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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Integração dos Sistemas Transcol e Municipal de Vila Velha, no Espírito Santo, começa neste sábado (31)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/integracao-dos-sistemas-transcol-e-municipal-de-vila-velha-no-espirito-santo-comeca-neste-sabado-31/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[No primeiro momento de mudança serão mantidas todas as linhas existentes, ocorrendo apenas a alteração da numeração dos itinerários VINÍCIUS DE OLIVEIRA O sistema Transcol passa a operar as linhas municipais de Vila Velha a partir deste sábado, dia 31 de outubro de 2026, com o gerenciamento do sistema sendo assumido pela Companhia Estadual de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/06/20250607_094638-e1749490020372.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>No primeiro momento de mudança serão mantidas todas as linhas existentes, ocorrendo apenas a alteração da numeração dos itinerários</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema Transcol passa a operar as linhas municipais de Vila Velha a partir deste sábado, dia 31 de outubro de 2026, com o gerenciamento do sistema sendo assumido pela Companhia Estadual de Transportes Coletivos de Passageiros do Estado Espírito Santo (Ceturb-ES).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a ampliação do Transcol para atender ao transporte coletivo de Vila Velha, os ônibus das linhas municipais também passarão a oferecer os serviços já disponíveis, como acesso à rede Wi-Fi, consulta à previsão de horários e itinerários e acompanhamento, em tempo real, da lotação dos veículos por meio do aplicativo ÔnibusGV, que permite que os passageiros escolham a melhor opção de embarque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste primeiro momento, com o objetivo de minimizar os impactos para os usuários e garantir uma transição gradual, serão mantidas todas as linhas existentes, ocorrendo apenas a alteração da numeração das linhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os usuários devem ficar atentos aos novos códigos. A mudança nas numerações é necessária, já que muitas delas já são usadas em outras linhas do Sistema Transcol.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As linhas municipais serão gradualmente integradas às demais linhas do Sistema Transcol a partir das próximas semanas. Com a integração, elas passarão a ser denominadas linhas alimentadoras, permitindo aos usuários realizar conexões com as linhas troncais e vice-versa, sem o pagamento de uma nova tarifa, conforme as regras de integração do sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira o novo número das linhas que serão integradas ao Sistema Transcol</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nº da linha Municipal &#8211; Nº da linha Transcol Municipal</p>



<p class="wp-block-paragraph">001 &#8211; 678: Araçás / Praia da Costa via Novo México / Ibes</p>



<p class="wp-block-paragraph">002 &#8211; 679: Araçás / Itapuã via Novo México / Ibes</p>



<p class="wp-block-paragraph">003 &#8211; 680: Rio Marinho / Praia da Costa via Av. Carlos Lindenberg / Prainha</p>



<p class="wp-block-paragraph">004 &#8211; 681: Rio Marinho / Itapuã via Av. Carlos Lindenberg / Prainha</p>



<p class="wp-block-paragraph">005 &#8211; 682: São Torquato / Praia da Costa via Santa Rita / Ataíde</p>



<p class="wp-block-paragraph">006 &#8211; 683: São Torquato / Praia da Costa via Aribiri</p>



<p class="wp-block-paragraph">007 &#8211; 684: São Torquato / Itapuã via Centro de Vila Velha</p>



<p class="wp-block-paragraph">009 &#8211; 685: Vale Encantado / Praia da Costa via Av. Carlos Lindenberg</p>



<p class="wp-block-paragraph">014 &#8211; 686: Glória / Morada da Barra via Av. Carlos Lindenberg / Itaparica</p>



<p class="wp-block-paragraph">014B &#8211; 647: São Torquato / Morada da Barra via Av. Carlos Lindenberg</p>



<p class="wp-block-paragraph">015 &#8211; 648: São Torquato / Jockey de Itaparica via Paul / Shopping Praia da Costa</p>



<p class="wp-block-paragraph">016 &#8211; 687: Primeiro de Maio / Itapuã via Aribiri / Bairro Garoto</p>



<p class="wp-block-paragraph">017 &#8211; 688: Vale Encantado / Itaparica via Jardim Marilândia</p>



<p class="wp-block-paragraph">020 &#8211; 689: João Goulart / Glória via Rodovia do Sol</p>



<p class="wp-block-paragraph">021 &#8211; 690: João Goulart / Praia da Costa via Rodovia do Sol</p>



<p class="wp-block-paragraph">022 &#8211; 649: Vale Encantado / Itaparica via Rio Marinho</p>



<p class="wp-block-paragraph">024 &#8211; 691: São Torquato / João Goulart via Rodovia do Sol / Glória / Paul</p>



<p class="wp-block-paragraph">027 &#8211; 670: Terra Vermelha / São Torquato via Av. Carlos Lindenberg</p>



<p class="wp-block-paragraph">030 &#8211; 692: São Torquato / Praia da Costa via Vila Garrido / Ataíde</p>



<p class="wp-block-paragraph">034 &#8211; 675: Terra Vermelha / Vila Velha</p>



<p class="wp-block-paragraph">037 &#8211; 693: São Torquato / Morada da Barra via Rodovia do Sol / Aribiri</p>



<p class="wp-block-paragraph">038 &#8211; 694: Vila Garrido / Praia da Costa via Aribiri</p>



<p class="wp-block-paragraph">041 &#8211; 677: São Torquato/Terra Vermelha via Caixa D’Água/ Av. Carlos Lindenberg</p>



<p class="wp-block-paragraph">049 &#8211; 697: Morada da Barra / Glória</p>



<p class="wp-block-paragraph">*051 &#8211; 695: Córrego Sete / Terminal Itaparica via Balneário Ponta da Fruta</p>



<p class="wp-block-paragraph">052 &#8211; 698: Morada da Barra / Praia da Costa via Ulisses Guimarães</p>



<p class="wp-block-paragraph">054 &#8211; 696: Morada da Barra / Praia da Costa via Riviera da Barra / Glória</p>



<p class="wp-block-paragraph">059 &#8211; 699: Terra Vermelha / São Torquato via Caixa D’Água / Paul</p>



<p class="wp-block-paragraph">061 &#8211; 657: Xuri / Terminal Itaparica via Barramares</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>062 &#8211; 695: Córrego Sete / Terminal Itaparica via Balneário Ponta da Fruta</li>



<li>O código 695 é mencionado nas linhas 051 e 062, uma vez que o atendimento é unificado, também pelo serviço municipal, que opera a partida do Córrego Sete via Balneário Ponta da Fruta e será a integrada no Terminal Itaparica.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Postos de atendimentos para adquirir o CartãoGV em Vila Velha</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente da forma que era utilizado o serviço no sistema de Vila Velha, a partir de agora com a incorporação ao Sistema Transcol, os usuários deverão embarcar nos coletivos e realizar o pagamento da tarifa somente com o CartãoGV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CartãoGV conta com uma ampla rede de venda e recarga, com centenas de pontos em toda a Região Metropolitana da Grande Vitória e nos terminais em Vila Velha, oferecendo ainda recarga on-line e por aplicativo. Além disso, as outras opções são máquinas de autoatendimento nos terminais e roletas dos terminais, em que o usuário é possível comprar ou recarregar o cartão nas roletas de acesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terminal Vila Velha</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Endereço: Rua Europa, Divino Espírito Santo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Horário: 7h às 17h &#8211; Segunda a sexta</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terminal Ibes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Endereço: Rua Mahatma Gandhi, Santa Inês</p>



<p class="wp-block-paragraph">Horário: 7h às 17h &#8211; Segunda a sexta</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terminal Itaparica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Endereço: Rodovia Darly Santos, Jockey de Itaparica</p>



<p class="wp-block-paragraph">Horário: 7h às 17h &#8211; Segunda a sexta</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terminal São Torquato</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Endereço: Rua Magno Coutinho e Av. Sen. Robert Kennedy, São Torquato</p>



