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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Grande Recife (PE) homologa R$ 284,9 milhões para 100 ônibus elétricos Eletra/Caio e Marcopolo; compra integra acordo de reestruturação do metrô</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/grande-recife-pe-homologa-contratos-com-eletra-caio-e-marcopolo-de-r-2849-milhoes-em-licitacao-de-100-onibus-eletricos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 09:07:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Caio fica com 40 veículos e Marcopolo com 60; incluindo 50 carregadores, resultado chega a R$ 291,2 milhões, abaixo dos R$ 310 milhões estimados na concorrência ADAMO BAZANI O Grande Recife Consórcio de Transporte Metropolitano homologou uma licitação para registro de preços de 100 ônibus elétricos e 50 carregadores destinados ao transporte público da Região [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="792" height="615" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/elettrsa-recife.jpg?fit=792%2C615&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/elettrsa-recife.jpg?w=792&amp;ssl=1 792w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/elettrsa-recife.jpg?resize=300%2C233&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/elettrsa-recife.jpg?resize=150%2C116&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/elettrsa-recife.jpg?resize=768%2C596&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/elettrsa-recife.jpg?resize=400%2C311&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 792px) 100vw, 792px" /> <p><em>Caio fica com 40 veículos e Marcopolo com 60; incluindo 50 carregadores, resultado chega a R$ 291,2 milhões, abaixo dos R$ 310 milhões estimados na concorrência</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Grande Recife Consórcio de Transporte Metropolitano homologou uma licitação para registro de preços de 100 ônibus elétricos e 50 carregadores destinados ao transporte público da Região Metropolitana do Recife. Publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira, 6 de outubro de 2026, o resultado soma R$ 291,2 milhões: R$ 284,9 milhões para os veículos, divididos entre Caio e Marcopolo, e R$ 6,3 milhões para os equipamentos de recarga.</p>
<p>A Caio ficou com dois lotes, totalizando 40 ônibus e R$ 115,7 milhões, enquanto a Marcopolo venceu três, com 60 veículos e R$ 169,2 milhões.</p>
<h3>Caio responde pela carroceria; sistema de tração elétrica é outra parte do veículo</h3>
<p>A Caio fabrica carrocerias. No fornecimento de ônibus elétricos da parceria Eletra/Caio, a carroceria é integrada à tecnologia de tração elétrica da Eletra e à plataforma veicular utilizada no projeto.</p>
<p>Essa distinção importa porque o ônibus completo reúne carroceria, estrutura veicular, motor, baterias, controles eletrônicos e outros componentes. A marca que assume o fornecimento na licitação não necessariamente fabrica todos esses sistemas.</p>
<p>A Caio fatura o conjunto completo com a tecnologia da Eletra</p>
<h3>Marcopolo vence 60 unidades</h3>
<p>A Marcopolo aparece nos lotes 2, 3 e</p>
<p>A fabricante possui o Attivi Integral, ônibus elétrico que reúne chassi e carroceria próprios.</p>
<h3>Valores por lote e por unidade</h3>
<p>Cada lote de veículos é composto por 20 unidades. Os valores unitários abaixo foram calculados a partir dos totais homologados.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Lote</th>
<th>Fornecedora no DOU</th>
<th>Quantidade</th>
<th>Valor total</th>
<th>Valor por unidade</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>1</td>
<td>Caio-Induscar</td>
<td>20 ônibus</td>
<td>R$ 59.600.000,00</td>
<td>R$ 2.980.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Marcopolo</td>
<td>20 ônibus</td>
<td>R$ 57.900.000,00</td>
<td>R$ 2.895.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>Marcopolo</td>
<td>20 ônibus</td>
<td>R$ 55.650.000,00</td>
<td>R$ 2.782.500,00</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>Caio-Induscar</td>
<td>20 ônibus</td>
<td>R$ 56.099.900,00</td>
<td>R$ 2.804.995,00</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>Marcopolo</td>
<td>20 ônibus</td>
<td>R$ 55.650.000,00</td>
<td>R$ 2.782.500,00</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>Eletra Indústria e Comércio de Medidores Elétricos Ltda., conforme aviso</td>
<td>50 carregadores</td>
<td>R$ 6.300.000,00</td>
<td>R$ 126.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>—</td>
<td>100 ônibus e 50 carregadores</td>
<td>R$ 291.199.900,00</td>
<td>—</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Os ônibus têm preço médio de R$ 2.848.999,00. Esse cálculo considera apenas os cinco lotes de veículos, sem distribuir o custo dos carregadores entre as unidades.</p>
<h3>A Eletra indicada para carregadores tem razão social distinta da empresa dos ônibus</h3>
<p>O lote 6 identifica a Eletra Indústria e Comércio de Medidores Elétricos Ltda. Essa razão social corresponde a uma empresa distinta da Eletra Industrial Ltda., ligada à tecnologia de tração dos ônibus.</p>
<p>Um registro oficial do Inmetro identifica a empresa de medidores pelo CNPJ 12.115.480/0001-15, em Itaitinga, no Ceará. A Eletra Industrial dos ônibus é identificada pelo CNPJ 04.121.069/0001-24, em São Bernardo do Campo (SP).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Identificação</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Eletra Industrial Ltda., dos sistemas de tração dos ônibus</td>
<td>04.121.069/0001-24</td>
</tr>
<tr>
<td>Eletra Indústria e Comércio de Medidores Elétricos Ltda., matriz identificada no Inmetro</td>
<td>12.115.480/0001-15</td>
</tr>
<tr>
<td>CNPJ publicado no lote de carregadores</td>
<td>88.611.835/0008-03</td>
</tr>
<tr>
<td>Marcopolo identificada nos lotes de ônibus</td>
<td>88.611.835/0008-03</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Edital prevê veículos de 12 a 13 metros, autonomia mínima de 250 km e recarga rápida</h3>
<p>O edital estabelece ônibus padron de 12 a 13 metros, novos, com fabricação e montagem nacionais e requisitos de conteúdo local vinculados ao Novo PAC e ao credenciamento Finame.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Exigência do edital</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Propulsão</td>
<td>Elétrica</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia</td>
<td>Mínimo de 250 km, segundo metodologia de teste UITP SORT</td>
</tr>
<tr>
<td>Acessibilidade</td>
<td>Piso baixo de entrada</td>
</tr>
<tr>
<td>Climatização</td>
<td>Ar-condicionado</td>
</tr>
<tr>
<td>Portas</td>
<td>Três portas na lateral direita</td>
</tr>
<tr>
<td>Conveniência</td>
<td>Portas USB próximas aos assentos</td>
</tr>
<tr>
<td>Carregadores</td>
<td>50 equipamentos rápidos em corrente contínua, com potência mínima de 240 kW</td>
</tr>
<tr>
<td>Recarga</td>
<td>Atendimento simultâneo a dois veículos por carregador</td>
</tr>
<tr>
<td>Garantias</td>
<td>Cinco anos para veículos e carregadores; dez anos para baterias, sob as condições do edital</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As entregas são divididas em duas etapas por lote: dez ônibus em até 180 dias e outros dez em até 270 dias, contados das respectivas ordens de fornecimento. Esses prazos não equivalem a uma data de início de operação.</p>
<h3>Resultado fica R$ 18,8 milhões abaixo da estimativa inicial</h3>
<p>O orçamento estimado da licitação era de R$ 310 milhões. O resultado homologado ficou R$ 18.800.100,00 abaixo desse montante, diferença de aproximadamente 6,06%.</p>
<p>O aviso de abertura informa recursos federais vinculados a termo de compromisso entre União, Estado de Pernambuco e Caixa. O edital relaciona a aquisição ao Novo PAC, no subeixo de renovação de frota para o setor público.</p>
<p>A homologação aprova o resultado, e a adjudicação atribui os lotes aos vencedores. Como a disputa é de registro de preços para compra futura e eventual, o ato não comprova que todas as unidades já tenham recebido ordens de fornecimento.</p>
<h2>Compra dos ônibus nasceu do acordo do metrô: recursos públicos financiam renovação dos dois sistemas</h2>
<p>A licitação é um desdobramento das negociações anunciadas em dezembro de 2025, acompanhadas pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, para a recuperação da rede metroferroviária e o reforço do transporte por ônibus.</p>
<p>Em 16 de dezembro de 2025, União e Governo de Pernambuco firmaram um acordo para estruturar a transferência de ativos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos, a CBTU, ao Estado e a concessão dos serviços de gestão, operação e manutenção da rede metroferroviária. O BNDES participa da estruturação do projeto.</p>
<p>O acordo prevê cerca de R$ 4 bilhões para requalificação ferroviária e a antecipação de recursos não reembolsáveis para 100 ônibus elétricos. Portanto, as duas iniciativas fazem parte da mesma articulação de mobilidade, mas a compra dos coletivos tem instrumento financeiro próprio. Não se trata de pagamento às fabricantes de ônibus dentro de um contrato já firmado de operação do metrô.</p>
<p>Para o sistema sobre trilhos, o anúncio de dezembro previa aplicação dos recursos nos cinco primeiros anos após a assinatura da concessão, com duração de 30 anos. Entre as intervenções anunciadas estavam 18 novos trens e quatro veículos leves sobre trilhos, os VLTs.</p>
<p>Também foram anunciados R$ 57 milhões para medidas iniciais em estações, como obras civis, recuperação de coberturas e serviços de conforto e segurança, além do reforço de frota pela CBTU com incorporação de 11 trens adquiridos ou transferidos de outras praças. Essas eram previsões do anúncio original; a homologação dos ônibus não comprova a execução dessas medidas ferroviárias.</p>
<h2>R$ 319,27 milhões do termo federal, R$ 310 milhões do edital e R$ 291,20 milhões do resultado são valores de etapas diferentes</h2>
<p>Como noticiou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em 13 de maio de 2026, o termo de compromisso federal para ônibus elétricos e carregadores estabeleceu R$ 319.268.652,00, sem contrapartida estadual.</p>
<p>A programação indicava R$ 64 milhões no exercício de 2026 e R$ 255.268.652,00 para os demais anos, com vigência até 6 de maio de 2029. A operacionalização é pela Caixa Econômica Federal, no âmbito do Ministério das Cidades.</p>
<p>Já a licitação adotou orçamento estimado de R$ 310 milhões: R$ 298 milhões para os 100 ônibus e R$ 12 milhões para os 50 carregadores. O resultado homologado ficou em R$ 291.199.900,00.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Etapa</th>
<th>Valor</th>
<th>Significado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Termo federal</td>
<td>R$ 319.268.652,00</td>
<td>Montante previsto no instrumento para ônibus e carregadores</td>
</tr>
<tr>
<td>Orçamento da concorrência</td>
<td>R$ 310.000.000,00</td>
<td>Estimativa dos seis lotes</td>
</tr>
<tr>
<td>Resultado dos ônibus</td>
