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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p>A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p>A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p>Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p>Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Buser na Justiça: “Não é falta de lei, é falta de enquadramento”, diz especialista sobre decisões divergentes em SP e RJ</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/18/buser-na-justica-nao-e-falta-de-lei-e-falta-de-enquadramento-diz-especialista-sobre-decisoes-divergentes-em-sp-e-rj/</link>
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    <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 12:31:36 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Após decisões judiciais em sentidos opostos em São Paulo e no Rio de Janeiro sobre a atuação da Buser, debate volta à tona. Para Ilo Löbel da Luz, o ponto central não é regulatório — é conceitual: o setor evita discutir se o modelo é, de fato, compatível com o regime jurídico vigente ALEXANDRE PELEGI [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/buser-sp-x-rj.jpeg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/buser-sp-x-rj.jpeg?w=1536&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/buser-sp-x-rj.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/buser-sp-x-rj.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/buser-sp-x-rj.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/buser-sp-x-rj.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/buser-sp-x-rj.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div class="flex flex-col text-sm pb-25">
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<p data-start="111" data-end="398" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="111" data-end="398" data-is-last-node="">Após decisões judiciais em sentidos opostos em São Paulo e no Rio de Janeiro sobre a atuação da Buser, debate volta à tona. Para Ilo Löbel da Luz, o ponto central não é regulatório — é conceitual: o setor evita discutir se o modelo é, de fato, compatível com o regime jurídico vigente</em></p>
<p data-start="111" data-end="398" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p>As recentes decisões judiciais envolvendo a operação da Buser reacenderam um debate que há anos percorre o setor de transporte rodoviário de passageiros no Brasil. Enquanto em São Paulo a Justiça impôs restrições ao modelo, no Rio de Janeiro decisões foram favoráveis à operação, reforçando a sensação de insegurança jurídica e, para muitos, a ideia de que faltaria uma legislação federal mais clara sobre o tema (<em>leia mais abaixo notícia sobre o assunto</em>).</p>
<p>Mas, para o advogado e especialista em regulação do transporte rodoviário Ilo Löbel da Luz, essa leitura parte de um diagnóstico equivocado.</p>
<p><em>“Não é falta de lei. O Brasil já tem regulação suficiente sobre fretamento. O problema é que estamos tentando enquadrar modelos novos sem enfrentar a pergunta principal: eles realmente se encaixam na categoria jurídica que dizem ocupar?”</em></p>
<p>Ilo explica que o ordenamento regulatório brasileiro, especialmente no âmbito da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), já estabelece de forma objetiva a distinção entre fretamento e serviço regular.</p>
<p>“<em>O fretamento é, por definição, um serviço de circuito fechado. Isso significa que o grupo de passageiros é previamente definido, sem venda individual de assentos ao público em geral. Quando você rompe isso — quando abre venda, quando há origem-destino livre, quando há acesso irrestrito — você não está mais falando de fretamento</em>”, diz o advogado.</p>
<p>Segundo ele, o problema surge justamente quando essa fronteira é flexibilizada na prática.</p>
<p><em>“O que vemos hoje é uma tentativa de operar com lógica de linha regular dentro de um enquadramento de fretamento. E isso gera tensão regulatória, porque são regimes jurídicos distintos, com obrigações completamente diferentes.”</em></p>
<p><strong>“O STF já deu as balizas — o resto é interpretação”</strong></p>
<p>Para Ilo, o debate tampouco carece de respaldo jurídico superior. Ele lembra que o Supremo Tribunal Federal já consolidou entendimentos importantes sobre o tema.</p>
<blockquote><p><strong><em>“O STF já deixou claro três pontos fundamentais: estados podem regulamentar o transporte, o conceito de circuito fechado é legítimo e a livre iniciativa não elimina a necessidade de cumprir regras setoriais.”</em></strong></p></blockquote>
<p>Diante disso, as decisões divergentes entre estados não seriam fruto de lacunas legais, mas de leituras distintas sobre um mesmo arcabouço. “<em>Não estamos diante de um vazio jurídico. Estamos diante de interpretações diferentes sobre como aplicar a mesma regra a modelos que tensionam os limites dessa regra</em>”, ressalta o especialista.</p>
<p>Na avaliação de Löbel da Luz, o debate mais sensível — e muitas vezes evitado — é o enquadramento do próprio modelo de negócio.</p>
<p><em>“O setor gosta de chamar isso de inovação. Mas precisamos ter clareza: estamos diante de uma inovação real ou de uma arbitragem regulatória?”</em></p>
<p>Ele explica que a diferença prática entre os modelos é significativa.</p>
