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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>São Gonçalo (RJ) terá ônibus gratuitos no dia das eleições</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/sao-goncalo-rj-tera-onibus-gratuitos-no-dia-das-eleicoes/</link>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 21:00:28 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Medida será válida das 7h às 18h nos dias de votação e prevê operação com 100% da frota dos dias úteis YURI SENA A Prefeitura de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, determinou a gratuidade dos ônibus municipais nos dias de votação das eleições gerais de 2026. A medida foi estabelecida por decreto publicado no [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="631" height="408" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-06-01-at-20.15.53.webp?fit=631%2C408&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-06-01-at-20.15.53.webp?w=631&amp;ssl=1 631w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-06-01-at-20.15.53.webp?resize=300%2C194&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-06-01-at-20.15.53.webp?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-06-01-at-20.15.53.webp?resize=400%2C259&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 631px) 100vw, 631px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Medida será válida das 7h às 18h nos dias de votação e prevê operação com 100% da frota dos dias úteis</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, determinou a gratuidade dos ônibus municipais nos dias de votação das eleições gerais de 2026. A medida foi estabelecida por decreto publicado no Diário Oficial do município em 18 de setembro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A suspensão da cobrança da tarifa será válida das 7h às 18h no dia 4 de outubro, data prevista para o primeiro turno. Caso haja segundo turno, a gratuidade também será aplicada em 25 de outubro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o decreto, a medida tem como objetivo facilitar o deslocamento dos eleitores até os respectivos locais de votação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o período de gratuidade, o serviço público de transporte coletivo terrestre de passageiros por ônibus deverá operar com 100% da frota regularmente disponibilizada em dias úteis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A determinação considera a necessidade de atender ao aumento da demanda de passageiros que deverão se deslocar para as respectivas zonas eleitorais durante o período de votação.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>TRT determina que rodoviários cumpram com 80% da frota de ônibus durante horários de pico ao longo da greve prevista para esta segunda-feira (28) no Distrito Federal</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/trt-determina-que-rodoviarios-cumpram-com-80-da-frota-de-onibus-durante-horarios-de-pico-ao-longo-da-greve-prevista-para-esta-segunda-feira-28-no-distrito-federal/</link>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Greve]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nos demais horários, categoria deve manter 50% das viagens programadas no transporte público ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA Após os rodoviários do transporte público do Distrito Federal rejeitarem a última proposta das empresas de ônibus e seguirem com o plano de greve para esta segunda-feira, 28 de setembro, a Justiça do Trabalho determinou que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><em>Nos demais horários, categoria deve manter 50% das viagens programadas no transporte público </em></p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold"><em>ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>Após os rodoviários do transporte público do Distrito Federal rejeitarem a última proposta das empresas de ônibus e seguirem com o plano de greve para esta segunda-feira, 28 de setembro, a Justiça do Trabalho determinou que 80% da frota seja mantida em circulação nos horários de pico (das 5h30 às 9h e das 17h às 20h).</p>
<p>A decisão foi publicada pel<span style="caret-color: rgb(31, 33, 35); font-family: glbOpenSans, Inter, -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Avenir Next", Avenir, "Helvetica Neue", Helvetica, Ubuntu, Roboto, Noto, "Segoe UI", Arial, sans-serif; font-size: 18px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: -0.27px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-tap-highlight-color: rgba(26, 26, 26, 0.3); -webkit-text-size-adjust: 100%; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration: none; display: inline !important; float: none">o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) neste domingo (27)</span>.</p>
<p>O órgão também estabeleceu que, nos demais horários, 50% das viagens programadas sejam cumpridas.</p>
<p>Caso haja descumprimento, o TRT anunciou multa de R$ 100 mil por hora. O valor pode chegar a R$ 200 mil se houver reincidências.</p>
<p>Além disso, o documento <span style="caret-color: rgb(31, 33, 35); font-family: glbOpenSans, Inter, -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Avenir Next", Avenir, "Helvetica Neue", Helvetica, Ubuntu, Roboto, Noto, "Segoe UI", Arial, sans-serif; font-size: 18px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: -0.27px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-tap-highlight-color: rgba(26, 26, 26, 0.3); -webkit-text-size-adjust: 100%; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration: none; display: inline !important; float: none">prevê a operação integral do transporte </span>coletivo<span style="caret-color: rgb(31, 33, 35); font-family: glbOpenSans, Inter, -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Avenir Next", Avenir, "Helvetica Neue", Helvetica, Ubuntu, Roboto, Noto, "Segoe UI", Arial, sans-serif; font-size: 18px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: -0.27px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-tap-highlight-color: rgba(26, 26, 26, 0.3); -webkit-text-size-adjust: 100%; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration: none; display: inline !important; float: none"> nos dias de votação das eleições, em 04 e 25 de outubro</span>, a segunda data caso haja segundo turno.</p>
<p>Em assembleia realizada neste domingo (27), os rodoviários do Distrito Federal rejeitaram a proposta das empresas de ônibus e, como noticiado anteriormente pelo <strong>Diário do Transporte</strong>, entrarão em greve a partir da 0h desta segunda-feira, dia 28.</p>
<p><span style="caret-color: rgb(74, 74, 74); font-family: Merriweather," merriweather fallback serif font-size: font-style: normal font-variant-caps: font-weight: letter-spacing: orphans: auto text-align: start text-indent: text-transform: none white-space: widows: word-spacing: rgba text-decoration: display: inline float:>A votação </span>promovida<span style="caret-color: rgb(74, 74, 74); font-family: Merriweather," merriweather fallback serif font-size: font-style: normal font-variant-caps: font-weight: letter-spacing: orphans: auto text-align: start text-indent: text-transform: none white-space: widows: word-spacing: rgba text-decoration: display: inline float:> na </span>assembleia<span style="caret-color: rgb(74, 74, 74); font-family: Merriweather," merriweather fallback serif font-size: font-style: normal font-variant-caps: font-weight: letter-spacing: orphans: auto text-align: start text-indent: text-transform: none white-space: widows: word-spacing: rgba text-decoration: display: inline float:> foi unânime</span> contra a oferta das operadoras. Não há previsão para o fim da mobilização dos profissionais.</p>
<p>As companhias haviam oferecido um reajuste salarial de 6% no último sábado (26), enquanto a categoria protesta por 8% nos salários, além de 10% nos benefícios de alimentação e 12% no plano de saúde e odontológico.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A paralisação foi aprovada em 20 de setembro. Para os passageiros, a decisão da categoria será determinante para o funcionamento dos ônibus no início da semana.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Segundo nota das concessionárias, a inflação acumulada no período é de 4,11%. Com base nesse índice, as empresas afirmam que a oferta salarial representa ganho real de 1,82%. O sindicato reivindica reajuste de 8% nos salários, 10% nos benefícios de alimentação e 12% no plano de saúde.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A proposta foi assinada por Bsbus, Viação Piracicabana, Viação Pioneira, Auto Viação Marechal e Consórcio Urbi-HP. As empresas dizem esperar que a oferta seja apresentada à categoria na assembleia e afirmam estar abertas a uma contraproposta formal do sindicato.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold">Oferta inclui seguro de vida, cobradores e pagamento retroativo</strong></p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Além dos reajustes, as concessionárias propõem dobrar o valor do seguro de vida em grupo, de aproximadamente R$ 24 mil para R$ 48 mil. A oferta também prevê a manutenção dos postos de trabalho dos cobradores durante a vigência do acordo.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Os valores retroativos a 1º de agosto seriam pagos de uma só vez na folha de outubro, conforme a nota das empresas. As negociações começaram em julho e, segundo as concessionárias, já tiveram mais de dez rodadas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">As empresas ressaltam que o transporte coletivo é um serviço essencial e defendem a manutenção do atendimento à população mesmo em caso de greve. A definição sobre a paralisação e seus possíveis efeitos na operação depende da assembleia dos trabalhadores e dos próximos passos da negociação.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold"><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Picos (PI) recebe micro-ônibus para transporte de pacientes em tratamentos fora do município</title>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 19:00:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículo foi obtido junto ao Ministério da Saúde e conta com climatização e equipamentos de acessibilidade YURI SENA O município de Picos, no Piauí, recebeu um novo micro-ônibus destinado ao transporte de pacientes que precisam se deslocar para outras cidades para realizar consultas, exames e tratamentos de saúde. O veículo foi obtido pela Prefeitura junto [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="757" height="433" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3dcae4c7-b056-4f1e-9916-a613fc57d40c.jpg?fit=757%2C433&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3dcae4c7-b056-4f1e-9916-a613fc57d40c.jpg?w=757&amp;ssl=1 757w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3dcae4c7-b056-4f1e-9916-a613fc57d40c.jpg?resize=300%2C172&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3dcae4c7-b056-4f1e-9916-a613fc57d40c.jpg?resize=150%2C86&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3dcae4c7-b056-4f1e-9916-a613fc57d40c.jpg?resize=400%2C229&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 757px) 100vw, 757px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Veículo foi obtido junto ao Ministério da Saúde e conta com climatização e equipamentos de acessibilidade</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O município de Picos, no Piauí, recebeu um novo micro-ônibus destinado ao transporte de pacientes que precisam se deslocar para outras cidades para realizar consultas, exames e tratamentos de saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O veículo foi obtido pela Prefeitura junto ao Ministério da Saúde e passa a integrar a estrutura municipal utilizada no transporte de pacientes da rede pública. Entre os destinos está Teresina, onde são realizados atendimentos de maior complexidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O micro-ônibus é climatizado e possui recursos de acessibilidade para facilitar o embarque e desembarque de passageiros com mobilidade reduzida. O veículo conta com uma plataforma automatizada que também pode ser utilizada por pessoas que não conseguem acessar o interior pelas escadas convencionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Prefeitura, a incorporação do veículo tem como objetivo ampliar as condições de deslocamento dos pacientes que dependem do transporte municipal para dar continuidade aos tratamentos realizados fora de Picos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O prefeito de Picos, Dr. Pablo Santos, afirmou que o novo veículo deverá proporcionar melhores condições de transporte aos usuários que precisam percorrer longas distâncias em busca de atendimento médico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Ter um instrumento como esse para transportar essas pessoas com mais dignidade e respeito é muito importante”, declarou.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Linha 4087/10 E.T. Itaquera – Vila Popular tem itinerário ampliado na Zona Leste de São Paulo (SP)</title>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviço passa a atender a Praça Barra do Figueiredo e a Rua Ibiajara VINÍCIUS DE OLIVEIRA A linha 4087/10 E.T. Itaquera – Vila Popular terá seu itinerário ampliado para atender as passageiras que vão até a Casa da Mulher Itaquera, localizada na Rua Ibiajara, 495, na região de Itaquera, segundo comunicado da SPTrans (São Paulo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="361" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sddefault-e1790355407723.jpg?fit=640%2C361&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sddefault-e1790355407723.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sddefault-e1790355407723.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sddefault-e1790355407723.jpg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sddefault-e1790355407723.jpg?resize=400%2C226&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> <p><em>Serviço passa a atender a Praça Barra do Figueiredo e a Rua Ibiajara</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>A linha 4087/10 E.T. Itaquera – Vila Popular terá seu itinerário ampliado para atender as passageiras que vão até a Casa da Mulher Itaquera, localizada na Rua Ibiajara, 495, na região de Itaquera, segundo comunicado da SPTrans (São Paulo Transporte).</p>
<p>A partir da ampliação, a linha passará a atender a Praça Barra do Figueiredo e a Rua Ibiajara, facilitando o acesso à Casa da Mulher e ampliando a cobertura do transporte coletivo na região.</p>
<p><b>Com a mudança de itinerário o bairro também ganha mais três novos pontos de parada:</b></p>
<p>&#8211; Praça Barra do Figueiredo, s/nº – sentido E.T. Itaquera, referência: Casa da Mulher;</p>
<p>&#8211; Praça Barra do Figueiredo, s/nº – sentido Vila Popular, referência: Casa da Mulher;</p>
<p>&#8211; Rua Ibiajara, nº 193 – sentido Vila Popular, referência: Estrada Itaquera-Guaianases.</p>
<p>Além disso, um ponto de parada da Estrada Itaquera-Guaianases será alterado para uma posição anterior ao cruzamento com a Rua Ibiajara, contribuindo para o atendimento ao novo trajeto.</p>
<p><b>Confira o novo itinerário da linha:</b></p>
<p><b>4087/10 E.T. Itaquera – Vila Popular (Circular)</b></p>
<p><b>Sentido único: </b>normal até a Estrada Itaquera-Guaianases, Rua Jucuruçu, Rua Jeribatuba, Praça Barra do Figueiredo, Rua Ibiajara, Estrada Itaquera-Guaianases, prosseguindo normal até a Estrada Itaquera-Guaianases, Rua Ibiajara, Praça Barra do Figueiredo, Rua Jeribatuba, Rua Jucuruçu, Estrada Itaquera-Guaianases, prosseguindo normal.</p>
<p><b>Atenção</b></p>
<p>Aos sábados, devido à realização de feira-livre na Rua Ibiajara, entre as ruas Jucuruçu e Brejolândia, a linha seguirá um itinerário especial das primeiras partidas até as 15h.</p>
<p><b>Sentido único: </b>normal até a Estrada Itaquera-Guaianases, Rua Jucuruçu, Estrada Itaquera-Guaianases, prosseguindo normal até a Estrada Itaquera-Guaianases, Rua Ibiajara, Rua Jucuruçu, Estrada Itaquera-Guaianases, prosseguindo normal.</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>TrensRJ tem operação especial para torcedores que vão ao jogo da NFL no Maracanã neste domingo (27)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/trensrj-tem-operacao-especial-para-torcedores-que-vao-ao-jogo-da-nfl-no-maracana-neste-domingo-27/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 17:00:10 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Concessionária irá reforçar a oferta de viagens tanto na ida quanto no retorno do evento VINÍCIUS DE OLIVEIRA Neste domingo, 27 de setembro, o estádio do Maracanã receberá o primeiro jogo do futebol americano da NFL Game no Rio de Janeiro. Para atender os passageiros que vão acompanhar a partida, a TrensRJ preparou uma operação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=2048%2C1366&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Concessionária irá reforçar a oferta de viagens tanto na ida quanto no retorno do evento</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Neste domingo, 27 de setembro, o estádio do Maracanã receberá o primeiro jogo do futebol americano da NFL Game no Rio de Janeiro. Para atender os passageiros que vão acompanhar a partida, a TrensRJ preparou uma operação especial com reforço na oferta de viagens tanto na ida quanto no retorno do evento.</p>
<p><strong>Viagem de ida</strong></p>
<p>Para a ida, além da programação de grade, a TrensRJ disponibilizará 15 trens extras saindo de Santa Cruz, Japeri, Gramacho e de Belford Roxo, com intervalo médio de 14 a 23 minutos, entre 12h20 e 15h.</p>
<p><strong>Retorno do evento</strong></p>
