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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Posto do Bilhete Único no Terminal Penha fecha temporariamente para obras nesta segunda-feira (19)</title>
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    <pubDate>Sun, 18 Oct 2026 19:00:55 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Passageiros poderão buscar atendimento presencial no Terminal Aricanduva ou utilizar os serviços digitais da SPTrans durante a reforma YURI SENA O posto de atendimento do Bilhete Único localizado no Terminal Penha, na Zona Leste de São Paulo, será fechado temporariamente a partir desta segunda-feira, 19 de outubro de 2026, devido ao início das obras de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="455" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/03/TERMINAL-pENHA.jpg?fit=800%2C455&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/03/TERMINAL-pENHA.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/03/TERMINAL-pENHA.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/03/TERMINAL-pENHA.jpg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/03/TERMINAL-pENHA.jpg?resize=768%2C437&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/03/TERMINAL-pENHA.jpg?resize=400%2C228&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Passageiros poderão buscar atendimento presencial no Terminal Aricanduva ou utilizar os serviços digitais da SPTrans durante a reforma</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O posto de atendimento do Bilhete Único localizado no Terminal Penha, na Zona Leste de São Paulo, será fechado temporariamente a partir desta segunda-feira, 19 de outubro de 2026, devido ao início das obras de requalificação do terminal. A previsão da Prefeitura é que o espaço seja reaberto ao público em dezembro deste ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o período de interdição, os passageiros que precisarem de atendimento presencial poderão procurar o posto instalado no Terminal Aricanduva. O deslocamento entre os dois terminais pode ser feito diretamente pela linha de ônibus 342M/10, que liga o Terminal Penha ao Terminal São Mateus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que os usuários também podem utilizar a plataforma de atendimento digital, disponível no site da SPTrans. Entre os serviços oferecidos estão cancelamento de cartões, consulta de saldo e emissão de extrato de utilização do Bilhete Único.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pela plataforma, também é possível solicitar o Bilhete Único Comum e receber o cartão em casa. Para isso, o passageiro deve acessar o site, fazer login e selecionar as opções “Comum/VT” e “Comum &#8211; Bilhete Único &#8211; Receba seu cartão em casa”, seguindo as instruções para informar o endereço de entrega.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Prefeitura, as obras de requalificação do Terminal Penha integram o Plano de Metas do município.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Prefeitura de Belo Horizonte (MG) prevê que 170 novos ônibus sejam incorporados a frota do transporte público até o início de 2027</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/18/prefeitura-de-belo-horizonte-mg-preve-que-170-novos-onibus-sejam-incorporados-a-frota-do-transporte-publico-ate-o-inicio-de-2027/</link>
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    <pubDate>Sun, 18 Oct 2026 17:00:12 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Entre janeiro de 2025 e setembro de 2026, capital mineira recebeu 573 coletivos zero quilômetro VINÍCIUS DE OLIVEIRA Em 2026, Belo Horizonte (MG) já recebeu 219 ônibus zero quilômetro para a frota do transporte coletivo. Entre janeiro de 2025 e setembro deste ano, foram 573 veículos; a prefeitura prevê que 170 coletivos sejam incorporados até [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Belo-Horizonte-1-e1721762191673.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Entre janeiro de 2025 e setembro de 2026, capital mineira recebeu 573 coletivos zero quilômetro</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Em 2026, Belo Horizonte (MG) já recebeu 219 ônibus zero quilômetro para a frota do transporte coletivo. Entre janeiro de 2025 e setembro deste ano, foram 573 veículos; a prefeitura prevê que 170 coletivos sejam incorporados até o início de 2027.</p>
<p>De acordo com a prefeitura, do total de ônibus novos incorporados nos últimos dois anos, 87% substituíram veículos mais antigos e os demais ampliaram a frota.</p>
<p>Dados apurados pela ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos) e do Anuário da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos) entre 2023 e 2024 apontam que a entrada dos novos ônibus reduziu a idade média da frota para quatro anos e dez meses, abaixo da média nacional, de seis anos e dez meses.</p>
<p>O planejamento possibilitou a criação de novas linhas e melhores condições para os passageiros nos coletivos, como ar-condicionado e elevadores de acessibilidade.</p>
<p>Além disso, os veículos integrados ao sistema de mobilidade contam com suspensão a ar e tecnologia Euro 6, que reduz em até 80% a emissão de gases poluentes.</p>
<p>A frota de 2.817 veículos é 100% acessível, com elevadores ou embarque em nível. Além disso, as estações contam com elevadores, escadas rolantes e rampas. Pessoas com mobilidade reduzida e idosos têm prioridade para se sentar em qualquer assento dos ônibus da cidade, direito garantido pela Lei 11.731/2024.</p>
<p>O cronograma de viagens também foi ampliado. Foram acrescidas 200 viagens nos dias úteis, 100 aos sábados e 250 aos domingos (dias de Catraca Livre). Também foram criadas seis linhas: 109, 1031, 3151, 6150, 5350 e 8251. Outras rotas passaram por adequações, ampliando a cobertura e fortalecendo a integração entre diferentes regiões da capital.</p>
<p>Outro destaque é a reestruturação do transporte aos domingos e feriados com o programa Catraca Livre, implantado em dezembro do ano passado. A iniciativa ampliou o acesso a parques, praças e centros culturais, além de criar conexões diretas entre bairros. Com o redimensionamento da frota nesses dias, o volume de passageiros cresceu 36% em média, com pico de 53% de aumento no domingo de Carnaval.</p>
<p>A mobilidade noturna foi reforçada pelo Programa Madrugão, implantado há dez meses com registro de 510 mil usuários transportados. Das 0h às 3h59, o Madrugão opera com 128 linhas, incluindo a linha 10 (Circular Noturno), que faz conexão direta com importantes áreas de vida noturna da cidade e com o sistema Move. O sistema oferece menor tempo de espera e mais cobertura nas áreas de maior demanda.</p>
<p>As melhorias são viabilizadas pela Lei Municipal nº 11.458/2023, que modernizou a remuneração do transporte coletivo. O modelo permite ao poder público complementar a tarifa, antes paga exclusivamente pelos passageiros, condicionada ao cumprimento de critérios de qualidade pelas concessionárias, como pontualidade, limpeza, conservação, ar-condicionado em funcionamento e respeito ao limite de lotação.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Expresso Setelagoano quer reformular dezenas de horários de ônibus entre Belo Horizonte e Sete Lagoas pela BR-040 e por Pedro Leopoldo</title>
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    <pubDate>Sun, 18 Oct 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Pedido encaminhado à Seinfra prevê cancelamentos, novas partidas e mudanças nas frequências ao longo da semana; proposta abrange dois atendimentos parciais em categoria urbana ADAMO BAZANI A Expresso Setelagoano Ltda. apresentou ao Governo de Minas Gerais uma proposta de ampla reorganização dos horários dos ônibus entre Belo Horizonte e Sete Lagoas, na Região Metropolitana da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="913" height="621" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/setelagianoi.jpg?fit=913%2C621&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/setelagianoi.jpg?w=913&amp;ssl=1 913w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/setelagianoi.jpg?resize=300%2C204&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/setelagianoi.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/setelagianoi.jpg?resize=768%2C522&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/setelagianoi.jpg?resize=400%2C272&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 913px) 100vw, 913px" /> <p><em>Pedido encaminhado à Seinfra prevê cancelamentos, novas partidas e mudanças nas frequências ao longo da semana; proposta abrange dois atendimentos parciais em categoria urbana</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Expresso Setelagoano Ltda. apresentou ao Governo de Minas Gerais uma proposta de ampla reorganização dos horários dos ônibus entre Belo Horizonte e Sete Lagoas, na Região Metropolitana da capital. O pedido, publicado nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, abrange os atendimentos pela BR-040 e por Pedro Leopoldo, com cancelamentos de dezenas de partidas, implantação de novas viagens e mudanças na frequência dos serviços conforme os dias da semana.</p>
