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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>ANTT nega pedidos de novos mercados de ônibus da Expresso Maia, Bueno Viagens e Viação Garcia após decisões judiciais; entenda os efeitos e a relação com a Janela Extraordinária</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/antt-nega-pedidos-de-novos-mercados-de-onibus-da-expresso-maia-bueno-viagens-e-viacao-garcia-apos-decisoes-judiciais-entenda-os-efeitos-e-a-relacao-com-a-janela-extraordinaria/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 08:01:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões publicadas nesta quinta-feira (29) envolvem solicitações antigas de três transportadoras e aplicação das regras de transição do transporte interestadual; histórico inclui autorizações provisórias da Expresso Maia, ligação entre Goiás e Maranhão e novas seções da Viação Garcia na rota entre Rio de Janeiro e Sorocaba ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="843" height="557" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?fit=843%2C557&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?w=843&amp;ssl=1 843w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?resize=768%2C507&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?resize=400%2C264&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 843px) 100vw, 843px" /> <p><em>Decisões publicadas nesta quinta-feira (29) envolvem solicitações antigas de três transportadoras e aplicação das regras de transição do transporte interestadual; histórico inclui autorizações provisórias da Expresso Maia, ligação entre Goiás e Maranhão e novas seções da Viação Garcia na rota entre Rio de Janeiro e Sorocaba</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) negou pedidos de autorização para operar novos mercados de ônibus interestaduais apresentados pela Expresso Maia, pela Bueno Viagens e pela Viação Garcia. As decisões foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, em cumprimento a determinações judiciais envolvendo as três transportadoras. Os indeferimentos foram fundamentados nas regras estabelecidas para adequar solicitações apresentadas sob a regulamentação anterior ao novo marco do transporte rodoviário interestadual, que entrou em vigor em 2024 e também estabeleceu o procedimento da primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>As três decisões ocorrem durante a fase de apresentação de lances da Janela Extraordinária, cujo prazo foi prorrogado para 13 de novembro, após determinações judiciais envolvendo Amarelinho, Catedral e Progresso modificarem 4.838 classificações de solicitações. Os casos de Expresso Maia, Bueno Viagens e Viação Garcia, entretanto, envolvem procedimentos individuais de adaptação de requerimentos antigos. A situação é especialmente relevante para a Expresso Maia, que já teve outras solicitações indeferidas e chegou a obter autorizações provisórias posteriormente revertidas pela ANTT, inclusive em ligações entre Goiás, Tocantins, Maranhão e Piauí. Já a Viação Garcia também participa da Janela Extraordinária, tendo recebido em setembro autorização para implantar uma seção entre Rio de Janeiro (RJ) e Arujá (SP) em uma linha que liga a capital fluminense a Sorocaba (SP).</p>
<p>As decisões desta quinta-feira foram assinadas pelo superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros, Juliano de Barros Samôr, em 22 de outubro.</p>
<p>As três transportadoras tiveram requerimentos indeferidos com fundamento nos artigos 230 e 231 da Resolução ANTT nº 6.033, de dezembro de 2023.</p>
<p>Esses dispositivos disciplinam o tratamento dos pedidos de Licença Operacional apresentados antes da entrada em vigor da regulamentação atual.</p>
<p>A mudança é uma das etapas da reorganização do mercado rodoviário interestadual, que passou a utilizar procedimentos de seleção para determinadas ligações e condições específicas de entrada de novos operadores.</p>
<h3>Expresso Maia recebe nova negativa após histórico de autorizações provisórias e decisões judiciais</h3>
<p>A Expresso Maia Ltda., inscrita no CNPJ 01.526.219/0001-91, teve indeferido um requerimento apresentado em 2023.</p>
<p>A decisão publicada nesta quinta-feira foi expedida em cumprimento a determinação judicial relacionada ao mandado de segurança nº 1044595-13.2025.4.01.3400.</p>
<p>O pedido administrativo examinado é o nº 50500.300919/2023-32.</p>
<p>A Expresso Maia atua no transporte rodoviário interestadual de passageiros e possui vínculos empresariais com o Grupo Novo Horizonte, que reúne outras transportadoras.</p>
<p>A empresa deve ser identificada separadamente da Viação Novo Horizonte Ltda., outra pessoa jurídica do grupo.</p>
<p>A distinção ganha importância porque a expansão das empresas associadas ao Grupo Novo Horizonte tem sido acompanhada pelo Diário do Transporte, especialmente em relação às solicitações apresentadas à ANTT.</p>
<p>A negativa desta quinta-feira se soma a outras decisões administrativas relacionadas à Expresso Maia ao longo de 2025 e 2026.</p>
<p>Em junho de 2025, por exemplo, a agência já havia indeferido outro pedido da empresa, relacionado ao requerimento administrativo nº 50500.300923/2023-09.</p>
<p>Em setembro de 2026, uma nova negativa foi publicada, desta vez envolvendo o processo nº 50500.300922/2023-56.</p>
<p>As decisões foram fundamentadas nas mesmas disposições de adequação dos pedidos ao novo marco regulatório.</p>
<p>O histórico revela uma sequência de solicitações apresentadas em 2023, posteriormente submetidas a discussões judiciais e a novas análises pela ANTT.</p>
<h3>Ligação Goiânia–São Bernardo, via Palmas, também esteve envolvida em disputa judicial da Expresso Maia</h3>
<p>Uma das decisões anteriores de maior relevância ocorreu em maio de 2026.</p>
<p>Na ocasião, a ANTT suspendeu os efeitos de uma autorização concedida provisoriamente à Expresso Maia para operar a linha Goiânia (GO)–São Bernardo (MA), via Palmas (TO).</p>
<p>A autorização original havia sido concedida em janeiro de 2026 na condição sub judice, ou seja, vinculada ao andamento de discussão judicial.</p>
<p>Em maio, a agência publicou a Decisão SUPAS nº 802/2026, suspendendo os efeitos da autorização e indeferindo o pedido de mercados correspondente.</p>
<p>A decisão também estabeleceu providências para proteger os passageiros que eventualmente tivessem comprado bilhetes depois de sua publicação.</p>
<p>Nesses casos, a transportadora deveria assegurar a devolução dos valores pagos ou a aquisição de passagens em outra empresa autorizada, às suas custas, conforme a legislação aplicável.</p>
<p>A determinação demonstra como uma disputa regulatória pode alcançar diretamente a oferta de serviços interestaduais.</p>
<p>A decisão envolveu o requerimento administrativo nº 50500.300931/2023-47, também apresentado pela Expresso Maia.</p>
<p>O caso é distinto daquele examinado na publicação desta quinta-feira, mas integra o histórico de pedidos da transportadora submetidos a decisões administrativas e judiciais.</p>
<h3>Trindade–Parnaíba: autorização provisória também foi revogada pela ANTT</h3>
<p>Outro episódio ocorreu em abril de 2026.</p>
<p>A ANTT revogou uma autorização provisória anteriormente concedida à Expresso Maia para operar a linha Trindade (GO)–Parnaíba (PI).</p>
<p>A empresa havia recebido autorização em janeiro, também na condição sub judice.</p>
<p>Posteriormente, a agência publicou a Decisão SUPAS nº 673/2026, revogando a autorização e indeferindo os mercados correspondentes.</p>
<p>O fundamento foi novamente a aplicação das regras de transição da Resolução nº 6.033/2023.</p>
<p>A decisão também tratou da proteção aos passageiros que tivessem adquirido passagens após a publicação, com previsão de restituição dos valores ou aquisição de bilhetes em outra transportadora autorizada.</p>
<p>Esse histórico mostra que a situação regulatória da Expresso Maia envolve diferentes requerimentos e linhas interestaduais, além de discussões judiciais individualizadas.</p>
<p>Em votação da Diretoria Colegiada da ANTT, outro pedido da empresa, apresentado em setembro de 2023, também foi submetido à análise após decisão judicial.</p>
<p>Nesse processo, a Justiça havia determinado que a agência examinasse o requerimento no prazo de 30 dias, com fundamentação nas normas aplicáveis ao período de apresentação do pedido.</p>
<p>O episódio evidencia a importância da transição entre a regulamentação anterior e as regras atualmente utilizadas pela ANTT.</p>
<h3>Bueno Viagens tem pedido de mercados indeferido após mandado de segurança</h3>
<p>A Bueno Viagens Ltda., CNPJ 05.493.209/0001-58, também recebeu decisão de indeferimento.</p>
<p>A negativa consta da Decisão SUPAS nº 1.476/2026, relacionada ao requerimento administrativo nº 50505.014440/2025-06.</p>
<p>A publicação faz referência ao mandado de segurança nº 1028560-75.2025.4.01.3400.</p>
<p>A empresa buscou a Justiça Federal em uma discussão envolvendo o procedimento administrativo de autorização de mercados.</p>
<p>Em cumprimento à determinação judicial, a SUPAS examinou o requerimento e aplicou os artigos 230 e 231 do novo marco regulatório.</p>
<p>O resultado foi o indeferimento da solicitação.</p>
<p>A decisão representa uma etapa da reorganização dos pedidos de transporte interestadual que permaneciam submetidos à apreciação da agência.</p>
<p>Nesse processo, o ponto central é a adaptação às exigências estabelecidas para solicitações antigas.</p>
<h3>Viação Garcia tem pedido iniciado em 2020 negado após discussão na Justiça Federal</h3>
<p>A Viação Garcia Ltda., CNPJ 78.586.674/0001-07, teve um pedido de autorização indeferido pela Decisão SUPAS nº 1.477/2026.</p>
<p>O requerimento administrativo nº 50500.126668/2020-75 foi apresentado em novembro de 2020, mais de três anos antes da publicação do novo marco regulatório.</p>
<p>A decisão foi tomada em cumprimento a determinação relacionada ao mandado de segurança nº 1108191-05.2024.4.01.3400.</p>
<p>A Viação Garcia é uma das empresas tradicionais do transporte rodoviário de passageiros no Brasil, com atuação principalmente nas regiões Sul e Sudeste.</p>
<p>A transportadora integra o Grupo GBS, que reúne diferentes marcas e operações no transporte rodoviário.</p>
<p>Cada autorização, entretanto, é vinculada à pessoa jurídica responsável pela operação.</p>
<p>A negativa desta quinta-feira refere-se ao requerimento específico da Viação Garcia Ltda., que passou pelo procedimento de adaptação dos antigos pedidos de mercados.</p>
<p>O histórico também demonstra a duração de determinadas solicitações apresentadas sob a regulamentação anterior.</p>
<p>O pedido original é de 2020, o processo judicial foi iniciado em 2024 e a nova decisão administrativa foi publicada em outubro de 2026.</p>
<h3>Viação Garcia já recebeu contemplação na Janela Extraordinária para seção Rio de Janeiro–Arujá</h3>
<p>A Viação Garcia também aparece em decisões favoráveis relacionadas à primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>Em setembro de 2026, a ANTT autorizou a alteração do Termo de Autorização de Serviços Regulares da linha Rio de Janeiro (RJ)–Sorocaba (SP).</p>
<p>A mudança permitiu a implantação da seção Rio de Janeiro (RJ)–Arujá (SP), em decorrência da contemplação de mercado desatendido na Janela Extraordinária nº 1/2024.</p>
<p>A decisão foi publicada em 14 de setembro.</p>
<p>O serviço possui o TAR nº RJSP0035002.</p>
<p>A agência também determinou que a implantação da seção intermediária reiniciasse a contagem do período mínimo de atendimento da linha, conforme a regulamentação.</p>
<p>A operação entre Rio de Janeiro e Arujá, portanto, integra a participação da Viação Garcia no procedimento extraordinário de abertura de mercados.</p>
<p>A autorização de setembro e o indeferimento publicado nesta quinta-feira correspondem a requerimentos administrativos distintos, submetidos a análises específicas.</p>
<p>Esse histórico demonstra que uma empresa pode receber autorização para determinados mercados e ter outros pedidos negados, conforme as condições aplicáveis a cada requerimento.</p>
<h3>Como funcionam as regras de adaptação dos pedidos antigos</h3>
<p>As três decisões publicadas nesta quinta-feira utilizam os artigos 230 e 231 da Resolução ANTT nº 6.033/2023.</p>
<p>O primeiro estabelece a necessidade de adequação dos requerimentos pendentes à nova regulamentação.</p>
<p>O segundo disciplina a comunicação às transportadoras para identificação dos mercados originalmente solicitados que pretendem operar.</p>
<p>A regra faz parte da transição entre o modelo anterior de autorização de linhas e o sistema atualmente utilizado pela ANTT.</p>
<p>Uma das principais características do novo procedimento é a diferenciação entre mercados monopolistas, desatendidos e outras situações de atendimento.</p>
<p>Nos mercados monopolistas, existe uma empresa autorizada e pode ser aberta uma vaga adicional para permitir o ingresso de concorrente.</p>
