Em ação no Triângulo Mineiro, ANTT apreende seis ônibus por transporte clandestino

Abordagens foram realizadas nos municípios mineiros de Comendador Gomes, Monte Alegre de Minas e Uberaba

ALEXANDRE PELEGI

A equipe de fiscalização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizou no Triângulo Mineiro mais uma etapa da Operação Pascal de combate ao transporte interestadual irregular de passageiros.

A ação no estado de Minas Gerais ocorreu nos dias 09, 10 e 11 de dezembro de 2020, e resultou em seis apreensões em virtude de serviço não autorizado (Clandestino Resolução ANTT nº 4.287/2014).

As apreensões afetaram um total de 200 passageiros, que após serem desembarcados foram transferidos para serviços autorizados.

Destas apreensões duas ocorreram no dia 09, três no dia 10 e uma no dia 11.

Os roteiros executados pelos veículos apreendidos eram:

– Uberlândia-MG/São José do Rio Preto-SP (circuito fechado) – dia 09/12

– Goiânia-GO/São Paulo-SP – dia 09/12

– São Paulo-SP/Uberlândia-MG – dia 10/12

– São José da Tapera-AL/São José do Rio Preto-SP – dia 10/12

– Macéio-AL/São Paulo-SP – dia 10/12

– Franca-SP/Caldas Novas-GO (circuito fechado) – dia 11/12

Ainda de acordo com informações da ANTT, as abordagens foram realizadas nos municípios de Comendador Gomes, Monte Alegre de Minas e Uberaba.


IMAGENS DA OPERAÇÃO – FONTE ANTT


Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. vagligeiro disse:

    Tem horas que vejo estas matérias sobre “transporte clandestino”, aí em seguida acho matérias sobre a desvalorização do próprio governo em cima do “transporte regular”, como o veto a ajuda às cidades por exemplo. Fora que ultimamente o Diário do Transporte tem noticiado bastante informação de Diário Oficial sobre resoluções da ANTT e o domínio de mercado de algumas empresas ficam notórios nestes dados.

    Tenho a sensação que falta algo para corrigir estes problemas. Se há uma operação de “transporte clandestino”, para-los não vai ajudar em nada, pois muitas vezes eles acabam voltando à mesma situação anterior – ou pior, indo para esquemas tipo Trans Brasil, que aparentemente vem ainda operando mesmo após investigações e processos. A se pensar que o esquema da Trans Brasil não é tão diferente da Buser, mas com a diferença que a primeira opera com muito jogo jurídico e a segunda tenta usar das mesmas regras da Uber/99.

    Não sei o que deu as reuniões da ANTT e Artesp sobre isso, mas sinto que precisa de uma conversa maior. Política e técnica.

  2. Vilmar Ferreira disse:

    Não gosto e não acho legal este tipo de fiscalização, hoje com toda está tecnologia não precisamos de todo este transtorno para os passageiros nas estrada . Obrigado

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