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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>VÍDEO: Chuva provoca acúmulo de água nas estações Liberdade e Paraíso da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo</title>
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	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 21:25:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Imagens nas redes sociais mostram água dentro das estações nesta quarta-feira (14); equipamentos auxiliares foram afetados, mas circulação dos trens não sofreu impacto YURI SENA As fortes chuvas que atingiram a cidade de São Paulo nesta quarta-feira (14) provocaram acúmulo de água no mezanino da estação Liberdade e em um dos acessos da estação Paraíso, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="499" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aa541605-173a-4299-a93b-72a394d4e02c-e1792013118996.jpg?fit=800%2C499&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Imagens nas redes sociais mostram água dentro das estações nesta quarta-feira (14); equipamentos auxiliares foram afetados, mas circulação dos trens não sofreu impacto</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><div style="width: 576px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-539076-2" width="576" height="1088" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-14-at-18.21.29.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-14-at-18.21.29.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-14-at-18.21.29.mp4</a></video></div></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As fortes chuvas que atingiram a cidade de São Paulo nesta quarta-feira (14) provocaram acúmulo de água no mezanino da estação Liberdade e em um dos acessos da estação Paraíso, ambas da Linha 1-Azul do Metrô. Imagens que circulam nas redes sociais mostram a presença de água nas dependências das estações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o Metrô, o acúmulo afetou parcialmente o funcionamento de equipamentos auxiliares, como catracas, monitores de informação e escadas fixas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Equipes de manutenção e limpeza foram acionadas e restabeleceram o funcionamento dos equipamentos nas duas estações. De acordo com a companhia, a circulação dos trens não foi afetada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira a nota do Metrô de São Paulo: </span></p>
<p><b><i>Em razão das fortes chuvas que atingiram a capital nesta quarta-feira (14), uma lâmina d&#8217;água se formou no mezanino da estação Liberdade e em um dos acessos da estação Paraíso, da Linha 1-Azul, e afetou parcialmente o funcionamento de alguns equipamentos auxiliares (catracas, monitores de informação e escadas fixas). Equipes de manutenção e limpeza foram acionadas e já restabeleceram o funcionamento desses equipamentos, em ambas estações. A circulação dos trens não foi impactada.</i></b></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

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    <title>“Lei da Buser” em MG: mais uma vez STF adia votação que determinaria se exigência de circuito fechado no fretamento e poder dos Estados são constitucionais ou não</title>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 21:05:43 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Na sessão desta quarta-feira (14), foram votados outros temas pelos ministros do Supremo. Na leitura da pauta para esta quinta, Fachin não mencionou o processo ADAMO BAZANI O Supremo Tribunal Federal (STF) deixou mais uma vez de realizar, nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a votação de um processo que pode definir os limites [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="770" height="487" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/buse.jpg?fit=770%2C487&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/buse.jpg?w=770&amp;ssl=1 770w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/buse.jpg?resize=300%2C190&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/buse.jpg?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/buse.jpg?resize=768%2C486&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/buse.jpg?resize=400%2C253&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /> <p><em>Na sessão desta quarta-feira (14), foram votados outros temas pelos ministros do Supremo. Na leitura da pauta para esta quinta, Fachin não mencionou o processo</em></p>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) deixou mais uma vez de realizar, nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a votação de um processo que pode definir os limites do poder dos Estados para regulamentar o fretamento de ônibus e a constitucionalidade da exigência de circuito fechado, pela qual um mesmo grupo de passageiros deve realizar a viagem de ida e volta no mesmo veículo. O julgamento envolve a Lei nº 23.941/2021, de Minas Gerais, conhecida como “Lei da Buser”, e interessa tanto às plataformas digitais de transporte quanto às empresas tradicionais de fretamento e às operadoras de linhas regulares.</p>
<p>O julgamento do processo foi adiado. A Ministra Cármen(relatora) decidiu não aceitar os pedidos da Abrati, e outros, como assistentes (amigos da causa). Cármen Lúcia decidiu isso momentos antes da sessão. Também havia vários pedidos de sustentação oral.</p>
<p>O processo, identificado como Recurso Extraordinário (RE) 1.506.410/MG, estava entre os assuntos previstos para a sessão desta quarta-feira (14), mas o plenário analisou outros temas. Ao anunciar a pauta de quinta-feira (15), o presidente do STF, ministro Edson Fachin, não mencionou o caso. A controvérsia envolve a obrigação de transportar um grupo previamente definido, a apresentação antecipada da lista de passageiros, a venda individualizada de lugares e a possibilidade de ônibus fretados realizarem viagens com características semelhantes às das linhas regulares.</p>
<p>O julgamento já havia sido adiado em 26 de agosto de 2026, por indicação da relatora, ministra Cármen Lúcia. Na ocasião, a magistrada considerou necessário assegurar a manifestação das partes após a apresentação de uma divergência no julgamento virtual.</p>
<p>A disputa está judicializada desde 2022, mas tem origem na aprovação da legislação mineira em setembro de 2021. A lei foi sancionada pelo governador Romeu Zema com vetos a dispositivos que restringiam o fretamento. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais, entretanto, derrubou esses vetos em novembro daquele ano.</p>
<p>Um dos aspectos mais relevantes é que a controvérsia não se limita à Buser. A definição sobre a constitucionalidade das restrições pode repercutir em outros Estados, sobretudo na diferenciação entre fretamento eventual, fretamento contínuo e transporte regular de passageiros.</p>
<h3>O que é a “Lei da Buser” e quais restrições foram impostas em Minas Gerais</h3>
<p>A Lei Estadual nº 23.941, de 24 de setembro de 2021, estabelece condições para a prestação de serviços de fretamento contínuo ou eventual em viagens intermunicipais e metropolitanas.</p>
<p>A legislação prevê que a prestação do serviço depende de autorização do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG).</p>
<p>Essa autorização tem caráter precário, personalíssimo, intransferível e temporário. O pedido pode ser apresentado por empresas de diferentes portes ou cooperativas, com cadastramento dos veículos, dos condutores e dos responsáveis pelo serviço.</p>
<p>Entre as principais exigências estabelecidas pela legislação estão:</p>
<p><strong>1. Circuito fechado:</strong> transporte de grupo previamente definido, com motivação comum, que parte de uma origem, segue até o destino e retorna no mesmo veículo utilizado na ida.</p>
<p><strong>2. Lista nominal de passageiros:</strong> obrigação de encaminhar ao DER-MG a identificação das pessoas que serão transportadas.</p>
<p><strong>3. Antecedência de seis horas:</strong> solicitação da autorização e envio da lista de passageiros até seis horas antes do início do primeiro trecho da viagem.</p>
<p><strong>4. Limitação das alterações na lista:</strong> possibilidade de substituição de até dois passageiros ou 20% da capacidade do veículo, prevalecendo o maior desses limites, com comunicação até o início da viagem.</p>
<p><strong>5. Proibição de venda individualizada por intermediários:</strong> restrição ao fretamento intermediado por terceiros que comercializem lugares de maneira fracionada ou individualizada.</p>
<p><strong>6. Proibição de características de transporte regular</strong>: restrição a viagens habituais com regularidade de dias, horários ou itinerários, além da comercialização individual de passagens.</p>
<p><strong>7. Restrições aos locais de embarque e desembarque:</strong> vedação, nas condições previstas na lei, ao embarque e desembarque ao longo do itinerário e em terminais rodoviários utilizados pelo transporte coletivo público.</p>
<p><strong>8. Documentação durante a viagem:</strong> obrigação de o motorista portar a autorização, o documento fiscal do contrato de fretamento e a relação dos passageiros transportados.</p>
<p>A legislação também estabelece mecanismos de fiscalização e remete às penalidades previstas na legislação estadual e no Código de Trânsito Brasileiro.</p>
<p>No caso do transporte clandestino ou irregular, a Lei nº 19.445/2011, com as alterações promovidas pela Lei nº 23.941/2021, prevê multa de 1.000 Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais (Ufemgs), remoção do veículo e outras sanções, conforme a infração.</p>
<p>A multa pode ser duplicada em caso de reincidência e a legislação também alcança quem promove ou intermedeia serviços irregulares.</p>
<p>Há ainda tratamento específico para o fretamento destinado ao transporte intermunicipal de trabalhadores rurais, com dispensa de determinadas exigências cadastrais e de envio de listas, sem afastar as obrigações relacionadas à segurança.</p>
<h3>Circuito fechado e circuito aberto: entenda as diferenças para passageiros e empresas</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-539053" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=819%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="819" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=120%2C150&amp;ssl=1 120w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=400%2C500&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=150%2C187&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?w=1122&amp;ssl=1 1122w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></p>
<p>A expressão circuito fechado é um dos pontos centrais da disputa porque determina como a viagem fretada deve ser organizada e contratada.</p>
<p>No modelo tradicional de circuito fechado, um grupo contrata um ônibus para realizar um deslocamento com ida e volta, com passageiros previamente identificados.</p>
<p>Já no chamado circuito aberto, a contratação pode envolver viagens somente de ida ou deslocamentos nos quais não exista obrigação de retorno com o mesmo grupo e veículo.</p>
<p>O circuito aberto, por si só, não significa necessariamente venda individual de passagens. Essa é uma questão jurídica distinta, embora as duas práticas estejam relacionadas na discussão sobre os modelos de fretamento intermediados por aplicativos.</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>Circuito fechado</th>
<th>Circuito aberto</th>
</tr>
<tr>
<td>Formação do grupo</td>
<td>Grupo previamente definido</td>
<td>Pode haver formação de grupos distintos por viagem</td>
</tr>
<tr>
<td>Viagem de ida</td>
<td>Realizada pelo grupo contratado</td>
<td>Pode ser contratada separadamente</td>
</tr>
<tr>
<td>Viagem de volta</td>
<td>Mesmo grupo retorna no mesmo veículo, segundo a lei mineira</td>
<td>Não exige retorno dos mesmos passageiros no mesmo veículo</td>
</tr>
<tr>
<td>Passageiros</td>
<td>Identificados previamente</td>
<td>Podem variar conforme a modalidade e a regulamentação</td>
</tr>
<tr>
<td>Contratação</td>
<td>Fretamento para grupo determinado</td>
<td>Pode envolver viagens independentes de ida e volta</td>
</tr>
<tr>
<td>Comercialização</td>
<td>A lei mineira proíbe a venda individualizada por intermediadores</td>
