Cetesb concede licença ambiental de operação para trecho Grajáu-Mendes da Linha 9-Esmeralda da CPTM

Estação Vila Natal: obra faz parte do projeto de extensão da linha 9, que prevê investimento total de R$ 975 milhões

Licença (LAO) tem validade de cinco anos; estação Mendes-Vila Natal foi inaugurada nessa terça-feira, 10 de agosto de 2021

ALEXANDRE PELEGI

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) tornou público no Diário Oficial do Estado deste sábado, 14 de agosto de 2021, que concedeu, para a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos – CPTM, a Licença Ambiental de Operação (LAO) nº 2625, datada de 09 de agosto, para a Linha 9 – Esmeralda – Trecho Grajaú-Mendes.

A LAO tem validade de 05 anos, a contar da data de sua emissão, é o documento que aprova o início do empreendimento ou da atividade.

Como mostrou o Diário do Transporte, a estação Mendes- Vila Natal, da expansão da linha 9-Esmeralda da CPTM para o extremo Sul da capital paulista, foi inaugurada oficialmente nesta semana, na terça-feira 10 de agosto de 2021.

É a primeira das duas estações do aumento da linha, restando ainda a estação Varginha.

A extensão da linha 9 foi dividida em dois lotes, sendo o lote 1 do atual terminal Grajaú à futura estação intermediária Mendes/Vila Natal, e o lote 2, de Vila Mendes/Natal ao futuro terminal Varginha.

A Linha 9-Esmeralda (Osasco-Grajaú) transporta atualmente cerca de 620 mil usuários por dia útil. Com a ampliação de 4,5 km entre Grajaú e Varginha, a projeção da CPTM é de que sejam acrescentados à linha 110 mil usuários atendidos pelo futuro trecho.

A ligação tem conexão com o Metrô nas estações Santo Amaro (Linha 5-Lilás) e Pinheiros (Linha 4-Amarela) e com a Linha 8-Diamante da própria CPTM, nas estações Osasco e Presidente Altino. Também há integração com ônibus nas estações Grajaú, Jurubatuba, Santo Amaro, Morumbi, Berrini, Pinheiros e Osasco.

Juntamente com a linha 8-Diamante, a linha 9 foi concedida à iniciativa privada, com a CCR e o Grupo Ruas assumindo as operações em janeiro de 2022, mas os investimentos para esta expansão foram públicos.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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