<td>R$ 284.899.900,00</td>
<td>Soma dos cinco lotes de veículos</td>
</tr>
<tr>
<td>Resultado dos carregadores</td>
<td>R$ 6.300.000,00</td>
<td>Lote de 50 equipamentos</td>
</tr>
<tr>
<td>Resultado total</td>
<td>R$ 291.199.900,00</td>
<td>Soma dos seis lotes homologados</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Esses valores não devem ser somados como investimentos independentes. Também não há fundamento, apenas nesses documentos, para dizer que a diferença em relação ao termo federal será automaticamente utilizada em mais ônibus ou no metrô.</p>
<p>O papel do BNDES na estruturação ferroviária e no credenciamento industrial dos produtos é diferente da operacionalização do termo dos ônibus pela Caixa. A aquisição está enquadrada no Novo PAC, com exigências de fabricação e montagem nacionais.</p>
<h2>Concorrência foi dividida em cinco lotes de 20 ônibus e um de carregadores; resultado distribuiu a frota entre duas fabricantes</h2>
<p>O edital foi lançado em maio, com aviso datado de 14 de maio e divulgação do lançamento em 15 de maio. A seleção foi organizada por menor preço, na plataforma PE-Integrado, com cinco lotes de 20 ônibus e um sexto para 50 carregadores.</p>
<p>A sessão de disputa estava marcada para 25 de junho de 2026, às 10h30. O Grande Recife publicou uma errata para esclarecer que 20 de maio era o início do recebimento das propostas, e não o encerramento, como aparecia em uma versão do documento.</p>
<p>Outra correção incluiu os carregadores na comprovação de capacidade técnica e vinculou os pagamentos à entrega e ao aceite dos bens. O reajuste foi alinhado ao IPCA e à data do orçamento estimado.</p>
<p>O resultado divulgado agora informa que as vencedoras cumpriram os requisitos de habilitação e apresentaram as propostas de menor preço por lote. A Caio venceu os lotes 1 e 4, enquanto a Marcopolo venceu os lotes 2, 3 e 5.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Lote</th>
<th>Vencedora publicada</th>
<th>Quantidade</th>
<th>Valor homologado</th>
<th>Valor por unidade</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>1</td>
<td>Caio-Induscar</td>
<td>20 ônibus</td>
<td>R$ 59.600.000,00</td>
<td>R$ 2.980.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Marcopolo</td>
<td>20 ônibus</td>
<td>R$ 57.900.000,00</td>
<td>R$ 2.895.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>Marcopolo</td>
<td>20 ônibus</td>
<td>R$ 55.650.000,00</td>
<td>R$ 2.782.500,00</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>Caio-Induscar</td>
<td>20 ônibus</td>
<td>R$ 56.099.900,00</td>
<td>R$ 2.804.995,00</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>Marcopolo</td>
<td>20 ônibus</td>
<td>R$ 55.650.000,00</td>
<td>R$ 2.782.500,00</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>Eletra Indústria e Comércio de Medidores Elétricos, conforme o aviso</td>
<td>50 carregadores</td>
<td>R$ 6.300.000,00</td>
<td>R$ 126.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>—</td>
<td>100 ônibus e 50 carregadores</td>
<td>R$ 291.199.900,00</td>
<td>—</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A Marcopolo ficou com 60% dos veículos e a Caio com 40%. Esses lotes são divisões da compra de equipamentos e não representam, por si só, lotes de concessão de linhas ou uma distribuição dos ônibus entre determinadas empresas operadoras.</p>
<h2>Diferença em relação ao orçamento chega a 6,06%; carregadores tiveram redução de 47,5%</h2>
<p>Cada lote de ônibus tinha estimativa de R$ 59,6 milhões, equivalente a R$ 2,98 milhões por veículo. No lote 1, o resultado da Caio coincide com a estimativa. Nos outros quatro, os valores ficaram abaixo dessa referência.</p>
<p>Nos lotes 3 e 5, a Marcopolo apresentou os menores preços unitários homologados: R$ 2.782.500,00, aproximadamente 6,63% abaixo da estimativa por ônibus. No lote 2, o valor foi R$ 2.895.000,00, redução de aproximadamente 2,85%.</p>
<p>O lote 4 da Caio ficou em R$ 2.804.995,00 por veículo, cerca de 5,87% abaixo da referência. No conjunto, os ônibus somaram R$ 13.100.100,00 a menos que o orçamento de R$ 298 milhões, diferença de aproximadamente 4,40%.</p>
<p>Os carregadores estavam estimados em R$ 240 mil cada e foram homologados por R$ 126 mil, redução de 47,5%. A diferença nesse lote foi de R$ 5,7 milhões.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Grupo</th>
<th>Estimativa</th>
<th>Homologação</th>
<th>Diferença</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>100 ônibus</td>
<td>R$ 298.000.000,00</td>
<td>R$ 284.899.900,00</td>
<td>R$ 13.100.100,00</td>
</tr>
<tr>
<td>50 carregadores</td>
<td>R$ 12.000.000,00</td>
<td>R$ 6.300.000,00</td>
<td>R$ 5.700.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>R$ 310.000.000,00</td>
<td>R$ 291.199.900,00</td>
<td>R$ 18.800.100,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Essas comparações mostram o resultado final frente ao orçamento público, não a sequência de lances de cada concorrente. O aviso de homologação não reproduz a classificação completa nem os preços apresentados pelas participantes que não venceram.</p>
<h2>Testes da Eletra começaram antes do edital; renovação também foi discutida no ZURB com cobertura presencial do Diário do Transporte</h2>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou a preparação da compra. Em 30 de abril, noticiou que o Grande Recife iniciaria, em 5 de maio, testes com um ônibus de tecnologia nacional Eletra na linha 1981 — TI Rio Doce/TI Joana Bezerra.</p>
<p>Na etapa de preparação, eram mencionadas de 100 a 110 unidades. O edital consolidou a quantidade de 100, agora mantida no resultado homologado. O teste de um modelo antes da concorrência servia à avaliação operacional e não equivalia à escolha antecipada de um fornecedor.</p>
<p>Em 21 de maio, durante o ZURB, seminário de mobilidade organizado pela Urbana-PE e acompanhado presencialmente pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, o presidente do Grande Recife, Matheus Freitas, confirmou a compra dos 100 elétricos e apresentou outras prioridades do sistema.</p>
<p>Entre elas estavam aperfeiçoar a integração temporal, ampliar o uso de veículos de maior capacidade, preparar concessões dos lotes remanescentes e estudar outras alternativas energéticas, como gás natural e biometano. A compra dos elétricos integra essa agenda, mas não resolve sozinha questões de intervalos, cumprimento de viagens e integração.</p>
<h2>Ônibus terão ar-condicionado e acessibilidade; entregas são contadas a partir das ordens de fornecimento</h2>
<p>As principais exigências do edital para veículos, recarga e entrega são:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Exigência</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Tipo de ônibus</td>
<td>Padron, entre 12 e 13 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia</td>
<td>Mínima de 250 km, conforme condições técnicas do edital</td>
</tr>
<tr>
<td>Atendimento ao passageiro</td>
<td>Ar-condicionado, acessibilidade, três portas e tomadas USB</td>
</tr>
<tr>
<td>Carregadores</td>
<td>Potência mínima de 240 kW, com recarga simultânea de dois veículos</td>
</tr>
<tr>
<td>Garantias</td>
<td>Cinco anos para veículos e carregadores; dez anos para baterias</td>
</tr>
<tr>
<td>Primeira entrega</td>
<td>Dez ônibus por lote, em até 180 dias da ordem de fornecimento</td>
</tr>
<tr>
<td>Segunda entrega</td>
<td>Dez ônibus por lote, em até 270 dias da ordem de fornecimento</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A divisão permite entregas em etapas, conforme acionamento da administração. Os prazos não começam automaticamente na data da publicação da homologação.</p>
<p>Embora a entrada dos veículos em 2026 tenha sido mencionada no início do projeto, a definição das datas efetivas depende das ordens e do cronograma de execução. Também é necessária a preparação da infraestrutura elétrica para colocar a frota em circulação.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/grande-recife-pe-homologa-contratos-com-eletra-caio-e-marcopolo-de-r-2849-milhoes-em-licitacao-de-100-onibus-eletricos/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=537416</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Linha 5-Lilás teve problemas e operou com restrições na manhã desta terça-feira (06)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/linha-5-lilas-teve-problemas-e-operou-com-restricoes-na-manha-desta-terca-feira-06/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/linha-5-lilas-teve-problemas-e-operou-com-restricoes-na-manha-desta-terca-feira-06/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 09:05:38 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada ARTHUR FERRARI Passageiros da linha 5-Lilás enfrentaram dificuldades das 5h49 às 6h05 desta terça-feira, 6 de outubro de 2026, quando os trens operaram com restrições devido a problemas. De acordo com a Motiva, concessionária responsável pela linha, um trem apresentou falha na região da Estação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="472" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-11-e1776359057606.jpg?fit=800%2C472&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Passageiros da linha 5-Lilás enfrentaram dificuldades das 5h49 às 6h05 desta terça-feira, 6 de outubro de 2026, quando os trens operaram com restrições devido a problemas.</p>
<p>De acordo com a Motiva, concessionária responsável pela linha, um trem apresentou falha na região da Estação Campo Limpo, gerando velocidade reduzida e maior tempo de parada em toda a linha.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=537483</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Santo Anjo, do Grupo Garcia/Brasil Sul, está entre 36 empresas autorizadas pela ANTT para fretamento interestadual e internacional</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/santo-anjo-do-grupo-garcia-brasil-sul-esta-entre-36-empresas-autorizadas-pela-antt-para-fretamento-interestadual-e-internacional/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/santo-anjo-do-grupo-garcia-brasil-sul-esta-entre-36-empresas-autorizadas-pela-antt-para-fretamento-interestadual-e-internacional/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 08:01:17 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Fretamento]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quatro decisões publicadas nesta terça-feira habilitam transportadoras para serviços contratados de passageiros; atos são independentes da Primeira Janela Extraordinária de linhas regulares ADAMO BAZANI A Santo Anjo, empresa catarinense incorporada ao grupo Garcia/Brasil Sul, está entre as 36 transportadoras autorizadas pela ANTT a prestar serviços de fretamento interestadual e internacional de passageiros em quatro decisões [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="788" height="477" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/santoanjo3812.jpg?fit=788%2C477&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/santoanjo3812.jpg?w=788&amp;ssl=1 788w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/santoanjo3812.jpg?resize=300%2C182&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/santoanjo3812.jpg?resize=150%2C91&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/santoanjo3812.jpg?resize=768%2C465&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/santoanjo3812.jpg?resize=400%2C242&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 788px) 100vw, 788px" /> <p><em>Quatro decisões publicadas nesta terça-feira habilitam transportadoras para serviços contratados de passageiros; atos são independentes da Primeira Janela Extraordinária de linhas regulares</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Santo Anjo, empresa catarinense incorporada ao grupo Garcia/Brasil Sul, está entre as 36 transportadoras autorizadas pela ANTT a prestar serviços de fretamento interestadual e internacional de passageiros em quatro decisões publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira, 6 de outubro de 2026. As autorizações permitem que as empresas acessem o sistema de emissão das licenças necessárias à realização das viagens, observadas as exigências da regulamentação.</p>
