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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p>A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p>A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p>Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p>Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Operação das linhas 8 e 9 de trens entra na normalidade na noite deste sábado (11). Furto ocasionou interrupção de trecho</title>
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    <pubDate>Sun, 12 Apr 2026 01:39:57 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Ônibus emergenciais PAESE foram acionados e houve revolta de passageiros nas plataformas ADAMO BAZANI e ARTHUR FERRARI As linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, de trens metropolitanos voltaram ao normal na noite deste sábado, 11 de abril de 2026. Desde às 20h43, devido a problemas técnicos no sitema de energia, os trens deixaram de circular entre as [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2025-06-02-at-14.49.34.jpeg.webp?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2025-06-02-at-14.49.34.jpeg.webp?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2025-06-02-at-14.49.34.jpeg.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2025-06-02-at-14.49.34.jpeg.webp?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2025-06-02-at-14.49.34.jpeg.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2025-06-02-at-14.49.34.jpeg.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2025-06-02-at-14.49.34.jpeg.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Ônibus emergenciais PAESE foram acionados e houve revolta de passageiros nas plataformas </em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI e ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>As linhas  8-Diamante e 9-Esmeralda, de trens metropolitanos voltaram ao normal na noite deste sábado, 11 de abril de 2026.</p>
<p>Desde às 20h43, devido a problemas técnicos no sitema de energia, os trens deixaram de circular entre as estações Presidente Altino e Barueri.</p>
<p>A ViaMobilidade, em nota oficial se limitou a falar generciamemte em intercorrência no sistema de energia.</p>
<p>Imagens em redes sociais mostram uma funcionária com um megafone dizendo aos passageiros que o caso teria sido ocasionado por um furto de equipamento.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> questionou a empresa da Motiva (ex CCR) e Grupo Ruas</p>
<p>A nota não é específica</p>
<p>*<em><strong>São Paulo, 11 de abril de 2026 —* A ViaMobilidade informa que a operação das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda está regularizada. Na noite deste sábado (11), a circulação de trens entre as estações Presidente Altino e Barueri, na Linha 8-Diamante, e entre Presidente Altino e Osasco, na Linha 9-Esmeralda, ficou temporariamente interrompida devido a uma intercorrência no sistema de energia. Para garantir o deslocamento dos passageiros no trecho afetado, o sistema PAESE foi acionado. Equipes de manutenção trabalharam prontamente para o reestabelecimento do serviço</strong></em>.</p>
<p>Ônibus do PAESE foram acionados, mas não chegaram a tempo</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> procurou a concessionária, que disse por meio de nota que equipes de manutenção trabalham no local</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani e ArthurFerrari, para o Diário do Trans</strong></em>porte</p>
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    <title>Linha 7-Rubi terá manutenção e operação em via única neste domingo (12)</title>
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    <pubDate>Sun, 12 Apr 2026 01:00:41 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Passageiros usarão a mesma plataforma nas estações Perus e Caieiras durante os trabalhos YURI SENA A operação da CPTM na Linha 7-Rubi sofrerá alterações neste domingo (12) para a realização de manutenção preventiva na rede aérea. A intervenção ocorre para garantir a segurança operacional e a confiabilidade do sistema ferroviário. Das 4h até a meia-noite, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="400" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/img-3828-20260123-120800-436-A04120251229-102756-455-EB18_trem-tic-trens-nova-identidade-visual-3.jpeg.webp?fit=600%2C400&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/img-3828-20260123-120800-436-A04120251229-102756-455-EB18_trem-tic-trens-nova-identidade-visual-3.jpeg.webp?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/img-3828-20260123-120800-436-A04120251229-102756-455-EB18_trem-tic-trens-nova-identidade-visual-3.jpeg.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/img-3828-20260123-120800-436-A04120251229-102756-455-EB18_trem-tic-trens-nova-identidade-visual-3.jpeg.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/img-3828-20260123-120800-436-A04120251229-102756-455-EB18_trem-tic-trens-nova-identidade-visual-3.jpeg.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Passageiros usarão a mesma plataforma nas estações Perus e Caieiras durante os trabalhos</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A operação da CPTM na Linha 7-Rubi sofrerá alterações neste domingo (12) para a realização de manutenção preventiva na rede aérea. A intervenção ocorre para garantir a segurança operacional e a confiabilidade do sistema ferroviário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Das 4h até a meia-noite, os trens circularão em via única no trecho entre as estações Perus e Caieiras. Durante esse período, o embarque e desembarque acontecerão na mesma plataforma, independentemente do sentido da viagem, nas duas paradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a mudança, os intervalos serão de aproximadamente 15 minutos entre Palmeiras-Barra Funda e Vila Aurora, e de 30 minutos entre Vila Aurora e Jundiaí ao longo de toda a operação comercial. Alguns trens terão como destino final a estação Vila Aurora, e os passageiros que seguirem viagem precisarão aguardar a próxima composição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda no domingo, a Linha 10-Turquesa não atenderá a estação Palmeiras-Barra Funda durante toda a operação comercial. Além disso, a plataforma 5 permanecerá interditada. Como alternativa, os usuários poderão utilizar a Linha 11-Coral para continuidade do deslocamento.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Empresas de ônibus da região metropolitana de Curitiba compram novos ônibus e renovam padrão visual</title>