<p>Ao final da partida, a TrensRJ vai oferecer 22 trens extras, além da grade regular, para Santa Cruz, Japeri, Saracuruna e Belford Roxo com intervalo médio de 15 a 25 minutos. A estação Maracanã fechará às 22h.</p>
<p>A TrensRJ orienta os passageiros a programarem seus deslocamentos com antecedência e a utilizarem os canais oficiais da empresa para consultar horários e obter informações sobre a operação.</p>
<p>Para facilitar o embarque, a TrensRJ disponibiliza diferentes meios de pagamento, como dinheiro ou via PIX, por meio de QR Code gerado na bilheteria.</p>
<p>Nas catracas, são aceitos cartões de crédito, débito e pré-pagos, além das carteiras digitais Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay.</p>
<p>Também são aceitos os cartões de transporte validados da Riocard/Fetranspor, como Bilhete Único, Expresso e Vale-Transporte.</p>
<p>No momento, a TrensRJ não aceita Jaé! É importante antecipar a compra da passagem para agilizar o embarque.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Adamo Bazani relembra trajetória no jornalismo e destaca desafios do setor de mobilidade durante participação no podcast &#8220;Ônibus Minha Paixão&#8221;</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/adamo-bazani-relembra-trajetoria-no-jornalismo-e-destaca-desafios-do-setor-de-mobilidade-durante-participacao-no-podcast-onibus-minha-paixao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Programa foi gravado durante a Lat.Bus 2026, principal evento do mercado de ônibus e que contou com cobertura presencial do Diário do Transporte VINÍCIUS DE OLIVEIRA O jornalista Adamo Bazani, especializado em transportes, foi o convidado de uma edição especial do podcast “Ônibus Minha Paixão”, em que relembrou momentos importantes de sua trajetória pessoal e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="580" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?fit=1024%2C580&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?resize=300%2C170&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?resize=1024%2C580&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?resize=768%2C435&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?resize=1536%2C869&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?resize=400%2C226&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Programa foi gravado durante a Lat.Bus 2026, principal evento do mercado de ônibus e que contou com cobertura presencial do Diário do Transporte</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-youtube" style="text-align:center; display: block;"><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/NtZTeDvgfRk?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></span>
</div></figure>



<p class="p3 wp-block-paragraph">O jornalista Adamo Bazani, especializado em transportes, foi o convidado de uma edição especial do podcast <strong>“Ônibus Minha Paixão”</strong>, em que relembrou momentos importantes de sua trajetória pessoal e profissional, além de discutir os desafios enfrentados atualmente pelo jornalismo e pelo transporte coletivo.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Com raízes no ABC Paulista, Bazani contou como a paixão pelos ônibus surgiu ainda na infância. A relação com o transporte também foi influenciada pela história familiar, especialmente pela figura de seu avô, que trabalhou como maquinista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Da paixão pelos ônibus ao jornalismo</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Antes de se dedicar ao jornalismo especializado em transporte, Bazani construiu uma longa trajetória na cobertura policial. O jornalista relembrou os <strong>16 anos em que trabalhou na Rádio CBN</strong>, período no qual acompanhou acontecimentos policiais e situações de grande impacto.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Um grave acidente acabou provocando um afastamento de suas atividades e abriu espaço para um momento de reflexão profissional. A experiência contribuiu para uma mudança de trajetória e para que a antiga paixão pelos ônibus ganhasse espaço dentro de sua carreira jornalística.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">O ponto de partida para essa nova fase surgiu ainda na CBN, por meio do quadro <strong>“CBN São Paulo, conte sua história”</strong>. A iniciativa permitiu que Bazani tivesse contato mais próximo com relatos relacionados à cidade e ao transporte, dando origem ao blog <strong>Ponto de Ônibus</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Do blog ao Diário do Transporte</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Com a saída da Rádio CBN, em 2015, o projeto passou por uma transformação. O blog deu lugar ao <strong>Diário do Transporte</strong>, veículo criado por Bazani com foco na cobertura jornalística do setor de mobilidade.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">A proposta passou a envolver não apenas a paixão pelos ônibus, mas também uma abordagem voltada ao <strong>hard news e ao jornalismo investigativo</strong>, acompanhando decisões, problemas, investimentos e acontecimentos que afetam diretamente o transporte público e os passageiros.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Dessa forma, uma paixão cultivada desde a infância acabou se transformando em uma atividade profissional especializada, aproximando a experiência jornalística de Bazani de um setor que já fazia parte de sua história pessoal.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Credibilidade diante da desinformação</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Durante a entrevista, Bazani também analisou os desafios enfrentados pelo jornalismo em um cenário marcado pela expansão das redes sociais e pela velocidade na disseminação de informações.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Para o jornalista, a credibilidade continua sendo um dos principais pilares da atividade. Nesse contexto, a apuração dos fatos e a preocupação com o interesse público devem prevalecer sobre a busca por engajamento.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Bazani chamou atenção para o crescimento de conteúdos produzidos por pessoas sem compromisso jornalístico, que podem priorizar audiência e repercussão em detrimento da verificação das informações. Nesse cenário, o trabalho de apuração se torna ainda mais importante para diferenciar o jornalismo profissional da simples produção de conteúdo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cansaço dos motoristas e segurança viária</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Outro dos principais assuntos abordados foi a <strong>segurança viária</strong>, especialmente em relação às condições de trabalho dos motoristas de ônibus.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Bazani destacou a situação de profissionais que, após suas jornadas no transporte coletivo, recorrem a aplicativos de transporte como forma de complementar a renda. O acúmulo de atividades pode resultar em jornadas prolongadas e períodos insuficientes de descanso.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">O problema ultrapassa a questão trabalhista e chega diretamente à segurança de passageiros, motoristas e demais usuários das vias. O cansaço ao volante pode aumentar os riscos de acidentes e, segundo o jornalista, representa uma questão social que precisa ser discutida de maneira mais ampla.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Nesse sentido, Bazani defendeu a necessidade de aprofundar o debate sobre <strong>legislação, condições de trabalho e limites de jornada</strong>, considerando as transformações ocorridas no mercado de transporte e o crescimento dos serviços mediados por aplicativos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma trajetória ligada ao transporte</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">A participação de Adamo Bazani no podcast mostra como diferentes momentos de sua vida acabaram convergindo para o jornalismo especializado em mobilidade.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Da influência do avô maquinista e da paixão pelos ônibus na infância à experiência de 16 anos no jornalismo policial, passando pelo acidente que provocou uma mudança de perspectiva e pela criação do Ponto de Ônibus, sua trajetória chegou à consolidação do Diário do Transporte.</p>