<p>Nos mercados desatendidos, a agência considera a ausência de atendimento regular reconhecido naquela classificação, possibilitando a disponibilização de duas vagas.</p>
<p>A primeira Janela Extraordinária foi organizada justamente para lidar com essas categorias durante a transição regulatória.</p>
<p>Por isso, a análise dos pedidos antigos e a seleção de novos operadores fazem parte de um processo mais amplo de reorganização do transporte rodoviário interestadual.</p>
<h3>Decisões judiciais também alteraram milhares de classificações na Janela Extraordinária</h3>
<p>O histórico dos indeferimentos ocorre em um momento de grande movimentação no processo de abertura de mercados.</p>
<p>Como revelou em primeira mão o Diário do Transporte, em 24 de outubro, a ANTT prorrogou para 13 de novembro o encerramento dos lances da primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>A alteração ocorreu após decisões judiciais envolvendo Viação Amarelinho, Viação Catedral e Empresa Auto Viação Progresso.</p>
<p>O reprocessamento promovido pela SUPAS modificou 4.838 classificações de solicitações.</p>
<p>No caso da Amarelinho, o arquivamento de 4.301 pedidos provocou mudanças para outras transportadoras.</p>
<p>Com a retirada dessas solicitações, 239 pedidos de 56 empresas, distribuídos por 133 mercados, passaram à possibilidade de contemplação direta.</p>
<p>Já a reinclusão de solicitações da Catedral fez com que 52 pedidos de outras 12 transportadoras passassem a depender de lances.</p>
<p>O bloqueio de 17 mercados relacionado à Progresso afetou 34 solicitações de dez empresas.</p>
<p>As mudanças demonstram como a situação administrativa de uma transportadora pode interferir nas oportunidades disponíveis para concorrentes.</p>
<p>A fase atual de lances contempla 5.364 mercados, conforme a base atualizada pela ANTT em outubro.</p>
<p>O procedimento ainda será seguido pelas etapas de classificação, convocação, confirmação dos mercados e emissão dos termos de autorização.</p>
<p>Para os passageiros, o resultado dependerá da entrada efetiva de novas transportadoras e da implantação das viagens.</p>
<p>O conjunto de decisões administrativas e judiciais também demonstra que a abertura de mercados envolve não apenas a apresentação de pedidos, mas o cumprimento de exigências regulatórias, a capacidade operacional das empresas e a continuidade dos serviços autorizados.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Motiva Trilhos registra mais de 20 mil objetos perdidos em 2026</title>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 01:00:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviço contabilizou 5.435 atendimentos entre janeiro e setembro, aumento de 17,4% em relação ao mesmo período de 2025; quase 28 mil itens foram doados desde 2024 YURI SENA O serviço de Achados e Perdidos da Motiva Trilhos registrou 20.162 objetos encontrados e realizou 5.435 atendimentos entre janeiro e setembro de 2026. O número de atendimentos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="902" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/841e85fc-b658-454f-986e-9b8dd0c55dab-e1793211476829.jpg?fit=1024%2C902&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Serviço contabilizou 5.435 atendimentos entre janeiro e setembro, aumento de 17,4% em relação ao mesmo período de 2025; quase 28 mil itens foram doados desde 2024</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O serviço de Achados e Perdidos da Motiva Trilhos registrou 20.162 objetos encontrados e realizou 5.435 atendimentos entre janeiro e setembro de 2026. O número de atendimentos representa um aumento de 17,4% na comparação com os nove primeiros meses de 2025, quando foram contabilizados 4.630.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os itens esquecidos pelos passageiros nas linhas 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda estão documentos, cartões, roupas e celulares. Também foram encontrados objetos menos comuns, como dentaduras, guitarras, cadeiras de rodas, monitores, bicicletas e carrinhos de bebê.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No período, 1.364 pertences foram devolvidos aos proprietários. Os objetos encontrados são registrados e armazenados para que os passageiros possam consultar o serviço e tentar recuperá-los. Aqueles que não são retirados em até 90 dias são destinados a instituições parceiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De janeiro a setembro deste ano, foram doados 4.251 itens, dos quais 3.974 vieram das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda e 277 da linha 5-Lilás. Considerando o período entre 2024 e setembro de 2026, o total de doações chegou a 27.744 objetos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, roupas lideraram os registros entre janeiro e agosto, com 2.174 ocorrências. Na sequência, apareceram cartões bancários, com 1.266 registros, e documentos, com mais de 1.100.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na linha 5-Lilás, os cartões de transporte, bancários e de refeição foram os itens mais frequentes no mesmo período, somando 3.850 registros. Os documentos ficaram em segundo lugar, com 1.302 ocorrências.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Everton Trindade, diretor-executivo das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, o registro e a organização dos objetos são etapas importantes para facilitar a recuperação dos pertences pelos passageiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já Fábio Silva, gerente-executivo de atendimento das linhas 4-Amarela e 5-Lilás, orienta que os clientes procurem os canais oficiais assim que perceberem a perda de algum objeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Motiva Trilhos mantém parcerias com as unidades da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Jandira e Taboão da Serra, o Instituto Jô Clemente e o Lar Jesus Entre as Crianças, em Osasco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Ivana Carvalho, coordenadora de Responsabilidade Social da plataforma de trilhos da companhia, a iniciativa busca dar uma nova destinação aos objetos não resgatados e beneficiar instituições e comunidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, o setor de Achados e Perdidos fica na Estação Osasco, na Praça Antônio Menck, no Centro de Osasco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na linha 5-Lilás, o atendimento é realizado na estação Adolfo Pinheiro, localizada na Avenida Adolfo Pinheiro, 301.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, exceto feriados. Os objetos permanecem armazenados por até 90 dias, contados a partir da data de entrada na central. Os passageiros devem consultar os canais oficiais da respectiva linha para verificar se o pertence foi localizado e receber orientações para a retirada.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>TIC Trens inaugura espaço de tecnologia e inovação de 600 m² em São Paulo</title>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 00:00:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estrutura reúne nove salas, laboratório com impressoras 3D e recursos de inteligência artificial; sede administrativa também recebe novo nome em homenagem a Constantino de Oliveira Junior YURI SENA A TIC Trens inaugurou nesta semana um Espaço de Tecnologia e Inovação na sede administrativa da concessionária, localizada na Lapa, zona Oeste de São Paulo. Com 600 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="532" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Espaco-de-Tecnologia-e-Inovacao-5-e1793053162360.jpeg?fit=800%2C532&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Estrutura reúne nove salas, laboratório com impressoras 3D e recursos de inteligência artificial; sede administrativa também recebe novo nome em homenagem a Constantino de Oliveira Junior</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A TIC Trens inaugurou nesta semana um Espaço de Tecnologia e Inovação na sede administrativa da concessionária, localizada na Lapa, zona Oeste de São Paulo. Com 600 m², o ambiente será destinado ao desenvolvimento de projetos, treinamentos, reuniões e à experimentação de novas tecnologias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concessionária é responsável pela modernização, operação e manutenção da Linha 7-Rubi, além da implantação dos futuros Trem Intercidades (TIC) Eixo Norte e Trem Intermetropolitano (TIM).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O espaço conta com nove salas e um laboratório equipado com impressoras 3D, máquina de gravação e corte a laser, óculos de realidade virtual e recursos de inteligência artificial. A estrutura também inclui um estúdio com isolamento acústico para a produção de podcasts.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a empresa, o ambiente foi projetado para estimular a colaboração entre os profissionais e ampliar as possibilidades de desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas aos projetos da concessionária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Pedro Moro, diretor-presidente da TIC Trens, a inauguração formaliza um trabalho de desenvolvimento de projetos e incorporação de novas tecnologias realizado pela empresa há mais de um ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir desta segunda-feira (26), a sede administrativa da TIC Trens passa a se chamar Centro Administrativo Constantino de Oliveira Junior, em homenagem ao empresário Constantino de Oliveira Junior (1968-2026) e à família Constantino, acionistas da concessionária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a empresa, a mudança busca reconhecer a trajetória do empresário no setor de transportes e sua contribuição para a mobilidade brasileira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inauguração do espaço tecnológico e a mudança de nome do centro administrativo fazem parte da estratégia da concessionária de valorizar ambientes voltados à colaboração, à criatividade e ao desenvolvimento de projetos.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Ecovias instalará pórtico eletrônico na pista norte da Imigrantes</title>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 23:00:51 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sistema Siga Fácil substituirá praça física de pedágio e dividirá a tarifa de R$ 40,60 em duas cobranças de R$ 20,30, uma por sentido YURI SENA A Ecovias iniciará a instalação de um pórtico eletrônico do sistema Siga Fácil na pista norte da Rodovia dos Imigrantes, no sentido São Paulo, durante a madrugada desta quarta-feira [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="705" height="455" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?fit=705%2C455&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?w=705&amp;ssl=1 705w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?resize=300%2C194&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?resize=400%2C258&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 705px) 100vw, 705px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Sistema Siga Fácil substituirá praça física de pedágio e dividirá a tarifa de R$ 40,60 em duas cobranças de R$ 20,30, uma por sentido</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Ecovias iniciará a instalação de um pórtico eletrônico do sistema Siga Fácil na pista norte da Rodovia dos Imigrantes, no sentido São Paulo, durante a madrugada desta quarta-feira (28) para quinta-feira (29). A estrutura será instalada no km 37,3 e permitirá a substituição da praça física de pedágio após a homologação da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a entrada em operação do sistema, a tarifa de R$ 40,60, atualmente cobrada em um único sentido, será dividida em duas cobranças de R$ 20,30, uma para cada direção. Segundo a concessionária, a mudança busca melhorar a fluidez do tráfego, reduzir filas e aumentar a segurança viária, principalmente em períodos de maior movimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A data para o início da cobrança eletrônica ainda será definida. Após a instalação, o equipamento passará por testes e validação operacional antes da liberação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pórtico será instalado no km 37,3, em substituição ao ponto inicialmente previsto no km 29. A estrutura que já havia sido instalada nesse trecho será mantida para monitoramento operacional da rodovia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a concessionária, a escolha do novo local considerou fatores técnicos, ambientais e sociais, incluindo a preservação dos deslocamentos das comunidades próximas. O equipamento ficará antes do km 40, onde começa o trecho de serra que, segundo a empresa, não apresenta condições técnicas para a instalação do sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A diretora da Artesp, Raquel Carneiro, afirma que a cobrança nos dois sentidos deve contribuir para a modernização da rodovia, com redução de acidentes, maior fluidez e diminuição das emissões associadas às frenagens dos veículos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema utiliza câmeras, sensores e antenas para identificar e classificar os veículos por meio da placa ou de uma TAG eletrônica, sem a necessidade de parar para pagar a tarifa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os motoristas que já utilizam TAG, a cobrança continuará automática. Quem não possui o dispositivo poderá consultar e pagar a passagem pelo site Pedágio Digital ou nos totens de autoatendimento instalados em pontos do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI). O prazo para pagamento será de até 30 dias após a passagem, com opções como Pix e cartão de crédito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dados da concessionária referentes ao período entre junho e outubro apontam que cerca de 75% dos veículos registrados no SAI tinham TAG ativa. Entre caminhões e ônibus, o índice foi de 93%; entre veículos de passeio, de 70%. Os demais foram identificados por reconhecimento automático de placas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A implantação integra as ações de modernização do Sistema Anchieta-Imigrantes, que, segundo a concessionária, acumula R$ 11 bilhões em investimentos ao longo de 28 anos de concessão. Entre as obras citadas estão a construção da pista descendente da Imigrantes, o Anel Viário de Cubatão e a Marginal da Via Anchieta, em São Bernardo do Campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Siga Fácil já opera em outras concessões rodoviárias paulistas, incluindo trechos do Rodoanel Norte, do Litoral, da região Noroeste, da Tamoios e da Raposo Tavares. A implantação ocorre de forma gradual, sob supervisão da Artesp.