<p>A solicitação está em análise pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra), que abriu prazo de dez dias corridos para apresentação de impugnações. As mudanças propostas abrangem tanto os passageiros que partem de Belo Horizonte quanto os que saem de Sete Lagoas, incluindo alterações de horários nos primeiros períodos da manhã, ao longo do dia e à noite.</p>
<h3>Belo Horizonte–Sete Lagoas pela BR-040 terá substituição de horários</h3>
<p>A principal reorganização envolve o atendimento parcial 10331, Belo Horizonte–Sete Lagoas, via BR-040, na categoria urbana.</p>
<p>A empresa solicita o cancelamento de 33 horários de saída de Belo Horizonte, além da implantação de partidas e da alteração da frequência de viagens existentes.</p>
<p>Os horários cuja exclusão foi solicitada, no sentido Belo Horizonte–Sete Lagoas, são:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Período</th>
<th>Partidas propostas para cancelamento</th>
</tr>
<tr>
<td>Manhã</td>
<td>6h15, 7h20, 7h40, 8h20, 8h40, 9h20, 9h40, 10h20, 10h40, 11h20 e 11h40</td>
</tr>
<tr>
<td>Tarde</td>
<td>12h20, 12h40, 13h20, 13h40, 14h20, 14h40, 15h20, 15h40, 16h20, 16h40, 17h20 e 17h40</td>
</tr>
<tr>
<td>Noite</td>
<td>18h20, 18h40, 19h20, 19h40, 20h20, 20h40, 21h20, 21h40, 22h20 e 22h40</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Novas partidas propostas de Belo Horizonte para Sete Lagoas</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Horários</th>
<th>Frequência solicitada</th>
</tr>
<tr>
<td>5h45</td>
<td>Segunda-feira</td>
</tr>
<tr>
<td>6h, 10h, 12h30, 13h30 e 20h30</td>
<td>Diariamente</td>
</tr>
<tr>
<td>7h15, 8h15, 9h15 e 9h45</td>
<td>Sábado</td>
</tr>
<tr>
<td>7h30 e 8h30</td>
<td>Segunda a sábado</td>
</tr>
<tr>
<td>16h45, 17h15 e 17h45</td>
<td>Segunda a sexta-feira</td>
</tr>
<tr>
<td>18h15</td>
<td>Segunda e sexta-feira</td>
</tr>
<tr>
<td>18h45</td>
<td>Sexta-feira</td>
</tr>
<tr>
<td>19h15, 19h45 e 20h15</td>
<td>Domingos e feriados</td>
</tr>
<tr>
<td>22h30</td>
<td>Sábado, domingo e feriado</td>
</tr>
<tr>
<td>22h45</td>
<td>Segunda a sexta-feira e domingo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Mudanças de frequência nas viagens que saem de Belo Horizonte</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Horários</th>
<th>Frequência atual indicada</th>
<th>Frequência solicitada</th>
</tr>
<tr>
<td>8h, 13h e 21h30</td>
<td>Segunda a sábado</td>
<td>Diariamente</td>
</tr>
<tr>
<td>9h30</td>
<td>Terça a quinta, domingos e feriados</td>
<td>Segunda a sexta e domingo</td>
</tr>
<tr>
<td>10h30 e 11h30</td>
<td>Terça a quinta, domingo e feriado</td>
<td>Diariamente</td>
</tr>
<tr>
<td>14h30</td>
<td>Terça a quinta, sábado, domingo e feriado</td>
<td>Diariamente</td>
</tr>
<tr>
<td>15h30, 16h30, 18h30 e 19h30</td>
<td>Sábado</td>
<td>Diariamente</td>
</tr>
<tr>
<td>17h30</td>
<td>Sábado</td>
<td>Sábado e domingo</td>
</tr>
<tr>
<td>20h</td>
<td>Domingo e feriado</td>
<td>Diariamente</td>
</tr>
<tr>
<td>23h</td>
<td>Segunda a sábado e feriado</td>
<td>Domingo e feriado</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Saídas de Sete Lagoas também terão dezenas de mudanças</h3>
<p>No sentido Sete Lagoas–Belo Horizonte, a Expresso Setelagoano solicita o cancelamento de 28 horários.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Período</th>
<th>Partidas propostas para cancelamento</th>
</tr>
<tr>
<td>Manhã</td>
<td>5h10, 5h20, 5h40, 6h20, 6h40, 7h20, 7h40, 8h20, 8h40, 9h20, 9h40, 10h20, 10h40, 11h20 e 11h40</td>
</tr>
<tr>
<td>Tarde</td>
<td>12h20, 12h40, 15h20, 15h40, 16h20, 16h40, 17h20 e 17h40</td>
</tr>
<tr>
<td>Noite</td>
<td>18h20, 18h40, 19h20, 19h40 e 20h20, 20h40</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Novas partidas de Sete Lagoas para Belo Horizonte</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Horários</th>
<th>Frequência solicitada</th>
</tr>
<tr>
<td>4h30 e 14h15</td>
<td>Segunda a sexta-feira</td>
</tr>
<tr>
<td>5h15 e 6h30</td>
<td>Segunda a sábado</td>
</tr>
<tr>
<td>5h45</td>
<td>Segunda e sexta-feira</td>
</tr>
<tr>
<td>6h e 8h30</td>
<td>Diariamente</td>
</tr>
<tr>
<td>6h15, 7h15 e 7h45</td>
<td>Sábado</td>
</tr>
<tr>
<td>7h30</td>
<td>Segunda a sexta e domingo</td>
</tr>
<tr>
<td>15h15</td>
<td>Sexta-feira</td>
</tr>
<tr>
<td>16h15</td>
<td>Segunda-feira</td>
</tr>
<tr>
<td>17h15, 17h45, 18h15 e 20h30</td>
<td>Domingo e feriado</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Mudanças de frequência das partidas de Sete Lagoas</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Horários</th>
<th>Frequência anterior</th>
<th>Frequência solicitada</th>
</tr>
<tr>
<td>4h15, 10h, 11h, 18h30, 19h30 e 21h</td>
<td>Segunda a sábado</td>
<td>Diariamente</td>
</tr>
<tr>
<td>4h45</td>
<td>Diariamente</td>
<td>Segunda a sábado</td>
</tr>
<tr>
<td>9h30, 10h30, 11h30 e 12h30</td>
<td>Terça a quinta, domingo e feriado</td>
<td>Diariamente</td>
</tr>
<tr>
<td>13h30, 14h30, 15h30, 16h30 e 17h30</td>
<td>Sábado</td>
<td>Diariamente</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Atendimento por Pedro Leopoldo também será alterado</h3>
<p>A proposta inclui modificações no atendimento parcial 10332, Belo Horizonte–Sete Lagoas, via Pedro Leopoldo, também na categoria urbana.</p>
<p>Nesse serviço, as alterações são mais concentradas.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Sentido</th>
<th>Alteração solicitada</th>
</tr>
<tr>
<td>Belo Horizonte → Sete Lagoas</td>
<td>Cancelamento da partida das 12h30</td>
</tr>
<tr>
<td>Sete Lagoas → Belo Horizonte</td>
<td>Cancelamento das partidas das 6h30 e 20h30</td>
</tr>
<tr>
<td>Sete Lagoas → Belo Horizonte</td>
<td>Implantação de partida às 5h30, de segunda a sexta-feira</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A ligação por Pedro Leopoldo atende um eixo de deslocamento da Região Metropolitana de Belo Horizonte, permitindo viagens entre municípios com atividades residenciais, comerciais e industriais.</p>
<h3>Proposta poderá modificar a rotina dos passageiros</h3>
<p>A reorganização solicitada envolve horários utilizados por passageiros que se deslocam diariamente entre Sete Lagoas e Belo Horizonte.</p>
<p>Como há alterações em horários de início da manhã, final da tarde e noite, a análise da oferta precisa considerar a distribuição das viagens ao longo do dia, e não apenas a quantidade de partidas canceladas ou implantadas.</p>
<p>A Seinfra publicou o pedido no Aviso nº 166/2026, abrindo prazo de dez dias corridos para que interessados apresentem impugnações fundamentadas.</p>
<p>As condições de operação que resultarão da análise regulatória dependerão da decisão administrativa sobre a proposta apresentada pela Expresso Setelagoano.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>TIC Trens arrecada brinquedos em estações da Linha 7-Rubi para campanha de Natal Solidário</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/18/tic-trens-arrecada-brinquedos-em-estacoes-da-linha-7-rubi-para-campanha-de-natal-solidario/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 18 Oct 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ação em parceria com Audible e Editora Melhoramentos segue até 11 de dezembro e oferece acesso gratuito ao audiolivro de “O Menino Maluquinho”, de Ziraldo YURI SENA A TIC Trens promove, em parceria com a Audible e a Editora Melhoramentos, uma campanha de arrecadação de brinquedos para crianças em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="774" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Menino-Maluquinho_Francisco-Morato-2-e1792093120362.jpeg?fit=1024%2C774&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><span style="font-weight: 400"><i>Ação em parceria com Audible e Editora Melhoramentos segue até 11 de dezembro e oferece acesso gratuito ao audiolivro de “O Menino Maluquinho”, de Ziraldo</i></span></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A TIC Trens promove, em parceria com a Audible e a Editora Melhoramentos, uma campanha de arrecadação de brinquedos para crianças em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa “Por um Natal Solidário e Maluquinho” segue até 11 de dezembro, com pontos de coleta distribuídos em 16 estações da Linha 7-Rubi.