Greve do BRT-Rio: Prefeitura diz que montou plano emergencial para o pico da tarde

Trabalhadores cruzaram os braços na madrugada desta sexta-feira (25)

ADAMO BAZANI

A Prefeitura do Rio informou que montou um plano de atendimento emergencial para o turno da tarde para reduzir os transtornos causados pela greve que afeta todo o sistema BRT, nesta sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022, na cidade do Rio de Janeiro.

Veja como será o funcionamento:

No corredor Transoeste estão mantidos os ônibus urbanos nos serviços “diretão”:

Direto:

– Linha 10: Santa Cruz x Alvorada, direto intervalo de 5 min.

– Linha 12: Pingo D’Água x Alvorada, direto, intervalo de 5 min.

Demais serviços BRT:

– Linha 20: Santa Cruz x Salvador Allende, expresso, intervalo de 10 min

– Linha 19: Pingo D’água x Salvador Allende, expresso, intervalo de 10 min

– Linha 25: Mato Alto x Alvorada, parador, intervalo de 10 min.

Ônibus Convencionais:

As linhas de ônibus convencionais serão reforçadas para suprir áreas dos corredores Transoeste e Transcarioca, conforme já realizado na parte da manhã.

No trecho Jardim Oceânico, Alvorada e Taquara as opções são 803, 900, 766 e 954, que atendem os bairros de Jacarepaguá, Barra da Tijuca, Gardênia Azul, Pechincha, Freguesia e Cidade de Deus. O ponto final da linha 565 será estendido temporariamente até o Terminal Paulo da Portela, em Madureira, e fará retorno próximo ao viaduto de Cascadura.

No trecho entre Taquara e Madureira, o usuário tem como opção a linha 636 que está operando até o Merck.

No trecho entre Madureira e Penha, o usuário tem as linhas 721 e 355 como opção.

No trecho entre Penha e Bonsucesso, o usuário pode utilizar a linha 313.

Os deslocamentos entre Fundão e Barra podem ser realizados com a linha 616 até Del Castilho e linha 614 até a Barra.

Ônibus de linhas executivas da zona oeste que têm itinerário pela Av. Brasil foram deslocados para atender o eixo com oferta deficitária na TransOeste.

Como mostrou o Diário do Transporte, a greve na empresa, que agora é administrada pela prefeitura, começou ainda de madrugada.

A categoria diz que está há quatro anos sem reajuste salarial, pede o rompimento dos contratos de trabalho antigos e criação de novos com a prefeitura, garantido todos os direitos trabalhistas em caso de demissão, retorno de 50 trabalhadores que tinham sido afastados por licença médica, mas que já estão liberados, melhoria na frota, entre outros pontos.

Relembre:

https://diariodotransporte.com.br/2022/02/25/greve-do-brt-rio-afeta-circulacao-na-manha-desta-sexta-feira-25-prefeitura-chama-movimento-de-ilegal/

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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