<p><em>“Quem opera linha regular assume um conjunto pesado de obrigações: gratuidades, horários fixos, atendimento a rotas menos rentáveis, equilíbrio sistêmico. Já quem atua via fretamento seleciona rotas, evita obrigações estruturais e acessa o mercado apenas onde há maior rentabilidade.”</em></p>
<p>Para Ilo, isso cria um desequilíbrio competitivo.</p>
<p><em>“Não é só uma discussão jurídica. É uma disputa de modelo econômico dentro de um setor altamente regulado.”</em></p>
<p><strong>“Enquanto falarmos em falta de lei, vamos evitar o problema real”</strong></p>
<p>Ao final, Ilo reforça que a insistência em uma nova legislação pode, na prática, desviar o foco da questão central.</p>
<p><em>“Falar em ‘falta de lei’ é confortável, porque adia a discussão. Mas o ponto não é esse. A pergunta correta é: esse modelo é compatível com o regime jurídico existente ou está tentando contorná-lo?”</em></p>
<p>Segundo ele, enquanto essa questão não for enfrentada de forma direta, o setor continuará convivendo com insegurança jurídica e decisões conflitantes.</p>
<p><em>“O debate precisa sair do campo da narrativa e voltar para o campo do enquadramento. Só assim vamos ter clareza — regulatória e concorrencial — sobre o futuro desse modelo no Brasil.”</em></p>
<p><strong><em>Saiba mais sobre as decisões sobre a Buser: </em></strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="hsinowbqxZ"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/17/buser-na-justica-em-sao-paulo-decisao-contra-aplicativo-e-no-rio-a-favor-veja-as-decisoes/">Buser na Justiça: Em São Paulo, decisão contra aplicativo e, no Rio, a favor (VEJA AS DECISÕES)</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Buser na Justiça: Em São Paulo, decisão contra aplicativo e, no Rio, a favor (VEJA AS DECISÕES)&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/17/buser-na-justica-em-sao-paulo-decisao-contra-aplicativo-e-no-rio-a-favor-veja-as-decisoes/embed/#?secret=mUYnyiaJBS#?secret=hsinowbqxZ" data-secret="hsinowbqxZ" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><em><strong>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Para CEO da Empresa 1, eficiência e dados são o novo eixo de sustentabilidade do transporte público</title>
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    <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 11:50:05 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Em entrevista ao Diário do Transporte, Marcos Maciel Filho explica como inovação, governança e digitalização estão redefinindo a sustentabilidade econômica dos sistemas de ônibus no Brasil ALEXANDRE PELEGI Os sistemas de transporte público vivem uma equação cada vez mais pressionada: custos crescentes, receitas insuficientes e dependência estrutural de subsídios. No Brasil, essa conta já representa [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ceo-empresa-1.jpeg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ceo-empresa-1.jpeg?w=1536&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ceo-empresa-1.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ceo-empresa-1.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ceo-empresa-1.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ceo-empresa-1.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ceo-empresa-1.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Em entrevista ao Diário do Transporte, Marcos Maciel Filho explica como inovação, governança e digitalização estão redefinindo a sustentabilidade econômica dos sistemas de ônibus no Brasil</em></p>
<p><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p>Os sistemas de transporte público vivem uma equação cada vez mais pressionada: custos crescentes, receitas insuficientes e dependência estrutural de subsídios. No Brasil, essa conta já representa cerca de R$ 12 bilhões por ano para cobrir déficits operacionais em sistemas urbanos de ônibus — um dado que ajuda a dimensionar o tamanho do desafio.</p>
<p>Para entender como tecnologia e gestão podem atuar diretamente nesse cenário, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> conversou com <strong>Marcos Maciel Filho, CEO da Empresa 1</strong>, empresa pioneira em bilhetagem digital no país. Ao longo da entrevista, ele detalha como inovação, automação e controle de dados estão mudando não apenas a operação, mas a própria lógica financeira do transporte público.</p>
<p><strong>“O debate não pode ser só sobre mais recursos”</strong></p>
<p>Logo no início da conversa, Maciel chama atenção para um ponto central: o setor costuma olhar para o problema pelo lado da escassez de recursos — quando, na verdade, a eficiência pode estar na forma como esses recursos são utilizados.</p>
<p>“<em>O transporte público enfrenta uma pressão crescente sobre os orçamentos. Hoje, cerca de 30% dos custos do transporte urbano por ônibus são cobertos por subsídios públicos. Isso mostra o peso do setor sobre as contas municipais. Mas o debate não pode se restringir à busca por mais recursos. O diferencial está na forma como esses recursos são geridos</em>”, afirma.</p>
<p>Segundo ele, cada ganho operacional — seja na redução de fraudes ou na otimização da operação — pode ser revertido diretamente em melhoria do serviço.</p>
<p>“<em>Cada real economizado pode voltar para a frota, para a infraestrutura ou para a experiência do passageiro. É isso que muda o jogo</em>.”</p>
<p>A trajetória da Empresa 1 acompanha a própria transformação do setor no Brasil. Maciel relembra que a virada começou ainda no fim dos anos 1990, com a substituição do vale-transporte em papel pela bilhetagem eletrônica.</p>
