Linhas 343, T2 e T3 foram afetadas por atuação do sindicato dos rodoviários
VINÍCIUS DE OLIVEIRA
Desde às 15h desta segunda-feira, 02 de outubro, empresas privadas foram chamadas pela Prefeitura de Porto Alegre (RS) para auxiliar no atendimento das linhas 343, T2 e T3.
A decisão do poder público ocorreu após o descumprimento por parte do sindicato dos rodoviários no acordo que estabelecia que 60% dos ônibus da Carris deveriam seguir em funcionamento.
A Carris, empresa desfalcada na situação, entrou com uma petição para uma declaração de ilegalidade e abusividade da greve. De 132 coletivos, apenas 114 estão em circulação.
Foi determinado que 21 linhas operadas pela Carris, oito delas não seriam afetadas pela paralisação e duas afetadas parcialmente. As linhas T4, T6, T11, T12, T1, T5, T7, T8 deveriam operar suas tabelas normais. A linha C2 seria atendida com um ônibus, e a linha T2 cumpriria suas tabelas a partir das 15h.
Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte
