Feira de Santana (BA) realiza escalonamento do comércio para evitar aglomeração nos ônibus

Anúncio foi feito pelo prefeito Colbert Martins. Foto: Reprodução.

Medida entra em vigor a partir desta quarta (10)

WILLIAN MOREIRA

A Prefeitura de Feira de Santana, na Bahia, anunciou para esta quarta-feira, 10 de março de 2021, o início do escalonamento de funcionamento dos setores do comércio. O objetivo é evitar que a ida e volta para a casa seja com todos os trabalhadores se deslocando no mesmo período, causando aglomeração no transporte público.

De acordo com o prefeito, Colbert Martins, a decisão foi tomada em comum acordo com os comerciantes, após reuniões para debater a questão da pandemia e causar menores impactos aos empresários durante as medidas restritivas.

Apesar da mudança de horário válida para os dias úteis, o prefeito afirmou que o lockdown no fim de semana será mantido, assim como a proibição de atividades não essenciais e da venda de bebidas alcoólicas.

Confira abaixo o comunicado de Colbert Martins, na íntegra:

“Tomei essa decisão em razão das conversas que tive com os vários setores das atividades econômicas da nossa cidade. Optamos neste momento por fazer um escalonamento de horários de abertura e horários de fechamento parar poder permitirmos que as pessoas se aglomerem menos no transporte coletivo.

O toque de recolher continua, não tem nenhuma atividade no final de semana, nós vamos ter lockdown mesmo. Ai não se vende bebida alcoólica, não se tem atividade nenhuma no final de semana.

Continuamos com todos os leitos de UTI ocupados neste momento, ampliei em nove leitos a nossa área clínica para poder termos retaguarda, mas de qualquer forma estamos negociando a abertura de outros cinco leitos de UTI.

Esperamos que o Governo do Estado também possa abrir novos leitos de UTI e novos leitos clínicos, o Clériston Andrade tem quarenta leitos, o Barreiras trinta, então é possível que nós tenhamos um aumento de UTIs também nos hospitais do Estado. O hospital do Estado tem quatorze leitos clínicos e nós temos quarenta e quatro. É preciso também que o Estado amplie suas vagas de atendimento clínico.”

Willian Moreira em colaboração especial para o Diário do Transporte

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