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Veja Lista: WEG, de baterias e motores de ônibus elétricos; e CCR, de trens e metrô, estão entre as que mais concentram bilionários no Brasil

Patrimônio dos 280 bilionários brasileiros listados pela revista Forbes, cujo ranking foi divulgado neste mês, equivale a 15,35% do Produto Interno Bruto (PIB) do País; Transportes geraram R$ 9,82 bi de fortunas pessoais

ADAMO BAZANI

Duas empresas relacionadas a transportes coletivos de passageiros estão entre as que mais concentram bilionários e as que mais geram novos bilionários no Brasil.

O levantamento da Revista Forbes foi divulgado neste sábado, 16 de setembro de 2023, pelo Infomoney e Estadão Conteúdo.

Entre as companhias que reúnem pessoas com fortunas que recentemente entraram no seleto grupo dos bilionários está a gigante de concessões CCR, que, opera rodovias, aeroportos e sistemas de trens e metrô, como o Metrô da Bahia, e as linhas 4-Amarela (ViaQuatro), 5-Lilás (ViaMobilidade), 8-Diamante (ViaMobilidade) e 9-Esmeralda (ViaMobilidade), do sistema metroferroviário paulista.

A CCR gerou cinco novos bilionários em 2022.

Já entre as empresas que mais concentram bilionários, ainda de acordo com a Forbes, está a catarinense WEG, que, entre os negócios, faz motores e baterias para ônibus elétricos, inclusive para os novos modelos que vão circular pela capital paulista. Estes veículos são feitos numa parceria entre WEG, Caio, Eletra e Scania ou Mercedes-Benz (dependendo do modelo).

Somente a WEG, tem em seus quadros, 29 bilionários.

Depois vêm Itausa, com 11 bilionários, e Grupo Suzano, com oito bilionários.

Ainda de acordo com o levantamento, entre as que mais geraram novos bilionários são: Magazine Luiza (7), Rede DOr (7), M. Dias Branco (6), Votorantim (6), CCR (5) e Amaggi (5).

A Forbes e o Infomoney/Estadão dizem que 280 bilionários brasileiros têm patrimônios pessoais que equivalem a 15,35% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, somando R$ 1,52 trilhão.

Em 2022, o PIB do Brasil foi de R$ 9,99 trilhões, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

SETORES:

Já entre os setores que mais geraram bilionários, aparecem transportes (R$ 9,2 bilhões) e indústria (R$ 106,68 bi). Mas foi o setor financeiro que mais reuniu novos bilionários: R$ 346,16 bi

Finanças – R$ 346,16 bi;

Bebidas – R$ 182,78 bi;

Indústria – R$ 106,68 bi;

Tecnologia – R$ 89, bi;

Diversos – R$ 87,33 bi;

Investimentos – R$ 66,68 bi;

Saúde – R$ 66,22 bi;

Varejo – R$ 59,02 bi;

Alimentos – R$ 51,5 bi;

Medicamentos – R$ 43 bi;

Agronegócio – R$ 40,12 bi;

Papel e celulose – R$ 35,55 bi;

Cosméticos – R$ 33,39 bi;

Comunicação – R$ 34,07 bi;

Construção – R$ 27,07 bi;

Energia – R$ 21,73 bi;

Educação – R$ 19,57 bi;

Farmácias – R$ 17,23 bi;

Petroquímica – R$ 16 bi;

Infraestrutura – R$ 14,69 bi;

Siderurgia – R$ 14,48 bi;

Locação de veículos – R$ 14,1 bi;

Fertilizantes – R$ 13,93 bi;

Shopping centers – R$ 12,12 bi;

Calçados/móveis – R$ 12 bi;

Transportes – R$ 9,82 bi;

Seguros – R$ 9,3 bi;

Calçados – R$ 8,78 bi;

Serviços – R$ 8,33 bi;

Pagamentos – R$ 7,68 bi;

Varejo – R$ 6,87 bi;

Madeira – R$ 5 bi;

Combustíveis – R$ 4 bi;

Atacado – R$ 3,5 bi;

Turismo – R$ 2,7 bi;

Locação equipamentos – R$ 2,28 bi;

Química – R$ 2,05 bi;

Moda – R$ 1,9 bi;

Gestão ambiental – R$ 1,45 bi;

Carnes – R$ 1,31 bi;

Segurança – R$ 1,13 bi;

Telecomunicações – R$ 1 bi

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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