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os brinquedos arrecadados serão destinados a instituições e organizações não governamentais (ONGs) locais que atendem crianças. As caixas para doação estarão disponíveis durante o horário de operação comercial da linha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da arrecadação, a campanha oferece acesso gratuito ao audiolivro de “O Menino Maluquinho”, clássico de Ziraldo publicado pela Editora Melhoramentos e narrado pelo apresentador Marcelo Tas. Para ouvir a obra, os passageiros podem escanear o QR Code nas caixas de coleta instaladas nas estações Francisco Morato e Vila Aurora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nesta quinta-feira (15), o personagem Menino Maluquinho também estará na estação Francisco Morato, das 15h às 16h30, para interagir com os passageiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Juliana Alcides, superintendente de Comunicação da TIC Trens, a iniciativa aproveita o movimento da Linha 7-Rubi para combinar a arrecadação de brinquedos com o incentivo à literatura em áudio. A concessionária informa que mais de 400 mil pessoas circulam diariamente pela linha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A colaboração entre a TIC Trens e a Audible também inclui o projeto “Ouvindo Histórias”, que disponibiliza audiolivros gratuitos nas estações da Linha 7-Rubi. Desde novembro de 2025, a iniciativa já ofereceu 35 títulos em diferentes edições.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na quarta edição, realizada entre agosto e outubro de 2026, o projeto contempla as estações Franco da Rocha, Francisco Morato e Vila Aurora, com nove títulos. A iniciativa utiliza painéis em formato de livros gigantes e espaços para interação com o público. Os passageiros podem acessar as obras por meio de QR Codes e ouvi-las na plataforma Audible.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><i>Serviço</i></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Campanha: Por um Natal Solidário e Maluquinho</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Período: 15 de outubro a 11 de dezembro</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Horário: durante a operação comercial da Linha 7-Rubi</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Estações participantes: Jundiaí, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Botujuru, Francisco Morato, Baltazar Fidélis, Franco da Rocha, Caieiras, Perus, Vila Aurora, Jaraguá, Vila Clarice, Pirituba, Piqueri, Lapa e Água Branca.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

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    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=539413</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Mobi-Rio abre sete licitações para manutenção de ônibus Mercedes-Benz e Mascarello e firma contrato de R$ 608,7 mil com Guanabara Diesel</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/18/mobi-rio-abre-sete-licitacoes-para-manutencao-de-onibus-mercedes-benz-e-mascarello-e-firma-contrato-de-r-6087-mil-com-guanabara-diesel/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/18/mobi-rio-abre-sete-licitacoes-para-manutencao-de-onibus-mercedes-benz-e-mascarello-e-firma-contrato-de-r-6087-mil-com-guanabara-diesel/#comments</comments>
    <pubDate>Sun, 18 Oct 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Companhia responsável pelo BRT do Rio de Janeiro prepara compras de peças, equipamentos elétricos, materiais de pintura e manutenção; edição do Diário Oficial também traz homologações, contratos de informática e renovação de ata de radiadores ADAMO BAZANI A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio), responsável pela operação do BRT, autorizou a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53927664783_f2895d55bb_k-1024x683-1.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53927664783_f2895d55bb_k-1024x683-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53927664783_f2895d55bb_k-1024x683-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53927664783_f2895d55bb_k-1024x683-1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53927664783_f2895d55bb_k-1024x683-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53927664783_f2895d55bb_k-1024x683-1.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Companhia responsável pelo BRT do Rio de Janeiro prepara compras de peças, equipamentos elétricos, materiais de pintura e manutenção; edição do Diário Oficial também traz homologações, contratos de informática e renovação de ata de radiadores</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio), responsável pela operação do BRT, autorizou a abertura de sete licitações destinadas à compra de peças, materiais e serviços para manutenção de sua frota. As publicações incluem componentes de chassis Mercedes-Benz com motores Euro 5 e Euro 6, peças de carrocerias Mascarello Gran Via City, recondicionamento de sistemas elétricos e eletrônicos, além de materiais de pintura, correias automotivas e equipamentos de sinalização e segurança.</p>
<p>A mesma edição do Diário Oficial reúne outras contratações da companhia, entre elas um contrato de R$ 608.740,76 com a Guanabara Diesel para fornecimento de materiais genuínos Mercedes-Benz, homologações de itens para manutenção dos chassis, prorrogação de uma ata de radiadores de ônibus Padron 2024, contratação de equipamentos de informática e aquisição de materiais administrativos. As medidas fazem parte das atividades de abastecimento, manutenção e suporte operacional da Mobi-Rio, que administra a frota municipal utilizada no sistema de BRT.</p>
<h3>Sete licitações abrangem manutenção mecânica, elétrica e carrocerias</h3>
<p>Os sete procedimentos autorizados pela diretora-presidente da Mobi-Rio, Claudia Antunes Secin, têm como critério de julgamento o menor preço por item.</p>
<p>A companhia utilizará pregões eletrônicos e o sistema de registro de preços para contratar os materiais e serviços.</p>
<p>Os objetos são os seguintes:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Licitação autorizada</th>
<th>Finalidade</th>
</tr>
<tr>
<td>Peças Mascarello Gran Via City – grupo C</td>
<td>Manutenção preventiva e corretiva das carrocerias</td>
</tr>
<tr>
<td>Peças Mercedes-Benz OM457 e O500 – grupo I</td>
<td>Eixos, embreagem, elétrica, direção, caixa de marchas, suspensão e transmissão diferencial</td>
</tr>
<tr>
<td>Materiais automotivos diversos – grupo A</td>
<td>Apoio às atividades de manutenção preventiva e corretiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Recondicionamento de componentes elétricos e eletrônicos de linha pesada – grupo A</td>
<td>Recuperação de componentes utilizados na frota</td>
</tr>
<tr>
<td>Equipamentos de sinalização viária de segurança – grupo B</td>
<td>Atividades de sinalização e segurança da Mobi-Rio</td>
</tr>
<tr>
<td>Materiais de pintura automotiva – grupo C</td>
<td>Serviços de manutenção e recuperação das carrocerias</td>
</tr>
<tr>
<td>Correias automotivas</td>
<td>Componentes utilizados nos sistemas dos veículos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os procedimentos foram autorizados em 14 de outubro, e os valores estimados foram classificados como sigilosos, conforme as regras de licitação adotadas pela companhia.</p>
<h3>Mascarello Gran Via City terá contratação específica de peças</h3>
<p>Uma das licitações é destinada ao fornecimento de peças e acessórios novos e originais para carrocerias Mascarello Gran Via City.</p>
<p>O objetivo é atender às necessidades de manutenção preventiva e corretiva dos ônibus operados pela Mobi-Rio.</p>
<p>A carroceria é a estrutura do veículo destinada ao transporte dos passageiros e reúne componentes como portas, revestimentos, janelas, sistemas de acabamento e diferentes equipamentos utilizados na operação.</p>
<p>A compra de componentes específicos é importante para preservar as condições de utilização dos veículos e permitir a substituição de materiais durante os serviços de manutenção.</p>
<p>O procedimento foi autorizado em 14 de outubro, por meio da aprovação do termo de referência da contratação.</p>
<h3>Mercedes-Benz: peças atendem aos chassis O500 e motores Euro 5 e Euro 6</h3>
<p>Outra licitação reúne componentes de chassis Mercedes-Benz associados aos modelos OM457 e O500, com motores Euro 5 e Euro 6.</p>
<p>O objeto contempla peças novas e originais para diferentes sistemas dos ônibus:</p>
<ul>
<li>Eixos e componentes relacionados;</li>
<li>Embreagem;</li>
<li>Instalações e componentes elétricos;</li>
<li>Direção;</li>
<li>Caixa de marchas;</li>
<li>Suspensão;</li>
<li>Transmissão diferencial.</li>
</ul>
<p>Esses conjuntos participam diretamente das condições de funcionamento e dirigibilidade dos veículos.</p>
<p>A manutenção dos sistemas de transmissão, direção e suspensão é necessária para a operação de ônibus que circulam diariamente em corredores de elevada demanda.</p>
<p>A compra também envolve veículos pertencentes a diferentes gerações de tecnologia de controle de emissões, com motores Euro 5 e Euro 6.</p>
<p>A distinção é relevante para o planejamento de estoques e para a aquisição de peças compatíveis com cada configuração de chassi e motorização.</p>