<p class="p4 wp-block-paragraph">Mais do que relembrar uma carreira, a entrevista também coloca em discussão o papel do jornalismo especializado diante dos desafios atuais da mobilidade. Entre eles estão a necessidade de informação confiável, as condições de trabalho dos profissionais do transporte e os impactos dessas questões sobre a segurança de toda a sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>São Paulo ultrapassa 2 mil ônibus elétricos com apresentação nesta quarta (30). Veículo número 2 mil é um superarticulado Eletra/Caio/Mercedes-Benz da Via Sudeste</title>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 14:34:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Apesar do avanço, total ainda é abaixo da meta de 2,6 mil coletivos que deveria ter sido alcançada em dezembro de 2024 ADAMO BAZANI São Paulo deve ultrapassar nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, a marca de 2 mil ônibus elétricos no sistema municipal com a apresentação de mais 250 veículos. O coletivo escolhido [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Apesar do avanço, total ainda é abaixo da meta de 2,6 mil coletivos que deveria ter sido alcançada em dezembro de 2024</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>São Paulo deve ultrapassar nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, a marca de 2 mil ônibus elétricos no sistema municipal com a apresentação de mais 250 veículos. O coletivo escolhido para representar o número 2 mil é um superarticulado de 21,5 metros da Via Sudeste, com tecnologia de tração da brasileira Eletra, carroceria Caio e plataforma Mercedes-Benz. O marco ocorre 77 anos depois da inauguração da primeira linha de trólebus da cidade.</p>
<p>O último balanço divulgado pela Prefeitura apontava 1.759 ônibus elétricos, entre modelos a bateria e trólebus. Com os 250 anunciados para quarta-feira, a conta chega a 2.009 veículos. O crescimento é expressivo, mas ainda deixa São Paulo 591 coletivos abaixo dos 2.600 que a administração municipal havia prometido colocar nas ruas até dezembro de 2024. A apresentação do lote não significa, necessariamente, que todas as unidades começarão a transportar passageiros no mesmo dia.</p>
<p>Os 2.009 ônibus projetados representam 77,3% daquela meta. Em comparação com os 13.690 veículos da frota contratada em agosto, último mês disponível na série oficial consultada, os elétricos corresponderiam a aproximadamente 14,7% do sistema. Esse percentual deverá ser atualizado quando a SPTrans divulgar a frota total referente ao período da nova entrega.</p>
<h3>A história começou com os trólebus em 1949</h3>
<p>A eletrificação dos ônibus de São Paulo não começou com as baterias. Em 22 de abril de 1949, a cidade inaugurou sua primeira linha de trólebus, entre a Praça João Mendes e a Aclimação. Alimentados pela rede aérea, esses veículos fizeram da capital uma pioneira no uso regular de ônibus de tração elétrica no Brasil.</p>
<p>Nas décadas seguintes, os trólebus passaram a atender outras regiões. Sua expansão exigia a instalação e a conservação de fios, subestações e equipamentos de alimentação elétrica. Na década de 1970, os planos para ampliar os corredores de trólebus eram mais extensos do que a rede que acabou implantada. O corredor Paes de Barros, inaugurado em 1980, foi uma das obras concretizadas.</p>
<p>Mesmo com o predomínio posterior dos ônibus a diesel nas compras das operadoras, os trólebus permaneceram no sistema municipal. Entre 2011 e 2013, passaram por um programa de renovação. Em 2013, a Prefeitura apresentou o 93º veículo de um lote de 140 novos trólebus.</p>
<p>Essa continuidade é essencial para entender a marca atual. Durante décadas, a presença dos ônibus elétricos nas ruas paulistanas dependeu principalmente dos trólebus. A mudança mais recente foi a entrada, em escala crescente, dos modelos a bateria, que circulam sem conexão permanente com a rede aérea.</p>
<h3>Os primeiros ônibus a bateria chegaram às linhas em 2019</h3>
<p>A SPTrans já fazia avaliações técnicas e operacionais com um ônibus a bateria desde 2013, mas aquele veículo não havia sido incorporado à frota regular de uma linha.</p>
<p>A primeira entrada em maior escala desse tipo de ônibus na operação municipal ocorreu em novembro de 2019. Foram apresentados 15 veículos para a linha 6030/10, entre a Unisa, Campus 1, e o Terminal Santo Amaro, na Zona Sul. A operação permitiu acompanhar o desempenho dos coletivos em viagens diárias, incluindo autonomia, recarga e manutenção.</p>
<p>O lote ainda era pequeno diante de uma frota municipal de milhares de ônibus. Ele mostrou, porém, que os veículos a bateria poderiam deixar a fase de demonstração e atender regularmente os passageiros.</p>
<h3>Lei ambiental, promessa de 2,6 mil e atraso</h3>
<p>A transição da frota também passou a ser orientada por regras ambientais. A legislação municipal estabeleceu a redução progressiva das emissões de dióxido de carbono de origem fóssil e de poluentes tóxicos, mediante a adoção de combustíveis e tecnologias mais limpas. Essa obrigação ambiental é mais ampla do que a compra de ônibus elétricos.</p>
<p>Em novembro de 2021, a Prefeitura anunciou uma meta específica: São Paulo teria aproximadamente 2.600 ônibus elétricos até o fim de 2024. Na projeção apresentada naquela época, eles corresponderiam a 20% da frota. A distância até o objetivo era grande. A cidade tinha 18 ônibus a bateria, além dos trólebus.</p>
<p>Em outubro de 2022, a SPTrans passou a restringir a inclusão de novos ônibus zero-quilômetro a diesel no sistema. O total de elétricos informado naquele momento era de 219 veículos: 18 a bateria e 201 trólebus.</p>
<p>A determinação buscava direcionar a renovação da frota, mas a troca de um ônibus a diesel por outro elétrico exige mais do que a compra do veículo. As garagens precisam de carregadores e de instalações adequadas. A rede de distribuição deve oferecer energia suficiente. Os investimentos e a remuneração dos operadores também precisam comportar os custos da mudança.</p>
<p>O prazo anunciado pela Prefeitura terminou sem que a meta fosse atingida. Em dezembro de 2024, estavam em operação 502 ônibus elétricos, dos quais 301 eram movidos a bateria e 201 eram trólebus. O total equivalia a aproximadamente 19,3% dos 2.600 prometidos para aquele ano.</p>
<h3>As entregas ganharam escala em 2025 e 2026</h3>
<p>Em janeiro de 2025, a apresentação de 100 novos ônibus elevou o total informado para 629 elétricos: 428 a bateria e 201 trólebus. Em setembro, a contagem chegou a 961, sendo 760 ônibus a bateria e 201 trólebus.</p>
<p>O milésimo ônibus elétrico foi apresentado em 3 de novembro de 2025. Com aquele lote, São Paulo passou a informar 1.009 veículos: 820 a bateria e 189 trólebus. A marca de mil foi alcançada quase um ano depois do prazo inicialmente fixado para uma frota de 2.600.</p>
<p>O ritmo aumentou em 2026. Em março, a Prefeitura apresentou mais 110 unidades e anunciou um total de 1.259 ônibus elétricos. Em junho, a entrega de 500 veículos de uma só vez elevou o balanço a 1.759, dos quais 1.570 eram movidos a bateria e 189 eram trólebus.</p>
<p>Aquele lote de junho reuniu veículos de diferentes tamanhos, incluindo ônibus mídi, básicos, padron e articulados. A variedade é necessária porque as linhas municipais têm perfis distintos: há trajetos que podem ser atendidos por veículos menores e corredores que exigem maior capacidade por viagem.</p>
<p>Os números também revelam uma mudança na composição da frota elétrica. Enquanto a quantidade de ônibus a bateria cresceu, os balanços municipais passaram de 201 trólebus em 2024 para 189 em 2026. Os trólebus seguem como parte da operação e da história da cidade, mas os veículos a bateria respondem pela maior parte da expansão recente.</p>
<h3>Linha do tempo da eletrificação dos ônibus de São Paulo</h3>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Ano</th>
<th>Marco</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>1949</strong></td>
<td>Inauguração da primeira linha de trólebus, entre a Praça João Mendes e a Aclimação.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>1980</strong></td>
<td>Inauguração do corredor Paes de Barros, associado aos planos de expansão dos corredores de trólebus.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2011 a 2013</strong></td>
<td>Renovação da frota de trólebus; em 2013, a Prefeitura apresenta o 93º veículo de um lote de 140.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2013</strong></td>
<td>SPTrans realiza testes com ônibus a bateria, ainda fora da operação regular de uma linha.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2018</strong></td>
<td>Lei municipal estabelece a redução progressiva das emissões da frota de ônibus.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2019</strong></td>
<td>Quinze ônibus a bateria são apresentados para a linha 6030/10, na Zona Sul.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2021</strong></td>
<td>Prefeitura anuncia a meta de aproximadamente 2.600 ônibus elétricos até dezembro de 2024.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2022</strong></td>
<td>SPTrans restringe a inclusão de novos ônibus zero-quilômetro a diesel. A cidade tinha 219 elétricos, incluindo trólebus.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2024</strong></td>
<td>O ano termina com 502 ônibus elétricos em operação, abaixo da meta anunciada.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Janeiro de 2025</strong></td>