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    <pubDate>Sun, 12 Apr 2026 00:57:12 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Linhas municiais receberam pinturas para destacar serviço e facilitar identificação por parte dos passageiros ADAMO BAZANI As empresas de ônibus Auto Viação São José dos Pinhais e Viação Colombo, que atuam em linhas intermunicipais e municipais na RMC (Região Metropolitana de Curitiba), informaram ao Diário do Transporte que recentemente adquiriram ônibus 0 km para renovação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Linhas municiais receberam pinturas para destacar serviço e facilitar identificação por parte dos passageiros</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>As empresas de ônibus Auto Viação São José dos Pinhais e Viação Colombo, que atuam em linhas intermunicipais e municipais na RMC (Região Metropolitana de Curitiba), informaram ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> que recentemente adquiriram ônibus 0 km para renovação de frota</p>
<p>Os veículos, que seguem as atuais normas de redução de poluição para veículos a diesel, que podem diminuir em 75% os índices médios de poluentes atmosféricos, receberam nos serviços municipais nova padronização visual, desenvolvidas por Osvaldo Born.</p>
<p>O objetivo é destacar os serviços e facilitar a identificação por parte dos passageiros, diferenciando os ônibus de linhas municipais e das metropolitanas.</p>
<p>As empresas operam linhas internas nas cidades de São José dos Pinhais e Colombo.</p>
<p>A Auto Viação São José dos Pinhais trouxe cinco ônibus Caio Apache VIP V e três Mascarello Gran Via, ambos nos chassis Volkswagen 17.260 com motorização Euro 6, suspensão pneumática, e sistema de circulação de ar interno.</p>
<p>Já a Viação Colombo investiu em quatro unidades, sendo três Marcopolo Torino e um Mascarello Gran Via, também nos chassis 17260 Euro 6, da Volkswagen.</p>
<p>Todos possuem acessibilidade por plataforma elevatória para cadeiras de rodas e espaços para fixação do equipamento que também serve de área para cão-guia.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-510130" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-510131" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/5.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/5.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/5.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/5.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/5.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/5.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-510132" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/4.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/4.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/4.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/4.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/4.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/4.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-510133" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-510134" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-510129" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><strong><em> Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>ENTREVISTA: Scania e Caio desenvolvem diferentes configurações de ônibus a biometano para a capital paulista</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 12 Apr 2026 00:55:15 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Entre as novidades, estarão articulados e 15 metros ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA Colaborou Yuri Sena A fabricante de chassis e tecnologia Scania e a encarroçadora Caio desenvolvem para a cidade de São Paulo uma linha de diferentes configurações de ônibus movidos a biometano, gás obtido da decomposição de resíduos, e que também operam [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="449" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/fe6dbecc-2a8e-43e0-8b7f-ecfaac143e6f-e1775849128717.jpg?fit=800%2C449&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Entre as novidades, estarão articulados e 15 metros</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Yuri Sena</strong></em></p>
<p><div style="width: 1914px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-510442-2" width="1914" height="1080" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Diretor-Scania.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Diretor-Scania.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Diretor-Scania.mp4</a></video></div></p>
<p>A fabricante de chassis e tecnologia Scania e a encarroçadora Caio desenvolvem para a cidade de São Paulo uma linha de diferentes configurações de ônibus movidos a biometano, gás obtido da decomposição de resíduos, e que também operam com GNV (Gás Veicular Natural); todo esse desenvolvimento em parceria com fornecedoras de tubulações e cilindros.</p>