<p class="wp-block-paragraph">Horário: 7h às 17h &#8211; Segunda a sexta</p>



<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<a href="https://ceturb.es.gov.br/Not%C3%ADcia/integracao-dos-sistemas-transcol-e-municipal-de-vila-velha-comecara-no-dia-31-de-outubro-de-2026" rel="nofollow">https://ceturb.es.gov.br/Not%C3%ADcia/integracao-dos-sistemas-transcol-e-municipal-de-vila-velha-comecara-no-dia-31-de-outubro-de-2026</a>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Gato Preto compra ônibus Caio e-Millennium BRT com tecnologia BYD, além de modelos Volkswagen e Volvo para São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/gato-preto-compra-onibus-caio-e-millennium-brt-com-tecnologia-byd-alem-de-modelos-volkswagen-e-volvo-para-sao-paulo/</link>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 19:26:26 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Carrocerias]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Representantes da operadora visitaram a fábrica da Caio, em Botucatu (SP), nesta quinta-feira (29) ADAMO BAZANI A Viação Gato Preto, que atende a zona Oeste da capital paulista, adquiriu novos ônibus com carrocerias Caio e tecnologias BYD, Volkswagen e Volvo para renovar sua frota. Entre os veículos estão o e-Millennium BRT com propulsão elétrica BYD, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="714" height="634" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini-2.jpg?fit=714%2C634&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini-2.jpg?w=714&amp;ssl=1 714w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini-2.jpg?resize=300%2C266&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini-2.jpg?resize=150%2C133&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini-2.jpg?resize=400%2C355&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 714px) 100vw, 714px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Representantes da operadora visitaram a fábrica da Caio, em Botucatu (SP), nesta quinta-feira (29)</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br /><br />A Viação Gato Preto, que atende a zona Oeste da capital paulista, adquiriu novos ônibus com carrocerias Caio e tecnologias BYD, Volkswagen e Volvo para renovar sua frota. Entre os veículos estão o e-Millennium BRT com propulsão elétrica BYD, desenvolvido para o projeto Corredores Verdes da gestão do prefeito Ricardo Nunes, e ônibus elétricos padrons também da BYD.<br /><br />Representantes da empresa estiveram nesta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, na fábrica da Caio, em Botucatu (SP). A renovação reúne veículos de diferentes portes, incluindo básicos, padrons e o modelo de maior capacidade dos Corredores Verdes, além de contemplar unidades Volvo e Volkswagen.<br /><br />O e-Millennium BRT integra uma nova geração de carrocerias da fabricante paulista, apresentada em julho de 2025. O projeto foi desenvolvido para veículos elétricos de grande capacidade, com mudanças no desenho externo, na organização do salão e nos equipamentos destinados ao conforto e à segurança.<br /><br />A Caio é responsável pela carroceria, enquanto a BYD fornece o chassi e a tecnologia de propulsão elétrica nessa configuração adquirida pela Gato Preto. A combinação também está presente em veículos de outras concessionárias do transporte municipal paulistano.<br /><br /><strong>Modelo dos Corredores Verdes</strong><br /><br />Como mostrou o Diário do Transporte, a configuração Caio e-Millennium BRT sobre chassi BYD apresentada para os Corredores Verdes utiliza baterias Blade e foi concebida para transportar perto de 200 passageiros, conforme a configuração interna.<br /><br />Entre as características dessa geração estão câmeras no lugar dos retrovisores externos convencionais, iluminação interna com ajuste de intensidade e um projeto de acabamento que procura reduzir reflexos e melhorar o conforto visual de passageiros e motorista.<br /><br />A proposta dos Corredores Verdes da Prefeitura de São Paulo combina a utilização de ônibus elétricos com intervenções na infraestrutura dos eixos de transporte. O projeto foi inicialmente associado à requalificação do corredor Santo Amaro–9 de Julho, que liga a zona Sul ao centro.<br /><br />Além da frota, o conceito prevê paradas com uso de energia solar, ampliação de áreas ajardinadas e soluções para drenagem e aproveitamento da água da chuva.<br /><br /><strong>Renovação reúne BYD, Volkswagen e Volvo</strong><br /><br />Além do e-Millennium BRT, a Gato Preto adquiriu ônibus elétricos padrons BYD. São veículos rígidos, sem articulação, destinados a serviços com necessidades de capacidade e condições de circulação diferentes das linhas atendidas pelos modelos maiores.<br /><br />A renovação também contempla veículos Volkswagen e Volvo, ampliando a diversidade de fornecedores na frota da operadora.<br /><br />A combinação de diferentes portes permite organizar a distribuição dos ônibus conforme as características das linhas. Para os elétricos a bateria, a incorporação à operação envolve ainda estrutura de recarga, planejamento das escalas e preparação das equipes de condução e manutenção.<br /><br />O e-Millennium BRT já integra a renovação de outras operadoras da capital. Em junho de 2026, o Diário do Transporte mostrou o recebimento do modelo pela Viação Metrópole Paulista, com tecnologia Eletra, e pela Transppass, com BYD. A carroceria pode ser combinada com diferentes plataformas de propulsão elétrica.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-542397" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini.jpg?resize=720%2C960&#038;ssl=1" alt="" width="720" height="960" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini.jpg?w=720&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini.jpg?resize=113%2C150&amp;ssl=1 113w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini.jpg?resize=400%2C533&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini.jpg?resize=150%2C200&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-542398" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini-1.jpg?resize=720%2C823&#038;ssl=1" alt="" width="720" height="823" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini-1.jpg?w=720&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini-1.jpg?resize=262%2C300&amp;ssl=1 262w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini-1.jpg?resize=131%2C150&amp;ssl=1 131w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini-1.jpg?resize=400%2C457&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texto-adamo-bazani-foto-gildo-vendramini-1.jpg?resize=150%2C171&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /> <br /><br /><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Novo Gama (GO) abre licitação de R$ 5,54 milhões para concessão de ônibus urbanos e rurais após interrupção de serviços e contratação emergencial</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 19:00:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Prefeitura marcou disputa para 22 de dezembro de 2026 e pretende estabelecer modelo definitivo para o transporte coletivo municipal; sistema emergencial prevê pelo menos 17 veículos, tarifa de R$ 3,75, acessibilidade e atendimento a bairros afastados e à zona rural ADAMO BAZANI A Prefeitura de Novo Gama (GO), município do Entorno do Distrito Federal, abriu [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="783" height="505" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ttotto.jpg?fit=783%2C505&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ttotto.jpg?w=783&amp;ssl=1 783w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ttotto.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ttotto.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ttotto.jpg?resize=768%2C495&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ttotto.jpg?resize=400%2C258&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 783px) 100vw, 783px" /> <p><em>Prefeitura marcou disputa para 22 de dezembro de 2026 e pretende estabelecer modelo definitivo para o transporte coletivo municipal; sistema emergencial prevê pelo menos 17 veículos, tarifa de R$ 3,75, acessibilidade e atendimento a bairros afastados e à zona rural</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de Novo Gama (GO), município do Entorno do Distrito Federal, abriu uma concorrência pública para conceder à iniciativa privada a operação do transporte coletivo municipal de passageiros, incluindo linhas urbanas e rurais. A licitação tem valor estimado de R$ 5,54 milhões, e a disputa entre as empresas interessadas está marcada para 22 de dezembro de 2026, às 10h01. O objetivo é estabelecer um modelo definitivo de prestação dos serviços, atualmente submetidos a um regime emergencial criado após a interrupção das operações por antigos permissionários. A nova concessão deverá organizar o atendimento dentro do município, especialmente nos bairros mais afastados e nas comunidades rurais.</p>
<p>A concorrência foi divulgada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, e ocorre nove meses depois de a administração municipal anunciar um chamamento emergencial para assegurar o transporte da população. Naquele procedimento, a Prefeitura de Novo Gama estabeleceu uma frota mínima de 17 veículos, sendo 14 destinados às linhas urbanas e três às rotas rurais, tarifa de R$ 3,75, limite de 15 anos de fabricação para os ônibus e exigências de acessibilidade, rastreamento por GPS e fiscalização de horários e itinerários. A nova licitação representa a passagem de uma estrutura provisória para um contrato de concessão comum de serviço público, com previsão de seleção de empresa responsável pela exploração do transporte municipal.</p>
<p>A concorrência é identificada pelo número 22/2026 e será realizada eletronicamente, por meio da plataforma BBL Compras.</p>
<p>O valor estimado registrado no Portal Nacional de Contratações Públicas é de R$ 5.544.000.</p>
<p>A licitação foi divulgada em 28 de outubro, com prazo de apresentação de propostas até 22 de dezembro.</p>
<p>O objeto é a delegação da prestação e exploração do serviço público de transporte coletivo municipal nas modalidades urbana e rural.</p>
<p>A concessão comum é uma modalidade na qual uma empresa privada assume a execução do serviço público, dentro das condições contratuais estabelecidas pelo município, que permanece responsável pela regulação e fiscalização.</p>
<p>A contratação deverá observar as regras do edital e os anexos que definem as obrigações da futura concessionária.</p>
<h3>Licitação ocorre após paralisação de antigos permissionários e implantação de atendimento emergencial</h3>
<p>A reorganização do transporte coletivo de Novo Gama começou antes da publicação da nova concorrência.</p>
<p>Em 30 de janeiro de 2026, a Prefeitura de Novo Gama anunciou um chamamento público emergencial para selecionar empresas interessadas em operar as linhas municipais.</p>
<p>A medida foi adotada após a interrupção das atividades por antigos permissionários, situação que levou a administração municipal a buscar uma alternativa para assegurar a continuidade das viagens.</p>
<p>O procedimento emergencial foi estruturado para atender tanto a área urbana quanto as comunidades rurais.</p>
<p>As empresas interessadas puderam apresentar a documentação entre 2 de fevereiro e 2 de março.</p>
<p>O prazo inicial das autorizações foi fixado em seis meses, com possibilidade de prorrogação por outros seis.</p>
<p>A administração municipal informou, na ocasião, que o modelo temporário seria utilizado enquanto preparava uma solução definitiva para o transporte coletivo.</p>
<p>A concorrência publicada nesta quinta-feira representa a etapa seguinte dessa reorganização.</p>
<p>A mudança tem importância porque o transporte municipal precisa atender deslocamentos regulares da população, incluindo viagens para trabalho, escola, comércio, serviços públicos e atividades de saúde.</p>
<p>Em cidades com bairros afastados e comunidades rurais, a continuidade das linhas também interfere nas possibilidades de deslocamento das famílias que dependem do transporte coletivo.</p>
<h3>Sistema emergencial foi estruturado com 17 ônibus, sendo 14 urbanos e três rurais</h3>
<p>O chamamento realizado no início do ano estabeleceu que as empresas habilitadas deveriam disponibilizar pelo menos 17 veículos.</p>
<p>Desse total, 14 seriam destinados às linhas urbanas e três às rotas rurais.</p>
<p>Essa divisão procurava assegurar atendimento às diferentes características territoriais de Novo Gama.</p>
<p>O município possui áreas urbanizadas próximas ao Distrito Federal e comunidades rurais que também necessitam de transporte regular.</p>
<p>A Prefeitura de Novo Gama estabeleceu ainda um limite de 15 anos de fabricação para os ônibus utilizados no atendimento emergencial.</p>
<p>Os veículos deveriam atender aos requisitos técnicos aplicáveis, incluindo acessibilidade para pessoas com deficiência.</p>
<p>Também foi exigida a utilização de sistema de rastreamento por GPS, permitindo acompanhar a circulação dos veículos e o cumprimento dos itinerários.</p>
<p>A manutenção periódica e a higienização regular integraram as condições operacionais.</p>
<p>Essas exigências foram estabelecidas no procedimento emergencial de janeiro, que antecedeu a concorrência definitiva.</p>
<p>A frota exigida para a futura concessão deverá seguir o dimensionamento e as condições contratuais do novo edital.</p>
<h3>Tarifa do transporte municipal foi fixada em R$ 3,75 no modelo emergencial</h3>
<p>Uma das principais condições estabelecidas pela Prefeitura de Novo Gama no chamamento emergencial foi a manutenção da tarifa de R$ 3,75.</p>
<p>O valor foi definido conforme decreto municipal vigente à época.</p>
<p>O procedimento também estabeleceu regras para eventual reajuste.</p>
<p>A alteração tarifária dependeria da apresentação de planilha de custos e de autorização do Poder Executivo Municipal.</p>
<p>Essa condição é importante porque o custo do transporte interfere diretamente no orçamento das famílias que utilizam os ônibus diariamente.</p>
<p>A estrutura de remuneração também precisa considerar as despesas das empresas com combustível, manutenção, veículos, pessoal e demais componentes da operação.</p>
<p>No modelo de concessão, as regras de tarifa, eventuais revisões e mecanismos de remuneração precisam ser compatíveis com as condições previstas no contrato.</p>
<p>A licitação de dezembro deverá definir a proposta vencedora de acordo com as exigências do procedimento e o critério de julgamento estabelecido para a concessão.</p>
<h3>Gratuidades para idosos, pessoas com deficiência e outras categorias foram mantidas</h3>
<p>O chamamento emergencial também preservou gratuidades previstas na legislação aplicável.</p>
<p>Entre os beneficiários contemplados estavam idosos, crianças de até cinco anos e pessoas com deficiência.</p>
<p>O procedimento também relacionou agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, guardas civis municipais e carteiros em serviço, conforme as condições previstas.</p>
<p>A manutenção dessas gratuidades faz parte da organização dos direitos dos usuários do transporte coletivo.</p>
<p>A futura concessionária deverá observar as obrigações legais e contratuais relativas ao atendimento dos beneficiários.</p>
<p>A existência de gratuidades também precisa ser considerada na estrutura de financiamento e remuneração dos serviços.</p>
<p>Em sistemas de transporte coletivo, a diferença entre a quantidade de passageiros transportados e o número de passageiros pagantes pode influenciar a receita tarifária.</p>
<p>Por isso, o planejamento da operação envolve informações sobre demanda, arrecadação, custos e obrigações de atendimento.</p>
<h3>Fiscalização prevê acompanhamento de horários, itinerários, receitas e passageiros transportados</h3>
<p>No atendimento emergencial, a Prefeitura de Novo Gama atribuiu à Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito a responsabilidade de fiscalizar a prestação dos serviços.</p>
<p>O acompanhamento incluiu o cumprimento de horários e itinerários, as condições dos veículos e os padrões de atendimento.</p>
<p>As empresas autorizadas também deveriam apresentar relatórios mensais com informações sobre receitas, despesas e quantidade de passageiros transportados.</p>
<p>Esses dados são relevantes para a fiscalização e para o planejamento da rede municipal.</p>
<p>O número de passageiros permite identificar a utilização dos serviços e avaliar as necessidades de atendimento.</p>
<p>As informações financeiras contribuem para a análise dos custos e das condições econômicas da operação.</p>
<p>Já o acompanhamento dos horários e itinerários permite verificar se a oferta de viagens corresponde às obrigações estabelecidas.</p>
<p>O procedimento emergencial também previu advertências, multas e revogação de autorização em situações de descumprimento das normas.</p>
<p>A transferência da permissão para terceiros dependia de autorização expressa da administração municipal.</p>
<p>A nova concessão deverá estabelecer mecanismos próprios de controle e fiscalização, conforme o contrato que resultar da concorrência.</p>
<h3>Novo Gama tem localização estratégica no Entorno do Distrito Federal, onde transporte municipal e interestadual atendem demandas diferentes</h3>
<p>Novo Gama integra a região do Entorno do Distrito Federal, marcada por deslocamentos diários entre cidades goianas e Brasília.</p>
<p>O município foi criado a partir do desmembramento de Luziânia (GO), em 1995, e faz limite com Valparaíso de Goiás (GO) e com as regiões administrativas do Gama e de Santa Maria, no Distrito Federal.</p>
<p>A proximidade com Brasília influencia a organização da mobilidade.</p>
<p>Parte dos moradores utiliza transporte para deslocamentos dentro do próprio município, enquanto outra parcela depende de ligações com o Distrito Federal para trabalhar, estudar ou acessar serviços.</p>
<p>Essas duas necessidades correspondem a estruturas diferentes de transporte.</p>
<p>As linhas municipais urbanas e rurais são organizadas pela Prefeitura de Novo Gama.</p>
<p>Já os serviços regulares de ônibus que atravessam a divisa entre Goiás e o Distrito Federal integram o transporte rodoviário interestadual, regulado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).</p>
<p>A diferenciação é importante para compreender o alcance da nova licitação.</p>
<p>A concorrência anunciada pela Prefeitura de Novo Gama trata da concessão dos serviços municipais, incluindo o atendimento urbano e rural dentro do território da cidade.</p>
<p>As viagens interestaduais entre o Entorno e o Distrito Federal possuem regulamentação própria.</p>
<p>A reorganização das linhas municipais, entretanto, pode influenciar a rotina dos passageiros que precisam acessar outras opções de transporte para completar seus deslocamentos.</p>
<p>Os locais de embarque, a distribuição de horários e a cobertura dos bairros são aspectos importantes para a conexão entre os diferentes serviços.</p>
<h3>Concessão deverá substituir modelo emergencial e definir obrigações de longo prazo</h3>
<p>A licitação marcada para dezembro representa uma mudança na forma de organização do transporte municipal.</p>
<p>O chamamento de janeiro foi concebido como solução temporária, com autorizações de seis meses prorrogáveis por igual período.</p>
<p>A nova concorrência pretende estabelecer uma concessão comum de serviço público.</p>
<p>Nesse modelo, a empresa selecionada deverá cumprir as obrigações previstas no contrato, enquanto a Prefeitura de Novo Gama continuará responsável pelo acompanhamento dos serviços.</p>
<p>A futura estrutura contratual será importante para organizar investimentos, manutenção de frota, atendimento aos passageiros e condições de continuidade das linhas.</p>
<p>A definição do modelo também tem relação com a capacidade do município de exigir padrões de qualidade e fiscalizar a operação.</p>
<p>As condições de acessibilidade, segurança, cumprimento de horários e atendimento a comunidades rurais fazem parte das necessidades que deverão ser consideradas na organização do sistema.</p>
<p>A concessão também poderá estabelecer mecanismos de controle da demanda e dos custos necessários à prestação dos serviços.</p>
<p>Esses elementos são relevantes para garantir previsibilidade à operação e às obrigações assumidas pela empresa contratada.</p>
<h3>Próxima etapa será a apresentação das propostas em dezembro</h3>
<p>A concorrência pública está marcada para 22 de dezembro de 2026, às 10h01.</p>
<p>A disputa será realizada eletronicamente, conforme as condições estabelecidas pela Prefeitura de Novo Gama.</p>
<p>O procedimento possui valor estimado de R$ 5,54 milhões e objeto voltado à concessão do transporte coletivo municipal urbano e rural.</p>
<p>Depois da apresentação das propostas, a administração municipal deverá cumprir as etapas de julgamento, habilitação e formalização da concessão.</p>
<p>A empresa selecionada ficará responsável pela operação nas condições previstas no edital e no futuro contrato.</p>
<p>O interesse dos passageiros está principalmente na continuidade das viagens e na organização de uma rede que consiga atender tanto a área urbana quanto as comunidades rurais.</p>
<p>A experiência do atendimento emergencial, implantado após a interrupção das atividades por antigos permissionários, também integra o histórico da reorganização.</p>
<p>Com a nova licitação, a Prefeitura de Novo Gama pretende substituir a estrutura temporária por um modelo contratual definitivo para os ônibus municipais.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>VÍDEO: Ônibus é incendiado após operação policial na zona norte do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (29)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/video-onibus-e-incendiado-apos-operacao-policial-na-zona-norte-do-rio-de-janeiro-nesta-quinta-feira-29/</link>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 18:30:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ações ocorreram em Madureira e Cavalcanti; ao menos 11 linhas convencionais e duas do BRT registraram impactos na operação YURI SENA Um ônibus foi incendiado e veículos foram posicionados para bloquear ruas da zona norte do Rio de Janeiro na tarde desta quinta-feira (29). As ocorrências foram registradas após uma operação da Polícia Militar nos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="828" height="586" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2e5ac151-1e49-468b-aa37-bb56f650a761.jpg?fit=828%2C586&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2e5ac151-1e49-468b-aa37-bb56f650a761.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2e5ac151-1e49-468b-aa37-bb56f650a761.jpg?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2e5ac151-1e49-468b-aa37-bb56f650a761.jpg?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2e5ac151-1e49-468b-aa37-bb56f650a761.jpg?resize=768%2C544&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2e5ac151-1e49-468b-aa37-bb56f650a761.jpg?resize=400%2C283&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> <p><span style="font-weight: 400"><i>Ações ocorreram em Madureira e Cavalcanti; ao menos 11 linhas convencionais e duas do BRT registraram impactos na operação</i></span></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><div style="width: 640px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-542381-2" width="640" height="360" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-29-at-15.34.00.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-29-at-15.34.00.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-29-at-15.34.00.mp4</a></video></div></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um ônibus foi incendiado e veículos foram posicionados para bloquear ruas da zona norte do Rio de Janeiro na tarde desta quinta-feira (29). As ocorrências foram registradas após uma operação da Polícia Militar nos morros da Primavera e da Serrinha, nas regiões de Madureira e Cavalcanti.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Criminosos tentaram bloquear vias como as avenidas Edgar Romero e Monsenhor Félix, além de ruas próximas. A situação afetou a circulação do transporte público na região, incluindo linhas de ônibus convencionais e serviços do BRT.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A operação policial começou nas primeiras horas da manhã, com a participação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e do 9º BPM. Durante os confrontos, um suspeito morreu e outro foi preso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><i>Linhas de ônibus afetadas</i></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o Rio Ônibus, ao menos 11 linhas convencionais tiveram a operação impactada em razão da interdição da Avenida Edgar Romero, em Madureira:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">355 – Madureira x Praça Tiradentes</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">639 – Jardim América x Saens Peña</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">685 – Terminal Margaridas x Méier</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">712 – Irajá x Cascadura</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">721 – Vila Cruzeiro x Cascadura</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">774 – Madureira x Jardim América</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">SV774 – Madureira x Jardim América</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">918 – Bangu x Bonsucesso</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">928 – Marechal Hermes x Bonsucesso</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">940 – Madureira x Ramos</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&nbsp;975 – Madureira x Fundão</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A MobiRio também informou alterações na operação do BRT. Devido a uma ação policial nas proximidades das estações Vila Queiroz e Otaviano, as linhas 42, entre Madureira e Galeão, no serviço parador, e 46, entre Alvorada e Penha, no serviço expresso, apresentaram intervalos irregulares.</span></p>
<p><strong>Nota<span style="font-weight: 400"> do Rio Ônibus na íntegra</span></strong></p>
<p>&#8220;O Rio Ônibus informa que um ônibus foi utilizado como barricada, na Av. Edgard Romero, em Madureira, e outro coletivo foi incendiado na Av. Monsenhor Félix, em Irajá. No momento, 13 linhas estão com impactos na região.</p>
<p>Ônibus incendiado</p>
<p>C27166 &#8211; SV774 Madureira x Jardim América</p>
<p>Ônibus utilizado como barricada</p>
<p>B44585 &#8211; 685 Margaridas x Meier</p>
<p>Linhas impactadas</p>
<p>355 Madureira x Praça Tiradentes</p>
<p>685 Term. Margaridas x Méier</p>
<p>712 Irajá x Cascadura</p>
<p>721 Vila Cruzeiro x Cascadura</p>
<p>774 Madureira x Jardim América</p>
<p>SV774 Madureira x Jardim América</p>
<p>775 Madureira x Jardim América</p>
<p>785 Marechal Hermes x Cascadura</p>
<p>918 Bangu x Bonsucesso</p>
<p>926 Senador Camará x Penha</p>
<p>928 Marechal Hermes x Bonsucesso</p>
<p>940 Madureira x Ramos</p>
<p>975 Madureira x Fundão<span style="font-weight: 400">&#8220;</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Sistema Transcol recebe 40 novos ônibus ao longo de outubro para frota da Região Metropolitana de Vitória, no Espírito Santo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/sistema-transcol-recebe-40-novos-onibus-ao-longo-de-outubro-para-frota-da-regiao-metropolitana-de-vitoria-no-espirito-santo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 17:53:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Coletivos contam com ar-condicionado e Wi-Fi; processo de renovação da frota foi iniciado em 2019 pelo Governo do Estado VINÍCIUS DE OLIVEIRA Neste mês de outubro, o Sistema Transcol recebeu 40 novos ônibus que irão atender a população da Região Metropolitana de Vitória, no Espírito Santo. A chegada dos coletivos é resultado da continuidade ao [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="471" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transcol-novos-onibus-1-1.jpg?fit=1024%2C471&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transcol-novos-onibus-1-1.jpg?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transcol-novos-onibus-1-1.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transcol-novos-onibus-1-1.jpg?resize=1024%2C471&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transcol-novos-onibus-1-1.jpg?resize=150%2C69&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transcol-novos-onibus-1-1.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transcol-novos-onibus-1-1.jpg?resize=1536%2C707&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transcol-novos-onibus-1-1.jpg?resize=2048%2C942&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/transcol-novos-onibus-1-1.jpg?resize=400%2C184&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Coletivos contam com ar-condicionado e Wi-Fi; processo de renovação da frota foi iniciado em 2019 pelo Governo do Estado</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Neste mês de outubro, o Sistema Transcol recebeu 40 novos ônibus que irão atender a população da Região Metropolitana de Vitória, no Espírito Santo.</p>
<p>A chegada dos coletivos é resultado da continuidade ao processo de renovação da frota, iniciado em 2019 pelo Governo do Estado.</p>
<p>A implementação dos veículos zero quilômetro faz com que a região atinja 75% da frota já é renovada e climatizada.</p>
<p><strong>Transcol amplia atendimento em Vila Velha neste sábado (31)</strong></p>
<p>A partir deste sábado, 31 de outubro, mais moradores de Vila Velha passam a contar com o Sistema Transcol. Com o encerramento da concessão municipal, o sistema metropolitano assume a operação de 30 linhas que atendiam o município, garantindo a continuidade dos itinerários e ampliando as possibilidades de deslocamento da população.</p>
<p>Na prática, a mudança permite que os passageiros utilizem os benefícios já disponíveis no Transcol, como a integração temporal e tarifária, a conexão com o Aquaviário por meio do Cartão GV e a consulta à previsão dos horários das viagens pelo aplicativo Ônibus GV. A incorporação das linhas amplia o acesso a uma rede metropolitana com tarifa única, ônibus equipados com ar-condicionado e Wi-Fi, facilitando os deslocamentos entre diferentes regiões e as conexões com outros serviços de transporte.</p>
<p>Quem ainda não possui o Cartão GV pode consultar os pontos de venda e as orientações para aquisição no site oficial: <a href="https://cartaogv.com.br/">https://cartaogv.com.br/</a>.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Metrô de SP abre licitação para modernizar estações Brás e Pedro II; CPTM contrata R$ 121,5 mil em materiais ferroviários</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/metro-de-sp-abre-licitacao-para-modernizar-estacoes-bras-e-pedro-ii-cptm-contrata-r-1215-mil-em-materiais-ferroviarios/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 17:31:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresas estaduais publicaram nesta quinta-feira (29) novas medidas para conservação da infraestrutura ferroviária; Metrô receberá propostas em 18 de novembro e CPTM formalizou dois contratos de fornecimento de chapas de alumínio ADAMO BAZANI O Metrô de São Paulo abriu uma licitação para modernizar as coberturas das estações Brás e Pedro II, ambas da Linha 3-Vermelha, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2211_0283_Estacao_Bras_L3-1024x682-1.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2211_0283_Estacao_Bras_L3-1024x682-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2211_0283_Estacao_Bras_L3-1024x682-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2211_0283_Estacao_Bras_L3-1024x682-1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2211_0283_Estacao_Bras_L3-1024x682-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2211_0283_Estacao_Bras_L3-1024x682-1.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Empresas estaduais publicaram nesta quinta-feira (29) novas medidas para conservação da infraestrutura ferroviária; Metrô receberá propostas em 18 de novembro e CPTM formalizou dois contratos de fornecimento de chapas de alumínio</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Metrô de São Paulo abriu uma licitação para modernizar as coberturas das estações Brás e Pedro II, ambas da Linha 3-Vermelha, enquanto a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) formalizou dois contratos que somam R$ 121,5 mil para o fornecimento de chapas de alumínio. As medidas foram publicadas no Diário Oficial do Estado de São Paulo desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, e integram as atividades de conservação e aquisição de materiais para o sistema ferroviário metropolitano.</p>
