Mais trólebus de diferentes modelos começaram a receber a nova pintura padronizada verde no Corredor Metropolitano ABD
Publicado em: 15 de março de 2026
Mudança, anunciada pelo Diário do Transporte no início de janeiro, ocorre de forma gradativa. Passageiros deve estar atentos à nova identidade visual, embora não haja alterações nos itinerários, tarifas ou nomenclaturas das linhas
ADAMO BAZANI
Colaborou Yuri Sena
Outros modelos de trólebus do corredor ABD, que liga São Mateus, na zona leste de São Paulo, ao Jabaquara, na zona sul, além das ligações entre Diadema e o Brooklyn, começaram a receber a nova pintura padronizada dos elétricos do sistema, na cor predominantemente verde-clara.
O Diário do Transporte, em 14 de janeiro de 2026, já havia noticiado o início da mudança, que acontece de maneira gradual.
Relembre:
Além dos trólebus zero-quilômetro, como os de 21 metros e meio, assim como os coletivos a diesel que foram convertidos para a operação elétrica, a padronização teve início pelos veículos conectados à fiação aérea. Inicialmente, o processo atingiu unidades seminovas, fabricadas entre 2012 e 2013, e agora alcança também os modelos mais antigos da frota.
O Diário do Transporte encontrou, neste domingo, 15 de março de 2026, um desses coletivos que já está em circulação com a nova cor há alguns dias. Trata-se de um Marcopolo Torino articulado, ano 1998.



Novo Modelo
Vale lembrar que, conforme contrato com o Governo do Estado, por se tratarem de veículos elétricos, os trólebus possuem autorização para circular por até 30 anos. Assim, mesmo sendo um modelo mais antigo, a unidade ainda está dentro da faixa permitida pela Artesp.
Veja a resposta:
No ano passado, compraram 10 trólebus que já vieram com a pintura nova. Depois, foi feito retrofit de mais 11 veículos, também adesivados com o novo padrão. E, de agora em diante, os trólebus todos vão adotar a nova pintura


Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Yuri Sena para o Diário do Transporte


Esses Torino já deveriam estar aposentados. Ok, foram reformados e tal, porém são carros piso alto, sem acessibilidade, sem elevadores. Cadeirante não entra e pessoas com outras restrições passam dificuldade nesses carros.
É legal ver um carro com 28 anos de uso rodar e ter um bom desempenho, mas é legal pra nós que gostamos de ônibus, já para algumas pessoas que dependem desses carros, não parece divertido.
Essa onda verde-abacate é totalmente desnecessária e supérflua.
Basta manter as cores padrão, e grafar os dizeres “ÔNIBUS ZERO-POLUIÇÃO” na borda lateral do teto ou logo abaixo das janelas laterais.
A população só quer contar com o transporte público sem longas esperas e atrasos, sem superlotações humilhantes, e viajando em ônibus limpos e bem cuidados.
São esses os fatores que atraem os passageiros e rendem a desejada boa avaliação.
Os troleibus são sustentáveis só consome eletricidade e a durabilidade é maior, é o que Guarulhos precisa no corredor Terminal Taboão-Tucuruvi como também elétricos à bateria seguindo o padrão da Artesp.