<p>“<em>Ali começou uma nova era de controle financeiro e operacional. A digitalização trouxe transparência e capacidade de gestão que antes simplesmente não existiam</em>”, explica.</p>
<p>Hoje, essa evolução se aprofunda com novas camadas tecnológicas que ampliam o controle e reduzem custos.</p>
<p><strong>“A digitalização reduz custo invisível”</strong></p>
<p>Um dos pontos mais fortes da entrevista é quando o CEO detalha o impacto da digitalização sobre aquilo que ele chama de “custos invisíveis” da operação.</p>
<p>“<em>Quando você digitaliza processos, você reduz infraestrutura física, diminui a circulação de dinheiro em espécie e corta custos administrativos. Isso tem impacto direto no equilíbrio do sistema</em>”, afirma.</p>
<p>Ele cita como exemplos:</p>
<ul>
<li>compra de créditos via aplicativo</li>
<li>recarga por WhatsApp</li>
<li>pagamento via PIX diretamente no validador</li>
<li>terminais de autoatendimento</li>
</ul>
<p>“<em>São soluções que melhoram a vida do passageiro e, ao mesmo tempo, tornam o sistema mais eficiente</em>”, diz Maciel.</p>
<p><strong>Dados em tempo real e eficiência operacional</strong></p>
<p>Se do lado do passageiro a experiência evolui, do lado da operação a transformação é ainda mais profunda.</p>
<p>“<em>Hoje temos validadores embarcados que não apenas autorizam a passagem, mas coletam e transmitem dados em tempo real. Isso permite uma gestão muito mais eficiente da frota</em>”, explica.</p>
<p>Segundo ele, o impacto é direto em três pontos críticos: redução de ociosidade, controle de consumo de combustível e manutenção preditiva.</p>
<p><em>“É uma mudança estrutural. Você sai de uma gestão reativa para uma gestão baseada em dados.”</em></p>
<p>Outro tema abordado com destaque é o impacto das fraudes — especialmente no uso de gratuidades.</p>
<p>“<em>A biometria facial tem um papel fundamental nesse controle. Ela permite identificar irregularidades imediatamente e reduzir perdas que pressionam o sistema</em>”, diz.</p>
<p>Para Maciel, esse ponto é central na discussão sobre subsídios.</p>
<p><em>“Quando você reduz fraudes, você reduz a necessidade de aporte público. É uma equação direta.”</em></p>
<p><strong>“Tecnologia é também governança”</strong></p>
<p>Mais do que ferramentas, o CEO reforça que a tecnologia tem um papel institucional.</p>
<p>“<em>A inovação no transporte público gera produtividade, mas também transparência e governança. Isso devolve previsibilidade ao orçamento público</em>.”</p>
<p>E essa previsibilidade, segundo ele, abre espaço para decisões estruturantes.</p>
<p><em>“Uma cidade que consegue economizar na operação ganha margem para investir em corredores exclusivos, integração tarifária e melhoria da experiência do usuário — ou até em outras áreas, dependendo da necessidade.”</em></p>
<p><strong>Escala e impacto no Brasil</strong></p>
<p>Maciel detalha dados da atuação da Empresa 1, o que ajuda a entender o alcance dessa transformação:</p>
<ul>
<li>presença em mais de 150 cidades</li>
<li>gestão de 90 datacenters</li>
<li>18 milhões de cartões ativos</li>
<li>20 milhões de certificações de crédito por dia</li>
<li>218 milhões de imagens biométricas mensais</li>
</ul>
<p><em>“Isso mostra que estamos falando de soluções já consolidadas, com impacto real no dia a dia das cidades.”</em></p>
<p>Ao final da entrevista, Maciel faz uma síntese que conecta todos os pontos.</p>
<p><em>“O desafio do transporte público não é apenas financeiro. É estrutural. E a tecnologia, quando combinada com boa governança, deixa de ser um acessório e passa a ser parte da solução.”</em></p>
<p><strong><em>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Ministério Público pressiona Joinville (SC) por edital do transporte coletivo; prefeitura prevê publicação em julho</title>
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    <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 11:11:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Após anos de prorrogações e cobrança judicial, cidade pode lançar primeira licitação da história do sistema em 9 de julho ALEXANDRE PELEGI A primeira licitação do transporte coletivo urbano de Joinville (SC) voltou ao centro das atenções após nova manifestação do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que cobra da prefeitura a definição de prazos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="495" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Diego-Lip-Onibus-Brasil.jpeg?fit=800%2C495&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Diego-Lip-Onibus-Brasil.jpeg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Diego-Lip-Onibus-Brasil.jpeg?resize=300%2C186&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Diego-Lip-Onibus-Brasil.jpeg?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Diego-Lip-Onibus-Brasil.jpeg?resize=768%2C475&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Diego-Lip-Onibus-Brasil.jpeg?resize=400%2C248&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p data-start="224" data-end="349"><em>Após anos de prorrogações e cobrança judicial, cidade pode lançar primeira licitação da história do sistema em 9 de julho</em></p>