<p>Quem revelou foi o Diretor de Desenvolvimento da Scania, Marcelo Gallão, em entrevista exclusiva na tarde desta sexta-feira, 10 de abril de 2026, para o criador e editor-chefe do <strong>Diário do Transporte</strong>, Adamo Bazani, e para a editora-chefe do Technibus, Márcia Pinna.</p>
<p>Os veículos devem ser referência nacional em ônibus com emissões menores de poluentes.</p>
<p>Segundo Gallão, serão diferentes configurações, inclusive Padron 15 metros se tornou uma tendência no segmento de urbanos, e articulados para em torno de 18,6 metros.</p>
<p>Com isso, será aberta mais uma opção de ônibus alternativos ao óleo diesel.</p>
<p>Nesta sexta-feira, com exclusividade, o <strong>Diário do Transporte</strong> mostrou que a SPTrans (São Paulo Transporte), responsável pelo gerenciamento dos ônibus urbanos da capital, ampliou a possibilidade neste ano ainda da utilização de ônibus com mais de 10 anos de uso para configurações de Padron básico articulado e super-articulado, mais de 10 anos no caso dos micros, e até 14 anos no caso dos midis, os &#8220;micrões&#8221;.</p>
<p>A própria SPTrans, nos aditivos contratuais, reconhece o risco de faltar ônibus no mercado, pelo fato da eletrificação não avançar como esperado.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="KNiqB38UJ5"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/10/prefeitura-de-sao-paulo-atualiza-contratos-com-empresas-de-onibus-permitindo-modelos-mais-velhos-com-medo-de-sistema-entrar-em-colapso-por-falta-de-veiculos/">Prefeitura de São Paulo atualiza contratos com empresas de ônibus permitindo modelos mais velhos com medo de sistema entrar em colapso por falta de veículos</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Prefeitura de São Paulo atualiza contratos com empresas de ônibus permitindo modelos mais velhos com medo de sistema entrar em colapso por falta de veículos&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/10/prefeitura-de-sao-paulo-atualiza-contratos-com-empresas-de-onibus-permitindo-modelos-mais-velhos-com-medo-de-sistema-entrar-em-colapso-por-falta-de-veiculos/embed/#?secret=G2hXTEj80A#?secret=KNiqB38UJ5" data-secret="KNiqB38UJ5" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Marcelo Gallão também contou a Adamo Bazani e Márcia Pinna que o biometano tem sido uma das principais expectativas dos operadores de transporte e até mesmo dos gestores públicos para cumprir metas de redução da poluição.</p>
<p>Confira a entrevista na íntegra:</p>
<p><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> A maioria dos operadores demandam descarbonização. Então, tendências de descarbonização para a eletrificação foram a primeira onda, como a gente chama. Temos produtos, ofertamos, testamos produtos elétricos em algumas prefeituras e, recentemente, se nós temos uma tendência agora diferente da eletrificação, é a gaseificação. A prefeitura de São Paulo demonstra interesse e a gente começou um estudo junto com a encarroçadora Caio na produção de ônibus a gás natural. Então, formamos um portfólio de produtos rígidos, articulados, piso alto e piso baixo. Então, já uma linha, um portfólio de produtos a gás natural, esses ônibus têm a vantagem de trabalhar ou com gás natural ou com biometano, a mesma motorização e uma versatilidade, por exemplo, no caso de piso alto, você consegue colocar a parte de tanques de gás na parte inferior. Se é piso baixo, como no caso aqui de São Paulo, os tanques vão na parte superior do ônibus. Eles têm uma vantagem em relação à infraestrutura, ele não demanda tanta infraestrutura elétrica. E o biometano está disponível, por exemplo, em aterros sanitários ao redor de São Paulo e vem se mostrando uma alternativa que, nos nossos testes, mostrou não somente a descarbonização como um ponto forte, mas também questões econômicas para a cidade de São Paulo. É a mais recente aposta no transporte coletivo.</p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E como está essa tratativa também com a gestão pública? Isso é desenhado em várias mãos. Scania, como fornecedora dos chassis, da tecnologia do motor, tem a Caio, que vai seguir o padrão da SPTrans, que é o padrão de carrocerias, que é um padrão diferenciado e seguido por todo o Brasil. E também tem o operador e o gestor público. Como está sendo esse bate-papo com o operador e com o gestor público?</strong></p>
<p>MARCELO GALLÃO: A questão do operador, nós temos um consórcio em São Paulo, onde a gente discute isso abertamente. O operador, ele questiona muito em relação à segurança, em relação à operação, em relação à manutenção e ao custo operacional. Então, tudo isso é levado em consideração quando a gente desenvolve e os números dos primeiros ônibus, eles se mostram bastante atrativos. Obviamente, as questões de instalação e nós temos também um terceiro, um terceiro parceiro, que vai ser a instalação da tubulação e dos tanques no ônibus. Então, é um consórcio, na verdade, de três. O produto, para ser completo, você tem a Scania no chassis, na motorização, um parceiro nos tanques de gás e a Caio como encarroçadora principal. Isso para a operação na SPTrans. E o transporte coletivo, ele demanda, dependendo da região, cada um demanda um tipo de ônibus diferente, o tamanho do ônibus, um 4&#215;2, um 15 metros. Então, o 15 metros, ele passa a ocupar um espaço que o articulado vinha ocupando. Em termos econômicos, os operadores, eles têm mostrado uma tendência, porque a diferença da quantidade de passageiros para um articulado normal e o 15 metros, a diferença é relativamente pequena. Você acaba tendo ônibus articulados operando em total capacidade nos picos, na hora de pico, mas durante o dia você trabalha com uma certa ociosidade. E o 15 metros, ele leva uma vantagem. Por quê? Porque ele não tem o custo da articulação e ele carrega quase a mesma quantidade de passageiros. Então, custo de manutenção, custo de operação do 15 metros, nessas modalidades, tanto elétrica quanto gás, tem se mostrado vantajoso.</p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Então, 15 metros é um dos próximos para São Paulo a biometano, esse com certeza está nos planos.</strong></p>