<td>A venda individual depende do enquadramento jurídico e das regras aplicáveis</td>
</tr>
<tr>
<td>Utilização do veículo</td>
<td>Vinculada ao itinerário e ao grupo contratado</td>
<td>Pode permitir utilização em diferentes viagens</td>
</tr>
<tr>
<td>Questão jurídica</td>
<td>Constitucionalidade da exigência estadual</td>
<td>Possibilidade de operação sem a obrigação de circuito fechado</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A diferença tem consequências operacionais e comerciais.</p>
<p>No circuito fechado, uma empresa que transporta determinado grupo precisa organizar o retorno conforme as condições do contrato e da regulamentação aplicável.</p>
<p>Em um modelo aberto, a transportadora pode, em tese, utilizar o veículo em outra viagem contratada de maneira independente, sem necessariamente transportar de volta os mesmos passageiros da primeira viagem.</p>
<p>Essa possibilidade pode modificar o aproveitamento dos ônibus, o planejamento dos deslocamentos e a composição dos custos operacionais.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o debate envolve os limites entre a contratação de um serviço de fretamento e a oferta de viagens regulares com venda individual de passagens.</p>
<p>No transporte regular, as empresas operam serviços submetidos a regras específicas de autorização ou concessão, com obrigações relacionadas a itinerários, horários, atendimento aos passageiros e continuidade da prestação do serviço.</p>
<p>O STF deverá examinar a validade das restrições contestadas, levando em consideração essas diferenças e as competências constitucionais dos entes federativos.</p>
<div>
<div>
<div>Imagem ilustrativa de ônibus rodoviário. A comparação entre circuito fechado e circuito aberto está detalhada na tabela acima.</div>
</div>
</div>
<h3>Histórico completo: da aprovação da lei em 2021 aos adiamentos do julgamento no STF em 2026</h3>
<p>A disputa sobre a chamada “Lei da Buser” envolve decisões legislativas, ações judiciais, medidas provisórias e votações no Supremo Tribunal Federal. A seguir, os principais acontecimentos em ordem cronológica.</p>
<p><strong>1. Projeto de lei começa a tramitar na Assembleia de Minas Gerais — 2015</strong></p>
<p>A legislação tem origem no Projeto de Lei nº 1.155/2015, apresentado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.</p>
<p>A proposta tratava da regulamentação do fretamento de veículos de transporte coletivo para viagens intermunicipais e metropolitanas.</p>
<p>Durante a tramitação, a discussão passou a envolver também as condições para a contratação das viagens e a diferença entre fretamento e transporte regular.</p>
<p><strong>2. Assembleia aprova restrições e governador veta parte das regras — setembro de 2021</strong></p>
<p>Em setembro de 2021, a Assembleia aprovou a proposição que deu origem à Lei nº 23.941.</p>
<p>O governador Romeu Zema sancionou a legislação em 24 de setembro, mas vetou dispositivos que considerou inadequados, incluindo a exigência de circuito fechado, a apresentação antecipada da lista de passageiros e a restrição à comercialização individualizada de lugares.</p>
<p>Na justificativa dos vetos, o Executivo questionou os efeitos dessas restrições sobre a prestação do serviço e o mercado de transporte fretado.</p>
<p><strong>3. Assembleia derruba vetos de Romeu Zema — 17 de novembro de 2021</strong></p>
<p>Os deputados estaduais rejeitaram os vetos do governador, restabelecendo os artigos 3º, 4º e 5º e dispositivos do artigo 6º da legislação.</p>
<p>A decisão colocou em vigor regras que haviam sido excluídas do texto sancionado, como a obrigatoriedade do circuito fechado e a proibição de intermediação de viagens com venda individualizada de lugares.</p>
<p>Foi esse conjunto de restrições que passou a ser contestado judicialmente.</p>
<p><strong>4. Lei é questionada na Justiça mineira — 2022</strong></p>
<p>O diretório estadual do Partido Novo apresentou uma ação de controle de constitucionalidade no Tribunal de Justiça de Minas Gerais.</p>
<p>A discussão envolvia artigos da Lei nº 23.941/2021 e as competências legislativas do Estado, além de questionamentos sobre a livre iniciativa e a separação dos Poderes.</p>
<p>O Tribunal de Justiça rejeitou a pretensão de declaração de inconstitucionalidade, o que levou o partido a recorrer ao STF.</p>
<p><strong>5. Dispositivos são suspensos durante a tramitação do recurso — 2024</strong></p>
<p>No andamento da controvérsia, foi concedido efeito suspensivo ao recurso extraordinário apresentado pelo Partido Novo.</p>
<p>Com isso, ficaram temporariamente suspensos os efeitos de dispositivos que tratavam do circuito fechado, das listas de passageiros, da antecedência da autorização e das restrições à comercialização e ao embarque.</p>
<p>Essa suspensão foi posteriormente revista pelo Supremo.</p>
<p><strong>6. Cármen Lúcia restabelece a eficácia das restrições — dezembro de 2024</strong></p>
<p>Em decisão monocrática publicada em 13 de dezembro de 2024, Cármen Lúcia cassou o efeito suspensivo que havia sido atribuído ao recurso extraordinário.</p>
<p>A medida restabeleceu a eficácia dos artigos 3º, 4º e 5º e dos dispositivos contestados do artigo 6º da Lei nº 23.941/2021.</p>
<p>A decisão teve consequência prática para a fiscalização e para as empresas de fretamento, uma vez que as restrições voltaram a produzir efeitos.</p>
<p><strong>7. Cármen Lúcia rejeita o recurso extraordinário — 13 de outubro de 2025</strong></p>
<p>A relatora negou provimento ao recurso do Partido Novo.</p>
<p>No entendimento apresentado, a legislação mineira encontrava amparo na competência residual dos Estados para disciplinar o transporte intermunicipal e metropolitano.</p>
<p>Cármen Lúcia também afastou as alegações de violação à separação dos Poderes e à reserva de administração.</p>
<p>A ministra considerou admissível a iniciativa parlamentar da legislação e apontou limites à revisão, pelo STF, de questões relacionadas à interpretação de normas locais.</p>
<p><strong>8. Partido Novo apresenta embargos de declaração — 21 de outubro de 2025</strong></p>
<p>Após a decisão, o Partido Novo apresentou embargos de declaração, alegando omissões que deveriam ser examinadas pelo Supremo.</p>
<p>O partido também pediu a alteração do resultado do julgamento, buscando afastar a decisão desfavorável e permitir nova análise da constitucionalidade dos dispositivos.</p>
<p>Os embargos passaram a concentrar a discussão subsequente.</p>
<p>9. Três ministros se manifestam pela manutenção da decisão — outubro e novembro de 2025</p>
<p>Na sessão virtual realizada de 31 de outubro a 10 de novembro de 2025, Cármen Lúcia votou por receber os embargos de declaração como agravo regimental e negar provimento ao pedido.</p>
<p>O entendimento foi acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin.</p>
<p>Na sequência, André Mendonça pediu vista, suspendendo a análise para examinar o processo.</p>
<p><strong>10. André Mendonça apresenta voto divergente — abril de 2026</strong></p>
<p>O julgamento foi retomado no plenário virtual iniciado em 17 de abril de 2026.</p>
<p>André Mendonça apresentou voto divergente, defendendo o provimento parcial do recurso e a declaração de inconstitucionalidade dos seguintes dispositivos da legislação mineira:</p>
<ul>
<li>
<div>
<div>
<p>Artigo 3º, que estabelece a obrigatoriedade do circuito fechado e da relação nominal dos passageiros.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Artigo 4º, que exige autorização e apresentação da lista com antecedência de seis horas.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Artigo 5º, que limita as alterações na relação dos passageiros.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Inciso I do artigo 6º, que proíbe o fretamento intermediado por terceiros com comercialização fracionada ou individualizada de lugares.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Inciso III do parágrafo único do artigo 6º, que trata da restrição ao embarque e desembarque ao longo do itinerário e em terminais rodoviários utilizados pelo transporte público.</p>
</div>
</div>
</li>
</ul>
<p>A divergência alcançava os pontos de maior repercussão para os modelos de fretamento intermediados por plataformas digitais.</p>
<p><strong>11. Edson Fachin pede destaque para julgamento presencial — abril de 2026</strong></p>
<p>Após a apresentação do voto de André Mendonça, o ministro Edson Fachin solicitou destaque do processo.</p>
<p>O pedido levou a discussão do ambiente virtual para o plenário presencial, onde os ministros poderiam debater a matéria.</p>
<p>Dessa maneira, o julgamento dos recursos passou a depender de nova deliberação em sessão presencial.</p>
<p><strong>12. Processo entra na pauta de 26 de agosto de 2026, mas julgamento é adiado</strong></p>
<p>O Supremo incluiu o caso na pauta de 26 de agosto de 2026.</p>
<p>No dia anterior, Cármen Lúcia apresentou despacho indicando a necessidade de garantir às partes a oportunidade de manifestação diante da retomada do julgamento presencial.</p>
<p>A relatora propôs que os embargados fossem intimados para apresentar contrarrazões, com posterior reinclusão do processo em pauta.</p>
<p>Em 26 de agosto, o plenário adiou a apreciação por indicação da ministra. A sessão foi presidida por Edson Fachin.</p>
<p><strong>13. STF anuncia nova previsão de julgamento para 14 e 15 de outubro de 2026</strong></p>
<p>Na programação oficial de outubro, o Supremo voltou a destacar o Caso Buser entre os assuntos previstos para as sessões dos dias 14 e 15.</p>
<p>O recurso foi colocado na relação de matérias destinadas ao plenário presencial, novamente sob a relatoria de Cármen Lúcia.</p>
<p><strong>14. STF realiza sessão, mas não julga o Caso Buser — 14 de outubro de 2026</strong></p>
<p>Na sessão desta quarta-feira, os ministros examinaram outros processos, e o RE 1.506.410/MG não chegou a ser chamado para votação.</p>
<p>Ao apresentar os julgamentos previstos para quinta-feira, Edson Fachin não mencionou a ação que discute a legislação mineira de fretamento.</p>
<p>O episódio representa mais uma oportunidade em que a controvérsia não chega a uma conclusão no plenário presencial.</p>
<h3>Quem participa da disputa judicial</h3>
<p>O recurso foi apresentado pelo diretório estadual do Partido Novo em Minas Gerais.</p>
<p>Entre os participantes e interessados no processo estão o Estado de Minas Gerais, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a Confederação Nacional de Serviços (CNS), a Confederação Nacional do Transporte (CNT), a Buser Brasil Tecnologia Ltda., a Associação Brasileira dos Fretadores Colaborativos (Abrafrec), a Federação de Serviços de Minas Gerais e o Sindicato das Empresas de Transporte Turístico e de Fretamento do Estado de Minas Gerais.</p>
<p>A presença dessas entidades demonstra que a discussão envolve segmentos distintos da atividade econômica e da representação empresarial, com interesses relacionados à contratação, fiscalização e execução dos serviços de transporte de passageiros.</p>
<h3>O que a decisão pode representar para a Buser, as empresas regulares e o fretamento tradicional</h3>
<p>Uma eventual decisão favorável à constitucionalidade das restrições da legislação mineira poderá consolidar, no âmbito do processo, a possibilidade de o Estado exigir circuito fechado, listas antecipadas e condições específicas para o fretamento intermunicipal e metropolitano.</p>
<p>Caso prevaleça o entendimento divergente apresentado por André Mendonça, os dispositivos questionados poderão ser afastados, alterando as condições legais aplicáveis aos serviços de fretamento abrangidos pela lei.</p>
<p>Para as empresas tradicionais que operam linhas regulares, a discussão envolve a possibilidade de concorrência com viagens fretadas comercializadas em plataformas digitais, especialmente nos mercados em que há oferta de deslocamentos semelhantes.</p>
<p>No caso das empresas de fretamento, o resultado poderá influenciar as possibilidades de contratação das viagens, formação dos grupos, planejamento da utilização dos veículos e organização dos itinerários.</p>
<p>Para os passageiros, os efeitos poderão envolver as opções de serviços disponíveis, as formas de contratação e a oferta de viagens de ida e volta.</p>
