, BRT, VLT e vans legalizadas. Os usuários com direito ao Bilhete Único Intermunicipal continuaram a utilizar o Riocard nos validadores destinados a esse benefício. Nos transportes sob gestão estadual, a bilhetagem permaneceu separada.</p>
<p>Em 2026, as mudanças passaram a atingir também a forma de pagar e de obter integrações. A Prefeitura anunciou que o cartão avulso verde deixaria de dar acesso às integrações dos bilhetes únicos Carioca e Margaridas, reservadas ao cartão preto identificado ou ao aplicativo. O fim do recebimento de dinheiro dentro dos ônibus e essa mudança nas integrações foram inicialmente previstos para 30 de maio e adiados para 28 de junho após decisão judicial. O pagamento por Pix foi ampliado aos ônibus a partir de 30 de maio, e os cartões bancários por aproximação começaram a ser testados em junho. O passageiro continuou podendo usar dinheiro para comprar e recarregar o Jaé nos pontos autorizados.</p>
<p>A regra publicada agora acrescenta a organização financeira do transporte complementar a esse histórico. Ela estabelece como reconhecer uma integração, repartir o dinheiro da passagem, calcular gratuidades e pagar os prestadores. A entrada efetiva de cada modalidade, área, linha ou grupo de operadores no STUC poderá ocorrer em etapas, após a verificação dos veículos, dos validadores e dos mecanismos de processamento dos pagamentos.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>ARTESP multa Viação Piracicabana, Viação Cometa e Águia Branca por notificações de inspeção não atendidas</title>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 10:01:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Fretamento]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Publicação reúne 57 autuações da Piracicabana, 21 da Cometa e 13 da Águia Branca no fretamento metropolitano; fiscalização também alcança Turismo Bozzato e outras empresas ADAMO BAZANI A ARTESP publicou nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026, multas contra empresas de fretamento metropolitano por não atenderem notificações relativas a inspeção. A Viação Piracicabana aparece em [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="669" height="472" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/aguiabrabnca.jpg?fit=669%2C472&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/aguiabrabnca.jpg?w=669&amp;ssl=1 669w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/aguiabrabnca.jpg?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/aguiabrabnca.jpg?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/aguiabrabnca.jpg?resize=400%2C282&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 669px) 100vw, 669px" /> <p><em>Publicação reúne 57 autuações da Piracicabana, 21 da Cometa e 13 da Águia Branca no fretamento metropolitano; fiscalização também alcança Turismo Bozzato e outras empresas</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A ARTESP publicou nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026, multas contra empresas de fretamento metropolitano por não atenderem notificações relativas a inspeção. A Viação Piracicabana aparece em 57 autuações, a Viação Cometa em 21 e a Viação Águia Branca em 13. A relação inclui ainda 22 registros da Turismo Bozzato e ocorrências envolvendo outras transportadoras.</p>
<p>As autuações foram lavradas principalmente em julho e agosto e não significam, por si, que ônibus tenham sido retirados de circulação ou que viagens estejam suspensas. A infração descrita pela agência é o não atendimento de notificações relativas a inspeção. A publicação não identifica defeitos específicos nos veículos. Para o passageiro e para quem contrata fretamento, a distinção é importante: o Diário Oficial mostra uma cobrança da fiscalização às empresas, mas não relata uma mudança imediata no serviço.</p>
<p><strong>Piracicabana e Cometa concentram autuações identificadas como reincidência</strong></p>
<p>As 57 multas relacionadas à Viação Piracicabana são de R$ 20,85 cada e aparecem identificadas como reincidência. Pelos valores individuais publicados, somam R$ 1.188,45. As ocorrências listadas vão de 20 de julho a 31 de agosto.</p>
<p>No caso da Viação Cometa, são 21 multas, também de R$ 20,85 cada e assinaladas como reincidência, no total de R$ 437,85. As datas registradas vão de 31 de julho a 20 de agosto. A repetição de autuações chama atenção pelo número de notificações não atendidas segundo o enquadramento publicado; o ato, porém, não detalha o objeto de cada inspeção nem informa a resposta das empresas.</p>
<p><strong>Águia Branca tem 13 multas; Bozzato aparece com 22 ocorrências</strong></p>
<p>A Viação Águia Branca consta da relação com 13 multas de R$ 10,42, que somam R$ 135,46. A Turismo Bozzato aparece em 22 autuações: 14 de R$ 10,42 e oito de R$ 20,85, estas identificadas como reincidência. A soma dos valores publicados para a Bozzato é de R$ 312,68.</p>
<p>A lista é mais ampla. A Bello Bus Transporte e Serviços, por exemplo, aparece com uma multa de R$ 10,42. Há também autuações de operadores de diferentes portes, algumas no valor inicial de R$ 10,42 e outras, assinaladas como reincidência, de R$ 20,85. Em uma relação separada na mesma edição, Auto Viação Starbus, Baraotur, Gooden, Jeferson Graeff do Amaral Locadora, M.A. Bassetto Transportes e Milenari Locadora de Veículos recebem, cada uma, uma multa de R$ 20,85 pelo mesmo enquadramento de notificação relativa a inspeção não atendida.</p>
<p><strong>Fretamento metropolitano e ônibus regular têm enquadramentos diferentes na publicação</strong></p>
<p>As multas dessas empresas aparecem sob as regras do fretamento de interesse metropolitano, serviço contratado para transportar um grupo de passageiros. Na mesma edição, a ARTESP divulgou outra relação, referente ao transporte coletivo regular metropolitano por ônibus, com enquadramento distinto: descumprimento de resolução, portaria ou norma das autoridades competentes da Secretaria dos Transportes Metropolitanos.</p>
<p>Essa segunda relação traz valores de R$ 104,24 e de R$ 208,49 nos casos identificados como reincidência. Entre os nomes publicados estão Phoenix Mobilidade e Transporte, Expresso Elite Fretamentos e Viagens, Antônio Flávio Lisboa Locação e Transportes e Tom &amp; Tata Transportes. O texto do ato não especifica qual norma cada operador teria descumprido. Por isso, as multas do serviço regular não devem ser apresentadas como se fossem todas decorrentes das notificações de inspeção cobradas no fretamento.</p>