<p>No caso do Metrô, a disputa entre as empresas interessadas está marcada para 18 de novembro de 2026, às 9h, e envolve duas estações utilizadas nos deslocamentos pela região central da capital paulista. Já a CPTM contratou a Açofem Indústria e Comércio de Perfilados Ltda., por R$ 79,8 mil, e a Megafer Comércio de Ferro e Aço Ltda., por R$ 41,7 mil. Os contratos foram formalizados em 22 de outubro, com vigência de 60 dias, e envolvem o fornecimento de materiais metálicos para a companhia.</p>
<h3>Metrô pretende modernizar coberturas de duas estações da Linha 3-Vermelha</h3>
<p>A licitação lançada pela Companhia do Metropolitano de São Paulo contempla a prestação de serviços de modernização das coberturas das estações Brás e Pedro II.</p>
<p>O edital foi disponibilizado nesta quinta-feira, 29 de outubro, e estabelece o recebimento das propostas por meio de pregão eletrônico, com sessão pública marcada para 18 de novembro.</p>
<p>As coberturas das estações fazem parte da infraestrutura de proteção dos passageiros e das áreas de circulação, especialmente contra chuva e exposição ao sol.</p>
<p>A manutenção dessas estruturas também está relacionada à conservação dos espaços de embarque e desembarque, à durabilidade das instalações e às condições de utilização dos equipamentos públicos.</p>
<p>A Estação Brás tem importância particular para a rede metropolitana por concentrar conexões entre a Linha 3-Vermelha do Metrô e serviços ferroviários.</p>
<p>É utilizada tanto por passageiros que circulam dentro da capital quanto por aqueles que chegam de outros municípios da Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>A Estação Pedro II, por sua vez, atende a uma região central próxima à Avenida do Estado e a importantes eixos viários da cidade, funcionando como ponto de acesso ao sistema metroviário.</p>
<p>A contratação deverá estabelecer as condições para a execução dos serviços, incluindo as especificações técnicas, os materiais necessários e as obrigações da empresa vencedora.</p>
<p>As informações sobre a extensão das intervenções, o orçamento estimado e os prazos de execução deverão ser verificadas nos anexos técnicos do edital.</p>
<h3>CPTM formaliza dois contratos de fornecimento de chapas de alumínio</h3>
<p>Também nesta quinta-feira, a CPTM publicou a homologação de uma licitação e os extratos de dois contratos para aquisição de chapas de alumínio.</p>
<p>A concorrência foi realizada por pregão eletrônico e resultou na contratação de duas fornecedoras.</p>
<p>A Açofem Indústria e Comércio de Perfilados Ltda., inscrita no CNPJ 07.169.268/0001-09, fornecerá materiais no valor de R$ 79.800.</p>
<p>A Megafer Comércio de Ferro e Aço Ltda., inscrita no CNPJ 10.602.104/0001-20, foi contratada por R$ 41.700.</p>
<p>Os valores têm como referência setembro de 2026.</p>
<p>Os contratos foram formalizados em 22 de outubro e estabelecem prazo de vigência de 60 dias.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Fornecedora</th>
<th>Valor contratado</th>
<th>Vigência</th>
</tr>
<tr>
<td>Açofem Indústria e Comércio de Perfilados Ltda.</td>
<td>R$ 79.800,00</td>
<td>60 dias</td>
</tr>
<tr>
<td>Megafer Comércio de Ferro e Aço Ltda.</td>
<td>R$ 41.700,00</td>
<td>60 dias</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>R$ 121.500,00</td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>O objeto registrado pela CPTM é o fornecimento de chapas de alumínio. A destinação específica dos materiais dependerá das informações técnicas da contratação, que podem permitir identificar os equipamentos, estruturas ou instalações que receberão os produtos.</p>
<h3>Conservação de estações e materiais integra rotina de manutenção ferroviária</h3>
<p>Os dois procedimentos publicados pelo Governo do Estado de São Paulo estão relacionados a necessidades distintas das empresas ferroviárias.</p>
<p>No Metrô, a contratação é voltada diretamente à modernização da estrutura física de duas estações utilizadas diariamente pelos passageiros.</p>
<p>Na CPTM, a aquisição contempla materiais que poderão atender às necessidades de conservação e manutenção da companhia, conforme a aplicação prevista nas especificações técnicas.</p>
<p>A conservação das estações e da infraestrutura ferroviária é uma atividade contínua, que envolve desde grandes intervenções até a compra periódica de componentes e materiais.</p>
<p>Para os passageiros, essas medidas se relacionam às condições de utilização dos equipamentos, à preservação das instalações e à manutenção da qualidade dos ambientes de circulação.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>São Paulo reduz penalidades de Express, Grajaú e Campo Belo por paralisação de ônibus</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/sao-paulo-reduz-penalidades-de-express-grajau-e-campo-belo-por-paralisacao-de-onibus/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 17:01:26 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Recursos das três operadoras foram acolhidos parcialmente; Prefeitura adotou propostas da SPTrans para rever as sanções dos lotes AR4, E6 e AR9 ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo reduziu penalidades aplicadas à Express Transportes Urbanos, à Viação Grajaú e à Viação Campo Belo por paralisação do transporte coletivo municipal. As decisões acolhem parcialmente os [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="942" height="638" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1349.jpg?fit=942%2C638&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1349.jpg?w=942&amp;ssl=1 942w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1349.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1349.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1349.jpg?resize=768%2C520&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1349.jpg?resize=400%2C271&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 942px) 100vw, 942px" /> <p><em>Recursos das três operadoras foram acolhidos parcialmente; Prefeitura adotou propostas da SPTrans para rever as sanções dos lotes AR4, E6 e AR9</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo reduziu penalidades aplicadas à Express Transportes Urbanos, à Viação Grajaú e à Viação Campo Belo por paralisação do transporte coletivo municipal. As decisões acolhem parcialmente os recursos das empresas e determinam a revisão dos valores conforme manifestações técnicas da SPTrans.</p>
<p>Os julgamentos foram assinados pelo secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Jorge Caldeira, em 23 de outubro. As sanções estão vinculadas aos contratos de concessão das três operadoras e ao item AF-G17 da tabela de ocorrências contratuais, utilizado nos procedimentos que apuram a interrupção do atendimento aos passageiros.</p>
<p>A Express responde pelo lote AR4, integrante do grupo de articulação regional. A Viação Grajaú opera o lote estrutural E6. Já a Campo Belo aparece no julgamento vinculada ao Consórcio Transvida, responsável pela concessão do lote AR9.</p>
<h2>Como ficou a decisão para cada operadora</h2>
<p>No caso da Express, a Prefeitura adotou a proposta de redução contida em parecer da SPTrans. A sanção foi aplicada no âmbito do contrato de concessão de 2019 que disciplina a operação do lote AR4.</p>
<p>Para a Grajaú, o secretário também acolheu o recálculo proposto pela gerenciadora do sistema municipal. O procedimento está ligado ao contrato do lote E6 e passou pela análise da assessoria jurídica da Secretaria de Mobilidade.</p>
<p>A decisão da Campo Belo explicita a adoção de redução proporcional, fundamentada em duas manifestações técnicas da SPTrans. Nesse julgamento, o reconhecimento da infração contratual foi preservado, com alteração do montante da penalidade.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>Lote</th>
<th>Contrato de concessão</th>
<th>Resultado do recurso</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Express Transportes Urbanos</td>
<td>AR4</td>
<td>033/2019</td>
<td>Acolhimento parcial, com redução conforme parecer da SPTrans</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Grajaú</td>
<td>E6</td>
<td>025/2019</td>
<td>Acolhimento parcial, com redução conforme proposta técnica da SPTrans</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Campo Belo — Consórcio Transvida</td>
<td>AR9</td>
<td>038/2019</td>
<td>Acolhimento parcial, com redução proporcional e preservação do reconhecimento da infração</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As propostas da SPTrans foram incorporadas aos julgamentos da secretaria. Para Express e Grajaú, os despachos determinam a aplicação das reduções recomendadas nas respectivas análises. Para a Campo Belo, a decisão destaca expressamente a proporcionalidade como orientação do recálculo.</p>
<h2>Penalidade contratual e julgamento do recurso</h2>
<p>As três decisões se apoiam na Tabela de Eventos ou Ocorrências Contratuais que acompanha os instrumentos de concessão. Essa tabela integra o conjunto de obrigações assumidas pelas operadoras para prestar o serviço municipal.</p>
<p>O Regulamento de Sanções e Multas de São Paulo, instituído em abril de 2018, atribui à SPTrans a aplicação das penalidades previstas nos contratos de delegação do transporte coletivo. A norma também relaciona a fiscalização ao cumprimento das obrigações estabelecidas pela legislação municipal e pelos instrumentos firmados com cada empresa.</p>
<p>No procedimento administrativo, a aplicação da sanção e o julgamento do recurso são etapas sucessivas. A concessionária apresenta sua defesa, os elementos são examinados pelas áreas competentes e a autoridade responsável decide sobre o pedido de revisão.</p>
<p>Nos casos publicados nesta segunda-feira, a Secretaria de Mobilidade acolheu parte dos argumentos analisados e adotou os encaminhamentos técnicos da SPTrans. Os procedimentos retornam à empresa municipal para implementação dos resultados.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Itapemirim: STJ barra recurso da Suzantur que buscava impedir revisão do arrendamento, decisiva para credores</title>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 16:10:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa pretendia afastar apuração sobre prazo do contrato, possíveis descumprimentos e propostas concorrentes; disputa interfere na arrecadação da falência e na expectativa de trabalhadores, ex-empregados e famílias que aguardam pagamentos ADAMO BAZANI Colaloborou Vinícius de Oliveira O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deixou de admitir um recurso da Suzantur que buscava impedir a revisão de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="689" height="484" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/126.jpg?fit=689%2C484&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/126.jpg?w=689&amp;ssl=1 689w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/126.jpg?resize=300%2C211&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/126.jpg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/126.jpg?resize=400%2C281&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 689px) 100vw, 689px" /> <p><em>Empresa pretendia afastar apuração sobre prazo do contrato, possíveis descumprimentos e propostas concorrentes; disputa interfere na arrecadação da falência e na expectativa de trabalhadores, ex-empregados e famílias que aguardam pagamentos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaloborou Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deixou de admitir um recurso da Suzantur que buscava impedir a revisão de aspectos do arrendamento dos ativos da Itapemirim. Se a empresa fosse atendida nos termos pretendidos, seria afastada a abertura do procedimento destinado a apurar o encerramento do contrato, possíveis descumprimentos e propostas de outras interessadas, restringindo o caminho adotado pela Justiça paulista para definir o futuro do arrendamento.</p>
<p>A disputa tem efeito sobre as receitas destinadas à massa falida e sobre a preparação da venda dos ativos, etapas aguardadas por milhares de credores, entre trabalhadores, ex-trabalhadores e sucessores de empregados falecidos. Para essas famílias, a definição de quem explora a operação, quanto paga e como o patrimônio será vendido está relacionada à possibilidade de transformar direitos reconhecidos em dinheiro efetivamente recebido.</p>
<p>A decisão foi assinada pelo presidente do STJ, ministro Luis Felipe Salomão, em 21 de outubro de 2026 e publicada no dia 23. O recurso foi barrado por falta de um requisito processual, sem análise do mérito das alegações da Suzantur, identificada nos autos pela razão social Transportadora Turística Suzano Ltda.</p>
<p>O resultado preserva, nessa frente recursal, o acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo que permitiu investigar as condições do arrendamento. A decisão não atribui caráter protelatório à atuação da empresa nem reconhece má-fé, mas o conteúdo do recurso evidencia seu objetivo de preservar o contrato e sua permanência na operação.</p>
<h2>O que mudaria se a Suzantur conseguisse o que pediu</h2>
<p>O recurso contestava a abertura de um incidente específico dentro da falência para examinar três questões: quando termina o arrendamento, se houve descumprimentos contratuais e quais propostas poderiam ser apresentadas por terceiros.</p>
<p>Ao manter esse procedimento, o TJSP considerou que o contrato foi celebrado para preservar os ativos e gerar receitas para a massa falida. Também apontou a necessidade de apuração diante da discrepância entre os valores depositados e as propostas apresentadas.</p>
<p>A Suzantur pretendia afastar essa reabertura de discussão. Defendeu que o contrato já havia sido autorizado e homologado e que sua vigência deveria alcançar a realização do leilão.</p>
<p>O efeito pretendido era preservar a relação contratual existente e impedir que aquele incidente fosse utilizado para reavaliar sua duração e examinar alternativas de arrendamento.</p>
<p>Isso teria reflexos sobre a organização da operação até a venda definitiva: a escolha de uma arrendatária, as condições de remuneração da massa falida e a transição para uma eventual adquirente estão relacionadas ao processo de alienação dos ativos.</p>
<p>O pedido, entretanto, não pode ser descrito como uma tentativa de impedir o leilão. No próprio recurso, a Suzantur sustentou que os credores tinham direito à realização da venda dos bens e defendeu permanecer até sua conclusão. A controvérsia estava no caminho a ser seguido durante esse período e na possibilidade de substituição da operadora.</p>
<h2>Permanecer na operação atende a um interesse econômico da empresa</h2>
<p>A continuidade do arrendamento permite à Suzantur manter a exploração comercial da atividade e das marcas abrangidas pelo contrato.</p>
<p>Esse interesse econômico aparece acompanhado de uma justificativa apresentada pela empresa: a necessidade de preservar os investimentos realizados, manter os serviços e evitar uma desmobilização antes do leilão.</p>
<p>A Suzantur argumentou que assumiu uma estrutura que exigia recuperação e investimentos elevados. Sustentou também que a troca de arrendatários poderia prejudicar a preservação dos ativos destinados à venda.</p>
<p>Para a massa falida e seus credores, a análise envolve outro componente: qual alternativa oferece maior retorno efetivo e segurança de cumprimento, considerando também os custos e os riscos de uma transição.</p>
<p>A existência desses interesses distintos exige separar a estratégia processual de uma conclusão sobre abuso. A decisão de Salomão não examinou se a Suzantur pretendia prolongar artificialmente a disputa nem se sua permanência seria a solução mais vantajosa para os credores.</p>
<h2>Os quatro argumentos apresentados pela Suzantur</h2>
<p>A defesa da empresa reuniu quatro conjuntos de alegações contra o acórdão paulista.</p>