<p>Outra questão importante é a diferenciação das competências regulatórias.</p>
<p>No transporte intermunicipal e metropolitano, a atuação regulatória cabe aos Estados, dentro dos limites constitucionais e da legislação nacional.</p>
<p>No transporte rodoviário interestadual, a competência é federal, exercida pela União por meio da ANTT.</p>
<p>A eventual decisão do Supremo sobre a legislação mineira poderá ser utilizada como referência em outras disputas judiciais envolvendo o setor, de acordo com os fundamentos adotados pelos ministros e o alcance jurídico do pronunciamento.</p>
<p>A controvérsia, portanto, ultrapassa a situação de uma plataforma específica. Envolve a definição dos limites da regulamentação do fretamento e de sua diferenciação em relação ao <em>transporte regular de passageiros, justamente em um período de expansão das tecnologias de intermediação e comercialização de viagens rodoviárias.</em></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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    <title>URGENTE: Prefeitura de São Paulo suspende rodízio de veículos na tarde e noite desta quarta-feira (14) por causa das fortes chuvas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/urgente-prefeitura-de-sao-paulo-suspende-rodizio-de-veiculos-na-tarde-e-noite-desta-quarta-feira-14-por-causa-das-fortes-chuvas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 20:57:55 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[CET]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Informação foi confirmada pela Prefeitura ao Diário do Transporte; veículos de placas finais 5 e 6 poderão circular no Centro Expandido das 17h às 20h. Temporal provocou alagamentos, atingiu ônibus e carros no túnel do Anhangabaú e colocou toda a capital em estado de atenção ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo suspendeu o Rodízio [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="614" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3069ef4b-1ba3-437f-a6a9-be8667544b49-1-e1792011137472.jpg?fit=800%2C614&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <div><em>Informação foi confirmada pela Prefeitura ao <strong>Diário do Transporte;</strong> veículos de placas finais 5 e 6 poderão circular no Centro Expandido das 17h às 20h. Temporal provocou alagamentos, atingiu ônibus e carros no túnel do Anhangabaú e colocou toda a capital em estado de atenção</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo suspendeu o Rodízio Municipal de Veículos no período da tarde e noite desta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, em razão das fortes chuvas que atingiram a capital paulista e provocaram alagamentos e dificuldades de circulação em diversas regiões. A informação foi confirmada pela administração municipal ao Diário do Transporte. Com a decisão, os automóveis com placas finais 5 e 6, que normalmente estariam impedidos de circular no Centro Expandido entre 17h e 20h, poderão trafegar nesse período sem a restrição do rodízio.</p>
<p>A medida ocorre após um temporal que atingiu diferentes regiões da cidade, com situações graves no Centro, principalmente no túnel do Anhangabaú, onde carros, motos e ônibus ficaram cercados pela água. O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura colocou todas as regiões da capital e as marginais Tietê e Pinheiros em estado de atenção para alagamentos a partir das 15h25. A Defesa Civil também emitiu alerta severo para a população, diante dos riscos de chuva intensa, rajadas de vento, descargas elétricas e possibilidade de granizo.</p>
<p>A suspensão é excepcional e se refere ao período das 17h às 20h desta quarta-feira. O rodízio da manhã, das 7h às 10h, ocorreu normalmente.</p>
<p>A liberação da circulação por final de placa também não afasta as regras de trânsito, os bloqueios em locais alagados nem as restrições específicas aplicáveis a determinadas vias.</p>
<h3>Quais placas estão liberadas e como funciona o rodízio</h3>
<p>Nesta quarta-feira (14), a restrição normal seria aplicada aos veículos com placas terminadas em 5 e 6.</p>
<p>O Rodízio Municipal de Veículos, conhecido também como Operação Horário de Pico, funciona de segunda a sexta-feira, exceto feriados, em dois períodos: das 7h às 10h e das 17h às 20h.</p>
<p>A distribuição dos finais de placas é a seguinte:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Dia da semana</th>
<th>Finais de placas sujeitos ao rodízio</th>
</tr>
<tr>
<td>Segunda-feira</td>
<td>1 e 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Terça-feira</td>
<td>3 e 4</td>
</tr>
<tr>
<td>Quarta-feira</td>
<td>5 e 6</td>
</tr>
<tr>
<td>Quinta-feira</td>
<td>7 e 8</td>
</tr>
<tr>
<td>Sexta-feira</td>
<td>9 e 0</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A suspensão desta quarta-feira beneficia os veículos de placas finais 5 e 6 durante o horário da tarde e noite.</p>
<p>Para quinta-feira (15), a programação habitual prevê restrição aos automóveis com placas finais 7 e 8, das 7h às 10h e das 17h às 20h.</p>
<h3>Onde fica o Centro Expandido de São Paulo</h3>
<p>O rodízio abrange o Centro Expandido da capital paulista, incluindo as vias que delimitam o chamado Minianel Viário.</p>
<p>O perímetro é formado pelas seguintes vias:</p>
<ul>
<li>
<div>
<div>
<p>Marginal Tietê, entre a Avenida Salim Farah Maluf e a Marginal Pinheiros;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Marginal Pinheiros, até a Avenida dos Bandeirantes;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Avenida dos Bandeirantes;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Avenida Afonso d&#8217;Escragnolle Taunay;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Complexo Viário Maria Maluf;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Avenida Presidente Tancredo Neves;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Avenida das Juntas Provisórias;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Viaduto Grande São Paulo;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Avenida Professor Luís Inácio de Anhaia Melo;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Avenida Salim Farah Maluf.</p>
</div>
</div>
</li>
</ul>
<p>A área compreende o Centro e bairros de diferentes regiões da capital, incluindo partes das zonas Oeste, Sul, Norte e Leste.</p>
<p>O motorista deve observar que, em condições normais, a restrição também alcança as vias que delimitam o perímetro, e não apenas as ruas situadas dentro dele.</p>
<p>A circulação em local e horário proibidos pelo rodízio caracteriza infração de trânsito de natureza média, sujeita a multa de R$ 130,16 e quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).</p>
<h3>Temporal alaga túnel do Anhangabaú e deixa ônibus e automóveis cercados pela água</h3>
<p>Uma das ocorrências mais graves desta quarta-feira foi registrada no túnel do Anhangabaú, na região central de São Paulo, onde a água acumulada durante o temporal atingiu carros, motocicletas e ônibus.</p>
<p>A situação provocou a interdição da passagem e obrigou motoristas e ocupantes dos veículos a procurar locais seguros. Imagens mostraram pessoas sobre os automóveis enquanto a água tomava o túnel.</p>
<p>A ocorrência também chamou a atenção para os riscos enfrentados pelos passageiros do transporte coletivo, já que os ônibus podem ser atingidos por alagamentos e sofrer interrupções de circulação nos mesmos pontos utilizados pelos demais veículos.</p>
<p>Além do túnel do Anhangabaú, foram registrados problemas de alagamento na região da Avenida 9 de Julho, nas proximidades da Praça 14 Bis, na Bela Vista, e em outros pontos da capital.</p>
<p>Na região da Vila Mariana, houve registro de transbordamento do córrego Sapateiro.</p>
<p>As chuvas também atingiram a região do Parque do Ibirapuera e da Aclimação, onde foram observados alguns dos maiores acumulados de precipitação da tarde.</p>
<p>O temporal provocou transtornos adicionais na circulação de automóveis e ônibus, em um período próximo ao horário de pico, quando aumenta o movimento de trabalhadores e estudantes que retornam para casa.</p>
<h3>CGE colocou todas as regiões da cidade em estado de atenção às 15h25</h3>
<p>O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo colocou toda a capital em estado de atenção para alagamentos às 15h25 desta quarta-feira (14).</p>
<p>A medida abrangeu as zonas Norte, Sul, Leste, Oeste, Sudeste e Centro, além das marginais Tietê e Pinheiros.</p>
<p>Segundo o CGE, a combinação do calor com a entrada da brisa marítima favoreceu o desenvolvimento de áreas de instabilidade capazes de provocar chuvas fortes em curto intervalo de tempo.</p>
<p>Os radares meteorológicos identificaram precipitações intensas e risco de queda de granizo em bairros como Pirituba e Jaraguá, na Zona Norte, e Lapa e Pinheiros, na Zona Oeste.</p>
<p>O órgão também alertou para rajadas de vento e formação de alagamentos intransitáveis.</p>
<p>Antes do temporal, estações meteorológicas do CGE haviam registrado 27°C em Pirituba e 26°C no Campo Limpo, na Zona Sul. O aquecimento durante o dia contribuiu para a formação das instabilidades.</p>
<p>A chuva começou a ganhar intensidade durante a tarde, atingindo áreas centrais e importantes corredores viários da cidade.</p>
<p>Em situações como essa, o CGE recomenda que os motoristas evitem vias inundadas, principalmente túneis, passagens inferiores e locais próximos a córregos sujeitos a transbordamento.</p>
<h3>Defesa Civil emite alerta severo e orienta população a evitar deslocamentos em áreas alagadas</h3>
<p>A Defesa Civil do Estado de São Paulo também emitiu alerta severo em razão do temporal desta quarta-feira.</p>
<p>O aviso indicou riscos associados à chuva intensa, com possibilidade de raios, rajadas de vento e granizo.</p>
<p>As orientações dos órgãos de emergência incluem evitar áreas alagadas, não tentar atravessar enxurradas, manter distância de árvores durante vendavais e evitar contato com estruturas ou fios da rede elétrica.</p>
<p>Motoristas surpreendidos por alagamentos devem procurar alternativas seguras e respeitar os bloqueios organizados pelos agentes de trânsito.</p>
<p>Para os usuários do transporte coletivo, a recomendação é acompanhar possíveis mudanças de itinerários e interrupções provocadas pelas condições das vias.</p>
<p>Informações sobre bloqueios, ocorrências e condições de trânsito podem ser obtidas pelo telefone 156, da Prefeitura de São Paulo.</p>
<p>Em situações de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo número 199 e o Corpo de Bombeiros pelo 193.</p>
<h3>Previsão para quinta-feira (15): mais chuva forte e risco de novos alagamentos</h3>
<div>
<div>
<div>
<p>São Paulo — quinta-feira, 15 de outubro</p>
<div>
<h1>17°C a 25°C</h1>
</div>
<p>Chuva durante o dia, com possibilidade de precipitações intensas à tarde e à noite.</p>
</div>
</div>
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<div>
<p>Precipitação prevista pela Defesa Civil</p>
<h2>60 mm</h2>
</div>
</div>
<div>
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<p>Risco meteorológico</p>
<p>Novos alagamentos</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O CGE prevê que a madrugada de quinta-feira (15) tenha chuva moderada a forte, com potencial para formação de novos pontos de alagamento na cidade.</p>
<p>Durante o dia, são esperados curtos períodos de melhoria, mas as instabilidades deverão voltar a ganhar força entre a tarde e a noite, com volumes expressivos de precipitação.</p>
<p>As temperaturas devem variar entre 17°C e 25°C, segundo a previsão municipal.</p>
<p>A Defesa Civil estadual indica possibilidade de acumulado de 60 milímetros ao longo de quinta-feira na cidade de São Paulo. Esse valor representa uma previsão de chuva, e não um volume já registrado.</p>
<p>Para sexta-feira (16), a previsão aponta continuidade do tempo instável, com céu encoberto e chuva. A propagação de uma frente fria pelo litoral paulista poderá intensificar as precipitações durante a tarde.</p>
<p>O CGE prevê temperaturas entre 18°C e 23°C na sexta-feira e alerta para o risco de novos alagamentos e deslizamentos em áreas vulneráveis, especialmente devido ao solo encharcado.</p>
