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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>ANTT restabelece quatro linhas interestaduais da Via Pevidor e da Transportadora J.D.F. por decisões judiciais e autoriza 47 fretadoras</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/29/antt-restabelece-quatro-linhas-interestaduais-da-via-pevidor-e-da-transportadora-j-d-f-por-decisoes-judiciais-e-autoriza-47-fretadoras/</link>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 08:01:57 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ligações regulares permanecem sob condição judicial; autorizações de fretamento permitem a emissão de licenças de viagem, mas não criam linhas abertas à venda individual de passagens ADAMO BAZANI A ANTT restabeleceu, por determinação judicial, os efeitos das autorizações de quatro linhas interestaduais de ônibus. A Via Pevidor pode operar entre Várzea Grande (MT) e Ponta [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="693" height="431" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?fit=693%2C431&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?w=693&amp;ssl=1 693w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?resize=400%2C249&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 693px) 100vw, 693px" /> <p><em>Ligações regulares permanecem sob condição judicial; autorizações de fretamento permitem a emissão de licenças de viagem, mas não criam linhas abertas à venda individual de passagens</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A ANTT restabeleceu, por determinação judicial, os efeitos das autorizações de quatro linhas interestaduais de ônibus. A Via Pevidor pode operar entre Várzea Grande (MT) e Ponta Porã (MS). A Transportadora J.D.F. teve restabelecidas as ligações Anápolis (GO)–São Paulo (SP), Goiânia (GO)–São Paulo (SP) e Uberaba (MG)–Goiânia (GO). Os quatro serviços permanecem na condição sub judice.</p>
<p>Na mesma edição do Diário Oficial da União desta terça-feira (29), a agência autorizou 47 empresas a atuar no fretamento interestadual e internacional e extinguiu, por renúncia, o termo de autorização de outra transportadora. Para o passageiro, há uma diferença essencial: as quatro ligações são linhas regulares, nas quais pode haver venda individual de passagens; as autorizações de fretamento permitem viagens contratadas para grupos, sujeitas à emissão de licença para cada operação.</p>
<p><strong>Via Pevidor teve autorização, cassação e posterior suspensão judicial da cassação</strong></p>
<p>O restabelecimento da linha Várzea Grande–Ponta Porã é mais uma etapa de uma disputa iniciada antes desta publicação. Em dezembro de 2025, a ANTT deferiu o pedido da Via Pevidor para operar a ligação, com seções intermediárias, em cumprimento a decisão proferida em mandado de segurança. A autorização foi concedida desde então na condição sub judice.</p>
<p>Em maio de 2026, a Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros inabilitou a empresa e cassou as autorizações da linha Várzea Grande–Ponta Porã e de outra ligação, entre Belo Horizonte (MG) e Guarapari (ES). A decisão também revogou os atos anteriores relativos aos serviços.</p>
<p>Na ocasião, a agência estabeleceu que, caso houvesse bilhetes vendidos e ainda não utilizados, a transportadora deveria assegurar os direitos dos passageiros, mediante devolução dos valores pagos ou aquisição, às suas expensas, de passagens em outra empresa autorizada. A previsão mostra o efeito concreto que uma mudança na situação regulatória pode ter sobre quem já planejou e pagou uma viagem.</p>
<p>Em agosto, a Diretoria Colegiada da ANTT suspendeu os efeitos da cassação em cumprimento a outra decisão judicial. Com isso, registrou que a Via Pevidor estava autorizada, sub judice, a operar tanto Várzea Grande–Ponta Porã quanto Belo Horizonte–Guarapari. O ato publicado agora restabelece especificamente os efeitos da autorização de dezembro de 2025 para a linha entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>A publicação desta terça-feira, portanto, não cria uma ligação inteiramente nova nem anuncia uma nova decisão para a rota mineira. Ela devolve eficácia a um ato anterior referente a Várzea Grande–Ponta Porã, dentro de uma sequência que envolveu deferimento, cassação e intervenção judicial.</p>
<p><strong>Linha de Várzea Grande a Ponta Porã também prevê viagens entre cidades intermediárias</strong></p>
<p>A autorização original da Via Pevidor apresenta uma relação de seções. No transporte rodoviário, uma seção é um par de localidades entre as quais a empresa está autorizada a transportar passageiros dentro de uma linha mais extensa. Assim, a ligação não se resume à viagem completa entre as cidades que aparecem em seu nome.</p>
<p>O anexo inclui combinações envolvendo Bandeirantes e Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, e Campo Verde, Cuiabá, Jaciara, Juscimeira, Rondonópolis, São Pedro da Cipa e Várzea Grande, em Mato Grosso. A relação indica o alcance da autorização, enquanto os horários e os trechos efetivamente oferecidos dependem da programação operacional da transportadora.</p>
<p><strong>Transportadora J.D.F. recupera três autorizações concedidas em 2025</strong></p>
<p>A decisão referente à Transportadora J.D.F. restabelece os efeitos de três atos publicados em dezembro de 2025, relativos a pedidos deferidos no mês anterior. São as linhas Anápolis–São Paulo, de prefixo GOSP0063002; Goiânia–São Paulo, de prefixo GOSP0063003; e Uberaba–Goiânia, de prefixo MGGO0063005.</p>
<p>A medida cumpre uma decisão proferida em mandado de segurança. O ato publicado pela ANTT identifica a ação judicial e as três autorizações recuperadas, mas não apresenta a fundamentação integral do juiz ou os motivos pelos quais os atos haviam perdido eficácia. As linhas continuam sob condição judicial.</p>
<p>Para as empresas que atuam nesses mercados, o restabelecimento recoloca a J.D.F. entre as transportadoras autorizadas nessas ligações. Para o usuário, a autorização constitui a base regulatória do serviço, mas a existência de horários e bilhetes disponíveis depende da operação organizada pela empresa, com itinerários e locais de embarque e desembarque cadastrados conforme as exigências da agência.</p>
<p><strong>Judicialização afeta empresas, concorrentes e passageiros</strong></p>
<p>As decisões mostram como a situação de uma linha pode mudar durante a disputa judicial. Uma transportadora pode obter autorização da ANTT, ter os efeitos do ato posteriormente alterados e recuperá-los por ordem judicial. Enquanto a ação prossegue, a indicação sub judice informa que a autorização continua vinculada ao resultado do processo.</p>
<p>Para o passageiro, a consequência mais imediata pode ser a entrada, manutenção ou retirada de uma opção de viagem. Quando há bilhetes já vendidos, também entram em questão o atendimento ao consumidor e as providências necessárias se a empresa deixar de realizar o serviço. Para os demais operadores, a presença de uma transportadora autorizada interfere no quadro de concorrência de cada ligação.</p>
<p>A judicialização também aparece no debate mais amplo sobre a abertura dos mercados interestaduais. Nas regras da primeira Janela Extraordinária, a ANTT estabeleceu critérios próprios para considerar os mercados operados por força de decisões judiciais ao classificar ligações desatendidas ou atendidas por uma única empresa.</p>
<p>Os atos desta terça-feira, porém, cumprem ordens judiciais específicas e não são apresentados como autorizações resultantes da Janela Extraordinária nº 01/2024. Essa distinção importa porque a janela tem procedimento de inscrição, análise e seleção de mercados, enquanto as decisões sobre Via Pevidor e J.D.F. restabelecem os efeitos de autorizações anteriores.</p>
<p><strong>Quatro decisões autorizam 47 empresas a atuar no fretamento</strong></p>
<p>Em outro bloco de atos, a SUPAS autorizou 47 empresas a prestar transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional sob o regime de fretamento. São 11 empresas na primeira decisão, dez na segunda, 15 na terceira e 11 na quarta.</p>
<p>A publicação permite que as autorizatárias tenham acesso ao sistema de emissão de licenças de viagem. O termo de autorização habilita a empresa para a atividade; a licença documenta a viagem específica. A transportadora deve cumprir as condições aplicáveis ao fretamento, inclusive aquelas relativas à operação, aos veículos e à documentação exigida.</p>
<p>O fretamento atende grupos mediante contratação prévia. A autorização de uma empresa para essa atividade não equivale à criação de uma linha regular, não estabelece uma tabela pública de horários e não permite concluir que já exista uma viagem marcada.</p>
<p>Na primeira relação aparecem 2L Turismo, America Van, Arcanjo’s Viagens e Turismo, Ari Transporte e Locação, Auto Ônibus Otília Passos Transporte de Passageiros, Claudio Roberto de Souza, Djalma Silva, Graça Viagens e Turismo, Heuri Luciano Casanova Ogregon Transportes, JR Laiz e Cia e L &amp; P Transportes.</p>
<p>A segunda decisão abrange B&amp;C Transportes, DRV Viagens e Turismo, J3 Transporte e Turismo, Kaizer Transporte &amp; Turismo, Marins Tour Transporte e Turismo, Martins &amp; Sousa Transporte e Turismo, Minas Brasil Transporte Turístico, Noleto Viagens e Turismo, Vienzi Tur e Walker Adventure.</p>
<p>Na terceira estão Borel Vans, BR Turismo Brasil, D&amp;M Tour, Elias Tur, Jair A. C. Ribeiro &amp; Cia, LK Transportes e Locações de Veículos, ME Transportes e Turismo, Panda Agência de Viagem e Turismo, Pitel Transporte e Turismo, Primetur Transporte e Turismo, Rio Negro Transportes, Rodotur Transportes, Turismo e Locação, Transvip NE, Turismo Fernandes Cruz e V V Transportes.</p>