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais informações sobre os pórticos, formas de pagamento e canais de atendimento estão disponíveis no site oficial do Siga Fácil.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Acciona abre inscrições para programa de trainees em infraestrutura com formação pela USP e universidade espanhola</title>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 22:30:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Iniciativa oferece pós-graduação em Gestão de Projetos com dupla titulação e vagas em diferentes estados; inscrições vão até 18 de janeiro de 2027 YURI SENA A Acciona abriu inscrições para a edição de 2027 do programa global de trainees iXPA, voltado a profissionais formados em áreas de engenharia, arquitetura e outros cursos relacionados a STEM. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/0b472548-8007-49ae-b603-452af1ffe550-e1793217261651.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Iniciativa oferece pós-graduação em Gestão de Projetos com dupla titulação e vagas em diferentes estados; inscrições vão até 18 de janeiro de 2027</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Acciona abriu inscrições para a edição de 2027 do programa global de trainees iXPA, voltado a profissionais formados em áreas de engenharia, arquitetura e outros cursos relacionados a STEM. As oportunidades estão vinculadas a projetos de infraestrutura, água e saneamento em diferentes regiões do Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podem participar candidatos que concluíram a graduação entre dezembro de 2022 e dezembro de 2026, com inglês avançado. As vagas contemplam projetos nos estados de São Paulo, Pernambuco, Paraná e Espírito Santo, entre outras localidades, conforme a necessidade da companhia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta é a quinta edição do programa no Brasil. Segundo a Acciona, mais de 160 trainees já passaram pela iniciativa, que combina experiência profissional em projetos da empresa com formação acadêmica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de nove meses, os selecionados terão acesso a uma pós-graduação em Gestão de Projetos com dupla titulação pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidad Politécnica de Madrid (UPM), na Espanha. A especialização prevê mais de 300 horas de aulas, com conteúdos em português e inglês, e atividades voltadas à aplicação prática dos conhecimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa também inclui uma trilha personalizada para o desenvolvimento de habilidades comportamentais, de acordo com as necessidades profissionais e interpessoais de cada participante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo María Castroviejo, diretora de Organização, Talento e Saúde da Acciona no Brasil, a iniciativa busca preparar profissionais para atuar em projetos de infraestrutura e ampliar suas perspectivas de carreira em um setor com demandas cada vez mais complexas e internacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da formação superior nas áreas elegíveis e do inglês avançado, a empresa considera diferenciais a experiência profissional de até dois anos em funções relacionadas à graduação, a flexibilidade e o interesse em conhecer diferentes áreas de atuação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O início do programa está previsto para abril de 2027. A contratação será em regime CLT, com benefícios como assistência médica e odontológica, seguro de vida, participação nos lucros ou resultados (PLR), vale-alimentação, vale-refeição, vale-transporte e programas de treinamento e desenvolvimento. A disponibilidade de alguns benefícios pode variar conforme o projeto ou a unidade de alocação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As inscrições estão previstas para terminar em 18 de janeiro de 2027. Os interessados devem consultar os requisitos e realizar a candidatura pelo link divulgado pela Acciona.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  <item>
    <title>EM PRIMEIRA-MÃO: Senado aprova R$ 14,5 bilhões para financiamento de ônibus, micro-ônibus e caminhões; projeto permite compra separada de chassis e carrocerias</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/em-primeira-mao-senado-aprova-r-145-bilhoes-para-financiamento-de-onibus-micro-onibus-e-caminhoes-projeto-permite-compra-separada-de-chassis-e-carrocerias/</link>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 22:07:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Proposta aprovada nesta quarta-feira (28) segue para sanção presidencial e recupera regras de medida provisória que perdeu validade em agosto; crédito poderá beneficiar empresas de transporte urbano e rodoviário de passageiros, mas dependerá de regulamentação e disponibilidade de recursos ADAMO BAZANI O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, um projeto de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?w=4096&amp;ssl=1 4096w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Proposta aprovada nesta quarta-feira (28) segue para sanção presidencial e recupera regras de medida provisória que perdeu validade em agosto; crédito poderá beneficiar empresas de transporte urbano e rodoviário de passageiros, mas dependerá de regulamentação e disponibilidade de recursos</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, um projeto de lei que autoriza a destinação de até R$ 14,5 bilhões para financiamentos destinados à renovação de frotas de transporte rodoviário de passageiros e cargas em todo o Brasil. A medida contempla a aquisição de ônibus e micro-ônibus novos por empresas que atuam no transporte urbano e rodoviário, além de caminhões e outros veículos de carga. Um dos dispositivos permite que chassis e carrocerias de ônibus sejam financiados separadamente, desde que sejam fabricados no Brasil e estejam credenciados no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O texto segue para sanção presidencial.</p>
<p>A autorização consta do Projeto de Lei nº 5.649/2026, de autoria do deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos-PE), aprovado pela Câmara dos Deputados na terça-feira (27) e pelo Senado nesta quarta-feira (28), em regime de urgência. O texto recupera mecanismos de financiamento previstos na Medida Provisória nº 1.353/2026, que perdeu eficácia em 27 de agosto. A proposta também contém dispositivos de apoio à agricultura, financiamento de infraestrutura e operações de crédito para a aviação civil. Para o setor de ônibus, o principal ponto é a possibilidade de utilização de recursos federais em linhas de crédito reembolsáveis para renovação de frota, com participação do BNDES, sujeitas à disponibilidade orçamentária e financeira e às condições regulamentares.</p>
<p>Os R$ 14,5 bilhões representam o limite global autorizado para o conjunto das operações de financiamento de veículos. O valor não é reservado exclusivamente à aquisição de ônibus, sendo compartilhado com caminhões, caminhões-tratores, micro-ônibus e implementos rodoviários.</p>
<p>Também não se trata de dinheiro destinado à distribuição gratuita de veículos. As empresas beneficiadas precisarão contratar operações de crédito e cumprir as condições de pagamento.</p>
<p>A regulamentação das taxas de juros, dos encargos, dos prazos e das demais condições caberá ao Conselho Monetário Nacional (CMN), enquanto o Ministério da Fazenda será responsável pela gestão dos recursos e o BNDES atuará como agente financeiro.</p>
<h3>Financiamento poderá atender empresas de ônibus urbanos, rodoviários e microempreendedores</h3>
<p>O artigo 9º do projeto estabelece as regras para utilização dos recursos.</p>
<p>Poderão ser beneficiados os transportadores autônomos de cargas, pessoas físicas vinculadas a cooperativas de transporte rodoviário de cargas, microempreendedores individuais, empresários individuais e pessoas jurídicas que atuem nos setores de transporte rodoviário ou urbano de cargas e passageiros.</p>
<p>A inclusão expressa das atividades de transporte urbano e rodoviário de passageiros permite que empresas de ônibus desses segmentos sejam consideradas nas linhas de financiamento, desde que atendam aos critérios estabelecidos.</p>
<p>A medida poderá alcançar, por exemplo, transportadoras que operam serviços municipais, metropolitanos, intermunicipais e interestaduais, conforme o enquadramento de cada empresa e as condições que forem estabelecidas para contratação.</p>
<p>O projeto não estabelece uma reserva específica de recursos para cada modalidade, nem define antecipadamente quantos ônibus poderão ser financiados.</p>
<p>Também não determina uma divisão entre ônibus urbanos convencionais, articulados, superarticulados, rodoviários ou micro-ônibus.</p>
<p>Essa distribuição dependerá da procura pelas linhas de financiamento, das condições de habilitação e das regras operacionais aplicáveis.</p>
<h3>Ônibus e micro-ônibus precisarão ser novos; seminovos são previstos para caminhões</h3>
<p>Um detalhe importante da redação aprovada é a diferença de tratamento entre os veículos de passageiros e de cargas.</p>
<p>Para os ônibus e micro-ônibus, o projeto estabelece expressamente a aquisição de veículos novos.</p>
<p>Já no caso de caminhões e caminhões-tratores, admite unidades novas ou seminovas, com condições específicas para os beneficiários da compra de usados.</p>
<p>Essa distinção consta do artigo 9º e evita uma interpretação mais ampla da proposta, como se a nova linha de crédito permitisse financiar ônibus usados.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Categoria</th>
<th>Condição prevista</th>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus</td>
<td>Novos</td>
</tr>
<tr>
<td>Micro-ônibus</td>
<td>Novos</td>
</tr>
<tr>
<td>Caminhões</td>
<td>Novos ou seminovos</td>
</tr>
<tr>
<td>Caminhões-tratores</td>
<td>Novos ou seminovos</td>
</tr>
<tr>
<td>Implementos rodoviários</td>
<td>Novos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Fonte: redação final do PL nº 5.649/2026, artigo 9º, aprovada pela Câmara dos Deputados e encaminhada ao Senado.</p>
<p>Além disso, os veículos novos financiados deverão ser de fabricação nacional e estar inscritos no Credenciamento de Fornecedores Informatizado (CFI) do BNDES.</p>
<p>A exigência poderá beneficiar a cadeia produtiva brasileira de ônibus, composta por fabricantes de chassis, carrocerias, sistemas de propulsão e outros fornecedores, na medida em que os produtos atendam aos requisitos de credenciamento.</p>
<p>A presença de uma fábrica no Brasil, entretanto, não significa automaticamente que todos os seus modelos estejam habilitados à linha. Será necessário observar o credenciamento específico dos bens.</p>
<h3>Projeto permite financiar chassis e carrocerias de ônibus separadamente</h3>
<p>Uma das disposições de maior interesse para a indústria brasileira de ônibus está no parágrafo 6º do artigo 9º.</p>
<p>O dispositivo permite financiar individualmente o chassi com motor e a carroceria quando esses componentes forem comercializados de forma separada.</p>
