Busca de fabricantes é por sistemas que ampliam autonomia e reduzem tempo de recarga e peso dos veículos
ADAMO BAZANI
Baterias estão entre as principais dúvidas em todo o mundo sobre veículos elétricos e, com ônibus, não é diferente. As tecnologias estão avançando, ainda não o suficiente para dizer que: “pronto, agora basta comprar ônibus elétricos e operar sem nenhuma dúvida”. Mas os avanços são inegáveis.
Modelos mais leves, que ocupam menos espaço nas carrocerias, sistemas que carregam mais rapidamente e com autonomia maior, além de mais baratas.Talvez, nada ainda como o sonho do operador e gestor de transportes, mas já houve avanços.
É o que pode ser verificado aqui em Bruxelas, na Bélgica,na Busworld 2025, o maior evento de ônibus do mundo.
A Mercedes-Benz, do Grupo Daimler, é um dos exemplos.
A gigante de origem alemã apresenta nesta edição, de forma oficial, a quarta e mais recente geração NMC4 de baterias para ônibus elétricos. NMC é a sigla, em português, para Níquel, Manganês e Cobalto, os elementos que formam a bateria. O número 4 é a geração.
Esse novo modelo de bateria, que promete maior autonomia por causa da maior densidade de energia, variando de acordo com a configuração desejada pelo operador de transporte, vai equipar os modelos Mercedes-Benz eCitaro, eCitaro G, eCitaro K e eCitaro Fuel Cell, de aplicação urbana e metropolitana, a partir de 2026.
O Diário do Transporte viajou à BusWorld 2025, na Bélgica, a convite da Mercedes-Benz do Brasil
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