<p>A quarta relação inclui LM Transportes Paracatu, M. A. N. da Silva, M.W.M Rent a Car Locadora de Veículos, Marcio Turismo, Master Transportes Escolar, Maximos Locadora de Vans e Veículos, Pequi Viajante, Transale Transportes e Serviços, Transporte Turismo Tiquin, Vale Prime Transportes e Viação Souza Transporte Rodoviário. Os nomes reproduzem as razões sociais indicadas nos atos.</p>
<p>Além das 47 autorizações, a ANTT extinguiu, por renúncia, o Termo de Autorização de Fretamento da João Rodrigues Sobrinho Transportes Ltda. A decisão diz respeito à atividade fretada e não apresenta uma relação de linhas regulares afetadas.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>“Descansar também é se cuidar”: cartilha do TST lançada nesta segunda (28) mostra como empresas de ônibus e trabalhadores podem prevenir riscos à saúde mental</title>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 06:41:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Publicação feita com a UnB aborda jornadas, pressão, assédio, sinais de esgotamento e direito à desconexão; motoristas, mecânicos, fiscais e gestores precisam olhar para as condições reais de cada operação ADAMO BAZANI Colaborou Vinícius de Oliveira O motorista que termina uma viagem e continua recebendo cobranças no celular, o mecânico pressionado a liberar veículos, o [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="644" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?fit=1024%2C644&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=300%2C189&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=1024%2C644&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=768%2C483&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=1536%2C966&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=400%2C252&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Publicação feita com a UnB aborda jornadas, pressão, assédio, sinais de esgotamento e direito à desconexão; motoristas, mecânicos, fiscais e gestores precisam olhar para as condições reais de cada operação</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
<p>O motorista que termina uma viagem e continua recebendo cobranças no celular, o mecânico pressionado a liberar veículos, o fiscal que enfrenta conflitos no terminal e a equipe que precisa cobrir faltas sucessivas têm rotinas diferentes, mas podem estar expostos a riscos semelhantes para a saúde mental. Uma cartilha lançada nesta segunda-feira (28) pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), orienta trabalhadores e empresas a identificar situações de sobrecarga, organizar a prevenção e buscar ajuda quando surgirem sinais de sofrimento.</p>
<p>A publicação integra a campanha “Sua saúde é uma fronteira que o trabalho não pode ultrapassar” e explica, em linguagem direta, os riscos psicossociais relacionados ao trabalho. Para as empresas de ônibus, o material ajuda a transformar a avaliação exigida pela Norma Regulamentadora nº 1, a NR-1, em mudanças nas escalas, na comunicação e no apoio às equipes. Para motoristas, mecânicos, fiscais e demais profissionais, traz orientações sobre descanso, desconexão, assédio, canais de denúncia e atendimento de saúde. Uma de suas mensagens resume o cuidado: “Descansar também é se cuidar”.</p>
<p><strong>Saúde mental também depende de como o serviço é organizado</strong></p>
<p>A cartilha identifica seis grupos de situações que merecem atenção: excesso ou falta de demandas, jornadas prolongadas, relações desrespeitosas, falhas na organização das atividades, falta de reconhecimento e isolamento. Elas podem se combinar. Uma escala apertada, por exemplo, torna mais difícil lidar com uma ocorrência na linha; se a equipe não recebe apoio ou informações claras, a pressão aumenta.</p>
<p>No transporte coletivo, a análise precisa ir além da garagem. Motoristas trabalham nas ruas, sujeitos a congestionamentos, desvios, episódios de violência e conflitos com passageiros. Fiscais e equipes de terminais lidam diretamente com reclamações, interrupções de serviço e decisões urgentes. Mecânicos, eletricistas e profissionais de manutenção respondem pela disponibilidade dos veículos, mas precisam de tempo, peças, informação e condições adequadas para executar o serviço com segurança.</p>
<p>Há ainda funções menos visíveis para o passageiro, como programação de linhas, controle operacional, limpeza, bilhetagem e atendimento. Uma alteração de itinerário comunicada de forma incompleta pode gerar cobrança sobre várias dessas equipes ao mesmo tempo. Por isso, avaliar riscos psicossociais exige ouvir os profissionais de cada área e observar o funcionamento cotidiano da operação.</p>
<p>A presença de um fator de risco não significa, por si só, que alguém desenvolverá um transtorno. O objetivo é reconhecer condições que podem causar sofrimento quando persistem e agir para reduzi-las.</p>
<p><strong>O alerta feito por Liana Variani: uma empresa pode ter várias realidades</strong></p>
<p>Em reportagem anterior do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, a advogada especializada em risco empresarial Liana Variani destacou que não existe uma solução pronta para todas as empresas ou mesmo para todas as linhas de uma operadora. Uma equipe pode enfrentar principalmente problemas de segurança pública; outra, dificuldades provocadas pelo trânsito ou pela infraestrutura; uma terceira, conflitos internos e falhas na organização do trabalho.</p>
<p>Parte desses fatores depende de decisões do poder público. A empresa não substitui o policiamento nem controla os congestionamentos, mas pode registrar onde os problemas ocorrem, apoiar o profissional após uma ocorrência, rever procedimentos sob sua responsabilidade e encaminhar demandas documentadas aos órgãos competentes.</p>
<p>Essa distinção evita dois erros. O primeiro é atribuir todo o sofrimento a uma suposta fragilidade individual do empregado. O segundo é prometer que a operadora resolverá sozinha questões externas ao serviço. A prevenção precisa identificar o problema, definir quem pode agir e acompanhar o resultado.</p>
<p><strong>Como sair do diagnóstico genérico e chegar a medidas concretas</strong></p>
<p>A nova redação da NR-1, em vigor desde 26 de maio de 2026, exige que os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho sejam considerados no gerenciamento de riscos ocupacionais. Isso não equivale a aplicar uma lista de perguntas e arquivá-la sem consequências.</p>
<p>No caso de uma empresa de ônibus, um diagnóstico útil pode reunir relatos dos trabalhadores, dados de afastamentos, registros de ocorrências, informações sobre jornadas e intervalos e dificuldades repetidas em determinadas linhas, turnos, terminais ou oficinas. A análise deve respeitar a privacidade de quem relata problemas e permitir que as equipes falem sem receio de exposição.</p>
<p>A partir daí, medidas podem envolver melhor distribuição das tarefas, revisão de procedimentos de comunicação, orientação das chefias, resposta a situações de assédio, apoio após episódios de violência e ajustes na programação para que o descanso previsto seja efetivamente possível. A empresa também precisa acompanhar se a mudança funcionou. Se o mesmo problema continua aparecendo nos relatos e registros, a medida deve ser revista.</p>
<p>Para o trabalhador, participar desse processo significa descrever situações concretas: o que ocorreu, com que frequência, em qual etapa da jornada e como isso afeta a execução da atividade. A observação da rotina ajuda mais do que a tentativa de atribuir um diagnóstico médico a colegas ou a si próprio.</p>
<p><strong>“Descansar também é se cuidar” deve valer dentro e fora da garagem</strong></p>
<p>A cartilha dedica uma seção ao direito à desconexão e lembra que almoço, folgas e férias são períodos de recuperação. Recomenda organizar prioridades para evitar sobrecarga e reservar tempo para a família, o lazer e o autocuidado. Sua mensagem é clara: descansar não representa falta de comprometimento.</p>
<p>No transporte, entretanto, o descanso depende de planejamento coletivo. Se uma escala só funciona porque um motorista é chamado repetidamente durante a folga, existe um problema de organização a examinar. Se a manutenção depende de mensagens a um profissional fora do expediente para obter informações indispensáveis, os procedimentos de passagem de serviço podem precisar de ajustes.</p>
<p>Também é necessário olhar para intervalos que constam na programação, mas acabam consumidos por atrasos, deslocamentos internos ou solução de ocorrências. Para que a orientação da cartilha tenha efeito, empresa e trabalhadores precisam verificar como o descanso acontece de fato, respeitando as regras aplicáveis a cada função e contrato.</p>
<p><strong>Sinais de esgotamento exigem acolhimento, não rótulos</strong></p>
<p>A publicação explica que o burnout costuma se desenvolver gradualmente, em associação ao estresse crônico relacionado ao trabalho. Irritabilidade, ansiedade frequente, desânimo e sensação de incapacidade estão entre os sinais emocionais que ela aponta.</p>
<p>O material também menciona cansaço mesmo após descansar, dores de cabeça, tensão muscular, alterações no sono e no apetite, dificuldade de concentração, queda no rendimento e afastamento de colegas, amigos ou familiares. Esses sinais podem ter diferentes causas. Reconhecê-los ajuda a procurar avaliação e apoio; não autoriza uma chefia ou um colega a concluir que determinada pessoa tem burnout.</p>