<p>Os atos abrangem transporte contratado em regime de fretamento, como viagens de grupos e serviços contínuos para públicos determinados. São decisões independentes da Primeira Janela Extraordinária: não concedem novas linhas regulares nem apresentam mercados, itinerários ou autorização de venda individual de passagens em serviços regulares.</p>
<h3>Santo Anjo é a empresa cuja aquisição foi anunciada em novembro de 2023</h3>
<p>A decisão identifica a Empresa Santo Anjo da Guarda S/A, com CNPJ 86.431.749/0001-09 e Termo de Autorização de Fretamento 420405. O cadastro coincide com o da transportadora catarinense conhecida pela marca Santo Anjo.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em 13 de novembro de 2023, a Garcia/Brasil Sul anunciou naquela data a aquisição inicial de 49% da Santo Anjo. O comunicado previa a compra de 100% após anuência prévia da ANTT, e o grupo assumiria a operação das linhas ainda naquele mês.</p>
<p>Portanto, a aquisição anunciada remonta a novembro de 2023. A autorização de fretamento publicada agora é outro ato e não constitui aprovação de compra ou transferência de controle.</p>
<p>A Santo Anjo foi fundada em 1947 por Herbert Falk e consolidou sua atuação no transporte rodoviário do Sul do país. Na ocasião do anúncio da aquisição, a cobertura registrou sua presença nas ligações entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul.</p>
<h3>O que a autorização permite e por que ainda são necessárias licenças de viagem</h3>
<p>O Termo de Autorização de Fretamento, conhecido como TAF, habilita a transportadora para atuar nesse regime. Sua publicação não substitui as licenças de viagem ou as demais exigências relativas à empresa, aos veículos e à prestação do serviço.</p>
<p>O fretamento turístico e o eventual atendem deslocamentos ocasionais de grupos. O contínuo atende serviços contratados com frequência e horários previamente definidos, como transporte de trabalhadores e estudantes. A regulamentação trabalha com viagens em circuito fechado, com exceções previstas nas normas.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Modalidade</th>
<th>Aplicação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Turístico</td>
<td>Viagem ocasional de grupo com finalidade turística</td>
</tr>
<tr>
<td>Eventual</td>
<td>Deslocamento ocasional de grupo sem finalidade turística</td>
</tr>
<tr>
<td>Contínuo</td>
<td>Transporte contratado de público determinado, com frequência e horários definidos</td>
</tr>
<tr>
<td>Linha regular</td>
<td>Serviço distinto, sujeito à autorização própria e às regras de atendimento dos mercados</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Para quem contrata uma excursão ou transporte de funcionários, a autorização integra a verificação de regularidade da operadora. A condição da empresa, do veículo e da viagem precisa ser compatível com o serviço contratado.</p>
<p>O acesso ao sistema de licenças será disponibilizado a partir da publicação das decisões. O descumprimento das condições pode resultar em sanções. Os atos também preveem nulidade da autorização em caso de ilegalidade e cassação quando houver perda de condições indispensáveis ou infração grave, mediante processo regular.</p>
<h3>Quatro decisões somam 37 registros, mas abrangem 36 empresas distintas</h3>
<p>As decisões foram assinadas em 29 de setembro pelo superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros, Juliano de Barros Samôr.</p>
<p>A Ouro Minas Cooperativa aparece em dois anexos com o mesmo CNPJ e o mesmo TAF. Por isso, os 37 registros correspondem a 36 pessoas jurídicas distintas.</p>
<h4>Decisão SUPAS nº 1.384: 11 empresas</h4>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>TAF</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Classic Bus Serviços de Transporte e Excursões Ltda.</td>
<td>008037</td>
</tr>
<tr>
<td>Conexão Solução Transportes e Negócios Ltda.</td>
<td>011859</td>
</tr>
<tr>
<td>Costatur Ltda.</td>
<td>011860</td>
</tr>
<tr>
<td>Expresso EDS Transportes e Logística Ltda.</td>
<td>011861</td>
</tr>
<tr>
<td>Fabio Turismo e Transporte Ltda.</td>
<td>011862</td>
</tr>
<tr>
<td>Manfrin Grasel Ltda.</td>
<td>418593</td>
</tr>
<tr>
<td>Martinek Corporate Ltda.</td>
<td>011863</td>
</tr>
<tr>
<td>N.G. Diniz Transportes e Turismo Ltda.</td>
<td>007902</td>
</tr>
<tr>
<td>Nova Rota Viagens Ltda.</td>
<td>011864</td>
</tr>
<tr>
<td>Transtanques Offshore Turismo Translado e Transporte Ltda.</td>
<td>006946</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Redil Ltda.</td>
<td>007933</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h4>Decisão SUPAS nº 1.385: oito empresas</h4>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>TAF</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>KLP Transportes Ltda.</td>
<td>011865</td>
</tr>
<tr>
<td>M F de Oliveira Neto Ltda.</td>
<td>005656</td>
</tr>
<tr>
<td>MPP Transportes Ltda.</td>
<td>011866</td>
</tr>
<tr>
<td>Opção Turismo e Viagens Ltda.</td>
<td>004371</td>
</tr>
<tr>
<td>Ouro Minas Cooperativa — Cooperativa de Transportes Alternativo de Passageiros e Cargas de Minas Gerais</td>
<td>011867</td>
</tr>
<tr>
<td>Renascer Trans &amp; Tour Ltda.</td>
<td>011868</td>
</tr>
<tr>
<td>T.F.F. Transportes e Turismo Ltda.</td>
<td>008080</td>
</tr>
<tr>
<td>Transporte Santos Soares Ltda.</td>
<td>011869</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h4>Decisão SUPAS nº 1.386: sete empresas</h4>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>TAF</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>77 Autos &amp; Locação de Veículos Ltda.</td>
<td>011889</td>
</tr>
<tr>
<td>BT Transportes Ltda.</td>
<td>007294</td>
</tr>
<tr>
<td>Canaã Turismo Ltda.</td>
<td>008050</td>
</tr>
<tr>
<td>Daniel Rodrigues de Sousa Ltda.</td>
<td>011890</td>
</tr>
<tr>
<td>Flor do Sul Comércio e Serviços Ltda.</td>
<td>011891</td>
</tr>
<tr>
<td>Logitec Gerenciamento de Projetos e Serviços Ltda.</td>
<td>011892</td>
</tr>
<tr>
<td>S Romão Pereira Ltda.</td>
<td>006271</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h4>Decisão SUPAS nº 1.387: 11 registros</h4>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>TAF</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Empresa Santo Anjo da Guarda S/A</td>
<td>420405</td>
</tr>
<tr>
<td>Ferreira Turismos Ltda.</td>
<td>011882</td>
</tr>
<tr>
<td>Isetur Viagens e Transportes Ltda.</td>
<td>011893</td>
</tr>
<tr>
<td>Ivatur — Rent a Car, Transportes e Turismo Ltda.</td>
<td>011883</td>
</tr>
<tr>
<td>Ouro Minas Cooperativa — Cooperativa de Transportes Alternativo de Passageiros e Cargas de Minas Gerais</td>
<td>011867</td>
</tr>
<tr>
<td>Pro Executivo Turismo e Locação Ltda.</td>
<td>011884</td>
</tr>
<tr>
<td>Rapha Tur Transportes e Turismo Ltda.</td>
<td>007047</td>
</tr>
<tr>
<td>Tustão Transporte, Locações e Turismo Ltda.</td>
<td>011885</td>
</tr>
<tr>
<td>Unlimited Travel Viagens e Turismo Ltda.</td>
<td>011886</td>
</tr>
<tr>
<td>V.M.C7. Logística Inteligente Ltda.</td>
<td>011887</td>
</tr>
<tr>
<td>Vitória Barroso Ltda.</td>
<td>011888</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Fretamento e Primeira Janela Extraordinária seguem procedimentos diferentes</h3>
<p>A Primeira Janela Extraordinária trata do acesso a mercados de transporte rodoviário interestadual regular. As quatro decisões desta edição se baseiam na regulamentação do fretamento, especialmente na Resolução ANTT nº 4.777/2015.</p>
<p>Uma empresa pode ter atuação nos dois segmentos, mas precisa cumprir as exigências de cada regime. A presença de uma transportadora em um processo de linhas regulares não transforma sua autorização de fretamento em concessão de novos mercados.</p>
<p>Os atos estão publicados na Seção 1 do DOU, páginas 252 e 253, e entram em vigor nesta terça-feira.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/santo-anjo-do-grupo-garcia-brasil-sul-esta-entre-36-empresas-autorizadas-pela-antt-para-fretamento-interestadual-e-internacional/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=537422</guid>
  </item>
  <item>
    <title>EXCLUSIVO: Motorista de ônibus está entre as profissões com maior número de divórcios, diz pesquisa internacional </title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/exclusivo-motorista-de-onibus-esta-entre-as-profissoes-com-maior-numero-de-divorcios-diz-pesquisa-internacional/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/exclusivo-motorista-de-onibus-esta-entre-as-profissoes-com-maior-numero-de-divorcios-diz-pesquisa-internacional/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 07:31:07 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[EMTU]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Indicador de 48% inclui pessoas casadas mais de uma vez; dado abre discussão sobre jornadas, descanso e convivência familiar dos profissionais no Brasil ADAMO BAZANI Transportar passageiros desde as primeiras horas da manhã, trabalhar à noite, cumprir escalas em fins de semana e, em serviços rodoviários, permanecer longe de casa: a organização do transporte de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>
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<p><em>Indicador de 48% inclui pessoas casadas mais de uma vez; dado abre discussão sobre jornadas, descanso e convivência familiar dos profissionais no Brasil</em></p>
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<div><strong class="font-semibold"><em>ADAMO BAZANI</em></strong></div>
