Rio de Janeiro mantém restrições até 10 de maio com proibição a ônibus de fretamento

Caminhadas na praia continuam sendo permitidas durante a semana

Em coletiva, Eduardo Paes volta a reconhecer dificuldade em conter aglomerações nos transportes públicos

ADAMO BAZANI

A prefeitura do Rio de Janeiro decidiu prorrogar as atuais regras de restrições contra a covid-19 para o dia 10 de maio de 2021.

Publicação oficial desta sexta-feira, 30 de abril de 2021, mantém as normas que tinham sido anunciadas na sexta-feira passada (23).

Entre as medidas mantidas está a proibição de todas as modalidades de ônibus fretados, como turismo e colaborativo, com exceção de veículos contratados por hotéis ou pata transporte de funcionários.

Em entrevista coletiva na manhã desta sexta (30), o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e a equipe de Saúde disseram que as variações do número de novos casos, internações e óbitos ainda não garantem segurança para uma flexibilização maior das atividades econômicas e da circulação.

Eduardo Paes voltou a reconhecer dificuldade em conter aglomerações nos transportes públicos quando questionado na entrevista.

A permanência em praias, parques e cachoeiras fica liberada durante a semana e segue proibida aos fins de semana e feriados.

Não haverá mais restrição de estacionamento na orla.

O Aterro do Flamengo ficará aberto aos fins de semana também.

A maior parte das atividades econômicas fica permitida até 22h e não há mais recomendação sobre os horários de entrada. Com isso, permanece suspenso o escalonamento das jornadas de trabalhadores para evitar superlotação dos transportes públicos.

O decreto do Rio de Janeiro ainda estabelece que as atividades autorizadas a funcionar até às 22h tenham apenas 40% de ocupação nos ambientes fechados e 60% nas áreas ao ar livre

Entre as atividades estão supermercado, laticínios, açougue, peixaria, comércio de gêneros alimentícios e bebidas, hortifrutigranjeiro, quitanda, padaria, confeitaria, bombonier, comércio varejista de doces, balas e confeitos, loja de conveniências, mercearia, mercado, armazém e congêneres, estando o consumo no local condicionado às restrições previstas para bares, lanchonetes, restaurantes e similares; entre outros.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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