<p data-start="224" data-end="349"><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p data-start="351" data-end="737">A primeira licitação do transporte coletivo urbano de Joinville (SC) voltou ao centro das atenções após nova manifestação do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que cobra da prefeitura a definição de prazos e a conclusão dos ajustes no edital. O processo é acompanhado pela 13ª Promotoria de Justiça desde 2021 e ocorre em meio a décadas de operação sem concorrência pública formal.</p>
<p data-start="785" data-end="1030">O MPSC reforçou a cobrança por um cronograma concreto para publicação do edital, destacando que o prazo estabelecido pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina em 2019 — de quatro anos para regularização do sistema — já foi ultrapassado em 2023.</p>
<p data-start="1032" data-end="1177">A promotoria considera que a demora compromete a segurança jurídica do sistema e mantém um modelo baseado em sucessivas prorrogações contratuais.</p>
<p data-start="1032" data-end="1177"><strong>Ajustes técnicos ainda pendentes</strong></p>
<p data-start="1217" data-end="1503">Entre os pontos levantados pelo Ministério Público estão esclarecimentos sobre o andamento da análise técnica conduzida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), especialmente em relação às recomendações feitas pelo Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE-SC). Também foram solicitadas informações sobre quando a Secretaria de Infraestrutura de Joinville (Seinfra) deve incorporar essas mudanças ao texto final do edital.</p>
<p data-start="1667" data-end="1805">A preocupação central é garantir que o processo licitatório seja consistente, evitando novos questionamentos ou atrasos após a publicação.</p>
<p data-start="1846" data-end="2004">Atualmente, o sistema de transporte coletivo de Joinville é operado pelas empresas Transtusa e Gidion, que atuam há décadas por meio de contratos prorrogados. Esse modelo é justamente o foco das críticas do Ministério Público, que busca assegurar maior transparência, concorrência e modernização do serviço por meio da licitação.</p>
<p data-start="2211" data-end="2361">Em resposta recente ao Ministério Público, a Prefeitura de Joinville informou que a previsão atual para lançamento do edital é 9 de julho de 2026.</p>
<p data-start="2363" data-end="2542">Caso o cronograma seja cumprido, será a primeira concorrência pública estruturada do sistema na história da cidade — um marco regulatório relevante para o transporte urbano local.</p>
<p data-start="378" data-end="604">Com cerca de 620 mil habitantes, Joinville é a cidade mais populosa do estado de Santa Catarina e exerce forte influência sobre municípios do entorno, configurando uma dinâmica metropolitana funcional marcada por intensos deslocamentos diários.</p>
<p data-start="606" data-end="962" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Reconhecida como a maior cidade industrial do estado e uma das mais relevantes do Brasil, Joinville possui um parque produtivo diversificado, com presença expressiva de setores como metalurgia, mecânica, plásticos, tecnologia e têxtil, consolidando sua importância econômica e ampliando a complexidade dos desafios relacionados à mobilidade urbana.</p>
<p data-start="2549" data-end="2610"><em><strong data-start="2549" data-end="2610">Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p data-start="2612" data-end="2886" data-is-last-node="" data-is-only-node="">
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  <item>
    <title>Divinópolis (MG) eleva tarifa de ônibus para até R$ 6 após fim de subsídio e em meio a greve no sistema</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/18/divinopolis-mg-eleva-tarifa-de-onibus-para-ate-r-6-apos-fim-de-subsidio-e-em-meio-a-greve-no-sistema/</link>
	<dc:creator><![CDATA[alepelegigmailcom]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 10:40:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Greve]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Reajuste oficializado por decreto entra em vigor em 1º de maio; cidade do Centro-Oeste mineiro enfrenta impasse entre prefeitura, empresas e trabalhadores ALEXANDRE PELEGI A Prefeitura de Divinópolis (MG) oficializou o reajuste da tarifa do transporte coletivo urbano por meio do Decreto nº 17.325/2026, publicado nesta sexta-feira, 17 de abril de 2026. Os novos valores [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="562" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mateus-Gabriel-Onibus-Brasil.jpeg?fit=800%2C562&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mateus-Gabriel-Onibus-Brasil.jpeg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mateus-Gabriel-Onibus-Brasil.jpeg?resize=300%2C211&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mateus-Gabriel-Onibus-Brasil.jpeg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mateus-Gabriel-Onibus-Brasil.jpeg?resize=768%2C540&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mateus-Gabriel-Onibus-Brasil.jpeg?resize=400%2C281&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <div class="flex flex-col text-sm pb-25">
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<p data-start="0" data-end="259"><em>Reajuste oficializado por decreto entra em vigor em 1º de maio; cidade do Centro-Oeste mineiro enfrenta impasse entre prefeitura, empresas e trabalhadores</em></p>