<p>A publicação permite acompanhar quais empresas foram autuadas, quando ocorreram os registros e qual penalidade foi indicada em cada caso. Para esclarecer o que foi solicitado em cada notificação de inspeção, seria necessário examinar os respectivos autos administrativos.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>SPTrans divulga balanço de 72 mil passageiros nas linhas Paulistar em um ano e amplia rede para cinco circuitos aos domingos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/29/sptrans-divulga-balanco-de-72-mil-passageiros-nas-linhas-paulistar-em-um-ano-e-amplia-rede-para-cinco-circuitos-aos-domingos/</link>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 09:31:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Três trajetos originais somaram 71.449 embarques desde setembro de 2025; circuitos Samba e Conexão ZL transportaram 580 pessoas na estreia, com operação gratuita em ônibus elétricos ADAMO BAZANI A SPTrans divulgou nesta segunda-feira (28) que as linhas Paulistar transportaram 72.029 passageiros desde a criação do serviço, há um ano. Desse total, 71.449 embarques ocorreram nos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Três trajetos originais somaram 71.449 embarques desde setembro de 2025; circuitos Samba e Conexão ZL transportaram 580 pessoas na estreia, com operação gratuita em ônibus elétricos</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A SPTrans divulgou nesta segunda-feira (28) que as linhas Paulistar transportaram 72.029 passageiros desde a criação do serviço, há um ano. Desse total, 71.449 embarques ocorreram nos três circuitos originais — Cultura, Parques e Lazer —, enquanto 580 foram registrados nas duas linhas que estrearam no domingo (27): Circuito Samba e Circuito Conexão ZL. Os cinco trajetos funcionam gratuitamente aos domingos, das 8h às 19h, com ônibus elétricos.</p>
<p>Criadas para facilitar viagens a museus, parques, equipamentos esportivos e outros pontos de interesse, as linhas integram o Domingão Tarifa Zero. A expansão leva o serviço a regiões ligadas ao carnaval, na Zona Norte e Oeste, e a locais de lazer e turismo religioso da Zona Leste. Para o passageiro, os circuitos oferecem deslocamentos entre diferentes atrações sem cobrança de passagem; a operação elétrica evita emissões de escapamento durante essas viagens e reduz o ruído produzido pelos ônibus nas ruas atendidas.</p>
<p><strong>Balanço atualiza os números divulgados antes da estreia das duas novas linhas</strong></p>
<p>O dado de 72.029 passageiros corresponde à atualização apresentada pela SPTrans no aniversário do serviço. Os três primeiros circuitos, iniciados em 28 de setembro de 2025, respondem por 71.449 embarques no período de 12 meses. As linhas 4 e 5 começaram a operar apenas em 27 de setembro de 2026 e somaram 580 passageiros no primeiro domingo.</p>
<p>Na divulgação anterior à estreia, a Prefeitura havia apresentado um balanço arredondado de 69,7 mil passageiros para as linhas 1, 2 e 3. O número informado agora pela SPTrans é mais recente e detalhado, razão pela qual serve de referência para o total de um ano.</p>
<p>Segundo a empresa, uma pesquisa realizada com usuários registrou aprovação de 100% entre os participantes, com avaliações positivas sobre os veículos, a segurança dos trajetos e o atendimento dos operadores. O release não apresenta o número de entrevistados nem a metodologia da pesquisa; o percentual, portanto, expressa o resultado do levantamento informado pela SPTrans, e não uma avaliação de todos os passageiros transportados.</p>
<p><strong>Paulistar 1 – Circuito Cultura percorre o Centro Histórico</strong></p>
<p>O primeiro circuito tem como referências o Terminal Parque Dom Pedro II e a região da Pinacoteca. Seu percurso aproxima o passageiro de atrações distribuídas pelo Centro, permitindo combinar mais de uma visita no mesmo domingo.</p>
<p>Na região do Parque Dom Pedro II, o trajeto atende o entorno do Museu Catavento e do Mercado Municipal. Ao atravessar o Centro Histórico, alcança áreas próximas ao Pateo do Collegio, à Praça da Sé, ao Mosteiro de São Bento, ao Vale do Anhangabaú e ao Theatro Municipal. Também atende o entorno da Praça da República, da Sala São Paulo, do Museu da Língua Portuguesa, do Parque da Luz e da Pinacoteca.</p>
<p>O serviço é uma opção para percorrer distâncias entre esses equipamentos sem depender exclusivamente de caminhadas longas. Como se trata de uma linha de ônibus, o desembarque ocorre nos pontos do itinerário; o acesso a cada atração ainda pode exigir um trecho a pé.</p>
<p><strong>Paulistar 2 – Circuito Parques liga Ipiranga ao Ibirapuera</strong></p>
<p>O Circuito Parques conecta a região do Museu do Ipiranga e do Parque da Independência ao Parque do Ibirapuera. No caminho, atende o entorno do Museu de Zoologia da USP, do Parque da Aclimação, da Avenida Paulista, do Sesc Vila Mariana e de espaços culturais próximos ao Ibirapuera, como o Museu de Arte Contemporânea.</p>
<p>Desde maio deste ano, o itinerário inclui a Praça Armando Sales de Oliveira, com parada próxima ao Monumento às Bandeiras. A mudança também foi aplicada ao Circuito Lazer, ampliando o acesso a esse ponto do entorno do Ibirapuera.</p>
<p>A linha permite uma viagem entre parques e museus situados em diferentes regiões da cidade. Para quem sai do Ipiranga, por exemplo, o ônibus oferece ligação direta com atrações na Aclimação e nas proximidades do Ibirapuera durante o período de funcionamento do Paulistar.</p>
<p><strong>Paulistar 3 – Circuito Lazer atende Paulista, Ibirapuera e Pacaembu</strong></p>
<p>O terceiro trajeto liga a região do Terminal Metrô Ana Rosa e do Paraíso ao Pacaembu. Ao longo do percurso, passa pelo Centro Cultural São Paulo, pela Avenida Paulista e por locais como a Casa das Rosas, a Japan House e o Masp.</p>
<p>O circuito também atende o entorno do Sesc Vila Mariana, do Ginásio do Ibirapuera, do Parque do Ibirapuera e do Monumento às Bandeiras antes de seguir para a região do Museu do Futebol e do Pacaembu. Assim, reúne no mesmo percurso espaços culturais, áreas de convivência e equipamentos esportivos.</p>
<p>A passagem pelo Monumento às Bandeiras foi incorporada em maio, após pedidos de passageiros, segundo a SPTrans. Eventos e interdições de ruas podem provocar desvios temporários, especialmente em um trajeto que cruza regiões frequentemente utilizadas para atividades aos domingos.</p>