<td>Total informado chega a 629 elétricos.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Setembro de 2025</strong></td>
<td>Frota alcança 961 elétricos.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Novembro de 2025</strong></td>
<td>Prefeitura apresenta o milésimo ônibus elétrico; total informado chega a 1.009.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Março de 2026</strong></td>
<td>Contagem sobe para 1.259 elétricos.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Junho de 2026</strong></td>
<td>Apresentação de 500 ônibus leva o total informado a 1.759.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>30 de setembro de 2026</strong></td>
<td>Apresentação anunciada de mais 250 veículos projeta a frota em 2.009 elétricos.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>O superarticulado escolhido para a marca de 2 mil</h3>
<p>O ônibus da Via Sudeste escolhido para representar o número 2 mil é importante também pelo porte. Com 21,5 metros, o superarticulado foi desenvolvido para transportar mais passageiros por viagem do que um ônibus convencional, atendendo à necessidade de eletrificar linhas de maior demanda.</p>
<p>O modelo E-Bus reúne o trabalho de diferentes fabricantes. A Eletra desenvolve e integra a tração elétrica; a Caio fornece a carroceria; e a plataforma é da Mercedes-Benz. A Via Sudeste já vinha recebendo ônibus articulados elétricos de 21,5 metros da Eletra para incorporação gradual à operação paulistana.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>E-Bus de 21,5 metros</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Operadora do veículo número 2 mil</td>
<td>Via Sudeste</td>
</tr>
<tr>
<td>Categoria</td>
<td>Superarticulado elétrico a bateria</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>21,5 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Tecnologia de tração</td>
<td>Eletra</td>
</tr>
<tr>
<td>Plataforma</td>
<td>Mercedes-Benz O 500 UDA</td>
</tr>
<tr>
<td>Carroceria</td>
<td>Caio eMillennium</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração catalogada</td>
<td>Piso baixo</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade de referência</td>
<td>143 passageiros</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia de referência</td>
<td>Até 180 quilômetros</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A capacidade e a autonomia apresentadas na tabela são referências publicadas para o E-Bus articulado de 21,5 metros. A configuração homologada especificamente para a unidade da Via Sudeste deverá ser confirmada na apresentação de quarta-feira. A autonomia efetiva de um ônibus elétrico varia conforme lotação, percurso, relevo, condições de trânsito e uso de equipamentos como o ar-condicionado.</p>
<h3>O que os 2 mil veículos representam para o passageiro</h3>
<p>A substituição de ônibus a diesel por elétricos reduz as emissões locais de poluentes pelo sistema de propulsão e o ruído durante a circulação. Em veículos de grande capacidade, a troca pode levar essas características a linhas que transportam muitos passageiros diariamente.</p>
<p>O benefício, entretanto, depende da operação depois da entrega. É preciso que os veículos entrem nas linhas previstas, cumpram a programação e tenham condições de recarga e manutenção para permanecer disponíveis. O número apresentado em uma cerimônia é um marco de incorporação; a qualidade do serviço deve ser acompanhada nas ruas.</p>
<p>No balanço referente aos 1.759 ônibus elétricos, a Prefeitura estimou uma redução anual de aproximadamente 57 milhões de litros de diesel e de 130 mil toneladas de dióxido de carbono. São estimativas municipais para aquela composição de frota, anteriores ao lote anunciado para quarta-feira.</p>
<p>A chegada projetada a 2.009 ônibus confirma que a eletrificação ganhou escala em São Paulo. Ao mesmo tempo, os 591 veículos que ainda separariam a cidade da antiga meta mostram que o marco de 2 mil não encerra a cobrança pelo compromisso anunciado para 2024.</p>
<h3>A história da Eletra, fabricante brasileira do veículo número 2 mil</h3>
<p>A Eletra foi fundada em 1999 em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Naquele ano, desenvolveu um ônibus híbrido elétrico com tecnologia nacional. A experiência com veículos elétricos e híbridos ligados ao Corredor ABD ajudou a formar uma base de engenharia voltada às exigências do transporte coletivo brasileiro.</p>
<p>Com o tempo, a fabricante ampliou sua atuação para trólebus, ônibus integralmente movidos a bateria e projetos de conversão de veículos para tração elétrica. A operação do Corredor ABD faz parte dessa trajetória industrial, mas seus ônibus metropolitanos não integram a contagem dos veículos municipais administrados pela SPTrans.</p>
<p>A Eletra tornou-se uma das principais fornecedoras do mercado brasileiro. No primeiro semestre de 2026, a combinação Eletra/Caio liderou os emplacamentos nacionais de ônibus elétricos, com 224 unidades e participação de 38%. No acumulado de janeiro a agosto, a parceria apareceu em segundo lugar, com 275 veículos, atrás das 301 unidades da BYD. Portanto, a posição de liderança varia conforme o período considerado.</p>
<p>A presença de um Eletra/Caio/Mercedes-Benz no marco paulistano de 2 mil ônibus reúne diferentes etapas dessa história: a experiência brasileira com tração elétrica, a produção industrial no ABC e a necessidade atual de atender linhas de grande demanda com veículos a bateria. Setenta e sete anos após a primeira viagem de trólebus entre a Aclimação e o Centro, São Paulo se aproxima de uma frota elétrica de escala inédita no país, embora ainda esteja abaixo da quantidade prometida para dezembro de 2024.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Cotia (SP) vai licitar sistema de ônibus e assina nesta segunda-feira (28) ordem de serviço para estudo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/cotia-sp-vai-licitar-sistema-de-onibus-e-assina-nesta-segunda-feira-28-ordem-de-servico-para-estudo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 14:01:54 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Há décadas operado pelo Grupo VIDA, sistema precisa ser modernizado, segundo a própria prefeitura. Estudos vão analisar viabilidade econômica, troca de frota e mudanças de linhas ADAMO BAZANI A Prefeitura de Cotia, na Grande São Paulo, anunciou para esta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, a assinatura da ordem de serviço de um estudo de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="949" height="657" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cotia2282.jpg?fit=949%2C657&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cotia2282.jpg?w=949&amp;ssl=1 949w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cotia2282.jpg?resize=300%2C208&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cotia2282.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cotia2282.jpg?resize=768%2C532&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cotia2282.jpg?resize=400%2C277&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 949px) 100vw, 949px" /> <p><em>Há décadas operado pelo Grupo VIDA, sistema precisa ser modernizado, segundo a própria prefeitura. Estudos vão analisar viabilidade econômica, troca de frota e mudanças de linhas</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de Cotia, na Grande São Paulo, anunciou para esta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, a assinatura da ordem de serviço de um estudo de viabilidade para uma nova concessão dos ônibus municipais. O trabalho vai preparar a futura licitação e avaliar possibilidades de ampliar o atendimento aos bairros, criar linhas e reduzir o tempo de espera dos passageiros. A assinatura está marcada para as 11h, no auditório do Paço Municipal.</p>
<p>O transporte convencional da cidade é prestado pela Viação Raposo Tavares, ligada ao Grupo VIDA, da Viação Danúbio Azul. O anúncio dá início à etapa de estudos para definir o modelo da concessão. Depois dela, a prefeitura ainda precisará estabelecer as regras e publicar o edital para que empresas disputem a operação. As linhas e os horários atuais continuam valendo durante essa preparação.</p>
<h3>Estudo vai orientar linhas, frota e condições da futura concessão</h3>
<p>No comunicado sobre a assinatura, a prefeitura afirma que o estudo reunirá os elementos técnicos necessários à licitação. Entre os objetivos apresentados estão a possibilidade de novas linhas, a redução do tempo de espera e a ampliação do atendimento aos bairros, considerando as necessidades de quem utiliza os ônibus diariamente.</p>
<p>A análise de viabilidade econômica servirá para avaliar as condições de custeio e as obrigações da futura concessionária. A renovação da frota e a reorganização das linhas também dependerão das conclusões do levantamento e das regras que vierem a constar do edital. Nesta etapa, ainda não foram anunciadas quantidades de ônibus, alterações específicas de itinerário ou uma data para a concorrência.</p>