<p data-start="0" data-end="259"><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p data-start="261" data-end="618">A Prefeitura de Divinópolis (MG) oficializou o reajuste da tarifa do transporte coletivo urbano por meio do Decreto nº 17.325/2026, publicado nesta sexta-feira, 17 de abril de 2026. Os novos valores passam a vigorar a partir de 1º de maio, em meio a um cenário de paralisação do sistema e ruptura nas negociações entre o poder público, o Consórcio Transoeste e os trabalhadores.</p>
<p data-start="620" data-end="847">Pelo decreto, a tarifa será de R$ 5,50 para pagamento via cartão Divpass e de R$ 6,00 para pagamento em dinheiro. A diferenciação busca estimular o uso do meio eletrônico, já adotado pela maior parte dos passageiros do sistema.</p>
<p data-start="849" data-end="1222">O reajuste ocorre em um momento de forte tensão no transporte coletivo da cidade. Motoristas e demais profissionais entraram em greve após impasses relacionados ao pagamento de benefícios e condições de trabalho. Ao mesmo tempo, a prefeitura anunciou o fim do subsídio ao sistema a partir de maio de 2026, alterando significativamente o modelo de financiamento da operação.</p>
<p data-start="1224" data-end="1561">A administração municipal argumenta que a medida é necessária para garantir a continuidade do serviço diante das limitações orçamentárias. Como alternativa ao subsídio direto, foi sinalizada a criação de um auxílio mensal de R$ 500 mil para custear parte do combustível das operações, proposta que não foi aceita pelo consórcio operador.</p>
<p data-start="1563" data-end="1796">O impacto tarifário é expressivo. Considerando o valor anterior, a passagem paga em dinheiro teve aumento próximo de 44%, evidenciando o desequilíbrio econômico-financeiro do sistema e a dificuldade de sustentação sem aporte público.</p>
<p data-start="1841" data-end="2232">Divinópolis é um dos principais centros urbanos do Centro-Oeste de Minas Gerais, com mais de 240 mil habitantes e forte papel regional em comércio, serviços e indústria. O transporte coletivo urbano desempenha função essencial na mobilidade cotidiana, especialmente para trabalhadores e estudantes, em uma cidade com expansão territorial e dependência crescente de deslocamentos motorizados.</p>
<p data-start="2234" data-end="2563">A crise atual expõe um desafio recorrente em cidades médias brasileiras: a dificuldade de equilibrar tarifa, qualidade do serviço e financiamento público. Com o fim do subsídio e a pressão por recomposição de custos, o sistema tende a enfrentar queda de demanda, aumento da informalidade e maior competição com modos individuais.</p>
<p data-start="2565" data-end="2705">O desfecho das negociações entre prefeitura, empresas e trabalhadores será determinante para a estabilidade do sistema nas próximas semanas.</p>
<p data-start="2707" data-end="2768"><em><strong data-start="2707" data-end="2768">Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
</div>
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    <title>SPTrans altera parada de ônibus na Radial Leste a partir deste sábado (18)</title>
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    <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 10:03:32 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Linhas que atendem à Fatec serão divididas em dois pontos ADAMO BAZANI A partir deste sábado, 18 de abril de 2026, a SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora das linhas de ônibus municipais da capital paulista, divide o ponto da Rua Melo Freire (Radial Leste) , 4.952, sentido bairro, será dividido em duas paradas. O local [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="825" height="527" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/858.jpg?fit=825%2C527&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/858.jpg?w=825&amp;ssl=1 825w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/858.jpg?resize=300%2C192&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/858.jpg?resize=150%2C96&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/858.jpg?resize=768%2C491&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/858.jpg?resize=400%2C256&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 825px) 100vw, 825px" /> <p><em>Linhas que atendem à Fatec serão divididas em dois pontos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A partir deste sábado, 18 de abril de 2026, a SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora das linhas de ônibus municipais da capital paulista, divide o ponto da Rua Melo Freire (Radial Leste) , 4.952, sentido bairro, será dividido em duas paradas. O local é conhecido como ponto da Fatec, por causa da instituição de ensino,  que tem registrado longas filas de ônibus por causa da demanda de passageiros e da quantidade de linhas</p>
<!-- /wp:post-content -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A mudança visa melhorar o desempenho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A divisão será a seguinte;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Parada 1: Av. Conde de Frontin, 150 &#8211; Praça Luiz Trochillo</strong></p>
<p><strong>Parada 2: Rua Melo Freire, 4.952 &#8211; FATEC</strong></p>
