Rodoviária de Fortaleza (CE) recebe estrutura para realização de testes de covid-19

Centro de Testagem já está em funcionamento na plataforma de desembarque, das 8h às 18h

JESSICA MARQUES

O Terminal Rodoviário Engenheiro João Thomé (Rodoviária de Fortaleza), no Ceará, agora conta com uma estrutura de testes de antígeno e RT-PCR para passageiros.

O objetivo é promover a testagem de covid-19 para viajantes e residentes, contribuindo com o combate à pandemia.

A estrutura de testagem já funciona como piloto, coletando amostras aleatórias de 20% das pessoas que chegam de ônibus que vieram de qualquer cidade do interior ou de outros estados. O posto fica aberto das 8h às 18h, na plataforma de desembarque.

Além da Rodoviária, a Sesa (Secretaria de Saúde do Estado) mantém funcionando Centros de Testagens no Aeroporto de Fortaleza e de Juazeiro do Norte, no Hospital Geral de Fortaleza, na Praça do Ferreira, no Shopping RioMar Kennedy e no Laboratório Central de Saúde Pública.

Somente na estrutura do Aeroporto Internacional de Fortaleza – Pinto Martins, mais de 26,4 mil testes já foram realizados, com 92 resultados positivos para a doença.

EVENTO-TESTE

Na última quarta-feira, 06 de outubro de 2021, mesmo dia da inauguração do Centro de Testagem da Rodoviária de Fortaleza, o Ceará recebeu o maior evento-teste já autorizado pela Sesa, uma feira de negócios e turismo no Centro de Eventos, com público de três mil pessoas por dia.

O evento teste é a 48ª edição da ABAV Expo & Collab, que ocorreu de forma híbrida, com público on-line e presencial no Centro de Eventos do Ceará, de 6 a 8 de outubro, com limitação de três mil pessoas simultâneas no local.

A todos os participantes, foi exigido comprovante de vacinação completa há pelo menos 15 dias do ingresso no evento, e os que tiverem se vacinado apenas com a primeira dose deverão apresentar adicionalmente um teste negativo para a doença (antígeno ou RT-PCR), realizado 24 horas antes do evento.

No local, somente foi permitida a entrada de pessoas portando máscaras cirúrgicas, N95 ou PFF2.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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