<p>Para profissionais que conduzem veículos, trabalham com equipamentos ou precisam tomar decisões durante uma ocorrência, dificuldades persistentes de sono e concentração merecem atenção especial. Buscar atendimento é uma medida de cuidado com a própria pessoa e com a segurança do serviço. À empresa cabe acolher a situação, preservar a privacidade e examinar as condições de trabalho que possam estar contribuindo para ela.</p>
<p><strong>Assédio, discriminação e violência também entram na prevenção</strong></p>
<p>A cartilha orienta a denunciar assédio moral, assédio sexual, discriminação e violência. Se a pessoa se sentir segura, pode usar o canal interno da instituição. Também são indicados o Ministério do Trabalho e Emprego, o Ministério Público do Trabalho, as ouvidorias e o Disque Direitos Humanos, pelo número 100.</p>
<p>Sempre que possível, o material recomenda anotar datas e horários, guardar mensagens e documentos e identificar testemunhas. Esses registros ajudam a descrever os fatos com precisão. Para a empresa, é essencial que o canal interno permita receber relatos inclusive sobre pessoas em cargos de chefia e que o tratamento da ocorrência preserve a dignidade dos envolvidos.</p>
<p>A publicação indica as Unidades Básicas de Saúde para atendimento inicial e eventual encaminhamento, além dos Centros de Atenção Psicossocial para atendimento especializado a pessoas em sofrimento psíquico. Em situações de urgência, aponta o CVV, pelo 188; o Samu, pelo 192; os Bombeiros, pelo 193; e a Polícia Militar, pelo 190.</p>
<p><strong>O que passageiros e poder público também podem fazer</strong></p>
<p>O contato com passageiros faz parte da atividade de motoristas, fiscais e atendentes, mas agressões e ameaças não devem ser tratadas como um componente normal da profissão. Registrar e comunicar episódios permite que a operadora identifique pontos críticos e articule respostas com os órgãos públicos responsáveis.</p>
<p>Gestores de mobilidade, por sua vez, podem colaborar oferecendo informações antecipadas sobre obras e desvios, tratando problemas recorrentes de circulação, melhorando as condições de terminais e pontos de parada e encaminhando demandas de segurança às autoridades competentes. Mudanças operacionais bem comunicadas reduzem a pressão sobre quem precisa explicá-las ao passageiro na ponta do serviço.</p>
<p>A prevenção, portanto, interessa também a quem usa o transporte. Equipes que dispõem de apoio, informações claras e descanso efetivo têm melhores condições de atender o público e executar o trabalho com segurança.</p>
<p><strong>Dicas práticas para trabalhadores e empresas</strong></p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Situação</th>
<th>Dicas para trabalhadores</th>
<th>Dicas para empresas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Escalas e sobrecarga</strong></td>
<td>Informe quando atrasos, tarefas acumuladas ou substituições frequentes estiverem comprometendo a jornada. Descreva situações e horários concretos.</td>
<td>Examine escalas executadas, e não apenas as planejadas. Verifique onde atrasos e faltas transferem trabalho repetidamente para a mesma equipe.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Intervalos e folgas</strong></td>
<td>Procure usufruir os períodos de descanso e comunique quando a rotina impedir isso. Observe cobranças frequentes fora do expediente.</td>
<td>Planeje rendições e substituições. Estabeleça procedimentos para urgências sem transformar toda folga em disponibilidade permanente.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ocorrências nas linhas e terminais</strong></td>
<td>Registre episódios de violência, ameaças, conflitos ou problemas recorrentes de infraestrutura pelos canais disponíveis.</td>
<td>Reúna os registros por local e horário, dê apoio após ocorrências e encaminhe demandas de trânsito e segurança aos órgãos responsáveis.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Oficinas e manutenção</strong></td>
<td>Comunique falta de peças, informações ou tempo adequado para a atividade, especialmente quando isso gerar pressão recorrente.</td>
<td>Organize prioridades, passagem de serviço e fornecimento de recursos para evitar que urgências permanentes recaiam sobre os mesmos profissionais.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Comunicação de mudanças</strong></td>
<td>Peça esclarecimentos sobre itinerários, procedimentos e responsabilidades quando as orientações forem insuficientes.</td>
<td>Comunique mudanças com antecedência possível, instruções claras e um canal para resolver dúvidas durante a operação.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sinais de sofrimento</strong></td>
<td>Observe cansaço persistente, alterações no sono, irritabilidade ou dificuldade de concentração e procure avaliação de saúde quando afetarem sua rotina.</td>
<td>Acolha relatos sem rotular o empregado, preserve sua privacidade e investigue fatores da organização do trabalho que possam contribuir para o problema.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Assédio ou discriminação</strong></td>
<td>Anote datas, horários e fatos; preserve mensagens e documentos; procure um canal de denúncia em que se sinta seguro.</td>
<td>Mantenha canais acessíveis, trate relatos com seriedade e assegure que denúncias envolvendo chefias também possam ser examinadas.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Acompanhamento das medidas</strong></td>
<td>Participe das avaliações e informe se uma mudança anunciada resolveu, reduziu ou manteve o problema.</td>
<td>Defina responsáveis e prazos para as ações; acompanhe os resultados com as equipes e ajuste o que não funcionar.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
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<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
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    <title>TIC obtém autorizações para duas travessias ferroviárias em Campinas em projeto de R$ 14,2 bilhões</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/28/tic-obtem-autorizacoes-para-duas-travessias-ferroviarias-em-campinas-em-projeto-de-r-142-bilhoes/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 01:00:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Permissões para cruzar cursos d’água integram implantação do trem expresso a São Paulo, do serviço parador a Jundiaí e a modernização da Linha 7-Rubi ADAMO BAZANI A TIC Trens recebeu autorização da SP-Águas para construir duas travessias aéreas ferroviárias sobre cursos d’água em Campinas. Os pontos ficam sobre afluentes do Ribeirão Samambaia e do Córrego [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="400" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?fit=600%2C400&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <p><em>Permissões para cruzar cursos d’água integram implantação do trem expresso a São Paulo, do serviço parador a Jundiaí e a modernização da Linha 7-Rubi</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A TIC Trens recebeu autorização da SP-Águas para construir duas travessias aéreas ferroviárias sobre cursos d’água em Campinas. Os pontos ficam sobre afluentes do Ribeirão Samambaia e do Córrego Proença. As permissões, publicadas nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, tratam de interferências específicas necessárias ao desenvolvimento do projeto ferroviário.</p>
<p>O empreendimento reúne três frentes: o Trem Intercidades, planejado para ligar São Paulo a Campinas em cerca de 64 minutos; o Trem Intermetropolitano, serviço parador entre Jundiaí e Campinas; e a modernização da Linha 7-Rubi, já operada pela concessionária. As duas autorizações mostram como a implantação depende da solução de cada travessia ao longo do traçado. Elas não representam uma autorização única para toda a ferrovia nem definem a data em que os trens passarão nesses locais.</p>
<h3>Um contrato reúne serviço expresso, trem parador e operação metropolitana</h3>
<p>A TIC Trens assumiu a operação e a manutenção da Linha 7-Rubi no âmbito de uma concessão de 30 anos. O projeto completo prevê investimento de R$ 14,2 bilhões, segundo a concessionária. Parte desse trabalho ocorre na infraestrutura já usada por passageiros; outra parte prepara os dois novos serviços ferroviários.</p>
<p>O Trem Intercidades Eixo Norte foi projetado para percorrer 101 quilômetros entre São Paulo e Campinas. A previsão apresentada pela concessionária é de viagem em aproximadamente 64 minutos, velocidade de até 140 km/h e capacidade de cerca de 860 passageiros por viagem. O início da operação comercial do expresso está previsto para 2031.</p>
<p>O Trem Intermetropolitano terá outra função: fazer a ligação regional entre Jundiaí e Campinas com paradas em Louveira, Vinhedo e Valinhos. São 44 quilômetros e tempo estimado de 33 minutos. A previsão divulgada para o início desse serviço é 2029. A Linha 7-Rubi, por sua vez, atende a mobilidade metropolitana entre a capital e Jundiaí e passa por modernização dentro do mesmo contrato.</p>
<p>Essas diferenças importam porque uma autorização publicada em Campinas pode estar associada à implantação do corredor ferroviário compartilhado pelo empreendimento, mas o extrato de recursos hídricos não identifica qual dos serviços utilizará isoladamente cada travessia. A finalidade declarada é ferroviária.</p>
<h3>As permissões dizem respeito a dois pontos identificados do traçado</h3>
<p>Uma travessia foi autorizada sobre um afluente do Ribeirão Samambaia, nas coordenadas 22°55&#8217;51,02&#8243; S e 47°00&#8217;38,47&#8243; O. A outra se refere a um afluente do Córrego Proença, nas coordenadas 22°55&#8217;37,25&#8243; S e 47°02&#8217;01,34&#8243; O. As duas ficam no município de Campinas.</p>