<p><strong>Linhas da Parada</strong> <strong>1</strong>: 1177-31 Term. A. E. Carvalho &#8211; Luz 3414 -10 Vl. Dalila &#8211; Term. Pq. D. Pedro II 3459-10 Itaim Paulista &#8211; Term. Pq. D. Pedro II 3459-23 Metrô Bresser &#8211; Itaim Paulista 3462-10 Vl. Santana &#8211; Metrô Bresser 3539-10 Cid. Tiradentes &#8211; Metrô Bresser 3686-10 Jd. São Paulo &#8211; Term. Pq. D. Pedro 3761-10 3a Divisão &#8211; Metrô Carrão 3773-10 Res. Sta. Bárbara &#8211; Metrô Carrão 407E-10 Jd. São Francisco (Via Jd. Santo André) &#8211; Metrô Carrão 407G-10 Jd. Nova Vitória &#8211; Metrô Carrão 407P-10 Term. Cid. Tiradentes &#8211; Metrô Tatuapé 4210-10 Term. Cid. Tiradentes &#8211; Term. Pq. D. Pedro II 4310-10 E. T. Itaquera &#8211; Term. Pq. D. Pedro II 4312-10 Jd. Marília &#8211; Term. Pq. D. Pedro II 4312-21 Jd. Marília &#8211; Metrô Belém N308-11 Metrô Itaquera &#8211; Term. Pq. D. Pedro II</p>
<p><strong>Linhas da Parada 2:</strong> 3029-10 Jd. das Rosas &#8211; Metrô Tatuapé 3778-10 Jd. Sta Terezinha &#8211; Matrô Carrão 407I-10 Conj. Manoel da Nóbrega &#8211; Metrô Bresser 407I-21 Conj. Manoel da Nóbrega &#8211; Metrô Tatuapé 407K-10 Term. São Mateus &#8211; Metrô Carrão 407W-10 Jd. IV Centenário &#8211; Metrô Carrão 4311-10 Term. São Mateus &#8211; Term. Pq. D. Pedro II 4313-10 Term. Cid. Tiradentes &#8211; Term. Pq. D. PedroII 4314-10 Inácio Monteiro &#8211; Term. Pq. D. Pedro II 4315-10 Term. Vl. Carrão &#8211; Term. Pq. D. Pedro II 507T-10 Term. Sapopemba &#8211; Metrô Carrão 573T-10 Term. Sapopemba &#8211; Metrô Carrão 573T-31 Term. Sapopemba &#8211; Metrô Carrão N308-11 Metrô Itaquera &#8211; Term. Pq. D. Pedro</p>
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<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>]]></content:encoded>

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    <title>Acordo evita greve no transporte coletivo de Criciúma (SC) após impasse sobre vale-alimentação</title>
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    <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 09:01:28 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Greve]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Reunião entre prefeitura e Consórcio CriBus garantiu pagamento a trabalhadores e abriu caminho para revisão tarifária ALEXANDRE PELEGI Uma possível greve no transporte coletivo de Criciúma foi suspensa após acordo firmado na tarde desta sexta-feira, 17 de abril de 2026, entre a prefeitura e o Consórcio CriBus. A paralisação estava prevista para começar na segunda-feira, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Brunno-Alexandre-Onibus-Brasil.jpeg?fit=640%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Brunno-Alexandre-Onibus-Brasil.jpeg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Brunno-Alexandre-Onibus-Brasil.jpeg?resize=300%2C211&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Brunno-Alexandre-Onibus-Brasil.jpeg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Brunno-Alexandre-Onibus-Brasil.jpeg?resize=400%2C281&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> <p><em>Reunião entre prefeitura e Consórcio CriBus garantiu pagamento a trabalhadores e abriu caminho para revisão tarifária</em></p>
<p><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p>Uma possível greve no transporte coletivo de Criciúma foi suspensa após acordo firmado na tarde desta sexta-feira, 17 de abril de 2026, entre a prefeitura e o Consórcio CriBus. A paralisação estava prevista para começar na segunda-feira, dia 20, caso não houvesse solução para o pagamento de benefícios aos trabalhadores.</p>
<p>O impasse girava em torno do não pagamento do vale-alimentação — também chamado de vale antecipação —, o que levou motoristas e demais profissionais a sinalizarem que interromperiam as atividades. Durante a reunião, a concessionária se comprometeu a realizar o pagamento integral do benefício na data acordada, evitando a greve.</p>
<p>Em nota, a CriBus informou que “<em>foram garantidas condições de ser realizado pagamento integral do Vale Antecipação aos seus profissionais no próximo dia 20/04/26</em>”.</p>
<p>O presidente do sindicato da categoria, Clésio Fernandes, conhecido como Buba, confirmou a suspensão do movimento. Segundo ele, os trabalhadores aguardam o cumprimento do compromisso assumido pela empresa. “<em>A empresa se comprometeu a pagar o vale-alimentação e o salário do próximo mês, que tinham nos notificado anteriormente que não pagariam</em>”, afirmou.</p>
<p><strong>Revisão tarifária entra no radar</strong></p>
<p>Além da solução emergencial, a reunião também encaminhou uma discussão estrutural sobre o equilíbrio econômico-financeiro da concessão. Ficou definido que a Agência Intermunicipal de Regulação (Agir) realizará um novo cálculo de revisão tarifária no prazo de 30 a 45 dias.</p>
<p>A partir desse levantamento, será debatida uma solução para recompor as condições do contrato, diante de possíveis desequilíbrios financeiros enfrentados pelo sistema.</p>
<p>A Prefeitura de Criciúma afirmou, em nota, que está em dia com todas as obrigações junto às empresas concessionárias e que aguarda o estudo da agência reguladora para aprofundar a discussão sobre o contrato.</p>
<p>O episódio evidencia, mais uma vez, a fragilidade financeira dos sistemas de transporte coletivo urbano no país, onde atrasos em benefícios trabalhistas rapidamente se convertem em risco de paralisação, pressionando o poder público e operadores a buscar soluções emergenciais e estruturais simultaneamente.</p>
<p>Com aproximadamente 220 mil habitantes, Criciúma é considerada a principal cidade do sul catarinense, sendo considerara hoje um dos maiores polos ceramistas do Brasil.</p>