<p>A recomendação para quem depende de ônibus, automóveis ou outros meios de transporte é considerar a possibilidade de interrupções e atrasos nos deslocamentos, principalmente nos períodos de chuva intensa.</p>
<p>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</p>
</div>
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    <title>VÍDEO: Chuva provoca grave alagamento no Túnel do Anhangabaú, com ônibus e diversos carros submersos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/video-chuva-provoca-grave-alagamento-no-tunel-do-anhangabau-com-onibus-e-diversos-carros-submersos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Região da Vila Mariana entrou em estado de alerta, com registro de transbordamento de córrego VINÍCIUS DE OLIVEIRA Colaborou Yuri Sena Nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a cidade de São Paulo se encontra em estado de atenção para alagamentos, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas. Imagens divulgadas em redes sociais mostram [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="828" height="535" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/77afe772-f3f4-4934-b31c-87c9351742ff.jpg?fit=828%2C535&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/77afe772-f3f4-4934-b31c-87c9351742ff.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/77afe772-f3f4-4934-b31c-87c9351742ff.jpg?resize=300%2C194&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/77afe772-f3f4-4934-b31c-87c9351742ff.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/77afe772-f3f4-4934-b31c-87c9351742ff.jpg?resize=768%2C496&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/77afe772-f3f4-4934-b31c-87c9351742ff.jpg?resize=400%2C258&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Região da Vila Mariana entrou em estado de alerta, com registro de transbordamento de córrego</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Colaborou Yuri Sena</em></strong></p>



<figure class="wp-block-video"><video height="576" style="aspect-ratio: 624 / 576;" width="624" controls src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/21a4c039-9b7c-4c8d-9c0b-1d33f928105c.mp4"></video></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a cidade de São Paulo se encontra em estado de atenção para alagamentos, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagens divulgadas em redes sociais mostram o cenário crítico do Túnel do Anhangabaú nesta tarde. Diversos carros estão presos e debaixo d&#8217;água, é possível notar também a presença de um ônibus articulado do sistema municipal. De acordo com o Corpo de Bombeiros, quatro vítimas foram confirmadas no local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A região da Vila Mariana entrou em estado de alerta por conta do transbordamento do Córrego Sapateiro, na Avenida Quarto Centenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o órgão da prefeitura aponta nove pontos de alagamento, sendo cinco deles intransitáveis, nas regiões da Sé, Santo Amaro e Vila Mariana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira o comunicado do CGE sobre a situação do clima:</p>



<p class="pf0 wp-block-paragraph"><em>&#8220;A combinação do calor e entrada da brisa marítima estimula a formação de chuva com até forte intensidade dentro da cidade de São Paulo. Imagens do radar meteorológico indica chuva forte&nbsp; com potencial para queda de granizo entre os bairros de Pirituba, Jaraguá, ambos zona norte e na Lapa e Pinheiros, na zona oeste. Na ocasião da chuva, além de queda de granizo, pode ocorrer rajadas de vento e alagamentos intransitáveis.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A chuva continua atuando com forte intensidade e concentrada entre os bairros de Vila Mariana, Jabaquara e Ipiranga, na região sudeste da cidade. A instabilidade segue em direção ao ABC Paulista.&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão da prefeitura aponta as seguintes recomendações para amenizar os efeitos dos alagamentos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Evite transitar em ruas alagadas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Se a chuva causou inundações, não se aventure a enfrentar correntezas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Fique em lugar seguro. Se precisar, peça ajuda;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Mantenha-se longe da rede elétrica e não pare debaixo de árvores. Abrigue-se em casas e prédios;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Planeje suas viagens, para que haja menor possibilidade de enfrentar engarrafamentos causados por ruas bloqueadas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Em caso de dúvida sobre vias bloqueadas, ligue para a central de atendimento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) através do número 156 ou entre no site da CET para saber como está o trânsito nas principais vias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>SPTrans mantém prazos de licitação de plano de saúde para trabalhadores das linhas da antiga Transwolff</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/sptrans-mantem-prazos-de-licitacao-de-plano-de-saude-para-trabalhadores-das-linhas-da-antiga-transwolff/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:01:29 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Novo esclarecimento permite apresentação digital de documentos de habilitação; contratação prevê aproximadamente 3.641 titulares e integra estrutura provisória dos lotes D10 e D11 ADAMO BAZANI A SPTrans publicou um novo esclarecimento da licitação de assistência médica para trabalhadores dos lotes D10 e D11, anteriormente concedidos à Transwolff, na zona Sul de São Paulo. A companhia [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="910" height="586" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?fit=910%2C586&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?w=910&amp;ssl=1 910w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?resize=768%2C495&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?resize=400%2C258&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 910px) 100vw, 910px" /> <p><em>Novo esclarecimento permite apresentação digital de documentos de habilitação; contratação prevê aproximadamente 3.641 titulares e integra estrutura provisória dos lotes D10 e D11</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A SPTrans publicou um novo esclarecimento da licitação de assistência médica para trabalhadores dos lotes D10 e D11, anteriormente concedidos à Transwolff, na zona Sul de São Paulo. A companhia confirmou que documentos de habilitação originalmente digitais poderão ser apresentados nesse formato, sem impressão integral, e informou que os prazos de propostas e abertura da disputa permanecem inalterados.</p>
<p>O plano integra as contratações necessárias para manter a estrutura dos dois lotes enquanto não é concluída a nova concessão das linhas. A documentação estima aproximadamente 3.641 beneficiários, com base em junho de 2026, e prevê atendimento médico, hospitalar, cirúrgico e obstétrico, além da possibilidade de encerramento antecipado do contrato quando forem celebradas as novas concessões.</p>
<h2>O que muda com o quarto boletim de esclarecimentos</h2>
<p>Uma empresa interessada perguntou se os documentos de habilitação produzidos originalmente em meio digital poderiam ser entregues eletronicamente, dispensando a impressão integral, especialmente quando houver elevado número de páginas.</p>
<p>A pergunta menciona documentos assinados eletronicamente, emitidos com certificação ICP-Brasil ou dotados de mecanismos de validação pela internet pelos órgãos responsáveis.</p>
<p>A SPTrans respondeu positivamente, remetendo aos itens do edital que disciplinam essa apresentação.</p>
<p>Isso permite comprovar a habilitação pelos arquivos digitais e pelos mecanismos de autenticidade previstos, sem exigir a reprodução em papel de todo o conteúdo.</p>
<p>O esclarecimento não dispensa documentos obrigatórios nem altera as condições exigidas para a operadora do plano.</p>
<p>Segundo a SPTrans, a resposta não interfere na preparação das propostas. Por esse motivo, o limite de recebimento e a sessão pública de abertura permanecem inalterados.</p>
<p>O boletim publicado nesta sexta-feira não reproduz as datas. Portanto, o ato permite informar a manutenção do calendário vigente, mas não autoriza recuperar como atual uma data anunciada em etapas anteriores.</p>
<h2>Plano estima 3.641 trabalhadores; número definitivo será informado na contratação</h2>
<p>O termo de referência utiliza a posição de junho de 2026 para estimar 3.641 beneficiários.</p>
<p>A relação exata deverá ser fornecida pela SPTrans na assinatura do contrato. Assim, a estimativa não deve ser tratada como uma contagem atualizada automaticamente para outubro.</p>
<p>Em esclarecimentos anteriores, a companhia confirmou que o universo informado corresponde a titulares, sem dependentes ou agregados, e que há motoristas entre os beneficiários.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, o plano também deverá manter a identificação dos empregados de cada lote para faturamentos distintos.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/31/sptrans-cita-futura-licitacao-das-linhas-da-antiga-transwolff-em-esclarecimento-sobre-plano-de-saude-para-3-641-trabalhadores-dos-lotes-d10-e-d11/amp/?utm_source=chatgpt.com">SPTrans detalha plano de saúde para 3.641 trabalhadores de D10 e D11 e cita futura concessão das linhas</a>.</p>
<h2>Cobertura inclui consultas, internações e atendimento a acidentes de trabalho</h2>
<p>A contratação exige operadora registrada na Agência Nacional de Saúde Suplementar e assistência de abrangência estadual.</p>
<p>O termo prevê atendimento ambulatorial, hospitalar com obstetrícia, exames laboratoriais e serviços de apoio ao diagnóstico, observando o rol de procedimentos da ANS e suas atualizações.</p>
<p>Também estão previstos atendimentos por acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.</p>
<p>A rede deverá garantir urgência e emergência durante 24 horas, inclusive aos sábados, domingos e feriados. A operadora deverá manter serviço de atendimento ao beneficiário para orientações sobre rede, exames, consultas, autorizações e internações.</p>
<p>A documentação exige disponibilização eletrônica da relação de profissionais e instituições credenciadas. As carteiras de identificação, físicas ou digitais, deverão ser fornecidas sem custo adicional, em até dez dias corridos após a solicitação.</p>
<p>Se houver substituição de prestador hospitalar durante uma internação e o paciente não puder ser removido, o termo determina a manutenção do atendimento até a alta, segundo avaliação médica.</p>
<h2>Grupo inicial será incluído sem carência; plano prevê coparticipação</h2>
<p>A operadora deverá assumir o grupo existente na contratação sem limitação de idade, exigência de exame prévio ou carência, independentemente do estado de saúde.</p>
<p>Para inclusões posteriores, a documentação estabelece regras específicas sobre prazo de inscrição e eventual carência.</p>
<p>O plano prevê padrão enfermaria e opção de apartamento. No padrão apartamento, a diferença de preço em relação à enfermaria ficará a cargo do titular, mediante os procedimentos previstos para desconto em folha.</p>
<p>A coparticipação indicada no termo de referência é:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Atendimento</th>
<th>Coparticipação prevista</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Consulta eletiva</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Consulta em pronto-socorro</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Exame simples</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Terapia simples</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Internação</td>
<td>0%</td>
</tr>
<tr>
<td>Exame complexo</td>
<td>0%</td>
</tr>
<tr>
<td>Terapia complexa</td>
<td>0%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>São condições da contratação, não um anúncio de início imediato do benefício. O boletim desta sexta-feira não apresenta resultado da disputa, operadora vencedora ou data de implantação do plano.</p>
<h2>Convênio médico faz parte das responsabilidades assumidas após a caducidade</h2>