<p>A SP-Águas classifica as intervenções como travessias aéreas. Trata-se, portanto, de pontos em que a infraestrutura ferroviária deverá vencer o curso d’água por cima. O extrato não traz o tipo de estrutura, as dimensões da obra ou o método construtivo. Esses elementos pertencem ao projeto de engenharia e às demais autorizações aplicáveis.</p>
<p>As permissões têm prazo registrado de 360 meses. Esse é o período da autorização administrativa relativa à interferência hídrica; não é a duração anunciada das obras. Ao acompanhar o andamento da ferrovia, também será necessário distinguir licenças e permissões, execução da infraestrutura, testes e início da operação de passageiros.</p>
<h3>Construção começou em etapas e depende de um corredor contínuo</h3>
<p>A TIC Trens informou que as obras do Eixo Norte começaram em março de 2026, com frentes implantadas de maneira gradual inicialmente no trecho entre Campinas e Jundiaí e, depois, em direção à capital. As autorizações agora publicadas se inserem nesse processo mais amplo.</p>
<p>Para o passageiro, a relevância final é a ligação entre sistemas de escalas diferentes: deslocamento metropolitano na Linha 7-Rubi, viagem regional no TIM e conexão expressa entre Campinas e São Paulo pelo TIC. Para que essa rede funcione, porém, cada segmento da infraestrutura precisa estar concluído, conectado, testado e autorizado a operar. As travessias anunciadas nesta edição representam dois componentes identificados desse trabalho.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Governo de SP abre R$ 114 milhões de crédito suplementar para repasse ao Metrô</title>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 00:01:29 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Recursos foram classificados como despesas de capital; decreto não identifica as linhas ou obras que receberão os valores ADAMO BAZANI O governo de São Paulo abriu um crédito suplementar de R$ 114 milhões no orçamento da Secretaria dos Transportes Metropolitanos para repasse ao Metrô. A medida consta de decreto publicado nesta segunda-feira, 28 de setembro [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49055829276_966d57c695_k.webp?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49055829276_966d57c695_k.webp?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49055829276_966d57c695_k.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49055829276_966d57c695_k.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49055829276_966d57c695_k.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49055829276_966d57c695_k.webp?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Recursos foram classificados como despesas de capital; decreto não identifica as linhas ou obras que receberão os valores</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O governo de São Paulo abriu um crédito suplementar de R$ 114 milhões no orçamento da Secretaria dos Transportes Metropolitanos para repasse ao Metrô. A medida consta de decreto publicado nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, e destina o reforço orçamentário ao atendimento de despesas de capital da companhia.</p>
<p>Para os passageiros, o interesse está nos investimentos que poderão ser custeados a partir dessa disponibilidade. O decreto, entretanto, não identifica uma linha, estação, frota ou obra específica como destino do montante. Por isso, os R$ 114 milhões não podem ser atribuídos nesta fase à expansão de uma linha determinada ou apresentados como valor já gasto pelo Metrô.</p>
<p><strong>O que significa abrir um crédito suplementar</strong></p>
<p>O orçamento estabelece valores autorizados para as despesas públicas. Um crédito suplementar reforça uma dotação existente, permitindo ampliar o espaço orçamentário para a finalidade indicada. Neste caso, o decreto destina o reforço à Secretaria dos Transportes Metropolitanos para repasse à Companhia do Metropolitano de São Paulo.</p>
<p>A classificação como despesa de capital indica finalidade ligada a investimento ou outra aplicação enquadrada nessa categoria orçamentária. Ela é diferente de uma despesa cotidiana de operação, mas ainda é ampla: conhecer essa classificação não basta para identificar qual contrato, equipamento ou obra será pago.</p>
<p>O decreto também altera a programação orçamentária da despesa estadual e indica que a cobertura do crédito seguirá as fontes legais discriminadas em seus anexos. A sequência a acompanhar é o detalhamento da destinação, seguido dos registros de execução. A autorização orçamentária publicada nesta segunda-feira é o primeiro desses passos, não um comprovante de que os R$ 114 milhões foram integralmente repassados ou desembolsados.</p>
<p><strong>Por que a destinação por projeto precisa ser conferida</strong></p>
<p>O Metrô reúne compromissos de naturezas e fases diferentes: manutenção e modernização da rede existente, aquisição e instalação de equipamentos e obras de expansão. A informação de que receberá recursos para despesas de capital é relevante, mas não autoriza escolher uma dessas frentes como beneficiária sem documentação que faça essa ligação.</p>
<p>Uma obra anunciada para uma estação, por exemplo, pode ter licitação e fonte orçamentária próprias. O fato de aparecer na mesma edição do Diário Oficial não significa que será financiada por este crédito de R$ 114 milhões. Para fazer essa relação com segurança, será necessário conferir a classificação programática completa e os atos posteriores de repasse e execução.</p>
<p>O decreto nº 70.907 foi assinado em 25 de setembro e publicado no dia 28. O dado confirmado nesta edição é o reforço de R$ 114 milhões no orçamento da secretaria com destinação de repasse ao Metrô para despesas de capital.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Prefeitura de São Carlos (SP) prorroga até 2028 concessão do terminal rodoviário à Plataforma 15</title>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 23:30:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa administra a estrutura desde concorrência de 2018, vencida com proposta de repassar 37,41% da arrecadação bruta ao município ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Carlos (SP) prorrogou até 27 de setembro de 2028 a concessão do terminal rodoviário municipal à Plataforma 15 Terminais Rodoviários Ltda. O aditivo, assinado em 25 de setembro de 2026 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="449" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Junior-Almeida-Onibus-Brasil-5.webp?fit=640%2C449&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Junior-Almeida-Onibus-Brasil-5.webp?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Junior-Almeida-Onibus-Brasil-5.webp?resize=300%2C210&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Junior-Almeida-Onibus-Brasil-5.webp?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Junior-Almeida-Onibus-Brasil-5.webp?resize=400%2C281&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> <p><em>Empresa administra a estrutura desde concorrência de 2018, vencida com proposta de repassar 37,41% da arrecadação bruta ao município</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de São Carlos (SP) prorrogou até 27 de setembro de 2028 a concessão do terminal rodoviário municipal à Plataforma 15 Terminais Rodoviários Ltda. O aditivo, assinado em 25 de setembro de 2026 e publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial do Estado, mantém a empresa à frente da administração, operação, manutenção e exploração comercial do espaço.</p>
<p>A continuidade contratual interessa a quem utiliza o terminal para embarcar, desembarcar ou esperar conexões: é a concessionária que responde pelas atividades previstas na gestão da estrutura durante o novo período. O extrato divulgado agora informa a prorrogação da vigência. Para verificar novas obrigações de investimento, alterações na remuneração ou metas adicionais, será preciso consultar a íntegra do sétimo aditivo.</p>
<h3>Contrato começou com licitação realizada em 2018</h3>
<p>A Plataforma 15 foi declarada vencedora da concorrência pública promovida pela Prefeitura em 2018. A proposta anunciada pelo município previa repasse de 37,41% da arrecadação bruta da exploração do terminal. A concessão foi estruturada em caráter oneroso e exclusivo para administração, operação, manutenção e exploração comercial.</p>
<p>O percentual ajuda a entender como a Prefeitura pretendia receber recursos vinculados à atividade do terminal: o repasse foi associado à arrecadação, segundo as condições contratuais. Isso é diferente da tarifa da passagem de ônibus, cobrada pela viagem e sujeita às regras do serviço de transporte correspondente.</p>
<p>Após a licitação, a Prefeitura assinou a ordem de serviço para a empresa assumir a administração. Um quadro de contratos da própria administração municipal ainda identificava a Plataforma 15 como responsável pelo terminal e reproduzia o percentual de 37,41%. Como o instrumento já recebeu sucessivos aditivos, os termos atuais da relação contratual devem ser conferidos na documentação consolidada, além do resumo publicado nesta edição.</p>
<h3>Concessão do terminal e operação das linhas são responsabilidades diferentes</h3>
<p>Administrar a rodoviária envolve a estrutura em que os ônibus param e os passageiros circulam. O objeto divulgado para a Plataforma 15 inclui operação e manutenção do terminal e exploração comercial de seus espaços. Já itinerários, horários e passagens das linhas de ônibus dependem das empresas operadoras e dos órgãos responsáveis por cada serviço.</p>