<h3>Companhia também contratará recondicionamento de componentes elétricos e eletrônicos</h3>
<p>A Mobi-Rio autorizou uma licitação específica para serviços de recondicionamento de peças e componentes elétricos e eletrônicos de veículos pesados.</p>
<p>O procedimento prevê serviços destinados aos componentes utilizados na frota da companhia.</p>
<p>O recondicionamento consiste na recuperação técnica de componentes, conforme as especificações estabelecidas para cada serviço contratado.</p>
<p>Esse tipo de atividade integra as alternativas utilizadas pelas empresas de transporte para manutenção dos equipamentos e gestão dos custos de reposição.</p>
<p>Também foi autorizada a aquisição de materiais e insumos automotivos diversos, destinados ao apoio às intervenções preventivas e corretivas.</p>
<p>Outros procedimentos abrangem o fornecimento de correias automotivas, materiais de pintura e equipamentos de sinalização viária de segurança.</p>
<p>As contratações atendem a diferentes etapas da manutenção, desde a parte mecânica e elétrica até a conservação das carrocerias e as necessidades de apoio operacional.</p>
<h3>Mobi-Rio contrata Guanabara Diesel por R$ 608,7 mil para fornecimento de peças Mercedes-Benz</h3>
<p>Entre os contratos já formalizados aparece o fornecimento de materiais novos e genuínos para chassis Mercedes-Benz pela Guanabara Diesel S/A Comércio e Representações.</p>
<p>O contrato nº 264/2026 foi assinado em 8 de outubro de 2026, com valor de R$ 608.740,76.</p>
<p>A contratação decorre da utilização da Ata de Registro de Preços nº 101/2026, vinculada ao Pregão Eletrônico nº 1.559/2026.</p>
<p>O prazo contratual vai de 8 de outubro de 2026 a 7 de janeiro de 2027.</p>
<p>A utilização de peças genuínas permite atender às especificações de fornecimento previstas na contratação, destinadas aos chassis empregados pela companhia.</p>
<h3>Homologação de peças Mercedes-Benz envolve L Ortiz, Nova Rio e Pardiesel</h3>
<p>A Mobi-Rio também homologou resultados de uma licitação de componentes para eixos, embreagem, elétrica, direção, caixa de marchas, suspensão e transmissão diferencial dos ônibus Mercedes-Benz Euro 5 e Euro 6.</p>
<p>Os itens adjudicados foram distribuídos entre três empresas.</p>
<p>A L Ortiz Ltda. ficou responsável pelos itens 3 e 4, ambos com valor unitário de R$ 16 mil.</p>
<p>A Nova Rio Distribuidora Automotiva Ltda. foi habilitada para o item 5, com valor unitário de R$ 1.250.</p>
<p>A Pardiesel Comércio de Peças, Parafusos e Conexões Ltda. ficou com os itens 6 e 9, pelos valores unitários de R$ 1.295 e R$ 1.900, respectivamente.</p>
<p>A homologação corresponde ao Pregão Eletrônico nº 1.624/2026.</p>
<p>Os valores se referem às unidades dos itens adjudicados. A despesa total dependerá das quantidades previstas e das contratações realizadas conforme as regras aplicáveis.</p>
<h3>Ata de radiadores Mercedes-Benz Padron 2024 é prorrogada por 12 meses</h3>
<p>Outra medida publicada pela Mobi-Rio é a prorrogação da Ata de Registro de Preços nº 101/2025, mantida com a Miriam Minas Rio Automóveis e Máquinas S/A.</p>
<p>O objeto é o fornecimento de radiadores de água destinados a ônibus Mercedes-Benz Padron 2024.</p>
<p>A ata apresenta uma quantidade registrada de 32 unidades, ao preço unitário de R$ 10.866,36, com valor correspondente de R$ 347.723,52.</p>
<p>A prorrogação terá vigência de 15 de outubro de 2026 a 14 de outubro de 2027.</p>
<p>O termo estabelece a continuidade da utilização dos itens que ainda possuem saldo, após análise da vantajosidade da prorrogação.</p>
<p>O radiador integra o sistema de arrefecimento do veículo, responsável por auxiliar no controle da temperatura de funcionamento do motor.</p>
<p>A manutenção adequada desse conjunto é importante para o desempenho mecânico e para a preservação dos componentes do ônibus.</p>
<h3>Empresa também contrata equipamentos de informática por R$ 92,3 mil</h3>
<p>A companhia publicou contrato com a Salestech Soluções em TI Ltda. para fornecimento dos itens 12 e 13 de uma licitação de componentes de informática, ferramentas e equipamentos.</p>
<p>O contrato nº 256/2026 tem valor de R$ 92.392,00.</p>
<p>Foi assinado em 25 de setembro de 2026 e estabelece período contratual até 24 de outubro de 2026.</p>
<p>A contratação decorre do Pregão Eletrônico nº 90.750/2025 e integra as aquisições destinadas à estrutura de apoio da empresa.</p>
<h3>Mobi-Rio homologa uniformes, material de copa e autoriza contratação de papelaria</h3>
<p>A edição também apresenta decisões relacionadas às necessidades administrativas e de atendimento aos trabalhadores.</p>
<p>Na contratação de uniformes, a empresa acolheu parcialmente um recurso da ENG Lagos Empreendimentos e Soluções Ltda. e homologou dois itens.</p>
<p>A OFF Confecção Ltda. ficou responsável pelo item 1, com valor unitário de R$ 24.</p>
<p>O item 2 foi adjudicado à ENG Lagos, com valor unitário de R$ 53.</p>
<p>No fornecimento de material de copa, a Mobi-Rio homologou os seguintes resultados:</p>
<ul>
<li>Shaper do Brasil Comércio e Serviços Ltda.: itens 1 e 3, com preços unitários de R$ 1,35 e R$ 86,14.</li>
<li>Thalia Representações e Comércio Ltda.: item 2, com valor unitário de R$ 3,89.</li>
<li>Freitas e Porto Participações Ltda.: item 4, com valor unitário de R$ 99.</li>
</ul>
<p>A companhia autorizou ainda contratação de materiais de papelaria, com entrega parcelada, pelo prazo de 90 dias.</p>
<p>Os valores autorizados são de R$ 6.952 para a Dutra de Almeida Produtos Ltda.; R$ 40.246 para a GBS Soluções Comerciais Ltda.; e R$ 355 para a empresa 56.873.750 Suellen Alencar Santos de Sá.</p>
<p>Essas três contratações de papelaria somam R$ 47.553.</p>
<h3>Nova ata de materiais de limpeza terá validade até outubro de 2027</h3>
<p>A Mobi-Rio publicou a Ata de Registro de Preços nº 138/2026, destinada à compra de materiais de limpeza e higiene.</p>
<p>O instrumento é resultado do Pregão Eletrônico nº 1.195/2026.</p>
<p>A vigência foi estabelecida entre 15 de outubro de 2026 e 14 de outubro de 2027.</p>
<p>O fornecimento compreende diferentes produtos utilizados na rotina administrativa e operacional da companhia.</p>
<h3>Manutenção da frota é parte das condições de funcionamento do BRT carioca</h3>
<p>Os procedimentos publicados pela Mobi-Rio abrangem diferentes necessidades de manutenção e abastecimento do sistema.</p>
<p>A disponibilidade dos ônibus depende tanto da execução dos serviços pelas equipes técnicas quanto do fornecimento de componentes adequados às características dos chassis e carrocerias.</p>
<p>Em um sistema de transporte de alta capacidade como o BRT, a manutenção preventiva e corretiva participa diretamente da gestão da frota disponível para circulação.</p>
<p>A reposição de peças mecânicas, elétricas e de carroceria permite executar intervenções necessárias para preservar as condições operacionais dos veículos.</p>
<p>As licitações e contratações anunciadas nesta quinta-feira integram esse trabalho, envolvendo fornecimento de peças, recuperação de componentes e materiais utilizados diariamente pelas equipes da companhia.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Acidente entre caminhão, micro-ônibus e carro deixa feridos na PR-459, em Reserva do Iguaçu (PR)</title>
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    <pubDate>Sun, 18 Oct 2026 12:06:16 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Dentre as vítimas, estão seis passageiros do coletivo, que transportava 21 pessoas VINÍCIUS DE OLIVEIRA No último sábado, um acidente entre um caminhão que transportava madeira, um micro-ônibus e um carro deixou ao menos nove feridos na rodovia PR-459, em Reserva do Iguaçu (PR). O caminhão atingiu a lateral do coletivo no momento em que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="399" height="300" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_0992.jpg?fit=399%2C300&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_0992.jpg?w=399&amp;ssl=1 399w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_0992.jpg?resize=300%2C226&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_0992.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 399px) 100vw, 399px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Dentre as vítimas, estão seis passageiros do coletivo, que transportava 21 pessoas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No último sábado, um acidente entre um caminhão que transportava madeira, um micro-ônibus e um carro deixou ao menos nove feridos na rodovia PR-459, em Reserva do Iguaçu (PR).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caminhão atingiu a lateral do coletivo no momento em que descia a serra, tombou e ainda colidiu contra o veículo de passeio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os feridos, seis passageiros que estavam no ônibus, além do motorista do caminhão e um passageiro do carro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vítimas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros e encaminhadas a hospitais da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O micro-ônibus transportava 21 pessoas que prestavam serviço para uma empreiteira nas obras de ampliação de uma usina.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Chile: Diário do Transporte mostra Irizar i6 elétrico e caminhão que leva energia para entregar ônibus a clientes distantes</title>
