Nova pesquisa da Abrati revela que maior índice de satisfação entre passageiros do transporte rodoviário interestadual ocorre no preço das passagens

Documento mostrou também que 33,7% das viagens nos últimos 12 meses foram feitas por motivos de trabalho e negócios

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Neste mês de setembro de 2023, a nova pesquisa da Abrati (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros) revelou que o maior índice de satisfação entre os usuários do transporte rodoviário interestadual foi o preço das passagens.

O tópico teve um aumento de 18 pontos percentuais, saltando de 49,3% para 67,4%.

Contudo, 57% dos entrevistados ainda consideram que os valores das passagens ainda são caros.

Além disso, a apuração da Abrati revelou que os outros temas com maiores índices de satisfação foram “Atendimento do motorista/outros funcionários”, de 71,0% para 86,6%; “Segurança”, de 67,6% para 82,0%; e “Site das empresas de ônibus”, de 69,6% para 80,0%.

Nos últimos 12 meses, foi revelado que a maior parcela (33,7%) dos entrevistados viajaram a trabalho, seguidos daqueles que saíram de férias (32,6%), e os que foram visitar familiares em outras cidades (22,4%).

Para a elaboração do documento, agentes da Abrati entrevistaram usuários de transporte rodoviário interestadual, que fizeram pelo menos uma viagem para outro estado nos últimos 12 meses, utilizando para esse translado, ônibus regulares (ou seja, ônibus cujo embarque e desembarque são feitos em terminais rodoviários).

Confira todos os dados disponibilizados pela Abrati sobre o transporte rodoviário interestadual através do link a seguir:

https://www.abrati.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/PM021-23_Relatorio_ABRATI_VF_23-09-23.pdf

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Comentários

Comentários

  1. Rodrigo Zika disse:

    Vamos ser sinceros, no Brasil só existe a dependência rodoviária porque vergonhosamente não temos linhas de trens metropolitanos decentes que rodem atravessando estados, com isso diminuíriam os custos e aumentaria o turismo em muitas cidades, mas a má vontade política e o povo não entendendo o sistema político, faz com que nada mude a cada 4 anos.

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