<p>A justificativa da SPTrans relaciona a contratação ao decreto que extinguiu as concessões da Transwolff e à continuidade das operações.</p>
<p>O termo também menciona a cláusula da convenção coletiva que institui o direito ao convênio médico para os trabalhadores da categoria. A companhia apresenta o benefício como cumprimento das obrigações aplicáveis e instrumento de retenção dos profissionais necessários aos dois lotes.</p>
<p>A SPTrans, portanto, está contratando um serviço para trabalhadores de uma operação de ônibus cuja estrutura permanece sob sua responsabilidade durante a transição.</p>
<p>Manutenção dos veículos, segurança das unidades, pneus e benefícios trabalhistas são contratações distintas da futura concessão das linhas.</p>
<p>O contrato de assistência médica está previsto para 12 meses, com possibilidade de encerramento antecipado caso a licitação de D10 e D11 seja concluída e os novos contratos de concessão sejam celebrados.</p>
<p>O quarto boletim de esclarecimentos consta na página 548 do Diário Oficial e refere-se à licitação 024/2026.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>ANTT antecipa duplicação da BR-153 em Tocantins e Goiás e autoriza novas estruturas de apoio a motoristas em Minas Gerais</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/antt-antecipa-duplicacao-da-br-153-em-tocantins-e-goias-e-autoriza-novas-estruturas-de-apoio-a-motoristas-em-minas-gerais/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:31:30 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ecovias Araguaia poderá executar no quinto ano de concessão obras previstas inicialmente para os anos 23 e 24; Way 153 recebe autorização para base operacional na BR-153 e concessionária da BR-040 poderá construir ponto de parada e descanso ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou a antecipação de obras de duplicação da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Ecovias Araguaia poderá executar no quinto ano de concessão obras previstas inicialmente para os anos 23 e 24; Way 153 recebe autorização para base operacional na BR-153 e concessionária da BR-040 poderá construir ponto de parada e descanso</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou a antecipação de obras de duplicação da BR-153 em Tocantins e Goiás, além do início da construção de duas estruturas de apoio aos usuários de rodovias federais em Minas Gerais. As decisões, publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, envolvem três concessionárias: Ecovias Araguaia, Rota Sertaneja (Way 153) e Concessionária da Rodovia Belo Horizonte–Cristalina. As intervenções abrangem a ampliação da capacidade de tráfego, o atendimento a motoristas e passageiros e a implantação de um ponto de descanso para profissionais que utilizam as rodovias.</p>
<p>Na BR-153, a Ecovias Araguaia recebeu autorização para antecipar a execução de aproximadamente 3,5 quilômetros de obras, originalmente previstas para os anos 23 e 24 da concessão, que agora poderão ocorrer no quinto ano contratual. Em Minas Gerais, a Way 153 poderá iniciar a construção de uma Base de Serviços Operacionais e de Atendimento ao Usuário no km 175,660 da BR-153, enquanto a concessionária da BR-040 foi autorizada a implantar um Ponto de Parada e Descanso no km 434, na pista sul. As estruturas integram as obrigações previstas nos respectivos contratos de concessão.</p>
<p>As autorizações foram expedidas pela Superintendência de Infraestrutura Rodoviária (SUROD), responsável pelo acompanhamento das condições de operação, manutenção e investimentos nas rodovias federais concedidas.</p>
<h3>Duplicação da BR-153 será antecipada em mais de 18 anos em trechos de Tocantins e Goiás</h3>
<p>A decisão de antecipar as obras atende a um pedido da Ecovias Araguaia S.A., responsável pela concessão de trechos da BR-153 que integram o corredor rodoviário entre Tocantins e Goiás.</p>
<p>O primeiro segmento fica no município de Talismã, no Tocantins, entre os quilômetros 800 e 802,531 da BR-153, totalizando 2,531 quilômetros.</p>
<p>A intervenção estava programada para o 23º ano de concessão e poderá ser realizada no quinto ano contratual, uma antecipação de 18 anos em relação ao cronograma original.</p>
<p>O segundo segmento fica em Goiás, entre os quilômetros 0 e 1 da BR-153, com extensão de um quilômetro.</p>
<p>Nesse caso, a execução estava prevista para o 24º ano da concessão e foi antecipada para o quinto ano, representando 19 anos de diferença em relação ao planejamento inicial.</p>
<p>Somadas, as duas intervenções abrangem 3,531 quilômetros de rodovia.</p>
<p>As obras fazem parte do Programa de Exploração da Rodovia (PER), documento que estabelece os investimentos, serviços e obrigações previstos no contrato da concessionária.</p>
<p>A BR-153 é um dos principais eixos rodoviários de ligação entre o Centro-Oeste, o Norte e outras regiões do país. O corredor atende ao transporte de cargas, às viagens de ônibus interestaduais e aos deslocamentos regionais de passageiros.</p>
<p>A duplicação de trechos de rodovias permite separar os fluxos de veículos em sentidos opostos, ampliando a capacidade de circulação e contribuindo para a redução dos riscos associados a ultrapassagens e conflitos entre veículos.</p>
<p>Essas características são especialmente importantes em corredores utilizados simultaneamente por automóveis, caminhões e ônibus rodoviários, que apresentam diferenças de velocidade, comprimento e condições de frenagem.</p>
<h3>Antecipação das obras terá efeitos no equilíbrio econômico-financeiro da concessão</h3>
<p>A decisão da ANTT também estabelece como serão tratados os efeitos financeiros da antecipação dos investimentos.</p>
<p>O contrato prevê a utilização do chamado Fator A, mecanismo de recomposição do equilíbrio econômico-financeiro aplicado a determinadas obras e melhorias executadas pela concessionária.</p>
<p>Por esse mecanismo, investimentos realizados antecipadamente podem ser reconhecidos no processo de revisão tarifária previsto no contrato.</p>
<p>Segundo a decisão, os efeitos financeiros deverão ser processados na revisão tarifária ordinária seguinte à conclusão das obras.</p>
<p>O texto também estabelece que a eventual não execução antecipada dessas intervenções não resultará, especificamente por essa antecipação, em desconto tarifário ou aplicação de sanções à concessionária.</p>
<p>O procedimento está previsto nas regras do contrato de concessão da Ecovias Araguaia e na regulamentação da ANTT.</p>
<p>A utilização do Fator A busca tratar a diferença entre o cronograma original de investimentos e a execução antecipada, considerando os efeitos econômicos decorrentes da realização das obras antes do prazo contratualmente previsto.</p>
<h3>Way 153 recebe autorização para construir base operacional e de atendimento em Minas Gerais</h3>
<p>Outra decisão publicada nesta quarta-feira autoriza a Concessionária Rota Sertaneja, identificada como Way 153, a iniciar a implantação de uma Base de Serviços Operacionais (BSO) e de um Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) na BR-153, em Minas Gerais.</p>
<p>A estrutura ficará no km 175,660 da rodovia e será identificada como SAU 08.</p>
<p>A obra integra o Programa de Exploração Rodoviária da concessão, referente ao contrato firmado a partir do edital de 2025.</p>
<p>O cronograma contratual prevê a conclusão da instalação até o primeiro ano de concessão.</p>
<p>As bases operacionais e de atendimento são utilizadas para apoiar a prestação dos serviços previstos nas concessões rodoviárias, incluindo atividades de assistência aos usuários e suporte à operação da rodovia.</p>
<p>Essas instalações integram a estrutura necessária para o atendimento de ocorrências e para a organização dos recursos empregados pela concessionária.</p>
<p>Para passageiros de ônibus rodoviários, motoristas profissionais e demais usuários, a existência de serviços operacionais ao longo da estrada é importante nas situações que exigem apoio durante a viagem, especialmente em trechos extensos e de grande circulação de veículos pesados.</p>
<p>A implantação da unidade faz parte das obrigações de atendimento previstas no contrato da Way 153.</p>
<h3>BR-040 terá novo ponto de parada e descanso para motoristas na pista sul</h3>
<p>Na BR-040, em Minas Gerais, a ANTT autorizou o início das obras de um Ponto de Parada e Descanso (PPD) no km 434, na pista sul.</p>
<p>A estrutura será implantada pela Concessionária da Rodovia Belo Horizonte–Cristalina S.A., responsável pelo trecho concedido.</p>
<p>A instalação está prevista no Programa de Exploração da Rodovia e deverá ser concluída até o segundo ano da concessão, conforme o cronograma contratual.</p>
<p>Os pontos de parada e descanso são estruturas destinadas a oferecer locais adequados para interrupção das viagens, especialmente por motoristas profissionais que percorrem longas distâncias.</p>
<p>No transporte rodoviário de cargas, essas instalações possuem relação direta com as condições de repouso dos caminhoneiros e com as exigências legais sobre jornadas de trabalho e períodos de descanso.</p>
<p>A disponibilidade de locais apropriados para parar também contribui para a segurança viária, pois facilita o planejamento das viagens e a realização de pausas em locais destinados a essa finalidade.</p>
<p>A BR-040 é um dos corredores utilizados no deslocamento entre Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal, com circulação de caminhões, ônibus e veículos de passeio.</p>
<p>Para o transporte rodoviário de passageiros, a presença de estruturas de apoio na malha concedida também é relevante para a organização operacional e para as condições de circulação dos veículos ao longo dos percursos.</p>
<h3>Três intervenções integram contratos diferentes de concessão</h3>
<p>As decisões publicadas pela ANTT envolvem contratos distintos, com investimentos e prazos previstos nos respectivos programas de exploração rodoviária.</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária</th>
<th>Rodovia e localização</th>
<th>Intervenção</th>
<th>Prazo contratual</th>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Araguaia</td>
<td>BR-153, km 800 ao 802,531, Talismã (TO)</td>
<td>Antecipação de duplicação de 2,531 km</td>
<td>Do 23º para o 5º ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Araguaia</td>
<td>BR-153, km 0 ao 1, Goiás</td>
<td>Antecipação de duplicação de 1 km</td>
<td>Do 24º para o 5º ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Sertaneja (Way 153)</td>
<td>BR-153, km 175,660, Minas Gerais</td>
<td>Base operacional e Serviço de Atendimento ao Usuário</td>
<td>Até o 1º ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Belo Horizonte–Cristalina</td>
<td>BR-040, km 434, pista sul, Minas Gerais</td>
<td>Ponto de Parada e Descanso</td>
<td>Até o 2º ano</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>As medidas constam das Decisões SUROD nº 1.629, de 6 de outubro, nº 1.650, de 7 de outubro, e nº 1.656, de 8 de outubro de 2026, todas publicadas na seção 1 do Diário Oficial da União desta quarta-feira (14).</p>
<p>A antecipação da duplicação e a implantação das estruturas operacionais fazem parte das intervenções previstas na malha rodoviária federal concedida, que concentra corredores importantes para o transporte de passageiros e de mercadorias.</p>
<p>A execução das obras permitirá ampliar a infraestrutura disponível nesses trechos, com efeitos esperados sobre as condições de circulação, a prestação de serviços aos usuários e o apoio aos profissionais que trabalham diariamente nas rodovias.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/antt-antecipa-duplicacao-da-br-153-em-tocantins-e-goias-e-autoriza-novas-estruturas-de-apoio-a-motoristas-em-minas-gerais/feed/</wfw:commentRss>
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  </item>
  <item>