<p>No primeiro, afirmou que a autorização e a homologação do arrendamento já haviam sido decididas e não poderiam ser novamente discutidas. Invocou a preclusão, expressão jurídica que indica a impossibilidade de reabrir determinada questão já superada no processo.</p>
<p>A Suzantur sustentou que o próprio Judiciário havia considerado adequado o retorno mínimo mensal de R$ 200 mil ao aprovar o contrato, em um momento no qual os ativos exigiam investimentos para voltar a operar.</p>
<p>O segundo argumento foi de decisão surpresa. A empresa alegou que a abertura do incidente e a discussão sobre cláusulas contratuais teriam ocorrido sem manifestação prévia das partes, em violação ao contraditório e à ampla defesa.</p>
<p>Na terceira frente, questionou o interesse processual das concorrentes para pedir o encerramento do arrendamento e assumir um novo contrato.</p>
<p>Afirmou que a exploração da marca por concorrentes poderia reduzir seu valor antes da venda definitiva. Essa é uma alegação da Suzantur reproduzida no documento, e não uma conclusão judicial sobre a conduta de outras empresas.</p>
<p>Por fim, defendeu a obrigatoriedade de cumprimento do contrato e sua manutenção até o leilão. Alegou que a substituição da arrendatária comprometeria a finalidade de conservar e valorizar o patrimônio da falência.</p>
<h2>STJ barrou o recurso por falta de exame prévio das questões pelo TJSP</h2>
<p>O presidente do STJ apontou ausência de prequestionamento.</p>
<p>Esse requisito exige que as questões jurídicas levadas ao tribunal superior tenham sido examinadas anteriormente pelo tribunal responsável pelo acórdão recorrido.</p>
<p>Segundo Salomão, os quatro conjuntos de controvérsias apresentados pela Suzantur não haviam sido enfrentados pela Corte paulista. O ministro também registrou que não foram apresentados embargos de declaração para provocar esse exame.</p>
<p>Foram aplicadas as Súmulas 282 e 356 do Supremo Tribunal Federal como fundamento para impedir a análise do recurso especial.</p>
<p>Na conclusão, Salomão conheceu do agravo para não conhecer do recurso especial. Na prática, examinou a tentativa de levar o recurso à Corte, mas não abriu o julgamento de seu conteúdo.</p>
<p>O processo é o Agravo em Recurso Especial nº 3.312.585/SP. Figuram como partes contrárias ao recurso a Viação Águia Branca, a Empresa de Ônibus Nossa Senhora da Penha e a administradora judicial EXM Partners.</p>
<p>A autorização para apurar possíveis descumprimentos contratuais permanece distinta de uma decisão que os considere comprovados.</p>
<h2>Falência transformou operação e patrimônio em fontes de pagamento</h2>
<p>O Grupo Itapemirim teve a falência decretada em 21 de setembro de 2022, pela 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, depois da tentativa de recuperação judicial.</p>
<p>O arrendamento foi adotado para preservar parte da atividade e gerar receitas enquanto os ativos fossem preparados para alienação. A Suzantur retomou operações em 2023, utilizando as marcas Itapemirim e Kaissara.</p>
<p>O contrato estabelecia remuneração mínima mensal de R$ 200 mil ou percentual de 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, conforme suas condições.</p>
<p>Posteriormente, outras empresas apresentaram propostas para um novo arrendamento. A Águia Branca ofereceu pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões.</p>
<p>A diferença entre os valores passou a integrar a disputa, ao lado do prazo do contrato anterior e dos investimentos necessários para manter ou assumir os serviços.</p>
<p>Como acompanhou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 9 de junho de 2026, a Primeira Turma do STJ decidiu, por três votos a dois, restabelecer os efeitos da decisão que permitia a substituição da Suzantur pela Águia Branca.</p>
<p>Esse julgamento pertence a outra frente recursal. A decisão publicada em 23 de outubro trata especificamente da tentativa de afastar o procedimento de apuração das condições do arrendamento.</p>
<h2>Transição também depende de decisões e compromissos das demais partes</h2>
<p>A indefinição sobre a operação reúne questionamentos de diferentes interessados.</p>
<p>Em outubro, a Águia Branca reafirmou capacidade para assumir os serviços, mas defendeu uma definição sobre o leilão antes da mobilização da estrutura necessária à transição. A empresa apontou o risco econômico de organizar uma operação temporária que poderia ser encerrada com a venda dos ativos.</p>
<p>A Suzantur pediu a formalização de sua permanência, alegando insegurança operacional, fiscal e trabalhista sem um instrumento contratual vigente.</p>
<p>Em decisão noticiada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em 15 de outubro, a juíza Isadora Botti Beraldo Moro autorizou a continuidade excepcional da Suzantur até a entrada efetiva da Águia Branca ou a realização do leilão, o que ocorrer primeiro.</p>
<p>A magistrada preservou a homologação da proposta da Águia Branca e considerou necessário estabelecer obrigações para a empresa que continuava operando.</p>
<p>Também entendeu que os riscos econômicos da transição não poderiam ser transferidos à massa falida, aos credores ou à atual operadora.</p>
<p>Esse histórico mostra que a permanência da Suzantur resulta de uma combinação de recursos, decisões judiciais e dificuldades de implementação da substituição, e não de um único pedido.</p>
<h2>Condições do leilão envolvem regulação e valor dos ativos</h2>
<p>O arrendamento e a venda definitiva cumprem funções diferentes.</p>
<p>O primeiro permite explorar temporariamente a atividade e gerar receitas. O leilão busca converter os ativos em recursos para o pagamento das obrigações da massa falida.</p>
<p>As condições dessa venda também são disputadas. A Penha apresentou questionamentos sobre garantias, avaliação, pagamento e transição. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade, apontou a necessidade de análise concorrencial da operação vencedora.</p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres, a ANTT, sustenta que as autorizações para explorar serviços interestaduais dependem da regulação federal e não podem ser transferidas automaticamente como patrimônio privado.</p>
<p>A administradora judicial EXM Partners defende o prosseguimento do leilão e a preservação dos direitos econômicos associados à operação, argumentando que sua exclusão poderia reduzir a arrecadação.</p>
<p>A segurança sobre o que poderá ser explorado depois da compra influencia o interesse das empresas e o valor das propostas. Por isso, a definição regulatória e a solução das controvérsias contratuais têm importância para o resultado econômico da venda.</p>
<h2>Para trabalhadores e famílias, a espera tem consequências concretas</h2>
<p>O interesse dos credores vai além da definição de qual empresa permanecerá à frente dos ônibus.</p>
<p>Para trabalhadores e ex-trabalhadores, o resultado esperado é o recebimento de salários, verbas rescisórias e outros direitos reconhecidos. Para sucessores de empregados falecidos, a espera alcança valores deixados por familiares que morreram antes da conclusão dos pagamentos.</p>
<p>A arrecadação do arrendamento e dos leilões pode contribuir para esses pagamentos, mas o ingresso de dinheiro nas contas da falência é uma etapa anterior à distribuição. Cada crédito depende de reconhecimento, classificação e das liberações determinadas no processo.</p>
<p>Em setembro, quando a falência completou quatro anos, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou que a Justiça havia determinado providências para liberar recursos a trabalhadores extraconcursais incluídos em relação homologada.</p>
<p>Na mesma cobertura, os créditos trabalhistas concursais citados nos autos somavam R$ 70,56 milhões. São grupos submetidos a tratamentos distintos dentro da falência, e a liberação para uma relação específica não corresponde à quitação de todos os trabalhadores.</p>
<p>Para quem aguarda, o pagamento pode representar a possibilidade de reorganizar o orçamento, enfrentar despesas acumuladas e dar destino a direitos que permanecem vinculados ao processo. Nas famílias de trabalhadores falecidos, soma-se a necessidade de regularizar a identificação dos sucessores legalmente habilitados a receber.</p>
<p>É por isso que a discussão sobre prazo contratual, propostas concorrentes e leilão tem relevância social. Essas definições influenciam a formação dos recursos que poderão atender os credores, embora não estabeleçam, isoladamente, a data ou o valor que cada um receberá.</p>
<p>A decisão publicada em 23 de outubro preserva uma das vias de apuração dessas condições. O interesse dos credores continua sendo que os contratos sejam cumpridos, os ativos tenham destinação economicamente adequada e os valores arrecadados se convertam em pagamentos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-542344" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/untitled-design-5.jpg?resize=745%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="745" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/untitled-design-5.jpg?resize=745%2C1024&amp;ssl=1 745w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/untitled-design-5.jpg?resize=218%2C300&amp;ssl=1 218w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/untitled-design-5.jpg?resize=109%2C150&amp;ssl=1 109w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/untitled-design-5.jpg?resize=768%2C1056&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/untitled-design-5.jpg?resize=1118%2C1536&amp;ssl=1 1118w, 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<h1 style="text-align: center;"><strong>HISTÓRICO</strong></h1>
<h2>Cronologia: da recuperação judicial à disputa pelo leilão da Itapemirim</h2>
<p><strong>7 de março de 2016 – Itapemirim entra em recuperação judicial</strong></p>
<p>O Grupo Itapemirim inicia o processo de recuperação judicial no Espírito Santo, diante do agravamento das dificuldades financeiras.</p>
<p>Fundada em 1953, por Camilo Cola, em Cachoeiro de Itapemirim, a Viação Itapemirim havia se tornado uma das maiores empresas rodoviárias do país, com ligações entre diferentes regiões brasileiras.</p>
<p>O processo passa por disputas societárias e mudanças no controle das empresas. Posteriormente, por determinação do Superior Tribunal de Justiça, a recuperação judicial é transferida para São Paulo.</p>
<p><strong>2016 a 2021 – Alterações societárias, venda de ativos e descumprimentos do plano</strong></p>
<p>O grupo passa por mudanças administrativas envolvendo Sidnei Piva de Jesus, Camila de Souza Valdívia e a família Cola.</p>
<p>A EXM Partners aponta, em manifestações judiciais, problemas relacionados à utilização dos recursos obtidos com alienações patrimoniais e ao descumprimento dos compromissos assumidos com credores.</p>
<p><strong>Dezembro de 2021 – ITA suspende voos e agrava crise</strong></p>
<p>A companhia aérea Itapemirim Transportes Aéreos interrompe suas operações comerciais.</p>
<p>A EXM posteriormente questiona a utilização de dezenas de milhões de reais do Grupo Itapemirim na companhia aérea e em outras operações empresariais.</p>
<p>Os problemas também atingem os serviços de ônibus, com dificuldades de manutenção, pagamento de empregados e continuidade das viagens.</p>
<p>Primeiro semestre de 2022 – Operação rodoviária entra em colapso</p>
<p>A Itapemirim e a Caiçara praticamente interrompem suas atividades.</p>
<p>A nova gestão judicial encontra veículos deteriorados, problemas administrativos, atrasos trabalhistas, sistemas inoperantes e dificuldades para localizar e recuperar ativos.</p>
<p>A EXM considera inviável manter a recuperação judicial.</p>
<p><strong>15 de julho de 2022 – EXM pede falência e apresenta proposta da Suzantur</strong></p>
<p>A administradora judicial apresenta petição de 29 páginas defendendo a conversão da recuperação judicial em falência.</p>
<p>No mesmo documento, informa ter recebido oferta da Transportadora Turística Suzano para arrendar linhas, guichês, marcas e parte dos imóveis operacionais.</p>
<p>A EXM recomenda autorização emergencial do contrato, sem apresentar naquela petição um procedimento competitivo prévio para seleção entre transportadoras.</p>
<p>Também reconhece que a Ricco Transportes havia manifestado anteriormente interesse em adquirir linhas da Caiçara.</p>
<p>A justificativa para a escolha da Suzantur é a urgência em preservar os serviços e impedir a desvalorização dos ativos.</p>
<p><strong>21 de setembro de 2022 – Justiça decreta falência da Itapemirim</strong></p>
<p>A 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo decreta a falência do Grupo Itapemirim.</p>
<p>A Justiça autoriza o arrendamento emergencial da operação à Suzantur para permitir a continuidade dos serviços e preservar bens e direitos econômicos.</p>
<p>29 de setembro de 2022 – Arrendamento é formalizado</p>
<p>A massa falida e a Suzantur assinam contrato para exploração temporária dos serviços.</p>
<p>A remuneração prevê pagamento mínimo mensal de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens, prevalecendo o valor mais elevado.</p>
<p>O arrendamento é apresentado como solução provisória até a alienação definitiva dos ativos.</p>
<p>Outubro de 2022 – Início das discussões administrativas com a ANTT</p>
<p>O contrato e a documentação referente à operação são submetidos à agência reguladora.</p>
<p>Surgem controvérsias sobre a possibilidade jurídica de utilização dos direitos relacionados às linhas por empresa diferente das antigas titulares.</p>
<p><strong>27 de fevereiro de 2023 – ANTT permite retomada gradual</strong></p>
<p>A agência autoriza providências para a retomada dos serviços rodoviários dentro das condições administrativas então estabelecidas.</p>
<p>A Suzantur prepara veículos, estruturas comerciais e serviços para atender os mercados da antiga operação.</p>
<p><strong>4 de março de 2023 – Nova Itapemirim inicia viagens</strong></p>
<p>A Suzantur começa a prestar os serviços utilizando a marca Nova Itapemirim.</p>
<p>A primeira viagem desta fase é realizada entre São Paulo e Curitiba, com saída do Terminal Rodoviário do Tietê.</p>
<p>O Diário do Transporte acompanha a saída dos veículos e o início da operação.</p>
<p><strong>Agosto de 2023 – TJSP mantém arrendamento emergencial</strong></p>
<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo rejeita questionamentos à contratação e considera as circunstâncias excepcionais da falência e a necessidade de preservação da operação.</p>
<p>A decisão não representa a aquisição definitiva da rede pela Suzantur.</p>
<p><strong>2023 – Avaliação patrimonial identifica ativos da UPI</strong></p>
<p>Levantamento elaborado pela Setape identifica linhas, mercados, guichês, veículos e marcas relacionados à operação.</p>
<p>O trabalho atribui valor aproximado de R$ 97,21 milhões ao conjunto avaliado, que passa a integrar as discussões sobre o leilão.</p>
<p><strong>2024 – Aproximação do fim do período originalmente previsto para o arrendamento</strong></p>
<p>Com a continuidade da Suzantur e a necessidade de definir o futuro da operação, outras empresas demonstram interesse em assumir temporariamente os serviços.</p>
<p>A discussão passa a envolver a possibilidade de uma nova contratação, com valores de remuneração superiores aos do contrato original.</p>
<p><strong>Início de 2025 – Propostas concorrentes ganham força</strong></p>
<p>A Viação Águia Branca apresenta proposta de R$ 3,02 milhões mensais.</p>
<p>A Expresso União, do Grupo Comporte, também participa da disputa com oferta de remuneração à massa falida.</p>
<p>A Suzantur defende a continuidade do arrendamento, enquanto a Justiça analisa os interesses dos credores e as condições da substituição.</p>
<p><strong>7 de abril de 2025 – Justiça homologa proposta da Águia Branca</strong></p>
<p>A 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo homologa a oferta da transportadora capixaba para assumir um novo arrendamento.</p>
<p>A decisão decorre de procedimento competitivo destinado à seleção de uma nova operadora temporária.</p>
<p><strong>8 de abril de 2025 – Efeitos da homologação são suspensos</strong></p>
<p>Decisão relacionada a recurso da Suzantur impede a substituição imediata.</p>
<p>A empresa permanece na operação enquanto prosseguem as discussões judiciais.</p>