<p><strong>MARCELO GALLÃO:</strong> Com certeza, o 15 metros biometano é uma tendência, mas o 4&#215;2, que é até 14 metros, ele também tem sido testado e é um produto que em um futuro muito próximo vai estar rodando por aí.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Yuri Sena</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Uberaba (MG) aprova subsídio de R$ 26 milhões para o transporte coletivo</title>
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	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 12 Apr 2026 00:30:30 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Recursos serão utilizados para cobrir custos operacionais e evitar aumento da tarifa em 2026 YURI SENA A Câmara Municipal de Uberaba aprovou o projeto de lei que autoriza a concessão de subsídio ao transporte coletivo urbano de Uberaba. O valor aprovado é de R$ 26 milhões, destinado a cobrir a diferença entre o custo operacional [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Frota-de-Uberaba-2-e1775690093411.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Recursos serão utilizados para cobrir custos operacionais e evitar aumento da tarifa em 2026</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Câmara Municipal de Uberaba aprovou o projeto de lei que autoriza a concessão de subsídio ao transporte coletivo urbano de Uberaba. O valor aprovado é de R$ 26 milhões, destinado a cobrir a diferença entre o custo operacional e a receita do sistema ao longo de 2026.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a medida, vereadores se comprometeram a redimensionar recursos de emendas impositivas para ampliar o subsídio e manter o valor da passagem em R$ 5,50 no cartão e R$ 6,00 em dinheiro. A prefeitura também deve revogar o decreto que elevou a tarifa para R$ 6,00 no cartão e R$ 7,00 em dinheiro, reajuste que havia entrado em vigor recentemente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o texto aprovado, serão repassadas parcelas mensais de R$ 2 milhões à Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Uberaba. O saldo restante, estimado em cerca de R$ 6 milhões, deverá ser pago no mês de dezembro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a tramitação, o projeto gerou debates sobre a origem dos recursos, especialmente após a proposta de utilizar parte das emendas impositivas dos vereadores para complementar o subsídio. A questão foi discutida em reunião entre parlamentares e representantes do Executivo e acabou ajustada antes da votação final.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a administração municipal, a necessidade de subsídio foi apontada pela planilha de cálculo tarifário, que indicou aumento nos custos operacionais, influenciados principalmente pela alta dos combustíveis, despesas trabalhistas e redução no número de passageiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do repasse financeiro, o município também prevê a remissão e isenção do ISSQN e do Custo de Gerenciamento Operacional para as empresas responsáveis pelo serviço, a Viação São Geraldo e a Empresa de Transportes Líder.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto estabelece que os recursos do subsídio deverão ser utilizados exclusivamente para custeio operacional, incluindo combustível, manutenção da frota e despesas com pessoal, com o objetivo de garantir a continuidade do transporte coletivo urbano.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  <item>
    <title>Prefeitura de São Paulo atualiza contratos com empresas de ônibus permitindo modelos mais velhos com medo de sistema entrar em colapso por falta de veículos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/11/prefeitura-de-sao-paulo-atualiza-contratos-com-empresas-de-onibus-permitindo-modelos-mais-velhos-com-medo-de-sistema-entrar-em-colapso-por-falta-de-veiculos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/11/prefeitura-de-sao-paulo-atualiza-contratos-com-empresas-de-onibus-permitindo-modelos-mais-velhos-com-medo-de-sistema-entrar-em-colapso-por-falta-de-veiculos/#comments</comments>
    <pubDate>Sun, 12 Apr 2026 00:14:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Medida ocorre porque eletrificação não avança como esperado e ônibus a diesel são proibidos. “Redução de frota a ponto de comprometer a execução dos serviços de transportes coletivos” – é o que diz a documentação oficial ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari A prefeitura de São Paulo publicou nesta sexta-feira, 10 de abril de 2026, atualizações [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="767" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-10.12.56.jpeg?fit=1024%2C767&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-10.12.56.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-10.12.56.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-10.12.56.jpeg?resize=1024%2C767&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-10.12.56.jpeg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-10.12.56.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-10.12.56.jpeg?resize=1536%2C1151&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-10.12.56.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Medida ocorre porque eletrificação não avança como esperado e ônibus a diesel são proibidos. <strong>“Redução de frota a ponto de comprometer a execução dos serviços de transportes coletivos”</strong> – é o que diz a documentação oficial</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaborou Arthur Ferrari</strong></em></p>