<p>Isso é relevante porque parte significativa dos ônibus produzidos no Brasil utiliza uma estrutura industrial na qual o fabricante do chassi e o encarroçador são empresas diferentes.</p>
<p>Nesse modelo, a empresa operadora pode adquirir um chassi de determinado fabricante e contratar a carroceria de outra indústria.</p>
<p>A redação aprovada contempla essa característica do mercado nacional.</p>
<p>Para que o financiamento individual seja admitido, os componentes deverão cumprir duas condições: fabricação nacional e credenciamento no CFI do BNDES.</p>
<p>Na prática, o dispositivo poderá facilitar a estruturação financeira de aquisições realizadas em etapas ou com contratos separados, conforme as regras da operação de crédito.</p>
<p>O texto, porém, não garante automaticamente a aprovação de qualquer combinação de chassi e carroceria. Além do credenciamento, continuarão aplicáveis as exigências técnicas, financeiras e regulatórias.</p>
<h3>Ônibus elétricos e veículos de menor emissão poderão ser contemplados, sujeitos aos critérios de sustentabilidade</h3>
<p>A proposta determina que os financiamentos observem critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica.</p>
<p>Esses critérios serão estabelecidos por ato do ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.</p>
<p>O texto aprovado não limita expressamente o financiamento de ônibus a uma única tecnologia de propulsão.</p>
<p>Assim, veículos elétricos, modelos de menor consumo energético ou outras tecnologias poderão ser considerados conforme os requisitos que forem definidos e o enquadramento dos produtos.</p>
<p>O projeto também não fixa um percentual mínimo dos R$ 14,5 bilhões para veículos elétricos.</p>
<p>Isso significa que a aprovação da proposta não representa, por si só, a criação de uma linha exclusiva de eletrificação do transporte coletivo.</p>
<p>A possibilidade de financiar chassis e carrocerias separadamente também merece atenção nesse segmento, em razão das diferentes configurações industriais existentes no mercado de ônibus.</p>
<p>Entretanto, as condições específicas de acesso aos recursos e a elegibilidade de cada tecnologia dependerão da regulamentação.</p>
<p>A medida ocorre em um contexto de ampliação das compras de veículos de baixa emissão por sistemas municipais e metropolitanos, como São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Goiânia (GO) e Rio de Janeiro (RJ).</p>
<p>Nessas cidades, projetos de renovação e eletrificação de frotas envolvem investimentos em veículos, mas também exigem infraestrutura de abastecimento ou recarga, adequações de garagens e planejamento das operações.</p>
<p>A autorização de crédito para compra de ônibus não significa que esses outros investimentos estejam automaticamente incluídos na mesma linha de financiamento.</p>
<h3>BNDES poderá operar diretamente ou por meio de instituições financeiras habilitadas</h3>
<p>O projeto estabelece que os recursos sejam repassados pelo Ministério da Fazenda ao BNDES.</p>
<p>O banco poderá combinar esses valores com recursos próprios para viabilizar as operações.</p>
<p>A concessão dos financiamentos poderá ocorrer diretamente pelo BNDES ou por instituições financeiras habilitadas.</p>
<p>Esses agentes financeiros assumirão os riscos das operações, incluindo o risco de crédito.</p>
<p>Portanto, a existência de recursos autorizados não elimina a necessidade de avaliação das condições financeiras dos interessados.</p>
<p>A aprovação dos empréstimos continuará sujeita às regras de concessão de crédito, à capacidade de pagamento e aos critérios de habilitação aplicáveis.</p>
<p>O projeto também admite o financiamento do seguro do bem e do seguro prestamista, quando contratados em conjunto com o veículo, além de eventuais tributos federais incidentes sobre as operações, observadas as normas regulamentares.</p>
<p>Outro dispositivo determina que o BNDES apresente anualmente um relatório circunstanciado sobre as operações financiadas com os recursos previstos.</p>
<p>Esse relatório poderá permitir o acompanhamento da utilização do dinheiro e da distribuição dos financiamentos entre os beneficiários.</p>
<h3>Medida recupera financiamento previsto desde abril, mas que perdeu eficácia em agosto</h3>
<p>A autorização de recursos para renovação de frota tem origem na Medida Provisória nº 1.353, publicada em 30 de abril de 2026.</p>
<p>A MP já previa até R$ 14,5 bilhões para financiamento de veículos de transporte rodoviário de passageiros e cargas, além de alterações relacionadas ao Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).</p>
<p>Posteriormente, a Medida Provisória nº 1.374, de junho, modificou dispositivos relacionados aos beneficiários das operações.</p>
<p>Entretanto, a MP nº 1.353 perdeu eficácia em 27 de agosto, sem ter sido convertida em lei.</p>
<p>O PL nº 5.649/2026 recupera o mecanismo de financiamento para renovação de frota, agora em uma proposta que também reúne medidas voltadas à agricultura, ao setor aéreo e a projetos de infraestrutura.</p>
<p>Há, contudo, uma distinção importante: a redação final do projeto não reproduz integralmente todos os dispositivos da MP nº 1.353.</p>
<p>A medida provisória original, por exemplo, também previa disposições específicas para reforço do FGI. Essa autorização de aporte não aparece da mesma forma no texto final do PL aprovado.</p>
<p>Também é necessário distinguir o novo limite legal de informações sobre recursos já contratados em programas anteriores.</p>
<p>Durante a discussão no Senado, a líder do governo na Casa, senadora Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que recursos destinados à renovação de frotas já haviam sido integralmente utilizados, mencionando mais de 19 mil contratos em 1.966 municípios, com cerca de R$ 19 bilhões para empresas do setor de transportes e quase R$ 1 bilhão para transportadores autônomos.</p>
<p>Esses valores foram apresentados pela parlamentar em referência à execução de iniciativas de financiamento. Não devem ser confundidos com uma comprovação de que os R$ 14,5 bilhões autorizados pelo novo projeto já tenham sido especificamente contratados para ônibus.</p>
<p>O projeto também dependerá de sanção presidencial para se converter em lei.</p>
<h3>Financiamento poderá contribuir para renovação, mas resultado para passageiros dependerá das compras</h3>
<p>A renovação de ônibus pode trazer consequências para o transporte coletivo, especialmente em sistemas que operam veículos com maior idade média ou enfrentam dificuldades para financiar novas aquisições.</p>
<p>A disponibilidade de crédito de longo prazo pode permitir que empresas distribuam o custo de aquisição ao longo do período de pagamento, em vez de dependerem integralmente de recursos próprios.</p>
<p>Entretanto, a possibilidade de financiamento não significa que a renovação ocorrerá automaticamente.</p>
<p>Os investimentos dependem de contratos, da capacidade de endividamento das transportadoras e, em muitos casos, da estrutura de remuneração dos serviços definida pelos poderes concedentes.</p>
<p>No transporte urbano, a substituição de veículos também precisa considerar as condições dos contratos de concessão, as exigências de acessibilidade, o planejamento das frotas e a remuneração dos investimentos.</p>
<p>Já no transporte rodoviário intermunicipal e interestadual, os financiamentos podem ser utilizados pelas empresas para adequar ou renovar a frota, desde que atendam aos requisitos da linha e às normas específicas de cada serviço.</p>
<p>A efetiva contribuição da medida para a população será verificada posteriormente, por meio das contratações realizadas, da entrada de novos ônibus em operação e das condições de atendimento.</p>
<h3>Projeto também prevê seguro de crédito para aviação civil</h3>
<p>Além do financiamento de ônibus e caminhões, o PL nº 5.649/2026 modifica as regras do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) para contemplar operações de seguro de crédito interno vinculadas à aviação civil.</p>
<p>A mudança ocorre por meio de alteração na Lei nº 9.818, de 1999.</p>
<p>Pela redação aprovada, poderão ser incluídas operações relacionadas a financiamentos para aquisição de combustível de aviação, além de outros insumos e serviços necessários ao funcionamento das companhias do setor.</p>
<p>O mecanismo não significa pagamento direto do governo pelas despesas operacionais das empresas aéreas.</p>
<p>A proposta amplia a possibilidade de cobertura de riscos de crédito em operações financeiras, conforme as condições aplicáveis ao fundo.</p>
<p>O dispositivo poderá facilitar o acesso a determinadas modalidades de financiamento para despesas necessárias à operação do transporte aéreo.</p>
<p>A medida, entretanto, não estabelece redução automática no preço das passagens nem determina diminuição de tarifas aeroportuárias.</p>
<h3>Capital de giro para infraestrutura também está previsto</h3>
<p>Outra alteração aprovada permite o financiamento de capital de giro associado a investimentos em infraestrutura.</p>
<p>O dispositivo modifica a Lei nº 14.947, de agosto de 2024.</p>
<p>Na prática, a medida autoriza que determinadas operações financeiras relacionadas a projetos de infraestrutura contemplem também recursos necessários à sua execução, além dos investimentos principais.</p>
<p>Essa autorização pode ter relevância para diferentes setores de infraestrutura, conforme as linhas de financiamento e os projetos elegíveis.</p>
<p>O projeto não reserva, entretanto, um valor específico para corredores de ônibus, terminais, sistemas BRT ou outras obras de mobilidade urbana nesse dispositivo.</p>
<p>A inclusão dessas estruturas dependerá do enquadramento de cada projeto nas regras aplicáveis.</p>
<h3>Agricultura recebe outras duas medidas de apoio financeiro</h3>
<p>O PL também autoriza a concessão de subvenção econômica a produtores independentes de cana-de-açúcar da Região Nordeste afetados pelas tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos ou por eventos climáticos extremos.</p>
<p>O auxílio previsto é de R$ 12 por tonelada de cana-de-açúcar produzida e comprovadamente entregue a usinas, destilarias ou cooperativas durante a safra 2025/2026, observados os critérios definidos.</p>
<p>A proposta ainda permite utilizar até R$ 10 bilhões do superávit financeiro do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) em linhas de financiamento reembolsável para projetos de inovação tecnológica na produção agrícola.</p>
<p>Esses recursos são distintos do limite de R$ 14,5 bilhões previsto para renovação de veículos.</p>
<p>O projeto foi relatado no Senado pelo senador Fernando Dueire (PSD-PE).</p>
<p>A aprovação ocorreu em regime de urgência, após a Câmara dos Deputados ter concluído a votação no dia anterior.</p>
<p>Com a aprovação nas duas Casas, a proposta será encaminhada à Presidência da República para sanção ou veto.</p>
<p>No caso específico dos ônibus, o próximo passo será verificar a manutenção dos dispositivos de financiamento na lei sancionada e as condições estabelecidas para efetiva contratação dos créditos.</p>
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<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Taubaté (SP) muda horários de 19 linhas de ônibus a partir de domingo e terá atendimento ao Mirante do Pôr do Sol</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/taubate-sp-muda-horarios-de-19-linhas-de-onibus-a-partir-de-domingo-e-tera-atendimento-ao-mirante-do-por-do-sol/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 21:30:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Linha 22 fará ligação circular com a ECO Cecap diariamente; linha 25 terá itinerário ampliado para atender o Residencial Mirante ADAMO BAZANI O transporte coletivo de Taubaté (SP) terá alterações nos horários de 19 linhas a partir deste domingo, 1º de novembro de 2026. A programação também inclui atendimento ao Mirante do Pôr do Sol, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="679" height="459" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?fit=679%2C459&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?w=679&amp;ssl=1 679w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?resize=400%2C270&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px" /> <p><em>Linha 22 fará ligação circular com a ECO Cecap diariamente; linha 25 terá itinerário ampliado para atender o Residencial Mirante</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O transporte coletivo de Taubaté (SP) terá alterações nos horários de 19 linhas a partir deste domingo, 1º de novembro de 2026. A programação também inclui atendimento ao Mirante do Pôr do Sol, em Quiririm, pela linha 22, e ampliação do trajeto da linha 25 para alcançar o Residencial Mirante.</p>
<p>Segundo a Prefeitura, os horários de pico serão mantidos, assim como a programação das demais linhas do sistema. A Secretaria de Mobilidade Urbana afirma que definiu os ajustes após levantamento dos períodos de menor utilização dos ônibus, com o objetivo de adequar a oferta de viagens à demanda.</p>
