Mercedes-Benz registra alta de 206% em vendas de ônibus para fretamento em Minas Gerais

No 1° semestre de 2021, marca emplacou 365 chassis para essa aplicação no Estado, com uma média de 60 unidades por mês

JESSICA MARQUES

A Mercedes-Benz informou nesta terça-feira, 03 de agosto de 2021, que registrou uma alta de 206% em vendas de ônibus para fretamento em Minas Gerais. No primeiro semestre deste ano, foram emplacadas 365 unidades no Estado, comparadas a 119 unidades em 2020.

Segundo a fabricante, as cidades de Contagem, Itabira, Itabirito, Uberaba e Conselheiro Lafaiete são as que mais demandaram ônibus para o transporte de funcionários de empresas locais neste período.

“O volume de emplacamentos acumulado entre janeiro e junho deste ano representa uma média de 60 unidades por mês. Isso é mais do que o dobro em relação à média de 27 unidades mensais de 2020, ano em que emplacamos 327 ônibus fretados no Estado”, afirmou o diretor de Vendas e Marketing Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, Walter Barbosa, em nota. “Aliás, este volume total de 2020 também já havia sido o dobro na comparação com 2019”, complementou.

De acordo com o executivo, as vendas de ônibus para clientes de Minas Gerais representam mais de 50% do total de emplacamentos da Mercedes-Benz para fretamento no país.

“No primeiro semestre deste ano, lideramos as vendas deste segmento em Minas Gerais e no Brasil. No acumulado de janeiro a junho, foram emplacadas 717 unidades Mercedes-Benz em todo o país, 183% a mais do que as 253 unidades do mesmo período de 2020. Isso representa um crescimento acima do mercado e 64% de participação da marca no segmento de fretamento no Brasil”, disse Walter Barbosa.

FRETAMENTO NO BRASIL

Ao final do primeiro semestre deste ano, o segmento de fretamento segue aquecido no Brasil. Foram 1.119 ônibus emplacados de todas as marcas para essa finalidade, cerca de 135% a mais em relação às 475 unidades do mesmo período do ano passado.

“Isso se deve ao fretamento contínuo das empresas que, para se adequar às medidas de segurança em relação à covid-19, tiveram que aumentar o número de ônibus para reduzir a quantidade de pessoas por veículo, garantindo assim o distanciamento dos funcionários”, explicou Walter Barbosa, também em nota.

“Mas é importante destacar que o crescimento do segmento vem também de demandas de setores específicos da economia que apresentam boa performance, como mineração, agro, energia, celulose e papel, saúde, construção, tecnologia e serviços”.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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