    <title>STF rejeita recurso da Uber para liberar mototáxi por aplicativo em São Paulo e mantém decisão favorável à Prefeitura</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/stf-rejeita-recurso-da-uber-para-liberar-mototaxi-por-aplicativo-em-sao-paulo-e-mantem-decisao-favoravel-a-prefeitura/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/stf-rejeita-recurso-da-uber-para-liberar-mototaxi-por-aplicativo-em-sao-paulo-e-mantem-decisao-favoravel-a-prefeitura/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:02:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ministra Cármen Lúcia negou seguimento à reclamação da empresa contra decisão do Tribunal de Justiça que suspendeu o credenciamento da Uber Moto; julgamento envolve exigências de seguro, segurança dos passageiros e limites da regulamentação municipal ADAMO BAZANI A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento a uma reclamação apresentada pela Uber do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="655" height="468" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-11.jpg?fit=655%2C468&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-11.jpg?w=655&amp;ssl=1 655w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-11.jpg?resize=300%2C214&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-11.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-11.jpg?resize=400%2C286&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 655px) 100vw, 655px" /> <div><em>Ministra Cármen Lúcia negou seguimento à reclamação da empresa contra decisão do Tribunal de Justiça que suspendeu o credenciamento da Uber Moto; julgamento envolve exigências de seguro, segurança dos passageiros e limites da regulamentação municipal</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento a uma reclamação apresentada pela Uber do Brasil Tecnologia Ltda. contra uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que suspendeu a obrigação de a Prefeitura da capital credenciar a plataforma para oferecer transporte remunerado de passageiros por motocicletas. A decisão foi assinada em 6 de outubro de 2026 e mantém os efeitos da suspensão determinada pela Justiça paulista em 24 de julho, impedindo, por enquanto, que a Uber obtenha o credenciamento por meio da ordem judicial anteriormente concedida.</p>
<p>A empresa pretendia reverter a decisão do TJ-SP com o argumento de que o Município de São Paulo estaria descumprindo determinações do próprio Supremo sobre a regulamentação dos serviços de transporte por aplicativo, especialmente quanto às exigências de seguros. Cármen Lúcia, entretanto, concluiu que a reclamação não preenchia os requisitos processuais para ser examinada pelo STF. A ministra apontou que a Uber ainda não havia esgotado as possibilidades de recurso nas instâncias anteriores e que faltavam documentos necessários para demonstrar a alegada contrariedade às decisões do Supremo.</p>
<p>A decisão foi tomada na Reclamação nº 100.528, apresentada pela Uber em 25 de setembro de 2026, e representa mais um capítulo da disputa judicial entre as plataformas de transporte e a Prefeitura de São Paulo sobre a operação do chamado mototáxi por aplicativo.</p>
<p>O entendimento de Cármen Lúcia preserva, neste momento, a decisão favorável ao Município, mas não representa um julgamento definitivo sobre a constitucionalidade das regras municipais nem sobre o direito das plataformas de oferecer o serviço.</p>
<h3>Uber tentava reverter suspensão determinada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo</h3>
<p>A disputa específica começou com um pedido de credenciamento apresentado pela Uber ao Comitê Municipal de Uso do Viário (CMUV), órgão responsável pela análise das solicitações das empresas interessadas em intermediar o transporte remunerado individual de passageiros por motocicletas.</p>
<p>Em 31 de março de 2026, o pedido foi indeferido pela administração municipal.</p>
<p>A empresa recorreu à Justiça e, em 15 de junho, obteve decisão favorável da 16ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de São Paulo. A sentença declarou ilegal a negativa administrativa ao credenciamento.</p>
<p>Posteriormente, em 15 de julho, o CMUV voltou a indeferir o pedido, desta vez com fundamento nas exigências relacionadas à contratação do Seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros (APP).</p>
<p>O Município sustentou que a documentação apresentada pela plataforma não demonstrava o cumprimento dos requisitos de cobertura previstos na legislação federal e nas decisões do Supremo.</p>
<p>A Uber, por sua vez, considerou que a nova negativa contrariava as determinações judiciais e solicitou o cumprimento provisório da sentença.</p>
<p>Em 21 de julho, a Justiça paulista determinou que o CMUV formalizasse o credenciamento da empresa em 48 horas, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.</p>
<p>Como mostrou o Diário do Transporte, a Prefeitura recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo e conseguiu suspender a determinação em 24 de julho.</p>
<p>Na ocasião, o desembargador Dimas Borelli Thomaz Júnior, da 13ª Câmara de Direito Público, concedeu efeito suspensivo ao recurso municipal.</p>
<p>A administração alegou que a nova negativa de credenciamento estava fundamentada em circunstâncias jurídicas e documentais que deveriam ser analisadas separadamente da primeira decisão administrativa.</p>
<p>Também argumentou que a segurança viária e a proteção da vida deveriam ser consideradas na avaliação do serviço, especialmente diante dos riscos associados ao transporte de passageiros em motocicletas.</p>
<p>Relembre as reportagens publicadas pelo Diário do Transporte:</p>
<ul>
<li>
<div>
<div>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/22/justica-determina-que-prefeitura-de-sao-paulo-autorize-operacao-de-mototaxi-por-aplicativo-da-uber-em-ate-48-horas/">Justiça determina que Prefeitura de São Paulo autorize operação de mototáxi por aplicativo da Uber em até 48 horas – 22 de julho de 2026</a></p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/24/tj-sp-suspende-decisao-que-obrigava-prefeitura-de-sao-paulo-a-credenciar-uber-moto-em-48-horas/">TJ-SP suspende decisão que obrigava Prefeitura de São Paulo a credenciar Uber Moto em 48 horas – 24 de julho de 2026</a></p>
</div>
</div>
</li>
</ul>
<h3>Cármen Lúcia aponta ausência de requisitos para julgamento no Supremo</h3>
<p>Na reclamação apresentada ao STF, a Uber argumentou que a suspensão do credenciamento contrariava dois precedentes do próprio tribunal.</p>
<p>O primeiro era o Recurso Extraordinário nº 1.054.110, correspondente ao Tema 967 da repercussão geral, no qual o Supremo estabeleceu limites à atuação dos municípios na regulamentação do transporte privado individual remunerado de passageiros por aplicativos.</p>
<p>O segundo era a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 1.296, que trata especificamente das regras municipais para o transporte de passageiros por motocicletas em São Paulo.</p>
<p>Ao examinar o pedido, Cármen Lúcia considerou que a empresa utilizou um instrumento processual inadequado para tentar modificar a decisão do TJ-SP.</p>
<p>Segundo a ministra, o Código de Processo Civil exige o esgotamento das instâncias ordinárias antes da apresentação de uma reclamação destinada a garantir o cumprimento de entendimento firmado pelo STF em repercussão geral.</p>
<p>A relatora registrou que não havia notícia da interposição de recurso extraordinário no caso.</p>
<p>Quanto à alegação de descumprimento das decisões da ADPF 1.296, Cármen Lúcia apontou outra deficiência: a Uber não apresentou a petição do agravo de instrumento formulado pela Prefeitura de São Paulo no Tribunal de Justiça.</p>
<p>Esse documento, segundo a ministra, seria indispensável para identificar os fundamentos efetivamente submetidos à Justiça paulista e verificar eventual incompatibilidade com as determinações do Supremo.</p>
<p>A relatora observou ainda que a decisão contestada havia sido tomada de maneira provisória, acolhendo os argumentos do recurso municipal.</p>
<p>Para Cármen Lúcia, a reclamação estava sendo utilizada como tentativa de substituir os recursos judiciais próprios.</p>
<p>Diante dessas circunstâncias, a ministra decidiu:</p>
<blockquote><p>“Pelo exposto, nego seguimento à presente reclamação.”</p></blockquote>
<p>A decisão também contém uma advertência sobre a possibilidade de aplicação de multa processual em caso de apresentação de recurso manifestamente inadmissível contra o pronunciamento.</p>
<h3>Seguro de passageiros está no centro da disputa entre Uber e Prefeitura</h3>
<p>Um dos pontos mais importantes do conflito é a definição das coberturas de seguro que podem ser exigidas das plataformas responsáveis pela intermediação do transporte de passageiros por motocicletas.</p>
<p>A legislação municipal aprovada em 2025 estabeleceu requisitos para o credenciamento das empresas, incluindo exigências de seguro que abrangiam passageiros, condutores e terceiros, além de indenizações por danos morais.</p>
<p>O tema foi levado ao Supremo pela Confederação Nacional de Serviços (CNS), que questionou dispositivos da Lei Municipal nº 18.349/2025 e do Decreto Municipal nº 64.811/2025.</p>
<p>Em 19 de janeiro de 2026, o ministro Alexandre de Moraes concedeu uma medida cautelar que suspendeu parte das exigências municipais.</p>
<p>Entre os pontos atingidos estavam regras que condicionavam a operação à ausência de manifestação da Prefeitura mesmo depois de transcorridos 60 dias, a obrigatoriedade de registro das motocicletas na categoria aluguel e a vinculação automática do transporte privado por aplicativo às normas do serviço público de mototáxi.</p>
<p>Posteriormente, em 26 de junho, Alexandre de Moraes ampliou a decisão cautelar para tratar especificamente dos seguros.</p>
<p>O ministro considerou que o Município havia estabelecido exigências adicionais às previstas na legislação federal, inclusive quanto aos beneficiários das coberturas e aos valores mínimos das indenizações.</p>
<p>Na avaliação apresentada naquela decisão, a legislação municipal poderia estar invadindo a competência da União para disciplinar seguros.</p>
<p>Com isso, Moraes suspendeu a eficácia do dispositivo municipal que ampliava essas exigências e determinou que a Prefeitura analisasse os pedidos de credenciamento em 15 dias, observando a legislação federal e as determinações do Supremo.</p>
<p>A Lei Federal nº 12.587/2012, que estabelece as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, prevê a contratação de Seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros como uma das condições aplicáveis ao transporte remunerado privado individual.</p>
<p>A controvérsia envolvendo a Uber passou, portanto, a envolver a comprovação do atendimento às exigências federais de seguro e os limites da análise administrativa municipal.</p>
<h3>O que muda para os passageiros e motoristas</h3>
<p>Na prática, a decisão de Cármen Lúcia mantém a situação judicial estabelecida em 24 de julho de 2026, quando o Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu a ordem que obrigava a Prefeitura a credenciar imediatamente a Uber.</p>
<p>Com isso, a empresa continua sem obter, por força daquela ordem judicial, a autorização administrativa que pretendia para intermediar viagens remuneradas de passageiros por motocicletas na capital.</p>
<p>A discussão também interessa aos motociclistas que pretendem trabalhar com transporte de passageiros por aplicativo, uma vez que o credenciamento das plataformas é uma das etapas da regulamentação municipal da atividade.</p>
<p>Para os passageiros, permanecem em debate as condições exigidas para a prestação regular do serviço, a fiscalização dos veículos e condutores e as coberturas de seguro em situações de acidente.</p>
<p>O Supremo já reconheceu, em decisões anteriores, a possibilidade de os municípios estabelecerem determinadas exigências de segurança e fiscalização.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Corte tem considerado inconstitucionais restrições municipais desproporcionais capazes de inviabilizar atividades de transporte privado individual permitidas pela legislação federal.</p>
<p>É justamente a aplicação desses dois entendimentos ao transporte remunerado por motocicletas que está no centro do conflito entre a Prefeitura de São Paulo e as plataformas.</p>
<h3>Disputa sobre segurança viária também envolve responsabilidade das plataformas</h3>
<p>Além das exigências administrativas, o transporte de passageiros por motocicletas tem provocado discussões judiciais sobre a responsabilidade das empresas intermediadoras em caso de acidentes.</p>
