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Confira nosso Boletim na Rádio ABC sobre mototáxi: a intenção de Ricardo Nunes de conversar com prefeitos das cidades vizinhas e os impactos negativos no bolso de quem usa ônibus, trens e metrôs

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O prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, defende uma discussão conjunta com cidades vizinhas como Guarulhos, Osasco, Mogi das Cruzes e municípios do ABC antes de liberar o serviço de mototáxi em São Paulo. Hoje, a prática é proibida na cidade, mas o debate avança na Câmara Municipal com base em critérios da OMS sobre segurança no trânsito. Entenda os próximos passos e os desafios para a regulamentação.

QUEDA DE DEMANDA:

Entre as preocupações, além da segurança viária, estão os impactos na demanda dos transportes metropolitanos, com a fuga de passageiros dos ônibus intermunicipais e até mesmo nos trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e da ViaMobilidade.

Problema que não é das empresas operadoras, mas de toda a sociedade. Isso poque, o valor das passagens é como se fosse um bolo: quanto mais gente para dividir, menor é a fatia.

Se começa a ter perda de passageiros, as tarifas ficam mais altas porque o custo unitário por usuário transportado aumenta.

Além disso, haverá a diminuição de frota, com mais lotação por veículo, seja ônibus ou trem, e mais tempo as pessoas ficarão esperando nos pontos, estações e terminais.

VEJA MATÉRIA DETALHADA EM TEXTO:

ENTREVISTA: Nunes quer conversar com prefeitos do ABC, Osasco, Guarulhos e Mogi das Cruzes sobre mototáxi. POR QUE OS IMPACTOS NOS ÔNIBUS E TRENS AUMENTAM AS TARIFAS?

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

 

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