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<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Transportar passageiros desde as primeiras horas da manhã, trabalhar à noite, cumprir escalas em fins de semana e, em serviços rodoviários, permanecer longe de casa: a organização do transporte de outras famílias pode tornar mais difícil a convivência dos motoristas de ônibus com a própria. Uma análise de dados dos Estados Unidos, publicada em maio de 2026, colocou esses profissionais entre as ocupações com maior indicador de divórcio e separação, com 48%. O resultado reúne diferentes situações conjugais e não pode ser aplicado aos brasileiros, mas oferece um ponto de partida para discutir como trabalho, descanso e vida familiar se relacionam.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">No Brasil, essa discussão encontra questões já abordadas pelo <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong>: pressão operacional, busca por renda complementar, condições de descanso e dificuldades das empresas para contratar e manter motoristas. Em entrevistas anteriores, a advogada especializada em direito empresarial e gestão de riscos Liana Variani destacou que escalas previsíveis, remuneração, escuta dos trabalhadores e preparação das chefias fazem parte da valorização profissional. Para empresas e categoria, o desafio é organizar um serviço essencial considerando também as necessidades de quem o realiza.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Quem produziu a análise e o que foi pesquisado</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A comparação foi elaborada por Nathan Yau, doutor em Estatística pela Universidade da Califórnia em Los Angeles, a UCLA, e responsável pelo FlowingData, dedicado à análise e visualização de dados.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O material foi publicado em 7 de maio de 2026. Yau utilizou microdados da American Community Survey, pesquisa do Departamento do Censo dos Estados Unidos, acessados por meio do IPUMS, plataforma de dados para pesquisadores. A base quinquenal de 2024 reúne informações do período de 2020 a 2024.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A coleta das informações populacionais é do órgão público norte-americano. A comparação entre ocupações foi produzida por Yau.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Essa distinção importa: o levantamento não entrevistou motoristas para descobrir os motivos de seus divórcios. Ele comparou informações de ocupação e histórico conjugal disponíveis em uma base populacional.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">O que está dentro dos 48% atribuídos aos motoristas de ônibus</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A análise considera trabalhadores que se casaram ao menos uma vez. O indicador reúne pessoas divorciadas, separadas e aquelas que informaram ter se casado mais de uma vez, inclusive quando estavam casadas no momento da pesquisa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Não é, portanto, uma taxa anual de divórcios. Também não significa que 48% dos motoristas estavam sem companheiro ou companheira.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A inclusão de pessoas com mais de um casamento traz uma limitação: um novo matrimônio pode ocorrer após a morte do cônjuge. O número de casamentos, isoladamente, não comprova uma separação anterior.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Outra questão é a sequência dos acontecimentos. Uma pessoa pode ter se divorciado antes de começar a dirigir ônibus. A ocupação registrada na pesquisa não necessariamente corresponde àquela exercida quando o relacionamento terminou.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Essas limitações impedem transformar o resultado em uma afirmação de que a profissão causa divórcios. Para investigar as causas, seria necessário acompanhar os trabalhadores ao longo do tempo e considerar idade, renda, escolaridade, jornadas e outras características.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Por que a rotina profissional merece atenção, mesmo sem explicar sozinha as separações</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O levantamento norte-americano mostra uma associação. As possíveis explicações precisam ser investigadas separadamente.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Há, entretanto, evidências sobre dificuldades de conciliar trabalho em turnos, jornadas prolongadas e vida familiar. O Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional dos Estados Unidos, o NIOSH, informa que horários exigentes podem reduzir o sono, aumentar a fadiga, prejudicar o humor e diminuir o tempo de qualidade com familiares e amigos.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O próprio instituto faz uma ressalva: são poucos os estudos que demonstraram aumento do risco de dificuldades conjugais e divórcio entre trabalhadores com horários fora do padrão. Seu material aborda os efeitos de jornadas e turnos, com foco em enfermagem, e não uma medição específica da categoria dos motoristas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A contribuição dessas pesquisas está em explicar mecanismos de desgaste. Cansaço e desencontro de horários podem dificultar o diálogo e a divisão de responsabilidades, mas não determinam o destino de um relacionamento.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Também é preciso evitar estigmas. Uma separação não mede competência profissional, caráter ou capacidade de cuidar dos filhos. O dado deve orientar uma discussão sobre condições de vida, preservando a privacidade dos trabalhadores.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">No transporte brasileiro, o horário do serviço nem sempre coincide com o da família</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O funcionamento dos ônibus exige profissionais disponíveis quando boa parte da população ainda não começou o dia ou já encerrou suas atividades.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Quem assume as primeiras viagens pode sair antes que os filhos acordem. Quem trabalha no encerramento da operação pode chegar quando eles já dormem. Nos fins de semana e feriados, a escala pode coincidir com encontros familiares, atividades escolares e comemorações.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">No transporte rodoviário, viagens e períodos fora de casa acrescentam outras necessidades de organização.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">São exemplos de como a atividade pode produzir desencontros, sem que isso signifique que todos os motoristas vivam a mesma situação. Escalas, distâncias, condições de alojamento e jornadas variam entre empresas e serviços.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A previsibilidade faz diferença nesse cenário. Conhecer os horários com antecedência permite combinar compromissos e repartir tarefas. Mudanças frequentes ou comunicadas em cima da hora dificultam esse planejamento.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Para a família, não basta saber que o motorista terá uma folga. É necessário saber quando ela ocorrerá e se haverá condições de aproveitá-la, considerando também a recuperação do trabalho.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">O desgaste pode continuar depois que o motorista deixa o volante</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A duração da jornada é apenas uma parte da discussão. As condições em que ela acontece também importam.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Um estudo brasileiro publicado em 2006, “Condições de trabalho e saúde de motoristas de transporte coletivo urbano”, relacionou problemas físicos e manifestações como estresse, irritabilidade e fadiga a efeitos sobre a atividade de dirigir e a vida social dos profissionais.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Por ser uma pesquisa antiga, não deve ser apresentada como retrato de toda a categoria em 2026. Mostra, porém, que a relação entre trabalho e vida fora do ônibus é investigada há décadas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Nas entrevistas ao <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong>, Liana Variani destacou fatores como violência, trânsito, infraestrutura e relacionamento com passageiros. São situações que podem variar até entre linhas da mesma empresa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Isso exige avaliar a operação efetivamente realizada. Um horário de viagem incompatível com os congestionamentos pode gerar atrasos e cobranças recorrentes sobre um motorista que não controla o trânsito.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Uma pausa também precisa oferecer condições de recuperação. Na entrevista publicada em 29 de junho de 2026, a especialista abordou falta de sanitários e água, alojamentos inadequados, problemas de manutenção e jornadas exaustivas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Esses fatores merecem prevenção por seus efeitos sobre o trabalhador. Não permitem, por si só, explicar o término de um casamento.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Liana Variani: planejamento das escalas melhora a qualidade de vida</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na reportagem de 1º de agosto de 2026 sobre os motivos pelos quais motoristas deixam a profissão, Liana relacionou organização das jornadas e valorização dos profissionais.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A advogada especializada em gestão de riscos empresariais, Liana Variani, afirmou naquela entrevista:</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">“Cumprir rigorosamente os períodos de descanso, evitar alterações repentinas na programação e dar previsibilidade às jornadas melhora muito a qualidade de vida do motorista.”</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A orientação tem aplicação direta na vida familiar. Horários conhecidos ajudam a organizar consultas, acompanhar os filhos e dividir responsabilidades com o companheiro ou a companheira.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na mesma reportagem, a especialista defendeu a escuta dos motoristas e a preparação das lideranças. A forma como o trabalhador é tratado pela chefia imediata pode influenciar sua decisão de permanecer na empresa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na matéria publicada em 4 de setembro de 2026 sobre atração e retenção de profissionais, Liana também destacou remuneração, acolhimento, reconhecimento e perspectivas de desenvolvimento. Sua avaliação foi de que respeito, regras, disciplina e hierarquia podem coexistir em um ambiente saudável.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Essas manifestações foram dadas em entrevistas anteriores sobre trabalho e gestão. Não são declarações da especialista a respeito da análise norte-americana de divórcios.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Complementar a renda exige considerar também o tempo de recuperação</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong> já abordou a situação dos motoristas de ônibus que dirigem carros de aplicativo para ampliar a renda.