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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>BRT Metropolitano da Grande Belém completa um ano com 40 ônibus elétricos Eletra e se torna referência para novos projetos no Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/brt-metropolitano-da-grande-belem-completa-um-ano-com-40-onibus-eletricos-eletra-e-se-torna-referencia-para-novos-projetos-no-brasil/</link>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 10:55:15 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sistema reúne 265 ônibus e integração entre municípios do Pará; durante a COP30, o Diário do Transporte conheceu a operação e entrevistou representantes da Eletra e autoridades brasileiras e japonesas, que destacaram o potencial do modelo para novos investimentos em mobilidade ADAMO BAZANI O BRT Metropolitano da Grande Belém, no Pará, completa um ano de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BRT-Belem-PA-6.webp?fit=800%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BRT-Belem-PA-6.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BRT-Belem-PA-6.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BRT-Belem-PA-6.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BRT-Belem-PA-6.webp?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BRT-Belem-PA-6.webp?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <div>
<div>
<p><em>Sistema reúne 265 ônibus e integração entre municípios do Pará; durante a COP30, o Diário do Transporte conheceu a operação e entrevistou representantes da Eletra e autoridades brasileiras e japonesas, que destacaram o potencial do modelo para novos investimentos em mobilidade</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O BRT Metropolitano da Grande Belém, no Pará, completa um ano de inauguração neste sábado, 31 de outubro de 2026, com uma frota de 265 ônibus, dos quais 40 são elétricos fabricados pela brasileira Eletra, e uma estrutura de integração que ampliou as possibilidades de deslocamento entre municípios da região. Inaugurado em 31 de outubro de 2025 e colocado em operação assistida a partir de novembro daquele ano, o sistema reúne corredores, terminais, estações e intervenções na BR-316. O empreendimento ganhou projeção internacional durante a COP30 e passou a ser apontado como referência para o financiamento e a implantação de outros projetos de transporte metropolitano no Brasil.</p>
<p>Durante a conferência climática, realizada em Belém em novembro de 2025, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> conheceu o sistema, visitou o Terminal de Marituba e entrevistou autoridades e representantes da Eletra, que teve participação no fornecimento dos veículos e no apoio técnico à implantação da eletromobilidade. Na ocasião, o ministro das Cidades, Jader Filho, defendeu a multiplicação de experiências semelhantes em outras regiões brasileiras, enquanto o embaixador do Japão no Brasil, Teiji Hayashi, conheceu os ônibus elétricos e a infraestrutura do corredor. O projeto paraense recebeu financiamento da agência japonesa JICA e investimentos federais para a renovação da frota.</p>
<p>A operação é realizada pela BRT Amazônia, com 40 ônibus elétricos Eletra destinados às linhas troncais e 225 veículos novos a diesel Euro 6 utilizados nas linhas alimentadoras, responsáveis pelas conexões entre bairros, municípios e terminais de integração.</p>
<p>A estrutura reúne 13 estações, dois terminais de integração, 12 passarelas e quatro passagens inferiores. O projeto também incluiu intervenções de pavimentação, drenagem, iluminação, calçadas, ciclovias e melhorias de circulação na BR-316, um dos principais acessos à capital paraense.</p>
<h3>Eletra participou da implantação da eletromobilidade e levou experiência de corredores metropolitanos</h3>
<p>A participação da Eletra no BRT Metropolitano da Grande Belém envolveu o fornecimento dos 40 ônibus elétricos e o apoio técnico ao processo de implantação da tecnologia no sistema.</p>
<p>A fabricante brasileira possui experiência em projetos de transporte coletivo de média e alta capacidade, com atuação associada à trajetória do Grupo ABC, que opera serviços metropolitanos, incluindo o Corredor ABD, na Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>Durante a COP30, a diretora-presidente da Eletra Industrial, Milena Romano, explicou ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> que a experiência da companhia contribuiu para o desenvolvimento das soluções aplicadas no projeto paraense.</p>
<p>“Por ter origem em um grupo operador de transportes de 115 anos, com forte atuação em corredores metropolitanos, inclusive no Corredor ABD, que foi ‘case’ também na COP30, a Eletra tem todo o conhecimento, não apenas dos veículos, mas técnico de implantação e como melhor operar os BRTs elétricos Brasil afora”, afirmou Milena Romano.</p>
<p>A utilização de ônibus elétricos nos serviços troncais permite concentrar a tecnologia de emissão zero pelo escapamento nas ligações de maior demanda, enquanto as linhas alimentadoras ampliam o alcance territorial da rede.</p>
<p>A tração elétrica também proporciona redução de ruídos e vibrações, características que contribuem para o conforto dos passageiros e para a diminuição dos impactos ambientais associados à circulação dos coletivos.</p>
<p>Milena Romano destacou ainda a importância da fabricação nacional, tanto pelo desenvolvimento tecnológico quanto pela geração de empregos e renda no Brasil.</p>
<p>Durante a COP30, parte dos veículos elétricos também foi utilizada no transporte de participantes credenciados da conferência, antes de sua incorporação aos serviços regulares.</p>
<h3>Ministro das Cidades defendeu que modelo de Belém seja multiplicado pelo Brasil</h3>
<p>A implantação do BRT Metropolitano paraense também ganhou destaque nas discussões sobre financiamento e planejamento da mobilidade urbana brasileira.</p>
<p>Em entrevista exclusiva ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, concedida em 14 de novembro de 2025, o ministro das Cidades, Jader Filho, afirmou que a experiência deveria servir de referência para outros projetos.</p>
<p>“Queremos que esse exemplo de Belém possa se multiplicar pelo Brasil”, declarou.</p>
<p>Na ocasião, o ministro destacou a importância de investimentos em sistemas metropolitanos capazes de integrar diferentes municípios e oferecer alternativas de transporte coletivo para quem precisa se deslocar diariamente em busca de trabalho, educação, saúde e outros serviços.</p>
<p>Jader Filho também relacionou a experiência paraense aos programas federais de financiamento de infraestrutura e renovação de frotas.</p>
<p>Segundo os dados apresentados pelo ministro durante a conferência, o Governo Federal havia destinado aproximadamente R$ 45 bilhões do Novo PAC a projetos de mobilidade, envolvendo BRTs, VLTs e metrôs, além de R$ 10,5 bilhões para renovação de veículos.</p>
<p>O ministro também mencionou a aprovação de mais R$ 8 bilhões para mobilidade pelo Conselho Curador do FGTS.</p>
<p>A experiência de Belém foi destacada por reunir intervenções viárias, aquisição de veículos, regulamentação dos serviços, integração tarifária e participação do governo estadual na organização do transporte entre municípios.</p>
<h3>Financiamento japonês e investimentos de R$ 1,3 bilhão deram dimensão internacional ao projeto</h3>
<p>O BRT Metropolitano da Grande Belém recebeu investimentos de aproximadamente R$ 1,3 bilhão, considerando infraestrutura, estudos e aquisição de veículos.</p>
<p>Parte da infraestrutura contou com financiamento da Agência de Cooperação Internacional do Japão, a JICA.</p>
<p>Já a aquisição dos 265 ônibus, incluindo os 40 elétricos Eletra, envolveu aproximadamente R$ 389 milhões, com recursos do programa federal Pró-Transporte e contrapartida estadual.</p>
<p>Durante a COP30, o projeto despertou interesse pela possibilidade de utilização de soluções semelhantes em outras regiões brasileiras.</p>
<p>Em 19 de novembro de 2025, o embaixador do Japão no Brasil, Teiji Hayashi, realizou uma visita técnica ao sistema, conhecendo a estrutura dos terminais, os veículos e as condições de operação.</p>
<p>O diplomata destacou características como o ar-condicionado, a acessibilidade e o embarque em nível nas estações.</p>
<p>A visita ocorreu em um contexto de avaliação de novas oportunidades de cooperação e financiamento de corredores metropolitanos de ônibus no Brasil.</p>
<p>O projeto paraense passou a representar uma experiência de combinação entre recursos internacionais, financiamento federal, investimentos estaduais e tecnologia brasileira para o transporte coletivo.</p>
<h3>Integração ampliou alternativas para moradores que enfrentavam viagens caras e demoradas</h3>
<p>Além da eletrificação, uma das mudanças proporcionadas pelo BRT Metropolitano foi a organização de uma rede de transporte entre municípios da Grande Belém.</p>
<p>Durante a visita do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> ao Terminal de Marituba, em novembro de 2025, o diretor-geral da Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos do Estado do Pará, Eduardo de Castro Ribeiro, explicou que moradores de municípios como Santa Isabel do Pará, Santa Bárbara do Pará e Castanhal enfrentavam dificuldades de acesso à capital.</p>
<p>Parte da população dependia de serviços rodoviários convencionais, vans e diferentes meios de transporte, com custos elevados para deslocamentos frequentes.</p>
<p>“Existia uma série de municípios na Região Metropolitana que não tinham um serviço de transporte metropolitano. Eles eram servidos através do transporte rodoviário, ou seja, uma tarifa mais elevada”, afirmou Eduardo Ribeiro.</p>
<p>O dirigente mencionou o caso de estudantes que precisavam chegar à Universidade Federal do Pará e podiam gastar até R$ 38 em deslocamentos, considerando a utilização de diferentes serviços.</p>
<p>Com o BRT, passaram a contar com uma alternativa metropolitana integrada, cuja tarifa informada durante a entrevista era de R$ 4,60.</p>
<p>A implantação também exigiu a estruturação de uma regulamentação específica para a operação metropolitana, com definição das responsabilidades do poder público e da concessionária.</p>
<p>A integração permite que os passageiros utilizem linhas alimentadoras e prossigam viagem nos serviços troncais, conforme as regras tarifárias do sistema.</p>
<p>A expectativa apresentada na implantação era de atendimento potencial de até 3,8 milhões de passageiros mensais com a operação integral da rede.</p>
<h3>Novos R$ 150 milhões foram destinados à infraestrutura de recarga e melhorias viárias</h3>
<p>Os investimentos no BRT Metropolitano tiveram continuidade após a COP30.</p>
<p>Em fevereiro de 2026, o Governo Federal formalizou a garantia de uma operação de crédito de R$ 150 milhões entre o Governo do Pará e a Caixa Econômica Federal, destinada ao Programa de Mobilidade Urbana e Infraestrutura.</p>
<p>Entre as aplicações previstas estão investimentos na infraestrutura de recarga para ônibus elétricos e intervenções viárias na Região Metropolitana de Belém.</p>
<p>A ampliação da estrutura de carregamento é uma das condições para a consolidação da eletromobilidade em sistemas de transporte coletivo, especialmente nas operações metropolitanas, que envolvem viagens de maior extensão e necessidade de disponibilidade regular dos veículos.</p>
<p>O planejamento da recarga precisa considerar o número de ônibus, a programação das linhas, o tempo de carregamento e a capacidade de fornecimento de energia elétrica.</p>
<p>A aplicação de novos recursos também reforça a importância de associar a compra de ônibus elétricos aos investimentos necessários para sua operação e manutenção ao longo dos anos.</p>
<h3>Corredor também trouxe intervenções de segurança para pedestres e ciclistas</h3>
<p>O projeto do BRT Metropolitano incluiu obras destinadas à reorganização da circulação na BR-316.</p>
<p>A rodovia concentra tráfego intenso de ônibus, veículos particulares, motocicletas e caminhões, além de deslocamentos de pedestres e ciclistas.</p>
<p>As intervenções envolveram passarelas, passagens inferiores, calçadas, ciclovias, iluminação, drenagem e pavimentação.</p>
<p>Durante a cobertura realizada na COP30, o diretor-geral da Arcon, Eduardo Ribeiro, destacou a importância dessas mudanças para reduzir conflitos entre pedestres e veículos.</p>
<p>No balanço de aniversário divulgado pelo Governo do Pará nesta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, passageiros também relataram alterações nas condições de deslocamento.</p>
<p>A assistente administrativa Ana Cláudia Rodrigues destacou a segurança proporcionada pelas passarelas.</p>
<p>“Antes, tínhamos que correr atravessando a pista na frente dos carros, agora atravesso com segurança”, relatou.</p>
<p>O ciclista Giovane Santiago chamou atenção para as estruturas destinadas às bicicletas.</p>
<p>“Melhorou a segurança para nós ciclistas, é importante, só de pensar no ciclismo foi muito bom”, afirmou.</p>
<p>O empreendimento inclui ainda um Centro de Controle Operacional, na Avenida Augusto Montenegro, em Belém, destinado ao acompanhamento da circulação dos veículos, das estações e dos terminais.</p>
<p>O edifício utiliza sistemas digitais e câmeras de monitoramento, além de soluções ambientais, como painéis solares, aproveitamento de iluminação natural e reutilização da água da chuva.</p>
<p>Em fevereiro de 2026, o centro recebeu a certificação ambiental LEED Gold, relacionada a critérios de eficiência e sustentabilidade na construção e operação de edificações.</p>
<h3>Um ano depois, experiência de Belém reúne tecnologia nacional, integração e planejamento metropolitano</h3>
<p>O primeiro ano do BRT Metropolitano da Grande Belém marca a implantação de uma rede que combina veículos elétricos e diesel de tecnologia Euro 6, corredores, terminais de integração e regulamentação estadual dos serviços.</p>
<p>A participação da Eletra representa a aplicação de tecnologia brasileira de tração elétrica em um sistema metropolitano estruturado, com ônibus destinados às ligações de maior demanda.</p>
<p>A experiência também reforça a importância de considerar a eletromobilidade como parte de um projeto mais amplo de transporte público, que envolve planejamento de linhas, infraestrutura de recarga, organização tarifária, manutenção e operação.</p>
<p>Para os passageiros, a proposta está relacionada à ampliação das alternativas de deslocamento, à integração entre municípios e à melhoria das condições de acesso aos serviços públicos e ao mercado de trabalho.</p>
<p>Para o setor de transportes, o projeto da Grande Belém reúne elementos que podem orientar investimentos em outras regiões brasileiras, especialmente pela combinação de financiamento, infraestrutura e participação da indústria nacional.</p>
<p>A experiência apresentada durante a COP30 e o interesse manifestado por autoridades brasileiras e japonesas ampliaram a visibilidade do sistema e da tecnologia desenvolvida pela Eletra.</p>
<p>Um ano após a inauguração, o BRT Metropolitano paraense permanece como uma referência para a discussão sobre expansão de corredores de ônibus, integração entre municípios e eletrificação do transporte coletivo no Brasil.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p>Cobertura especial do Diário do Transporte para rever vídeos e entrevistas da COP30:</p>
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<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/11/15/brt-metropolitano-de-belem-o-legado-da-cop-30-e-da-regulamentacao-que-acabou-com-a-exclusao/?utm_source=chatgpt.com">Visita ao BRT e entrevista com Eduardo Ribeiro e participação da Eletra</a></p>
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<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/11/16/exclusivo-jader-filho-ao-diario-do-transporte-destaca-importancia-de-brts-metropolitanos/?utm_source=chatgpt.com">Entrevista exclusiva com o ministro Jader Filho</a></p>
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<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/11/22/videos-governo-japones-deve-financiar-mais-brts-metropolitanos-pelo-brasil-embaixador-vistoria-sistema-da-grande-belem-legado-da-cop30-e-operado-por-eletricos-nacionais/?utm_source=chatgpt.com">Visita do embaixador japonês e declarações de Milena Romano</a></p>
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<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/governo-federal-emite-extrato-e-oficializa-liberacao-de-r-150-milhoes-para-infraestrutura-de-recarga-de-onibus-eletricos-para-o-para/?utm_source=chatgpt.com">Financiamento de R$ 150 milhões para infraestrutura de recarga</a></p>
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<h1><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></h1>
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    <title>Ministério da Fazenda autoriza aditivo de crédito de até R$ 30 bilhões para taxistas e motoristas de aplicativos; lei federal também contempla transporte escolar</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/ministerio-da-fazenda-autoriza-aditivo-de-credito-de-ate-r-30-bilhoes-para-taxistas-e-motoristas-de-aplicativos-lei-federal-tambem-contempla-transporte-escolar/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 10:01:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Contrato com o BNDES financia a aquisição de veículos novos por profissionais do transporte individual; legislação sancionada em setembro inclui linhas para renovação de veículos escolares, enquanto regulamentação permite até sete anos de pagamento para automóveis de até R$ 200 mil ADAMO BAZANI O Ministério da Fazenda autorizou um aditivo ao contrato firmado entre a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="512" height="297" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?fit=512%2C297&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?w=512&amp;ssl=1 512w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?resize=300%2C174&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?resize=150%2C87&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?resize=400%2C232&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /> <p><em>Contrato com o BNDES financia a aquisição de veículos novos por profissionais do transporte individual; legislação sancionada em setembro inclui linhas para renovação de veículos escolares, enquanto regulamentação permite até sete anos de pagamento para automóveis de até R$ 200 mil</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Ministério da Fazenda autorizou um aditivo ao contrato firmado entre a União e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para disponibilizar até R$ 30 bilhões em linhas de financiamento destinadas à aquisição de veículos novos por taxistas, cooperativas de táxi e motoristas do transporte remunerado privado individual de passageiros, incluindo profissionais que trabalham com aplicativos. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, e integra a política federal de renovação de veículos consolidada em setembro, quando foi sancionada uma lei que também contempla o transporte escolar.</p>
<p>O financiamento será realizado por meio de operações de crédito reembolsáveis, ou seja, os beneficiários terão de devolver os recursos contratados. Para taxistas e motoristas de aplicativos, a regulamentação prevê prazo máximo de 84 meses, equivalente a sete anos, carência de até seis meses para amortização do principal e limite de R$ 200 mil para o valor do automóvel financiado. A Lei nº 15.503, de 14 de setembro de 2026, incorporou medidas de diferentes iniciativas legislativas e estabeleceu condições para o financiamento de veículos novos que atendam a critérios de sustentabilidade ambiental, social ou econômica. O transporte escolar também passou a integrar o alcance da legislação, com instrumento próprio relacionado à renovação de frota.</p>
<p>O despacho foi assinado pelo ministro da Fazenda, Dario Carnevalli Durigan, em 28 de outubro.</p>
<p>O documento autoriza a celebração do primeiro termo aditivo ao contrato nº 682/2026/CAFIN, firmado entre a União e o BNDES.</p>
<p>A operação tem fundamento na Medida Provisória nº 1.359, de maio de 2026, cujas disposições foram posteriormente incorporadas à legislação federal sancionada em setembro.</p>
<p>A autorização considera manifestações técnicas da Secretaria do Tesouro Nacional e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional sobre o cumprimento dos requisitos necessários à formalização contratual.</p>
<p>O limite de R$ 30 bilhões corresponde ao montante máximo autorizado para a estrutura de financiamento abrangida pelo contrato.</p>
<p>A contratação pelos beneficiários dependerá das condições regulamentares, da atuação das instituições financeiras e da disponibilidade de recursos.</p>
<h3>Transporte escolar também faz parte da legislação sancionada em setembro</h3>
<p>O transporte escolar foi expressamente incluído no alcance da Lei nº 15.503/2026.</p>
<p>A legislação trata da disponibilização de recursos para financiamento reembolsável destinado à aquisição de veículos automotores novos utilizados em diferentes atividades de transporte de passageiros.</p>
<p>A inclusão do segmento escolar é relevante porque envolve profissionais e empresas que precisam investir periodicamente na substituição de veículos e no cumprimento de exigências específicas de segurança.</p>
<p>O transporte de estudantes possui regras próprias previstas no Código de Trânsito Brasileiro e em regulamentações das autoridades competentes.</p>
<p>Os veículos precisam atender às exigências de identificação, equipamentos, inspeções e autorização para circulação nessa atividade.</p>
<p>Também existem condições específicas para os condutores.</p>
<p>A aquisição de uma van, micro-ônibus ou outro veículo destinado ao transporte escolar pode representar investimento significativo para transportadores autônomos, cooperativas e empresas.</p>
<p>A possibilidade de financiamento de longo prazo pode ajudar a distribuir esse custo ao longo dos anos, de acordo com as condições de contratação.</p>
<p>A legislação sancionada em setembro também alterou regras relacionadas ao Fundo de Investimento em Infraestrutura Social, permitindo operações de financiamento voltadas a infraestrutura, equipamentos e renovação de frota do transporte escolar.</p>
<p>Essa modalidade deve ser diferenciada da linha de crédito de até R$ 30 bilhões expressamente destinada, no despacho desta quinta-feira, a taxistas e profissionais do transporte privado individual.</p>
<p>Para os operadores escolares, o acesso dependerá das condições específicas do instrumento financeiro utilizado e do enquadramento dos interessados.</p>
<h3>Taxistas e motoristas de aplicativos poderão financiar automóveis de até R$ 200 mil</h3>
<p>A regulamentação do Conselho Monetário Nacional prevê limite de R$ 200 mil para o valor do automóvel financiado nas operações destinadas ao transporte remunerado individual de passageiros.</p>
<p>O prazo máximo de pagamento é de 84 meses, correspondente a sete anos.</p>
<p>Também está prevista a possibilidade de carência de até seis meses para amortização do principal.</p>
<p>Essas condições permitem que o custo de aquisição seja distribuído ao longo de um período relativamente extenso.</p>
<p>A contratação deverá observar a capacidade financeira do profissional e as exigências da instituição responsável pelo crédito.</p>
<p>Para quem utiliza o automóvel como instrumento de trabalho, a decisão de comprar um veículo envolve mais do que a prestação do financiamento.</p>
<p>É necessário considerar combustível ou energia elétrica, manutenção, seguro, impostos e outros custos operacionais.</p>
<p>O preço do veículo, o prazo de pagamento e os encargos da operação também influenciam a viabilidade econômica.</p>
<p>A utilização do financiamento deverá ser compatível com a atividade profissional e com as regras estabelecidas para cada beneficiário.</p>
<h3>Mulheres terão encargo diferenciado sobre os recursos da linha de crédito</h3>
<p>A regulamentação prevê uma condição específica para operações contratadas por mulheres.</p>
<p>O encargo sobre a fonte de recursos foi estabelecido em 1,5% ao ano nessas contratações.</p>
<p>Para as demais operações, o percentual correspondente é de 2,5% ao ano.</p>
<p>Essa diferença se aplica ao encargo definido para os recursos utilizados no financiamento.</p>
<p>A taxa final contratada poderá incluir outras remunerações e despesas previstas na regulamentação.</p>
<p>O BNDES possui remuneração máxima de 1,25% ao ano, enquanto as instituições financeiras habilitadas poderão cobrar remuneração de até 8,5% ao ano, observadas as regras aplicáveis.</p>
<p>Por isso, a comparação entre financiamentos deve considerar o custo efetivo total.</p>
<p>Esse indicador reúne os encargos da operação e permite avaliar quanto o beneficiário pagará durante o período contratado.</p>
<h3>Cooperativas de táxi também estão entre os beneficiários</h3>
<p>A legislação inclui expressamente as cooperativas de taxistas.</p>
<p>A participação dessas organizações permite que profissionais vinculados a estruturas cooperativas tenham acesso às operações de financiamento, conforme os critérios definidos.</p>
<p>A regulamentação considera limites de aquisição por beneficiário e, no caso das cooperativas, por cooperado.</p>
<p>A medida pode contribuir para a substituição de veículos utilizados em serviços regulamentados de táxi.</p>
<p>Em diversas cidades, o serviço é prestado tanto por profissionais individuais quanto por cooperativas, que organizam atividades como atendimento, comunicação, distribuição de chamadas e serviços de apoio.</p>
<p>A renovação de frota pode envolver mudanças na estrutura de custos dessas operações.</p>
<p>Os contratos de financiamento deverão observar os requisitos financeiros e documentais aplicáveis.</p>
<h3>Veículos financiados deverão ser novos e atender a critérios de sustentabilidade</h3>
<p>A legislação estabelece que os recursos sejam destinados à aquisição de veículos automotores novos que atendam a critérios de sustentabilidade ambiental, social ou econômica.</p>
<p>O enquadramento dependerá das condições regulamentares e das características dos veículos.</p>
<p>A exigência pode favorecer a substituição de automóveis mais antigos por unidades com tecnologias recentes de segurança e eficiência energética.</p>
<p>Veículos de diferentes tecnologias poderão ser avaliados conforme as regras do programa.</p>
<p>No transporte de passageiros, a renovação de frota também precisa considerar a adequação dos veículos às condições reais de operação.</p>
<p>Automóveis utilizados por motoristas de aplicativos e taxistas frequentemente apresentam elevada utilização diária, com despesas recorrentes de manutenção e abastecimento.</p>
<p>A decisão de financiamento deve levar em conta essas características, além da capacidade de pagamento do profissional.</p>
<p>No transporte escolar, a tecnologia e a idade do veículo precisam ser consideradas em conjunto com as exigências obrigatórias de segurança e autorização.</p>
<h3>Programa começou com medida provisória de maio e foi consolidado em setembro</h3>
<p>A estrutura de financiamento para veículos destinados ao transporte privado individual foi inicialmente prevista na Medida Provisória nº 1.359, de 19 de maio de 2026.</p>
<p>A proposta autorizou a União a disponibilizar até R$ 30 bilhões para linhas de financiamento reembolsável.</p>
<p>Posteriormente, durante a tramitação de outra medida provisória, o Congresso incorporou dispositivos relacionados ao financiamento de veículos e ampliou o alcance das medidas.</p>
<p>O resultado foi a Lei nº 15.503, sancionada em 14 de setembro.</p>
<p>A legislação passou a contemplar expressamente o transporte escolar e reuniu alterações em diferentes normas federais.</p>
<p>O Conselho Monetário Nacional também atualizou a regulamentação das operações, estabelecendo condições financeiras para os beneficiários.</p>
<p>A autorização do aditivo contratual publicada nesta quinta-feira representa mais uma etapa da operacionalização da política.</p>
<p>O contrato com o BNDES permitirá estruturar a disponibilização dos recursos dentro dos limites e condições estabelecidos.</p>
<h3>Financiamento de R$ 30 bilhões é diferente dos R$ 14,5 bilhões aprovados pelo Senado para ônibus e caminhões</h3>
<p>A decisão da Fazenda ocorre um dia depois da aprovação, pelo Senado, de outra proposta relacionada à renovação de veículos.</p>
<p>Na quarta-feira, 28 de outubro, os senadores aprovaram um projeto que autoriza até R$ 14,5 bilhões para operações de financiamento de veículos utilizados no transporte de passageiros e cargas.</p>
<p>Essa proposta inclui ônibus e micro-ônibus novos, caminhões, caminhões-tratores e implementos rodoviários, conforme as condições previstas.</p>
<p>Também permite financiar chassis e carrocerias de ônibus separadamente, desde que cumpram os requisitos de fabricação nacional e credenciamento no BNDES.</p>
<p>O projeto segue para sanção presidencial.</p>
<p>As duas iniciativas possuem finalidades relacionadas à renovação de frotas, mas apresentam públicos e regras diferentes.</p>
<p>O financiamento de até R$ 30 bilhões previsto no despacho desta quinta-feira é voltado aos beneficiários do transporte privado individual indicados no contrato.</p>
<p>O projeto de R$ 14,5 bilhões abrange também empresas e profissionais do transporte rodoviário e urbano de passageiros e cargas, incluindo a aquisição de ônibus novos.</p>
<p>Já o transporte escolar possui previsão própria na legislação sancionada em setembro.</p>
<p>A execução das políticas dependerá da regulamentação, das condições de contratação e da disponibilidade financeira.</p>
<h3>Renovação pode beneficiar profissionais e passageiros</h3>
<p>A oferta de crédito para aquisição de veículos novos pode contribuir para a substituição de unidades antigas utilizadas no transporte de passageiros.</p>
<p>Para taxistas e motoristas de aplicativos, a renovação poderá representar a aquisição de veículos com tecnologias mais recentes, de acordo com as condições de cada modelo.</p>
<p>Para o transporte escolar, o financiamento poderá integrar investimentos destinados à atualização dos veículos utilizados na condução de estudantes.</p>
<p>A efetiva melhoria dos serviços dependerá das aquisições realizadas e do cumprimento das exigências de segurança e operação.</p>
<p>Também será necessário acompanhar como os recursos serão distribuídos entre os beneficiários e quais condições financeiras estarão disponíveis na contratação.</p>
<p>A medida publicada nesta quinta-feira representa a continuidade da estrutura federal de financiamento para veículos de transporte de passageiros, com participação do BNDES e utilização de recursos reembolsáveis.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Compra de ônibus novos, diesel e biometano para transporte coletivo, linha 4-Amarela e importação de trens do Metrô de BH terão benefícios fiscais prorrogados até 2028</title>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 09:01:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão do Confaz também mantém autorizações tributárias para vans e micro-ônibus, implantação da Linha 4-Amarela de São Paulo e projeto do Metrô Curitibano; medidas envolvem isenções, redução de base de cálculo e créditos presumidos de ICMS ADAMO BAZANI Empresas de ônibus, operadores de transporte complementar, fornecedores de combustíveis e projetos de metrô poderão continuar utilizando [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-1024x576.avif" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-1024x576.avif 1024w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-300x169.avif 300w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-150x84.avif 150w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-768x432.avif 768w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-1536x864.avif 1536w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-400x225.avif 400w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU.avif 1960w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>
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<p><em>Decisão do Confaz também mantém autorizações tributárias para vans e micro-ônibus, implantação da Linha 4-Amarela de São Paulo e projeto do Metrô Curitibano; medidas envolvem isenções, redução de base de cálculo e créditos presumidos de ICMS</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Empresas de ônibus, operadores de transporte complementar, fornecedores de combustíveis e projetos de metrô poderão continuar utilizando benefícios fiscais autorizados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) até 31 de dezembro de 2028. A prorrogação, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, abrange operações relacionadas à aquisição de ônibus, micro-ônibus e vans novos, ao fornecimento de diesel, biodiesel, biometano e gás natural veicular para o transporte coletivo e à compra de equipamentos e trens destinados a sistemas metroviários. Entre os empreendimentos contemplados estão a Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, o projeto do Metrô Curitibano e a importação de composições para o Metrô de Belo Horizonte.</p>
<p>A decisão foi tomada pelo Confaz em reunião extraordinária realizada em 27 de outubro e reúne benefícios tributários criados em diferentes períodos, alguns deles há quase duas décadas. As medidas permitem que estados autorizados mantenham isenções, reduções de base de cálculo e créditos presumidos de ICMS em operações específicas. Para as empresas de transporte de passageiros, os benefícios podem influenciar despesas com aquisição de frota e abastecimento. Nos sistemas ferroviários, podem integrar a estrutura financeira de investimentos em equipamentos e material rodante. A aplicação depende das condições previstas em cada convênio e da legislação das unidades federativas abrangidas.</p>
<p>A prorrogação foi estabelecida pelo Convênio ICMS nº 131/2026.</p>
<p>O documento reúne autorizações tributárias que alcançam diferentes setores da economia, incluindo atividades diretamente relacionadas ao transporte público.</p>
<p>No setor de ônibus, os benefícios podem interferir em duas despesas importantes: a aquisição de veículos e o consumo de combustíveis.</p>
<p>A compra de ônibus novos envolve investimentos que podem ser elevados, especialmente em sistemas que exigem veículos de maior capacidade, acessibilidade e equipamentos específicos.</p>
<p>Já o abastecimento representa uma despesa recorrente das operações.</p>
<p>No caso do transporte ferroviário, a tributação de equipamentos, componentes e composições pode ser considerada na estrutura de investimentos necessários à implantação ou modernização dos sistemas.</p>
<p>Os benefícios fiscais possuem diferentes mecanismos.</p>
<p>A isenção dispensa o recolhimento do imposto nas operações enquadradas.</p>
<p>A redução da base de cálculo diminui o valor sobre o qual o tributo é calculado.</p>
<p>O crédito presumido permite utilizar um crédito fiscal nas condições previstas, reduzindo o imposto devido.</p>
<p>Essas diferenças são importantes porque os efeitos financeiros variam conforme a operação, o contribuinte e a legislação estadual.</p>
<h3>Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo tem autorização de isenção para implantação prorrogada</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 57, de 5 de junho de 2007, autoriza o Estado de São Paulo a conceder isenção do imposto nas operações internas com bens e mercadorias destinados à implantação da Linha 4-Amarela do Metrô.</p>
<p>O benefício foi criado durante o processo de estruturação e implantação de um dos principais projetos ferroviários da capital paulista.</p>
<p>A Linha 4-Amarela é operada pela concessionária ViaQuatro e permite integração com outros serviços metroferroviários.</p>
<p>O empreendimento foi implantado em diferentes etapas e passou a desempenhar papel importante na ligação entre regiões da cidade.</p>
<p>A autorização tributária está relacionada aos bens e mercadorias destinados à implantação do sistema, observadas as condições previstas.</p>
<p>A prorrogação até dezembro de 2028 preserva a possibilidade de utilização desse tratamento fiscal.</p>
<p>A medida pode ser considerada em operações que se enquadrem nas exigências do convênio e da legislação paulista.</p>
<p>O benefício se refere à estrutura tributária do empreendimento e deve ser distinguido das tarifas cobradas dos passageiros e da remuneração da concessionária.</p>
<h3>Metrô Curitibano mantém autorização fiscal criada em 2013 para implantação do projeto</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 161, de 6 de dezembro de 2013, autoriza o Paraná a conceder isenção do imposto em operações internas com bens e mercadorias destinados à implantação do Metrô Curitibano.</p>
<p>A autorização foi instituída no período em que a capital paranaense discutia alternativas de expansão da capacidade do transporte coletivo.</p>
<p>Curitiba consolidou historicamente seu sistema em torno dos corredores de ônibus, terminais de integração e serviços expressos.</p>
<p>O projeto de metrô foi objeto de estudos e discussões sobre viabilidade técnica, financeira e operacional.</p>
<p>A autorização tributária criada em 2013 permaneceu entre os instrumentos fiscais relacionados ao empreendimento.</p>
<p>Com a decisão do Confaz, sua vigência poderá se estender até 31 de dezembro de 2028.</p>
<p>A medida mantém a possibilidade de tratamento tributário diferenciado para bens e mercadorias destinados à implantação do projeto, dentro das condições legais.</p>
<p>O histórico também permite relacionar a discussão do metrô com os projetos de modernização do transporte coletivo da capital paranaense, que incluem renovação da frota de ônibus, mudanças nos contratos e investimentos em corredores.</p>
<h3>Diesel e biodiesel destinados ao transporte coletivo continuam com autorização de redução do ICMS</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 79, de 5 de julho de 2019, autoriza determinadas unidades federativas a conceder redução da base de cálculo do imposto nas operações internas com óleo diesel e biodiesel destinados a empresas concessionárias ou permissionárias de transporte coletivo de passageiros por qualquer modal.</p>
<p>A medida alcança uma das principais despesas operacionais dos sistemas de ônibus.</p>
<p>O diesel permanece como combustível utilizado por grande parte da frota brasileira, incluindo veículos municipais, metropolitanos e rodoviários.</p>
<p>O custo do abastecimento interfere diretamente nas despesas das empresas.</p>
<p>Nos contratos de transporte coletivo, esse gasto pode integrar fórmulas de remuneração e revisão dos custos dos serviços.</p>
<p>A redução da base de cálculo permite diminuir a parcela do valor da operação utilizada para apurar o imposto, conforme as regras aplicáveis.</p>
<p>O benefício pode produzir efeitos diferentes dependendo das condições de fornecimento, da legislação estadual e da forma como o combustível é adquirido.</p>
<p>A prorrogação até 2028 mantém a autorização para continuidade desse tratamento tributário.</p>
<p>Também é necessário considerar a interação com as regras nacionais de tributação de combustíveis, incluindo o regime monofásico de ICMS.</p>
<p>Para os passageiros, eventual repercussão sobre o valor das tarifas depende das condições contratuais e da forma como os poderes públicos remuneram as empresas.</p>
<h3>Vans e micro-ônibus utilizados no transporte complementar mantêm isenção para aquisição de veículos</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 91, de 1º de julho de 2022, autoriza unidades federativas a conceder isenção do imposto em operações internas com micro-ônibus e vans destinados ao transporte complementar de passageiros.</p>
<p>A medida interessa a sistemas que utilizam veículos de menor capacidade em serviços regulamentados.</p>
<p>Em diferentes municípios, vans e micro-ônibus são utilizados em atividades que complementam a rede convencional.</p>
<p>Esses serviços podem atender regiões de menor demanda ou trajetos específicos, de acordo com a organização estabelecida pelo poder público.</p>