<p><strong>Segundo semestre de 2025 – Disputa chega ao STJ</strong></p>
<p>A Suzantur busca preservar o arrendamento.</p>
<p>A Águia Branca defende a validade da proposta homologada pela Justiça paulista.</p>
<p>Paralelamente, a EXM apresenta minutas e defende a realização do leilão definitivo.</p>
<p>A ANTT questiona a possibilidade de alienação dos direitos de exploração das linhas.</p>
<p><strong>24 de fevereiro de 2026 – STJ inicia exame colegiado da disputa pelo arrendamento</strong></p>
<p>O ministro Sergio Kukina, relator, apresenta voto favorável à manutenção da proteção judicial então concedida à Suzantur.</p>
<p>Pedidos de vista e adiamentos prolongam a definição.</p>
<p><strong>11 de março de 2026 – TJSP mantém autorização para leilão</strong></p>
<p>A 1ª Câmara Reservada de Direito Empresarial nega provimento a recurso da ANTT contra a autorização judicial para alienação da UPI.</p>
<p>O tribunal reconhece a possibilidade de inclusão dos direitos de exploração das linhas na composição econômica da venda, preservando as competências da agência reguladora.</p>
<p>Esse julgamento é utilizado pela EXM como principal fundamento de sua manifestação de 20 de outubro.</p>
<p><strong>27 de abril de 2026 – EXM apresenta nova minuta de edital</strong></p>
<p>Conforme mostrou o Diário do Transporte, a administradora judicial apresenta nova versão do edital da UPI Operação Itapemirim.</p>
<p>O documento passa a integrar as discussões sobre condições de pagamento, garantias, transição operacional e exigências administrativas.</p>
<p><strong>14 de maio de 2026 – ANTT alerta sobre esvaziamento econômico dos ativos</strong></p>
<p>A agência apresenta à Justiça manifestação sobre o pedido administrativo da Suzantur.</p>
<p>Afirma que a transportadora não reúne os requisitos regulatórios necessários e considera inadequada a tentativa de regularizar em seu nome mercados anteriormente explorados pela Itapemirim e pela Caiçara.</p>
<p>A ANTT também declara que eventual deferimento transferiria imediatamente a titularidade das linhas à Suzantur, esvaziando o valor econômico dos ativos da massa falida e prejudicando o leilão.</p>
<p>É essa advertência que ganha novamente relevância em outubro.</p>
<p><strong>18 de maio de 2026 – Diário do Transporte revela comparação de receitas</strong></p>
<p>Levantamento apresentado na disputa judicial mostra que os depósitos relativos ao arrendamento da Suzantur somavam R$ 11.935.436,57 até 16 de abril de 2026.</p>
<p>A reportagem também apresenta a estimativa de que a proposta da Águia Branca poderia gerar R$ 42,28 milhões em 12 meses, no período considerado no levantamento.</p>
<p>A comparação envolve depósitos efetivos de um contrato e valores projetados de outro, não duas arrecadações realizadas.</p>
<p><strong>9 de junho de 2026 – STJ revoga liminar que favorecia a Suzantur</strong></p>
<p>Por três votos a dois, a Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça revoga a medida provisória que havia suspendido os efeitos da decisão paulista favorável à substituição do arrendamento.</p>
<p>Prevalece o voto do ministro Gurgel de Faria, que considera não demonstrados os requisitos necessários à manutenção daquela proteção provisória.</p>
<p>O julgamento restabelece os efeitos da decisão estadual que considerou mais vantajosa a realização de novo arrendamento.</p>
<p>A decisão não representa transferência automática das autorizações administrativas.</p>
<p><strong>16 de junho de 2026 – STJ divulga fundamentos do julgamento</strong></p>
<p>O tribunal explica que a decisão levou em conta a conclusão do TJSP sobre o encerramento do prazo do contrato original e a possibilidade de propostas mais vantajosas para a massa falida.</p>
<p>Também ressalta os obstáculos processuais existentes no recurso apresentado pela Suzantur.</p>
<p><strong>3 de julho de 2026 – Acórdão do STJ é publicado</strong></p>
<p>A decisão colegiada é formalmente publicada.</p>
<p>Continuam as discussões sobre a implantação do novo arrendamento, os efeitos dos recursos e as exigências administrativas e operacionais para eventual transição.</p>
<p>20 de agosto de 2026 – Suzantur apresenta novo questionamento ao STJ</p>
<p>A empresa busca afastar efeitos do julgamento que favoreceu a substituição do arrendamento.</p>
<p>A disputa continua judicialmente, enquanto a Suzantur permanece responsável pelos serviços.</p>
<p><strong>Setembro de 2026 – Controvérsias sobre recursos e leilão prosseguem</strong></p>
<p>O processo continua envolvendo discussões sobre o novo arrendamento e a alienação definitiva.</p>
<p>O Diário do Transporte acompanha os desdobramentos dos julgamentos, inclusive alterações na composição dos ministros responsáveis pela análise de recursos.</p>
<p><strong>8 de outubro de 2026 – Justiça registra esclarecimentos da ANTT</strong></p>
<p>A juíza Isadora Botti Beraldo Moro menciona, no item 6 de sua decisão, os esclarecimentos apresentados pela agência sobre a abrangência e as consequências práticas de eventual deferimento do pedido administrativo da Suzantur.</p>
<p>Determina ciência às partes e demais interessados.</p>
<p>Outubro de 2026 – Juíza examina questionamentos ao edital</p>
<p>A Justiça reúne manifestações da Águia Branca, Suzantur, Penha, EXM, ANTT e Cade sobre as condições da alienação.</p>
<p>Entre as questões discutidas estão garantias financeiras, critérios de avaliação, prazo de pagamento, transição operacional e exigências regulatórias.</p>
<p>A magistrada também encaminha controvérsias ao Ministério Público.</p>
<p><strong>Meados de outubro de 2026 – Continuidade provisória da Suzantur é autorizada</strong></p>
<p>A Justiça admite a permanência temporária da Suzantur para evitar a prestação dos serviços sem cobertura contratual enquanto a transição ou a alienação definitiva não se concretizam.</p>
<p>A medida não representa o cancelamento automático da homologação da proposta da Águia Branca.</p>
<p><strong>20 de outubro de 2026 – EXM volta a defender o leilão</strong></p>
<p>A administradora judicial apresenta às 16h54 sua nova manifestação.</p>
<p>A EXM destaca o julgamento anterior do TJSP e sustenta que a venda dos direitos econômicos relacionados às linhas pode prosseguir, respeitadas as competências regulatórias da ANTT.</p>
<p>Entretanto, não desenvolve uma análise específica sobre o alerta da agência de que eventual regularização dos mercados em nome da Suzantur poderia transferir imediatamente a titularidade das linhas e esvaziar o valor econômico associado aos ativos da massa falida.</p>
<p>O Diário do Transporte obtém o documento com exclusividade e o confronta com os esclarecimentos da ANTT e a petição de julho de 2022 que recomendou o arrendamento emergencial à Suzantur.</p>
<h2>O que fica em discussão para credores, passageiros e empresas</h2>
<p>A documentação examinada permite identificar uma sequência que começa antes da decretação da falência e chega à disputa atual sobre o destino da operação.</p>
<p>Em julho de 2022, a EXM recomendou à Justiça a contratação emergencial da Suzantur, argumentando que a continuidade dos serviços permitiria preservar ativos e garantir melhores condições para uma venda futura.</p>
<p>A proposta foi apresentada diante de uma situação operacional grave, marcada pela paralisação das linhas e pela deterioração de veículos e estruturas.</p>
<p>A contratação ocorreu após autorização judicial e permitiu a retomada gradual dos serviços em 2023.</p>
<p>Nos anos seguintes, entretanto, a permanência da Suzantur passou a ser contestada por outras transportadoras interessadas no arrendamento.</p>
<p>A Justiça paulista homologou uma proposta da Águia Branca, o Superior Tribunal de Justiça examinou a disputa e a substituição continuou sujeita a questões judiciais e operacionais.</p>
<p>Paralelamente, o leilão definitivo passou a enfrentar questionamentos relacionados às condições econômicas, concorrenciais e regulatórias da alienação.</p>
<p>A manifestação da ANTT acrescentou outra dimensão ao processo.</p>
<p>A agência não se limitou a contestar a transferência automática das autorizações, mas identificou um pedido específico da Suzantur que, se deferido, poderia alterar a titularidade administrativa dos mercados anteriormente explorados pelas empresas falidas.</p>
<p>A consequência apontada pela ANTT é especialmente relevante para os credores, porque envolve a possibilidade de perda de valor econômico dos direitos incluídos no leilão.</p>
<p>O documento da EXM apresentado nesta terça-feira defende a continuidade da venda como alternativa para preservar esse valor, mas não aprofunda o efeito concreto da regularização administrativa apontada pela agência.</p>
<p>São questões distintas, porém relacionadas.</p>
<p>Também permanece relevante a documentação de 2022, que demonstra ter sido a própria administradora judicial a recomendar o arrendamento emergencial à Suzantur, sem apresentar naquele momento um procedimento competitivo prévio para escolha da transportadora.</p>
<p>O registro não permite concluir que tenha ocorrido irregularidade ou que a EXM tenha agido para beneficiar determinada empresa.</p>
<p>Mostra, entretanto, que a escolha inicial e os mecanismos utilizados para preservar a concorrência fazem parte do histórico que precisa ser considerado na avaliação dos acontecimentos posteriores.</p>
<p>Para os passageiros, o principal interesse continua sendo a prestação regular e segura dos serviços interestaduais, sem interrupções decorrentes das disputas empresariais e judiciais.</p>
<p>Para os trabalhadores, a continuidade operacional também envolve a preservação dos empregos e dos direitos decorrentes das relações de trabalho.</p>
<p>Para as empresas interessadas no leilão, é necessário conhecer com precisão os ativos oferecidos, as condições econômicas da aquisição e os requisitos administrativos para explorar os mercados.</p>
<p>Para os credores, a preocupação envolve a capacidade da alienação de gerar recursos suficientes para reduzir as perdas provocadas pela falência.</p>
<p>E, para a Justiça, permanece o desafio de conciliar esses interesses com a legislação falimentar e as competências regulatórias da ANTT.</p>
<p>O confronto entre os documentos de 2022 e 2026 não permite antecipar uma conclusão sobre a regularidade da contratação original ou sobre o resultado do pedido administrativo da Suzantur.</p>
<p>Mas esclarece um ponto fundamental: a própria administradora que recomendou a contratação emergencial em 2022 agora defende a alienação definitiva da operação, enquanto a agência reguladora alerta que um requerimento da atual operadora pode comprometer economicamente parte importante do que será vendido.</p>
<p>A manifestação desta terça-feira (20) não detalha como esse risco específico seria enfrentado.</p>
<p>A questão permanece relevante para a definição do edital, a participação de interessados e a proteção dos credores, independentemente de qual empresa venha a assumir os serviços.</p>
<h1><strong>CONFIRA O HISTÓRICO RECENTE:</strong></h1>
<p>A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu em 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais correspondentes à malha que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022. Foram 3 votos em favor da Águia Branca e dois em favor da Suzantur, que deve sair.</p>
<p>Cabe recurso. A decisão ocorreu pelo provimento das alegações do empresa capixaba.</p>
<p>A troca não é imediata. Além de haver a possibilidade de recurso, há transições a seguir.</p>
<p>O julgamento teve início com a manifestação do ministro Gurgel de Faria, tinha pedido vistas, que divergiu do relator ministro Sergio Kukina, sendo favorável para que o novo arrendamento seja válido para a Viação Águia Branca assumir as linhas. Gurgel de Faria seguiu o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo.</p>
<p>Sergio Kukina destacou que ainda tem dúvidas sobre a competência da Primeira Turma sobre o assunto, mas compreendeu que o tema necessita de uma análise urgente. O relator ainda reconheceu que a proposta econômica da Águia Branca ser mais vantajosa aos credores, mas se disse preocupado se a troca de empresas poderia prejudicar os serviços e o que ocorreria com os funcionários registrados pela Suzantur.</p>
<p>Em seguida, a ministra Regina Helena Costa se manifestou e acompanhou a divergência de Faria, sendo favorável a Viação Águia Branca.</p>
<p>O ministro Paulo Sérgio Domingues foi o terceiro e se manifestou também em prol da Águia Branca no arrendamento. O ministro Benedito Gonçalves foi a favor da Suzatur.</p>
<p>Todos os ministros manifestaram estranheza no fato de que o recurso foi remetido à Primeira Turma, mas entenderam a necessidade de votar.</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento ocorreu nesta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>VEJA OS VOTOS:</p>
<p><div style="width: 1040px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-542342-3" width="1040" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4</a></video></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento foi remarcado para esta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>Como tinha mostrado o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> o contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p><strong>O PASSO A PASSO EM RESUMO:</strong></p>
<p><strong>09 de junho de 2026:</strong> A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais correspondentes à malha que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022. Foram 3 votos em favor da Águia Branca e dois em favor da Suzantur, que deve sair. Cabe recurso</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/</a></p>
<p><strong>18 de maio de 2026: </strong>O <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> com exclusividade, revelou que contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/</a></p>
<p><strong>14 de maio de 2026: </strong>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani, com a colaboração do repórter Yuri Sena trazem em primeira mão nesta quinta-feira, 14 de maio de 2026: acaba de ser marcada a retomada do julgamento pelo STJ sobre o arrendamento das linhas, mercados e estruturas da Viação Itapemirim, que será a partir de 09 de junho de 2026. Será julgamento presencial.</p>
<p><strong>07 de abril de 2026:</strong> Retomado o julgamento do recurso da Suzantur contra decisão da Justiça de São Paulo que permitiu que a Águia Branca, após um procedimento de concorrência judicial, assumisse um novo. Mas de novo foi adiada decisão sobre se a Viação Águia Branca assume arrendamento da Itapemirim no lugar da Suzantur. Em sessão que ocorreu em 07 de abril de 2026, o ministro Gurgel de Faria pede de novo vistas. Uma nova data será marcada. Já foi o segundo adiamento. A ministra Regina Helena Costa levantou na sessão dúvidas sobre se o processo deveria mesmo ser pela Primeira Turma, por ser de natureza falimentar.</p>
<p><strong>12 de março de 2026:</strong> Remarcado o julgamento</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>02 de março de 2026:</strong> Ministro Gurgel de Faria, do STJ, pediu vistas para melhor análise do processo, suspendendo a sessão virtual que teve início em 23 de fevereiro de 2026.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>24 de fevereiro de 2026:</strong> o ministro-relator do processo, Sergio Kukina, votou favoravelmente a permanência da Suzantur frente às operações arrendadas da Itapemirim até o leilão das linhas, marcas e guichês, mas ainda faltam outros ministros para votar.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/</a></p>
<p><strong>09 de setembro de 2025</strong>: De forma monocrática (sozinho) e em liminar (decisão provisória) o ministro relator Sérgio Kukina atendeu ao pedido da Suzantur e manteve a viação no arrendamento até o julgamento por parte da corte, justamente este concluído em 03 de março de 2026, e noticiado <strong>em primeira-mão pelo DIÁRIO DO TRANSPORTE.</strong></p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/">https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/</a></p>