<p>Essa distinção explica o alcance da notícia. A prorrogação mantém uma administradora do terminal até setembro de 2028; ela não concede à Plataforma 15, por esse motivo, as linhas que usam a rodoviária. Também não anuncia uma alteração automática nos horários ou no preço das viagens.</p>
<p>Para avaliar a concessão ao longo do novo prazo, os pontos concretos serão as condições de conservação e funcionamento do terminal, a execução das obrigações contratuais e a prestação de contas dos repasses. O extrato publicado nesta segunda-feira estabelece a data até a qual o contrato foi prorrogado e identifica o sétimo termo aditivo do acordo original.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Prefeitura do Rio de Janeiro reabre licitação para conservação dos túneis José Alencar e Moacyr Sreder Bastos e da infraestrutura da Transoeste</title>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 23:00:45 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Contratação também abrange o Anel Viário de Campo Grande e a Avenida Artur Xexéo. Nova sessão está marcada para terça-feira, 29 de setembro ADAMO BAZANI A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou a reabertura da licitação para contratar serviços de engenharia destinados à operação, ao monitoramento e à conservação dos túneis Vice-Presidente da República José [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?w=1599&amp;ssl=1 1599w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p dir="auto" data-start="10877" data-end="11018"><em data-start="10877" data-end="11018">Contratação também abrange o Anel Viário de Campo Grande e a Avenida Artur Xexéo. Nova sessão está marcada para terça-feira, 29 de setembro</em></p>
<p dir="auto" data-start="11020" data-end="11038"><em data-start="11020" data-end="11038"><strong data-start="11021" data-end="11037">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p dir="auto" data-start="11040" data-end="11444">A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou a reabertura da licitação para contratar serviços de engenharia destinados à operação, ao monitoramento e à conservação dos túneis Vice-Presidente da República José Alencar e Professor Moacyr Sreder Bastos. A contratação também contempla a infraestrutura da Via Expressa Transoeste, do Anel Viário de Campo Grande e da Avenida Artur Xexéo, na zona oeste da cidade.</p>
<p dir="auto" data-start="11446" data-end="11891">O aviso foi publicado no Diário Oficial desta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, pela Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos. A nova sessão do pregão eletrônico está marcada para terça-feira, 29 de setembro, às 9h30. Os serviços fazem parte da conservação da infraestrutura viária utilizada para os deslocamentos na região, incluindo estruturas relacionadas à circulação do sistema BRT.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="95xoqd" data-start="11893" data-end="11968">Contratação reúne túneis e importantes estruturas viárias da zona oeste</h3>
<p dir="auto" data-start="11970" data-end="12057">O procedimento licitatório contempla serviços de operação, monitoramento e conservação.</p>
<p dir="auto" data-start="12059" data-end="12177">A contratação reúne estruturas que integram a infraestrutura viária das áreas de planejamento 4 e 5 do Rio de Janeiro.</p>
<p dir="auto" data-start="12179" data-end="12324">Entre elas estão os túneis José Alencar e Moacyr Sreder Bastos, a Via Expressa Transoeste, o Anel Viário de Campo Grande e a Avenida Artur Xexéo.</p>
<p dir="auto" data-start="12326" data-end="12511">A presença dessas estruturas no mesmo procedimento permite contratar um conjunto de serviços relacionados à conservação e ao monitoramento de importantes ligações viárias da zona oeste.</p>
<p dir="auto" data-start="12513" data-end="12679">No caso da Transoeste, as condições da infraestrutura são especialmente importantes para a circulação dos ônibus articulados e demais veículos que utilizam o sistema.</p>
<p dir="auto" data-start="12681" data-end="12866">A contratação de conservação, entretanto, deve ser diferenciada da operação do transporte coletivo, realizada por meio dos contratos e das estruturas administrativas específicas do BRT.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="j79jrp" data-start="12868" data-end="12916">Nova sessão será realizada em 29 de setembro</h3>
<p dir="auto" data-start="12918" data-end="13033">A reabertura foi publicada pela Subsecretaria de Gestão da Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos.</p>
<p dir="auto" data-start="13035" data-end="13156">O procedimento corresponde ao Pregão Eletrônico nº 1364/2026, vinculado ao processo administrativo 002600.006505/2026-91.</p>
<p dir="auto" data-start="13158" data-end="13208">A sessão foi marcada para 29 de setembro, às 9h30.</p>
<p dir="auto" data-start="13210" data-end="13413">O aviso publicado apresenta o objeto da contratação e a data de reabertura. As condições técnicas detalhadas, os quantitativos e os critérios de execução devem ser consultados no edital e em seus anexos.</p>
<p dir="auto" data-start="13415" data-end="13474"><em data-start="13415" data-end="13474"><strong data-start="13416" data-end="13473">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  <item>
    <title>VÍDEO DO EXATO MOMENTO: Ônibus elétrico da MobiBrasil colide contra muro de escola e diversos veículos no Jabaquara, Zona Sul de São Paulo (SP), nesta segunda-feira (28)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/28/video-do-exato-momento-onibus-eletrico-da-mobibrasil-colide-contra-muro-de-escola-e-diversos-veiculos-no-jabaquara-zona-sul-de-sao-paulo-sp-nesta-segunda-feira-28/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 22:27:51 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Acidente provocou ferimentos em uma mulher de 42 anos, que foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e pelo SAMU VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na tarde desta segunda-feira, 28 de setembro, por volta das 17h24, um ônibus elétrico do sistema de transporte público de São Paulo (SP) colidiu contra o muro de uma escola e diversos veículos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="573" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?fit=1024%2C573&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?w=1031&amp;ssl=1 1031w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?resize=1024%2C573&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?resize=768%2C430&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?resize=400%2C224&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Acidente provocou ferimentos em uma mulher de 42 anos, que foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e pelo SAMU</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p><strong><em><a class="wp-embedded-video" href="">placeholder://</a></em></strong></p>
<p><div style="width: 640px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-536216-3" width="640" height="360" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/202609281905.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/202609281905.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/202609281905.mp4</a></video></div></p>
<p>Na tarde desta segunda-feira, 28 de setembro, por volta das 17h24, um ônibus elétrico do sistema de transporte público de São Paulo (SP) colidiu contra o muro de uma escola e diversos veículos na Avenida Rodrigues Montemor,&nbsp;nº 395, localizada no Jabaquara, na Zona Sul da capital paulista.</p>
<p>Informações iniciais apontam que uma mulher de 42 anos ficou ferida; ela foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).</p>
<p>O coletivo, de carroceria Caio e chassis Mercedes-Benz, possui o prefixo 6 3738 e é operado pela empresa MobiBrasil.</p>
<p>O <strong>Diário do Transporte</strong> contatou a SPTrans (São Paulo Transporte) para mais informações.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" class="alignnone size-large wp-image-536223" width="576" height="1024" alt="" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=84%2C150&amp;ssl=1 84w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=768%2C1366&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=400%2C711&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=150%2C267&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?w=899&amp;ssl=1 899w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=536216</guid>
  </item>
  <item>
    <title>EXCLUSIVO: Primeiro Caio Apache Vip 6 comercializado no Brasil está pronto para a JTP e vai integrar renovação dos ônibus de Rio Branco (AC)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/28/exclusivo-primeiro-caio-apache-vip-6-comercializado-no-brasil-esta-pronto-para-a-jtp-e-vai-integrar-renovacao-dos-onibus-de-rio-branco-ac/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/28/exclusivo-primeiro-caio-apache-vip-6-comercializado-no-brasil-esta-pronto-para-a-jtp-e-vai-integrar-renovacao-dos-onibus-de-rio-branco-ac/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 21:53:28 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Encomenda antecipada pelo Diário do Transporte reúne 20 unidades do lançamento da Caio e 60 Apache Vip 5; nova frota pode trazer mais conforto aos passageiros, enquanto troca de operadora exige atenção à regularidade das linhas ADAMO BAZANI O primeiro Caio Apache Vip 6 comercializado no Brasil está pronto para a JTP Transportes e será [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="724" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-3.png?fit=724%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-3.png?w=724&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-3.png?resize=300%2C186&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-3.png?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-3.png?resize=400%2C249&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <div>