<p>Em janeiro de 2026, a Prefeitura de Cotia já havia informado que estudava uma licitação para um novo contrato de transporte coletivo. A assinatura da ordem de serviço representa um passo na preparação dessa concorrência.</p>
<h3>Danúbio Azul tem registro em Cotia desde 1972</h3>
<p>A ligação da Danúbio Azul com Cotia antecede a atual Viação Raposo Tavares. Uma filial da Danúbio Azul no município tem registro de abertura em 5 de setembro de 1972, com atividade de transporte coletivo municipal. O cadastro comprova a presença formal da empresa na cidade há 54 anos, embora não permita determinar, por si só, o dia em que ela começou a operar as linhas.</p>
<p>Em 2018, a própria Prefeitura de Cotia identificava a Danúbio Azul como responsável pelo transporte convencional do município. Posteriormente, a operação passou a ser identificada com a Viação Raposo Tavares, empresa do mesmo grupo constituída em 2006. A história do Grupo VIDA na cidade, portanto, é anterior à criação da atual operadora.</p>
<p>A licitação em preparação diz respeito aos ônibus municipais. A Viação Raposo Tavares também atua em linhas intermunicipais que atendem Cotia, por meio do Consórcio Intervias, mas essas ligações pertencem ao sistema metropolitano e estão fora da concorrência anunciada pela prefeitura.</p>
<h3>Família Felício está ligada ao controle do Grupo VIDA</h3>
<p>O Grupo VIDA tem origem na Viação Danúbio Azul, fundada por Roque Felício em 1954. Nos registros empresariais consultados, a Eurovida Holding S.A. aparece na estrutura societária da Danúbio Azul e da Viação Raposo Tavares. Roque Felício Júnior e Roberto Cancian constam como administradores da Danúbio Azul.</p>
<p>Documentos judiciais identificam a família Felício como ligada ao controle do conglomerado e apontam a Eurovida Holding como sua controladora. Os registros consultados não permitem estabelecer com segurança qual é a participação acionária atual de cada integrante da família. Por isso, a identificação dos administradores não deve ser confundida com uma relação completa dos proprietários individuais.</p>
<p>A assinatura da ordem de serviço está marcada para as 11h desta segunda-feira (28), no auditório do Paço Municipal, na Avenida Professor Manoel José Pedroso, 1.347. A apresentação dos resultados do estudo será a próxima etapa para mostrar aos passageiros quais mudanças a prefeitura pretende exigir na futura concessão.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>TrensRJ terá viagens extras na saída do show do Belo e Natanzinho, em Bangu, neste domingo (27)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 13:00:30 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estações Guilherme da Silveira e Bangu vão funcionar até às 23h30 para embarque dos passageiros VINÍCIUS DE OLIVEIRA Quem for ao Festival Zona Oeste para assistir aos shows do Belo e Natanzinho neste domingo (27), no estádio Moça Bonita, em Bangu, poderá contar com programação especial da TrensRJ na volta para casa. As estações Guilherme [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/08/SuperVia-estacao-Madureira-ramal-Japeri-e1693143028554.jpg?fit=800%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Estações Guilherme da Silveira e Bangu vão funcionar até às 23h30 para embarque dos passageiros</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Quem for ao Festival Zona Oeste para assistir aos shows do Belo e Natanzinho neste domingo (27), no estádio Moça Bonita, em Bangu, poderá contar com programação especial da TrensRJ na volta para casa. As estações Guilherme da Silveira e Bangu vão funcionar até às 23h30 para embarque dos passageiros.</p>
<p>Haverá três viagens extras (às 21h18, 22h18 e 23h40), a partir da estação Bangu, em direção à Central do Brasil com possibilidade de integração na estação Deodoro para trens do ramal Japeri. O público também poderá seguir em direção a Santa Cruz com trens especiais em intervalos médios de 20 minutos até às 23h40.</p>
<p>A ida para o evento será realizada normalmente com os trens da grade regular.</p>
<p>Para facilitar o embarque, a TrensRJ disponibiliza diferentes meios de pagamento. Na Central do Brasil, os passageiros podem pagar a passagem em dinheiro ou via PIX, por meio de QR Code gerado na bilheteria. Nas catracas, são aceitos cartões de crédito, débito e pré-pagos das bandeiras Visa, Mastercard e Elo por aproximação, além das carteiras digitais Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay. Também são aceitos os cartões de transporte validados da Riocard/Fetranspor, como Bilhete Único, Expresso e Vale-Transporte. No momento, a TrensRJ não aceita Jaé! É importante antecipar a compra da passagem para agilizar o embarque.</p>
<p>A permissionária orienta os clientes a programarem seus deslocamentos com antecedência e a utilizarem os canais oficiais da empresa para consultar horários e obter mais informações sobre a operação.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>CURIOSIDADE HISTÓRICA: Por que os ônibus antigos tinham janelas inclinadas e quando elas desapareceram? Mudanças de estilo, normas e até problemas de vedação ajudam a contar essa história &#8211; ESPECIAL</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 12:03:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[História]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Monoblocos Mercedes-Benz O-355 e O-362, CMA da Cometa e antigos Nielson Diplomata marcaram época com vidros em ângulo; a partir do fim dos anos 1970, indústria adotou janelas maiores e linhas mais retas ADAMO BAZANI Quem observa fotografias de ônibus brasileiros das décadas de 1960 e 1970 percebe uma característica que praticamente desapareceu dos veículos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="446" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/54b9a319-9e8b-4f1e-856d-fd061edd3ab2-e1790203840580.jpg?fit=800%2C446&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p dir="auto" data-start="782" data-end="986"><em data-start="782" data-end="986">Monoblocos Mercedes-Benz O-355 e O-362, CMA da Cometa e antigos Nielson Diplomata marcaram época com vidros em ângulo; a partir do fim dos anos 1970, indústria adotou janelas maiores e linhas mais retas</em></p>
<p dir="auto" data-start="988" data-end="1006"><em data-start="988" data-end="1006"><strong data-start="989" data-end="1005">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p dir="auto" data-start="1008" data-end="1190">Quem observa fotografias de ônibus brasileiros das décadas de 1960 e 1970 percebe uma característica que praticamente desapareceu dos veículos atuais: as janelas laterais inclinadas.</p>
<p dir="auto" data-start="1192" data-end="1537">Mercedes-Benz O-355 e O-362, antigos ônibus produzidos pela CMA para a Viação Cometa e as primeiras gerações do Nielson Diplomata são alguns dos exemplos mais conhecidos. Os montantes entre as janelas formavam ângulos acentuados, criando vidros em formato de paralelogramo e uma aparência imediatamente associada aos rodoviários daquele período.</p>
<p dir="auto" data-start="1539" data-end="1835">A mudança para as janelas retas começou principalmente na segunda metade dos anos 1970 e se consolidou no começo dos anos 1980. Não houve uma causa única. A transformação combinou evolução do desenho, mudanças estruturais, fabricação mais racional, vidros maiores e novas exigências de segurança.</p>
<p dir="auto" data-start="1837" data-end="1989">E há um detalhe pouco lembrado: justamente nesse período de transição houve registros de problemas de entrada de água e ar em novos desenhos de janelas.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="1kqolet" data-start="1991" data-end="2060">Janela inclinada era principalmente uma característica de desenho</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-535388" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1237ece1-0255-47a2-865e-a8f56e27a4c2.jpg?resize=828%2C619&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="619" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1237ece1-0255-47a2-865e-a8f56e27a4c2.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1237ece1-0255-47a2-865e-a8f56e27a4c2.jpg?resize=300%2C224&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1237ece1-0255-47a2-865e-a8f56e27a4c2.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1237ece1-0255-47a2-865e-a8f56e27a4c2.jpg?resize=768%2C574&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1237ece1-0255-47a2-865e-a8f56e27a4c2.jpg?resize=400%2C299&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="auto" data-start="2062" data-end="2155">Nos ônibus antigos, os montantes inclinados faziam parte da linguagem visual das carrocerias.</p>
