Estação Sé do Metrô de São Paulo recebe mais de 43 mil itens perdidos de passageiros no primeiro semestre de 2025

Através da Central de Achados e Perdidos, cerca de 34% dos objetos foram devolvidos aos usuários na unidade da Sé

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

A Central de Achados e Perdidos do Metrô de São Paulo, que completou 50 anos em junho deste ano, registrou novos recordes de objetos encontrados e retornados aos seus donos. No primeiro semestre deste ano, 43.118 itens chegaram à estação Sé para catalogação e triagem, dos quais 15.072 foram devolvidos, representando 34,70% do total. Como comparativo, em 2024, a Central recebeu 41.044 objetos, sendo retirados 11.548 (28,10%).

Entre os exemplares campeões do “esquecimento” estão cartões, documentos e bilhetes de transporte. Já os locais onde mais se encontram os itens são as estações Jabaquara, Palmeiras-Barra Funda e Corinthians-Itaquera.

Vitrine com objetos expostos

No ano passado, a Central de Achados e Perdidos do Metrô foi reformada, facilitando a catalogação dos mais de 400 objetos recebidos diariamente. O posto na estação Sé também inaugurou uma vitrine aberta ao público com itens curiosos já esquecidos, como prótese de perna, dentadura, espada de samurai, máquina de escrever, chapéu mexicano, o primeiro objeto perdido no Metrô em 1975 e uma imagem sacra de São Longuinho.

Consultas e retiradas podem ser feitas pessoalmente na estação Sé, pelo telefone 0800-770 7722 ou no site do Metrô; os itens ficam disponíveis por até 60 dias, sendo depois doados ou encaminhados aos órgãos emissores.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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