<div>
<p><em>Encomenda antecipada pelo <strong>Diário do Transporte</strong> reúne 20 unidades do lançamento da Caio e 60 Apache Vip 5; nova frota pode trazer mais conforto aos passageiros, enquanto troca de operadora exige atenção à regularidade das linhas</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O primeiro Caio Apache Vip 6 comercializado no Brasil está pronto para a JTP Transportes e será destinado ao transporte coletivo de Rio Branco, no Acre. O veículo faz parte de uma encomenda de 80 ônibus zero quilômetro revelada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>: 20 unidades da nova geração, lançada em agosto, e 60 Apache Vip 5. A compra ocorre durante a substituição da Ricco Transportes pela JTP nas linhas municipais e coloca os passageiros no centro de uma renovação esperada após anos de dificuldades no serviço.</p>
<p>Para quem usa ônibus todos os dias, os ganhos previstos vão além da aparência dos veículos novos. A encomenda inclui ar-condicionado, carregadores USB, equipamentos de acessibilidade e sistemas de monitoramento. A operação anunciada pela prefeitura também prevê acompanhamento por GPS, bilhetagem eletrônica e um centro de controle. A melhora será percebida plenamente se a entrada da frota vier acompanhada de viagens regulares, linhas atendidas e informação confiável sobre os horários. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/02/jtp-compra-20-novos-apache-vip-6-modelo-recem-lancado-pela-caio-na-lat-bus-e-60-apache-vip-5/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> antecipou em 2 de setembro que a JTP havia comprado 20 Apache Vip 6 e 60 Apache Vip 5, todos sobre chassis Mercedes-Benz. Na semana passada, mostrou que os veículos da quinta geração estavam prontos e começavam a sair da fábrica da Caio, em Botucatu, no interior de São Paulo. Agora, a conclusão da primeira unidade comercial do Vip 6 marca outra etapa da produção. O ônibus pronto na fábrica ainda precisará ser entregue e incorporado às linhas para beneficiar os passageiros. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/02/jtp-compra-20-novos-apache-vip-6-modelo-recem-lancado-pela-caio-na-lat-bus-e-60-apache-vip-5/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p><strong>Ônibus novos respondem a uma necessidade antiga dos passageiros</strong></p>
<p>A renovação chega a uma cidade onde o transporte coletivo enfrentou paralisações, redução de linhas e mudanças emergenciais de empresa nos últimos anos. Nesse contexto, um ônibus novo significa mais do que a substituição de um veículo antigo: pode representar viagens com climatização, equipamentos de acessibilidade e melhores condições de uso para quem passa parte do dia no deslocamento entre casa, trabalho, escola e serviços de saúde.</p>
<p>Também há benefícios possíveis para a operação. Com veículos novos e acompanhamento por GPS, a empresa e a RBTrans podem identificar atrasos, ônibus fora da programação e trechos que precisam de ajustes. O centro de controle previsto para a JTP deverá permitir o acompanhamento da circulação da frota. A capacidade de corrigir problemas dependerá de como esses recursos serão usados no dia a dia e da fiscalização exercida pelo município. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/08/transicao-da-ricco-para-a-jtp-em-rio-branco-vai-durar-90-dias-diz-prefeitura/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p>A encomenda de 80 ônibus novos também supera a previsão inicial divulgada durante a transição, que mencionava 60 zero quilômetro. A prefeitura havia apresentado um plano de 120 ônibus em operação, reunindo unidades novas e seminovas. São números com significados diferentes: os 80 correspondem à compra anunciada junto à Caio; os 120, à frota operacional planejada para o sistema. A composição efetiva nas ruas será definida à medida que a JTP assumir as linhas. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/08/transicao-da-ricco-para-a-jtp-em-rio-branco-vai-durar-90-dias-diz-prefeitura/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p><strong>O que o Apache Vip 6 traz para Rio Branco</strong></p>
<p>Apresentado pela Caio na Lat.Bus 2026, em agosto, o Apache Vip 6 é a sexta geração de uma família de carrocerias urbanas lançada em 2001. O modelo mantém a configuração predominantemente de piso alto, utilizada sobretudo em ônibus com motor dianteiro, mas recebeu uma frente redesenhada, novos conjuntos de iluminação e alterações no interior e em peças externas. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/12/caio-apache-vip-6-eapache-vip-2-e-novas-geracoes-do-millennium-com-vistas-ao-biometano-saiba-as-informacoes-oficiais-da-fabricante/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p>Os faróis e as luzes de circulação diurna usam tecnologia LED. Na traseira, a Caio adotou lanternas modulares e intercambiáveis. Os para-choques são divididos em três partes. Essas soluções buscam simplificar a reposição de componentes atingidos por pequenas colisões ou avarias, uma questão prática para manter os ônibus disponíveis ao serviço.</p>
<p>A sexta geração também recebeu novos padrões de cores e materiais internos, com atenção à limpeza do salão. A central elétrica ganhou mais espaço para a organização dos componentes. Na configuração descrita pela fabricante, o modelo possui itinerário frontal eletrônico, para-brisa bipartido e laminado, poltronas injetadas para passageiros e cinto retrátil de três pontos para o motorista.</p>
<p>Outra solução apresentada para o Apache Vip 6 é a porta “Flor da Pele”, que fica alinhada à lateral da carroceria quando fechada. A Caio relaciona o recurso ao fechamento do salão, ao acabamento e ao funcionamento do ar-condicionado. Como se trata de uma opção oferecida para o modelo, sua presença em cada ônibus depende da configuração adquirida pela operadora. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/12/caio-apache-vip-6-eapache-vip-2-e-novas-geracoes-do-millennium-com-vistas-ao-biometano-saiba-as-informacoes-oficiais-da-fabricante/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p>Para os 20 Apache Vip 6 de Rio Branco, foi divulgada capacidade de até 72 passageiros por ônibus. Os 60 Apache Vip 5 foram apresentados com capacidade de até 84 pessoas. Os números incluem as posições previstas em cada configuração e não devem ser usados como capacidade universal das duas gerações. Todos os veículos da encomenda terão chassis Mercedes-Benz; o modelo exato do chassi utilizado nos Vip 6 não havia sido especificado nas informações técnicas divulgadas anteriormente. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/02/jtp-compra-20-novos-apache-vip-6-modelo-recem-lancado-pela-caio-na-lat-bus-e-60-apache-vip-5/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p>No catálogo da Caio, a carroceria Vip 6 pode ter de 9,50 a 15 metros de comprimento, largura externa de 2,53 metros e altura externa entre 3,37 e 3,59 metros, conforme o chassi e a montagem. Essas são possibilidades da linha, e não medidas confirmadas para os ônibus de Rio Branco. A fabricante manteve ainda componentes em comum com o Vip 5, o que pode facilitar o estoque de peças e os reparos de uma frota formada pelas duas gerações.</p>
<p><strong>Da Floresta à Ricco: por que Rio Branco troca novamente de empresa</strong></p>
<p>A atual mudança de operadora tem uma história que começou antes da chegada da JTP. Em 2021, o sistema atendido pela Auto Viação Floresta passou por greve de trabalhadores e redução da oferta. A prefeitura decretou intervenção no transporte coletivo em dezembro daquele ano. No início de 2022, diante da continuidade dos problemas, anunciou a contratação emergencial da Ricco.</p>
<p>A Ricco começou a atender 31 linhas em fevereiro de 2022, no lugar da Floresta. Em maio, assumiu as linhas restantes e se tornou a única operadora dos ônibus municipais. A contratação recompôs o atendimento naquele momento, mas a discussão sobre financiamento da operação, cumprimento das obrigações e qualidade do serviço continuou. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/25/primeiros-60-onibus-zero-km-da-jtp-comecam-a-sair-da-caio-para-rio-branco-ac-e-devem-chegar-ate-quinta-feira-1o-anuncia-prefeito-video/amp/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p>Em 2026, a prefeitura tentava organizar uma licitação definitiva, com previsão de frota de 140 ônibus. O edital foi suspenso em abril para ajustes. Ainda naquele mês, uma greve por atrasos de salários e benefícios paralisou o transporte coletivo. O município decretou situação de emergência, e a circulação foi retomada após acordo entre trabalhadores, Ricco e prefeitura. A empresa apresentou, por sua vez, alegações de defasagem na remuneração e divergências sobre repasses e renovação contratual. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/25/primeiros-60-onibus-zero-km-da-jtp-comecam-a-sair-da-caio-para-rio-branco-ac-e-devem-chegar-ate-quinta-feira-1o-anuncia-prefeito-video/amp/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p><strong>Como a JTP foi contratada e o que deve ocorrer na transição</strong></p>