<p><strong>Paulistar 4 – Circuito Samba sai do Terminal Parada Inglesa e passa pelo Anhembi</strong></p>
<p>Uma das linhas inauguradas no domingo, o Circuito Samba é circular e tem início e término no Terminal Parada Inglesa. O ônibus segue pela Avenida Luiz Dumont Villares, passa pela região das avenidas Zaki Narchi e Morvan Dias de Figueiredo e cruza a Ponte das Bandeiras para alcançar o entorno do Complexo do Anhembi, onde fica o Sambódromo.</p>
<p>O percurso continua por vias como a Avenida Olavo Fontoura, a Avenida Braz Leme, a Avenida Otaviano Alves de Lima e a Avenida Engenheiro Caetano Álvares. Depois, atravessa a Ponte Júlio de Mesquita Neto, percorre a região da Avenida Marquês de São Vicente e retorna em direção à Zona Norte. O circuito também passa pelo entorno do Centro de Tradições Nordestinas e por áreas onde ficam quadras de escolas de samba.</p>
<p>A proposta é oferecer acesso às atividades realizadas nesses locais, inclusive fora dos dias de desfile. Antes de sair, o passageiro deve conferir o ponto mais próximo da escola de samba ou do evento que pretende visitar: a linha percorre as regiões das agremiações, mas isso não significa parada diante da entrada de cada quadra.</p>
<p><strong>Paulistar 5 – Circuito Conexão ZL liga o CERET ao Largo da Concórdia</strong></p>
<p>A outra linha estreante percorre áreas do Tatuapé, Belém e Brás. Seu ponto inicial fica na Rua Eleonora Cintra, nº 510, nas proximidades do Parque CERET. A partir dali, o circuito segue por ruas como Emília Marengo, Itapura, Tijuco Preto, Platina, Tuiuti e Padre Adelino.</p>
<p>O trajeto atravessa a região do Belém, passa pelas avenidas Álvaro Ramos e Celso Garcia e chega ao Largo da Concórdia. No retorno, utiliza outras vias do Brás, Belém e Tatuapé, entre elas a Rua Visconde de Parnaíba, o Largo São José do Belém e a Avenida Alcântara Machado, antes de voltar ao entorno do CERET.</p>
<p>Entre os pontos de interesse atendidos estão o Sesc Belenzinho, a Paróquia São José do Belém e o Templo de Salomão. A linha reúne, portanto, viagens para lazer, esporte, atividades culturais e turismo religioso. Por ser circular, o percurso de volta não repete integralmente as ruas usadas na ida; observar o sentido do ônibus ajuda a escolher o ponto de embarque.</p>
<p><strong>Por que a operação com ônibus elétricos importa</strong></p>
<p>A utilização exclusiva de ônibus elétricos dá aos cinco circuitos uma característica comum. Durante a circulação, esses veículos não emitem gases pelo escapamento nas ruas por onde passam. Também produzem menos ruído de propulsão do que ônibus a diesel, aspecto perceptível em áreas com grande circulação de pedestres, como parques, museus e regiões de eventos.</p>
<p>Para o passageiro, os veículos utilizados no Paulistar têm ar-condicionado, Wi-Fi, tomadas USB e recursos de acessibilidade, segundo a SPTrans. A escolha da tecnologia elétrica também permite que pessoas que usam o ônibus principalmente aos domingos tenham contato direto com a eletrificação da frota municipal.</p>
<p>O alcance ambiental dessa operação deve ser visto na escala correta: são cinco serviços especiais, com funcionamento concentrado em parte do domingo. O resultado mais amplo para a cidade depende da substituição de veículos a diesel nas linhas regulares utilizadas diariamente pela população. No Paulistar, a contribuição concreta é realizar esses trajetos de lazer sem emissões locais de escapamento.</p>
<p><strong>Como utilizar as linhas</strong></p>
<p>As cinco linhas funcionam aos domingos, das 8h às 19h, sem cobrança de passagem. O Domingão Tarifa Zero também abrange as demais linhas municipais durante todo o domingo; o horário das 8h às 19h corresponde especificamente à operação dos circuitos Paulistar.</p>
<p>O passageiro pode usar os trajetos para chegar a um ponto de interesse ou combinar passeios, observando o sentido de cada linha e a localização das paradas. A SPTrans pode alterar temporariamente os percursos em razão de eventos e interdições, por isso convém consultar a operação antes de iniciar a viagem.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Rio de Janeiro cria linha comunitária, de &#8220;cabritinho&#8221;, Campo da Vacaria–Estação BRT Olaria; veja o itinerário</title>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 09:01:31 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviço de cabritinho terá partida na Travessa Aymoré, nº 530, e tarifa máxima equivalente à do Bilhete Único Carioca ADAMO BAZANI Moradores da região do Campo da Vacaria, em Olaria, terão uma linha de transporte complementar comunitário regulamentada para ligação com a Estação BRT Olaria. A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou nesta terça-feira, 29 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?w=1030&amp;ssl=1 1030w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Serviço de cabritinho terá partida na Travessa Aymoré, nº 530, e tarifa máxima equivalente à do Bilhete Único Carioca</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Moradores da região do Campo da Vacaria, em Olaria, terão uma linha de transporte complementar comunitário regulamentada para ligação com a Estação BRT Olaria. A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026, as condições de operação da linha 3.73 — Campo da Vacaria x Estação BRT Olaria, conhecida na modalidade municipal como cabritinho.</p>
<p>O ponto de partida definido é a Travessa Aymoré, nº 530. A tarifa cobrada poderá chegar, no máximo, ao valor vigente do Bilhete Único Carioca. A Secretaria Municipal de Transportes ficará responsável pelos documentos obrigatórios de autorização, pelo registro e pela fiscalização do serviço. A resolução regulamenta a implantação da linha, mas não traz horário de início das viagens, frequência nem quantidade de veículos.</p>
<p><strong>Trajeto percorre vias de Olaria e retorna ao ponto de partida</strong></p>
<p>A linha sairá da Travessa Aymoré, nº 530, e seguirá pela Rua Ministro Moreira de Abreu, Avenida Darcy Bittencourt Costa, Rua Niltinho Tristeza, Rua Jorge Martins, Rua Paranhos, Rua João Rego, Rua Uranos, Rua Doutor Alfredo Barcellos, Rua Etelvina, Travessa Etelvina e Rua Delfim Carlos.</p>
<p>Depois, retornará pela Avenida Darcy Bittencourt Costa e pela Rua Ministro Moreira de Abreu até a Travessa Aymoré, nº 530. A denominação da linha identifica a ligação entre Campo da Vacaria e Estação BRT Olaria; a sequência de vias publicada é a referência formal para acompanhar por onde o serviço circulará.</p>