<p><strong>07 de abril 2025:</strong>  O juiz Marcelo Stabel de Carvalho Hannoun, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo atendeu recurso da Águia Branca e decidiu homologar a proposta da empresa para assumir no lugar da viação de urbanos do ABC.</p>
<p>As propostas foram:</p>
<p>&#8211; <strong>Viação Águia Branca</strong> ofereceu R$ 3,02 milhões por mês, independentemente da receita;</p>
<p>&#8211; <strong>Grupo Comporte,</strong> pela Expresso União, ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens</p>
<p>&#8211; <strong>Íntese Empreendimentos</strong>, do dono inoperante Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. O empresário tem o hábito de acionar a Justiça contra jornalistas. Funcionários, entretanto, reclamam de falta de pagamento.</p>
<p><strong>04 de março de 2023:</strong> Da garagem provisória da Suzantur, em Santo André, parte o primeiro ônibus da fase de retomada de linhas. O veículo, de dois andares e quatro eixos, fez a linha São Paulo x Curitiba, inaugurando a era da administração do diretor da Suzantur, Claudinei Brogliato, frente às operações interestaduais com o nome Nova Itapemirim.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou a saída da garagem provisória de Santo André (SP) com exclusividade. Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/">https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/</a></p>
<p><strong>27 de fevereiro de 2023:</strong> Depois de longa batalha jurídica contra a ANTT e empresas de ônibus concorrentes, como as que formam o Grupo Comporte (família Constantino de Oliveira), Grupo Garcia Brasil Sul (Paraná) e Grupo Águia Branca (Espírito Santo), a Suzantur (São Paulo) consegue liberação da ANTT para gradativamente retomar as operações de todas as 125 linhas de ônibus interestaduais que haviam sido paralisadas entre as gestões da família do fundador da Itapemirim, Camilo Cola, e do empresário Sidnei Piva de Jesus (que era dono da Itapemirim na data da falência)</p>
<p><strong>05 de outubro de 2022</strong>: A administradora judicial da falência do Grupo Itapemirim, EXM Partners, protocola o contrato de arrendamento das linhas de ônibus interestaduais junto à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).</p>
<p><strong>29 de setembro de 2022</strong>: É assinado o contrato de arrendamento entre a Suzantur e a massa falida do Grupo Itapemirim. O objetivo do arrendamento é gerar recursos para a massa falida.</p>
<p><strong>21 de setembro de 2022:</strong> As viações Itapemirim e Kaissara pertencem ao Grupo Itapemirim, que teve falência decretada pela Justiça, em 21 de setembro de 2022. Na mesma decisão, o juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, até então responsável pelo processo em primeira instância, aceitou proposta da empresa de ônibus urbanos, Suzantur, de Santo André, no ABC Paulista, a operar por dois anos as linhas por arrendamento como forma de angariar recursos para os credores. O Grupo Itapemirim acumulou dívidas demais de R$ 3 bilhões.</p>
<p><strong>LEILÃO NÃO VAI NEM &#8220;ARRANHAR A SUPERFÍCIE&#8221; DE DÍVIDAS DO GRUPO ITAPEMIRIM</strong></p>
<p>O leilão do Grupo Itapemirim é para garantir recursos aos credores da falência que foi decretada pela Justiça em 21 de setembro de 2022, mas a estimativa de arrecadação não vai nem “arranhar a superfície” do endividamento deixado pelas administrações anteriores, como a família do fundador Camilo Cola e, posteriormente, os empresários Sidnei Piva e Camila Valdívia (que se retirou da sociedade antes da falência). As dívidas deixadas, com fornecedores, trabalhadores, bancos, passivos judiciais e impostos se aproximam de R$ 3 bilhões. A mais recente avaliação da EXM Partners, publicada em outubro de 2025, cotava a UPI em R$ 101,1 milhões como lance mínimo, mas o valor deve ser revisto.</p>
<p>Também para garantir parte dos recursos, já foram realizados leilões de ônibus usados e imóveis com arrecadação estimada de R$ 77,2 milhões (Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/">https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/</a> ), mas há contestações judiciais sobre alguns bens. Além disso, em 27 de outubro de 2022 passou a valer o arrendamento por dois anos das linhas para a empresa de ônibus urbanos Suzantur, de Santo André (SP), cujo contrato estipula um pagamento mínimo de R$ 200 mil à massa falia ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens (guichês e agências) – o que for maior. Diante da não realização do leilão o contrato foi postergado. A Viação Águia Branca, de Cariacica (ES), obteve na Justiça o reconhecimento de que o contrato com a Suzantur havia acabado e, também, conseguiu que fosse homologada sua proposta de R$ 3,02 milhões por mês para um novo arrendamento. Mas a Suzantur recorreu e o SJT (Superior Tribunal de Justiça) determinou que a empresa ficasse no arrendamento até a conclusão do leilão.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Prefeitura do Rio de Janeiro reforça em R$ 8,46 milhões subsídios dos ônibus do Sistema Rio em meio à reformulação das concessões</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/prefeitura-do-rio-de-janeiro-reforca-em-r-846-milhoes-subsidios-dos-onibus-do-sistema-rio-em-meio-a-reformulacao-das-concessoes/</link>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 15:31:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Recursos são destinados à remuneração da quilometragem dos ônibus; medida ocorre durante processo de substituição gradual dos contratos, com novas licitações, remuneração por quilômetro, indicadores de qualidade e previsão de renovação da frota até 2028 ADAMO BAZANI A Prefeitura do Rio de Janeiro abriu um crédito suplementar de R$ 8.461.327,00 para reforçar o pagamento dos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="711" height="441" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rio-subsrios.jpg?fit=711%2C441&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rio-subsrios.jpg?w=711&amp;ssl=1 711w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rio-subsrios.jpg?resize=300%2C186&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rio-subsrios.jpg?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rio-subsrios.jpg?resize=400%2C248&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 711px) 100vw, 711px" /> <p><em>Recursos são destinados à remuneração da quilometragem dos ônibus; medida ocorre durante processo de substituição gradual dos contratos, com novas licitações, remuneração por quilômetro, indicadores de qualidade e previsão de renovação da frota até 2028</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro abriu um crédito suplementar de R$ 8.461.327,00 para reforçar o pagamento dos subsídios ao transporte coletivo municipal por ônibus, dentro do Sistema Rio. A medida foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, e direciona os recursos à Secretaria Municipal de Transportes para a remuneração da quilometragem subsidiada. O dinheiro foi remanejado de uma dotação destinada ao pagamento do principal da dívida contratual interna do município.</p>
<p>O reforço ocorre em um momento de transformação do transporte por ônibus da capital fluminense. A Prefeitura do Rio de Janeiro está substituindo gradualmente o modelo de concessões firmado em 2010, com novas licitações, reorganização das áreas operacionais, renovação dos veículos e contratos que vinculam a remuneração das empresas à quilometragem efetivamente prestada e a indicadores de desempenho. O processo começou pela Zona Oeste e prevê novas etapas até 2028, abrangendo linhas de diferentes regiões da cidade.</p>
<p>O crédito suplementar consta do Decreto Rio nº 58.847, de 28 de outubro de 2026. O orçamento identifica a destinação como melhoria do sistema de transporte público por meio de subsídio, com o produto denominado quilometragem subsidiada no Sistema Rio.</p>
<p>A movimentação utiliza outros recursos não vinculados e reforça a dotação de despesa corrente destinada a subvenções econômicas. Ao mesmo tempo, ocorre o cancelamento de igual valor em uma dotação de encargos gerais, anteriormente prevista para amortização do principal da dívida interna.</p>
<p>Trata-se de uma transferência de autorização orçamentária entre finalidades, sem que o valor de R$ 8,46 milhões represente, por si só, uma despesa já paga às operadoras ou um aumento equivalente do orçamento total do município.</p>
<p>O detalhamento também mostra que a continuidade da política de subsídios exige ajustes de recursos durante o exercício, enquanto a Prefeitura do Rio de Janeiro prepara contratos que deverão definir a operação do transporte coletivo pelos próximos anos.</p>
<h3>Como funciona a remuneração por quilômetro e por que a Prefeitura do Rio de Janeiro subsidia os ônibus</h3>
<p>O sistema de ônibus do Rio de Janeiro passou a adotar, a partir de 2022, uma política de subsídio vinculada à prestação do serviço. A mudança foi resultado de um acordo judicial envolvendo a Prefeitura do Rio de Janeiro, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e os consórcios responsáveis pela operação.</p>
<p>O acordo foi firmado em meio à necessidade de reorganizar a oferta de ônibus, que havia sofrido redução de frota, supressão de viagens e problemas de atendimento em diferentes regiões.</p>
<p>A lógica da remuneração por quilômetro consiste em estabelecer um valor de referência para a operação e calcular a remuneração de acordo com a distância percorrida pelos veículos nas viagens reconhecidas pelo poder público, respeitadas as condições de cada contrato.</p>
<p>Nesse modelo, a receita recebida pelas empresas não depende exclusivamente do dinheiro arrecadado nas passagens. O poder público participa do financiamento, complementando os recursos necessários à remuneração dos serviços.</p>
<p>Para compreender o mecanismo, é importante separar a tarifa pública, cobrada do passageiro, da tarifa de remuneração, que representa o valor estabelecido para remunerar o serviço contratado.</p>
<p>A passagem paga pelo usuário é uma receita do sistema. Já o custo reconhecido para a operação pode ser superior ao valor arrecadado diretamente nas catracas, principalmente quando existem gratuidades, integrações tarifárias e políticas de modicidade tarifária.</p>
<p>O subsídio público ajuda a financiar essa diferença, de acordo com as regras estabelecidas.</p>
<p>Na prática, o poder público precisa acompanhar a quilometragem realizada, conferir os registros de operação e aplicar os mecanismos contratuais de remuneração e avaliação da qualidade.</p>
<p>Esse acompanhamento é fundamental porque a quilometragem, isoladamente, não mostra se uma linha está atendendo adequadamente a população. Um ônibus pode percorrer determinada distância, mas operar com intervalos excessivos, deixar viagens programadas sem atendimento ou apresentar problemas de conservação.</p>
<p>Por isso, a fiscalização precisa relacionar a quantidade de serviço realizado com a regularidade das viagens, as condições dos veículos e os indicadores de desempenho.</p>
<h3>Valor de R$ 9 por quilômetro foi utilizado na remuneração durante as eleições de outubro</h3>
<p>Um exemplo recente da aplicação do mecanismo aparece nas regras especiais estabelecidas pela Secretaria Municipal de Transportes para os dias das eleições de 2026.</p>
<p>A Resolução SMTR nº 3.957, publicada em 28 de setembro, estabeleceu critérios específicos de apuração e remuneração dos serviços durante os períodos de gratuidade eleitoral, das 6h às 20h de 4 e 25 de outubro.</p>
<p>Para os consórcios concessionários do Serviço Público de Transporte de Passageiros por Ônibus, a remuneração foi fixada em R$ 9 por quilômetro efetivamente percorrido e validado pela Secretaria Municipal de Transportes.</p>
<p>O valor correspondeu ao Indicador de Receita por Quilômetro, conhecido como IRK, estabelecido para 2026.</p>
<p>A resolução determinou que fossem consideradas as viagens efetivamente realizadas durante os períodos abrangidos, submetidas aos procedimentos técnicos de registro, processamento e validação.</p>
<p>Essa metodologia demonstra como o poder público pode remunerar o transporte mesmo quando o passageiro fica dispensado do pagamento da tarifa.</p>
<p>O valor de R$ 9 por quilômetro utilizado na operação eleitoral corresponde à regra específica aplicável aos consórcios naquele período. Os contratos decorrentes das novas licitações do Sistema Rio possuem valores próprios de remuneração por quilômetro, definidos nas respectivas concorrências.</p>
<h3>Novas concessões pretendem reorganizar 34 lotes e substituir gradualmente o modelo de 2010</h3>
<p>A reformulação do Sistema Rio foi apresentada pela Prefeitura do Rio de Janeiro em 2025, com a proposta de reorganizar o transporte coletivo em 34 lotes, sendo 22 estruturais e 12 locais.</p>
<p>A nova divisão busca estabelecer áreas operacionais mais adequadas à distribuição da demanda, reorganizar linhas e ampliar os instrumentos de fiscalização.</p>
<p>O planejamento prevê cinco fases, com implantação escalonada até 2028.</p>
<p>A primeira etapa concentrou-se em Campo Grande e Santa Cruz, na Zona Oeste, regiões que apresentavam problemas persistentes de oferta e regularidade dos ônibus.</p>
<p>As etapas seguintes abrangem outras áreas da Zona Oeste, Vila Isabel, Ilha do Governador, Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Zona Norte e, posteriormente, Zona Sul.</p>
<p>O desenho das novas concessões também está relacionado aos resultados das avaliações dos contratos existentes.</p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro utiliza indicadores de qualidade para acompanhar o atendimento e orientar a reorganização dos serviços.</p>
<p>Entre os aspectos considerados estão regularidade, idade dos veículos, climatização, satisfação dos usuários e cumprimento das obrigações contratuais.</p>
<p>A reformulação prevê a substituição gradual das operadoras, respeitando as etapas de transição e os instrumentos jurídicos estabelecidos.</p>
<p>A principal mudança para o mercado é que a operação passa a ser disputada por lotes com obrigações específicas, contratos de dez anos, possibilidade de prorrogação por igual período e remuneração calculada sobre a prestação do serviço.</p>
<p>O novo modelo também prevê maior utilização de tecnologia para verificar a operação.</p>
<h3>Comporte venceu primeiros lotes na Zona Oeste, com propostas de R$ 9,94 e R$ 11,53 por quilômetro</h3>
<p>A primeira concorrência da reformulação teve os resultados anunciados em fevereiro de 2026.</p>
<p>A Comporte Participações S.A. venceu a disputa dos lotes A2, em Santa Cruz, e B2, em Campo Grande, apresentando propostas de R$ 9,94 e R$ 11,53 por quilômetro, respectivamente.</p>
<p>Os valores foram definidos no processo competitivo e integram a modelagem econômica dos novos serviços.</p>
<p>No caso do lote A2, o contrato de concessão foi firmado com a Guaratiba Transportes Urbanos SPE S.A., empresa de propósito específico constituída para a execução do serviço.</p>
<p>O instrumento tem vigência prevista entre 17 de abril de 2026 e 16 de abril de 2036.</p>
<p>O contrato estabelece a operação de uma quantidade determinada de quilômetros mensais, com responsabilidades relativas à frota, manutenção e demais exigências da concessão.</p>
<p>Na apresentação da primeira etapa, a Prefeitura do Rio de Janeiro informou que a frota prevista para Campo Grande e Santa Cruz passaria de 104 para 366 ônibus, considerando a implantação dos serviços.</p>
<p>A renovação inclui veículos com padrão de emissões Euro VI, ar-condicionado, acessibilidade, monitoramento e equipamentos de informação ao passageiro.</p>
<p>A proposta também contempla garagens públicas com oficinas, abastecimento e instalações destinadas ao apoio operacional.</p>
<p>A responsabilidade pela aquisição dos veículos, manutenção e operação integra as obrigações estabelecidas nos contratos.</p>
<p>O novo formato procura associar o pagamento à entrega do serviço, com fiscalização e indicadores que permitem acompanhar o desempenho das concessionárias.</p>
<h3>Segunda etapa da licitação inclui mais cinco lotes e contratos de dez anos</h3>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro também colocou em disputa uma nova etapa do Sistema Rio, abrangendo os lotes A1-B6, B1-B8, C1-C2, H1-I3 e H2.</p>
<p>O edital estabelece concessões comuns, com prazo de dez anos e possibilidade de prorrogação por igual período.</p>
<p>A remuneração é estruturada a partir de tarifas de referência por quilômetro, sobre as quais os concorrentes apresentam suas propostas.</p>
<p>Entre os valores de referência estão R$ 10,40 por quilômetro para o lote A1-B6 e R$ 10,70 para o lote B1-B8.</p>
<p>O edital também estabelece valores mínimos de remuneração para orientar a competição e preservar as condições econômico-financeiras previstas na modelagem.</p>
<p>Para o lote A1-B6, o valor contratual estimado divulgado foi de R$ 313,4 milhões. Para o B1-B8, de R$ 281,9 milhões.</p>
<p>Esses valores correspondem às estimativas dos contratos da nova concessão, e não a desembolsos imediatos da Prefeitura do Rio de Janeiro.</p>
<p>O modelo exige que os concorrentes considerem custos operacionais, frota, investimentos e obrigações de manutenção ao formular suas propostas.</p>
<p>O resultado econômico para o município dependerá dos valores contratados, da quilometragem efetivamente prestada, das regras de atualização e dos mecanismos de avaliação da qualidade.</p>
<h3>Eletrificação também integra a reformulação, com garagem pública e infraestrutura de recarga</h3>
<p>A transformação do Sistema Rio inclui uma frente de eletrificação.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Transportes realizou consulta pública, entre 28 de setembro e 28 de outubro de 2026, para a estruturação do Lote Elétrico LE1.</p>
<p>Diferentemente das concessões comuns dos demais lotes, a proposta foi organizada como concessão administrativa, modalidade de parceria público-privada.</p>
<p>O objeto inclui a construção, manutenção e gestão de garagem pública, instalação da infraestrutura elétrica e fornecimento e operação de ônibus elétricos a bateria.</p>
<p>A prestação do serviço também é estruturada sobre uma quantidade determinada de quilômetros mensais.</p>
<p>A audiência pública sobre o projeto foi programada para 27 de outubro de 2026.</p>
<p>A modelagem busca reunir a aquisição dos veículos, a infraestrutura de carregamento e a operação em um mesmo arranjo contratual.</p>
<p>Esse formato é especialmente relevante porque a eletrificação exige investimentos que vão além da compra dos ônibus. Também são necessários equipamentos de recarga, adequações da rede elétrica, instalações de manutenção e planejamento da disponibilidade dos veículos.</p>
<p>A comparação entre os modelos de concessão deverá considerar essas diferenças de investimento e de custeio.</p>
<h3>O que o passageiro deve observar durante a transição</h3>
<p>A mudança do Sistema Rio envolve simultaneamente o financiamento da operação atual e a preparação dos contratos futuros.</p>
<p>Enquanto os novos lotes são licitados e implantados, a Prefeitura do Rio de Janeiro precisa manter os serviços existentes, acompanhar a quilometragem executada e garantir a continuidade da oferta.</p>
<p>A transição exige planejamento para que a substituição das concessionárias, a entrada de novos ônibus e a reorganização de linhas ocorram de maneira coordenada.</p>
<p>Para o passageiro, os principais resultados deverão aparecer na quantidade de veículos disponíveis, regularidade dos intervalos, climatização, acessibilidade, conservação e previsibilidade das viagens.</p>
<p>O crédito suplementar de R$ 8,46 milhões publicado nesta quinta-feira integra o financiamento da operação, enquanto as licitações estabelecem as condições para a prestação dos serviços nos próximos anos.</p>
<p>O acompanhamento dessas duas frentes permitirá avaliar quanto o município está destinando à remuneração dos ônibus e quais melhorias estão efetivamente sendo entregues à população.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Metrô de SP aceita bilhete magnético até sábado e abre troca por QR Code em duas estações</title>
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  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/metro-de-sp-aceita-bilhete-magnetico-ate-sabado-e-abre-troca-por-qr-code-em-duas-estacoes/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 15:01:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Substituição poderá ser feita de 1º de novembro a 31 de janeiro, em Paraíso e Tatuapé; mudança amplia uso de outras tecnologias e reforça importância de manter alternativas presenciais para os passageiros ADAMO BAZANI Os passageiros do Metrô de São Paulo que ainda possuem bilhetes magnéticos Edmonson poderão utilizá-los até este sábado, 31 de outubro [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AdobeStock_738754626_Editorial_Use_Only.jpeg.webp?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AdobeStock_738754626_Editorial_Use_Only.jpeg.webp?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AdobeStock_738754626_Editorial_Use_Only.jpeg.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AdobeStock_738754626_Editorial_Use_Only.jpeg.webp?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AdobeStock_738754626_Editorial_Use_Only.jpeg.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AdobeStock_738754626_Editorial_Use_Only.jpeg.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AdobeStock_738754626_Editorial_Use_Only.jpeg.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Substituição poderá ser feita de 1º de novembro a 31 de janeiro, em Paraíso e Tatuapé; mudança amplia uso de outras tecnologias e reforça importância de manter alternativas presenciais para os passageiros</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Os passageiros do Metrô de São Paulo que ainda possuem bilhetes magnéticos Edmonson poderão utilizá-los até este sábado, 31 de outubro de 2026, nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. A partir de domingo, 1º de novembro, esses bilhetes deixarão de ser aceitos nas catracas, e as unidades válidas e não utilizadas poderão ser trocadas por passagens com QR Code até 31 de janeiro de 2027.</p>
<p>A substituição será realizada nas bilheterias em funcionamento das estações Paraíso, que atende às linhas 1-Azul e 2-Verde, e Tatuapé, da Linha 3-Vermelha, das 6h às 22h. Até dez bilhetes válidos poderão ser trocados no momento do atendimento. Quantidades superiores passarão por análise, com retirada posterior dos QR Codes.</p>
<p>A medida encerra o uso de uma tecnologia que acompanha o Metrô desde o início da operação comercial, em 1974. Para o passageiro, a mudança exige atenção tanto ao prazo para aproveitar os bilhetes guardados quanto às condições de troca e às alternativas disponíveis para as próximas viagens.</p>
<p>Segundo o Metrô, os equipamentos relacionados à leitura dos bilhetes magnéticos se tornaram obsoletos e apresentam dificuldades de manutenção. A retirada ocorre depois de anos de convivência com cartões eletrônicos, QR Codes e, mais recentemente, pagamento diretamente nas catracas por aproximação.</p>
<h2>Como trocar os bilhetes guardados</h2>
<p>Serão aceitos exclusivamente bilhetes Edmonson do próprio Metrô de São Paulo, do tipo G-01 Unitário. As unidades precisam estar válidas, em boas condições de conservação e sem sinais de utilização ou inutilização.</p>
<p>Picotes, rasgos, danos à tarja magnética e outras marcas que comprometam a integridade do bilhete estão entre as condições que impedem o enquadramento nas regras anunciadas pela companhia.</p>
<p>Para quem apresentar até dez unidades válidas, a substituição poderá ser concluída durante o atendimento. Acima dessa quantidade, os bilhetes deverão ser entregues para análise e validação.</p>
<p>Nesse segundo caso, será necessário apresentar documento oficial de identificação e fornecer telefone ou e-mail. Depois da conferência, o passageiro será informado sobre a data para retirar os QR Codes correspondentes.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Orientação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Último dia de uso nas catracas</td>
<td>31 de outubro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Período de troca</td>
<td>De 1º de novembro de 2026 a 31 de janeiro de 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Locais</td>
<td>Estações Paraíso e Tatuapé</td>
</tr>
<tr>
<td>Atendimento</td>
<td>Das 6h às 22h, nas bilheterias em funcionamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Bilhetes abrangidos</td>
<td>Edmonson do Metrô de São Paulo, tipo G-01 Unitário</td>
</tr>
<tr>
<td>Condições</td>
<td>Válidos, conservados e sem sinais de utilização ou inutilização</td>
</tr>
<tr>
<td>Até dez unidades</td>
<td>Troca no momento da solicitação, desde que válidas</td>
</tr>
<tr>
<td>Acima de dez unidades</td>
<td>Entrega para análise, com documento oficial e telefone ou e-mail; retirada posterior</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A troca ficará concentrada nesses dois pontos. Por isso, quem utiliza habitualmente outras estações deverá considerar o deslocamento até Paraíso ou Tatuapé para solicitar a substituição.</p>
<h2>Quais são as alternativas para entrar no Metrô</h2>
<p>Os passageiros poderão continuar utilizando Bilhete Único, cartão TOP e bilhetes unitários com QR Code, apresentados em papel ou na tela do celular.</p>
<p>O QR Code pode ser comprado nas bilheterias, nas máquinas de autoatendimento das estações, pelo aplicativo TOP e pelo WhatsApp, no número (11) 3777-9456.</p>
<p>Nas máquinas, o Metrô informa a disponibilidade de pagamento por cartão de débito e Pix. Nessa modalidade, o Pix serve para comprar a passagem no equipamento; o acesso à estação ocorre com a leitura do QR Code emitido.</p>
<p>Outra possibilidade é pagar diretamente na catraca por aproximação, com cartões de crédito ou débito das bandeiras Visa, Mastercard e Elo. Também podem ser utilizados cartões virtuais em celulares, relógios inteligentes e outros dispositivos compatíveis com carteiras digitais.</p>
<p>São operações diferentes: no bilhete com QR Code, a passagem é adquirida antes da entrada e apresentada ao leitor. No pagamento bancário por aproximação, o cartão ou dispositivo é apresentado diretamente à catraca para pagar a viagem.</p>
<p>O passageiro também deve distinguir a forma de pagamento das regras tarifárias. A existência de um novo meio de acesso, por si só, não representa a criação de descontos, gratuidades ou integrações entre ônibus e trilhos. Esses benefícios seguem as condições de cada produto e sistema.</p>
<h2>Modernizar também exige preservar opções de atendimento</h2>
<p>A substituição dos bilhetes magnéticos muda os equipamentos de validação e os canais pelos quais a passagem chega ao usuário. O QR Code permite oferecer o mesmo tipo de título em papel ou no celular, enquanto os cartões por aproximação dispensam a compra antecipada de um bilhete unitário para aquele embarque.</p>
<p>A Autopass, responsável por soluções de bilhetagem vinculadas à marca TOP, informa que o QR Code acumulou 967 milhões de utilizações no sistema metropolitano em seis anos. O número é apresentado pela empresa e se refere a utilizações, que podem incluir diversas viagens de um mesmo passageiro.</p>
<p>A ampliação dos canais digitais, entretanto, precisa atender a públicos com condições diferentes de acesso à tecnologia. Há passageiros que utilizam aplicativos diariamente, outros que preferem cartões recarregáveis e aqueles que dependem de atendimento presencial e pagamento em dinheiro.</p>
<p>Também há situações temporárias: celular sem bateria, dificuldade de conexão, cartão bancário indisponível ou necessidade de orientação para concluir uma compra. Nesses casos, a existência de alternativas presenciais e de um título impresso permite que o acesso ao transporte não dependa exclusivamente do aparelho do passageiro.</p>
<p>A disponibilidade efetiva dos canais importa tanto quanto a variedade anunciada. Localização dos pontos de venda, horário de atendimento, funcionamento das máquinas, facilidade de leitura nas catracas e assistência para resolver falhas influenciam o tempo gasto antes mesmo de começar a viagem.</p>
<p>O QR Code impresso mantém uma opção para quem dispensa o uso do celular no embarque, mas exige conservação do papel e legibilidade do código. Já o formato digital depende de condições adequadas para apresentação da imagem ao leitor.</p>
<p>Outro aspecto é a integração entre redes. Aceitar diferentes meios de pagamento facilita a entrada, mas a experiência do passageiro também depende de conseguir utilizar ônibus municipais, metropolitanos e transporte sobre trilhos com regras compreensíveis e acesso aos benefícios tarifários previstos.</p>
<p>A modernização da bilhetagem envolve, assim, equipamentos e aplicativos, mas também atendimento, informação e continuidade do serviço para quem utiliza o transporte todos os dias ou apenas ocasionalmente.</p>
<h2>Transição começou antes do fim de uso nas catracas</h2>
<p>O encerramento da aceitação do Edmonson conclui uma mudança iniciada anos atrás. Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 26 de abril de 2021 foi anunciado o encerramento da comercialização dos bilhetes de tarja magnética no Metrô e na CPTM, com a substituição das vendas por passagens com QR Code.</p>
<p>Naquele momento, os bilhetes já adquiridos continuaram sendo aceitos. Agora, o Metrô estabelece o fim dessa utilização nas quatro linhas abrangidas pelo comunicado e o período para substituir as unidades remanescentes.</p>
<p>A diferença é relevante para quem encontrou bilhetes antigos em casa: o encerramento das vendas ocorreu em uma etapa anterior; o prazo atual trata do uso nas catracas e da troca do estoque ainda em poder dos passageiros.</p>
<h2>Da ferrovia inglesa aos ônibus brasileiros</h2>
<p>A história do Edmonson começou muito antes das catracas eletrônicas. O nome faz referência ao inglês Thomas Edmondson, que trabalhou na ferrovia Newcastle and Carlisle e desenvolveu, no século XIX, um sistema de bilhetes impressos e numerados para organizar a venda de passagens e o controle da arrecadação.</p>
<p>Até então, era comum o preenchimento manual dos bilhetes. A padronização dos cartões e a utilização de máquinas de impressão permitiram acelerar o atendimento e conferir as receitas a partir da numeração e dos títulos vendidos.</p>
<p>A máquina de impressão e numeração de Edmondson foi patenteada em 1840. O sistema se difundiu pelas ferrovias britânicas e por outros países, tornando o pequeno cartão de papelão parte da rotina de viagens ferroviárias em diferentes regiões do mundo.</p>
<p>O bilhete original era impresso e conferido por procedimentos próprios da época. A tarja magnética e a leitura automática nas catracas pertencem a uma evolução tecnológica posterior. No Brasil, a denominação Edmonson, sem o segundo “d” do sobrenome do inventor, consolidou-se também para identificar esses títulos magnéticos.</p>
<p>No Metrô de São Paulo, o bilhete acompanhou o início da operação comercial, em 14 de setembro de 1974, e a expansão da rede. Sua presença no transporte brasileiro, porém, também alcançou os ônibus.</p>
<p>Em Goiânia (GO), o sistema Sitpass utilizou bilhetes magnéticos no padrão Edmonson em conjunto com cartões eletrônicos sem contato. A documentação da concessão metropolitana de 2007 descrevia a utilização das duas tecnologias, com validadores instalados nos ônibus e nos bloqueios de terminais e estações.</p>
<p>Em São Paulo (SP), o Edmonson também integrou as experiências e os projetos de automação da cobrança nos ônibus associados à antiga CMTC, a Companhia Municipal de Transportes Coletivos. Em 1993, a empresa propôs um sistema de arrecadação baseado nessa tecnologia. Anos depois, equipamentos utilizados na transição para o Bilhete Único também reuniram leitura de cartão por aproximação e entrada para bilhetes magnéticos.</p>
<p>O padrão continua presente no Corredor Metropolitano ABD, que liga São Mateus a Jabaquara, e na extensão entre Diadema e São Paulo. Conhecido como “Bilhete EMTU”, é aceito nas linhas de ônibus e trólebus do corredor.</p>
<p>A despedida nas linhas do Metrô, portanto, encerra uma etapa específica de uma história mais ampla: a de um formato nascido nas ferrovias do século XIX, adaptado à validação magnética e incorporado também ao transporte por ônibus.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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