<p>A renovação da frota representa uma despesa relevante para os operadores.</p>
<p>A aquisição de veículos novos também pode ser necessária para atender exigências de acessibilidade, segurança e idade máxima estabelecidas nas regulamentações locais.</p>
<p>A isenção tributária pode reduzir o custo de aquisição quando as operações cumprem as condições do benefício.</p>
<p>O enquadramento depende da destinação dos veículos e das exigências previstas no convênio e nas normas estaduais.</p>
<p>A prorrogação até dezembro de 2028 permite a continuidade da autorização para as compras elegíveis.</p>
<h3>Fornecimento de diesel e biodiesel para concessionárias de transporte coletivo mantém crédito presumido</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 21, de 14 de abril de 2023, autoriza as unidades federativas a conceder crédito presumido nas operações de saída de óleo diesel e biodiesel destinados a empresas concessionárias ou permissionárias de transporte coletivo de passageiros.</p>
<p>O mecanismo permite tratamento tributário específico na comercialização dos combustíveis.</p>
<p>Diferentemente da isenção, o crédito presumido está relacionado à utilização de crédito fiscal nas condições estabelecidas.</p>
<p>Para o transporte coletivo, essa estrutura pode interferir nos custos da cadeia de fornecimento de diesel e biodiesel.</p>
<p>As empresas de ônibus frequentemente possuem consumo elevado de combustível, especialmente nos sistemas que operam grandes frotas e realizam viagens durante praticamente todo o dia.</p>
<p>O abastecimento representa uma despesa permanente.</p>
<p>Nos contratos de concessão, os gastos podem ser considerados na composição dos custos operacionais.</p>
<p>A manutenção do crédito presumido até 2028 permite que os estados autorizados continuem utilizando o mecanismo tributário previsto.</p>
<p>O efeito financeiro dependerá das regras de aplicação e da estrutura das operações comerciais.</p>
<h3>Ônibus, micro-ônibus e vans novos mantêm isenção sobre diferencial de alíquotas em compras interestaduais</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 194, de 8 de dezembro de 2023, autoriza a concessão de isenção do imposto nas operações interestaduais com ônibus, micro-ônibus e vans novos, relativamente à diferença entre as alíquotas interna e interestadual.</p>
<p>O benefício possui importância para a indústria brasileira de ônibus e para as empresas que adquirem veículos produzidos em outros estados.</p>
<p>A fabricação nacional de ônibus envolve diferentes empresas de chassis e carrocerias, distribuídas por diversas regiões.</p>
<p>Um operador sediado em determinado estado pode adquirir veículos de indústrias instaladas em outra unidade federativa.</p>
<p>Dependendo da operação, as regras tributárias podem envolver o recolhimento do diferencial de alíquotas do ICMS.</p>
<p>A autorização do Confaz permite tratamento específico para as aquisições abrangidas.</p>
<p>A medida pode influenciar o custo de compra dos veículos e integrar o planejamento financeiro de projetos de renovação de frota.</p>
<p>A aplicação depende das condições legais, da localização dos participantes e da finalidade da aquisição.</p>
<p>A prorrogação até o final de 2028 mantém a possibilidade de utilização do benefício nas operações enquadradas.</p>
<h3>Transporte metropolitano mantém crédito presumido de ICMS sobre combustível destinado às concessionárias</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 213, de 21 de dezembro de 2023, autoriza crédito presumido nas saídas de óleo diesel e biodiesel destinados a empresas concessionárias ou permissionárias de transporte público coletivo de passageiros de determinadas regiões metropolitanas.</p>
<p>A medida foi estruturada para sistemas abrangidos pelas condições específicas da autorização.</p>
<p>O transporte metropolitano frequentemente apresenta características diferentes dos serviços exclusivamente municipais.</p>
<p>As linhas podem atravessar limites entre cidades e conectar bairros, centros comerciais, terminais e polos de emprego de diferentes municípios.</p>
<p>Esses trajetos também podem envolver percursos extensos e elevado consumo de combustível.</p>
<p>O crédito presumido estabelece um tratamento fiscal específico para as operações de abastecimento enquadradas.</p>
<p>A manutenção da autorização até dezembro de 2028 poderá integrar a estrutura de custos e de fornecimento dos combustíveis utilizados pelos operadores abrangidos.</p>
<p>O efeito financeiro depende das condições de cada sistema e da legislação estadual correspondente.</p>
<h3>Produtores de biogás e biometano mantêm autorização de redução tributária</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 129, de 6 de dezembro de 2024, autoriza a concessão de redução da base de cálculo do imposto nas operações realizadas por estabelecimentos industriais produtores de biogás ou biometano.</p>
<p>O benefício possui relação com a cadeia de produção de combustíveis que podem ser utilizados em diferentes atividades, incluindo o transporte coletivo.</p>
<p>O biogás é obtido a partir da decomposição de matéria orgânica e pode ser produzido com resíduos agroindustriais, resíduos urbanos, esgoto e outras fontes.</p>
<p>Após processos de tratamento e purificação, pode ser transformado em biometano, combustível que deve atender às especificações técnicas aplicáveis.</p>
<p>O biometano pode substituir o gás natural de origem fóssil em aplicações compatíveis, incluindo veículos preparados para esse tipo de abastecimento.</p>
<p>No transporte de passageiros, a tecnologia aparece entre as alternativas consideradas para reduzir a utilização de diesel.</p>
<p>Sua adoção envolve a aquisição de ônibus adequados, contratos de fornecimento, estrutura de abastecimento e manutenção específica.</p>
<p>O benefício prorrogado alcança operações de estabelecimentos industriais produtores enquadrados nas regras.</p>
<p>A medida pode influenciar a estrutura econômica do fornecimento de combustível, conforme as condições tributárias e comerciais.</p>
<h3>Biometano e gás natural veicular destinados a empresas de ônibus mantêm benefícios específicos</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 24, de 11 de abril de 2025, autoriza a concessão de benefícios fiscais nas operações internas com biometano e gás natural veicular destinados a empresas concessionárias de transporte coletivo.</p>
<p>O dispositivo possui relação direta com o abastecimento das frotas.</p>
<p>A utilização de biometano em ônibus depende de veículos com tecnologia compatível e de uma estrutura capaz de fornecer o combustível nas condições exigidas.</p>
<p>A adoção dessa alternativa também envolve planejamento de garagens e pontos de abastecimento.</p>
<p>O benefício fiscal pode integrar a estrutura de custos dos projetos.</p>
<p>O biometano se diferencia do gás natural convencional principalmente pela origem.</p>
<p>Enquanto o gás natural é de origem fóssil, o biometano é obtido a partir de matérias orgânicas e resíduos.</p>
<p>Ambos podem ser utilizados em equipamentos compatíveis, observadas as especificações técnicas.</p>
<p>A prorrogação até 2028 preserva a autorização tributária relativa às operações contempladas.</p>
<p>A medida interessa a projetos de mobilidade que avaliam diferentes tecnologias de propulsão e procuram reduzir o consumo de diesel.</p>
<h3>Aquisição de ônibus novos em operações interestaduais mantém benefício sobre diferencial de ICMS</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 86, de 4 de julho de 2025, autoriza isenção do recolhimento do imposto relativo à diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações interestaduais com ônibus novos, conforme as condições estabelecidas.</p>
<p>A medida também possui relação com a aquisição de frota por empresas de transporte.</p>
<p>Os fabricantes brasileiros de ônibus estão distribuídos por diferentes estados.</p>
<p>A compra de um veículo pode envolver fabricantes de chassis, encarroçadores e fornecedores instalados em unidades federativas diferentes daquela em que a transportadora opera.</p>
<p>O tratamento tributário aplicável às operações interestaduais pode influenciar o custo final de aquisição.</p>
<p>A manutenção do benefício permite a continuidade das condições fiscais autorizadas para compras enquadradas nas regras.</p>
<p>A medida pode ser considerada em projetos de renovação de frota e na estruturação financeira das aquisições.</p>
<p>A aplicação precisa observar as exigências do convênio e a legislação dos estados envolvidos.</p>
<h3>Metrô de Belo Horizonte mantém isenção para importação de 24 trens com 96 carros</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 171, de 5 de dezembro de 2025, autoriza a concessão de isenção do imposto nas importações de trens destinados à implantação do Sistema de Trens Metropolitanos de Belo Horizonte.</p>
<p>A medida possui uma característica importante: a regulamentação de Minas Gerais identifica expressamente a quantidade e a configuração do material rodante beneficiado.</p>
<p>O Decreto estadual nº 49.156, de 30 de dezembro de 2025, contempla a importação de 24 trens, compostos por quatro carros cada.</p>
<p>Ao todo, são 96 carros ferroviários.</p>
<p>Cada composição prevista possui três carros motores e um carro reboque.</p>
<p>A isenção está relacionada à importação realizada diretamente pela concessionária Metrô BH S.A., nos termos da regulamentação estadual.</p>
<p>Os veículos são classificados no código 8603.10.00 da nomenclatura de mercadorias utilizada para fins tributários.</p>
<p>A legislação mineira também disciplina procedimentos para a liberação das composições importadas, incluindo documentação específica para a aplicação da isenção.</p>
<p>A medida é relevante para os investimentos no sistema metroviário de Belo Horizonte, que envolvem aquisição de material rodante e ampliação da capacidade de transporte.</p>
<p>A entrada de novos trens na operação depende da integração com a infraestrutura ferroviária, da realização de testes e das condições de segurança exigidas.</p>
<p>A prorrogação da autorização fiscal pelo Confaz até dezembro de 2028 também deverá ser observada em conjunto com a regulamentação estadual, que originalmente estabeleceu prazo para utilização do benefício.</p>
<h3>Benefícios alcançam diferentes custos do transporte coletivo e podem influenciar investimentos</h3>
<p>Os convênios prorrogados pelo Confaz possuem impactos potenciais diferentes sobre a estrutura econômica do transporte de passageiros.</p>
<p>Na aquisição de veículos, os benefícios podem reduzir a tributação incidente sobre operações específicas envolvendo ônibus, micro-ônibus e vans.</p>
<p>No abastecimento, a manutenção de autorizações relacionadas ao diesel, biodiesel, biometano e gás natural veicular pode influenciar a composição de custos dos operadores e fornecedores.</p>
<p>Nos sistemas ferroviários, o tratamento tributário de equipamentos e trens pode integrar o planejamento financeiro dos projetos.</p>
<p>A diversidade das medidas também mostra que a política tributária relacionada ao transporte coletivo não se concentra em uma única tecnologia.</p>
<p>Existem benefícios envolvendo combustíveis convencionais, alternativas de menor emissão e aquisição de veículos.</p>
<p>O efeito dessas medidas sobre os passageiros depende da forma como os custos são reconhecidos nos contratos e da maneira como os sistemas são financiados.</p>
<p>No transporte municipal e metropolitano, diferentes modelos de remuneração podem fazer com que alterações tributárias sejam absorvidas pelas empresas, consideradas no cálculo dos subsídios ou incorporadas às regras de revisão contratual.</p>
<p>Já na aquisição de frota, as condições fiscais podem influenciar o montante necessário para a substituição dos veículos e a estruturação dos financiamentos.</p>
<p>No caso dos metrôs, a tributação pode compor o custo de aquisição de trens e equipamentos, dentro dos projetos de investimento.</p>