<p><em><strong>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Barueri (SP) terá nova linha de ônibus A260 – Terminal Parque Imperial/Terminal Barueri a partir de 22 de abril</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/17/barueri-sp-tera-nova-linha-de-onibus-a260-terminal-parque-imperial-terminal-barueri-a-partir-de-22-de-abril/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 01:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Com operação circular, usuários poderão se deslocar mais facilmente ao Hospital Municipal Doutor Francisco Moran e a Rodovia Presidente Castello Branco VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir de 22 de abril, a cidade de Barueri (SP) contará com a nova linha de ônibus A260 – Terminal Parque Imperial/Terminal Barueri. A operação será circular e também atenderá [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13042026-barueri-tera-nova-linha-de-onibus-a-partir-de-22-de-abril-0-639116841273291118-e1776185428107.jpg?fit=800%2C533&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Com operação circular, usuários poderão se deslocar mais facilmente ao Hospital Municipal Doutor Francisco Moran e a Rodovia Presidente Castello Branco</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>A partir de 22 de abril, a cidade de Barueri (SP) contará com a nova linha de ônibus A260 – Terminal Parque Imperial/Terminal Barueri.</p>
<p>A operação será circular e também atenderá o Hospital Municipal Doutor Francisco Moran e a Rodovia Presidente Castello Branco.</p>
<p>O itinerário inclui o Terminal Gumercindo Modesto de Farias, a Avenida João Ventura dos Santos, a Rua Alagoinha, a Rua Angelim, a Avenida Pirambóia, a Avenida Piracema e a Avenida Dom Pedro II, com acesso ao Terminal Barueri, seguindo pela Estrada dos Romeiros, entre outros pontos estratégicos.</p>
<p>O trajeto também passa pelo Hospital Municipal Dr. Francisco Moran, ampliando o acesso da população aos serviços de saúde.</p>
<p>A linha segue em direção ao Terminal Gumercindo Modesto de Farias, com passagem por vias como a Avenida Trindade, a Avenida Anápolis, a Estrada da Aldeinha e a Avenida Fernando Cerqueira César Coimbra, além da Avenida Jussara.</p>
<p>A operação inclui ainda o deslocamento pela Rodovia Presidente Castello Branco, com acesso por pistas locais e viadutos, integrando diferentes regiões da cidade e facilitando a conexão entre bairros, áreas centrais e terminais.</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Transporte público terá operação especial no feriado de Tiradentes em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/17/transporte-publico-tera-operacao-especial-no-feriado-de-tiradentes-em-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ônibus metropolitanos, metrô, trens e VLT da Baixada Santista terão horários diferenciados entre os dias 20 e 21 de abril YURI SENA O transporte público da região metropolitana e do litoral paulista terá programação diferenciada durante o feriado prolongado de Tiradentes. As mudanças incluem ajustes nos horários dos ônibus metropolitanos, alterações nos intervalos das linhas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/VLT_santos-e1764586900611.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><span style="font-weight: 400"><i>Ônibus metropolitanos, metrô, trens e VLT da Baixada Santista terão horários diferenciados entre os dias 20 e 21 de abril</i></span></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O transporte público da região metropolitana e do litoral paulista terá programação diferenciada durante o feriado prolongado de Tiradentes. As mudanças incluem ajustes nos horários dos ônibus metropolitanos, alterações nos intervalos das linhas metroferroviárias e operação especial no VLT da Baixada Santista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na segunda-feira (20), as linhas de ônibus metropolitanos autorizadas a operar em esquema de emenda de feriado seguirão grade especial. Já na terça-feira (21), feriado de Tiradentes, a circulação será realizada com programação típica de feriado. No fim de semana, não haverá alterações na operação regular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No sistema sobre trilhos, as linhas terão intervalos ajustados. Na segunda-feira (20), a Linha 4-Amarela deve operar com intervalos médios de aproximadamente 2 minutos e 55 segundos nos horários de pico, 4 minutos e 20 segundos no vale e cerca de 5 minutos e 50 segundos no período noturno. Na terça-feira (21), a circulação passa a seguir a grade de feriado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Linha 5-Lilás também terá ajustes, com intervalos médios de 3 minutos e 20 segundos nos horários de maior movimento na segunda-feira. No feriado, a operação seguirá programação especial. Já nas Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, os trens terão intervalos médios de 8 minutos na segunda-feira, enquanto na terça a circulação será equivalente à praticada aos domingos.</span></p>
<p><b><i>VLT da Baixada Santista terá alterações</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da Baixada Santista também terá operação diferenciada. Na segunda-feira (20), a Linha 1 funcionará com intervalos entre 7 e 8 minutos nos horários de pico. A Linha 2 (Valongo) operará das 9h às 15h, com partidas a cada 20 minutos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na terça-feira (21), feriado de Tiradentes, a Linha 1 seguirá a programação de domingo, enquanto a Linha 2 não irá operar. Os passageiros poderão acompanhar a circulação e previsão de chegada dos veículos por meio dos canais digitais de informação ao usuário.</span></p>