<p>A prefeitura de São Paulo publicou nesta sexta-feira, 10 de abril de 2026, atualizações nos contratos (aditivos contratuais) com as empresas de ônibus da cidade.</p>
<p>Os modelos mais velhos, com até 11 anos &#8211; acima dos sete anos de idade permitidos nos contratos originais para os miniônibus, e com até 13 anos &#8211; acima dos dez anos para os demais modelos, mesmo com as recentes entregas de coletivos elétricos, seguem mantidos.</p>
<p>Assim, os minis de ano-modelo 2015/2016/2017/2018 e os demais ano-modelo 2013/2014/2015 que deveriam sair do sistema, vão poder ficar até o fim deste ano.</p>
<p>No caso dos micrões (mídis), configuração com menos opções de elétricos e são muito usados nos bairros pelas ex-cooperativas, como já havia mostrado o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em janeiro de 2026, segundo SPTrans (São Paulo Transporte), que deveriam ser baixados entre o fim de 2025 e início de 2026 receberam ainda mais um ano de autorização, sendo admitidos veículos fabricados em 2011 desde que ano-modelo 2012.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte </em></strong>flagrou um destes coletivos rodando na zona Leste: sem ar-condicionado, mais barulhento, mais poluente e “mais duro”.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/01/27/exclusivo-micrao-midi-ganha-mais-um-ano-de-tolerancia-com-2214-onibus-acima-de-11-anos-sistema-sptrans-da-capital-paulista-tem-164-de-toda-a-frota-envelhecida/">https://diariodotransporte.com.br/2026/01/27/exclusivo-micrao-midi-ganha-mais-um-ano-de-tolerancia-com-2214-onibus-acima-de-11-anos-sistema-sptrans-da-capital-paulista-tem-164-de-toda-a-frota-envelhecida/</a></p>
<p><strong><em>“Redução de frota a ponto de comprometer a execução dos serviços de transportes coletivos”</em></strong> – é o que diz a documentação oficial que consta na publicação desta sexta-feira, 10 de abril de 2026.</p>
<p>A medida ocorre porque eletrificação não avança como esperado e ônibus a diesel são proibidos.</p>
<p>Não bastassem poluir mais, ônibus destas idades na cidade de São Paulo, entre 11 e 13 anos (ou mais), não possuem itens de conforto como ar-condicionado e tomadas do tipo USB, para recarga de celulares. Estes itens são obrigatórios para os ônibus que entraram no sistema a partir de 2015.</p>
<p>Idade de ônibus não pode ser justificativa para quebras, mas devido ao uso intenso diário e às condições viárias, é natural que os coletivos mais antigos tendem a apresentar mais defeitos, parar, interromper viagens e acarretar em mais espera nos pontos, maior lotação e atrasos.</p>
<p>A cidade hoje possui em operação, cerca de 1,3 mil coletivos movidos a eletricidade, entre 189 trólebus e a, maioria, a bateria que precisam de recarga. Apesar de ser a maior frota deste tipo de coletivo no Brasil, o número de cerca de 1,3 mil em abril de 2026 está abaixo da meta que era de 2,6 mil até dezembro de 2026 e representa uma pequena parte da frota de cerca de 13 mil coletivos das empresas que prestam serviços no sistema municipal gerenciado pela SPTrans (São Paulo Transporte).</p>
<p>Ocorre que, como desde 17 de outubro de 2022, por determinação da gestão municipal, as viações não podem mais comprar ônibus movidos a óleo diesel e a infraestrutura não avançou, a frota está ficando envelhecida. Por causa disso, em 2023, a SPTrans autorizou que, mediante a mais revisões, a idade máxima de cada ônibus subisse de 10 anos para 13 anos. Em 2026, excepcionalmente para os mídis (micrões), que contam com menos opções no mercado de elétricos, foram autorizados veículos com 14 anos de ano/modelo, chegando a 15 de fabricação.</p>
<p>Para dar conta do carregamento de 50 ônibus elétricos comuns ou 30 articulados, é necessário elevar a potência da rede de distribuição de baixa para média ou alta tensão, caso contrário pode “cair a energia” de bairros inteiros atendidos pelas atuais redes de baixa tensão, faltando fornecimento nas casas, estabelecimentos comerciais, hospitais e escolas. Além disso, as garagens e os bairros das garagens precisam ter subestações de energia como as que existem no metrô e trens.</p>
<p>O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, atribuiu o atraso na eletrificação ao fato de a Enel não fazer esta adequação na potência das redes e não realizar as ligações para as garagens, muito embora, apesar de especialistas concordarem com esta posição, indicam outros pontos, como a disponibilidade limitada de alguns modelos, como os próprios micrões muito usados nos bairros onde operam as empresas que surgiram de cooperativas de transportes, e até mesmo precipitação por parte de Nunes ao proibir ônibus a diesel, sem ter certeza da infraestrutura.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> esteve em diferentes garagens e, principalmente entre 2024 e 2025, constatou dezenas de ônibus elétricos parados, 0 km, sem poder funcionar porque não conseguiam carregar as baterias.</p>
<p>O atraso na eletrificação abriu margem para o debate de outras alternativas ao diesel, como os ônibus movidos a biometano (combustível obtido com a decomposição de resíduos). Tanto é que a meta para 2028 foi mudada. O número de coletivos foi alterado para 2,2 mil e o termo não poluentes (referindo-se aos elétricos) foi trocado para mais sustentáveis ou menos poluentes que o diesel.</p>
<p>A empresa concessionária de transportes, Sambaíba, que opera na zona Norte, iniciou em 2024, inclusive, um projeto com a fabricante MWM de conversão de ônibus 0 km a diesel em modelos a biometano.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-510353" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/00.png?resize=800%2C340&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="340" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/00.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/00.png?resize=300%2C128&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/00.png?resize=150%2C64&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/00.png?resize=768%2C326&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/00.png?resize=400%2C170&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><strong>Exemplos dos aditivos contratuais</strong></p>
