Niterói (RJ) lança edital para obras de revitalização da Alameda São Boaventura

Com investimento de R$ 136 milhões, as intervenções incluem modernização dos corredores viários; melhoria e ampliação da rede de drenagem; pavimentação das vias; acessibilidade das calçadas e implantação de ciclovia. Foto: Reprodução.

Via é uma das mais movimentadas da cidade

JESSICA MARQUES

A Prefeitura de Niterói, no Rio de Janeiro, lançou o edital para as obras de revitalização da Alameda São Boaventura.

A via é uma das mais movimentadas da cidade. Com investimento de R$ 136 milhões, as intervenções incluem modernização dos corredores viários; melhoria e ampliação da rede de drenagem; pavimentação das vias; acessibilidade das calçadas e implantação de ciclovia. Todo o cabeamento será subterrâneo.

Segundo a Prefeitura, as obras de revitalização da Alameda São Boaventura têm como objetivo readequar as estações de ônibus para facilitar a entrada e a saída dos veículos.

O modelo das estações será semelhante ao dos terminais do BHLS da Transoceânica, com a instalação de painéis eletrônicos.

Além disso, a Alameda vai receber iluminação em LED e novo paisagismo. O prazo de duração das obras é de 18 meses após a assinatura da ordem de início das intervenções.

As obras na Alameda São Boaventura fazem parte do Pacto de Retomada Econômica de Niterói, que vai investir mais de R$ 2 bilhões na cidade. Um pacote de mais de 25 obras públicas será determinante para impulsionar a abertura de cerca de 12 mil postos de trabalho.

Segundo o prefeito Axel Grael, as obras na Alameda São Boaventura terão o mesmo padrão das intervenções na Nova Avenida Marquês de Paraná, outra via de grande movimentação em Niterói.

O projeto executado na Marquês de Paraná incluiu a instalação de uma quarta faixa viária, exclusiva para ônibus, em cada sentido da avenida; ciclovia bidirecional; e uma nova parada de coletivos sobre o mergulhão Ângela Fernandes.

Além disso, o projeto da Nova Marquês de Paraná ganhou o prêmio da categoria Urbanismo e Paisagismo concedido anualmente pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB). Para a comissão julgadora, a obra se destacou pela criação de áreas de circulação para pedestres e de espaços verdes.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

Compartilhe a reportagem nas redes sociais:
Comentários

Deixe uma resposta