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    <pubDate>Sun, 18 Oct 2026 11:02:18 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Na sede do Grupo Cabal, em Santiago, reportagem conheceu rodoviário com tecnologia Zhongtong e sistema móvel de recarga que permite levar ônibus rodando até os compradores; visita acompanhou anúncio da representação da fabricante chinesa pela TEVX no Brasil ADAMO BAZANI Colaboraram Vinícius de Oliveira e Yuri Sena  Um ônibus rodoviário Irizar i6 movido inteiramente a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1311287E2.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1311287E2.jpg?w=4021&amp;ssl=1 4021w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1311287E2.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1311287E2.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1311287E2.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1311287E2.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1311287E2.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1311287E2.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1311287E2.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1311287E2.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Na sede do Grupo Cabal, em Santiago, reportagem conheceu rodoviário com tecnologia Zhongtong e sistema móvel de recarga que permite levar ônibus rodando até os compradores; visita acompanhou anúncio da representação da fabricante chinesa pela TEVX no Brasil</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaboraram Vinícius de Oliveira e Yuri Sena </strong></em></p>
<div style="width: 1024px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-537042-2" width="1024" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-16.16.06.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-16.16.06.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-16.16.06.mp4</a></video></div>
<p><br /><br />Um ônibus rodoviário Irizar i6 movido inteiramente a eletricidade e um caminhão equipado com bancos de baterias e três carregadores mostram duas faces da eletrificação dos transportes no Chile: o veículo que leva passageiros e a estrutura necessária para fazê-lo chegar ao cliente. O Diário do Transporte conheceu as duas soluções nesta sexta-feira, 2 de outubro de 2026, durante visita à sede do Grupo Cabal, na região de Santiago.<br /><br />O rodoviário combina carroceria Irizar com chassi elétrico Zhongtong. Já o caminhão funciona como uma reserva móvel de energia para acompanhar comboios de ônibus novos durante a entrega a compradores distantes, permitindo recargas pelo caminho. Assim, os veículos podem seguir rodando até o destino, reduzindo a necessidade de contratar carretas para transportá-los individualmente.<br /><br />O criador e editor-chefe do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, Adamo Bazani, esteve pessoalmente no local para acompanhar o anúncio da TEVX como representante da fabricante chinesa Zhongtong no Brasil. A entrada no mercado brasileiro prevê a comercialização de ônibus elétricos e inclui a promessa de instalação de uma planta de montagem no País.<br /><br />Durante a visita, a reportagem registrou em vídeo o Irizar elétrico, seu interior e o caminhão de apoio às entregas. As soluções foram apresentadas no ambiente de uma empresa que reúne a representação de Zhongtong, Irizar e da brasileira Caio no mercado chileno.<br /><br /><strong>Irizar i6 elétrico reúne carroceria rodoviária e chassi chinês</strong><br /><br />O ônibus encontrado pela reportagem mantém a proposta de um rodoviário, com salão de poltronas individuais, mas utiliza propulsão elétrica a bateria.<br /><br />A combinação ajuda a entender como diferentes fabricantes participam de um mesmo veículo. A Irizar responde pela carroceria, enquanto a Zhongtong fornece o chassi elétrico, a base sobre a qual o ônibus é construído e que reúne os sistemas de tração.<br /><br />O Grupo Cabal participou da introdução dessa configuração no Chile. A apresentação oficial do i6 Electric ocorreu em Casablanca, na Viña Casas del Bosque, em um evento com clientes, parceiros e delegações internacionais. O modelo foi desenvolvido em conjunto por Irizar e Zhongtong, com aplicações voltadas aos segmentos interurbano e de mineração.<br /><br />Essa utilização merece atenção: um ônibus com carroceria rodoviária também pode atender ao transporte fretado de trabalhadores, além das viagens regulares entre cidades.<br /><br />Nas conversas com executivos da Cabal e da TEVX durante a visita, o transporte de funcionários de mineradoras foi apontado como uma das aplicações dos ônibus elétricos no Chile. Empresas que já utilizavam rodoviários para esses deslocamentos passaram a incorporar veículos com propulsão elétrica.<br /><br />A eletrificação, portanto, alcança também o transporte de pessoal, um segmento em que itinerários, horários e locais de parada podem ser definidos de acordo com as necessidades de cada contratante.<br /><br /><strong>Um caminhão leva as baterias e os carregadores até os ônibus</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-537043" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ee0daee1-631b-4a31-a3e3-8af19d54bbfd.jpg?resize=1024%2C768&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ee0daee1-631b-4a31-a3e3-8af19d54bbfd.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ee0daee1-631b-4a31-a3e3-8af19d54bbfd.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ee0daee1-631b-4a31-a3e3-8af19d54bbfd.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ee0daee1-631b-4a31-a3e3-8af19d54bbfd.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ee0daee1-631b-4a31-a3e3-8af19d54bbfd.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ee0daee1-631b-4a31-a3e3-8af19d54bbfd.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ee0daee1-631b-4a31-a3e3-8af19d54bbfd.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><br /><br />A outra curiosidade registrada pela reportagem responde a uma pergunta prática: como entregar um ônibus elétrico a um cliente distante quando faltam pontos de recarga no caminho?<br /><br />A solução adotada pelo Grupo Cabal é um caminhão que transporta bancos de baterias e três carregadores. Ele acompanha o deslocamento dos ônibus e fornece energia nas paradas necessárias ao longo da entrega.<br /><br />O funcionamento lembra uma estação móvel de armazenamento e recarga. Em instalações fixas, sistemas de armazenamento de energia em baterias são conhecidos pela sigla BESS, do inglês Battery Energy Storage System. No caso observado pela reportagem, a reserva de energia e os equipamentos de carregamento são transportados pelo caminhão.<br /><br />Os ônibus seguem por seus próprios meios. Quando precisam de energia, param para receber a recarga e depois retomam o percurso.<br /><br />O caminhão utilizado tem motorização a diesel. A propulsão dos ônibus permanece elétrica, enquanto o veículo de apoio transporta a estrutura necessária para abastecer suas baterias durante o deslocamento de entrega.<br /><br /><strong>Apoio atende à entrega aos compradores, com recargas nas paradas</strong><br /><br />A finalidade apresentada à reportagem é logística: levar os ônibus até os clientes.<br /><br />O caminhão acompanha o comboio durante esse trajeto, e a conexão dos carregadores aos ônibus ocorre com os veículos parados. Esse procedimento permite vencer trechos em que a infraestrutura disponível ainda não atende às necessidades da viagem de entrega.<br /><br />A vantagem está na possibilidade de compartilhar o apoio entre vários ônibus. Em vez de contratar transporte em plataformas para cada unidade, a empresa organiza um comboio com motoristas e um caminhão que leva a energia necessária às recargas.<br /><br />No vídeo, Adamo Bazani utiliza um exemplo hipotético brasileiro para explicar a ideia: uma venda de vários ônibus a um comprador distante poderia exigir diversas carretas. Com apoio móvel de recarga, os veículos poderiam percorrer os trechos rodoviários da entrega rodando, desde que o trajeto e a energia disponível fossem planejados.<br /><br />A quantidade de ônibus atendidos e as paradas necessárias dependem da distância, da autonomia dos veículos e da capacidade de energia transportada pelo caminhão.