<p dir="auto" data-start="2157" data-end="2213">O objetivo era transmitir leveza e movimento ao veículo.</p>
<p dir="auto" data-start="2215" data-end="2266">No Nielson Diplomata, isso é particularmente claro.</p>
<p dir="auto" data-start="2268" data-end="2570">A carroceria já nasceu com colunas inclinadas e, na reformulação de 1970, a Nielson acentuou ainda mais esse recurso. Os para-brisas e as janelas laterais ficaram fortemente inclinados, enquanto as colunas mais estreitas reforçavam a aparência de leveza do ônibus.</p>
<p dir="auto" data-start="2572" data-end="2821">Uma publicação da época recuperada pela Revista AutoBus descreve o Diplomata 70 justamente pelo desenho arrojado, marcado pelas janelas inclinadas, teto em dois níveis e preocupação com a aparência aerodinâmica.</p>
<p dir="auto" data-start="2823" data-end="2981">Assim, a inclinação dos vidros laterais estava muito mais relacionada ao estilo e à construção da carroceria do que a uma necessidade aerodinâmica específica.</p>
<p dir="auto" data-start="2983" data-end="3176">A frente e o para-brisa de um veículo podem exercer influência importante sobre o arrasto aerodinâmico. Já o ângulo dos montantes entre as janelas ao longo da lateral produz efeito muito menor.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="2e3vyw" data-start="3178" data-end="3235">O formato chegou a virar identidade de algumas marcas</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-535389" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/63a169b6-b468-4612-997f-0054f93139a2.jpg?resize=828%2C617&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="617" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/63a169b6-b468-4612-997f-0054f93139a2.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/63a169b6-b468-4612-997f-0054f93139a2.jpg?resize=300%2C224&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/63a169b6-b468-4612-997f-0054f93139a2.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/63a169b6-b468-4612-997f-0054f93139a2.jpg?resize=768%2C572&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/63a169b6-b468-4612-997f-0054f93139a2.jpg?resize=400%2C298&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p dir="auto" data-start="3237" data-end="3324">Em determinados fabricantes, as janelas passaram a funcionar quase como uma assinatura.</p>
<p dir="auto" data-start="3326" data-end="3353">O Diplomata foi um exemplo.</p>
<p dir="auto" data-start="3355" data-end="3635">As colunas inclinadas, o teto em dois níveis e o revestimento lateral ajudavam a tornar o ônibus imediatamente identificável. Fontes históricas descrevem as janelas inclinadas como uma das características que marcaram a identidade da Nielson.</p>
<p dir="auto" data-start="3637" data-end="3748">Algo semelhante ocorria com os monoblocos Mercedes-Benz e com os veículos desenvolvidos pela CMA para a Cometa.</p>
<p dir="auto" data-start="3750" data-end="3953">Numa época em que havia menor padronização visual e os fabricantes trabalhavam com muitas soluções próprias de carroceria, a própria geometria das janelas podia ser parte importante do desenho do ônibus.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="19m596z" data-start="3955" data-end="3987">Então por que desapareceram?</h3>
<p dir="auto" data-start="3989" data-end="4059">A indústria começou a caminhar na direção oposta no fim dos anos 1970.</p>
<p dir="auto" data-start="4061" data-end="4154">As carrocerias passaram a ter linhas mais retas, janelas maiores e estruturas mais modulares.</p>
<p dir="auto" data-start="4156" data-end="4366">No próprio Diplomata, em 1976 as janelas inclinadas ainda permaneciam, mas registros históricos da Nielson já descrevem o recurso como uma moda que estava caindo em desuso.</p>
<p dir="auto" data-start="4368" data-end="4513">Em 1981, a Nielson abandonou as colunas inclinadas na nova geração do Diplomata e adotou janelas verticais.</p>
<p dir="auto" data-start="4515" data-end="4556">A Mercedes-Benz fez movimento semelhante.</p>
<p dir="auto" data-start="4558" data-end="4777">O O-364, lançado em 1978 para substituir gradualmente modelos como O-355 e O-362, já combinava superfícies arredondadas com um desenho consideravelmente mais reto e janelas maiores.</p>
<p dir="auto" data-start="4779" data-end="4807">Era uma mudança de conceito.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="1dycjm2" data-start="4809" data-end="4866">Novas normas obrigaram fabricantes a rever as janelas</h3>
<p dir="auto" data-start="4868" data-end="4948">Foi justamente nessa transição que surgiu uma informação histórica interessante.</p>
<p dir="auto" data-start="4950" data-end="5129">Uma reportagem da revista Transporte Moderno, publicada em agosto de 1979, registrou problemas de entrada de água e ar pelas janelas das primeiras unidades do Mercedes-Benz O-364.</p>
<p dir="auto" data-start="5131" data-end="5293">Segundo uma fonte ligada à Mercedes-Benz ouvida pela publicação naquele momento, o problema estava relacionado a uma reformulação das normas de segurança do DNER.</p>
<p dir="auto" data-start="5295" data-end="5498">O projeto do ônibus havia sido desenvolvido de acordo com regras anteriores, mas teve de ser alterado para atender às novas determinações antes de chegar ao mercado.</p>
<p dir="auto" data-start="5500" data-end="5541">A mudança atingia diretamente as janelas.</p>
<p dir="auto" data-start="5543" data-end="5670">Segundo a reportagem, pelas regras anteriores uma janela de 73 centímetros de altura teria apenas 28 centímetros de área móvel.</p>
<p dir="auto" data-start="5672" data-end="5819">Com a nova norma, a relação foi praticamente invertida: a parte móvel passou a representar 60% da altura da janela, aproximadamente 44 centímetros.</p>
<p dir="auto" data-start="5821" data-end="5914">O DNER também eliminou a chamada “bandeira”, uma parte fixa existente na estrutura da janela.</p>
<p dir="auto" data-start="5916" data-end="6073">A adaptação feita em curto prazo teria provocado problemas de vedação nas primeiras unidades, com entrada de água e ar.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="144m6jl" data-start="6075" data-end="6143">Entrada de água não explica sozinha o fim das janelas inclinadas</h3>
<p dir="auto" data-start="6145" data-end="6313">Esse episódio ajuda a entender a evolução das janelas dos ônibus, mas é diferente de dizer que a indústria abandonou os vidros inclinados porque eles davam infiltração.</p>
<p dir="auto" data-start="6315" data-end="6382">As fontes históricas consultadas não sustentam essa relação direta.</p>
<p dir="auto" data-start="6384" data-end="6540">O caso documentado do O-364 ocorreu justamente num veículo de nova geração e está associado à alteração das dimensões e da área móvel exigidas pelas normas.</p>
<p dir="auto" data-start="6542" data-end="6686">Na prática, a evolução do setor caminhava para outra solução: janelas maiores, menos divisões, estruturas mais simples e desenho mais retilíneo.</p>
<p dir="auto" data-start="6688" data-end="6721">Isso também facilitava a vedação.</p>
<p dir="auto" data-start="6723" data-end="6990">Quanto mais complexa é a geometria de uma esquadria, maior é o número de pontos que precisam ser adequadamente unidos, vedados e ajustados. Mas seria exagerado transformar esse aspecto construtivo na explicação principal para o desaparecimento das janelas inclinadas.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="18jttuo" data-start="6992" data-end="7027">O O-364 simboliza bem a mudança</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-535387" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ae7f8eba-0401-4080-8780-0445b1019f2d.jpg?resize=828%2C557&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="557" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ae7f8eba-0401-4080-8780-0445b1019f2d.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ae7f8eba-0401-4080-8780-0445b1019f2d.jpg?resize=300%2C202&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ae7f8eba-0401-4080-8780-0445b1019f2d.jpg?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ae7f8eba-0401-4080-8780-0445b1019f2d.jpg?resize=768%2C517&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ae7f8eba-0401-4080-8780-0445b1019f2d.jpg?resize=400%2C269&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p dir="auto" data-start="7029" data-end="7136">O Mercedes-Benz O-364 é um bom marco histórico porque surgiu em 1978 exatamente durante essa transformação.</p>
<p dir="auto" data-start="7138" data-end="7224">Seus antecessores O-355 e O-362 tinham a aparência característica da geração anterior.</p>
<p dir="auto" data-start="7226" data-end="7404">O O-364 trouxe janelas maiores e desenho mais reto, apesar de ainda conservar superfícies arredondadas típicas dos monoblocos Mercedes-Benz.</p>
<p dir="auto" data-start="7406" data-end="7645">A Mercedes produziu o O-355 entre 1972 e 1979 e o O-362 entre 1971 e 1978. O O-364 entrou em produção em 1978, mostrando que houve inclusive um pequeno período de sobreposição entre as duas gerações.</p>
