Motoristas do transporte escolar fazem protesto em São Paulo

Publicado em: 1 de julho de 2020

Motoristas de vans e micro-ônibus do transporte escolar de SP sofreram com a suspensão das aulas devido à pandemia de Covid-19

Grupo ocupa vias nas imediações da Alesp

ADAMO BAZANI

Motoristas de vans e miniônibus do transporte escolar de todo o Estado fazem um protesto no início da manhã desta quarta-feira, 01º de julho de 2020 na cidade de São Paulo.

O grupo ocupa vias em frente à Assembleia Legislativa..

Os proprietários destes veículos estão parados há mais de três meses por causa da pandemia do novo coronavírus que suspendeu as aulas. Os manifestantes protestam contra a falta de assistência do poder público.

Os condutores também pedem isenção de taxas e suspensão de pagamentos de parcelas.

A categoria também não recebe auxílio emergencial.

A partir das 9h, o grupo deve fazer uma carreta até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

APLICATIVOS:

Ainda hoje, motoristas de transporte de passageiros e entregadores por aplicativos prometem fazer uma manifestação.

O grupo deve se reunir nas proximidades do MASP – Museu de Arte de São Paulo, na Avenida Paulista.

Os profissionais protestam contra falta de apoio e assistência das empresas dos aplicativos.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Comentários

  1. Rosana Gallego disse:

    Reivindicações:

    Intenções de vistorias, a qual estamos pagando normalmente
    Suspensão de 6 meses de pagamento de carnes pelos bancos e neste período anistia do juros, pois os bancos não querem negociar
    E é fato que estamos parados à 5 meses e sem expectativas de retorno, pois este governo é inseguro e fraco, o governador e prefeito não tem palavra , poderia escrever muito mais, mas perderia o foco.
    Bom dia

  2. Fernando Prates disse:

    Se os mesmos não querem se regulamentarem .

  3. Erick Anderson disse:

    Fernando Prates. Não é por se regulamentar a categoria paga os impostos e taxas de vistoria pela prefeitura. A questão é por falta de ajuda financeira para pagar os veículos que a maioria são financiados. Sem renda podem perder sua única forma de sustento. Também a maioria não conseguiu sequer um auxílio nessa pandemia. Ficando a perecer sem ter como sustentar sua família. Sem falar que a maioria de seus clientes pessoas humildes perderam o emprego ou tiveram redução de salário. O transportador autônomo não possui nenhuma renda a não ser essa. Fico contente que a maioria estão lutando por um fôlego essa categoria é muito sofrida.

  4. Maria Aparecida Rocha disse:

    Parabéns um absurdo não temos um auxílio emergencial do governo pq para conseguir receber algum pagamento tivemos que dar 50 porcento de desconto!! Alguns pais deixaram de pagar sem nenhum negociação nenhum acordo e pontuação! Apenas não pagaram mais! E conduzimos o maior tesouro seus filhos! Muito triste e sem nenhuma consideração!!!

  5. Thiago Graça disse:

    Governo do estado de São Paulo, não ofereceu nem uma cesta básica para os transportadores!!
    Nada !!!! Deu as costas para uma categoria já esquecida. Temos famílias, filhos, contas, somos trabalhadores onestos, fazemos o nosso trabalho com muito amor! Somos mais de 44 mil transportadores, e quero saber o que nosso governo vai nos oferecer! Sr Dória agora não tem como fugir mais !!

  6. CARLOS JOB disse:

    Bom dia meu nome é Carlos sou tbm transportador Escolar e infelizmente estamos passando dificuldades financeiras para manter os compromissos com nosso lar e carnê de pagamento da Van, só queríamos ser considerados Brasileiros pelo nosso Governo mas infelizmente eles só pensam neles mesmos, logo veremos um aumento abusivo nos salários dos Deputados, Vereadores, Prefeitos, Governadores e vão falar que foi devido a Covid19, esse é o nosso País que não tem respeito pela Categoria Escolar assim tbm como a muitas outras categorias, esse é meu desabafo. Abraços

  7. Rosana fagundes disse:

    Somos os últimos a voltar trabalhar.
    Não queremos esmolas ,pagamos impostos, taxas ,Mesmo que as aulas voltem em Setembro
    A maioria dos pais não querem mandar os filhos pra escola, Os Bancos não querem nenhum tipo de acordo.
    Rosana Fagundes SP

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