<p>Em agosto de 2026, o Diário do Transporte mostrou uma decisão judicial que abordou a responsabilidade das plataformas pelos danos sofridos por passageiros, mesmo quando os motociclistas são classificados como parceiros autônomos.</p>
<p>O debate envolve a relação entre o usuário, o motociclista e a empresa responsável pela intermediação da viagem.</p>
<p>As plataformas defendem o enquadramento do serviço como transporte privado individual e a aplicação das regras federais ao setor.</p>
<p>A Prefeitura de São Paulo sustenta que a atividade exige controles específicos diante dos riscos à segurança viária.</p>
<p>A Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) também tem defendido maior atenção à segurança e à responsabilização das empresas que atuam na intermediação desse tipo de transporte.</p>
<p>Em entrevista anterior ao Diário do Transporte, o superintendente da entidade, Luiz Carlos Néspoli, alertou para os riscos da modalidade e defendeu medidas de proteção aos usuários e condutores.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/26/aplicativos-que-oferecem-transporte-de-passageiros-por-motos-devem-se-responsabilizar-por-acidentes-mesmo-com-a-classificacao-parceiro-autonomo-diz-justica/amp/">Aplicativos que oferecem transporte de passageiros por motos devem se responsabilizar por acidentes mesmo com a classificação de parceiro autônomo, diz Justiça – 26 de agosto de 2026</a></p>
<h3>Disputa judicial continua após decisão do STF</h3>
<p>A negativa de seguimento à reclamação da Uber não encerra a discussão sobre a operação do transporte de passageiros por motocicletas em São Paulo.</p>
<p>O agravo de instrumento apresentado pela Prefeitura no Tribunal de Justiça e a discussão constitucional mais ampla, examinada na ADPF 1.296, são procedimentos distintos da reclamação rejeitada por Cármen Lúcia.</p>
<p>A decisão do STF, portanto, mantém os efeitos da suspensão concedida ao Município, enquanto o conflito sobre o credenciamento e a regulamentação da atividade continua sujeito às decisões judiciais cabíveis.</p>
<p>A Reclamação nº 100.528 tem como reclamante a Uber do Brasil Tecnologia Ltda. e como autoridade reclamada o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O Município de São Paulo e o Comitê Municipal de Uso do Viário figuram como beneficiários da decisão contestada.</p>
<p>O pronunciamento foi assinado pela ministra Cármen Lúcia em Brasília, em 6 de outubro de 2026.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-538986" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-2.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-2.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-2.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-2.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-2.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-2.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-2.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, 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<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Prefeitura do Rio de Janeiro cria grupo para melhorar projetos de obras e concessões e reduzir riscos de atrasos e desperdício de dinheiro público</title>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:31:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Medida atende a determinação do Tribunal de Contas e busca aprimorar o planejamento de intervenções que afetam a população, como obras viárias, drenagem, infraestrutura urbana e serviços públicos; objetivo é evitar falhas que possam gerar custos adicionais e prolongar transtornos aos cidadãos ADAMO BAZANI Obras públicas que demoram mais do que o previsto, intervenções que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?w=2400&amp;ssl=1 2400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Medida atende a determinação do Tribunal de Contas e busca aprimorar o planejamento de intervenções que afetam a população, como obras viárias, drenagem, infraestrutura urbana e serviços públicos; objetivo é evitar falhas que possam gerar custos adicionais e prolongar transtornos aos cidadãos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Obras públicas que demoram mais do que o previsto, intervenções que precisam ser refeitas, ruas interditadas por períodos prolongados e recursos que poderiam ser utilizados em outras melhorias para a população. Para reduzir os riscos desses problemas, a Prefeitura do Rio de Janeiro criou um grupo de trabalho que terá a missão de estabelecer critérios técnicos mais precisos para a elaboração dos projetos de obras públicas e concessões de serviços públicos. A medida atende a uma determinação do Tribunal de Contas do Município (TCMRio) e foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira, 13 de outubro de 2026.</p>
<p>A iniciativa reúne a Secretaria Municipal de Infraestrutura, a Rio-Urbe, a Geo-Rio e a Rio-Águas para melhorar o planejamento das contratações e estabelecer padrões comuns para os projetos. Na prática, a proposta é identificar antecipadamente as condições técnicas necessárias à realização das intervenções, contribuindo para maior previsibilidade de custos e prazos. Para o cidadão, isso pode representar obras mais bem planejadas, menor risco de desperdício de recursos públicos e redução dos transtornos provocados por intervenções mal dimensionadas.</p>
<p>Antes de uma obra começar, é necessário conhecer as condições do local, definir os serviços que serão executados, identificar possíveis dificuldades técnicas e calcular os recursos necessários.</p>
<p>Quando essas etapas apresentam falhas, problemas podem surgir durante a execução.</p>
<p>Uma intervenção viária, por exemplo, pode exigir alterações de trânsito, remanejamento de redes de água, energia e telecomunicações, mudanças na drenagem ou adequações que não foram devidamente consideradas no planejamento inicial.</p>
<p>Essas situações podem provocar revisões de projetos, necessidade de serviços adicionais, mudanças nos cronogramas e aumento dos custos.</p>
<p>Para a população, as consequências podem aparecer de diferentes maneiras: congestionamentos, desvios de ônibus, dificuldades de acesso ao comércio, redução da circulação de pedestres e prolongamento de obras em ruas e avenidas.</p>
<p>Outro aspecto é o financeiro. Quando uma intervenção custa mais do que o previsto, os recursos adicionais podem comprometer a disponibilidade orçamentária para outras necessidades da cidade.</p>
<p>A padronização técnica determinada pela prefeitura pretende fortalecer justamente a etapa de preparação dos projetos, quando é possível identificar riscos e organizar melhor as soluções de engenharia.</p>
<h2>Obras em corredores de ônibus e vias públicas exigem planejamento integrado</h2>
<p>No setor de mobilidade urbana, a qualidade dos projetos é especialmente importante porque as intervenções frequentemente ocorrem em espaços que continuam sendo utilizados pela população.</p>
<p>Obras de corredores de ônibus, terminais, estações, pavimentação, drenagem e requalificação viária precisam considerar o funcionamento da cidade durante a execução dos serviços.</p>
<p>Em um corredor de transporte coletivo, por exemplo, os estudos devem levar em conta as características dos ônibus, as condições de circulação, os acessos, a acessibilidade, as redes subterrâneas e os impactos sobre o trânsito.</p>
<p>Uma obra que exige a interdição de uma via pode afetar não somente motoristas particulares, mas também passageiros de ônibus, comerciantes, trabalhadores e moradores da região.</p>
<p>Por isso, projetos tecnicamente consistentes contribuem para que os órgãos responsáveis planejem as etapas da intervenção e as medidas necessárias para reduzir os transtornos.</p>
<p>O grupo criado pela prefeitura terá atuação no âmbito da Secretaria Municipal de Infraestrutura e de suas entidades vinculadas. A aplicação dos critérios em diferentes intervenções dependerá das atribuições de cada órgão e das normas que vierem a ser estabelecidas.</p>
<p>A criação do grupo foi estabelecida pela Resolução SMI nº 05, de 9 de outubro de 2026.</p>
<p>O documento atende a uma determinação do Tribunal de Contas do Município, identificada como DT.6, relacionada ao item 38 do Acórdão nº 2.214/2025, mencionado no parecer prévio sobre as Contas de Governo de 2025.</p>
<p>O Tribunal determinou a fixação de referências técnicas mais precisas para os elementos mínimos que devem compor os projetos básicos de obras públicas e concessões.</p>
<p>A resolução estabelece que os trabalhos deverão observar a Lei Federal nº 14.133/2021, que trata das licitações e contratos administrativos, e a Deliberação TCMRio nº 235/2017.</p>
<p>A finalidade é aperfeiçoar a preparação dos documentos utilizados para definir e dimensionar as contratações públicas.</p>
<p>A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Infraestrutura.</p>
<p>Também participarão representantes das seguintes entidades:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Empresa Municipal de Urbanização (Rio-Urbe);</li>
<li>Fundação Instituto de Geotécnica do Município do Rio de Janeiro (Geo-Rio);</li>
<li>Fundação Instituto das Águas do Município do Rio de Janeiro (Rio-Águas).</li>
</ul>
<p>A participação dessas instituições reúne especialidades importantes para o planejamento de obras urbanas, incluindo engenharia, características do terreno, drenagem e infraestrutura.</p>
<p>A resolução permite ainda que outros órgãos e entidades sejam convidados, de acordo com as necessidades técnicas das discussões.</p>
<p>Cada instituição deverá indicar representantes titulares e suplentes.</p>
<p>A resolução estabelece três frentes de trabalho.</p>
<p>A primeira consiste em mapear e revisar as diretrizes técnicas utilizadas atualmente pelos órgãos envolvidos na elaboração dos projetos básicos.</p>
<p>A segunda será produzir uma proposta normativa e técnica que estabeleça referências mínimas para a preparação desses documentos.</p>
<p>A terceira envolve a elaboração de um relatório final, acompanhado de manifestação técnica formal, demonstrando as medidas adotadas para atender à determinação do Tribunal de Contas.</p>
<p>O grupo permanecerá em atividade até o cumprimento integral das exigências estabelecidas pelo órgão de controle.</p>
<p>A resolução inclui expressamente as concessões de serviços públicos entre as atividades abrangidas pela padronização.</p>
<p>Nesse tipo de contratação, o poder público estabelece condições para a execução de serviços e investimentos por empresas responsáveis, conforme o modelo adotado.</p>
<p>Projetos bem estruturados são importantes para definir as características da infraestrutura, os investimentos previstos, as responsabilidades das partes e os padrões técnicos exigidos.</p>
<p>Em concessões relacionadas à mobilidade, por exemplo, o planejamento pode envolver terminais, instalações de apoio, estruturas viárias e equipamentos necessários à prestação dos serviços.</p>
<p>A precisão dessas informações contribui para a elaboração das propostas, a fiscalização dos contratos e o acompanhamento das obrigações assumidas pelas empresas.</p>
<p>Para os usuários, o principal interesse está na qualidade dos serviços e no cumprimento dos compromissos relacionados aos investimentos.</p>
<p>Uma das consequências mais importantes de um planejamento eficiente é a possibilidade de utilizar melhor o dinheiro público.</p>
<p>Obras que exigem correções sucessivas, revisões de soluções técnicas ou serviços adicionais podem consumir recursos superiores aos inicialmente previstos.</p>
<p>Isso pode afetar a capacidade de investimento da administração em outras áreas.</p>
<p>Em uma cidade como o Rio de Janeiro, que possui demandas de manutenção viária, drenagem, acessibilidade, transporte coletivo e infraestrutura urbana, a aplicação eficiente dos recursos é fundamental.</p>
<p>A elaboração de projetos mais completos pode contribuir para reduzir a necessidade de alterações durante a execução, melhorar a previsibilidade financeira e oferecer melhores condições de fiscalização.</p>
<p>O resultado esperado é que o planejamento técnico ajude a transformar os recursos disponíveis em intervenções executadas com maior eficiência.</p>