<p>O atendimento comunitário foi previsto nas normas municipais para localidades não servidas por linhas de ônibus convencionais. Sua função, neste caso, é aproximar deslocamentos internos do bairro do acesso ao transporte de maior capacidade, inclusive o BRT.</p>
<p><strong>Tarifa máxima e integração são assuntos diferentes</strong></p>
<p>O ato da linha fixa como teto da passagem o valor vigente do Bilhete Único Carioca. Isso indica o máximo que poderá ser cobrado pelo trecho comunitário. Já o uso de integração tarifária com outro serviço municipal depende das regras do Bilhete Único, da validação pelo Jaé e da implantação efetiva dos mecanismos do STUC para a linha.</p>
<p>A distinção interessa ao passageiro que pretende combinar o cabritinho e o BRT. A resolução define o trajeto e o teto da tarifa, enquanto os procedimentos de integração e a data de entrada financeira de cada serviço no sistema complementar serão especificados pela Secretaria de Transportes.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>ANTT restabelece quatro linhas interestaduais da Via Pevidor e da Transportadora J.D.F. por decisões judiciais e autoriza 47 fretadoras</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 08:01:57 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ligações regulares permanecem sob condição judicial; autorizações de fretamento permitem a emissão de licenças de viagem, mas não criam linhas abertas à venda individual de passagens ADAMO BAZANI A ANTT restabeleceu, por determinação judicial, os efeitos das autorizações de quatro linhas interestaduais de ônibus. A Via Pevidor pode operar entre Várzea Grande (MT) e Ponta [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="693" height="431" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?fit=693%2C431&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?w=693&amp;ssl=1 693w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?resize=400%2C249&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 693px) 100vw, 693px" /> <p><em>Ligações regulares permanecem sob condição judicial; autorizações de fretamento permitem a emissão de licenças de viagem, mas não criam linhas abertas à venda individual de passagens</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A ANTT restabeleceu, por determinação judicial, os efeitos das autorizações de quatro linhas interestaduais de ônibus. A Via Pevidor pode operar entre Várzea Grande (MT) e Ponta Porã (MS). A Transportadora J.D.F. teve restabelecidas as ligações Anápolis (GO)–São Paulo (SP), Goiânia (GO)–São Paulo (SP) e Uberaba (MG)–Goiânia (GO). Os quatro serviços permanecem na condição sub judice.</p>
<p>Na mesma edição do Diário Oficial da União desta terça-feira (29), a agência autorizou 47 empresas a atuar no fretamento interestadual e internacional e extinguiu, por renúncia, o termo de autorização de outra transportadora. Para o passageiro, há uma diferença essencial: as quatro ligações são linhas regulares, nas quais pode haver venda individual de passagens; as autorizações de fretamento permitem viagens contratadas para grupos, sujeitas à emissão de licença para cada operação.</p>
<p><strong>Via Pevidor teve autorização, cassação e posterior suspensão judicial da cassação</strong></p>
<p>O restabelecimento da linha Várzea Grande–Ponta Porã é mais uma etapa de uma disputa iniciada antes desta publicação. Em dezembro de 2025, a ANTT deferiu o pedido da Via Pevidor para operar a ligação, com seções intermediárias, em cumprimento a decisão proferida em mandado de segurança. A autorização foi concedida desde então na condição sub judice.</p>
<p>Em maio de 2026, a Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros inabilitou a empresa e cassou as autorizações da linha Várzea Grande–Ponta Porã e de outra ligação, entre Belo Horizonte (MG) e Guarapari (ES). A decisão também revogou os atos anteriores relativos aos serviços.</p>
<p>Na ocasião, a agência estabeleceu que, caso houvesse bilhetes vendidos e ainda não utilizados, a transportadora deveria assegurar os direitos dos passageiros, mediante devolução dos valores pagos ou aquisição, às suas expensas, de passagens em outra empresa autorizada. A previsão mostra o efeito concreto que uma mudança na situação regulatória pode ter sobre quem já planejou e pagou uma viagem.</p>
<p>Em agosto, a Diretoria Colegiada da ANTT suspendeu os efeitos da cassação em cumprimento a outra decisão judicial. Com isso, registrou que a Via Pevidor estava autorizada, sub judice, a operar tanto Várzea Grande–Ponta Porã quanto Belo Horizonte–Guarapari. O ato publicado agora restabelece especificamente os efeitos da autorização de dezembro de 2025 para a linha entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>A publicação desta terça-feira, portanto, não cria uma ligação inteiramente nova nem anuncia uma nova decisão para a rota mineira. Ela devolve eficácia a um ato anterior referente a Várzea Grande–Ponta Porã, dentro de uma sequência que envolveu deferimento, cassação e intervenção judicial.</p>
<p><strong>Linha de Várzea Grande a Ponta Porã também prevê viagens entre cidades intermediárias</strong></p>
<p>A autorização original da Via Pevidor apresenta uma relação de seções. No transporte rodoviário, uma seção é um par de localidades entre as quais a empresa está autorizada a transportar passageiros dentro de uma linha mais extensa. Assim, a ligação não se resume à viagem completa entre as cidades que aparecem em seu nome.</p>
<p>O anexo inclui combinações envolvendo Bandeirantes e Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, e Campo Verde, Cuiabá, Jaciara, Juscimeira, Rondonópolis, São Pedro da Cipa e Várzea Grande, em Mato Grosso. A relação indica o alcance da autorização, enquanto os horários e os trechos efetivamente oferecidos dependem da programação operacional da transportadora.</p>
<p><strong>Transportadora J.D.F. recupera três autorizações concedidas em 2025</strong></p>
<p>A decisão referente à Transportadora J.D.F. restabelece os efeitos de três atos publicados em dezembro de 2025, relativos a pedidos deferidos no mês anterior. São as linhas Anápolis–São Paulo, de prefixo GOSP0063002; Goiânia–São Paulo, de prefixo GOSP0063003; e Uberaba–Goiânia, de prefixo MGGO0063005.</p>
<p>A medida cumpre uma decisão proferida em mandado de segurança. O ato publicado pela ANTT identifica a ação judicial e as três autorizações recuperadas, mas não apresenta a fundamentação integral do juiz ou os motivos pelos quais os atos haviam perdido eficácia. As linhas continuam sob condição judicial.</p>