<br /><br />O sistema mostra que a eletrificação exige planejamento também antes de o ônibus começar a trabalhar: entre a saída do fornecedor e a chegada à garagem do comprador.<br /><br /><strong>Grupo Cabal começou com componentes de freios e passou a representar fabricantes de ônibus</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-537044" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/0c6ad273-36f5-4c30-a4ae-020425792f15.jpg?resize=1024%2C737&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="737" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/0c6ad273-36f5-4c30-a4ae-020425792f15.jpg?resize=1024%2C737&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/0c6ad273-36f5-4c30-a4ae-020425792f15.jpg?resize=300%2C216&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/0c6ad273-36f5-4c30-a4ae-020425792f15.jpg?resize=150%2C108&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/0c6ad273-36f5-4c30-a4ae-020425792f15.jpg?resize=768%2C553&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/0c6ad273-36f5-4c30-a4ae-020425792f15.jpg?resize=1536%2C1106&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/0c6ad273-36f5-4c30-a4ae-020425792f15.jpg?resize=400%2C288&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/0c6ad273-36f5-4c30-a4ae-020425792f15.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><br /><br />A história do Grupo Cabal começou em 1982, com a comercialização de lonas, pastilhas e outros produtos para sistemas de freios.<br /><br />A expansão para o mercado de ônibus ganhou dois marcos na década seguinte: a representação da brasileira Caio, em 1997, e da Irizar, em 1998.<br /><br />Em 2019, o grupo acrescentou a representação da Zhongtong, incluindo ônibus elétricos em seu portfólio.<br /><br />A sede fica em Colina, na Região Metropolitana de Santiago. A empresa também informa unidades de atendimento em Antofagasta e Talcahuano, alcançando regiões com diferentes demandas de transporte.<br /><br />Essa trajetória reúne carrocerias urbanas, rodoviárias e veículos elétricos. No caso do i6 Electric, a atuação do grupo conecta duas marcas de seu portfólio em um mesmo produto: Irizar e Zhongtong.<br /><br /><strong>Entrada da Zhongtong no Brasil aproxima o mercado das experiências chilenas</strong><br /><br />A visita ocorreu no contexto da entrada da Zhongtong no Brasil por meio da TEVX, conforme acompanhado pelo Diário do Transporte.<br /><br />Além da comercialização de ônibus elétricos, o anúncio inclui a intenção de montar veículos em uma planta brasileira.<br /><br />As experiências encontradas no Chile ajudam a ampliar essa discussão. De um lado, o Irizar i6 mostra a aplicação da propulsão elétrica em uma configuração rodoviária. De outro, o caminhão de baterias revela uma solução para fazer os ônibus chegarem a compradores distantes, mesmo quando a rede de recarga ao longo do percurso é limitada.<br /><br />São iniciativas que podem servir de referência para o mercado brasileiro, tanto no desenvolvimento dos veículos quanto na organização de sua entrega às empresas de transporte.<br /><br /><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Acessibilidade nos ônibus: operações específicas podem ter regras diferentes sem reduzir direitos?</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/18/acessibilidade-nos-onibus-operacoes-especificas-podem-ter-regras-diferentes-sem-reduzir-direitos/</link>
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    <pubDate>Sun, 18 Oct 2026 10:25:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Carrocerias]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[LAT.BUS]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Relatos de equipamentos nunca utilizados no transporte rural e na mineração levantam debate sobre custos, alternativas técnicas e fiscalização; legislação já diferencia situações, mas preserva o direito de acesso e exige cuidado com a revenda dos veículos ADAMO BAZANI A exigência de acessibilidade nos ônibus representa uma conquista para as pessoas com deficiência e com [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261016_1551487E2.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261016_1551487E2.jpg?w=4096&amp;ssl=1 4096w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261016_1551487E2.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261016_1551487E2.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261016_1551487E2.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261016_1551487E2.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261016_1551487E2.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261016_1551487E2.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261016_1551487E2.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261016_1551487E2.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Relatos de equipamentos nunca utilizados no transporte rural e na mineração levantam debate sobre custos, alternativas técnicas e fiscalização; legislação já diferencia situações, mas preserva o direito de acesso e exige cuidado com a revenda dos veículos</em><br><br><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong><br><br>A exigência de acessibilidade nos ônibus representa uma conquista para as pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida. No transporte de trabalhadores, porém, operadores de atividades específicas relatam manter dispositivos de embarque que nunca utilizaram, com impactos no preço, no peso, no espaço disponível e na manutenção dos veículos. A questão abre um debate delicado: seria possível estabelecer exigências diferentes para determinadas operações, garantindo atendimento efetivo a quem precisa e controle sobre o destino desses ônibus?<br><br>Nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, o Diário do Transporte conheceu o Mercedes-Benz OF 1619 com carroceria Marcopolo Ideale 880 Agrotech, destinado ao transporte de trabalhadores rurais e de mineração. Durante a cobertura, clientes relataram que, pelo perfil de suas operações, nunca utilizaram os dispositivos de acessibilidade e apontaram encarecimento de até 30% nos ônibus. O percentual corresponde à avaliação apresentada por esses clientes sobre suas condições de compra e operação.<br><br>O tema já chegou ao Congresso. Uma proposta em análise na Câmara dos Deputados prevê um veículo adaptado para cada 20 novos veículos incorporados às frotas de fretamento e turismo. O texto passou pelas comissões de Viação e Transportes e de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e está pronto para pauta na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.<br><br>Ao mesmo tempo, a legislação vigente protege o acesso ao transporte e ao trabalho. Uma eventual mudança precisa considerar tanto as particularidades operacionais quanto a possibilidade de contratação, transferência ou retorno ao trabalho de uma pessoa que necessite desses recursos.<br><br>O relato de equipamentos sem uso merece análise técnica<br><br>Os questionamentos apresentados pelos clientes envolvem uma realidade operacional concreta: veículos destinados a transportar grupos determinados de trabalhadores, em trajetos conhecidos, muitas vezes sob contratos contínuos.<br><br>Nesse ambiente, os operadores conseguem conhecer antecipadamente parte das necessidades de transporte. Essa previsibilidade é diferente da encontrada em uma linha aberta ao público, na qual qualquer passageiro pode se apresentar para embarcar.<br><br>Há, portanto, espaço para estudar a relação entre o equipamento instalado e a necessidade efetiva de cada operação.<br><br>Esse levantamento precisa separar o preço do dispositivo, as modificações de carroceria, a configuração dos assentos, a manutenção e os demais componentes do veículo. Uma comparação consistente exige ônibus equivalentes, com a mesma capacidade e os mesmos equipamentos, identificando exatamente o que muda na versão acessível.<br><br>Também é necessário distinguir os diferentes dispositivos. Plataforma elevatória, poltrona móvel e outras soluções possuem características próprias de funcionamento, instalação e ocupação de espaço.<br><br>A frequência de utilização pode integrar essa avaliação. O histórico de uma frota, entretanto, descreve o que ocorreu até determinado momento. Contratos, equipes e necessidades dos trabalhadores podem mudar durante a vida útil do ônibus.<br><br>Uma regulamentação diferenciada teria de prever como o atendimento seria garantido diante dessas mudanças.<br><br><strong>O que determina a legislação brasileira</strong><br><br>A Lei Brasileira de Inclusão, Lei nº 13.146/2015, assegura o direito ao transporte em igualdade de oportunidades. Seus artigos 46 e 48 tratam da eliminação de barreiras e da acessibilidade dos veículos e das estruturas de transporte.<br><br>O artigo 49 determina que empresas de fretamento e turismo cumpram essas disposições na renovação de suas frotas.