<p>Em junho, a RBTrans abriu um chamamento para contratar emergencialmente uma empresa por até 12 meses enquanto buscava uma solução definitiva para o sistema. A JTP foi a única interessada. O Conselho Municipal de Transporte Público aprovou a proposta de remuneração de R$ 11,29 por quilômetro rodado. A passagem informada ao passageiro permaneceu em R$ 3,50; o valor por quilômetro é a forma de remunerar a operação e não corresponde ao preço de uma viagem. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/25/primeiros-60-onibus-zero-km-da-jtp-comecam-a-sair-da-caio-para-rio-branco-ac-e-devem-chegar-ate-quinta-feira-1o-anuncia-prefeito-video/amp/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p>A prefeitura estabeleceu uma transição de até 90 dias, durante a qual a Ricco poderia continuar atendendo linhas até que a JTP assumisse gradualmente a frota e a operação. A mudança envolve também os trabalhadores: rescisões, possibilidade de absorção pela nova empresa e regularização de obrigações. O Ministério Público do Acre passou a acompanhar o processo e recomendou medidas para assegurar a continuidade e a segurança do transporte. Para a população, esse é o ponto mais sensível da troca: receber os veículos novos sem enfrentar uma interrupção nas viagens de que depende. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/08/transicao-da-ricco-para-a-jtp-em-rio-branco-vai-durar-90-dias-diz-prefeitura/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p><strong>Financiamento federal foi selecionado para a renovação</strong></p>
<p>Em setembro, a JTP foi selecionada para uma proposta de R$ 68,4 milhões de financiamento destinado à aquisição de ônibus para Rio Branco pelo Novo PAC, na linha de renovação de frota do Pró-Transporte, com recursos do FGTS. O Banco Mercedes-Benz aparece como agente financeiro.</p>
<p>A seleção permite seguir com as etapas do crédito, mas a publicação federal não informa a quantidade de ônibus abrangida pelo financiamento nem comprova o desembolso do valor. Assim, a cifra não pode ser apresentada automaticamente como o preço dos 80 veículos anunciados pela JTP. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/02/jtp-compra-20-novos-apache-vip-6-modelo-recem-lancado-pela-caio-na-lat-bus-e-60-apache-vip-5/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p><strong>Onde a JTP opera e onde já transportou passageiros em linhas urbanas</strong></p>
<p>A JTP foi fundada em 2005 e tem sede administrativa em Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo. Além da atividade de transporte escolar, a empresa possui o seguinte histórico de operações municipais de linhas urbanas regulares identificado pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Cidade</th>
<th>Situação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Porto Velho (RO)</td>
<td>Opera desde 1º de outubro de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Bragança Paulista (SP)</td>
<td>Opera desde 4 de outubro de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Branco (AC)</td>
<td>Implantação e transição em 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Embu das Artes (SP)</td>
<td>Operou de outubro de 2019 a fevereiro de 2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Em Embu das Artes, a JTP deixou as linhas municipais no fim de fevereiro deste ano e foi substituída pela Viação Cidade das Artes em 1º de março. Concluída a transição no Acre, Rio Branco passará a integrar, com Porto Velho e Bragança Paulista, o conjunto de sistemas urbanos municipais operados pela empresa. Os contratos de transporte escolar são uma atividade distinta e não estão incluídos nessa relação de linhas regulares. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/02/jtp-compra-20-novos-apache-vip-6-modelo-recem-lancado-pela-caio-na-lat-bus-e-60-apache-vip-5/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p>O primeiro Apache Vip 6 comercializado e pronto para a JTP é um marco para a Caio, mas seu efeito mais importante deverá aparecer longe da fábrica: nas paradas e dentro dos ônibus de Rio Branco. É ali que os passageiros poderão avaliar se a frota renovada, a nova operadora e os instrumentos de controle se traduzem em viagens mais confortáveis, acessíveis e regulares.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
</div>
<div>
<div></div>
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<div></div>
</div>
]]></content:encoded>

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  </item>
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    <title>BRT do Rio de Janeiro terá novas disputas para equipamentos das estações e manutenção de ônibus nos próximos dias</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/28/brt-do-rio-de-janeiro-tera-novas-disputas-para-equipamentos-das-estacoes-e-manutencao-de-onibus-nos-proximos-dias/</link>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 21:30:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Licitações marcadas para 30 de setembro e 1º de outubro envolvem infraestrutura eletromecânica e componentes Mercedes-Benz; Mobi-Rio também prorrogou por R$ 6,25 milhões contrato de apoio operacional dos quatro corredores ADAMO BAZANI A Mobi-Rio prepara duas licitações que serão realizadas nos próximos dias e terão consequências para a manutenção dos ônibus e das estações do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="687" height="485" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/17h30.jpg?fit=687%2C485&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/17h30.jpg?w=687&amp;ssl=1 687w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/17h30.jpg?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/17h30.jpg?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/17h30.jpg?resize=400%2C282&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 687px) 100vw, 687px" /> <p><em>Licitações marcadas para 30 de setembro e 1º de outubro envolvem infraestrutura eletromecânica e componentes Mercedes-Benz; Mobi-Rio também prorrogou por R$ 6,25 milhões contrato de apoio operacional dos quatro corredores</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Mobi-Rio prepara duas licitações que serão realizadas nos próximos dias e terão consequências para a manutenção dos ônibus e das estações do BRT do Rio de Janeiro. A primeira disputa, marcada para quarta-feira, 30 de setembro de 2026, será destinada à aquisição de equipamentos eletromecânicos para as estações. A segunda ocorrerá na quinta-feira, 1º de outubro, e contemplará peças e acessórios para ônibus equipados com chassis Mercedes-Benz e motores Euro 5 e Euro 6.</p>
<p>As contratações fazem parte de um conjunto de medidas de conservação do sistema, que também inclui a prorrogação, por R$ 6,25 milhões, do contrato de apoio à gestão e à operação de tráfego nos corredores Transoeste, Transcarioca, Transolímpica e Transbrasil. A continuidade desse serviço foi autorizada por seis meses, com possibilidade de encerramento antecipado quando for concluída uma nova licitação. Paralelamente, a companhia mantém contratos específicos para portas automáticas das estações, componentes dos ônibus e conservação das instalações.</p>
<h2><strong>Estações do BRT terão nova licitação para equipamentos eletromecânicos</strong></h2>
<p>A primeira disputa está marcada para as 10h de quarta-feira, 30 de setembro.</p>
<p>O procedimento será realizado por pregão eletrônico, com julgamento pelo critério de menor preço por item.</p>
<p>A Mobi-Rio pretende adquirir equipamentos eletromecânicos destinados às estações sob sua responsabilidade.</p>
<p>O orçamento estimado foi classificado como sigiloso.</p>
<p>A contratação precisa ser diferenciada de outro procedimento já formalizado pela companhia, destinado especificamente à manutenção das portas automáticas das estações.</p>
<p>Nesse caso, a Mobi-Rio assinou um contrato de R$ 490.129,24 com a Laguardia Importação, Comércio e Serviços de Automatismo.</p>
<p>A contratação contempla o fornecimento de materiais eletromecânicos utilizados na manutenção desses equipamentos.</p>
<p>O contrato foi assinado em 8 de setembro, com vigência até 7 de outubro de 2026.</p>
<p>As duas contratações possuem objetos descritos de maneira distinta nas publicações consultadas.</p>
<p>Enquanto o contrato com a Laguardia está relacionado às portas automáticas, a nova licitação apresenta uma descrição mais abrangente, envolvendo equipamentos eletromecânicos das estações.</p>
<p>A relação exata dos materiais, suas especificações e quantidades deverá ser observada no edital e nos respectivos anexos.</p>
<h2><strong>Portas automáticas também fazem parte da infraestrutura de segurança</strong></h2>
<p>A manutenção das estações constitui uma atividade permanente nos sistemas de transporte de alta capacidade.</p>
<p>No caso do BRT, as estruturas utilizadas pelos passageiros precisam funcionar de maneira integrada aos ônibus e aos procedimentos de embarque e desembarque.</p>
<p>As portas automáticas fazem parte dessa infraestrutura.</p>
<p>O funcionamento adequado dos mecanismos depende de componentes elétricos, mecânicos e dispositivos de controle.</p>
<p>Falhas podem exigir intervenções das equipes de manutenção e alterações temporárias nos procedimentos de atendimento.</p>
<p>A conservação desses equipamentos também está relacionada à acessibilidade e à segurança dos usuários.</p>
<p>Por isso, a compra de materiais específicos precisa estar acompanhada de procedimentos adequados de inspeção, manutenção preventiva e atendimento às ocorrências.</p>
<p>A aquisição das peças representa uma etapa desse processo.</p>
<p>A disponibilidade efetiva dos equipamentos depende da instalação, da manutenção e do acompanhamento operacional.</p>