<p>Para as empresas que atuam nesses mercados, o restabelecimento recoloca a J.D.F. entre as transportadoras autorizadas nessas ligações. Para o usuário, a autorização constitui a base regulatória do serviço, mas a existência de horários e bilhetes disponíveis depende da operação organizada pela empresa, com itinerários e locais de embarque e desembarque cadastrados conforme as exigências da agência.</p>
<p><strong>Judicialização afeta empresas, concorrentes e passageiros</strong></p>
<p>As decisões mostram como a situação de uma linha pode mudar durante a disputa judicial. Uma transportadora pode obter autorização da ANTT, ter os efeitos do ato posteriormente alterados e recuperá-los por ordem judicial. Enquanto a ação prossegue, a indicação sub judice informa que a autorização continua vinculada ao resultado do processo.</p>
<p>Para o passageiro, a consequência mais imediata pode ser a entrada, manutenção ou retirada de uma opção de viagem. Quando há bilhetes já vendidos, também entram em questão o atendimento ao consumidor e as providências necessárias se a empresa deixar de realizar o serviço. Para os demais operadores, a presença de uma transportadora autorizada interfere no quadro de concorrência de cada ligação.</p>
<p>A judicialização também aparece no debate mais amplo sobre a abertura dos mercados interestaduais. Nas regras da primeira Janela Extraordinária, a ANTT estabeleceu critérios próprios para considerar os mercados operados por força de decisões judiciais ao classificar ligações desatendidas ou atendidas por uma única empresa.</p>
<p>Os atos desta terça-feira, porém, cumprem ordens judiciais específicas e não são apresentados como autorizações resultantes da Janela Extraordinária nº 01/2024. Essa distinção importa porque a janela tem procedimento de inscrição, análise e seleção de mercados, enquanto as decisões sobre Via Pevidor e J.D.F. restabelecem os efeitos de autorizações anteriores.</p>
<p><strong>Quatro decisões autorizam 47 empresas a atuar no fretamento</strong></p>
<p>Em outro bloco de atos, a SUPAS autorizou 47 empresas a prestar transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional sob o regime de fretamento. São 11 empresas na primeira decisão, dez na segunda, 15 na terceira e 11 na quarta.</p>
<p>A publicação permite que as autorizatárias tenham acesso ao sistema de emissão de licenças de viagem. O termo de autorização habilita a empresa para a atividade; a licença documenta a viagem específica. A transportadora deve cumprir as condições aplicáveis ao fretamento, inclusive aquelas relativas à operação, aos veículos e à documentação exigida.</p>
<p>O fretamento atende grupos mediante contratação prévia. A autorização de uma empresa para essa atividade não equivale à criação de uma linha regular, não estabelece uma tabela pública de horários e não permite concluir que já exista uma viagem marcada.</p>
<p>Na primeira relação aparecem 2L Turismo, America Van, Arcanjo’s Viagens e Turismo, Ari Transporte e Locação, Auto Ônibus Otília Passos Transporte de Passageiros, Claudio Roberto de Souza, Djalma Silva, Graça Viagens e Turismo, Heuri Luciano Casanova Ogregon Transportes, JR Laiz e Cia e L &amp; P Transportes.</p>
<p>A segunda decisão abrange B&amp;C Transportes, DRV Viagens e Turismo, J3 Transporte e Turismo, Kaizer Transporte &amp; Turismo, Marins Tour Transporte e Turismo, Martins &amp; Sousa Transporte e Turismo, Minas Brasil Transporte Turístico, Noleto Viagens e Turismo, Vienzi Tur e Walker Adventure.</p>
<p>Na terceira estão Borel Vans, BR Turismo Brasil, D&amp;M Tour, Elias Tur, Jair A. C. Ribeiro &amp; Cia, LK Transportes e Locações de Veículos, ME Transportes e Turismo, Panda Agência de Viagem e Turismo, Pitel Transporte e Turismo, Primetur Transporte e Turismo, Rio Negro Transportes, Rodotur Transportes, Turismo e Locação, Transvip NE, Turismo Fernandes Cruz e V V Transportes.</p>
<p>A quarta relação inclui LM Transportes Paracatu, M. A. N. da Silva, M.W.M Rent a Car Locadora de Veículos, Marcio Turismo, Master Transportes Escolar, Maximos Locadora de Vans e Veículos, Pequi Viajante, Transale Transportes e Serviços, Transporte Turismo Tiquin, Vale Prime Transportes e Viação Souza Transporte Rodoviário. Os nomes reproduzem as razões sociais indicadas nos atos.</p>
<p>Além das 47 autorizações, a ANTT extinguiu, por renúncia, o Termo de Autorização de Fretamento da João Rodrigues Sobrinho Transportes Ltda. A decisão diz respeito à atividade fretada e não apresenta uma relação de linhas regulares afetadas.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>“Descansar também é se cuidar”: cartilha do TST lançada nesta segunda (28) mostra como empresas de ônibus e trabalhadores podem prevenir riscos à saúde mental</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/29/descansar-tambem-e-se-cuidar-cartilha-do-tst-lancada-nesta-segunda-28-mostra-como-empresas-de-onibus-e-trabalhadores-podem-prevenir-riscos-a-saude-mental/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 06:41:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Publicação feita com a UnB aborda jornadas, pressão, assédio, sinais de esgotamento e direito à desconexão; motoristas, mecânicos, fiscais e gestores precisam olhar para as condições reais de cada operação ADAMO BAZANI Colaborou Vinícius de Oliveira O motorista que termina uma viagem e continua recebendo cobranças no celular, o mecânico pressionado a liberar veículos, o [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="644" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?fit=1024%2C644&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=300%2C189&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=1024%2C644&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=768%2C483&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=1536%2C966&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=400%2C252&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Publicação feita com a UnB aborda jornadas, pressão, assédio, sinais de esgotamento e direito à desconexão; motoristas, mecânicos, fiscais e gestores precisam olhar para as condições reais de cada operação</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
