Nova tabela de preços apresenta reajuste de 1,06% correspondente à variação do IPCA
ALEXANDRE PELEGI
A Superintendência de Infraestrutura Rodoviária aprovou a revisão ordinária e o reajuste da Tarifa Básica de Pedágio (TBP) da Regis Bittencourt, BR 116 SP/PR, sob concessão da Arteris.
A decisão, publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, 09 de dezembro de 2024, considera o Contrato de Concessão relativo ao Edital nº 001/2007, celebrado entre a União e a concessionária.
A nova tabela de preços apresenta um reajuste correspondente à variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período, que apresentou um crescimento positivo de 1,06%.
A decisão entra em vigor a partir do dia 29 de dezembro de 2024.
Após arredondamento, a Tarifa Básica de Pedágio para a categoria 1 de veículos passa dos atuais R$ 4,00 para R$ 4,10, nas praças P1, em Itapecerica da Serra/SP; P2, em Miracatu/SP; P3, em Juquiá/SP; P4, em Cajati/SP; P5, em Barra do Turvo/SP; e P6, em Campina Grande do Sul/PR.
Os valores atualizados já podem ser consultados na tabela anexa à decisão.
O último reajuste, por decisão da Diretoria Colegiada da ANTT, elevou a TBP de R$3,90 para R$ 4,00 para veículos da categoria 1 no dia 30 de janeiro de 2024, data de publicação no Diário Oficial da União.
RODOVIA
A rodovia Régis Bittencourt, administrada pela Arteris desde 2008 sob um contrato de 25 anos, estende-se por 396,6 km, conectando São Paulo a Curitiba e atravessando 11 municípios paulistas e 5 paranaenses.
Após a conclusão da duplicação da Serra do Cafezal, em Miracatu (SP), em dezembro de 2017, a Régis Bittencourt tornou-se uma rodovia totalmente duplicada.
Relevante na malha rodoviária brasileira, a BR-116 compõe o principal corredor rodoviário que conecta os centros econômicos mais importantes das regiões Sudeste e Sul do Brasil, além de ligá-las aos principais países da América do Sul.
Com uma média de mais de 29 mil veículos por dia, o tráfego na rodovia é marcado por um expressivo volume de ônibus e caminhões, que constituem cerca de 80% do movimento total.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes