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na entrevista de junho, Liana discutiu as dificuldades desse cenário: o profissional busca recursos adicionais, enquanto o acúmulo de horas ao volante pode comprometer a recuperação e criar riscos na operação.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A discussão também alcança a convivência familiar. O tempo fora da empresa pode estar ocupado por outra atividade remunerada, deslocamentos e tarefas domésticas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Para orientar a categoria, é necessário considerar as razões econômicas dessa escolha. Recomendar descanso sem compreender o orçamento familiar deixa uma parte importante do problema sem resposta.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Ao mesmo tempo, profissionais e famílias precisam avaliar o ganho financeiro junto ao tempo consumido, ao desgaste e à disponibilidade para a convivência. A organização do orçamento e o diálogo sobre a carga total de trabalho podem ajudar nessa avaliação.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Empresas podem agir sobre escalas, infraestrutura e relacionamento</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">As medidas começam na operação: divulgar escalas com antecedência, reduzir mudanças desnecessárias, respeitar os descansos e estabelecer critérios transparentes para jornadas e folgas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">É recomendável manter canais para solicitar ajustes em situações familiares relevantes, com critérios conhecidos e tratamento equilibrado. Isso permite analisar necessidades sem depender de favores ou da proximidade com determinada chefia.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Fiscais, despachantes e gestores também precisam estar preparados para lidar com dificuldades operacionais. Cobrar segurança e cumprimento de procedimentos faz parte da gestão, mas a cobrança deve preservar o respeito e considerar as condições reais do serviço.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Infraestrutura de descanso, manutenção dos veículos e acesso a apoio de saúde complementam essas medidas. A valorização precisa aparecer na rotina de trabalho.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O acompanhamento pode considerar rotatividade, afastamentos, horas extras, mudanças de escala e relatos dos profissionais. O objetivo é identificar problemas e avaliar se as ações adotadas melhoram o ambiente.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O estado civil do trabalhador não deve servir como indicador de desempenho. A empresa pode melhorar as condições que oferece sem invadir a intimidade de seus funcionários.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Riscos psicossociais já integram as obrigações de prevenção no Brasil</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A nova redação do capítulo de gerenciamento de riscos da Norma Regulamentadora nº 1 entrou em vigor em 26 de maio de 2026, após prorrogação. Ela inclui expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, o gerenciamento deve ser contínuo, com identificação dos perigos, avaliação e controle dos riscos. Sua formalização ocorre pelo Programa de Gerenciamento de Riscos, o PGR, composto, no mínimo, por inventário de riscos e plano de ação.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">No transporte, isso reforça a necessidade de avaliar jornadas, cobranças, relações internas e condições operacionais. A prevenção precisa produzir mudanças onde forem identificados problemas, com participação dos trabalhadores.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Profissionais, famílias, sindicatos e poder público têm caminhos para contribuir</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Para os motoristas, compartilhar a escala e explicar as necessidades de descanso pode ajudar na organização doméstica. O NIOSH recomenda informar familiares e amigos sobre horários de trabalho e padrões de sono, além de comunicar mudanças com antecedência quando possível.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A divisão de responsabilidades também merece atenção. Combinar quem acompanha os filhos, resolve compromissos e realiza tarefas evita que toda a adaptação à jornada recaia sobre uma única pessoa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Quando houver sofrimento persistente, dificuldades de sono ou conflitos que a família não consegue administrar, procurar apoio profissional pode ser um caminho. Na relação de trabalho, comunicar problemas pelos canais disponíveis e buscar apoio sindical ajuda a encaminhar dificuldades recorrentes.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Os sindicatos podem transformar esses relatos em propostas sobre antecedência das escalas, critérios de folga, infraestrutura e prevenção do desgaste. Empresas podem utilizar o diálogo para identificar questões que não aparecem nos relatórios operacionais.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O poder público também tem responsabilidade sobre condições que afetam o serviço e seus profissionais. Segurança, infraestrutura dos terminais e planejamento dos transportes interferem no ambiente de trabalho, como Liana destacou nas entrevistas ao <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O levantamento dos Estados Unidos não responde quantos motoristas brasileiros passaram por separações nem quais foram os motivos. Sua contribuição é abrir uma discussão que pode gerar medidas concretas: organizar o transporte considerando que descanso, convivência e responsabilidades familiares também fazem parte da vida de quem conduz os passageiros.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold"><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Linha 7-Rubi passa a oferecer carregadores portáteis em 15 estações</title>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 01:00:30 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Equipamentos podem ser retirados gratuitamente por até uma hora após cadastro no aplicativo da JET YURI SENA Passageiros da Linha 7-Rubi passam a ter acesso a carregadores portáteis de celulares em 15 estações do trecho operado pela TIC Trens. Os equipamentos podem ser retirados nas máquinas instaladas pela JET e utilizados gratuitamente por até uma [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="670" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/a8324795-4a9e-40c1-a2bb-8bce0b16ce95-e1791240315121.jpg?fit=800%2C670&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Equipamentos podem ser retirados gratuitamente por até uma hora após cadastro no aplicativo da JET</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passageiros da Linha 7-Rubi passam a ter acesso a carregadores portáteis de celulares em 15 estações do trecho operado pela TIC Trens. Os equipamentos podem ser retirados nas máquinas instaladas pela JET e utilizados gratuitamente por até uma hora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para utilizar o serviço, o passageiro precisa baixar o aplicativo da JET, realizar um cadastro e retirar o powerbank em um dos terminais disponíveis. Após o uso, o equipamento pode ser devolvido em qualquer máquina da empresa instalada em locais públicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Linha 7-Rubi, os terminais estão disponíveis nas estações Várzea Paulista, Botujuru, Campo Limpo Paulista, Francisco Morato, Baltazar Fidélis, Franco da Rocha, Caieiras, Perus, Piqueri, Vila Aurora, Jaraguá, Vila Clarice, Pirituba, Lapa e Água Branca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A disponibilização dos carregadores é resultado de uma parceria entre a TIC Trens e a JET.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

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    <title>Real Alagoas, de Maceió (AL), terá os dois primeiros novos Torino 2027; primeira unidade está pronta com chassi Volkswagen</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:40:02 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Informação obtida diretamente na fonte pelo Diário do Transporte confirma o destino dos primeiros veículos; nova geração da Marcopolo foi conhecida pela reportagem antes do lançamento na Lat.Bus ADAMO BAZANI As duas primeiras unidades comerciais do novo Marcopolo Torino 2027 no Brasil serão destinadas à Real Alagoas, operadora do SIMM (Sistema Integrado de Mobilidade de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="884" height="603" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?fit=884%2C603&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?w=884&amp;ssl=1 884w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=768%2C524&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=400%2C273&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 884px) 100vw, 884px" /> <p><em>Informação obtida diretamente na fonte pelo <strong>Diário do Transporte</strong> confirma o destino dos primeiros veículos; nova geração da Marcopolo foi conhecida pela reportagem antes do lançamento na Lat.Bus</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>As duas primeiras unidades comerciais do novo Marcopolo Torino 2027 no Brasil serão destinadas à Real Alagoas, operadora do SIMM (Sistema Integrado de Mobilidade de Maceió), na capital alagoana. A informação foi obtida diretamente na fonte pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>. A unidade número 1 já está pronta e foi construída sobre chassi Volkswagen 17.260 Euro 6. O veículo foi fabrcado na unidade de São Mateus (ES).</p>
<p>A confirmação marca o início da materialização das encomendas da nova geração do ônibus urbano, apresentada oficialmente em agosto na Lat.Bus 2026. Para os passageiros de Maceió, os veículos representarão a chegada de um projeto com mudanças no posto do motorista, nas portas, na arquitetura elétrica e no ambiente interno, conforme a configuração adquirida pela transportadora.</p>
<p>A Real Alagoas será, assim, o destino das duas unidades iniciais dessa etapa comercial do Torino 2027. A conclusão da primeira permite identificar a combinação escolhida para o veículo: carroceria Marcopolo e chassi Volkswagen com motorização diesel compatível com o padrão brasileiro Proconve P8, correspondente ao Euro 6.</p>
<h2>Diário do Transporte conheceu o Torino antes do lançamento</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537409" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=884%2C603&#038;ssl=1" alt="" width="884" height="603" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?w=884&amp;ssl=1 884w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=768%2C524&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=400%2C273&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 884px) 100vw, 884px" /></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou a apresentação antecipada do Torino 2027 na semana anterior à Lat.Bus, conhecendo o veículo e entrevistando executivos da Marcopolo sobre as mudanças do projeto.</p>
<p>O lançamento público ocorreu em 11 de agosto de 2026, no São Paulo Expo. Posteriormente, durante a feira, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, voltou a conversar com o diretor Comercial e de Marketing da Marcopolo, Ricardo Portolan, sobre a receptividade dos operadores e as primeiras encomendas.</p>
<p>Na entrevista, Portolan relatou que clientes que aguardavam a apresentação física para escolher entre a geração anterior e a nova estavam optando pelo Torino 2027. Segundo o executivo, naquele momento os negócios já ultrapassavam 100 unidades, envolvendo aproximadamente 15 empresas.</p>
<p>Portolan também informou que as primeiras entregas ocorreriam ainda em 2026, com disponibilidade de produção inicialmente limitada e previsão de produção plena em 2027.</p>
<p>A identificação da Real Alagoas como destinatária das duas unidades iniciais acrescenta agora um dado concreto à cobertura das primeiras vendas e da preparação dos veículos.</p>
<p>Relembre a entrevista:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/19/video-entregas-do-torino-2027-comecam-ja-neste-ano-e-empresas-que-encomendaram-a-geracao-atual-estao-trocando-pelo-novo-diz-diretor-da-marcopolo/">https://diariodotransporte.com.br/2026/08/19/video-entregas-do-torino-2027-comecam-ja-neste-ano-e-empresas-que-encomendaram-a-geracao-atual-estao-trocando-pelo-novo-diz-diretor-da-marcopolo/</a></p>
<h2>Mudanças procuram reduzir manutenção e melhorar o ambiente de trabalho</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537405" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cc665e6-5f74-4121-b173-f0136877f340-e1791247002362.jpg?resize=800%2C589&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="589" /></p>
<p>O Torino 2027 incorpora alterações que vão além da dianteira e da iluminação em LED.</p>
<p>Entre os pontos apresentados por Portolan está o novo conjunto de portas, desenvolvido com testes em operação real. Segundo o executivo, o sistema ficou aproximadamente 30% mais leve e foi simplificado para facilitar a manutenção.</p>
<p>A carroceria também recebeu a arquitetura elétrica EVIA, sigla de Equipment for Vehicle Interface Architecture. O sistema integra equipamentos e permite diagnóstico de falhas, com o objetivo de facilitar intervenções das equipes de garagem.</p>
<p>Para a operação, a utilidade dessas mudanças está na possibilidade de identificar problemas e realizar reparos com maior rapidez. O efeito sobre custos e disponibilidade dependerá das condições de utilização e manutenção de cada frota.</p>
<p>No ambiente do motorista, o projeto inclui reorganização dos comandos, espaços para objetos e alterações de ventilação e visibilidade. Para o salão de passageiros, a fabricante apresenta novos bancos e soluções de isolamento térmico e acústico.</p>
<h2>Primeira unidade combina nova carroceria com Volkswagen 17.260</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537401" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/72b3cb71-d037-4b87-9579-272eaed50f5f-e1791246823139.jpg?resize=800%2C582&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="582" /></p>
<p>O chassi confirmado para a unidade número 1 é o Volkswagen 17.260 Euro 6.</p>
<p>A ficha comercial da Volkswagen informa motor de 6,9 litros, potência de 260 cv e torque de 950 Nm para o modelo. A linha oferece diferentes possibilidades de transmissão e suspensão, cuja adoção depende da configuração encomendada.</p>
<p>A distinção entre carroceria e chassi é importante: a Marcopolo responde pelo projeto da carroceria Torino 2027, enquanto a Volkswagen fornece a plataforma mecânica. A configuração final resulta da combinação desses conjuntos com as especificações do operador.</p>
<h2>Características do Marcopolo Torino 2027</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537404" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bdeede15-e14b-43ab-b347-72a783d0071f-e1791246855380.jpg?resize=800%2C594&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="594" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537400" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cdf845fd-f29a-44de-9095-49fc26058ae1-e1791246811619.jpg?resize=800%2C591&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="591" /></p>
<p>A tabela reúne características divulgadas para o modelo. As dimensões são de referência e não devem ser consideradas, automaticamente, as medidas da unidade da Real Alagoas. Equipamentos e opcionais dependem da encomenda.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>Informação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Fabricante da carroceria</td>
<td>Marcopolo</td>
</tr>
<tr>
<td>Modelo</td>
<td>Torino 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Aplicação</td>
<td>Transporte coletivo urbano</td>
</tr>
<tr>
<td>Lançamento público</td>
<td>Lat.Bus, em agosto de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento de referência</td>
<td>12,50 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura de referência</td>
<td>2,54 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura de referência</td>
<td>3,41 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Identidade externa</td>
<td>Dianteira redesenhada e iluminação em LED</td>
</tr>
<tr>
<td>Portas</td>
<td>Novo conjunto, anunciado como aproximadamente 30% mais leve</td>
</tr>
<tr>
<td>Arquitetura elétrica</td>
<td>EVIA, com integração de equipamentos e diagnóstico</td>
</tr>
<tr>
<td>Central elétrica</td>
<td>Compartimento 15% maior, com acesso facilitado</td>
</tr>
<tr>
<td>Posto do motorista</td>
<td>Espaço redimensionado, console reorganizado e quatro difusores de ar direcionáveis</td>
</tr>
<tr>
<td>Visibilidade</td>
<td>Revisão dos retrovisores e do ambiente de condução</td>
</tr>
<tr>
<td>Climatização</td>
<td>Novos dutos; velocidade média do ar até 40% superior, segundo a fabricante</td>
</tr>
<tr>
<td>Isolamento</td>
<td>Novos pacotes térmicos e acústicos</td>
</tr>
<tr>
<td>Bancos</td>
<td>Nova família de poltronas urbanas</td>
</tr>
<tr>
<td>Conectividade para passageiros</td>
<td>Entradas USB opcionais</td>
</tr>
<tr>
<td>Chassi da primeira unidade</td>
<td>Volkswagen 17.260 Euro 6</td>
</tr>
<tr>
<td>Destino das duas unidades iniciais</td>
<td>Real Alagoas, do SIMM de Maceió</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O indicador de até 40% divulgado pela Marcopolo refere-se à velocidade média do ar no sistema de climatização. Não corresponde, por si só, a redução de consumo ou de temperatura na mesma proporção.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/real-alagoas-de-maceio-al-tera-os-dois-primeiros-novos-torino-2027-primeira-unidade-esta-pronta-com-chassi-volkswagen/feed/</wfw:commentRss>
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  </item>
  <item>
    <title>EM PRIMEIRA-MÃO: STF recoloca para 14 e 15 de outubro julgamento de lei mineira que restringe Buser e fretamento por aplicativos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/em-primeira-mao-stf-recoloca-para-14-e-15-de-outubro-julgamento-de-lei-mineira-que-restringe-buser-e-fretamento-por-aplicativos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/em-primeira-mao-stf-recoloca-para-14-e-15-de-outubro-julgamento-de-lei-mineira-que-restringe-buser-e-fretamento-por-aplicativos/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:02:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Após adiamento em agosto, caso volta à programação do Plenário; discussão envolve circuito fechado, venda individual de lugares e limites entre fretamento e transporte regular, com possíveis reflexos sobre o mercado nacional ADAMO BAZANI O STF (Supremo Tribunal Federal) incluiu na programação do Plenário para a semana de 14 e 15 de outubro de 2026 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="750" height="468" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bsei.jpg?fit=750%2C468&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bsei.jpg?w=750&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bsei.jpg?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bsei.jpg?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bsei.jpg?resize=400%2C250&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /> <p><em>Após adiamento em agosto, caso volta à programação do Plenário; discussão envolve circuito fechado, venda individual de lugares e limites entre fretamento e transporte regular, com possíveis reflexos sobre o mercado nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O STF (Supremo Tribunal Federal) incluiu na programação do Plenário para a semana de 14 e 15 de outubro de 2026 o julgamento sobre a validade de dispositivos da Lei nº 23.941/2021, de Minas Gerais, que restringem o fretamento intermunicipal e metropolitano e atingem o modelo de viagens intermediadas por plataformas como a Buser. O caso havia sido previsto para 26 de agosto, mas foi adiado por indicação da relatora, ministra Cármen Lúcia.</p>
<p>A discussão interessa a passageiros, empresas de fretamento, plataformas digitais e transportadoras regulares porque envolve a fronteira entre dois modelos de operação: a contratação de um ônibus para um grupo previamente definido e a oferta de viagens com reservas individualizadas. Embora o processo trate da legislação mineira, os fundamentos adotados pelo Supremo poderão influenciar disputas semelhantes em outras regiões do País.</p>
<p>O recurso aparece na programação de outubro divulgada pela Presidência do STF, sob comando do ministro Edson Fachin.</p>
<p>A indicação de 14 e 15 de outubro corresponde à semana reservada para a análise do caso. A organização anunciada pela Corte prevê inicialmente as quartas-feiras para julgamentos e as quintas-feiras para processos remanescentes. Portanto, a inclusão não garante que o recurso será chamado ou concluído nessas datas: a pauta pode sofrer alterações, adiamentos e mudanças na ordem dos processos.</p>
<h2>O que está em discussão</h2>
<p>O Supremo examinará restrições estabelecidas pela lei mineira para o transporte fretado entre municípios e em regiões metropolitanas.</p>
<p>O ponto central é saber se as exigências representam uma diferenciação constitucionalmente válida entre fretamento e transporte regular ou se impõem limitações desproporcionais à livre iniciativa, à concorrência e à organização de viagens por plataformas.</p>
<p>A controvérsia vai além da utilização de um aplicativo. Uma plataforma pode participar da comercialização de serviços com diferentes enquadramentos jurídicos. O que se discute é a forma como a viagem é contratada e executada e quais obrigações devem acompanhar essa operação.</p>
<p>Por isso, o julgamento não deve ser apresentado como uma decisão sobre a existência da Buser ou como uma autorização geral para qualquer ônibus anunciado pela internet.</p>
