Vendas de ônibus acumulam alta de 8,25% de janeiro a agosto, de acordo com Fenabrave

Apesar do resultado positivo, segmento de veículos de transportes coletivos ainda não alcançou os níveis de antes da pandemia de covid-19

ADAMO BAZANI

Os emplacamentos de ônibus no mercado brasileiro registraram alta de 8,25% no acumulado entre janeiro e agosto de 2021 em comparação com o mesmo período de 2020.

O resultado foi divulgado nesta quinta-feira, 02 de setembro de 2021, pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), que reúne as concessionárias em todo o País.

No acumulado, o volume foi de 12.498 ônibus entre janeiro e agosto de 2021. No mesmo período de 2020, foram 11.546 veículos.

Apesar de o número ser positivo e indicar uma recuperação, o mercado ainda não alcançou os níveis de venda de antes da pandemia de covid-19.

Entre julho e agosto, a alta no número de emplacamentos foi de 4,04%, com 1.624 ônibus vendidos em agosto e 1.561 unidades de julho.

Na comparação entre agosto de 2021 e agosto de 2020, a queda foi de 8,61%.

Em agosto de 2021 foram emplacados 1.624 ônibus e, no mesmo mês de 2020, as vendas foram de 1.777 unidades.

O avanço da vacinação contra a covid-19 é a principal esperança do setor para que os passageiros voltem às empresas de ônibus e, com isso, haja uma demanda maior por renovação.

Os segmentos de fretamento e escolares foram os que registraram melhor desempenho durante a pandemia.

O segmento de ônibus rodoviários, com a aproximação do fim de ano, começa a prospectar novamente crescimento.

Já no mercado de urbanos, a recuperação deve ser mais lenta, embora já esteja sendo registrada.

MARCAS:

Em relação às marcas, a Mercedes-Benz permanece líder com 48,29% de participação no mercado, alcançando 6.035 unidades.

Em segundo lugar, está a Volkswagen Caminhões & Ônibus, com 2.958 unidades, o que significa 23,67% de participação no mercado.

Em terceiro lugar está a Marcopolo (miniônibus Volare que são vendidos montados), com 2.076 emplacamentos e uma fatia de 16,61%.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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