<h3>Linha 22 atenderá o mirante todos os dias</h3>
<p>A linha 22 fará o itinerário Estação de Conexão ECO Cecap/Mirante do Pôr do Sol/Circular.</p>
<p>O atendimento será diário, incluindo os finais de semana, oferecendo uma alternativa de transporte coletivo para moradores e visitantes que pretendem chegar ao ponto turístico de Quiririm.</p>
<p>O mirante é conhecido pela vista panorâmica e recebe visitantes especialmente no fim da tarde.</p>
<h3>Linha 25 passará pela Avenida Hilário José Signorini</h3>
<p>Outra mudança será a extensão do percurso da linha 25, que atende o Parque Três Marias e a Chácara São Silvestre.</p>
<p>Os ônibus passarão pela Avenida Hilário José Signorini, permitindo o atendimento aos passageiros do Residencial Mirante.</p>
<p>A alteração de itinerário integra o conjunto de mudanças previsto para começar em 1º de novembro.</p>
<h3>Confira os serviços com programação divulgada</h3>
<p>A Prefeitura anuncia ajustes em 19 linhas e o atendimento ao mirante pela linha 22. A página municipal com as tabelas de horários reúne os 20 serviços abaixo, incluindo a 22.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Ligação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>01</td>
<td>Rodoviária Velha/Estoril</td>
</tr>
<tr>
<td>02</td>
<td>Rodoviária Velha/Continental</td>
</tr>
<tr>
<td>05</td>
<td>Rodoviária Velha/Cidade de Deus</td>
</tr>
<tr>
<td>06</td>
<td>Rodoviária Velha/Marlene Miranda</td>
</tr>
<tr>
<td>07</td>
<td>Rodoviária Velha/Vila Aparecida via Parque Sabará</td>
</tr>
<tr>
<td>08</td>
<td>Rodoviária Velha/Parque Aeroporto</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>Rodoviária Velha/Parque Ipanema/Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>11</td>
<td>Rodoviária Velha/Vila São Geraldo</td>
</tr>
<tr>
<td>13</td>
<td>ECO Cecap–Rodoviária Velha via Gurilândia</td>
</tr>
<tr>
<td>15</td>
<td>Rodoviária Velha/Jardim América</td>
</tr>
<tr>
<td>16</td>
<td>ECO Cecap–Rodoviária Velha via Residencial Independência</td>
</tr>
<tr>
<td>18</td>
<td>Rodoviária Velha/Distrito Industrial</td>
</tr>
<tr>
<td>19</td>
<td>Rodoviária Velha/São Gonçalo</td>
</tr>
<tr>
<td>21</td>
<td>Rodoviária Velha/Parque Urupês/Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>22</td>
<td>ECO Cecap/Mirante do Pôr do Sol/Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>23</td>
<td>ECO Cecap–Quiririm</td>
</tr>
<tr>
<td>24</td>
<td>ECO Cecap–Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>25</td>
<td>Rodoviária Velha/Chácara Silvestre/Parque Três Marias</td>
</tr>
<tr>
<td>27</td>
<td>ECO Cecap–Santa Tereza/Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>28</td>
<td>ECO Cecap/Rodoviária Velha via Bonfim</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Passageiros terão orientação antes das mudanças</h3>
<p>A Secretaria de Mobilidade Urbana informou que realizará ações nos ônibus das linhas afetadas para esclarecer dúvidas e distribuir materiais informativos antes da entrada em vigor da programação.</p>
<p>Também está prevista a instalação de cartazes nos veículos.</p>
<p>As tabelas foram disponibilizadas no portal da Prefeitura, na página “Alterações no horário do transporte público — 01/11/2026”. Após a implantação, a programação atualizada também poderá ser consultada na seção de horários do site da concessionária Vou de Tau.</p>
<p>Para quem utiliza as linhas relacionadas, a orientação é conferir a tabela correspondente ao dia da viagem antes do deslocamento.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>BRT-ABC: Pedido para ouvir secretário de Tarcísio e presidente da Next Mobilidade tem decisão adiada na Assembleia após deputado pedir vista</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/brt-abc-pedido-para-ouvir-secretario-de-tarcisio-e-presidente-da-next-mobilidade-tem-decisao-adiada-na-assembleia-apos-deputado-pedir-vista/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 21:04:43 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Edson Giriboni terá três dias para analisar requerimento de Ana Carolina Serra sobre atrasos nas obras e eventual rompimento do contrato; Artesp aponta descumprimento de prazos, enquanto concessionária apresenta histórico de dificuldades com redes elétricas, licenciamento ambiental, desapropriações e alterações de projeto ADAMO BAZANI A Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais da Assembleia Legislativa de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="648" height="454" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-abc-vistas-giriboinei.jpg?fit=648%2C454&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-abc-vistas-giriboinei.jpg?w=648&amp;ssl=1 648w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-abc-vistas-giriboinei.jpg?resize=300%2C210&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-abc-vistas-giriboinei.jpg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-abc-vistas-giriboinei.jpg?resize=400%2C280&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 648px) 100vw, 648px" /> <p><em>Edson Giriboni terá três dias para analisar requerimento de Ana Carolina Serra sobre atrasos nas obras e eventual rompimento do contrato; Artesp aponta descumprimento de prazos, enquanto concessionária apresenta histórico de dificuldades com redes elétricas, licenciamento ambiental, desapropriações e alterações de projeto</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) adiou a decisão sobre o requerimento que pretende ouvir o secretário estadual de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini, e a diretora-presidente da Next Mobilidade, Milena Braga Romano, para esclarecer os atrasos nas obras do BRT-ABC e as medidas que o Governo do Estado poderá adotar caso decida romper o contrato da concessionária. Na reunião de terça-feira, 27 de outubro de 2026, o deputado estadual Edson Giriboni recebeu vista do pedido por três dias, conforme documento oficial da Assembleia obtido pelo Diário do Transporte.</p>
<p>O requerimento, apresentado pela deputada estadual Ana Carolina Serra, busca esclarecimentos sobre o futuro do corredor de ônibus elétricos de 17,8 quilômetros projetado para ligar o ABC Paulista à capital. A discussão ocorre em meio ao processo de caducidade aberto pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) contra a Next Mobilidade, que poderá resultar no encerramento de uma concessão que não envolve apenas a construção do BRT, mas também a operação de ônibus e trólebus já utilizados diariamente por passageiros da região. O governo estadual aponta descumprimento contratual, enquanto a concessionária sustenta que dificuldades externas à sua atuação afetaram o andamento do empreendimento e precisam ser consideradas na definição das responsabilidades.</p>
<p>O documento da Alesp, datado de 27 de outubro, registra expressamente:</p>
<p>“Concedida vista ao Deputado Edson Giriboni pelo prazo de 03 dias em 27/10/2026.”</p>
<p>A movimentação foi formalizada às 19h39 pelo analista legislativo Marcelo Salviano da Costa, da Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais.</p>
<p>O pedido de vista significa que o parlamentar poderá examinar o requerimento antes da continuidade de sua apreciação. A medida não representa rejeição da proposta, tampouco demonstra que Giriboni seja contrário à realização da audiência.</p>
<p>Também não significa que os representantes do governo estadual e da concessionária tenham sido dispensados de prestar esclarecimentos. O convite ainda depende de deliberação da comissão, que poderá retomar a análise posteriormente.</p>
<p>A documentação consultada não estabelece uma nova data para a votação.</p>
<p>A movimentação representa o primeiro desdobramento formal da reunião de 27 de outubro identificado na tramitação do requerimento.</p>
<p>Como mostrou o Diário do Transporte em 19 e 26 de outubro, a discussão foi levada à Assembleia diante da possibilidade de encerramento antecipado do contrato da Next Mobilidade e das consequências que essa decisão pode provocar para as obras e para o transporte metropolitano do ABC.</p>
<h3>Artesp abriu processo que pode encerrar concessão, mas decisão ainda depende de análise da defesa</h3>
<p>O Conselho Diretor da Artesp aprovou, em 5 de outubro de 2026, a conversão de um procedimento administrativo de apuração de irregularidades contratuais em processo de caducidade da concessão da Next Mobilidade.</p>
<p>A caducidade é uma modalidade de extinção de concessão pública motivada por descumprimento de obrigações contratuais, mediante procedimento administrativo que assegure o direito de defesa da empresa.</p>
<p>Segundo a agência reguladora, o prazo contratual para conclusão das obras do BRT-ABC terminou em 30 de novembro de 2024.</p>
<p>Posteriormente, a concessionária apresentou um plano de ação com previsão de conclusão até 31 de outubro de 2026.</p>
<p>Na avaliação da Artesp, a evolução física do empreendimento demonstrou que a empresa não conseguiria cumprir o cronograma apresentado.</p>
<p>A agência também considerou o histórico de atrasos e as obrigações assumidas pela operadora.</p>
<p>Entretanto, a abertura do processo não significa que o contrato já tenha sido encerrado.</p>
<p>A concessionária tem direito ao contraditório e à ampla defesa. Depois da apresentação e análise das manifestações, o procedimento deverá passar pela avaliação técnica da Artesp e pela Consultoria Jurídica.</p>
<p>A decisão sobre uma eventual caducidade caberá à Secretaria de Parcerias em Investimentos, comandada por Rafael Benini, um dos representantes que a deputada Ana Carolina Serra pretende ouvir na Assembleia.</p>
<p>Essa divisão de responsabilidades é relevante porque a agência reguladora conduz a apuração administrativa, enquanto a decisão final sobre o eventual encerramento da concessão depende do poder concedente.</p>
<p>A Next Mobilidade, por sua vez, afirma que mantém tratativas com a Artesp e defende a análise individualizada das causas dos atrasos antes de uma decisão definitiva.</p>
<h3>Next Mobilidade aponta interferências de concessionárias, licenciamento e mudanças de engenharia</h3>
<p>A Next Mobilidade contesta a interpretação de que os atrasos possam ser atribuídos exclusivamente à sua atuação.</p>
<p>Em documento obtido pelo Diário do Transporte e divulgado em 8 de outubro, a concessionária apresentou um histórico de obstáculos enfrentados desde o início da implantação do corredor.</p>
<p>A empresa sustenta que o BRT-ABC é um empreendimento de elevada complexidade, desenvolvido em áreas urbanas consolidadas, com grande quantidade de redes de infraestrutura subterrâneas e aéreas, vias movimentadas, imóveis, instalações industriais e áreas sujeitas a intervenções ambientais.</p>
<p>Segundo a Next, parte dessas dificuldades exigiu providências de concessionárias de serviços públicos, órgãos ambientais, administrações municipais e outras instituições, o que teria comprometido diferentes etapas do cronograma.</p>
<p>Entre os exemplos apresentados pela companhia estão dez intervenções em redes de distribuição de energia elétrica atribuídas à Enel.</p>
<p>Na Rua Abrahão Braga, segundo o levantamento da empresa, um dos remanejamentos levou 455 dias para ser concluído.</p>
<p>Na Praça dos Andarilhos, o prazo informado foi de 428 dias.</p>
<p>Na Rua do Grito, a concessionária aponta 421 dias.</p>
<p>Na região do Viaduto Delamare, o documento menciona uma intervenção concluída em 304 dias, além de uma pendência envolvendo infraestrutura de alta tensão.</p>
<p>Também são relacionadas interferências em locais como as avenidas Guido Aliberti, Afonsina e Lauro Gomes, além de trechos da Winston Churchill e da Estrada das Lágrimas.</p>
<p>A Next argumenta que essas intervenções tiveram reflexos sobre a sequência das obras porque determinados serviços não poderiam ser executados antes da retirada ou adequação das redes existentes.</p>
<p>A empresa considera necessário examinar, para cada situação, quando a interferência foi identificada, quais órgãos eram responsáveis pelas providências, quanto tempo foi necessário para a liberação das áreas e de que forma houve repercussão sobre as etapas seguintes.</p>
<p>Por outro lado, a existência de interferências não significa automaticamente que a concessionária esteja isenta de responsabilidade.</p>
<p>A avaliação contratual precisa considerar quais riscos foram assumidos pela empresa, quais obrigações pertenciam ao poder público e se os problemas encontrados efetivamente impediram a execução das atividades previstas.</p>
<p>É justamente essa distribuição de responsabilidades que está entre os pontos de divergência entre a concessionária e a agência reguladora.</p>
<h3>Empresa relata quase três anos para obter autorização ambiental da segunda etapa</h3>
<p>Outro ponto destacado pela Next Mobilidade envolve o licenciamento ambiental.</p>
<p>O histórico apresentado pela companhia começa em março de 2021, quando foi firmado o termo aditivo que estabeleceu a implantação do BRT-ABC.</p>