<h2>Circuito aberto e circuito fechado: entenda a diferença</h2>
<p>No circuito fechado, a contratação está vinculada a um grupo e a uma viagem organizada com retorno. No modelo chamado de circuito aberto, a composição dos passageiros pode variar entre os deslocamentos, sem obrigação de que todos façam juntos a ida e a volta.</p>
<p>Essa flexibilidade é um dos pontos defendidos pelas plataformas. Para os representantes das empresas regulares, quando acompanhada de comercialização individual e oferta habitual, ela aproxima a operação do serviço de linha.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Aspecto</th>
<th>Circuito fechado</th>
<th>Circuito aberto</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Grupo de passageiros</td>
<td>Previamente definido e vinculado ao circuito contratado.</td>
<td>Pode ser formado separadamente para cada deslocamento.</td>
</tr>
<tr>
<td>Ida e volta</td>
<td>O grupo realiza o circuito com retorno à origem, conforme as regras aplicáveis.</td>
<td>Não há necessariamente retorno do mesmo grupo.</td>
</tr>
<tr>
<td>Composição da viagem</td>
<td>Existe vínculo entre os passageiros dos trechos do circuito.</td>
<td>Passageiros da ida e da volta podem ser diferentes.</td>
</tr>
<tr>
<td>Contratação</td>
<td>Fretamento de veículo para atender um grupo.</td>
<td>Pode envolver reservas individualizadas reunidas pela plataforma.</td>
</tr>
<tr>
<td>Flexibilidade para o usuário</td>
<td>O deslocamento está condicionado à organização do grupo.</td>
<td>Permite organizar apenas a ida ou um retorno independente.</td>
</tr>
<tr>
<td>Controvérsia regulatória</td>
<td>É o formato previsto nas regras de fretamento examinadas nesta disputa.</td>
<td>Sua utilização sob autorização de fretamento é contestada por reguladores e empresas regulares.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>“Circuito aberto” é uma expressão utilizada no debate operacional e jurídico. Ela não significa, por si só, uma categoria de serviço automaticamente autorizada em todo o Brasil.</p>
<p>Também é necessário separar circuito aberto de transporte regular: uma linha regular pode vender passagens individuais porque opera sob o regime correspondente. A controvérsia surge quando essa comercialização é realizada sob autorização de fretamento.</p>
<h2>Por que o caso tem impacto regional</h2>
<p>Em Minas Gerais, o resultado poderá alterar as condições de organização de viagens fretadas dentro do estado, inclusive em deslocamentos metropolitanos.</p>
<p>Para os passageiros, a principal consequência potencial está na possibilidade de contratar apenas um trecho e escolher o retorno de forma independente. A manutenção das restrições preserva as limitações questionadas; eventual invalidação poderá ampliar a flexibilidade, conforme o alcance da decisão.</p>
<p>Para as empresas de fretamento, o julgamento interessa à formação de grupos, à utilização da frota e à contratação de viagens por intermediários digitais. Para as operadoras regulares, envolve a concorrência por passageiros e receitas em mercados atendidos por linhas autorizadas ou concedidas.</p>
<p>Os efeitos podem variar entre corredores de maior movimento e ligações de menor demanda. Em trajetos mais procurados, novas ofertas podem disputar passageiros com as linhas existentes. Nas ligações menos movimentadas, a questão é como preservar atendimento e continuidade sob as obrigações de cada regime.</p>
<p>Isso não permite afirmar antecipadamente que haverá redução de tarifas, fechamento de linhas ou aumento de oferta. Esses resultados dependem da decisão, da atuação dos órgãos reguladores e das escolhas comerciais das empresas.</p>
<h2>Reflexos nacionais não significam liberação automática</h2>
<p>O julgamento poderá fornecer fundamentos para processos que discutem restrições semelhantes em outros estados e no transporte interestadual.</p>
<p>Uma decisão favorável à flexibilização poderá fortalecer questionamentos contra exigências consideradas excessivas. A manutenção da legislação poderá reforçar a defesa da separação entre fretamento e transporte regular.</p>
<p>Mas o processo mineiro não equivale, automaticamente, à revogação de normas de outros estados ou da regulamentação da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).</p>
<p>Uma viagem entre municípios de Minas Gerais está submetida à esfera estadual. Já uma ligação que cruza a divisa entre estados envolve o regime federal. Assim, uma operação dentro de Minas e outra entre Minas e São Paulo podem estar sujeitas a regras e decisões judiciais diferentes.</p>
<p>O alcance nacional dependerá do conteúdo do julgamento, dos dispositivos efetivamente examinados e de como seus fundamentos serão aplicados posteriormente.</p>
<h2>Quadro de argumentos: plataformas e empresas regulares</h2>
<p>Buser, Amobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia), Abrati (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros) e transportadoras regulares apresentam interpretações distintas sobre o papel do circuito fechado.</p>
<p>O quadro resume posições públicas dos envolvidos. São argumentos dos respectivos setores, e não conclusões definitivas do STF.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Tema</th>
<th>Buser e Amobitec</th>
<th>Abrati e empresas regulares</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Organização das viagens</td>
<td>A tecnologia permite reunir interessados e contratar transportadoras de fretamento.</td>
<td>A venda individual e a oferta habitual podem reproduzir uma linha regular sob outro enquadramento.</td>
</tr>
<tr>
<td>Circuito fechado</td>
<td>A Amobitec considera a exigência uma barreira de mercado sem função regulatória justificável.</td>
<td>A Abrati considera a regra necessária para distinguir os regimes e preservar o equilíbrio concorrencial.</td>
</tr>
<tr>
<td>Concorrência</td>
<td>Defendem abertura de mercado, inovação e maior liberdade de escolha.</td>
<td>Defendem concorrência acompanhada das obrigações correspondentes ao serviço efetivamente prestado.</td>
</tr>
<tr>
<td>Preço e acesso</td>
<td>Apresentam o fretamento colaborativo como alternativa mais acessível.</td>
<td>Argumentam que preços devem ser comparados considerando custos e responsabilidades regulatórias.</td>
</tr>
<tr>
<td>Segurança e fiscalização</td>
<td>A Buser sustenta a legitimidade da intermediação e destaca a atuação de transportadoras parceiras.</td>
<td>A Abrati defende exigências de segurança, qualificação e fiscalização compatíveis com a operação.</td>
</tr>
<tr>
<td>Questão central</td>
<td>Restrições não deveriam impedir novos modelos de contratação.</td>
<td>Inovação não deveria permitir substituir o serviço regular sem assumir suas exigências.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A Buser apresenta publicamente seu modelo como uma intermediação tecnológica entre viajantes e empresas de fretamento e reúne decisões que considera favoráveis à atividade.</p>
<p>A Amobitec defende expressamente a extinção da regra de circuito fechado no fretamento rodoviário, por entendê-la como obstáculo à concorrência.</p>
<p>A Abrati sustenta que a distinção entre fretamento e linha regular tem função concreta. Para a entidade, serviços que disputam o mesmo passageiro com características semelhantes precisam ser avaliados à luz das obrigações aplicáveis a cada operação.</p>
<p>A comparação exige cuidado: os regimes estadual e federal não são idênticos, e as responsabilidades variam conforme o serviço, a outorga e a legislação. Também não se pode concluir que toda empresa regular tenha a mesma posição sobre cada proposta de flexibilização.</p>
<h2>O que pensa a ANTT</h2>
<p>A posição regulatória publicada pela ANTT mantém o fretamento interestadual e internacional como serviço contratado para grupos previamente definidos, sob regras próprias, sem oferta de passagens individuais ao público em geral.</p>
<p>A agência apresenta o circuito fechado como característica do fretamento e utiliza a Resolução nº 4.777/2015 como referência. Suas orientações também exigem habilitação da transportadora e regularidade de veículos e viagens.</p>
<p>Portanto, a orientação administrativa federal não trata a autorização de fretamento como suficiente para explorar livremente uma operação com características de linha regular.</p>
<p>A ANTT também informa que o fretamento pode ser turístico, eventual ou contínuo. O transporte recorrente de trabalhadores ou estudantes, por exemplo, não se confunde automaticamente com uma linha aberta ao público: o grupo e a contratação são elementos relevantes.</p>
<p>A agência regula o transporte interestadual e internacional. No caso da lei mineira, a autorização estadual cabe ao DER-MG. Essa diferença de competência é essencial para compreender por que uma decisão relativa a Minas não altera, por simples consequência, todas as operações federais.</p>
<h2>Lei mineira permanece com as restrições questionadas</h2>
<p>A legislação exige autorização do DER-MG e estabelece circuito fechado com grupo previamente definido, retorno à origem no mesmo veículo e relação nominal dos passageiros.</p>
<p>Prevê envio do pedido e da lista com antecedência de seis horas e permite alterações limitadas antes da partida. Também restringe a intermediação com comercialização individual de lugares e operações com características de transporte público.</p>
<p>Segundo as anotações oficiais da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, dispositivos chegaram a ficar suspensos durante a tramitação judicial, mas decisão publicada em 13 de dezembro de 2024 restabeleceu sua eficácia.</p>
<p>Parte das regras foi vetada pelo governador Romeu Zema. A Assembleia rejeitou os vetos em novembro de 2021.</p>
<h2>Julgamento virtual foi interrompido</h2>
<p>Na etapa virtual iniciada em outubro de 2025, Cármen Lúcia votou para receber os embargos de declaração como agravo regimental e negar provimento ao recurso. Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin acompanharam a relatora, e André Mendonça pediu vista.</p>
<p>Na retomada, em abril de 2026, Mendonça apresentou divergência para invalidar parte dos dispositivos questionados.</p>
<p>O pedido de destaque de Edson Fachin levou a discussão ao Plenário presencial. Por isso, os votos registrados na fase virtual não representam um resultado definitivo do processo.</p>
<p>O caso foi posteriormente previsto para 26 de agosto. Antes da sessão, a relatora determinou a abertura de prazo para contrarrazões e indicou o adiamento.</p>
<p>A nova programação de outubro recoloca a controvérsia na agenda, mas ainda não resolve o mérito nem modifica, por si só, as regras em vigor.</p>
<h2>O que o passageiro deve observar</h2>
<p>Para quem utiliza esses serviços, a discussão envolve preço, liberdade para organizar a viagem, regularidade da operação e responsabilidade pelo atendimento.</p>
