Antigo Vale-Transporte Riocard deixa de ser aceito em Duque de Caxias, Magé, Guapimirim e Itaguaí nesta sexta (04)

Cartão pode ser trocado nas lojas Riocard Mais; Na próxima semana, transição ocorre em mais cidades

ADAMO BAZANI

A partir desta sexta-feira, 04 de junho de 2021, o antigo vale-transporte Riocard deixa de ser aceito nos ônibus municipais e intermunicipais e nas vans legalizadas de Duque de Caxias, Magé, Guapimirim e Itaguaí, no estado do Rio de Janeiro.

Assim, com a atualização dos validadores destes veículos, passa a ser aceito apenas o modelo de VT, na cor laranja.

As empresas que vão deixar de aceitar o vale-transporte são: Divina Luz Transportes e Turismo, Transporte Fabio’s, Auto Viação Jurema, Empresa de Transportes Limousine Carioca, Auto Viação Reginas, Transporte Santo Antônio, Transporte Intermunicipal, Transporte e Turismo Machado, Transturismo Rei (Trel), Viação União, Auto Viação Vera Cruz, Viação Vera Cruz, Serra Verde Transportes, Turin Transportes, Dom Bosco Turismo e Transportes Empresa de Ônibus Rosa.

Já no dia 11 de junho, será a vez do sistema de barcas (linhas Rio-Niterói, Paquetá, Cocotá, Ilha Grande, Mangaratiba e Angra dos Reis) e dos ônibus municipais e intermunicipais e vans legalizadas da região de Niterói, São Gonçalo, Maricá, Tanguá e Itaboraí deixarem de aceitar o antigo Vale-Transporte.

Por meio de nota, a gerente de Marketing da Riocard Mais, Melissa Sartori, disse que a transição está sendo feita por etapas até o dia 02 de julho.

“Vamos seguir com o planejamento de maneira gradual até dia 2 de julho. Para a próxima semana, ajustaremos os validadores dos meios de transporte de Niterói, São Gonçalo e região, além de todo o sistema de barcas. Orientamos os clientes que estão saindo para trabalhar com frequência que aproveitem a estrutura montada nos modais e o horário de atendimento estendido nas nossas lojas”,

Segundo a Riocard, equipes de troca dos cartões atuam nas estações da SuperVia, do MetrôRio, da CCR Barcas e do BRT, assim como em terminais rodoviários no Rio e Região Metropolitana. A Riocard Mais indica o atendimento virtual pelo WhatsApp (2127-4000) ou por meio do site ondeestamos.riocardmais.com.br, para o cliente buscar o posto de troca mais próximo e conferir as datas de atualizações de seus respectivos meios de transporte.

Por meio da nota, a empresa explica como fazer a troca e garante que as lojas foram preparadas por causa da pandemia de covid-19

As trocas podem ser realizadas nas lojas Riocard Mais, que foram adequadas para o cumprimento das normas de prevenção à Covid-19. As unidades contam com separadores de fila para demarcar o distanciamento interno, totem com álcool em gel acionado por pedal e adesivos que marcam o caminho a ser percorrido da chegada até a saída das lojas. Todos os colaboradores trabalham com EPIs, e as lojas são higienizadas a cada três horas, de acordo com todos os protocolos de segurança indicados e recomendados. As lojas funcionarão em dias úteis até as 19h com distribuição de senhas e a unidade da Central do Brasil abrirá aos sábados exclusivamente para a substituição dos cartões.

 Para receber o novo cartão gratuitamente, o cliente precisa apresentar o modelo antigo do VT. Não é necessário mostrar documentação, mas atenção: a troca deve ser feita pelo titular do cartão, já que o benefício é pessoal e intransferível. A troca é realizada de forma simples. Ao migrar para o Riocard Mais, o passageiro mantém os créditos de transporte do antigo cartão e os benefícios tarifários atrelados a ele, como o Bilhete Único Intermunicipal (BUI). Para dar mais transparência ao processo, o cliente recebe no ato da troca um comprovante com os valores dos créditos de transporte que estavam disponíveis no modelo antigo. 

Com a atualização dos validadores, o antigo Vale-Transporte não será mais aceito nos meios de transporte nessas cidades. A medida é necessária para a evolução do sistema de bilhetagem eletrônica – o cartão Riocard Mais é o único aceito em todos os meios de transporte e pode ser utilizado em 43 cidades do Estado do Rio.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Compartilhe a reportagem nas redes sociais:
Comentários

Deixe uma resposta