<p>A prorrogação até 31 de dezembro de 2028 mantém as autorizações nacionais para utilização desses benefícios, respeitadas as disposições dos convênios e a legislação específica de cada unidade federativa.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>ANTT nega pedidos de novos mercados de ônibus da Expresso Maia, Bueno Viagens e Viação Garcia após decisões judiciais; entenda os efeitos e a relação com a Janela Extraordinária</title>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 08:01:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões publicadas nesta quinta-feira (29) envolvem solicitações antigas de três transportadoras e aplicação das regras de transição do transporte interestadual; histórico inclui autorizações provisórias da Expresso Maia, ligação entre Goiás e Maranhão e novas seções da Viação Garcia na rota entre Rio de Janeiro e Sorocaba ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="843" height="557" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?fit=843%2C557&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?w=843&amp;ssl=1 843w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?resize=768%2C507&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?resize=400%2C264&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 843px) 100vw, 843px" /> <p><em>Decisões publicadas nesta quinta-feira (29) envolvem solicitações antigas de três transportadoras e aplicação das regras de transição do transporte interestadual; histórico inclui autorizações provisórias da Expresso Maia, ligação entre Goiás e Maranhão e novas seções da Viação Garcia na rota entre Rio de Janeiro e Sorocaba</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) negou pedidos de autorização para operar novos mercados de ônibus interestaduais apresentados pela Expresso Maia, pela Bueno Viagens e pela Viação Garcia. As decisões foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, em cumprimento a determinações judiciais envolvendo as três transportadoras. Os indeferimentos foram fundamentados nas regras estabelecidas para adequar solicitações apresentadas sob a regulamentação anterior ao novo marco do transporte rodoviário interestadual, que entrou em vigor em 2024 e também estabeleceu o procedimento da primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>As três decisões ocorrem durante a fase de apresentação de lances da Janela Extraordinária, cujo prazo foi prorrogado para 13 de novembro, após determinações judiciais envolvendo Amarelinho, Catedral e Progresso modificarem 4.838 classificações de solicitações. Os casos de Expresso Maia, Bueno Viagens e Viação Garcia, entretanto, envolvem procedimentos individuais de adaptação de requerimentos antigos. A situação é especialmente relevante para a Expresso Maia, que já teve outras solicitações indeferidas e chegou a obter autorizações provisórias posteriormente revertidas pela ANTT, inclusive em ligações entre Goiás, Tocantins, Maranhão e Piauí. Já a Viação Garcia também participa da Janela Extraordinária, tendo recebido em setembro autorização para implantar uma seção entre Rio de Janeiro (RJ) e Arujá (SP) em uma linha que liga a capital fluminense a Sorocaba (SP).</p>
<p>As decisões desta quinta-feira foram assinadas pelo superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros, Juliano de Barros Samôr, em 22 de outubro.</p>
<p>As três transportadoras tiveram requerimentos indeferidos com fundamento nos artigos 230 e 231 da Resolução ANTT nº 6.033, de dezembro de 2023.</p>
<p>Esses dispositivos disciplinam o tratamento dos pedidos de Licença Operacional apresentados antes da entrada em vigor da regulamentação atual.</p>
<p>A mudança é uma das etapas da reorganização do mercado rodoviário interestadual, que passou a utilizar procedimentos de seleção para determinadas ligações e condições específicas de entrada de novos operadores.</p>
<h3>Expresso Maia recebe nova negativa após histórico de autorizações provisórias e decisões judiciais</h3>
<p>A Expresso Maia Ltda., inscrita no CNPJ 01.526.219/0001-91, teve indeferido um requerimento apresentado em 2023.</p>
<p>A decisão publicada nesta quinta-feira foi expedida em cumprimento a determinação judicial relacionada ao mandado de segurança nº 1044595-13.2025.4.01.3400.</p>
<p>O pedido administrativo examinado é o nº 50500.300919/2023-32.</p>
<p>A Expresso Maia atua no transporte rodoviário interestadual de passageiros e possui vínculos empresariais com o Grupo Novo Horizonte, que reúne outras transportadoras.</p>
<p>A empresa deve ser identificada separadamente da Viação Novo Horizonte Ltda., outra pessoa jurídica do grupo.</p>
<p>A distinção ganha importância porque a expansão das empresas associadas ao Grupo Novo Horizonte tem sido acompanhada pelo Diário do Transporte, especialmente em relação às solicitações apresentadas à ANTT.</p>
<p>A negativa desta quinta-feira se soma a outras decisões administrativas relacionadas à Expresso Maia ao longo de 2025 e 2026.</p>
<p>Em junho de 2025, por exemplo, a agência já havia indeferido outro pedido da empresa, relacionado ao requerimento administrativo nº 50500.300923/2023-09.</p>
<p>Em setembro de 2026, uma nova negativa foi publicada, desta vez envolvendo o processo nº 50500.300922/2023-56.</p>
<p>As decisões foram fundamentadas nas mesmas disposições de adequação dos pedidos ao novo marco regulatório.</p>
<p>O histórico revela uma sequência de solicitações apresentadas em 2023, posteriormente submetidas a discussões judiciais e a novas análises pela ANTT.</p>
<h3>Ligação Goiânia–São Bernardo, via Palmas, também esteve envolvida em disputa judicial da Expresso Maia</h3>
<p>Uma das decisões anteriores de maior relevância ocorreu em maio de 2026.</p>
<p>Na ocasião, a ANTT suspendeu os efeitos de uma autorização concedida provisoriamente à Expresso Maia para operar a linha Goiânia (GO)–São Bernardo (MA), via Palmas (TO).</p>
<p>A autorização original havia sido concedida em janeiro de 2026 na condição sub judice, ou seja, vinculada ao andamento de discussão judicial.</p>
<p>Em maio, a agência publicou a Decisão SUPAS nº 802/2026, suspendendo os efeitos da autorização e indeferindo o pedido de mercados correspondente.</p>
<p>A decisão também estabeleceu providências para proteger os passageiros que eventualmente tivessem comprado bilhetes depois de sua publicação.</p>
<p>Nesses casos, a transportadora deveria assegurar a devolução dos valores pagos ou a aquisição de passagens em outra empresa autorizada, às suas custas, conforme a legislação aplicável.</p>
<p>A determinação demonstra como uma disputa regulatória pode alcançar diretamente a oferta de serviços interestaduais.</p>
<p>A decisão envolveu o requerimento administrativo nº 50500.300931/2023-47, também apresentado pela Expresso Maia.</p>
<p>O caso é distinto daquele examinado na publicação desta quinta-feira, mas integra o histórico de pedidos da transportadora submetidos a decisões administrativas e judiciais.</p>
<h3>Trindade–Parnaíba: autorização provisória também foi revogada pela ANTT</h3>
<p>Outro episódio ocorreu em abril de 2026.</p>
<p>A ANTT revogou uma autorização provisória anteriormente concedida à Expresso Maia para operar a linha Trindade (GO)–Parnaíba (PI).</p>
<p>A empresa havia recebido autorização em janeiro, também na condição sub judice.</p>
<p>Posteriormente, a agência publicou a Decisão SUPAS nº 673/2026, revogando a autorização e indeferindo os mercados correspondentes.</p>
<p>O fundamento foi novamente a aplicação das regras de transição da Resolução nº 6.033/2023.</p>
<p>A decisão também tratou da proteção aos passageiros que tivessem adquirido passagens após a publicação, com previsão de restituição dos valores ou aquisição de bilhetes em outra transportadora autorizada.</p>
<p>Esse histórico mostra que a situação regulatória da Expresso Maia envolve diferentes requerimentos e linhas interestaduais, além de discussões judiciais individualizadas.</p>
<p>Em votação da Diretoria Colegiada da ANTT, outro pedido da empresa, apresentado em setembro de 2023, também foi submetido à análise após decisão judicial.</p>
<p>Nesse processo, a Justiça havia determinado que a agência examinasse o requerimento no prazo de 30 dias, com fundamentação nas normas aplicáveis ao período de apresentação do pedido.</p>
<p>O episódio evidencia a importância da transição entre a regulamentação anterior e as regras atualmente utilizadas pela ANTT.</p>
<h3>Bueno Viagens tem pedido de mercados indeferido após mandado de segurança</h3>
<p>A Bueno Viagens Ltda., CNPJ 05.493.209/0001-58, também recebeu decisão de indeferimento.</p>
<p>A negativa consta da Decisão SUPAS nº 1.476/2026, relacionada ao requerimento administrativo nº 50505.014440/2025-06.</p>
<p>A publicação faz referência ao mandado de segurança nº 1028560-75.2025.4.01.3400.</p>
<p>A empresa buscou a Justiça Federal em uma discussão envolvendo o procedimento administrativo de autorização de mercados.</p>
<p>Em cumprimento à determinação judicial, a SUPAS examinou o requerimento e aplicou os artigos 230 e 231 do novo marco regulatório.</p>
<p>O resultado foi o indeferimento da solicitação.</p>
<p>A decisão representa uma etapa da reorganização dos pedidos de transporte interestadual que permaneciam submetidos à apreciação da agência.</p>
<p>Nesse processo, o ponto central é a adaptação às exigências estabelecidas para solicitações antigas.</p>
<h3>Viação Garcia tem pedido iniciado em 2020 negado após discussão na Justiça Federal</h3>
<p>A Viação Garcia Ltda., CNPJ 78.586.674/0001-07, teve um pedido de autorização indeferido pela Decisão SUPAS nº 1.477/2026.</p>
<p>O requerimento administrativo nº 50500.126668/2020-75 foi apresentado em novembro de 2020, mais de três anos antes da publicação do novo marco regulatório.</p>
<p>A decisão foi tomada em cumprimento a determinação relacionada ao mandado de segurança nº 1108191-05.2024.4.01.3400.</p>
<p>A Viação Garcia é uma das empresas tradicionais do transporte rodoviário de passageiros no Brasil, com atuação principalmente nas regiões Sul e Sudeste.</p>
<p>A transportadora integra o Grupo GBS, que reúne diferentes marcas e operações no transporte rodoviário.</p>
<p>Cada autorização, entretanto, é vinculada à pessoa jurídica responsável pela operação.</p>
<p>A negativa desta quinta-feira refere-se ao requerimento específico da Viação Garcia Ltda., que passou pelo procedimento de adaptação dos antigos pedidos de mercados.</p>
<p>O histórico também demonstra a duração de determinadas solicitações apresentadas sob a regulamentação anterior.</p>
<p>O pedido original é de 2020, o processo judicial foi iniciado em 2024 e a nova decisão administrativa foi publicada em outubro de 2026.</p>
<h3>Viação Garcia já recebeu contemplação na Janela Extraordinária para seção Rio de Janeiro–Arujá</h3>
<p>A Viação Garcia também aparece em decisões favoráveis relacionadas à primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>Em setembro de 2026, a ANTT autorizou a alteração do Termo de Autorização de Serviços Regulares da linha Rio de Janeiro (RJ)–Sorocaba (SP).</p>
<p>A mudança permitiu a implantação da seção Rio de Janeiro (RJ)–Arujá (SP), em decorrência da contemplação de mercado desatendido na Janela Extraordinária nº 1/2024.</p>
<p>A decisão foi publicada em 14 de setembro.</p>
<p>O serviço possui o TAR nº RJSP0035002.</p>
<p>A agência também determinou que a implantação da seção intermediária reiniciasse a contagem do período mínimo de atendimento da linha, conforme a regulamentação.</p>
<p>A operação entre Rio de Janeiro e Arujá, portanto, integra a participação da Viação Garcia no procedimento extraordinário de abertura de mercados.</p>
<p>A autorização de setembro e o indeferimento publicado nesta quinta-feira correspondem a requerimentos administrativos distintos, submetidos a análises específicas.</p>
<p>Esse histórico demonstra que uma empresa pode receber autorização para determinados mercados e ter outros pedidos negados, conforme as condições aplicáveis a cada requerimento.</p>
<h3>Como funcionam as regras de adaptação dos pedidos antigos</h3>
<p>As três decisões publicadas nesta quinta-feira utilizam os artigos 230 e 231 da Resolução ANTT nº 6.033/2023.</p>
<p>O primeiro estabelece a necessidade de adequação dos requerimentos pendentes à nova regulamentação.</p>
<p>O segundo disciplina a comunicação às transportadoras para identificação dos mercados originalmente solicitados que pretendem operar.</p>
<p>A regra faz parte da transição entre o modelo anterior de autorização de linhas e o sistema atualmente utilizado pela ANTT.</p>
<p>Uma das principais características do novo procedimento é a diferenciação entre mercados monopolistas, desatendidos e outras situações de atendimento.</p>
<p>Nos mercados monopolistas, existe uma empresa autorizada e pode ser aberta uma vaga adicional para permitir o ingresso de concorrente.</p>
<p>Nos mercados desatendidos, a agência considera a ausência de atendimento regular reconhecido naquela classificação, possibilitando a disponibilização de duas vagas.</p>
<p>A primeira Janela Extraordinária foi organizada justamente para lidar com essas categorias durante a transição regulatória.</p>
<p>Por isso, a análise dos pedidos antigos e a seleção de novos operadores fazem parte de um processo mais amplo de reorganização do transporte rodoviário interestadual.</p>
<h3>Decisões judiciais também alteraram milhares de classificações na Janela Extraordinária</h3>
<p>O histórico dos indeferimentos ocorre em um momento de grande movimentação no processo de abertura de mercados.</p>
<p>Como revelou em primeira mão o Diário do Transporte, em 24 de outubro, a ANTT prorrogou para 13 de novembro o encerramento dos lances da primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>A alteração ocorreu após decisões judiciais envolvendo Viação Amarelinho, Viação Catedral e Empresa Auto Viação Progresso.</p>
<p>O reprocessamento promovido pela SUPAS modificou 4.838 classificações de solicitações.</p>
<p>No caso da Amarelinho, o arquivamento de 4.301 pedidos provocou mudanças para outras transportadoras.</p>
<p>Com a retirada dessas solicitações, 239 pedidos de 56 empresas, distribuídos por 133 mercados, passaram à possibilidade de contemplação direta.</p>
<p>Já a reinclusão de solicitações da Catedral fez com que 52 pedidos de outras 12 transportadoras passassem a depender de lances.</p>
<p>O bloqueio de 17 mercados relacionado à Progresso afetou 34 solicitações de dez empresas.</p>
<p>As mudanças demonstram como a situação administrativa de uma transportadora pode interferir nas oportunidades disponíveis para concorrentes.</p>
<p>A fase atual de lances contempla 5.364 mercados, conforme a base atualizada pela ANTT em outubro.</p>
<p>O procedimento ainda será seguido pelas etapas de classificação, convocação, confirmação dos mercados e emissão dos termos de autorização.</p>
