Agepan realiza cerca de 600 abordagens em 26 fiscalizações do transporte no mês de junho

Objetivo das operações é de coibir o transporte clandestino no Mato Grosso do Sul

WILLIAN MOREIRA

A Agepan (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos) divulgou o balanço das ações no combate ao transporte clandestino dentro do Mato Grosso do Sul no mês de junho deste ano. Ao todo, a Agepan verificou 589 veículos e fez 26 autuações.

Um dos alvos dos agentes era a apuração de denuncias recebidas em que veículos particulares ou de transporte por aplicativo, estariam realizando o transporte intermunicipal.

Os trechos com a maioria destas ações foram os trechos de Sidrolândia a Campo Grande, Corumbá a Ladário, Corumbá a Campo Grande e Aquidauana a Campo Grande.

Além do transporte clandestino, o transporte turístico, fretado e linhas regulares passaram por vistoria dos agentes.

O transporte clandestino é caracterizado pela Agepan sendo feito com carro particular, micro-ônibus ou ônibus, operando entre os municípios. No caso de ônibus flagrado, sacoleiros eram transportados entre Campo Grande e Ponta Porã a serviço de uma empresa de aplicativo sem a devida autorização.

Os agentes ainda contaram com apoio durante o mês da Polícia Rodoviária que esteve em postos na cidade de Terenos, Sidrolândia, Miranda, Caarapó, Três Lagoas, Coxim, São Gabriel D’Oeste, Guia Lopes, Casa Verde, Vista Alegre e Aquidaban, e nos perímetros urbanos de Corumbá, Iguatemi, Brasilândia e Bataguassu.

“Nossa fiscalização é permanente e com esses dois focos: coibir que empresas e veículos não autorizados invadam um serviço que tem regras e regulamentos visando a segurança e a qualidade, e também cobrar dos transportadores legais que ofereçam o serviço dentro do que as normas estabelecem”, explicou o diretor-presidente da Agepan, Carlos Alberto de Assis, em nota divulgada para a imprensa.

Ainda durante as operações, os veículos que atuam no transporte regulamentado são vistoriados para garantir que as regras e determinações legais para o setor estejam sendo cumpridas.

A agência verificou a obrigação de emitir bilhete de passagem para o embarque, condições do ônibus, emissão da licença de fretamento obrigatória e a repressão a seccionamento não autorizado, quando uma empresa de transporte rodoviário interestadual embarca passageiros em trechos não permitidos dentro do estado.

Willian Moreira em colaboração especial para o Diário do Transporte

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