<p><strong>Observação:</strong> São com todas as empresas</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-510352" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-7.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-7.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-7.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-7.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-7.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-7.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-7.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, 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<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaborou Arthur Ferrari</strong></em></p>
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    <title>Operação da Linha 15-Prata de monotrilho é interrompida na manhã deste domingo (12)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 23:00:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Paralisação ocorre em razão de testes com trens da Frota S; público contará com ônibus do Paese VINÍCIUS DE OLIVEIRA Neste domingo, 12 de abril de 2026, a Linha 15-Prata de monotrilho ficará fechada até às 10h para a realização de testes com trens da Frota S; estas novas composições devem entrar em operação até [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="704" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Viagem_de_Inspecao_no_trecho_Oratorio-Sao_Mateus_Linha_15-Prata_do_Metro_Monotrilho_39484313855-e1716043327678.jpg?fit=1024%2C704&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Paralisação ocorre em razão de testes com trens da Frota S; público contará com ônibus do Paese</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Neste domingo, 12 de abril de 2026, a Linha 15-Prata de monotrilho ficará fechada até às 10h para a realização de testes com trens da Frota S; estas novas composições devem entrar em operação até o final do primeiro semestre.</p>
<p>Durante toda a madrugada e até o reinício da operação comercial, os passageiros serão atendidos em toda a extensão da linha, de Vila Prudente a Jardim Colonial, por ônibus gratuitos do sistema Paese.</p>
<p>Nas demais linhas operadas pelo Metrô, a circulação dos trens volta a ser ininterrupta de sábado (11) para o domingo (12).</p>
<p>Nas linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, todas as estações ficarão abertas para embarque e desembarque durante toda a madrugada.</p>
<p>A Linha 17-Ouro opera de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h.</p>
<p>Em caso de dúvidas, a Central de Informações do Metrô atende diariamente, das 5h à meia-noite, pelo telefone 0800-770-7722.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Moradores da capital paulista contarão com linha N144-11 Terminal Cachoeirinha/Hospital Brasilândia nas madrugadas a partir de 25 de abril</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/11/moradores-da-capital-paulista-contarao-com-linha-n144-11-terminal-cachoeirinha-hospital-brasilandia-nas-madrugadas-a-partir-de-25-de-abril/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 22:00:55 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Itinerário circular facilitará o transporte de passageiros aos Hospitais Brasilândia e Penteado ADAMO BAZANI A partir de 25 de abril de 2026, quem precisar do atendimento dos Hospitais Brasilândia e Penteado, na madrugada, vai contar com uma linha de ônibus regular. Segundo os informativos operacionais oficiais da SPTrans (São Paulo Transporte), que gerencia o sistema [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="672" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Requalificacao-do-Terminal-Vila-Nova-Cachoeirinha_10-e1775842877801.jpg?fit=1024%2C672&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Itinerário circular facilitará o transporte de passageiros aos Hospitais Brasilândia e Penteado</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A partir de 25 de abril de 2026, quem precisar do atendimento dos Hospitais Brasilândia e Penteado, na madrugada, vai contar com uma linha de ônibus regular.</p>
<p>Segundo os informativos operacionais oficiais da SPTrans (São Paulo Transporte), que gerencia o sistema municipal, entrará em operação a linha N144-11 Terminal Cachoeirinha/Hospital Brasilândia.</p>
<p>O funcionamento será aos dias úteis, sábados, domingos e feriados das 0h às 4h, com intervalos de 30 minutos; o tipo de linha será circular.</p>
<p>O trajeto programado será o seguinte:</p>
<p><strong>Sentido único:</strong> Term. Cachoeirinha, Av. Inajar de Souza, Av. Itaberaba, Rua Francisco Calado, Rua Marina Lemos de Abreu, Av. Dep. Cantídio Sampaio, Av. Pe. Orlando Garcia da Silveira, Av. João Paulo Primeiro, Av. José da Natividade Saldanha, Rua Paulo Garcia Aquiline, Rua Ruiva, Rua Dr. Ivo Guida, Rua Joaquim Ferreira da Rocha, Rua Pirajibe, Rua Itaipava, Estr. Lázaro Amâncio de Barros, Rua Parapuã, Rua Diogo Canteros Garcia, Estr. do Sabão, Av. Michihisa Murata, Rua Macedônia, Rua João Rodrigues Chaves, Rua Abílio Primo Nalim, Rua dos Morgados, Av. Ministro Petrônio Portela, retorno próximo da Pça. Pedro Blasena, Av. Ministro Petrônio Portela, Rua dos Morgados, Rua Abílio Primo Nalim, Rua João Rodrigues Chaves, Rua Macedônia, Av. Michihisa Murata, Estr. do Sabão, Rua Eurídice Bueno, Rua Parapuã, Estr. Lazaro Amâncio de Barros, Rua Pirajibe, Rua Joaquim Ferreira da Rocha, Rua Dr. Ivo Guida, Rua Ruiva, Rua Paulo Garcia Aquiline, Rua Pajuçara, Rua Estevão Siqueira, Rua Carlos Maria Monteiro, Rua Caiapé, Av. Pe. Orlando Garcia da Silveira, Av. Dep. Cantídio Sampaio, Av. Itaberaba, Term. Cachoeirinha.