Obras do BRT de Campinas interditam via e afetam 11 itinerários do transporte coletivo

Publicado em: 2 de setembro de 2020

Intervenções estão previstas para durar 60 dias. Foto: Divulgação / EMDEC.

Rua Dr. Mascarenhas será fechada para continuidade da implantação do corredor exclusivo de ônibus

WILLIAN MOREIRA

As obras do Corredor BRT (Bus Rapid Transit, Ônibus de Trânsito Rápido) de Campinas, no interior de São Paulo, estão causando desvios no trânsito. As alterações são na região central do bairro de Campo Grande, causando a interdição da Rua Dr. Mascarenhas a partir desta quarta-feira, 02 de setembro de 2020.

O trecho entre as ruas Saldanha Marinho e Andrade Neves ficará fechado para o trânsito durante os trabalhos, segundo a Prefeitura. Comerciantes e moradores dos trechos com alterações têm o acesso garantido.

O cruzamento com a Rua Onze de Agosto continua liberado. Um pré-bloqueio na Avenida João Penido Burnier, no sentido bairro, foi implantado entre as ruas Senador Saraiva e Saldanha Marinho.

O prazo inicial dos trabalhos é de 60 dias. De acordo com a Prefeitura, o tempo é para a construção das faixas exclusivas com pavimento em concreto e trabalhos para drenagem do solo.

TRANSPORTE COLETIVO

Com relação às mudanças no transporte coletivo, haverá desvio nas linhas 212, 212.1, 264, 366, 396, que têm como destino o Terminal Metropolitano e as regiões de Campo Grande e Padre Anchieta.

Assim, os motoristas de onze linhas de ônibus que trafegam pela Rua José Paulino ou Benjamin Constant devem seguir por essa avenida, acessando a Andre Neves e na sequência. Os itinerários que usam o novo caminho são 132, 213, 213.1, 341, 349, 357, 385, 386, 403, 408 e 408.1.

Dois pontos de ônibus foram temporariamente desativados na Avenida João Penido Burnier (posterior à Rua Culto à Ciência) e na Rua José Paulino (posterior à Rua Barreto Leme). Uma parada provisória na Avenida Benjamin Constant foi criada.

As obras do BRT no centro fazem parte do Lote 1 do empreendimento que ligará a região até a Vila Aurocan, com 4,3 quilômetros de extensão. Juntos o Corredor Perimetral, Campo Grande e Ouro Verde somam 36,6 quilômetros e têm custo total de R$ 451,5 milhões.

Willian Moreira em colaboração especial para o Diário do Transporte

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