<p>O motorista que termina uma viagem e continua recebendo cobranças no celular, o mecânico pressionado a liberar veículos, o fiscal que enfrenta conflitos no terminal e a equipe que precisa cobrir faltas sucessivas têm rotinas diferentes, mas podem estar expostos a riscos semelhantes para a saúde mental. Uma cartilha lançada nesta segunda-feira (28) pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), orienta trabalhadores e empresas a identificar situações de sobrecarga, organizar a prevenção e buscar ajuda quando surgirem sinais de sofrimento.</p>
<p>A publicação integra a campanha “Sua saúde é uma fronteira que o trabalho não pode ultrapassar” e explica, em linguagem direta, os riscos psicossociais relacionados ao trabalho. Para as empresas de ônibus, o material ajuda a transformar a avaliação exigida pela Norma Regulamentadora nº 1, a NR-1, em mudanças nas escalas, na comunicação e no apoio às equipes. Para motoristas, mecânicos, fiscais e demais profissionais, traz orientações sobre descanso, desconexão, assédio, canais de denúncia e atendimento de saúde. Uma de suas mensagens resume o cuidado: “Descansar também é se cuidar”.</p>
<p><strong>Saúde mental também depende de como o serviço é organizado</strong></p>
<p>A cartilha identifica seis grupos de situações que merecem atenção: excesso ou falta de demandas, jornadas prolongadas, relações desrespeitosas, falhas na organização das atividades, falta de reconhecimento e isolamento. Elas podem se combinar. Uma escala apertada, por exemplo, torna mais difícil lidar com uma ocorrência na linha; se a equipe não recebe apoio ou informações claras, a pressão aumenta.</p>
<p>No transporte coletivo, a análise precisa ir além da garagem. Motoristas trabalham nas ruas, sujeitos a congestionamentos, desvios, episódios de violência e conflitos com passageiros. Fiscais e equipes de terminais lidam diretamente com reclamações, interrupções de serviço e decisões urgentes. Mecânicos, eletricistas e profissionais de manutenção respondem pela disponibilidade dos veículos, mas precisam de tempo, peças, informação e condições adequadas para executar o serviço com segurança.</p>
<p>Há ainda funções menos visíveis para o passageiro, como programação de linhas, controle operacional, limpeza, bilhetagem e atendimento. Uma alteração de itinerário comunicada de forma incompleta pode gerar cobrança sobre várias dessas equipes ao mesmo tempo. Por isso, avaliar riscos psicossociais exige ouvir os profissionais de cada área e observar o funcionamento cotidiano da operação.</p>
<p>A presença de um fator de risco não significa, por si só, que alguém desenvolverá um transtorno. O objetivo é reconhecer condições que podem causar sofrimento quando persistem e agir para reduzi-las.</p>
<p><strong>O alerta feito por Liana Variani: uma empresa pode ter várias realidades</strong></p>
<p>Em reportagem anterior do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, a advogada especializada em risco empresarial Liana Variani destacou que não existe uma solução pronta para todas as empresas ou mesmo para todas as linhas de uma operadora. Uma equipe pode enfrentar principalmente problemas de segurança pública; outra, dificuldades provocadas pelo trânsito ou pela infraestrutura; uma terceira, conflitos internos e falhas na organização do trabalho.</p>
<p>Parte desses fatores depende de decisões do poder público. A empresa não substitui o policiamento nem controla os congestionamentos, mas pode registrar onde os problemas ocorrem, apoiar o profissional após uma ocorrência, rever procedimentos sob sua responsabilidade e encaminhar demandas documentadas aos órgãos competentes.</p>
<p>Essa distinção evita dois erros. O primeiro é atribuir todo o sofrimento a uma suposta fragilidade individual do empregado. O segundo é prometer que a operadora resolverá sozinha questões externas ao serviço. A prevenção precisa identificar o problema, definir quem pode agir e acompanhar o resultado.</p>
<p><strong>Como sair do diagnóstico genérico e chegar a medidas concretas</strong></p>
<p>A nova redação da NR-1, em vigor desde 26 de maio de 2026, exige que os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho sejam considerados no gerenciamento de riscos ocupacionais. Isso não equivale a aplicar uma lista de perguntas e arquivá-la sem consequências.</p>
<p>No caso de uma empresa de ônibus, um diagnóstico útil pode reunir relatos dos trabalhadores, dados de afastamentos, registros de ocorrências, informações sobre jornadas e intervalos e dificuldades repetidas em determinadas linhas, turnos, terminais ou oficinas. A análise deve respeitar a privacidade de quem relata problemas e permitir que as equipes falem sem receio de exposição.</p>
<p>A partir daí, medidas podem envolver melhor distribuição das tarefas, revisão de procedimentos de comunicação, orientação das chefias, resposta a situações de assédio, apoio após episódios de violência e ajustes na programação para que o descanso previsto seja efetivamente possível. A empresa também precisa acompanhar se a mudança funcionou. Se o mesmo problema continua aparecendo nos relatos e registros, a medida deve ser revista.</p>
<p>Para o trabalhador, participar desse processo significa descrever situações concretas: o que ocorreu, com que frequência, em qual etapa da jornada e como isso afeta a execução da atividade. A observação da rotina ajuda mais do que a tentativa de atribuir um diagnóstico médico a colegas ou a si próprio.</p>
<p><strong>“Descansar também é se cuidar” deve valer dentro e fora da garagem</strong></p>
<p>A cartilha dedica uma seção ao direito à desconexão e lembra que almoço, folgas e férias são períodos de recuperação. Recomenda organizar prioridades para evitar sobrecarga e reservar tempo para a família, o lazer e o autocuidado. Sua mensagem é clara: descansar não representa falta de comprometimento.</p>
<p>No transporte, entretanto, o descanso depende de planejamento coletivo. Se uma escala só funciona porque um motorista é chamado repetidamente durante a folga, existe um problema de organização a examinar. Se a manutenção depende de mensagens a um profissional fora do expediente para obter informações indispensáveis, os procedimentos de passagem de serviço podem precisar de ajustes.</p>
<p>Também é necessário olhar para intervalos que constam na programação, mas acabam consumidos por atrasos, deslocamentos internos ou solução de ocorrências. Para que a orientação da cartilha tenha efeito, empresa e trabalhadores precisam verificar como o descanso acontece de fato, respeitando as regras aplicáveis a cada função e contrato.</p>