<p dir="auto" data-start="7647" data-end="7745">Ou seja, é possível observar praticamente ano a ano a mudança de linguagem dos ônibus brasileiros.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="zcxkbu" data-start="7747" data-end="7803">Segurança também passou a interferir mais no desenho</h3>
<p dir="auto" data-start="7805" data-end="7892">A transformação ocorreu simultaneamente ao aumento das exigências técnicas para ônibus.</p>
<p dir="auto" data-start="7894" data-end="8045">O fim dos anos 1970 foi um período de revisão de normas relacionadas à segurança, dimensões de janelas, saídas de emergência e construção dos veículos.</p>
<p dir="auto" data-start="8047" data-end="8240">A reportagem de 1979 sobre o O-364 mostra claramente como uma mudança regulatória podia obrigar o fabricante a alterar um projeto já praticamente pronto.</p>
<p dir="auto" data-start="8242" data-end="8309">As janelas deixavam, portanto, de ser apenas um elemento de estilo.</p>
<p dir="auto" data-start="8311" data-end="8417">Tinham de atender cada vez mais a requisitos objetivos de abertura, evacuação e segurança dos passageiros.</p>
<p dir="auto" data-start="8419" data-end="8635">As saídas de emergência laterais, por exemplo, já existiam nos ônibus brasileiros desde o fim dos anos 1950 e foram recebendo normas e identificações cada vez mais específicas.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="rcahlv" data-start="8637" data-end="8693">Vidros maiores também mudaram a aparência dos ônibus</h3>
<p dir="auto" data-start="8695" data-end="8751">Há outro fator fácil de perceber comparando as gerações.</p>
<p dir="auto" data-start="8753" data-end="8893">Os ônibus antigos apresentavam uma sequência de janelas relativamente pequenas, cada uma delimitada claramente por uma coluna da carroceria.</p>
<p dir="auto" data-start="8895" data-end="8961">Isso permitia brincar visualmente com a inclinação de cada módulo.</p>
<p dir="auto" data-start="8963" data-end="9031">Nos ônibus posteriores, a tendência foi aumentar a área envidraçada.</p>
<p dir="auto" data-start="9033" data-end="9144">Com menos montantes e vidros maiores, tornou-se mais lógico utilizar formas retangulares ou quase retangulares.</p>
<p dir="auto" data-start="9146" data-end="9335">A própria Mercedes destacava no O-364 a utilização de “amplas janelas” e novos sistemas de ventilação, incluindo vidros corrediços na parte superior.</p>
<p dir="auto" data-start="9337" data-end="9455">Posteriormente, a disseminação do ar-condicionado permitiria reduzir ainda mais a necessidade de grandes áreas móveis.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="oguhl6" data-start="9457" data-end="9512">O vidro colado praticamente encerrou essa linguagem</h3>
<p dir="auto" data-start="9514" data-end="9631">Décadas depois, outro avanço alterou completamente a aparência dos ônibus: os vidros colados diretamente à estrutura.</p>
<p dir="auto" data-start="9633" data-end="9789">Nos rodoviários atuais, muitas vezes as divisões estruturais ficam escondidas atrás de uma grande faixa escura formada pelo vidro e pelas máscaras externas.</p>
<p dir="auto" data-start="9791" data-end="9861">Visualmente, parece existir uma superfície envidraçada quase contínua.</p>
<p dir="auto" data-start="9863" data-end="10013">É uma solução completamente diferente da utilizada nos O-355, O-362, CMA e Diplomata, nos quais cada coluna fazia parte claramente do desenho externo.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="j89uxw" data-start="10015" data-end="10059">Uma mudança que aconteceu em poucos anos</h3>
<p dir="auto" data-start="10061" data-end="10113">A transição pode ser resumida aproximadamente assim:</p>
<div class="group TyagGW_tableContainer TyagGW_tableContainerWithTableOfContents" dir="auto">
<div class="TyagGW_tableWrapper flex flex-col-reverse w-fit" tabindex="-1">
<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" dir="auto" data-start="10115" data-end="10792">
<thead data-start="10115" data-end="10156">
<tr data-start="10115" data-end="10156">
<th class="last:pe-10" data-start="10115" data-end="10125" data-col-size="sm">Período</th>
<th class="last:pe-10" data-start="10125" data-end="10156" data-col-size="md">Característica predominante</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="10167" data-end="10792">
<tr data-start="10167" data-end="10233">
<td data-start="10167" data-end="10186" data-col-size="sm">Anos 1950 e 1960</td>
<td data-col-size="md" data-start="10186" data-end="10233">Janelas menores e frequentemente inclinadas</td>
</tr>
<tr data-start="10234" data-end="10304">
<td data-start="10234" data-end="10257" data-col-size="sm">Início dos anos 1970</td>
<td data-col-size="md" data-start="10257" data-end="10304">Auge das colunas inclinadas nos rodoviários</td>
</tr>
<tr data-start="10305" data-end="10378">
<td data-start="10305" data-end="10317" data-col-size="sm">1976-1978</td>
<td data-col-size="md" data-start="10317" data-end="10378">Estilo começa a perder espaço; surgem projetos mais retos</td>
</tr>
<tr data-start="10379" data-end="10458">
<td data-start="10379" data-end="10386" data-col-size="sm">1978</td>
<td data-col-size="md" data-start="10386" data-end="10458">Mercedes-Benz lança O-364 com desenho mais moderno e janelas maiores</td>
</tr>
<tr data-start="10459" data-end="10536">
<td data-start="10459" data-end="10466" data-col-size="sm">1979</td>
<td data-col-size="md" data-start="10466" data-end="10536">Mudanças de normas das janelas já provocam adaptações construtivas</td>
</tr>
<tr data-start="10537" data-end="10605">
<td data-start="10537" data-end="10560" data-col-size="sm">Início dos anos 1980</td>
<td data-col-size="md" data-start="10560" data-end="10605">Colunas verticais tornam-se predominantes</td>
</tr>
<tr data-start="10606" data-end="10681">
<td data-start="10606" data-end="10613" data-col-size="sm">1981</td>
<td data-start="10613" data-end="10681" data-col-size="md">Nielson Diplomata abandona definitivamente as colunas inclinadas</td>
</tr>
<tr data-start="10682" data-end="10792">
<td data-start="10682" data-end="10702" data-col-size="sm">Décadas seguintes</td>
<td data-col-size="md" data-start="10702" data-end="10792">Vidros maiores, ar-condicionado e posteriormente vidros colados consolidam novo padrão</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<h3 dir="auto" data-section-id="10kip6u" data-start="10794" data-end="10866">Uma característica que hoje imediatamente denuncia a idade do ônibus</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-535394" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2020-11-02-at-17.59.43-4.webp?resize=1024%2C768&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2020-11-02-at-17.59.43-4.webp?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2020-11-02-at-17.59.43-4.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2020-11-02-at-17.59.43-4.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2020-11-02-at-17.59.43-4.webp?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2020-11-02-at-17.59.43-4.webp?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p dir="auto" data-start="10868" data-end="10982">É por isso que uma fotografia lateral permite muitas vezes reconhecer rapidamente um ônibus dos anos 1960 ou 1970.</p>
<p dir="auto" data-start="10984" data-end="11058">As janelas inclinadas se tornaram um dos símbolos visuais daquela geração.</p>
<p dir="auto" data-start="11060" data-end="11172">Nos O-355 e O-362, nos CMA da Cometa e nos antigos Diplomata, as colunas eram parte da personalidade do veículo.</p>
<p dir="auto" data-start="11174" data-end="11227">A partir do fim dos anos 1970, as exigências mudaram.</p>
<p dir="auto" data-start="11229" data-end="11335">Design, segurança, fabricação, tamanho das janelas e sistemas de vedação passaram por evolução simultânea.</p>
<p dir="auto" data-start="11337" data-end="11554">E um detalhe curioso dessa transição ficou registrado justamente em 1979: ao adaptar rapidamente as janelas do então novo O-364 às normas do DNER, a Mercedes-Benz enfrentou entrada de água e ar nas primeiras unidades.</p>
<p dir="auto" data-start="11556" data-end="11869">Mais do que uma simples mudança estética, portanto, o desaparecimento das tradicionais janelas inclinadas ajuda a contar um momento em que o ônibus brasileiro passou de uma construção fortemente marcada pelo desenho artesanal das carrocerias para projetos cada vez mais industrializados, normatizados e modulares.</p>
<p dir="auto" data-start="11871" data-end="11930" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="11871" data-end="11930" data-is-last-node=""><strong data-start="11872" data-end="11929">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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