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CPTM aumenta em R$ 5 milhões contrato para obras de acessibilidade das Estações de São Caetano e Utinga

Foto: Diário do Transporte

Contrato original foi assinado em agosto de 2021, com valor de R$ 52 milhões e 18 meses de prazo para execução

ALEXANDRE PELEGI

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) está acrescendo o valor de R$ 5 milhões (R$ 4.909.459,88) ao contrato firmado há um ano para as obras de acessibilidade das estações São Caetano e Utinga da Linha 10-Turquesa.

Este valor, noticiado em publicação do Diário Oficial desta quinta-feira, 22 de setembro de 2022, representa quase 10% do valor original do contrato, assinado em agosto de 2021, no valor de R$ 52 milhões.

A execução de obras civis está a cargo do Consórcio Lopes Kalil / Lemam – SCS e Utinga.

O Consórcio é composto pelas empresas Lopes Kalil Engenharia e Comércio Ltda. e Lemam Construções e Comércio S.A..

O Prazo de Vigência do contrato é de 30 meses, sendo 18 meses para a execução dos serviços e 12 meses de operação assistida.

O aditamento publicado nesta quinta (22) não fala em alteração de prazo, apenas de valor.

Veja abaixo quais os trabalhos que estão sendo executados de acordo com o contrato:

LINHA 10:

A Linha 10-Turquesa é importante na rede de transporte coletivo da Grande São Paulo. Por meio desta linha é possível fazer as seguintes integrações: Estação da Luz (Linhas 7 e 11 da CPTM; Linhas 1 e 4 do Metrô), Estação Brás (Linhas 7, 11 e 12 da CPTM; Linha 3 do Metrô), Estação Tamanduateí (Linha 2 do Metrô e ônibus da EMTU), Estação Santo André (Corredor Metropolitano da EMTU) e Estação Rio Grande da Serra (sistema de ônibus da EMTU).

ESTAÇÕES:

A linha 10-Turquesa da CPTM integra parte do antigo trajeto da SPR (São Paulo Railway), a linha Santos – Jundiaí, que é a primeira ferrovia do estado de São Paulo e uma das mais antigas do País, iniciando a operação em 1867.

Ao longo deste tempo, foram feitas reformas, remodelações e ampliação, mas pouco foi realizado na linha quanto à acessibilidade, o que é uma reclamação constante dos passageiros.

A prioridade é para pessoas com deficiência, mas acessibilidade é para todos os que utilizam o transporte, independentemente da condição, uma vez que amplia o conforto e a segurança no ambiente.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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