<p>Naquele momento, segundo a concessionária, ainda não estavam concluídos os estudos e as autorizações ambientais necessários à execução integral do empreendimento.</p>
<p>Em maio de 2021, a empresa protocolou a documentação para consulta prévia junto à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).</p>
<p>A licença ambiental prévia foi emitida em junho de 2022.</p>
<p>Em outubro daquele ano, foi concedida a licença de instalação da primeira etapa, correspondente a aproximadamente 3,5 quilômetros.</p>
<p>Já a licença de instalação da segunda fase foi emitida em 31 de janeiro de 2024.</p>
<p>Segundo a Next, transcorreram aproximadamente dois anos e nove meses entre o início das providências ambientais e a autorização para executar a segunda etapa.</p>
<p>A companhia sustenta que a implantação exigiu atendimento a mais de 20 exigências técnicas e anuências de diferentes órgãos municipais.</p>
<p>Também foram necessárias intervenções de drenagem, compensações ambientais, adequações de projetos e providências relacionadas à vegetação existente no percurso.</p>
<p>O intervalo entre o início dos procedimentos e a obtenção das licenças, entretanto, não pode ser atribuído integralmente à atuação do órgão ambiental sem a análise das datas de apresentação dos estudos, solicitações de complementação e respostas da concessionária.</p>
<p>A Next defende que essas circunstâncias sejam consideradas na avaliação do cumprimento das obrigações contratuais.</p>
<h3>Mudança de traçado na Avenida Presidente Wilson exigiu negociações com CPTM, União e Transpetro</h3>
<p>A concessionária também aponta dificuldades na implantação do trecho previsto para a Avenida Presidente Wilson, na capital paulista.</p>
<p>De acordo com a empresa, os projetos executivos demonstraram limitações para a construção do corredor na configuração originalmente prevista.</p>
<p>Entre os obstáculos relacionados estavam o movimento de caminhões, a presença de galpões industriais e logísticos, limitações físicas da via e a necessidade de compatibilizar a obra com outras intervenções urbanas.</p>
<p>A solução estudada foi deslocar parte do traçado para uma área próxima à infraestrutura ferroviária.</p>
<p>Essa alteração exigiu negociações envolvendo terrenos e instalações relacionados à CPTM e à União.</p>
<p>A empresa também informou a identificação de interferências com gasodutos e caixas de válvulas da Transpetro.</p>
<p>A mudança não se limitou ao deslocamento do corredor no desenho do projeto. Ela trouxe necessidade de novos estudos de engenharia, soluções de drenagem e adequações das estruturas previstas.</p>
<p>Em agosto de 2024, o diretor da Next Mobilidade Fabrízio Braga já havia explicado ao Diário do Transporte as dificuldades relacionadas ao trecho da Presidente Wilson e a alternativa de implantação próxima aos trilhos.</p>
<p>A concessionária considera esse conjunto de alterações um dos exemplos de situações que exigiram revisão do planejamento inicial.</p>
<h3>BRT-ABC tem 17,8 quilômetros e projeto prevê 92 ônibus elétricos</h3>
<p>O BRT-ABC foi concebido como um corredor de transporte de média capacidade para melhorar os deslocamentos entre municípios do ABC Paulista e a cidade de São Paulo.</p>
<p>O empreendimento prevê infraestrutura específica para ônibus elétricos, estações de embarque e desembarque e operação integrada ao sistema metropolitano.</p>
<p>O projeto foi estruturado para atender deslocamentos entre São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul e a capital, com conexão à rede de transporte sobre trilhos.</p>
<p>A implantação também deve proporcionar uma nova alternativa de circulação entre áreas de grande concentração residencial, comercial e de empregos.</p>
<p>Os dados técnicos apresentados ao longo da implantação são os seguintes:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>Projeto BRT-ABC</th>
</tr>
<tr>
<td>Extensão total</td>
<td>17,8 quilômetros</td>
</tr>
<tr>
<td>Estações previstas</td>
<td>16</td>
</tr>
<tr>
<td>Frota prevista</td>
<td>92 ônibus elétricos</td>
</tr>
<tr>
<td>Tecnologia</td>
<td>Ônibus movidos a baterias</td>
</tr>
<tr>
<td>Tipo de infraestrutura</td>
<td>Corredor de ônibus com estações específicas</td>
</tr>
<tr>
<td>Integração prevista</td>
<td>Sistemas metropolitanos e transporte sobre trilhos</td>
</tr>
<tr>
<td>Municípios envolvidos no atendimento</td>
<td>São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul e São Paulo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A construção ocorre em diferentes etapas, com características de engenharia que variam ao longo do percurso.</p>
<p>O empreendimento foi estruturado como alternativa ao projeto da Linha 18-Bronze de monotrilho, que previa uma ligação sobre trilhos entre a região do ABC e a capital.</p>
<p>A substituição da solução ferroviária por um corredor de ônibus alterou o modelo de implantação da infraestrutura e as características operacionais do futuro serviço.</p>
<p>No caso do BRT, os veículos podem circular sobre vias especialmente preparadas e atender estações distribuídas pelo trajeto, com instalações de recarga e sistemas próprios de operação.</p>
<p>A eficácia do empreendimento dependerá não apenas da aquisição dos ônibus, mas também da conclusão dos corredores, estações, sistemas de energia, instalações operacionais e integração com a rede existente.</p>
<h3>Next afirma ter dez quilômetros preparados, nove estações e 20 ônibus elétricos para operação inicial</h3>
<p>Apesar dos atrasos apontados pela Artesp, a Next Mobilidade afirma que parte do BRT-ABC já reúne condições de receber passageiros.</p>
<p>Segundo informações apresentadas pela empresa ao Diário do Transporte, aproximadamente dez quilômetros do corredor estão preparados para uma primeira etapa de operação.</p>
<p>O segmento fica entre a Parada Metrópole, em São Bernardo do Campo, e a Vila Império, em São Caetano do Sul.</p>
<p>A concessionária informa que essa primeira etapa dispõe de nove estações e licença ambiental de operação concedida pela Cetesb.</p>
<p>Também afirma ter disponibilizado 20 ônibus elétricos articulados, com 21,5 metros de comprimento, destinados ao atendimento inicial.</p>
<p>Os veículos utilizam baterias para armazenamento de energia e têm recarga prevista em instalações da empresa.</p>
<p>De acordo com a Next, a garagem de São Bernardo do Campo conta com estrutura para recarregar até 14 veículos simultaneamente.</p>
<p>A empresa apresentou pedido para realizar uma operação assistida, experimental e gratuita no trecho preparado.</p>
<p>A proposta divulgada anteriormente previa funcionamento inicial das 9h às 15h, permitindo avaliar o desempenho dos veículos, das estações e das demais instalações antes da operação comercial definitiva.</p>
<p>Na alternativa apresentada pela concessionária, os passageiros que precisassem prosseguir até Tamanduateí utilizariam outro ônibus da Next Mobilidade, com transbordo e passagem pelo Sacomã, sem pagamento de uma segunda tarifa.</p>
<p>Essa configuração seria provisória, enquanto as obras do trecho restante fossem executadas.</p>
<p>A disponibilidade de ônibus e a existência de licença ambiental são elementos relevantes, mas não representam, isoladamente, autorização para início da operação.</p>
<p>O atendimento depende das autorizações operacionais exigidas e das condições de segurança e funcionamento determinadas pelos órgãos responsáveis.</p>
<p>A proposta de operação experimental também não significa que o corredor completo esteja concluído.</p>
<p>A diferença entre os dez quilômetros informados pela empresa e os 17,8 quilômetros do projeto permanece entre os principais pontos da discussão contratual.</p>
<h3>Artesp manteve negativa de revisão de remuneração e separou outras análises contratuais</h3>
<p>A divergência entre a agência reguladora e a Next Mobilidade não se limita ao cronograma das obras.</p>
<p>A concessionária apresentou pedidos relacionados ao reequilíbrio econômico-financeiro, à remuneração pela operação dos serviços metropolitanos, à revisão dos prazos e a alterações no projeto do BRT-ABC.</p>
<p>Em deliberação divulgada em outubro, a Artesp manteve o indeferimento do pedido de aumento da tarifa de remuneração.</p>
<p>Quanto à postergação do cronograma e às modificações no projeto e no traçado, a agência decidiu não reabrir a discussão naquele procedimento, sob o entendimento de que os assuntos já haviam sido analisados em outra tramitação.</p>
<p>A decisão também separou questões remanescentes da revisão ordinária para exame em processo próprio.</p>
<p>Essa diferenciação é importante porque uma negativa de aumento de remuneração não equivale, necessariamente, à rejeição de todos os pedidos administrativos apresentados pela concessionária.</p>
<p>A Next sustenta que os diferentes temas precisam ser examinados de acordo com as disposições contratuais e os fatos que motivaram as solicitações.</p>
<p>Enquanto isso, a Artesp mantém sua avaliação sobre o descumprimento dos prazos de implantação do BRT.</p>
<h3>Possível rompimento também envolve ônibus e trólebus que já transportam passageiros</h3>
<p>A eventual caducidade tem consequências que vão além da conclusão das obras do BRT-ABC.</p>
<p>A concessão da Next Mobilidade, operada pela ABC Sistema de Transporte SPE S.A., CNPJ 40.181.203/0001-46, abrange serviços metropolitanos já existentes no ABC Paulista.</p>
<p>Entre eles estão o Corredor Metropolitano ABD e linhas convencionais que atendem municípios da região.</p>
<p>O Corredor ABD possui uma infraestrutura consolidada e opera com ônibus convencionais e trólebus, conectando cidades como São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul, Diadema e São Paulo, além de atender deslocamentos metropolitanos que se relacionam com outras localidades do ABC.</p>
<p>Já as linhas comuns alcançam bairros e corredores viários que não são atendidos diretamente pela infraestrutura exclusiva do ABD.</p>
<p>Esses serviços transportam passageiros independentemente do estágio de execução do novo BRT.</p>
<p>Por isso, uma eventual decisão de encerramento contratual exigiria providências específicas para preservar a continuidade da operação.</p>
<p>Seria necessário definir quem assumiria as linhas, como seriam mantidos os veículos, garagens, equipamentos e sistemas operacionais, além da responsabilidade sobre trabalhadores e contratos necessários à prestação do serviço.</p>
<p>O governo estadual também precisaria estabelecer as condições de transição, evitando que uma disputa relacionada às obras comprometa o atendimento diário.</p>
<p>Outro ponto envolve os investimentos já realizados na implantação do BRT-ABC.</p>
<p>Uma eventual extinção contratual exige apuração sobre os bens vinculados à concessão, as obras executadas e possíveis indenizações, conforme as regras contratuais e a legislação.</p>
<p>Isso não significa que a Next tenha direito automático ao ressarcimento de todos os valores que declarar ter investido. Também não significa que os investimentos possam ser desconsiderados sem a devida apuração.</p>
<p>A avaliação precisa levar em conta as obrigações assumidas, eventuais descumprimentos e os critérios de reconhecimento dos bens reversíveis.</p>
<h3>CPTM já realizou vistorias e pode participar de alternativa para conclusão das obras</h3>
<p>O governo estadual também passou a estudar possíveis alternativas para o BRT-ABC caso decida encerrar a concessão atual.</p>
<p>Como noticiou o Diário do Transporte em 6 e 7 de outubro, a CPTM realizou vistorias nas obras, em um movimento relacionado à avaliação da infraestrutura existente e à possibilidade de participação da companhia ferroviária em uma futura solução.</p>
<p>Uma das alternativas consideradas envolve a CPTM assumir a gestão ou a continuidade das obras do corredor.</p>
<p>Nesse cenário, os serviços metropolitanos de ônibus que fazem parte da concessão da Next poderiam ser reorganizados e incluídos em futuras licitações juntamente com outras áreas do transporte intermunicipal.</p>
<p>Entretanto, essas possibilidades não representam uma decisão definitiva de transferência das obras à CPTM nem demonstram que a companhia assumirá a operação dos ônibus.</p>
<p>A definição depende de atos administrativos específicos, avaliações técnicas, condições jurídicas e financeiras.</p>
<p>Uma eventual nova contratação também precisaria considerar as características das estruturas já construídas, os projetos pendentes, os equipamentos disponíveis e a integração com os serviços existentes.</p>
<p>Para os passageiros, o principal risco seria a ampliação do período de espera pela conclusão do BRT ou dificuldades durante a reorganização dos serviços metropolitanos.</p>
<p>A eventual troca de responsável pelo empreendimento, por si só, não garante aceleração das obras nem redução de custos.</p>
<h3>Registro da ABC Sistema foi renovado por um ano mesmo com processo de caducidade</h3>
