Sindicatos de Metroviários pedem a governos “lockdown” e suspensão de linhas para evitar disseminação da covid-19

Trem da linha 4 a,atela de São Paulo

Em São Paulo, entidade de trabalhadores pediu que o monotrilho da linha 15-Prata seja interrompido e que passageiros justifiquem as viagens

ADAMO BAZANI

A Fenametro (Federação Nacional dos Metroferroviários) e sindicatos de metroviários de diferentes Estados enviaram nesta semana a governadores e secretários de transportes ofícios pedindo medidas mais duras de enfrentamento à covid-19, entre as quais, o lockdown e suspensão de algumas linhas.

A entidade defende o “Lockdown” de forma que só haja atendimento aos setores essenciais, mas com as devidas ações de combate e prevenção, inclusive de testes, essa ação radical poderá ter prazo menor e, obviamente em caso de não haver esse

controle em toda a sociedade a situação poderá perdurar mais tempo, haja vista que já mencionávamos essa situação há tempos e as previsões estão se cumprindo” – diz trecho de ofício à Fenametro, que também pede testagem em massa dos profissionais e o que as empresas informem o número real de funcionários que foram contaminado, incluindo os recuperados, internados e mortos pela covid-19.

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo enviou ofícios ao governador João Doria e ao secretário dos Transportes Metropolitanos , Alexandre Baldy, também pedindo “lockdown” e suspensão da linha 15-Prata de monotrilho.

A entidade pediu ainda a criação de um plano de emergência no transporte metroviário, com maior testagem de trabalhadores e exigência que passageiros justifiquem suas viagens.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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