<p>O anúncio em aplicativo não define sozinho o enquadramento jurídico do transporte. É necessário considerar a empresa que realizará a viagem, a autorização aplicável, o percurso e as condições da contratação.</p>
<p>Também não basta a existência de uma decisão favorável em outro processo para presumir que qualquer viagem esteja protegida. Medidas judiciais podem ter alcance limitado a determinadas partes, localidades e operações.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> continuará acompanhando eventuais alterações da programação,</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo opera com velocidade reduzida nesta segunda-feira (5)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/linha-2-verde-do-metro-de-sao-paulo-opera-com-velocidade-reduzida-nesta-segunda-feira-5/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/linha-2-verde-do-metro-de-sao-paulo-opera-com-velocidade-reduzida-nesta-segunda-feira-5/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 23:37:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Interferência na via na estação Paraíso afeta a circulação dos trens YURI SENA A Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo opera com velocidade reduzida na noite desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026. Segundo o Metrô, a medida ocorre devido a uma interferência na via na estação Paraíso. A ocorrência provoca alterações na circulação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Trem-na-Linha-2-Verde-e1739298754403.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Interferência na via na estação Paraíso afeta a circulação dos trens</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo opera com velocidade reduzida na noite desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026. Segundo o Metrô, a medida ocorre devido a uma interferência na via na estação Paraíso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ocorrência provoca alterações na circulação dos trens, com redução da velocidade durante a operação da linha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b><i>Diário do Transporte</i></b><span style="font-weight: 400;"> procurou o Metrô de São Paulo e aguarda retorno.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Porto Alegre (RS): Trensurb publica contratações de R$ 3,97 milhões para infraestrutura e manutenção ferroviária</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 23:00:23 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Atos incluem sistemas elétricos da casa de bombas da Bacia Rodoferroviária, componente para mudança de via e kits de reparo fornecidos por RS Energia, JT &#38; Partners e Wabtec ADAMO BAZANI A Trensurb publicou contratações que somam R$ 3,97 milhões para infraestrutura e manutenção do sistema ferroviário na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS). Os [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="678" height="452" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TRENSURB.jpg?fit=678%2C452&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TRENSURB.jpg?w=678&amp;ssl=1 678w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TRENSURB.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TRENSURB.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TRENSURB.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px" /> <p><em>Atos incluem sistemas elétricos da casa de bombas da Bacia Rodoferroviária, componente para mudança de via e kits de reparo fornecidos por RS Energia, JT &amp; Partners e Wabtec</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Trensurb publicou contratações que somam R$ 3,97 milhões para infraestrutura e manutenção do sistema ferroviário na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS). Os investimentos abrangem os sistemas elétricos da Casa de Bombas da Bacia Rodoferroviária, a aquisição de um componente utilizado em aparelhos de mudança de via e kits de reparo de equipamentos.</p>
<p>Os atos constam do Diário Oficial da União desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026, e envolvem as empresas RS Energia e Automação, JT &amp; Partners Ferrovias e Wabtec Brasil. A contratação dos sistemas elétricos teve resultado de julgamento e homologação publicado, enquanto as duas aquisições de componentes foram anunciadas por inexigibilidade de licitação. As publicações não estabelecem datas de entrega nem alterações na circulação dos trens.</p>
<h3>Casa de bombas terá subestação transformadora e sistemas elétricos permanentes</h3>
<p>A RS Energia e Automação Ltda. foi selecionada para executar serviços de engenharia na Casa de Bombas da Bacia Rodoferroviária da Trensurb, pelo valor de R$ 449.852,15.</p>
<p>O objeto inclui fornecimento, montagem e instalação de uma subestação transformadora e dos sistemas elétricos permanentes da estrutura. Também estão previstas parametrização, testes e comissionamento.</p>
<p>A subestação transformadora adequa a energia elétrica às condições de utilização dos equipamentos atendidos. Já a parametrização envolve os ajustes necessários ao funcionamento dos sistemas.</p>
<p>O comissionamento é a etapa de verificações e testes destinada a conferir se a instalação está em condições de operar conforme os requisitos previstos. Assim, o objeto publicado contempla tanto a instalação física quanto a preparação e a verificação do funcionamento dos equipamentos.</p>
<p>O resultado de julgamento e homologação refere-se à Licitação 167/2026, realizada em lote único.</p>
<p>A publicação não informa a capacidade da subestação, o prazo de execução ou a data de entrada em funcionamento dos sistemas.</p>
<h3>Maior contratação é de componente utilizado nos aparelhos de mudança de via</h3>
<p>A aquisição de maior valor anunciada pela Trensurb é a de um “jacaré híbrido UIC/AREMA para AMV”, fornecido pela JT &amp; Partners Ferrovias Ltda., por R$ 2.814.477,86.</p>
<p>AMV significa aparelho de mudança de via, conjunto que permite direcionar os trens entre diferentes caminhos ferroviários.</p>
<p>O jacaré é um dos componentes desse conjunto, utilizado na região em que os trilhos se cruzam. Sua função está associada à passagem das rodas pelo cruzamento, compondo a infraestrutura que permite a movimentação entre vias.</p>
<p>As referências UIC e AREMA identificam padrões técnicos ferroviários mencionados na descrição do produto. O aviso não apresenta as especificações completas da peça nem informa em qual ponto do sistema ela será instalada.</p>
<p>A aquisição foi publicada como inexigibilidade de licitação, com fundamento no artigo 30, inciso I, da Lei das Estatais. Esse dispositivo trata de situações em que há inviabilidade de competição para a aquisição, nas condições previstas pela legislação.</p>
<p>O ato não detalha os documentos técnicos utilizados para justificar a contratação nem informa o cronograma de fornecimento.</p>
<h3>Wabtec fornecerá kits de reparo por R$ 701,8 mil</h3>
<p>A Trensurb também anunciou a contratação da Wabtec Brasil Fabricação e Manutenção de Equipamentos Ltda., no valor de R$ 701.807,02.</p>
<p>O objeto é a aquisição de kits de reparo de válvula descelostática e de peças de borracha da UCP, conforme a nomenclatura utilizada no aviso.</p>
<p>A publicação não apresenta a quantidade de kits, a distribuição entre os equipamentos atendidos ou a identificação dos trens em que os componentes serão utilizados. Também não desenvolve o significado da sigla UCP.</p>
<p>A contratação foi igualmente publicada por inexigibilidade de licitação, com fundamento no artigo 30, inciso I, da Lei das Estatais.</p>
<p>O fornecimento de kits de reparo é voltado à manutenção de componentes existentes. O aviso não anuncia compra de novos trens.</p>
<h3>Valores correspondem a três objetos distintos</h3>
<p>As três contratações totalizam R$ 3.966.137,03, mas atendem a necessidades diferentes do sistema.</p>
<p>A primeira envolve uma instalação elétrica vinculada à casa de bombas. A segunda é destinada à infraestrutura de via permanente. A terceira contempla materiais para reparo de equipamentos.</p>
<p>Os atos publicados não informam interrupções de serviço, mudanças de horários ou restrições de acesso às estações relacionadas a essas contratações. Também não apresentam um cronograma conjunto de execução e entrega.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Colisão de ônibus da Spencer Transporte contra carro e muro na Zona Norte de São Paulo (SP) deixa feridos nesta segunda-feira (05)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 22:45:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Vítimas foram socorridas ao Pronto Socorro do Mandaqui e à UPA Vila Maria; coletivo atendia a linha 1702/10 Jova Rural &#8211; Tietê VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na tarde desta segunda-feira, 05 de outubro, por volta das 16h13, um ônibus municipal da Spencer Transporte colidiu contra um carro e depois em um muro na Rua Arley Gilberto [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="449" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53a3ed1e3c4030c57f7c8abe44eb9768-e1791240824842.webp?fit=640%2C449&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53a3ed1e3c4030c57f7c8abe44eb9768-e1791240824842.webp?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53a3ed1e3c4030c57f7c8abe44eb9768-e1791240824842.webp?resize=300%2C210&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53a3ed1e3c4030c57f7c8abe44eb9768-e1791240824842.webp?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53a3ed1e3c4030c57f7c8abe44eb9768-e1791240824842.webp?resize=400%2C281&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> <p><em>Vítimas foram socorridas ao Pronto Socorro do Mandaqui e à UPA Vila Maria; coletivo atendia a linha 1702/10 Jova Rural &#8211; Tietê</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Na tarde desta segunda-feira, 05 de outubro, por volta das 16h13, um ônibus municipal da Spencer Transporte colidiu contra um carro e depois em um muro na Rua Arley Gilberto de Araújo, nº 01, no distrito de Tremembé, na Zona Norte de São Paulo (SP).</p>
<p>De acordo com o Corpo de Bombeiros, seis vítimas foram socorridas ao Pronto Socorro do Mandaqui e à UPA Vila Maria.</p>
<p>O coletivo envolvido no acidente atendia a linha 1702/10 Jova Rural &#8211; Tietê do sistema de mobilidade da capital paulista.</p>
<p>Em nota ao <strong>Diário do Transporte</strong>, a SPTrans (São Paulo Transporte) informou que uma equipe do Programa de Redução de Acidentes de Transporte apura a ocorrência.</p>
<p><em>&#8220;A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que uma equipe do Programa de Redução de Acidentes de Transporte (PRAT) apura a ocorrência da tarde desta segunda-feira (5) na Rua Arley Gilberto de Araújo, sentido bairro, no Tremembé. O caso envolveu um ônibus da Spencer Transporte que operava pela linha 1702/10 Jova Rural &#8211; Tietê. O Resgate foi acionado.&#8221;</em></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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