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Terminal Estação Varginha passa a receber linhas de Embu-Guaçu a partir desta terça-feira (14)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/11/terminal-estacao-varginha-passa-a-receber-linhas-de-embu-guacu-a-partir-desta-terca-feira-14/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 21:00:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços 012 e 226 deixam o Terminal Grajaú e mantêm integração tarifária aos passageiros YURI SENA As linhas metropolitanas que conectam Embu-Guaçu à capital paulista terão mudanças operacionais a partir de terça-feira, 14 de abril, com o início da operação no Terminal Estação Varginha, na Zona Sul de São Paulo. A alteração faz parte da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="725" height="479" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3b7a225c-5787-48f1-8132-2132ed9ccbec.jpg?fit=725%2C479&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3b7a225c-5787-48f1-8132-2132ed9ccbec.jpg?w=725&amp;ssl=1 725w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3b7a225c-5787-48f1-8132-2132ed9ccbec.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3b7a225c-5787-48f1-8132-2132ed9ccbec.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3b7a225c-5787-48f1-8132-2132ed9ccbec.jpg?resize=400%2C264&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 725px) 100vw, 725px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Serviços 012 e 226 deixam o Terminal Grajaú e mantêm integração tarifária aos passageiros</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As linhas metropolitanas que conectam Embu-Guaçu à capital paulista terão mudanças operacionais a partir de terça-feira, 14 de abril, com o início da operação no Terminal Estação Varginha, na Zona Sul de São Paulo. A alteração faz parte da implantação da nova estrutura e substitui o atendimento anteriormente realizado no Terminal Grajaú.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As mudanças atingem as linhas 012 (Embu-Guaçu – Vila Dirce – São Paulo) e 226 (Embu-Guaçu – Chácara Florida – São Paulo), que passam a operar com destino ao novo terminal. A medida foi analisada tecnicamente pela ARTESP como parte da primeira fase de implementação da nova infraestrutura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os novos itinerários incluem vias importantes da região, como a Avenida Senador Teotônio Vilela, Rua Arcelina Teixeira da Silva, Avenida Paulo Guilguer Reimberg e Avenida Nathália Pereira da Silva, adequando a circulação ao novo ponto de integração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo com a mudança, a integração tarifária será mantida. Os passageiros continuarão podendo validar os cartões Bilhete Único e Cartão TOP por meio do Transferidor de Direito de Integração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a agência reguladora, as alterações se aplicam apenas às duas linhas neste momento e têm como objetivo integrar os serviços ao novo terminal, ampliando as conexões para os usuários na Zona Sul da capital.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Motiva Trilhos anuncia nova identidade visual dos uniformes dos funcionários</title>
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    <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 20:00:51 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category>    
	
	<description><![CDATA[São 40 peças com a nova identidade para as seguintes funções: Agente de Atendimento, Técnico de Manutenção, Operador de Trem e Controlador do CCO VINÍCIUS DE OLIVEIRA Os cerca de mil colaboradores da Linha 4-Amarela da Motiva serão os primeiros a vestir os uniformes que levam a nova identidade visual da marca a partir de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="667" height="446" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-6.jpg?fit=667%2C446&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-6.jpg?w=667&amp;ssl=1 667w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-6.jpg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-6.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-6.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 667px) 100vw, 667px" /> <p><em>São 40 peças com a nova identidade para as seguintes funções: Agente de Atendimento, Técnico de Manutenção, Operador de Trem e Controlador do CCO</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Os cerca de mil colaboradores da Linha 4-Amarela da Motiva serão os primeiros a vestir os uniformes que levam a nova identidade visual da marca a partir de 16 de abril. A mudança será gradual, começando pelos que trabalham na Estação Pinheiros, primeira a concluir integralmente o processo de rebranding iniciado em março. Até o fim do ano, a identidade Motiva estará presente nas Linhas 5 &#8211; Lilás, 8 –Diamante e 9-Esmeralda unificando a experiência para os mais de 2,5 milhões de clientes transportados diariamente pelas linhas. Em 2027, a virada acontece no VLT Carioca, no Rio de Janeiro, e no Metrô Bahia, em Salvador.</p>
<p>A expectativa é que até o final do semestre, todos os colaboradores das 11 estações da linha estejam com o novo look. Ao todo, são 40 peças para as seguintes funções: Agente de Atendimento e Segurança (AAS), Técnico de Manutenção, Operador de Trem e Controlador do CCO.</p>
<p>“Mais do que uma mudança estética, os novos uniformes traduzem um reposicionamento estratégico: aproximar a marca das pessoas no dia a dia da operação, ampliando a visibilidade das equipes nas estações, fortalecendo a conexão com os clientes e modernizando a experiência no sistema metroferroviário”, conta Vanessa Vieira, diretora de Marca e Comunicação da Motiva.</p>
