Fabricante conquistou o Troféu Frotas & Fretes Verdes 2026, na categoria de sustentabilidade em processos ou produtos, durante evento realizado na sede da Fiesp, em São Paulo
YURI SENA
A Marcopolo foi uma das empresas reconhecidas no Troféu Frotas & Fretes Verdes 2026, na categoria “Empresa com Sustentabilidade em Processo ou Produto”. A cerimônia de premiação ocorreu em 28 de outubro, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), durante a programação do XV Summit Frotas & Fretes Verdes.
A iniciativa, organizada pelo Instituto Besc de Humanidades e Economia, reconheceu o trabalho da fabricante no desenvolvimento de tecnologias e soluções voltadas à redução dos impactos ambientais no transporte. Entre as iniciativas destacadas estão a produção de ônibus elétricos, veículos preparados para operar com biocombustíveis e a utilização de materiais com menor impacto ambiental.
O presidente do Conselho de Administração da Marcopolo, James Bellini, foi convidado para ocupar a Presidência de Honra desta edição, mas foi representado na solenidade pelo diretor de Relações Institucionais da companhia, Ruben Bisi.
Durante o evento, Bisi destacou a importância de considerar as diferentes características regionais e as alternativas energéticas disponíveis no Brasil para avançar na descarbonização do transporte. Segundo o executivo, a combinação entre eletrificação, engenharia e combustíveis de menor impacto pode ampliar as possibilidades de soluções para operadores e passageiros.
A fabricante também participou das discussões técnicas do encontro. Bisi coordenou um painel sobre engenharia aplicada à eficiência e inteligência veicular. Já Renato Florence, head de Planejamento e Desenvolvimento da Marcopolo, apresentou uma palestra sobre a integração entre etanol e eletrificação como alternativa para a matriz energética da mobilidade.
Para a presidente do Instituto Besc, Jussara Ribeiro, o reconhecimento está relacionado aos investimentos da indústria em eficiência energética, novos materiais e tecnologias que conciliem produtividade e responsabilidade socioambiental.
Yuri Sena, para o Diário do Transporte