<p>A efetividade das novas medidas dependerá da qualidade dos critérios estabelecidos, de sua aplicação nas contratações e do acompanhamento das obras.</p>
<h2>Próximas etapas serão submetidas ao acompanhamento do Tribunal de Contas</h2>
<p>A Secretaria Municipal de Infraestrutura deverá coordenar a participação dos órgãos envolvidos e consolidar os resultados dos trabalhos.</p>
<p>O relatório final e a manifestação técnica deverão demonstrar como a prefeitura atendeu à determinação do Tribunal de Contas.</p>
<p>A padronização representa uma etapa de aprimoramento da gestão das obras públicas, com reflexos potenciais sobre o planejamento, os custos e os prazos das intervenções.</p>
<p>Para o cidadão, o objetivo mais concreto é que uma obra pública cause o menor transtorno possível, utilize os recursos de maneira adequada e entregue os benefícios previstos à população.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Viação Presidente apresenta proposta de acordo judicial para pagamento de direitos trabalhistas e rodoviários terão assembleia em Minas Gerais</title>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:01:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empregados e ex-empregados da empresa vão discutir e votar proposta referente a intervalos durante a jornada de trabalho entre 2015 e 2020; reunião está marcada para 16 de outubro, em São João del-Rei ADAMO BAZANI Empregados e ex-empregados da Viação Presidente Ltda. foram convocados para uma assembleia extraordinária na próxima sexta-feira, 16 de outubro de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="333" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Onibus-Presidente.jpeg?fit=640%2C333&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Onibus-Presidente.jpeg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Onibus-Presidente.jpeg?resize=300%2C156&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Onibus-Presidente.jpeg?resize=150%2C78&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Onibus-Presidente.jpeg?resize=400%2C208&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><br /><em>Empregados e ex-empregados da empresa vão discutir e votar proposta referente a intervalos durante a jornada de trabalho entre 2015 e 2020; reunião está marcada para 16 de outubro, em São João del-Rei</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br /><br />Empregados e ex-empregados da Viação Presidente Ltda. foram convocados para uma assembleia extraordinária na próxima sexta-feira, 16 de outubro de 2026, em São João del-Rei, Minas Gerais, para discutir e votar uma proposta apresentada pela empresa para a celebração de um acordo judicial relacionado ao pagamento de direitos trabalhistas. A negociação envolve uma ação coletiva sobre intervalos durante a jornada de trabalho, referentes ao período de 2015 a 2020.<br /><br />A convocação foi publicada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de São João del-Rei. A assembleia está marcada para as 9h, na sede da entidade, no bairro Tijuco.<br /><br />De acordo com o edital, a proposta da Viação Presidente está relacionada ao processo jucdial, em tramitação na Vara do Trabalho de São João del-Rei.<br /><br />A ação coletiva trata do chamado intervalo intrajornada, período de descanso e alimentação que deve ser concedido ao trabalhador durante o expediente.<br /><br />No transporte rodoviário, o cumprimento desses intervalos é uma questão importante, especialmente em atividades que envolvem jornadas prolongadas, escalas de motoristas e outros profissionais envolvidos na operação dos serviços.<br /><br />O intervalo intrajornada é previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A legislação estabelece regras sobre a duração do descanso e as consequências de sua concessão irregular, observadas as disposições legais e coletivas aplicáveis a cada situação.<br /><br /><strong>Assembleia terá votação dos trabalhadores</strong><br /><br />A convocação é dirigida tanto aos atuais empregados quanto aos ex-empregados da Viação Presidente Ltda.<br /><br />A assembleia ocorrerá na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de São João del-Rei, localizada na Rua Rossini Baccarini, nº 296-A, bairro Tijuco.<br /><br />A primeira convocação será às 9h. Caso não seja atingido o número mínimo de participantes previsto nas regras da entidade, a reunião será realizada às 9h30, no mesmo local, com qualquer número de presentes.<br /><br />A pauta estabelece duas etapas: leitura do edital de convocação e discussão e votação da proposta apresentada pela empresa para celebração do acordo judicial.<br /><br />O documento é assinado pela presidente do sindicato, Sarita Passarelli Maciel Ribeiro, com data de 9 de outubro de 2026.<br /><br /><strong>O que pode acontecer após a votação</strong><br /><br />A assembleia representa uma etapa de deliberação coletiva sobre a proposta apresentada pela Viação Presidente.<br /><br />Caso os trabalhadores aprovem as condições negociadas, a formalização e os efeitos do acordo dependerão dos procedimentos judiciais aplicáveis ao processo.<br /><br />A eventual aprovação sindical, por si só, não permite concluir que os pagamentos serão imediatos ou que a ação estará automaticamente encerrada.<br /><br />Da mesma forma, o edital não informa quais seriam os próximos procedimentos caso a proposta seja rejeitada.<br /><br />A publicação também não anuncia paralisação, greve ou alterações nos serviços prestados pela empresa. Portanto, não há indicação, nesse documento, de impactos imediatos sobre a circulação dos ônibus.<br /><br />O Diário do Transporte ressalta que os valores envolvidos, o número de beneficiários e as condições de pagamento não constam do edital publicado.<br /><br /><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Artesp renova dez registros de fretamento e indefere pedidos de Viação Sul de Minas e Pryslla Transportes em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/artesp-renova-dez-registros-de-fretamento-e-indefere-pedidos-de-viacao-sul-de-minas-e-pryslla-transportes-em-sao-paulo/</link>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 16:30:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões incluem cinco renovações de fretamento contínuo e eventual, quatro de estudantes e uma de Serviço Especial Conveniado; prazos variam de um a cinco anos ADAMO BAZANI A Artesp publicou a renovação de dez registros de empresas e operadores de fretamento em São Paulo, com prazos de um ou cinco anos, conforme a modalidade. Na [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="676" height="484" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?fit=676%2C484&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?w=676&amp;ssl=1 676w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?resize=300%2C215&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?resize=400%2C286&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 676px) 100vw, 676px" /> <p><em>Decisões incluem cinco renovações de fretamento contínuo e eventual, quatro de estudantes e uma de Serviço Especial Conveniado; prazos variam de um a cinco anos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Artesp publicou a renovação de dez registros de empresas e operadores de fretamento em São Paulo, com prazos de um ou cinco anos, conforme a modalidade. Na mesma edição do Diário Oficial, a agência indeferiu o registro da Viação Sul de Minas e não autorizou o pedido de fretamento contínuo e eventual da Pryslla Transportes.</p>
<p>As renovações abrangem transporte de estudantes, fretamento contínuo e eventual e Serviço Especial Conveniado. Os indeferimentos dizem respeito aos pedidos de registro perante a agência paulista; os atos não anunciam extinção de linhas regulares nem estabelecem uma proibição nacional de atuação das duas empresas.</p>
<h3>Cinco empresas têm renovação para fretamento contínuo e eventual</h3>
<p>Bruma, F. S. Tur Vans, Ideal Expresso Transporte e Turismo, Karitur e São Paulo/Jabaquara Turismo tiveram seus registros renovados por cinco anos nas modalidades contínua e eventual.</p>
<p>O fretamento contínuo atende deslocamentos contratados de forma recorrente. O eventual corresponde a serviços contratados para ocasiões específicas, conforme as condições da autorização.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa identificada no ato</th>
<th>CNPJ</th>
<th>Início do período de cinco anos</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Bruma Locadora e Transportes Ltda.</td>
<td>07.540.659/0001-80</td>
<td>27/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>F. S. Tur Vans Ltda.</td>
<td>13.353.184/0001-15</td>
<td>07/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Ideal Expresso Transporte e Turismo Ltda.</td>
<td>34.821.147/0001-64</td>
<td>07/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Karitur Transportadora Turística Ltda.</td>
<td>07.784.656/0001-91</td>
<td>23/11/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>São Paulo/Jabaquara Turismo Ltda. – ME</td>
<td>02.895.479/0001-05</td>
<td>30/09/2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A Bruma Locadora e Transportes utiliza o nome fantasia Bruma. A Karitur Transportadora Turística, de CNPJ 07.784.656/0001-91, é identificada como Karitur.</p>
<p>A São Paulo/Jabaquara Turismo consta no cadastro da EMTU com o nome fantasia São Vicente/São Mateus. A identificação pelo CNPJ permite distinguir a operadora de outras empresas com nomes semelhantes.</p>
<p>No caso da Ideal Expresso Transporte e Turismo, o cadastro da EMTU identifica o mesmo CNPJ 34.821.147/0001-64 com o nome fantasia Ideal Bus. A razão social utilizada no ato da Artesp é Ideal Expresso Transporte e Turismo Ltda.</p>
<h3>Quatro registros de estudantes e um de Serviço Especial Conveniado</h3>
<p>Na modalidade de estudantes, foram renovados por um ano os registros de 35.477.805 Flavio Salgado, Edilaine de Albuquerque Landim, José Afonso Viana Vasconcelos e Margareth Rosan.</p>
<p>O operador Flavio Salgado aparece registrado como empresa, sob o CNPJ 35.477.805/0001-05. Os outros três atos identificam os operadores por CPF parcialmente oculto.</p>
<p>Também foi renovado por um ano o registro de Luis Carlos N. de Oliveira Transportes Ltda., CNPJ 03.406.682/0001-25, no Serviço Especial Conveniado, identificado pela sigla SEC.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Operador</th>
<th>Modalidade</th>
<th>Prazo desde a publicação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>35.477.805 Flavio Salgado</td>
<td>Estudantes</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Edilaine de Albuquerque Landim</td>
<td>Estudantes</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
<tr>
<td>José Afonso Viana Vasconcelos</td>
<td>Estudantes</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Margareth Rosan</td>
<td>Estudantes</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Luis Carlos N. de Oliveira Transportes Ltda.</td>
<td>Serviço Especial Conveniado</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Viação Sul de Minas tem registro indeferido</h3>
<p>A Viação Sul de Minas Ltda., CNPJ 11.109.318/0001-21, teve indeferido o registro para prestação de transporte coletivo de passageiros sob regime de fretamento perante a Artesp.</p>
<p>A decisão consta do processo 134.00007836/2026-11 e produz efeitos a partir da publicação. O extrato não especifica a razão do indeferimento.</p>
<h3>Pryslla Transportes tem pedido contínuo e eventual não autorizado</h3>
<p>A Pryslla Logística em Transportes Ltda., identificada comercialmente como Pryslla Transportes e inscrita no CNPJ 08.303.756/0001-11, não teve autorizado seu registro nas modalidades contínua e eventual.</p>
<p>A agência informa que a decisão decorre do descumprimento de dispositivos legais, mas não discrimina, no extrato, quais exigências deixaram de ser atendidas. O procedimento está no processo 134.00029560/2026-22.</p>
<p>As dez renovações e os dois indeferimentos estão na página 72 do Caderno Executivo, Atos Normativos, do Diário Oficial do Estado de 7 de outubro.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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