<p><strong>Sinais de esgotamento exigem acolhimento, não rótulos</strong></p>
<p>A publicação explica que o burnout costuma se desenvolver gradualmente, em associação ao estresse crônico relacionado ao trabalho. Irritabilidade, ansiedade frequente, desânimo e sensação de incapacidade estão entre os sinais emocionais que ela aponta.</p>
<p>O material também menciona cansaço mesmo após descansar, dores de cabeça, tensão muscular, alterações no sono e no apetite, dificuldade de concentração, queda no rendimento e afastamento de colegas, amigos ou familiares. Esses sinais podem ter diferentes causas. Reconhecê-los ajuda a procurar avaliação e apoio; não autoriza uma chefia ou um colega a concluir que determinada pessoa tem burnout.</p>
<p>Para profissionais que conduzem veículos, trabalham com equipamentos ou precisam tomar decisões durante uma ocorrência, dificuldades persistentes de sono e concentração merecem atenção especial. Buscar atendimento é uma medida de cuidado com a própria pessoa e com a segurança do serviço. À empresa cabe acolher a situação, preservar a privacidade e examinar as condições de trabalho que possam estar contribuindo para ela.</p>
<p><strong>Assédio, discriminação e violência também entram na prevenção</strong></p>
<p>A cartilha orienta a denunciar assédio moral, assédio sexual, discriminação e violência. Se a pessoa se sentir segura, pode usar o canal interno da instituição. Também são indicados o Ministério do Trabalho e Emprego, o Ministério Público do Trabalho, as ouvidorias e o Disque Direitos Humanos, pelo número 100.</p>
<p>Sempre que possível, o material recomenda anotar datas e horários, guardar mensagens e documentos e identificar testemunhas. Esses registros ajudam a descrever os fatos com precisão. Para a empresa, é essencial que o canal interno permita receber relatos inclusive sobre pessoas em cargos de chefia e que o tratamento da ocorrência preserve a dignidade dos envolvidos.</p>
<p>A publicação indica as Unidades Básicas de Saúde para atendimento inicial e eventual encaminhamento, além dos Centros de Atenção Psicossocial para atendimento especializado a pessoas em sofrimento psíquico. Em situações de urgência, aponta o CVV, pelo 188; o Samu, pelo 192; os Bombeiros, pelo 193; e a Polícia Militar, pelo 190.</p>
<p><strong>O que passageiros e poder público também podem fazer</strong></p>
<p>O contato com passageiros faz parte da atividade de motoristas, fiscais e atendentes, mas agressões e ameaças não devem ser tratadas como um componente normal da profissão. Registrar e comunicar episódios permite que a operadora identifique pontos críticos e articule respostas com os órgãos públicos responsáveis.</p>
<p>Gestores de mobilidade, por sua vez, podem colaborar oferecendo informações antecipadas sobre obras e desvios, tratando problemas recorrentes de circulação, melhorando as condições de terminais e pontos de parada e encaminhando demandas de segurança às autoridades competentes. Mudanças operacionais bem comunicadas reduzem a pressão sobre quem precisa explicá-las ao passageiro na ponta do serviço.</p>
<p>A prevenção, portanto, interessa também a quem usa o transporte. Equipes que dispõem de apoio, informações claras e descanso efetivo têm melhores condições de atender o público e executar o trabalho com segurança.</p>
<p><strong>Dicas práticas para trabalhadores e empresas</strong></p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Situação</th>
<th>Dicas para trabalhadores</th>
<th>Dicas para empresas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Escalas e sobrecarga</strong></td>
<td>Informe quando atrasos, tarefas acumuladas ou substituições frequentes estiverem comprometendo a jornada. Descreva situações e horários concretos.</td>
<td>Examine escalas executadas, e não apenas as planejadas. Verifique onde atrasos e faltas transferem trabalho repetidamente para a mesma equipe.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Intervalos e folgas</strong></td>
<td>Procure usufruir os períodos de descanso e comunique quando a rotina impedir isso. Observe cobranças frequentes fora do expediente.</td>
<td>Planeje rendições e substituições. Estabeleça procedimentos para urgências sem transformar toda folga em disponibilidade permanente.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ocorrências nas linhas e terminais</strong></td>
<td>Registre episódios de violência, ameaças, conflitos ou problemas recorrentes de infraestrutura pelos canais disponíveis.</td>
<td>Reúna os registros por local e horário, dê apoio após ocorrências e encaminhe demandas de trânsito e segurança aos órgãos responsáveis.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Oficinas e manutenção</strong></td>
<td>Comunique falta de peças, informações ou tempo adequado para a atividade, especialmente quando isso gerar pressão recorrente.</td>
<td>Organize prioridades, passagem de serviço e fornecimento de recursos para evitar que urgências permanentes recaiam sobre os mesmos profissionais.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Comunicação de mudanças</strong></td>
<td>Peça esclarecimentos sobre itinerários, procedimentos e responsabilidades quando as orientações forem insuficientes.</td>
<td>Comunique mudanças com antecedência possível, instruções claras e um canal para resolver dúvidas durante a operação.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sinais de sofrimento</strong></td>
<td>Observe cansaço persistente, alterações no sono, irritabilidade ou dificuldade de concentração e procure avaliação de saúde quando afetarem sua rotina.</td>
<td>Acolha relatos sem rotular o empregado, preserve sua privacidade e investigue fatores da organização do trabalho que possam contribuir para o problema.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Assédio ou discriminação</strong></td>
<td>Anote datas, horários e fatos; preserve mensagens e documentos; procure um canal de denúncia em que se sinta seguro.</td>
<td>Mantenha canais acessíveis, trate relatos com seriedade e assegure que denúncias envolvendo chefias também possam ser examinadas.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Acompanhamento das medidas</strong></td>
<td>Participe das avaliações e informe se uma mudança anunciada resolveu, reduziu ou manteve o problema.</td>
<td>Defina responsáveis e prazos para as ações; acompanhe os resultados com as equipes e ajuste o que não funcionar.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