<p><strong><em>Planejamento da viagem</em></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">A recomendação é que os passageiros verifiquem previamente os horários antes de se deslocar, especialmente nos dias 20 e 21, quando há mudanças na operação. As alterações visam adequar a oferta à demanda típica de feriados prolongados e garantir melhor distribuição do serviço.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Moradores de Lajeado (RS) pagarão mais caro na tarifa de ônibus a partir de segunda-feira (20)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 23:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Valor da passagem no transporte coletivo aumenta para R$ 6,00 VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir de segunda-feira, 20 de abril de 2026, os usuários do transporte público de Lajeado (RS) passam a pagar mais caro na tarifa de ônibus. O valor da passagem sofrerá reajuste de 25 centavos, subindo de R$ 5,75 para R$ 6,00. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="900" height="675" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/img_4945.png?fit=900%2C675&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/img_4945.png?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/img_4945.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/img_4945.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/img_4945.png?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/img_4945.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /> 
<p><em>Valor da passagem no transporte coletivo aumenta para R$ 6,00</em></p>



<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p>A partir de segunda-feira, 20 de abril de 2026, os usuários do transporte público de Lajeado (RS) passam a pagar mais caro na tarifa de ônibus.</p>



<p>O valor da passagem sofrerá reajuste de 25 centavos, subindo de R$ 5,75 para R$ 6,00.</p>



<p>A Câmara de Vereadores aprovou na última terça-feira, dia 14, a Lei 12.122, que autoriza a prefeitura a subsidiar em R$ 1,75 cada passagem de ônibus do sistema de mobilidade local.</p>



<p>O subsídio reduz o valor final que o usuário paga pela passagem.</p>



<p>Se não considerado o subsídio, a tarifa ficaria em R$ 7,75. Porém, em razão do repasse para a empresa Expresso Azul, o valor será fixado em R$ 6,00.</p>



<p>Desde 2022, a administração municipal subsidia o valor da passagem do transporte público.</p>



<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte </em></strong></p>
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  <item>
    <title>Prefeito e vice-prefeito de Gramado (RS) visitam fábrica da Marcopolo em Caxias do Sul (RS) para acompanhar produção de novos ônibus</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 22:00:18 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Coletivos zero quilômetro serão destinados ao sistema de mobilidade da cidade gaúcha; primeiras unidades chegam em 1º de junho VINÍCIUS DE OLIVEIRA Representantes do município de Gramado (RS) visitaram a fábrica da Marcopolo em Caxias do Sul (RS) para acompanhar a produção dos novos ônibus que integrarão a frota do transporte público; a previsão é [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="584" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-09-09-as-13.39.50_e1b6ffb7-e1776443425467.jpg?fit=800%2C584&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Coletivos zero quilômetro serão destinados ao sistema de mobilidade da cidade gaúcha; primeiras unidades chegam em 1º de junho</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Representantes do município de Gramado (RS) visitaram a fábrica da Marcopolo em Caxias do Sul (RS) para acompanhar a produção dos novos ônibus que integrarão a frota do transporte público; a previsão é de que os coletivos comecem a circular em 1º de junho.</p>
<p>Dentre as figuras presentes na comitiva, estavam o prefeito Nestor Tissot e o vice-prefeito Luia Barbacovi, além do presidente da Câmara de Vereadores, Neri Nascimento, a Procuradora-Geral do município, Doutora Mariana Melara Reis, o secretário de Segurança Pública, Trânsito, Transporte e Fiscalização, Tiago Procópio, assim como os diretores da Área de Compras e Licitações, Frederico Pellicioli, do Controle Interno, Amaro Martini e os sócios-proprietários da empresa Gramado Transportes Coletivo.</p>
<p>Segundo o secretário Procópio, serão entregues 10 ônibus zero quilômetro nessa próxima janela, todos equipados com sistema de ar-condicionado.</p>
<p>Para 2027, serão mais quatro coletivos, e para 2028, outros 10 de carrocerias Torino e chassis Mercedes-Benz, já com a tecnologia menos poluente Euro 6.</p>
<p>Os pacotes previstos para a cidade de Gramado também listam a entrega de um micro-ônibus Marcopolo Sênior Urbano.</p>
<p>O município está em processo de licitação, que possibilitará novas grades horárias, além de mudanças nos itinerários e implementação da bilhetagem eletrônica.</p>
<p>Os usuários do sistema de mobilidade ainda poderão acompanhar a localização dos ônibus em tempo real via aplicativo.</p>
<p>Dentre as medidas para o setor, será realizado o reajuste da tarifa de ônibus, que deverá cair de R$ 4,90 para R$ 4,00.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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