<h2><strong>Nova licitação atenderá aos ônibus Mercedes-Benz</strong></h2>
<p>A segunda disputa será realizada às 10h de quinta-feira, 1º de outubro.</p>
<p>Nesse procedimento, a Mobi-Rio pretende formar um registro de preços destinado ao fornecimento de peças e acessórios novos e originais para ônibus Mercedes-Benz.</p>
<p>A relação contempla componentes de eixos, embreagem, sistemas elétricos, direção, caixas de marchas, suspensão e transmissão diferencial.</p>
<p>Os materiais serão utilizados na manutenção preventiva e corretiva dos veículos que integram a frota municipal.</p>
<p>Assim como na contratação dos equipamentos eletromecânicos, a companhia optou por manter sigiloso o orçamento estimado.</p>
<p>O julgamento ocorrerá pelo menor preço por item.</p>
<p>A realização dessa concorrência faz parte de uma série de procedimentos relacionados aos ônibus Mercedes-Benz.</p>
<p>A companhia também possui contratos específicos para chassis O500 equipados com motores OM457, além de outros registros de preços que abrangem diferentes sistemas mecânicos e elétricos.</p>
<p>As contratações possuem objetos e etapas administrativas próprias.</p>
<p>A organização dos estoques e a aquisição dos componentes estão diretamente relacionadas à capacidade de realizar intervenções preventivas e corretivas, preservando a disponibilidade dos veículos.</p>
<h2><strong>Contrato de R$ 6,25 milhões mantém apoio operacional nos quatro corredores</strong></h2>
<p>Além das licitações de manutenção, a Mobi-Rio autorizou a continuidade dos serviços prestados pela Ecomix Gestão e Planejamentos.</p>
<p>O contrato, no valor de R$ 6.246.765,28, será prorrogado por mais seis meses.</p>
<p>A contratação abrange atividades de gestão e apoio à operação de tráfego nos corredores Transoeste, Transcarioca, Transolímpica e Transbrasil, incluindo suas áreas adjacentes.</p>
<p>Também contempla a locação de veículos necessários à execução das atividades contratadas.</p>
<p>O despacho estabelece uma condição específica: a prorrogação poderá ser encerrada antecipadamente caso seja concluída a nova licitação em andamento.</p>
<p>Na prática, a medida permite manter a prestação dos serviços durante a realização do novo procedimento.</p>
<p>É importante distinguir essa contratação da operação integral do BRT.</p>
<p>O contrato com a Ecomix trata de atividades específicas de apoio à gestão e ao tráfego. A administração e a operação do sistema permanecem sob responsabilidade da Mobi-Rio, conforme suas atribuições legais.</p>
<p>A nova licitação mencionada na autorização deverá estabelecer as condições para a contratação dos serviços após a transição.</p>
<h2><strong>O que envolve a gestão do tráfego de um sistema BRT</strong></h2>
<p>A operação de um sistema de ônibus de alta capacidade exige coordenação permanente entre veículos, corredores, estações e terminais.</p>
<p>Diferentemente das linhas que circulam exclusivamente em vias compartilhadas com o trânsito geral, os sistemas BRT contam com infraestrutura específica e características operacionais próprias.</p>
<p>Entretanto, isso não significa que estejam completamente isolados das condições de circulação da cidade.</p>
<p>Interseções, acessos, áreas de manobra e trechos próximos às estações precisam ser considerados no planejamento.</p>
<p>As atividades de apoio ao tráfego integram esse conjunto de serviços necessários ao funcionamento cotidiano.</p>
<p>O contrato prorrogado pela Mobi-Rio abrange os quatro corredores e suas áreas adjacentes.</p>
<p>A Transoeste atende deslocamentos entre regiões da Zona Oeste e a Barra da Tijuca.</p>
<p>A Transcarioca estabelece ligações entre diferentes áreas da cidade, conectando regiões importantes para os deslocamentos transversais.</p>
<p>A Transolímpica integra áreas da Zona Oeste, enquanto a Transbrasil constitui um eixo de transporte de alta capacidade ao longo da Avenida Brasil.</p>
<p>As características de cada corredor exigem planejamento operacional específico.</p>
<h2><strong>Da recuperação da infraestrutura à conservação permanente</strong></h2>
<p>A manutenção das estações e dos equipamentos integra uma etapa que precisa acompanhar continuamente os investimentos realizados na recuperação e na modernização do BRT.</p>
<p>A renovação dos ônibus e as intervenções na infraestrutura física representam investimentos importantes, mas sua preservação exige despesas permanentes.</p>
<p>Portas automáticas, sistemas elétricos, equipamentos de controle, instalações prediais e estruturas de atendimento estão sujeitos ao desgaste decorrente da utilização cotidiana.</p>
<p>O mesmo ocorre com os ônibus.</p>
<p>Por isso, a Mobi-Rio administra diferentes procedimentos de contratação destinados a garantir o fornecimento de materiais e serviços.</p>
<p>A companhia também prorrogou contratos de conservação, incluindo a coleta de resíduos das instalações do BRT.</p>
<p>Nesse caso, o contrato de R$ 1.244.920,32 com a Kioto Ambiental foi estendido por mais 12 meses, com vigência até setembro de 2027.</p>
<p>Os serviços abrangem coleta, manejo, transporte e destinação ambientalmente adequada dos resíduos provenientes das instalações prediais.</p>
<p>A execução está prevista para os sete dias da semana, em período noturno.</p>
<p>A contratação é específica para o gerenciamento dos resíduos e não corresponde à totalidade dos serviços de limpeza do sistema.</p>
<h2><strong>Próximas etapas</strong></h2>
<p>As duas licitações programadas para 30 de setembro e 1º de outubro ainda precisarão cumprir as etapas previstas nos respectivos procedimentos.</p>
<p>A realização das sessões públicas permitirá conhecer as propostas apresentadas e iniciar as etapas seguintes de julgamento e habilitação, conforme as regras dos editais.</p>
<p>No caso da contratação dos serviços de apoio operacional, a continuidade do contrato existente está relacionada à conclusão da nova licitação.</p>
<p>Os resultados desses procedimentos poderão ser acompanhados pelas publicações posteriores da Mobi-Rio.</p>
<p>Para os passageiros, os efeitos esperados das contratações estão relacionados à disponibilidade dos ônibus, à conservação das estações e à continuidade dos serviços prestados nos quatro corredores do BRT carioca.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>CET prorroga por R$ 18,42 milhões contrato de painéis móveis e equipamentos educativos de velocidade em São Paulo</title>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 21:00:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços do Consórcio Mobilidade SIS seguem por mais 12 meses; valor acumulado do contrato chega a R$ 70,21 milhões ADAMO BAZANI A Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo prorrogou por mais 12 meses o contrato de locação de painéis móveis de mensagens e equipamentos educativos de velocidade usados na operação do trânsito. A [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="817" height="579" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vlrioi.jpg?fit=817%2C579&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vlrioi.jpg?w=817&amp;ssl=1 817w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vlrioi.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vlrioi.jpg?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vlrioi.jpg?resize=768%2C544&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vlrioi.jpg?resize=400%2C283&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 817px) 100vw, 817px" /> <p><em>Serviços do Consórcio Mobilidade SIS seguem por mais 12 meses; valor acumulado do contrato chega a R$ 70,21 milhões</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo prorrogou por mais 12 meses o contrato de locação de painéis móveis de mensagens e equipamentos educativos de velocidade usados na operação do trânsito. A renovação com o Consórcio Mobilidade SIS tem valor de R$ 18.421.785 e cobre o período de 26 de setembro de 2026 a 26 de setembro de 2027.</p>
<p>Com a prorrogação, o valor acumulado informado pela CET para os 48 meses do contrato passa de R$ 51.797.190 para R$ 70.218.975. O aditamento, formalizado em 24 de setembro, foi publicado no Diário Oficial da Cidade nesta segunda-feira, 28 de setembro.</p>
<h3>O que o contrato fornece</h3>
<p>O ajuste abrange a locação de painéis de mensagens variáveis móveis, usados para transmitir orientações aos motoristas, e de dispositivos móveis descritos pela CET como delimitadores de velocidade eletrônica educativa. Também estão incluídos sistema remoto de controle, operação assistida, manutenção e suporte.</p>
<p>A publicação vincula os equipamentos à operação do trânsito. O extrato não apresenta uma distribuição por via ou região da cidade. Os dispositivos de velocidade são descritos no contrato como educativos.</p>
<p>O Consórcio Mobilidade SIS é formado por Shempo Indústria e Comércio Ltda., Innovia Soluções Inteligentes Ltda. e Soliton Eletrônica Ltda. O contrato original é o de nº 038/2023.</p>
<h3>Condição para encerramento antecipado</h3>
<p>A CET incluiu no aditamento a possibilidade de encerrar antecipadamente o contrato caso assine outro para o mesmo serviço. Nessa hipótese, a companhia deverá comunicar a contratada com 30 dias de antecedência, conforme a condição registrada no documento.</p>
<p>A renovação garante a continuidade contratual dos equipamentos e serviços durante o novo período previsto, enquanto a CET mantém a possibilidade de substituição do ajuste nas condições publicadas.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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