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<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-536194 aligncenter" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/saude-mental-3.jpg?resize=527%2C754&#038;ssl=1" alt="" width="527" height="754" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/saude-mental-3.jpg?w=527&amp;ssl=1 527w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/saude-mental-3.jpg?resize=210%2C300&amp;ssl=1 210w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/saude-mental-3.jpg?resize=105%2C150&amp;ssl=1 105w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/saude-mental-3.jpg?resize=400%2C572&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/saude-mental-3.jpg?resize=150%2C215&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 527px) 100vw, 527px" /></p>
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<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
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    <title>TIC obtém autorizações para duas travessias ferroviárias em Campinas em projeto de R$ 14,2 bilhões</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/28/tic-obtem-autorizacoes-para-duas-travessias-ferroviarias-em-campinas-em-projeto-de-r-142-bilhoes/</link>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 01:00:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Permissões para cruzar cursos d’água integram implantação do trem expresso a São Paulo, do serviço parador a Jundiaí e a modernização da Linha 7-Rubi ADAMO BAZANI A TIC Trens recebeu autorização da SP-Águas para construir duas travessias aéreas ferroviárias sobre cursos d’água em Campinas. Os pontos ficam sobre afluentes do Ribeirão Samambaia e do Córrego [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="400" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?fit=600%2C400&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <p><em>Permissões para cruzar cursos d’água integram implantação do trem expresso a São Paulo, do serviço parador a Jundiaí e a modernização da Linha 7-Rubi</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A TIC Trens recebeu autorização da SP-Águas para construir duas travessias aéreas ferroviárias sobre cursos d’água em Campinas. Os pontos ficam sobre afluentes do Ribeirão Samambaia e do Córrego Proença. As permissões, publicadas nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, tratam de interferências específicas necessárias ao desenvolvimento do projeto ferroviário.</p>
<p>O empreendimento reúne três frentes: o Trem Intercidades, planejado para ligar São Paulo a Campinas em cerca de 64 minutos; o Trem Intermetropolitano, serviço parador entre Jundiaí e Campinas; e a modernização da Linha 7-Rubi, já operada pela concessionária. As duas autorizações mostram como a implantação depende da solução de cada travessia ao longo do traçado. Elas não representam uma autorização única para toda a ferrovia nem definem a data em que os trens passarão nesses locais.</p>
<h3>Um contrato reúne serviço expresso, trem parador e operação metropolitana</h3>
<p>A TIC Trens assumiu a operação e a manutenção da Linha 7-Rubi no âmbito de uma concessão de 30 anos. O projeto completo prevê investimento de R$ 14,2 bilhões, segundo a concessionária. Parte desse trabalho ocorre na infraestrutura já usada por passageiros; outra parte prepara os dois novos serviços ferroviários.</p>
<p>O Trem Intercidades Eixo Norte foi projetado para percorrer 101 quilômetros entre São Paulo e Campinas. A previsão apresentada pela concessionária é de viagem em aproximadamente 64 minutos, velocidade de até 140 km/h e capacidade de cerca de 860 passageiros por viagem. O início da operação comercial do expresso está previsto para 2031.</p>
<p>O Trem Intermetropolitano terá outra função: fazer a ligação regional entre Jundiaí e Campinas com paradas em Louveira, Vinhedo e Valinhos. São 44 quilômetros e tempo estimado de 33 minutos. A previsão divulgada para o início desse serviço é 2029. A Linha 7-Rubi, por sua vez, atende a mobilidade metropolitana entre a capital e Jundiaí e passa por modernização dentro do mesmo contrato.</p>
<p>Essas diferenças importam porque uma autorização publicada em Campinas pode estar associada à implantação do corredor ferroviário compartilhado pelo empreendimento, mas o extrato de recursos hídricos não identifica qual dos serviços utilizará isoladamente cada travessia. A finalidade declarada é ferroviária.</p>
<h3>As permissões dizem respeito a dois pontos identificados do traçado</h3>
<p>Uma travessia foi autorizada sobre um afluente do Ribeirão Samambaia, nas coordenadas 22°55&#8217;51,02&#8243; S e 47°00&#8217;38,47&#8243; O. A outra se refere a um afluente do Córrego Proença, nas coordenadas 22°55&#8217;37,25&#8243; S e 47°02&#8217;01,34&#8243; O. As duas ficam no município de Campinas.</p>
<p>A SP-Águas classifica as intervenções como travessias aéreas. Trata-se, portanto, de pontos em que a infraestrutura ferroviária deverá vencer o curso d’água por cima. O extrato não traz o tipo de estrutura, as dimensões da obra ou o método construtivo. Esses elementos pertencem ao projeto de engenharia e às demais autorizações aplicáveis.</p>
<p>As permissões têm prazo registrado de 360 meses. Esse é o período da autorização administrativa relativa à interferência hídrica; não é a duração anunciada das obras. Ao acompanhar o andamento da ferrovia, também será necessário distinguir licenças e permissões, execução da infraestrutura, testes e início da operação de passageiros.</p>
<h3>Construção começou em etapas e depende de um corredor contínuo</h3>
<p>A TIC Trens informou que as obras do Eixo Norte começaram em março de 2026, com frentes implantadas de maneira gradual inicialmente no trecho entre Campinas e Jundiaí e, depois, em direção à capital. As autorizações agora publicadas se inserem nesse processo mais amplo.</p>
<p>Para o passageiro, a relevância final é a ligação entre sistemas de escalas diferentes: deslocamento metropolitano na Linha 7-Rubi, viagem regional no TIM e conexão expressa entre Campinas e São Paulo pelo TIC. Para que essa rede funcione, porém, cada segmento da infraestrutura precisa estar concluído, conectado, testado e autorizado a operar. As travessias anunciadas nesta edição representam dois componentes identificados desse trabalho.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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