<br><br>A lei também estabelece o direito ao trabalho em ambiente acessível e inclusivo. Seus princípios de desenho universal alcançam projetos de transporte de uso público ou privado coletivo, tanto na zona urbana quanto na rural.<br><br>Assim, a destinação de um ônibus à agricultura ou à mineração, por si só, não constitui uma autorização geral para retirar equipamentos ou dispensar o atendimento acessível.<br><br>O enquadramento exige considerar a fabricação do veículo, a modalidade de transporte, a autoridade responsável pelo serviço e as condições de atendimento aos passageiros.<br><br>Também há diferentes esferas de fiscalização. A ANTT regula o fretamento interestadual e internacional; os serviços dentro de um mesmo Estado ou município estão sujeitos às competências e regras correspondentes, além das exigências nacionais aplicáveis.<br><br>Já existem diferenças nas regras, mas a ressalva do fretamento preserva obrigações<br><br>O Decreto nº 10.014/2019 alterou o Decreto nº 5.296/2004 e acrescentou uma ressalva ao artigo 38 para veículos destinados exclusivamente às empresas de fretamento e turismo.<br><br>Esse artigo trata da fabricação de veículos acessíveis e da substituição da frota. A ressalva, porém, remete expressamente ao artigo 49 da Lei Brasileira de Inclusão, que mantém obrigações para a renovação dos ônibus dessas empresas.<br><br>Portanto, existe uma diferenciação no decreto, acompanhada de uma obrigação legal expressamente preservada. Sua aplicação precisa ser examinada em conjunto com as normas técnicas e de prestação do serviço.<br><br>Outra diferença está na forma de proporcionar o embarque. No âmbito dos serviços abrangidos pela Resolução ANTT nº 3.871/2012, a regulamentação contempla soluções como passagem em nível, dispositivos instalados no veículo ou na plataforma de embarque e outros meios previstos no texto.<br><br>A resolução possui disposições específicas para o fretamento e mantém deveres de atendimento prioritário, recursos materiais e pessoal qualificado.<br><br>Essas alternativas precisam ser compatibilizadas com as regras de fabricação e certificação do veículo. A existência de uma solução prevista para a prestação do serviço não autoriza, isoladamente, a fabricação de qualquer ônibus sem os requisitos aplicáveis.<br><br><strong>Acessibilidade pode ser atendida por diferentes tecnologias</strong><br><br>Um ponto central é distinguir a obrigação de garantir acesso da escolha de um determinado equipamento.<br><br>O Inmetro esclarece que os ônibus rodoviários acessíveis podem utilizar diferentes dispositivos de transposição de fronteira, expressão técnica para os equipamentos que permitem vencer o desnível entre o local de embarque e o salão.<br><br>Entre as soluções relacionadas pelo instituto estão a plataforma elevatória, o dispositivo de poltrona móvel e o dispositivo de transferência auxiliar. A rampa também aparece em aplicação específica para acesso ao piso inferior de ônibus de dois pisos.<br><br>O próprio Inmetro registra que fabricantes de rodoviários passaram a preferir outros dispositivos à plataforma elevatória por vantagens de espaço e peso. Segundo o órgão, a falta de interesse em novas certificações de plataformas para essa aplicação motivou o encerramento da abertura desses processos a partir de abril de 2022.<br><br>Isso demonstra que existe um caminho de desenvolvimento tecnológico dentro da acessibilidade: equipamentos mais leves, compactos e adequados à operação.<br><br>Para os ônibus rurais, essa discussão pode incluir resistência à poeira, facilidade de manutenção, proteção dos mecanismos e funcionamento nas condições previstas de embarque.<br><br>A avaliação também precisa considerar as necessidades de quem utiliza o dispositivo, inclusive as condições de transferência entre cadeira de rodas e poltrona, quando essa for a solução empregada.<br><br>Quais operações poderiam ser estudadas para regras específicas?<br><br>Entre os exemplos que poderiam ser submetidos a estudos estão contratos contínuos de transporte de trabalhadores com grupo previamente identificado, deslocamentos entre alojamentos e frentes de trabalho e serviços internos com pontos de embarque fixos e controlados.<br><br>Essas características permitem avaliar previamente a demanda e organizar o atendimento. Representam possíveis objetos de análise regulatória, sujeitos à legislação e à comprovação de que todos os usuários terão acesso ao serviço.<br><br>O estudo poderia comparar a instalação de dispositivos em todos os ônibus com outras formas de organização autorizadas, como a disponibilidade de veículos acessíveis distribuídos conforme as necessidades dos contratos.<br><br>Uma solução desse tipo exigiria capacidade de atendimento simultâneo. Um único ônibus acessível, distante de várias frentes de trabalho, pode ser insuficiente para cumprir horários de entrada e saída.<br><br>Também seria necessário estabelecer responsabilidade pela substituição de veículos, prazo de atendimento e continuidade em caso de manutenção.<br><br>A análise de uma eventual diferenciação deve recair sobre a organização do transporte e suas condições técnicas. Uma presunção de que trabalhadores com deficiência não participarão de determinada atividade comprometeria o próprio objetivo de inclusão.<br><br>Há ainda pessoas com mobilidade reduzida temporariamente. Recuperação de cirurgias, lesões e outras condições podem alterar a necessidade de embarque de um trabalhador que já integra a equipe.<br><br>Por isso, um contrato destinado a um grupo conhecido precisa ter meios de acompanhar mudanças ao longo de sua execução.<br><br><strong>Congresso discute proporção de veículos adaptados</strong><br><br>O Projeto de Lei nº 10.090/2018 reúne propostas sobre acessibilidade em frotas, entre elas o PL nº 753/2022, voltado ao fretamento e ao turismo.<br><br>Em março de 2026, a Comissão de Viação e Transportes aprovou um substitutivo que diferencia os serviços públicos dos privados e propõe um veículo adaptado para cada 20 veículos da frota renovada.<br><br>Na justificativa apresentada à comissão, o relator, deputado Guilherme Uchoa, argumentou que o conhecimento prévio dos passageiros permite uma organização diferente daquela exigida no transporte aberto ao público.<br><br>Em abril, a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou outro substitutivo, sob relatoria da deputada Silvia Cristina, mantendo a previsão de um veículo adaptado para cada 20 novos veículos no fretamento e turismo.<br><br>A tramitação registra parecer do relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, deputado Lafayette de Andrada, apresentado em 17 de junho de 2026. A proposta permanece em análise na Câmara.<br><br>O percentual, portanto, é uma proposta legislativa. A regra vigente continua sendo a estabelecida pela legislação e pela regulamentação aplicáveis.<br><br>O debate também possui antecedentes em sentido contrário à flexibilização. Em 2019, o senador Romário apresentou o Projeto de Decreto Legislativo nº 638 para sustar o Decreto nº 10.014 daquele ano.<br><br>As iniciativas mostram que a discussão envolve diferentes avaliações sobre como conciliar disponibilidade de veículos, custos e garantia de direitos.<br><br><strong>Mercado de usados exige controle desde a origem</strong><br><br>Uma eventual autorização para fabricar ônibus com configuração específica teria efeitos além do primeiro contrato.<br><br>O veículo pode permanecer em operação durante anos, passar por diferentes proprietários e mudar de atividade. Um ônibus inicialmente destinado ao transporte de trabalhadores pode ser oferecido posteriormente a operadores de outros serviços.<br><br>A regulamentação de uma exceção precisaria acompanhar esse percurso.<br><br>Entre os mecanismos que poderiam ser discutidos estão a identificação da condição especial no cadastro do veículo, a vinculação à modalidade autorizada e a exigência de comprovação de conformidade antes do ingresso em um serviço com requisitos diferentes.<br><br>A Resolução Contran nº 961/2022 já estabelece procedimentos para registrar as características ou os tipos de acessibilidade no documento do veículo, o CRLV-e. Também exige conservação e funcionamento dos equipamentos aplicáveis.<br><br>Essa estrutura documental oferece uma referência para o debate sobre rastreabilidade, mas um eventual regime especial precisaria definir expressamente suas restrições e os procedimentos de mudança de uso.<br><br>O cadastro deveria permitir que órgãos de trânsito e reguladores identificassem a configuração efetiva do ônibus. A vistoria de ingresso na nova operação seria outro ponto de controle.<br><br>Contratos de venda também poderiam registrar a destinação e as limitações do veículo, permitindo que o comprador conhecesse as exigências antes de adquiri-lo.