<p>Para os passageiros, o resultado dependerá da entrada efetiva de novas transportadoras e da implantação das viagens.</p>
<p>O conjunto de decisões administrativas e judiciais também demonstra que a abertura de mercados envolve não apenas a apresentação de pedidos, mas o cumprimento de exigências regulatórias, a capacidade operacional das empresas e a continuidade dos serviços autorizados.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Motiva Trilhos registra mais de 20 mil objetos perdidos em 2026</title>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 01:00:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviço contabilizou 5.435 atendimentos entre janeiro e setembro, aumento de 17,4% em relação ao mesmo período de 2025; quase 28 mil itens foram doados desde 2024 YURI SENA O serviço de Achados e Perdidos da Motiva Trilhos registrou 20.162 objetos encontrados e realizou 5.435 atendimentos entre janeiro e setembro de 2026. O número de atendimentos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="902" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/841e85fc-b658-454f-986e-9b8dd0c55dab-e1793211476829.jpg?fit=1024%2C902&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Serviço contabilizou 5.435 atendimentos entre janeiro e setembro, aumento de 17,4% em relação ao mesmo período de 2025; quase 28 mil itens foram doados desde 2024</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O serviço de Achados e Perdidos da Motiva Trilhos registrou 20.162 objetos encontrados e realizou 5.435 atendimentos entre janeiro e setembro de 2026. O número de atendimentos representa um aumento de 17,4% na comparação com os nove primeiros meses de 2025, quando foram contabilizados 4.630.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os itens esquecidos pelos passageiros nas linhas 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda estão documentos, cartões, roupas e celulares. Também foram encontrados objetos menos comuns, como dentaduras, guitarras, cadeiras de rodas, monitores, bicicletas e carrinhos de bebê.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No período, 1.364 pertences foram devolvidos aos proprietários. Os objetos encontrados são registrados e armazenados para que os passageiros possam consultar o serviço e tentar recuperá-los. Aqueles que não são retirados em até 90 dias são destinados a instituições parceiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De janeiro a setembro deste ano, foram doados 4.251 itens, dos quais 3.974 vieram das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda e 277 da linha 5-Lilás. Considerando o período entre 2024 e setembro de 2026, o total de doações chegou a 27.744 objetos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, roupas lideraram os registros entre janeiro e agosto, com 2.174 ocorrências. Na sequência, apareceram cartões bancários, com 1.266 registros, e documentos, com mais de 1.100.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na linha 5-Lilás, os cartões de transporte, bancários e de refeição foram os itens mais frequentes no mesmo período, somando 3.850 registros. Os documentos ficaram em segundo lugar, com 1.302 ocorrências.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Everton Trindade, diretor-executivo das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, o registro e a organização dos objetos são etapas importantes para facilitar a recuperação dos pertences pelos passageiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já Fábio Silva, gerente-executivo de atendimento das linhas 4-Amarela e 5-Lilás, orienta que os clientes procurem os canais oficiais assim que perceberem a perda de algum objeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Motiva Trilhos mantém parcerias com as unidades da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Jandira e Taboão da Serra, o Instituto Jô Clemente e o Lar Jesus Entre as Crianças, em Osasco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Ivana Carvalho, coordenadora de Responsabilidade Social da plataforma de trilhos da companhia, a iniciativa busca dar uma nova destinação aos objetos não resgatados e beneficiar instituições e comunidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, o setor de Achados e Perdidos fica na Estação Osasco, na Praça Antônio Menck, no Centro de Osasco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na linha 5-Lilás, o atendimento é realizado na estação Adolfo Pinheiro, localizada na Avenida Adolfo Pinheiro, 301.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, exceto feriados. Os objetos permanecem armazenados por até 90 dias, contados a partir da data de entrada na central. Os passageiros devem consultar os canais oficiais da respectiva linha para verificar se o pertence foi localizado e receber orientações para a retirada.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>TIC Trens inaugura espaço de tecnologia e inovação de 600 m² em São Paulo</title>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 00:00:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estrutura reúne nove salas, laboratório com impressoras 3D e recursos de inteligência artificial; sede administrativa também recebe novo nome em homenagem a Constantino de Oliveira Junior YURI SENA A TIC Trens inaugurou nesta semana um Espaço de Tecnologia e Inovação na sede administrativa da concessionária, localizada na Lapa, zona Oeste de São Paulo. Com 600 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="532" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Espaco-de-Tecnologia-e-Inovacao-5-e1793053162360.jpeg?fit=800%2C532&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Estrutura reúne nove salas, laboratório com impressoras 3D e recursos de inteligência artificial; sede administrativa também recebe novo nome em homenagem a Constantino de Oliveira Junior</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A TIC Trens inaugurou nesta semana um Espaço de Tecnologia e Inovação na sede administrativa da concessionária, localizada na Lapa, zona Oeste de São Paulo. Com 600 m², o ambiente será destinado ao desenvolvimento de projetos, treinamentos, reuniões e à experimentação de novas tecnologias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concessionária é responsável pela modernização, operação e manutenção da Linha 7-Rubi, além da implantação dos futuros Trem Intercidades (TIC) Eixo Norte e Trem Intermetropolitano (TIM).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O espaço conta com nove salas e um laboratório equipado com impressoras 3D, máquina de gravação e corte a laser, óculos de realidade virtual e recursos de inteligência artificial. A estrutura também inclui um estúdio com isolamento acústico para a produção de podcasts.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a empresa, o ambiente foi projetado para estimular a colaboração entre os profissionais e ampliar as possibilidades de desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas aos projetos da concessionária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Pedro Moro, diretor-presidente da TIC Trens, a inauguração formaliza um trabalho de desenvolvimento de projetos e incorporação de novas tecnologias realizado pela empresa há mais de um ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir desta segunda-feira (26), a sede administrativa da TIC Trens passa a se chamar Centro Administrativo Constantino de Oliveira Junior, em homenagem ao empresário Constantino de Oliveira Junior (1968-2026) e à família Constantino, acionistas da concessionária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a empresa, a mudança busca reconhecer a trajetória do empresário no setor de transportes e sua contribuição para a mobilidade brasileira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inauguração do espaço tecnológico e a mudança de nome do centro administrativo fazem parte da estratégia da concessionária de valorizar ambientes voltados à colaboração, à criatividade e ao desenvolvimento de projetos.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Ecovias instalará pórtico eletrônico na pista norte da Imigrantes</title>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 23:00:51 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sistema Siga Fácil substituirá praça física de pedágio e dividirá a tarifa de R$ 40,60 em duas cobranças de R$ 20,30, uma por sentido YURI SENA A Ecovias iniciará a instalação de um pórtico eletrônico do sistema Siga Fácil na pista norte da Rodovia dos Imigrantes, no sentido São Paulo, durante a madrugada desta quarta-feira [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="705" height="455" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?fit=705%2C455&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?w=705&amp;ssl=1 705w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?resize=300%2C194&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?resize=400%2C258&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 705px) 100vw, 705px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Sistema Siga Fácil substituirá praça física de pedágio e dividirá a tarifa de R$ 40,60 em duas cobranças de R$ 20,30, uma por sentido</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Ecovias iniciará a instalação de um pórtico eletrônico do sistema Siga Fácil na pista norte da Rodovia dos Imigrantes, no sentido São Paulo, durante a madrugada desta quarta-feira (28) para quinta-feira (29). A estrutura será instalada no km 37,3 e permitirá a substituição da praça física de pedágio após a homologação da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a entrada em operação do sistema, a tarifa de R$ 40,60, atualmente cobrada em um único sentido, será dividida em duas cobranças de R$ 20,30, uma para cada direção. Segundo a concessionária, a mudança busca melhorar a fluidez do tráfego, reduzir filas e aumentar a segurança viária, principalmente em períodos de maior movimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A data para o início da cobrança eletrônica ainda será definida. Após a instalação, o equipamento passará por testes e validação operacional antes da liberação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pórtico será instalado no km 37,3, em substituição ao ponto inicialmente previsto no km 29. A estrutura que já havia sido instalada nesse trecho será mantida para monitoramento operacional da rodovia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a concessionária, a escolha do novo local considerou fatores técnicos, ambientais e sociais, incluindo a preservação dos deslocamentos das comunidades próximas. O equipamento ficará antes do km 40, onde começa o trecho de serra que, segundo a empresa, não apresenta condições técnicas para a instalação do sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A diretora da Artesp, Raquel Carneiro, afirma que a cobrança nos dois sentidos deve contribuir para a modernização da rodovia, com redução de acidentes, maior fluidez e diminuição das emissões associadas às frenagens dos veículos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema utiliza câmeras, sensores e antenas para identificar e classificar os veículos por meio da placa ou de uma TAG eletrônica, sem a necessidade de parar para pagar a tarifa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os motoristas que já utilizam TAG, a cobrança continuará automática. Quem não possui o dispositivo poderá consultar e pagar a passagem pelo site Pedágio Digital ou nos totens de autoatendimento instalados em pontos do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI). O prazo para pagamento será de até 30 dias após a passagem, com opções como Pix e cartão de crédito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dados da concessionária referentes ao período entre junho e outubro apontam que cerca de 75% dos veículos registrados no SAI tinham TAG ativa. Entre caminhões e ônibus, o índice foi de 93%; entre veículos de passeio, de 70%. Os demais foram identificados por reconhecimento automático de placas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A implantação integra as ações de modernização do Sistema Anchieta-Imigrantes, que, segundo a concessionária, acumula R$ 11 bilhões em investimentos ao longo de 28 anos de concessão. Entre as obras citadas estão a construção da pista descendente da Imigrantes, o Anel Viário de Cubatão e a Marginal da Via Anchieta, em São Bernardo do Campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Siga Fácil já opera em outras concessões rodoviárias paulistas, incluindo trechos do Rodoanel Norte, do Litoral, da região Noroeste, da Tamoios e da Raposo Tavares. A implantação ocorre de forma gradual, sob supervisão da Artesp.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais informações sobre os pórticos, formas de pagamento e canais de atendimento estão disponíveis no site oficial do Siga Fácil.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Acciona abre inscrições para programa de trainees em infraestrutura com formação pela USP e universidade espanhola</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/acciona-abre-inscricoes-para-programa-de-trainees-em-infraestrutura-com-formacao-pela-usp-e-universidade-espanhola/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 22:30:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Iniciativa oferece pós-graduação em Gestão de Projetos com dupla titulação e vagas em diferentes estados; inscrições vão até 18 de janeiro de 2027 YURI SENA A Acciona abriu inscrições para a edição de 2027 do programa global de trainees iXPA, voltado a profissionais formados em áreas de engenharia, arquitetura e outros cursos relacionados a STEM. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/0b472548-8007-49ae-b603-452af1ffe550-e1793217261651.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Iniciativa oferece pós-graduação em Gestão de Projetos com dupla titulação e vagas em diferentes estados; inscrições vão até 18 de janeiro de 2027</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Acciona abriu inscrições para a edição de 2027 do programa global de trainees iXPA, voltado a profissionais formados em áreas de engenharia, arquitetura e outros cursos relacionados a STEM. As oportunidades estão vinculadas a projetos de infraestrutura, água e saneamento em diferentes regiões do Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podem participar candidatos que concluíram a graduação entre dezembro de 2022 e dezembro de 2026, com inglês avançado. As vagas contemplam projetos nos estados de São Paulo, Pernambuco, Paraná e Espírito Santo, entre outras localidades, conforme a necessidade da companhia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta é a quinta edição do programa no Brasil. Segundo a Acciona, mais de 160 trainees já passaram pela iniciativa, que combina experiência profissional em projetos da empresa com formação acadêmica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de nove meses, os selecionados terão acesso a uma pós-graduação em Gestão de Projetos com dupla titulação pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidad Politécnica de Madrid (UPM), na Espanha. A especialização prevê mais de 300 horas de aulas, com conteúdos em português e inglês, e atividades voltadas à aplicação prática dos conhecimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa também inclui uma trilha personalizada para o desenvolvimento de habilidades comportamentais, de acordo com as necessidades profissionais e interpessoais de cada participante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo María Castroviejo, diretora de Organização, Talento e Saúde da Acciona no Brasil, a iniciativa busca preparar profissionais para atuar em projetos de infraestrutura e ampliar suas perspectivas de carreira em um setor com demandas cada vez mais complexas e internacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da formação superior nas áreas elegíveis e do inglês avançado, a empresa considera diferenciais a experiência profissional de até dois anos em funções relacionadas à graduação, a flexibilidade e o interesse em conhecer diferentes áreas de atuação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O início do programa está previsto para abril de 2027. A contratação será em regime CLT, com benefícios como assistência médica e odontológica, seguro de vida, participação nos lucros ou resultados (PLR), vale-alimentação, vale-refeição, vale-transporte e programas de treinamento e desenvolvimento. A disponibilidade de alguns benefícios pode variar conforme o projeto ou a unidade de alocação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As inscrições estão previstas para terminar em 18 de janeiro de 2027. Os interessados devem consultar os requisitos e realizar a candidatura pelo link divulgado pela Acciona.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  <item>
    <title>EM PRIMEIRA-MÃO: Senado aprova R$ 14,5 bilhões para financiamento de ônibus, micro-ônibus e caminhões; projeto permite compra separada de chassis e carrocerias</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/em-primeira-mao-senado-aprova-r-145-bilhoes-para-financiamento-de-onibus-micro-onibus-e-caminhoes-projeto-permite-compra-separada-de-chassis-e-carrocerias/</link>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 22:07:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Proposta aprovada nesta quarta-feira (28) segue para sanção presidencial e recupera regras de medida provisória que perdeu validade em agosto; crédito poderá beneficiar empresas de transporte urbano e rodoviário de passageiros, mas dependerá de regulamentação e disponibilidade de recursos ADAMO BAZANI O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, um projeto de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?w=4096&amp;ssl=1 4096w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Proposta aprovada nesta quarta-feira (28) segue para sanção presidencial e recupera regras de medida provisória que perdeu validade em agosto; crédito poderá beneficiar empresas de transporte urbano e rodoviário de passageiros, mas dependerá de regulamentação e disponibilidade de recursos</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, um projeto de lei que autoriza a destinação de até R$ 14,5 bilhões para financiamentos destinados à renovação de frotas de transporte rodoviário de passageiros e cargas em todo o Brasil. A medida contempla a aquisição de ônibus e micro-ônibus novos por empresas que atuam no transporte urbano e rodoviário, além de caminhões e outros veículos de carga. Um dos dispositivos permite que chassis e carrocerias de ônibus sejam financiados separadamente, desde que sejam fabricados no Brasil e estejam credenciados no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O texto segue para sanção presidencial.</p>
<p>A autorização consta do Projeto de Lei nº 5.649/2026, de autoria do deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos-PE), aprovado pela Câmara dos Deputados na terça-feira (27) e pelo Senado nesta quarta-feira (28), em regime de urgência. O texto recupera mecanismos de financiamento previstos na Medida Provisória nº 1.353/2026, que perdeu eficácia em 27 de agosto. A proposta também contém dispositivos de apoio à agricultura, financiamento de infraestrutura e operações de crédito para a aviação civil. Para o setor de ônibus, o principal ponto é a possibilidade de utilização de recursos federais em linhas de crédito reembolsáveis para renovação de frota, com participação do BNDES, sujeitas à disponibilidade orçamentária e financeira e às condições regulamentares.</p>
<p>Os R$ 14,5 bilhões representam o limite global autorizado para o conjunto das operações de financiamento de veículos. O valor não é reservado exclusivamente à aquisição de ônibus, sendo compartilhado com caminhões, caminhões-tratores, micro-ônibus e implementos rodoviários.</p>
<p>Também não se trata de dinheiro destinado à distribuição gratuita de veículos. As empresas beneficiadas precisarão contratar operações de crédito e cumprir as condições de pagamento.</p>
<p>A regulamentação das taxas de juros, dos encargos, dos prazos e das demais condições caberá ao Conselho Monetário Nacional (CMN), enquanto o Ministério da Fazenda será responsável pela gestão dos recursos e o BNDES atuará como agente financeiro.</p>
<h3>Financiamento poderá atender empresas de ônibus urbanos, rodoviários e microempreendedores</h3>
<p>O artigo 9º do projeto estabelece as regras para utilização dos recursos.</p>
<p>Poderão ser beneficiados os transportadores autônomos de cargas, pessoas físicas vinculadas a cooperativas de transporte rodoviário de cargas, microempreendedores individuais, empresários individuais e pessoas jurídicas que atuem nos setores de transporte rodoviário ou urbano de cargas e passageiros.</p>
<p>A inclusão expressa das atividades de transporte urbano e rodoviário de passageiros permite que empresas de ônibus desses segmentos sejam consideradas nas linhas de financiamento, desde que atendam aos critérios estabelecidos.</p>
<p>A medida poderá alcançar, por exemplo, transportadoras que operam serviços municipais, metropolitanos, intermunicipais e interestaduais, conforme o enquadramento de cada empresa e as condições que forem estabelecidas para contratação.</p>
<p>O projeto não estabelece uma reserva específica de recursos para cada modalidade, nem define antecipadamente quantos ônibus poderão ser financiados.</p>
<p>Também não determina uma divisão entre ônibus urbanos convencionais, articulados, superarticulados, rodoviários ou micro-ônibus.</p>
<p>Essa distribuição dependerá da procura pelas linhas de financiamento, das condições de habilitação e das regras operacionais aplicáveis.</p>
<h3>Ônibus e micro-ônibus precisarão ser novos; seminovos são previstos para caminhões</h3>
<p>Um detalhe importante da redação aprovada é a diferença de tratamento entre os veículos de passageiros e de cargas.</p>
<p>Para os ônibus e micro-ônibus, o projeto estabelece expressamente a aquisição de veículos novos.</p>
<p>Já no caso de caminhões e caminhões-tratores, admite unidades novas ou seminovas, com condições específicas para os beneficiários da compra de usados.</p>
<p>Essa distinção consta do artigo 9º e evita uma interpretação mais ampla da proposta, como se a nova linha de crédito permitisse financiar ônibus usados.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Categoria</th>
<th>Condição prevista</th>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus</td>
<td>Novos</td>
</tr>
<tr>
<td>Micro-ônibus</td>
<td>Novos</td>
</tr>
<tr>
<td>Caminhões</td>
<td>Novos ou seminovos</td>
</tr>
<tr>
<td>Caminhões-tratores</td>
<td>Novos ou seminovos</td>
</tr>
<tr>
<td>Implementos rodoviários</td>
<td>Novos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Fonte: redação final do PL nº 5.649/2026, artigo 9º, aprovada pela Câmara dos Deputados e encaminhada ao Senado.</p>
<p>Além disso, os veículos novos financiados deverão ser de fabricação nacional e estar inscritos no Credenciamento de Fornecedores Informatizado (CFI) do BNDES.</p>
<p>A exigência poderá beneficiar a cadeia produtiva brasileira de ônibus, composta por fabricantes de chassis, carrocerias, sistemas de propulsão e outros fornecedores, na medida em que os produtos atendam aos requisitos de credenciamento.</p>
<p>A presença de uma fábrica no Brasil, entretanto, não significa automaticamente que todos os seus modelos estejam habilitados à linha. Será necessário observar o credenciamento específico dos bens.</p>
<h3>Projeto permite financiar chassis e carrocerias de ônibus separadamente</h3>
<p>Uma das disposições de maior interesse para a indústria brasileira de ônibus está no parágrafo 6º do artigo 9º.</p>
<p>O dispositivo permite financiar individualmente o chassi com motor e a carroceria quando esses componentes forem comercializados de forma separada.</p>
<p>Isso é relevante porque parte significativa dos ônibus produzidos no Brasil utiliza uma estrutura industrial na qual o fabricante do chassi e o encarroçador são empresas diferentes.</p>
<p>Nesse modelo, a empresa operadora pode adquirir um chassi de determinado fabricante e contratar a carroceria de outra indústria.</p>
<p>A redação aprovada contempla essa característica do mercado nacional.</p>
<p>Para que o financiamento individual seja admitido, os componentes deverão cumprir duas condições: fabricação nacional e credenciamento no CFI do BNDES.</p>
<p>Na prática, o dispositivo poderá facilitar a estruturação financeira de aquisições realizadas em etapas ou com contratos separados, conforme as regras da operação de crédito.</p>
<p>O texto, porém, não garante automaticamente a aprovação de qualquer combinação de chassi e carroceria. Além do credenciamento, continuarão aplicáveis as exigências técnicas, financeiras e regulatórias.</p>
<h3>Ônibus elétricos e veículos de menor emissão poderão ser contemplados, sujeitos aos critérios de sustentabilidade</h3>
<p>A proposta determina que os financiamentos observem critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica.</p>
<p>Esses critérios serão estabelecidos por ato do ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.</p>
<p>O texto aprovado não limita expressamente o financiamento de ônibus a uma única tecnologia de propulsão.</p>
<p>Assim, veículos elétricos, modelos de menor consumo energético ou outras tecnologias poderão ser considerados conforme os requisitos que forem definidos e o enquadramento dos produtos.</p>
<p>O projeto também não fixa um percentual mínimo dos R$ 14,5 bilhões para veículos elétricos.</p>
<p>Isso significa que a aprovação da proposta não representa, por si só, a criação de uma linha exclusiva de eletrificação do transporte coletivo.</p>
<p>A possibilidade de financiar chassis e carrocerias separadamente também merece atenção nesse segmento, em razão das diferentes configurações industriais existentes no mercado de ônibus.</p>
<p>Entretanto, as condições específicas de acesso aos recursos e a elegibilidade de cada tecnologia dependerão da regulamentação.</p>
<p>A medida ocorre em um contexto de ampliação das compras de veículos de baixa emissão por sistemas municipais e metropolitanos, como São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Goiânia (GO) e Rio de Janeiro (RJ).</p>
<p>Nessas cidades, projetos de renovação e eletrificação de frotas envolvem investimentos em veículos, mas também exigem infraestrutura de abastecimento ou recarga, adequações de garagens e planejamento das operações.</p>
<p>A autorização de crédito para compra de ônibus não significa que esses outros investimentos estejam automaticamente incluídos na mesma linha de financiamento.</p>
<h3>BNDES poderá operar diretamente ou por meio de instituições financeiras habilitadas</h3>
<p>O projeto estabelece que os recursos sejam repassados pelo Ministério da Fazenda ao BNDES.</p>