<p>A principal novidade é a adoção do tom anil, cor central da Motiva, que substitui os tons escuros anteriormente predominantes e cria um contraste mais claro e imediato no ambiente das estações, facilitando a identificação dos colaboradores por quem precisa de informação, orientação ou suporte durante a viagem. A mudança acompanha a evolução da marca, que passa a incorporar também, no vestuário das equipes, elementos como as três ondas, símbolo de fluidez, movimento e conexão.</p>
<p><strong>Uniforme como ponto de contato com o cliente</strong></p>
<p>Pensado como uma ferramenta ativa de atendimento, o novo uniforme reforça o papel dos colaboradores como referência para o cliente. Os Agentes de Atendimento e Segurança passam a exibir de forma visível a mensagem “Posso Ajudar?”, incentivando a interação e facilitando o acesso à informação dentro das estações.</p>
<p>Além disso, a identificação “Agente Líder” foi mantida como um elemento estratégico, permitindo que os clientes reconheçam rapidamente profissionais com função de apoio em situações de necessidade.</p>
<p>A proposta é clara: transformar o uniforme em um canal de comunicação direta com o cliente, contribuindo para uma experiência mais fluida, acolhedora e eficiente. “O uniforme é, talvez, o ponto mais tangível da nossa marca na rotina do cliente. A escolha do anil, o cuidado com o contraste e a inclusão de mensagens como ‘Posso Ajudar?’ traduzem uma mudança de mentalidade: queremos ser reconhecidos não apenas pela eficiência operacional, mas pela proximidade, pela disponibilidade e pela forma como nos colocamos a serviço das pessoas”, explica Vanessa.</p>
<p><strong>Desenvolvimento com escuta dos colaboradores: evolução e conforto</strong></p>
<p>O projeto foi desenvolvido de forma integrada entre as áreas de Operações, Segurança do Trabalho e Comunicação, com participação ativa das equipes operacionais. A escuta dos colaboradores foi fundamental para aprimorar aspectos como conforto térmico, mobilidade e durabilidade das peças.</p>
<p>O novo design mantém a base operacional já consolidada, garantindo continuidade, mas incorpora evoluções que elevam o padrão de qualidade e desempenho dos uniformes.</p>
<p>Entre os avanços implementados, destacam-se:</p>
<p>Conforto térmico: tecidos mais leves e respiráveis, além de melhorias na ventilação dos coletes balísticos<br />
Ergonomia: modelagem aprimorada para garantir mobilidade durante as atividades operacionais<br />
Segurança: aplicação de elementos refletivos em uniformes de manutenção civil e elétrica e reforço visual nos coletes dos agentes<br />
Durabilidade: materiais mais resistentes para suportar as exigências da rotina operacional<br />
Inclusão: desenvolvimento de versões adaptadas, incluindo modelos femininos e gestantes.</p>
<p><strong>Um ambiente mais moderno e acolhedor</strong></p>
<p>A substituição da paleta anterior, baseada no cinza, por tons mais vibrantes e contemporâneos também tem impacto direto na percepção do ambiente. Ao romper com uma estética associada à rigidez, o novo uniforme contribui para um espaço mais leve e convidativo, alinhado ao conceito de hospitalidade que orienta a nova fase da Motiva.</p>
<p>O contraste visual proporcionado pelo anil permite que os colaboradores sejam identificados com mais facilidade, especialmente em momentos de maior fluxo, tornando o atendimento mais ágil e intuitivo.</p>
<p><strong>Avanço do rebranding da Motiva</strong></p>
<p>A atualização dos uniformes faz parte da atual etapa do processo de rebranding iniciado em 2025, que busca unificar a identidade da Motiva em todas as suas operações e substituir gradualmente a marca ViaQuatro.</p>
<p>Na Linha 4-Amarela, a mudança já pode ser observada em pontos estratégicos, como a estação Pinheiros, e seguirá avançando ao longo dos próximos meses para demais estações, trens e ativos operacionais. A implementação inclui fachadas, sinalização, áreas internas e equipamentos, sempre em conformidade com os padrões do Metrô de São Paulo, sem alterações na identificação oficial da linha no sistema.</p>
<p>“Trazer a identidade da Motiva para as roupas da equipe é a materialização do nosso rebranding. Nosso objetivo é que cada profissional se sinta parte dessa nova fase e que o cliente reconheça, de forma simples e imediata, quem está ali para ajudar”, afirma Antonio Marcio Barros Silva, diretor da Motiva – Linha 4-Amarela.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-510475" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-3.png?resize=745%2C413&#038;ssl=1" alt="" width="745" height="413" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-3.png?w=745&amp;ssl=1 745w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-3.png?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-3.png?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-3.png?resize=400%2C222&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 745px) 100vw, 745px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-510473" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-1-1.png?resize=734%2C402&#038;ssl=1" alt="" width="734" height="402" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-1-1.png?w=734&amp;ssl=1 734w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-1-1.png?resize=300%2C164&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-1-1.png?resize=150%2C82&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-1-1.png?resize=400%2C219&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 734px) 100vw, 734px" /></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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