<br><br>A responsabilidade pela adequação teria de estar definida antes da entrada no novo serviço, com verificação técnica e documental.<br><br>Adaptar depois exige viabilidade técnica e caminho de certificação<br><br>O mercado de usados traz uma dificuldade adicional: a adaptação futura depende das regras de avaliação da conformidade.<br><br>Segundo esclarecimento do Inmetro, novas inspeções de adaptação de acessibilidade de ônibus rodoviários da categoria M3, realizadas sob os requisitos da antiga Portaria nº 168/2008, passaram a ser proibidas a partir de 1º de abril de 2024, conforme a Portaria nº 138/2022.<br><br>O encerramento desse procedimento exige atenção especial ao planejamento de qualquer veículo que pudesse receber tratamento diferenciado.<br><br>Uma eventual nova regra precisaria estabelecer como seria autorizada e certificada a mudança de configuração. Também teria de avaliar se a estrutura fabricada permite instalar os recursos necessários com segurança.<br><br>Preparar pontos estruturais, espaço e instalações para uma solução futura poderia integrar os estudos de engenharia. A preparação teria de vir acompanhada de um procedimento regulatório efetivamente disponível.<br><br>Sem esse planejamento, a economia inicial poderia resultar em limitação de uso ou em dificuldade de comercialização posterior.<br><br><strong>Custos, atendimento e fiscalização precisam ser avaliados juntos</strong><br><br>Os relatos colhidos durante a apresentação do Agrotech levantam uma questão que merece dados: qual é o custo adicional de cada solução, com que frequência ela é utilizada e como garantir atendimento adequado nas operações de demanda previsível?<br><br>Fabricantes, transportadores, contratantes, órgãos reguladores e representantes das pessoas com deficiência podem contribuir para essa avaliação.<br><br>Um estudo consistente precisa medir aquisição, manutenção, disponibilidade, falhas e condições reais de utilização. Também deve ouvir os trabalhadores que dependem dos recursos e considerar mudanças de equipe, contrato e destinação do ônibus.<br><br>A partir desses elementos, seria possível examinar alternativas técnicas e eventuais regras específicas com critérios verificáveis.<br><br>Qualquer diferenciação teria de trazer uma resposta concreta para o passageiro que necessita de acessibilidade: como embarcará, em qual veículo, em que horário e sob responsabilidade de quem. E, para o mercado, outra definição igualmente necessária: em quais serviços aquele ônibus poderá operar durante toda a sua vida útil.<br><br><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Acidente entre ônibus de dois andares da Real Maia e carro deixa uma pessoa morta na TO-010, no Tocantins</title>
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    <pubDate>Sun, 18 Oct 2026 09:32:38 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Colisão ocorreu na noite deste sábado (17), no trecho entre Palmas e Lajeado; informações iniciais foram repassadas pela polícia rodoviária ADAMO BAZANI Uma pessoa morreu em um acidente envolvendo um ônibus de dois andares da empresa Real Maia e um carro de passeio na noite deste sábado, 17 de outubro de 2026, na rodovia TO-010, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="993" height="1024" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_2026-10-18-06-24-21-928_com.android.chrome-edit.jpg?fit=993%2C1024&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_2026-10-18-06-24-21-928_com.android.chrome-edit.jpg?w=1172&amp;ssl=1 1172w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_2026-10-18-06-24-21-928_com.android.chrome-edit.jpg?resize=291%2C300&amp;ssl=1 291w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_2026-10-18-06-24-21-928_com.android.chrome-edit.jpg?resize=993%2C1024&amp;ssl=1 993w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_2026-10-18-06-24-21-928_com.android.chrome-edit.jpg?resize=145%2C150&amp;ssl=1 145w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_2026-10-18-06-24-21-928_com.android.chrome-edit.jpg?resize=768%2C792&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_2026-10-18-06-24-21-928_com.android.chrome-edit.jpg?resize=400%2C413&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_2026-10-18-06-24-21-928_com.android.chrome-edit.jpg?resize=150%2C155&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 993px) 100vw, 993px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Colisão ocorreu na noite deste sábado (17), no trecho entre Palmas e Lajeado; informações iniciais foram repassadas pela polícia rodoviária</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pessoa morreu em um acidente envolvendo um ônibus de dois andares da empresa Real Maia e um carro de passeio na noite deste sábado, 17 de outubro de 2026, na rodovia TO-010, no Tocantins; os veículos colidiram frontalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as informações iniciais da polícia rodoviária, a colisão ocorreu no trecho entre Palmas e Lajeado, na altura do quilômetro 5 da rodovia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O balanço preliminar aponta uma vítima fatal. Não há informações de mais vítimas até o momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso seguirá sob investigação da Delegacia de Repressão a Crimes de Trânsito (DRCT) da Polícia Civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>


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    <title>Trechos das linhas 10-Turquesa e 11-Coral tem operação em via única neste domingo (18); confira</title>
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    <pubDate>Sun, 18 Oct 2026 09:00:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Alterações no atendimento ocorrem durante obras de manutenção, melhorias de infraestrutura e modernização ao longo da via férrea VINÍCIUS DE OLIVEIRA Neste domingo, 18 de outubro, as linhas administradas pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) sofrem mudanças nas operações durante obras de manutenção, melhorias de infraestrutura e modernização ao longo da via férrea. Confira [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="449" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cptm-linha10-turquesa-estacao-sao-caetano-serie9500-abr23.webp?fit=800%2C449&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cptm-linha10-turquesa-estacao-sao-caetano-serie9500-abr23.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cptm-linha10-turquesa-estacao-sao-caetano-serie9500-abr23.webp?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cptm-linha10-turquesa-estacao-sao-caetano-serie9500-abr23.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cptm-linha10-turquesa-estacao-sao-caetano-serie9500-abr23.webp?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cptm-linha10-turquesa-estacao-sao-caetano-serie9500-abr23.webp?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Alterações no atendimento ocorrem durante obras de manutenção, melhorias de infraestrutura e modernização ao longo da via férrea</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Neste domingo, 18 de outubro, as linhas administradas pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) sofrem mudanças nas operações durante obras de manutenção, melhorias de infraestrutura e modernização ao longo da via férrea.</p>
<p>Confira o cronograma detalhado da operação:</p>
<p><strong>Linha 10-Turquesa</strong></p>
<p>&#8211; Das 6h às 9h, os trens circularão por via única no trecho entre as estações Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, com o embarque e o desembarque acontecendo na plataforma 2 das duas estações. A alteração acontece para carga e descarga de materiais na via.</p>
<p>&#8211; Das 9h às 10h e das 12h às 19h, a circulação acontece em via única na plataforma 2 na Estação Capuava. A mudança ocorre para substituição de trilhos longos no trecho.</p>
<p>&#8211; Entre 10h e 12h, nas estações Capuava e Rio Grande da Serra, os trens circulam em via única e os passageiros devem embarcar e desembarcar na plataforma 2 na Estação Capuava e na plataforma 1 na Estação Rio Grande da Serra. A estratégia operacional é para manutenção preventiva e substituição de trilhos longos no trecho.</p>
<p><strong>Linha 11-Coral</strong></p>
<p>&#8211; Das 8h30 até o fim da operação comercial, a circulação acontece em via única na Estação Tatuapé. Os passageiros devem embarcar e desembarcar na plataforma 2. A mudança acontece para a implantação e equipagem de poste, instalação de para-raios, transporte de material, pintura e acabamento de estruturas, correção geométrica e substituição de componentes na região do aparelho de mudança de via no trecho.</p>
<p><strong>Expresso Aeroporto</strong></p>
<p>&#8211; Durante toda operação comercial, o serviço funcionará com intervalos de 1h.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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