<p>O banco poderá combinar esses valores com recursos próprios para viabilizar as operações.</p>
<p>A concessão dos financiamentos poderá ocorrer diretamente pelo BNDES ou por instituições financeiras habilitadas.</p>
<p>Esses agentes financeiros assumirão os riscos das operações, incluindo o risco de crédito.</p>
<p>Portanto, a existência de recursos autorizados não elimina a necessidade de avaliação das condições financeiras dos interessados.</p>
<p>A aprovação dos empréstimos continuará sujeita às regras de concessão de crédito, à capacidade de pagamento e aos critérios de habilitação aplicáveis.</p>
<p>O projeto também admite o financiamento do seguro do bem e do seguro prestamista, quando contratados em conjunto com o veículo, além de eventuais tributos federais incidentes sobre as operações, observadas as normas regulamentares.</p>
<p>Outro dispositivo determina que o BNDES apresente anualmente um relatório circunstanciado sobre as operações financiadas com os recursos previstos.</p>
<p>Esse relatório poderá permitir o acompanhamento da utilização do dinheiro e da distribuição dos financiamentos entre os beneficiários.</p>
<h3>Medida recupera financiamento previsto desde abril, mas que perdeu eficácia em agosto</h3>
<p>A autorização de recursos para renovação de frota tem origem na Medida Provisória nº 1.353, publicada em 30 de abril de 2026.</p>
<p>A MP já previa até R$ 14,5 bilhões para financiamento de veículos de transporte rodoviário de passageiros e cargas, além de alterações relacionadas ao Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).</p>
<p>Posteriormente, a Medida Provisória nº 1.374, de junho, modificou dispositivos relacionados aos beneficiários das operações.</p>
<p>Entretanto, a MP nº 1.353 perdeu eficácia em 27 de agosto, sem ter sido convertida em lei.</p>
<p>O PL nº 5.649/2026 recupera o mecanismo de financiamento para renovação de frota, agora em uma proposta que também reúne medidas voltadas à agricultura, ao setor aéreo e a projetos de infraestrutura.</p>
<p>Há, contudo, uma distinção importante: a redação final do projeto não reproduz integralmente todos os dispositivos da MP nº 1.353.</p>
<p>A medida provisória original, por exemplo, também previa disposições específicas para reforço do FGI. Essa autorização de aporte não aparece da mesma forma no texto final do PL aprovado.</p>
<p>Também é necessário distinguir o novo limite legal de informações sobre recursos já contratados em programas anteriores.</p>
<p>Durante a discussão no Senado, a líder do governo na Casa, senadora Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que recursos destinados à renovação de frotas já haviam sido integralmente utilizados, mencionando mais de 19 mil contratos em 1.966 municípios, com cerca de R$ 19 bilhões para empresas do setor de transportes e quase R$ 1 bilhão para transportadores autônomos.</p>
<p>Esses valores foram apresentados pela parlamentar em referência à execução de iniciativas de financiamento. Não devem ser confundidos com uma comprovação de que os R$ 14,5 bilhões autorizados pelo novo projeto já tenham sido especificamente contratados para ônibus.</p>
<p>O projeto também dependerá de sanção presidencial para se converter em lei.</p>
<h3>Financiamento poderá contribuir para renovação, mas resultado para passageiros dependerá das compras</h3>
<p>A renovação de ônibus pode trazer consequências para o transporte coletivo, especialmente em sistemas que operam veículos com maior idade média ou enfrentam dificuldades para financiar novas aquisições.</p>
<p>A disponibilidade de crédito de longo prazo pode permitir que empresas distribuam o custo de aquisição ao longo do período de pagamento, em vez de dependerem integralmente de recursos próprios.</p>
<p>Entretanto, a possibilidade de financiamento não significa que a renovação ocorrerá automaticamente.</p>
<p>Os investimentos dependem de contratos, da capacidade de endividamento das transportadoras e, em muitos casos, da estrutura de remuneração dos serviços definida pelos poderes concedentes.</p>
<p>No transporte urbano, a substituição de veículos também precisa considerar as condições dos contratos de concessão, as exigências de acessibilidade, o planejamento das frotas e a remuneração dos investimentos.</p>
<p>Já no transporte rodoviário intermunicipal e interestadual, os financiamentos podem ser utilizados pelas empresas para adequar ou renovar a frota, desde que atendam aos requisitos da linha e às normas específicas de cada serviço.</p>
<p>A efetiva contribuição da medida para a população será verificada posteriormente, por meio das contratações realizadas, da entrada de novos ônibus em operação e das condições de atendimento.</p>
<h3>Projeto também prevê seguro de crédito para aviação civil</h3>
<p>Além do financiamento de ônibus e caminhões, o PL nº 5.649/2026 modifica as regras do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) para contemplar operações de seguro de crédito interno vinculadas à aviação civil.</p>
<p>A mudança ocorre por meio de alteração na Lei nº 9.818, de 1999.</p>
<p>Pela redação aprovada, poderão ser incluídas operações relacionadas a financiamentos para aquisição de combustível de aviação, além de outros insumos e serviços necessários ao funcionamento das companhias do setor.</p>
<p>O mecanismo não significa pagamento direto do governo pelas despesas operacionais das empresas aéreas.</p>
<p>A proposta amplia a possibilidade de cobertura de riscos de crédito em operações financeiras, conforme as condições aplicáveis ao fundo.</p>
<p>O dispositivo poderá facilitar o acesso a determinadas modalidades de financiamento para despesas necessárias à operação do transporte aéreo.</p>
<p>A medida, entretanto, não estabelece redução automática no preço das passagens nem determina diminuição de tarifas aeroportuárias.</p>
<h3>Capital de giro para infraestrutura também está previsto</h3>
<p>Outra alteração aprovada permite o financiamento de capital de giro associado a investimentos em infraestrutura.</p>
<p>O dispositivo modifica a Lei nº 14.947, de agosto de 2024.</p>
<p>Na prática, a medida autoriza que determinadas operações financeiras relacionadas a projetos de infraestrutura contemplem também recursos necessários à sua execução, além dos investimentos principais.</p>
<p>Essa autorização pode ter relevância para diferentes setores de infraestrutura, conforme as linhas de financiamento e os projetos elegíveis.</p>
<p>O projeto não reserva, entretanto, um valor específico para corredores de ônibus, terminais, sistemas BRT ou outras obras de mobilidade urbana nesse dispositivo.</p>
<p>A inclusão dessas estruturas dependerá do enquadramento de cada projeto nas regras aplicáveis.</p>
<h3>Agricultura recebe outras duas medidas de apoio financeiro</h3>
<p>O PL também autoriza a concessão de subvenção econômica a produtores independentes de cana-de-açúcar da Região Nordeste afetados pelas tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos ou por eventos climáticos extremos.</p>
<p>O auxílio previsto é de R$ 12 por tonelada de cana-de-açúcar produzida e comprovadamente entregue a usinas, destilarias ou cooperativas durante a safra 2025/2026, observados os critérios definidos.</p>
<p>A proposta ainda permite utilizar até R$ 10 bilhões do superávit financeiro do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) em linhas de financiamento reembolsável para projetos de inovação tecnológica na produção agrícola.</p>
<p>Esses recursos são distintos do limite de R$ 14,5 bilhões previsto para renovação de veículos.</p>
<p>O projeto foi relatado no Senado pelo senador Fernando Dueire (PSD-PE).</p>
<p>A aprovação ocorreu em regime de urgência, após a Câmara dos Deputados ter concluído a votação no dia anterior.</p>
<p>Com a aprovação nas duas Casas, a proposta será encaminhada à Presidência da República para sanção ou veto.</p>
<p>No caso específico dos ônibus, o próximo passo será verificar a manutenção dos dispositivos de financiamento na lei sancionada e as condições estabelecidas para efetiva contratação dos créditos.</p>
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<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Taubaté (SP) muda horários de 19 linhas de ônibus a partir de domingo e terá atendimento ao Mirante do Pôr do Sol</title>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 21:30:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Linha 22 fará ligação circular com a ECO Cecap diariamente; linha 25 terá itinerário ampliado para atender o Residencial Mirante ADAMO BAZANI O transporte coletivo de Taubaté (SP) terá alterações nos horários de 19 linhas a partir deste domingo, 1º de novembro de 2026. A programação também inclui atendimento ao Mirante do Pôr do Sol, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="679" height="459" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?fit=679%2C459&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?w=679&amp;ssl=1 679w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?resize=400%2C270&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px" /> <p><em>Linha 22 fará ligação circular com a ECO Cecap diariamente; linha 25 terá itinerário ampliado para atender o Residencial Mirante</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O transporte coletivo de Taubaté (SP) terá alterações nos horários de 19 linhas a partir deste domingo, 1º de novembro de 2026. A programação também inclui atendimento ao Mirante do Pôr do Sol, em Quiririm, pela linha 22, e ampliação do trajeto da linha 25 para alcançar o Residencial Mirante.</p>
<p>Segundo a Prefeitura, os horários de pico serão mantidos, assim como a programação das demais linhas do sistema. A Secretaria de Mobilidade Urbana afirma que definiu os ajustes após levantamento dos períodos de menor utilização dos ônibus, com o objetivo de adequar a oferta de viagens à demanda.</p>
<h3>Linha 22 atenderá o mirante todos os dias</h3>
<p>A linha 22 fará o itinerário Estação de Conexão ECO Cecap/Mirante do Pôr do Sol/Circular.</p>
<p>O atendimento será diário, incluindo os finais de semana, oferecendo uma alternativa de transporte coletivo para moradores e visitantes que pretendem chegar ao ponto turístico de Quiririm.</p>
<p>O mirante é conhecido pela vista panorâmica e recebe visitantes especialmente no fim da tarde.</p>
<h3>Linha 25 passará pela Avenida Hilário José Signorini</h3>
<p>Outra mudança será a extensão do percurso da linha 25, que atende o Parque Três Marias e a Chácara São Silvestre.</p>
<p>Os ônibus passarão pela Avenida Hilário José Signorini, permitindo o atendimento aos passageiros do Residencial Mirante.</p>
<p>A alteração de itinerário integra o conjunto de mudanças previsto para começar em 1º de novembro.</p>
<h3>Confira os serviços com programação divulgada</h3>
<p>A Prefeitura anuncia ajustes em 19 linhas e o atendimento ao mirante pela linha 22. A página municipal com as tabelas de horários reúne os 20 serviços abaixo, incluindo a 22.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Ligação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>01</td>
<td>Rodoviária Velha/Estoril</td>
</tr>
<tr>
<td>02</td>
<td>Rodoviária Velha/Continental</td>
</tr>
<tr>
<td>05</td>
<td>Rodoviária Velha/Cidade de Deus</td>
</tr>
<tr>
<td>06</td>
<td>Rodoviária Velha/Marlene Miranda</td>
</tr>
<tr>
<td>07</td>
<td>Rodoviária Velha/Vila Aparecida via Parque Sabará</td>
</tr>
<tr>
<td>08</td>
<td>Rodoviária Velha/Parque Aeroporto</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>Rodoviária Velha/Parque Ipanema/Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>11</td>
<td>Rodoviária Velha/Vila São Geraldo</td>
</tr>
<tr>
<td>13</td>
<td>ECO Cecap–Rodoviária Velha via Gurilândia</td>
</tr>
<tr>
<td>15</td>
<td>Rodoviária Velha/Jardim América</td>
</tr>
<tr>
<td>16</td>
<td>ECO Cecap–Rodoviária Velha via Residencial Independência</td>
</tr>
<tr>
<td>18</td>
<td>Rodoviária Velha/Distrito Industrial</td>
</tr>
<tr>
<td>19</td>
<td>Rodoviária Velha/São Gonçalo</td>
</tr>
<tr>
<td>21</td>
<td>Rodoviária Velha/Parque Urupês/Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>22</td>
<td>ECO Cecap/Mirante do Pôr do Sol/Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>23</td>
<td>ECO Cecap–Quiririm</td>
</tr>
<tr>
<td>24</td>
<td>ECO Cecap–Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>25</td>
<td>Rodoviária Velha/Chácara Silvestre/Parque Três Marias</td>
</tr>
<tr>
<td>27</td>
<td>ECO Cecap–Santa Tereza/Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>28</td>
<td>ECO Cecap/Rodoviária Velha via Bonfim</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Passageiros terão orientação antes das mudanças</h3>
<p>A Secretaria de Mobilidade Urbana informou que realizará ações nos ônibus das linhas afetadas para esclarecer dúvidas e distribuir materiais informativos antes da entrada em vigor da programação.</p>
<p>Também está prevista a instalação de cartazes nos veículos.</p>
<p>As tabelas foram disponibilizadas no portal da Prefeitura, na página “Alterações no horário do transporte público — 01/11/2026”. Após a implantação, a programação atualizada também poderá ser consultada na seção de horários do site da concessionária Vou de Tau.</p>
<p>Para quem utiliza as linhas relacionadas, a orientação é conferir a tabela correspondente ao dia da viagem antes do deslocamento.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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