<p>Em 23 de outubro, a Artesp autorizou a renovação do Certificado de Registro Cadastral da ABC Sistema de Transporte SPE S.A., empresa responsável pela operação com a marca Next Mobilidade.</p>
<p>A renovação tem validade de 12 meses e se refere ao cadastro para prestação de serviços metropolitanos regulares de transporte coletivo de passageiros.</p>
<p>A decisão ocorreu depois da abertura do processo de caducidade.</p>
<p>Entretanto, os dois atos têm finalidades diferentes.</p>
<p>O registro cadastral é um instrumento de regularidade administrativa da empresa perante a agência reguladora.</p>
<p>Já o processo de caducidade examina o possível descumprimento de obrigações da concessão.</p>
<p>Assim, a renovação cadastral não equivale a uma prorrogação do prazo das obras nem antecipa a decisão final sobre o contrato.</p>
<h3>Pedido da Assembleia pretende esclarecer futuro do contrato e consequências para a população</h3>
<p>É nesse cenário que o requerimento da deputada Ana Carolina Serra entrou em análise na Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais.</p>
<p>O pedido pretende ouvir Rafael Benini, responsável pela secretaria que terá participação decisiva na definição do futuro da concessão, e Milena Braga Romano, diretora-presidente da Next Mobilidade.</p>
<p>A iniciativa busca esclarecer as causas dos atrasos do BRT-ABC e quais medidas poderão ser adotadas pelo governo estadual caso o contrato seja rompido.</p>
<p>A audiência também poderá permitir o confronto entre as conclusões técnicas da Artesp e os argumentos apresentados pela concessionária, além de esclarecer as alternativas consideradas para finalizar o corredor.</p>
<p>Entre os pontos que permanecem sem definição pública conclusiva estão a responsabilidade por cada atraso, a possibilidade de colocar em operação o trecho preparado, as condições de continuidade dos serviços existentes e o destino dos investimentos já realizados.</p>
<p>A análise parlamentar não substitui as atribuições da agência reguladora nem a competência do poder concedente para decidir sobre o contrato.</p>
<p>Entretanto, poderá contribuir para esclarecer consequências administrativas e operacionais de uma eventual ruptura.</p>
<p>Com a concessão de vista ao deputado Edson Giriboni, por três dias, a votação do requerimento permanece pendente.</p>
<p>O documento da Assembleia de 27 de outubro não informa quando a proposta voltará a ser analisada.</p>
<p>Enquanto isso, a Artesp prossegue com o procedimento administrativo relacionado aos atrasos, e a Next Mobilidade mantém sua posição de que as dificuldades encontradas durante a implantação precisam ser avaliadas individualmente antes de uma decisão sobre o encerramento contratual.</p>
<p>Para os passageiros do ABC Paulista, a indefinição envolve tanto a entrega de uma nova infraestrutura de transporte quanto a preservação dos ônibus e trólebus que já fazem parte da rotina de deslocamento entre as cidades da região e a capital.</p>
<h2><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></h2>
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    <title>STF  adia de novo conclusão do julgamento &#8220;Lei da Buser&#8221; em Minas Gerais após pedido de vistas de Toffoli</title>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 20:17:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Fretamento]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ministros debatem se Estado pode legislar sobre fretamento. Alexandre de Moraes fez comparação com &#8220;perueiros clandestinos de São Paulo&#8221; e Flávio Dina com lógica dos mototáxis na capital paulista  ADAMO BAZANI Colaboraram Vinícius de Oliveira e Yuri Sena O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou novamente nesta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, a consculão do [&#8230;]]]></description>
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<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaboraram Vinícius de Oliveira e Yuri Sena</strong></em></p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou novamente nesta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, a consculão do julgamento do Recurso Extraordinário nº 1.506.410/MG, conhecido como Caso Buser, e decretou a <strong>(incontitucionalidade ou constitucionalidade)</strong> de dispositivos da Lei nº 23.941/2021, de Minas Gerais. O adiamento ocorreu depois de pedido de vistas (maior tempo para analisar do minsitro Dias Toffolli</p>
<p>Assim, não se chegou a um consenso, por exemplo, exigência do circuito fechado para fretamento que, em resumo, exige que nesta modalidade tanto na ida como na volta da viagem seja o mesmo grupo de passageiros, com a proibição de vendas individuais de bilhetes. O mérito na verdade foi se Estados podem ou não legislar sobre este tipo de tema.</p>
<p>Votaram em favor da lei a relatora Carmen Lúcia, sendo acompanhada pelo presidente da corte, Edson Fachin, e o ministro  Cristiano Zanin.</p>
<p>Alexandre de Moraes não vorou oficialmente, mas adiantou ser favorável ao circuito fechado.</p>
<p>Moraes chegou a fazer uma comparação com os perueiros clandestinos na época em que foi secretário municipal de transportes da capital paulista, na gestão do prefeito Gilberto Kassab.</p>
<p>O ministro Cristiano Zanin, que já tinha votado em favor da lei inicialmente, mesmo após as explanações de Dino e Mendonça, manteve o voto em favor da lei.</p>
<p>O ministro Flávio Dino, por sua vez, disse que não se trata de julgar o fretamento e o circuito fechado em si, mas o fato de Estados não poderem legislar sobre este assunto. Para isso, inclusive, citou a lógica dos mototáxis da cidade de São Paulo.</p>
<p>André Mendonça disse que o circuito fechado contraria a lei a livre iniciativa e disse que a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) deveria ser mais inovadora na reguladora e não preservar um modelo engessado.</p>
<p>A discussão central é se Minas Gerais poderia impor essas condições ao fretamento ou se algumas delas representam restrições inconstitucionais à livre iniciativa, à livre concorrência e à utilização de plataformas digitais para contratar viagens.</p>
<p>O recurso foi apresentado pelo diretório mineiro do Partido Novo, e a Buser participa do processo como interessada.</p>
<h3>O que é a “Lei da Buser” e quais restrições foram impostas em Minas Gerais</h3>
<p>A Lei Estadual nº 23.941, de 24 de setembro de 2021, estabelece condições para a prestação de serviços de fretamento contínuo ou eventual em viagens intermunicipais e metropolitanas.</p>
<p>A legislação prevê que a prestação do serviço depende de autorização do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG).</p>
<p>Essa autorização tem caráter precário, personalíssimo, intransferível e temporário. O pedido pode ser apresentado por empresas de diferentes portes ou cooperativas, com cadastramento dos veículos, dos condutores e dos responsáveis pelo serviço.</p>
<p>Entre as principais exigências estabelecidas pela legislação estão:</p>
<p><strong>1. Circuito fechado:</strong> transporte de grupo previamente definido, com motivação comum, que parte de uma origem, segue até o destino e retorna no mesmo veículo utilizado na ida.</p>
<p><strong>2. Lista nominal de passageiros:</strong> obrigação de encaminhar ao DER-MG a identificação das pessoas que serão transportadas.</p>
<p><strong>3. Antecedência de seis horas:</strong> solicitação da autorização e envio da lista de passageiros até seis horas antes do início do primeiro trecho da viagem.</p>
<p><strong>4. Limitação das alterações na lista:</strong> possibilidade de substituição de até dois passageiros ou 20% da capacidade do veículo, prevalecendo o maior desses limites, com comunicação até o início da viagem.</p>
<p><strong>5. Proibição de venda individualizada por intermediários:</strong> restrição ao fretamento intermediado por terceiros que comercializem lugares de maneira fracionada ou individualizada.</p>
<p><strong>6. Proibição de características de transporte regular</strong>: restrição a viagens habituais com regularidade de dias, horários ou itinerários, além da comercialização individual de passagens.</p>
<p><strong>7. Restrições aos locais de embarque e desembarque:</strong> vedação, nas condições previstas na lei, ao embarque e desembarque ao longo do itinerário e em terminais rodoviários utilizados pelo transporte coletivo público.</p>
<p><strong>8. Documentação durante a viagem:</strong> obrigação de o motorista portar a autorização, o documento fiscal do contrato de fretamento e a relação dos passageiros transportados.</p>
<p>A legislação também estabelece mecanismos de fiscalização e remete às penalidades previstas na legislação estadual e no Código de Trânsito Brasileiro.</p>
<p>No caso do transporte clandestino ou irregular, a Lei nº 19.445/2011, com as alterações promovidas pela Lei nº 23.941/2021, prevê multa de 1.000 Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais (Ufemgs), remoção do veículo e outras sanções, conforme a infração.</p>
<p>A multa pode ser duplicada em caso de reincidência e a legislação também alcança quem promove ou intermedeia serviços irregulares.</p>
<p>Há ainda tratamento específico para o fretamento destinado ao transporte intermunicipal de trabalhadores rurais, com dispensa de determinadas exigências cadastrais e de envio de listas, sem afastar as obrigações relacionadas à segurança.</p>
<h3>Circuito fechado e circuito aberto: entenda as diferenças para passageiros e empresas</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-539053" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=819%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="819" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=120%2C150&amp;ssl=1 120w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=400%2C500&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=150%2C187&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?w=1122&amp;ssl=1 1122w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></p>
<p>A expressão circuito fechado é um dos pontos centrais da disputa porque determina como a viagem fretada deve ser organizada e contratada.</p>
<p>No modelo tradicional de circuito fechado, um grupo contrata um ônibus para realizar um deslocamento com ida e volta, com passageiros previamente identificados.</p>
<p>Já no chamado circuito aberto, a contratação pode envolver viagens somente de ida ou deslocamentos nos quais não exista obrigação de retorno com o mesmo grupo e veículo.</p>
<p>O circuito aberto, por si só, não significa necessariamente venda individual de passagens. Essa é uma questão jurídica distinta, embora as duas práticas estejam relacionadas na discussão sobre os modelos de fretamento intermediados por aplicativos.</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>Circuito fechado</th>
<th>Circuito aberto</th>
</tr>
<tr>
<td>Formação do grupo</td>
<td>Grupo previamente definido</td>
<td>Pode haver formação de grupos distintos por viagem</td>
</tr>
<tr>
<td>Viagem de ida</td>
<td>Realizada pelo grupo contratado</td>
<td>Pode ser contratada separadamente</td>
</tr>
<tr>
<td>Viagem de volta</td>
<td>Mesmo grupo retorna no mesmo veículo, segundo a lei mineira</td>
<td>Não exige retorno dos mesmos passageiros no mesmo veículo</td>
</tr>
<tr>
<td>Passageiros</td>
<td>Identificados previamente</td>
<td>Podem variar conforme a modalidade e a regulamentação</td>
</tr>
<tr>
<td>Contratação</td>
<td>Fretamento para grupo determinado</td>
<td>Pode envolver viagens independentes de ida e volta</td>
</tr>
<tr>
<td>Comercialização</td>
<td>A lei mineira proíbe a venda individualizada por intermediadores</td>
<td>A venda individual depende do enquadramento jurídico e das regras aplicáveis</td>
</tr>
<tr>
<td>Utilização do veículo</td>
<td>Vinculada ao itinerário e ao grupo contratado</td>
<td>Pode permitir utilização em diferentes viagens</td>
</tr>
<tr>
<td>Questão jurídica</td>
<td>Constitucionalidade da exigência estadual</td>
<td>Possibilidade de operação sem a obrigação de circuito fechado</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A diferença tem consequências operacionais e comerciais.</p>
<p>No circuito fechado, uma empresa que transporta determinado grupo precisa organizar o retorno conforme as condições do contrato e da regulamentação aplicável.</p>
<p>Em um modelo aberto, a transportadora pode, em tese, utilizar o veículo em outra viagem contratada de maneira independente, sem necessariamente transportar de volta os mesmos passageiros da primeira viagem.</p>
<p>Essa possibilidade pode modificar o aproveitamento dos ônibus, o planejamento dos deslocamentos e a composição dos custos operacionais.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o debate envolve os limites entre a contratação de um serviço de fretamento e a oferta de viagens regulares com venda individual de passagens.</p>
<p>No transporte regular, as empresas operam serviços submetidos a regras específicas de autorização ou concessão, com obrigações relacionadas a itinerários, horários, atendimento aos passageiros e continuidade da prestação do serviço.</p>
<p>O STF deverá examinar a validade das restrições contestadas, levando em consideração essas diferenças e as competências constitucionais dos entes federativos.</p>
<div>
<div>
<div>Imagem ilustrativa de ônibus rodoviário. A comparação entre circuito fechado e circuito aberto está detalhada na tabela acima.</div>
</div>
</div>
<h3>Histórico completo: da aprovação da lei em 2021 aos adiamentos do julgamento no STF em 2026</h3>
<p>A disputa sobre a chamada “Lei da Buser” envolve decisões legislativas, ações judiciais, medidas provisórias e votações no Supremo Tribunal Federal. A seguir, os principais acontecimentos em ordem cronológica.</p>
<p><strong>1. Projeto de lei começa a tramitar na Assembleia de Minas Gerais — 2015</strong></p>
<p>A legislação tem origem no Projeto de Lei nº 1.155/2015, apresentado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.</p>
<p>A proposta tratava da regulamentação do fretamento de veículos de transporte coletivo para viagens intermunicipais e metropolitanas.</p>
<p>Durante a tramitação, a discussão passou a envolver também as condições para a contratação das viagens e a diferença entre fretamento e transporte regular.</p>
<p><strong>2. Assembleia aprova restrições e governador veta parte das regras — setembro de 2021</strong></p>
<p>Em setembro de 2021, a Assembleia aprovou a proposição que deu origem à Lei nº 23.941.</p>
<p>O governador Romeu Zema sancionou a legislação em 24 de setembro, mas vetou dispositivos que considerou inadequados, incluindo a exigência de circuito fechado, a apresentação antecipada da lista de passageiros e a restrição à comercialização individualizada de lugares.</p>
<p>Na justificativa dos vetos, o Executivo questionou os efeitos dessas restrições sobre a prestação do serviço e o mercado de transporte fretado.</p>
<p><strong>3. Assembleia derruba vetos de Romeu Zema — 17 de novembro de 2021</strong></p>
<p>Os deputados estaduais rejeitaram os vetos do governador, restabelecendo os artigos 3º, 4º e 5º e dispositivos do artigo 6º da legislação.</p>
<p>A decisão colocou em vigor regras que haviam sido excluídas do texto sancionado, como a obrigatoriedade do circuito fechado e a proibição de intermediação de viagens com venda individualizada de lugares.</p>
<p>Foi esse conjunto de restrições que passou a ser contestado judicialmente.</p>
<p><strong>4. Lei é questionada na Justiça mineira — 2022</strong></p>
<p>O diretório estadual do Partido Novo apresentou uma ação de controle de constitucionalidade no Tribunal de Justiça de Minas Gerais.</p>
<p>A discussão envolvia artigos da Lei nº 23.941/2021 e as competências legislativas do Estado, além de questionamentos sobre a livre iniciativa e a separação dos Poderes.</p>
<p>O Tribunal de Justiça rejeitou a pretensão de declaração de inconstitucionalidade, o que levou o partido a recorrer ao STF.</p>
<p><strong>5. Dispositivos são suspensos durante a tramitação do recurso — 2024</strong></p>
<p>No andamento da controvérsia, foi concedido efeito suspensivo ao recurso extraordinário apresentado pelo Partido Novo.</p>
<p>Com isso, ficaram temporariamente suspensos os efeitos de dispositivos que tratavam do circuito fechado, das listas de passageiros, da antecedência da autorização e das restrições à comercialização e ao embarque.</p>
<p>Essa suspensão foi posteriormente revista pelo Supremo.</p>
<p><strong>6. Cármen Lúcia restabelece a eficácia das restrições — dezembro de 2024</strong></p>
<p>Em decisão monocrática publicada em 13 de dezembro de 2024, Cármen Lúcia cassou o efeito suspensivo que havia sido atribuído ao recurso extraordinário.</p>
<p>A medida restabeleceu a eficácia dos artigos 3º, 4º e 5º e dos dispositivos contestados do artigo 6º da Lei nº 23.941/2021.</p>
<p>A decisão teve consequência prática para a fiscalização e para as empresas de fretamento, uma vez que as restrições voltaram a produzir efeitos.</p>
<p><strong>7. Cármen Lúcia rejeita o recurso extraordinário — 13 de outubro de 2025</strong></p>
<p>A relatora negou provimento ao recurso do Partido Novo.</p>
<p>No entendimento apresentado, a legislação mineira encontrava amparo na competência residual dos Estados para disciplinar o transporte intermunicipal e metropolitano.</p>
<p>Cármen Lúcia também afastou as alegações de violação à separação dos Poderes e à reserva de administração.</p>
<p>A ministra considerou admissível a iniciativa parlamentar da legislação e apontou limites à revisão, pelo STF, de questões relacionadas à interpretação de normas locais.</p>
<p><strong>8. Partido Novo apresenta embargos de declaração — 21 de outubro de 2025</strong></p>
<p>Após a decisão, o Partido Novo apresentou embargos de declaração, alegando omissões que deveriam ser examinadas pelo Supremo.</p>
<p>O partido também pediu a alteração do resultado do julgamento, buscando afastar a decisão desfavorável e permitir nova análise da constitucionalidade dos dispositivos.</p>
<p>Os embargos passaram a concentrar a discussão subsequente.</p>
<p>9. Três ministros se manifestam pela manutenção da decisão — outubro e novembro de 2025</p>
<p>Na sessão virtual realizada de 31 de outubro a 10 de novembro de 2025, Cármen Lúcia votou por receber os embargos de declaração como agravo regimental e negar provimento ao pedido.</p>
<p>O entendimento foi acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin.</p>
<p>Na sequência, André Mendonça pediu vista, suspendendo a análise para examinar o processo.</p>
<p><strong>10. André Mendonça apresenta voto divergente — abril de 2026</strong></p>
<p>O julgamento foi retomado no plenário virtual iniciado em 17 de abril de 2026.</p>
<p>André Mendonça apresentou voto divergente, defendendo o provimento parcial do recurso e a declaração de inconstitucionalidade dos seguintes dispositivos da legislação mineira:</p>
<ul>
<li>
<div>
<div>
<p>Artigo 3º, que estabelece a obrigatoriedade do circuito fechado e da relação nominal dos passageiros.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Artigo 4º, que exige autorização e apresentação da lista com antecedência de seis horas.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Artigo 5º, que limita as alterações na relação dos passageiros.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Inciso I do artigo 6º, que proíbe o fretamento intermediado por terceiros com comercialização fracionada ou individualizada de lugares.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Inciso III do parágrafo único do artigo 6º, que trata da restrição ao embarque e desembarque ao longo do itinerário e em terminais rodoviários utilizados pelo transporte público.</p>
</div>
</div>
</li>
</ul>
<p>A divergência alcançava os pontos de maior repercussão para os modelos de fretamento intermediados por plataformas digitais.</p>
<p><strong>11. Edson Fachin pede destaque para julgamento presencial — abril de 2026</strong></p>
<p>Após a apresentação do voto de André Mendonça, o ministro Edson Fachin solicitou destaque do processo.</p>
<p>O pedido levou a discussão do ambiente virtual para o plenário presencial, onde os ministros poderiam debater a matéria.</p>
<p>Dessa maneira, o julgamento dos recursos passou a depender de nova deliberação em sessão presencial.</p>
<p><strong>12. Processo entra na pauta de 26 de agosto de 2026, mas julgamento é adiado</strong></p>
<p>O Supremo incluiu o caso na pauta de 26 de agosto de 2026.</p>
<p>No dia anterior, Cármen Lúcia apresentou despacho indicando a necessidade de garantir às partes a oportunidade de manifestação diante da retomada do julgamento presencial.</p>
<p>A relatora propôs que os embargados fossem intimados para apresentar contrarrazões, com posterior reinclusão do processo em pauta.</p>
<p>Em 26 de agosto, o plenário adiou a apreciação por indicação da ministra. A sessão foi presidida por Edson Fachin.</p>
<p><strong>13. STF anuncia nova previsão de julgamento para 14 e 15 de outubro de 2026</strong></p>
<p>Na programação oficial de outubro, o Supremo voltou a destacar o Caso Buser entre os assuntos previstos para as sessões dos dias 14 e 15.</p>
<p>O recurso foi colocado na relação de matérias destinadas ao plenário presencial, novamente sob a relatoria de Cármen Lúcia.</p>
<p><strong>14. STF realiza sessão, mas não julga o Caso Buser — 14 de outubro de 2026</strong></p>
<p>Na sessão desta quarta-feira, os ministros examinaram outros processos, e o RE 1.506.410/MG não chegou a ser chamado para votação.</p>
<p>Ao apresentar os julgamentos previstos para quinta-feira, Edson Fachin não mencionou a ação que discute a legislação mineira de fretamento.</p>
<p>O episódio representa mais uma oportunidade em que a controvérsia não chega a uma conclusão no plenário presencial.</p>
<h3>Quem participa da disputa judicial</h3>
<p>O recurso foi apresentado pelo diretório estadual do Partido Novo em Minas Gerais.</p>
<p>Entre os participantes e interessados no processo estão o Estado de Minas Gerais, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a Confederação Nacional de Serviços (CNS), a Confederação Nacional do Transporte (CNT), a Buser Brasil Tecnologia Ltda., a Associação Brasileira dos Fretadores Colaborativos (Abrafrec), a Federação de Serviços de Minas Gerais e o Sindicato das Empresas de Transporte Turístico e de Fretamento do Estado de Minas Gerais.</p>
<p>A presença dessas entidades demonstra que a discussão envolve segmentos distintos da atividade econômica e da representação empresarial, com interesses relacionados à contratação, fiscalização e execução dos serviços de transporte de passageiros.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Ônibus municipal da Viação Metrópole Paulista é destruído após ser consumido por incêndio no Jardim São Luis, na Zona Sul de São Paulo (SP)</title>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 19:48:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Corpo de Bombeiros informa que não houve registro de vítimas VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na tarde desta quarta-feira, 28 de outubro, por volta das 14h06, um ônibus municipal pegou fogo e foi destruído na Avenida Luiz Gushiken, na altura do número 1328, no Jardim São Luis, na Zona Sul de São Paulo (SP). Duas viaturas do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="627" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1166.jpg?fit=960%2C627&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1166.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1166.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1166.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1166.jpg?resize=768%2C502&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/img_1166.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Corpo de Bombeiros informa que não houve registro de vítimas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na tarde desta quarta-feira, 28 de outubro, por volta das 14h06, um ônibus municipal pegou fogo e foi destruído na Avenida Luiz Gushiken, na altura do número 1328, no Jardim São Luis, na Zona Sul de São Paulo (SP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Duas viaturas do Corpo de Bombeiros foram acionadas para atender a ocorrência; as chamas foram controladas e extintas pelos agentes de segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o órgão, não houve registro de vítimas no local.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><p>Em nota ao <strong>Diário do Transporte, </strong>a SPTrans (São Paulo Transporte) informou que o coletivo envolvido atendia a linha 677A/10 Terminal Jardim Ângela – Itaim Bibi.</p>
<p><em>&#8220;A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que foi registrado princípio de incêndio, em razão de pane elétrica, em um ônibus da Viação Metrópole, por volta das 14h desta quarta-feira (28). O coletivo trafegava pela Av. Luiz Gushiken, na Zona Sul, e estava reservado, portanto sem passageiros. As chamas foram controladas pelo Corpo de Bombeiros e não há registro de vítimas. Em razão da ocorrência, a linha 677A/10 Term. Jd. Ângela – Itaim Bibi está com a operação prejudicada . O guincho da concessionária também foi acionado.&#8221;</em></p>
<div style="width: 720px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-542101-2" width="720" height="1280" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/202610281713.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/202610281713.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/202610281713.mp4</a></video></div></p>



<figure class="wp-block-video"><video height="1280" style="aspect-ratio: 714 / 1280;" width="714" controls src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/copy_2f0bdde5-a997-4fa7-91fc-19072d2edf39.mp4"></video></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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