Fortaleza anuncia segunda fase de reabertura de atividades econômicas

Prefeito Roberto Cláudio (dir.) e o governador Camilo Santana (esq.) anunciaram detalhes relacionados à decisão (Crédito: José Wagner /Governo do Ceará)

Anúncio foi feito em conjunto pelo prefeito da capital e pelo Governador do Ceará em live na manhã de hoje

ALEXANDRE PELEGI

A partir desta segunda-feira, 22 de junho de 2020, a capital cearense dá mais um passo para a reabertura gradual de atividades.

Estarão autorizados, segundo informaram o prefeito e o Governador, o funcionamento de restaurantes em horário de almoço, além de templos religiosos com 20% da capacidade de ocupação e a prática de exercícios físicos individuais ao ar livre.

O anúncio foi feito pelo governador Camilo Santana e pelo prefeito Roberto Cláudio durante coletiva realizada em transmissão ao vivo pelas redes sociais neste sábado, 20 de junho.

Esta é a segunda fase do plano de retomada gradual das atividades econômicas e cotidianas, e foi autorizada diante da atual situação epidemiológica da Capital, com redução do número de casos, de internações e de óbitos causados pela Covid-19.

Apesar do avanço das atividades, o isolamento social em Fortaleza foi prorrogado por mais sete dias.

Além de restaurantes, igrejas e exercícios, foi autorizado a atuação da ampliação do número de trabalhadores da indústria e do comércio autorizados a atuar.

A determinação valerá por 14 dias e inclui a obrigatoriedade do uso de máscaras e de álcool gel, assim como o cumprimento de protocolos sanitários específicos.

O governador Camilo Santana explicou que a análise epidemiológica será realizada por autoridades de saúde e especialistas de diversas áreas semanalmente. É ela que determinará as circunstâncias e o prosseguimento da retomada.

Esta segunda fase será de 14 dias. Mas o decreto só vale por sete dias prorrogáveis mediante a avaliação dos números. A cada semana, seguiremos avaliando o comportamento da pandemia”, esclareceu o governador cearense.

Já o prefeito Roberto Cláudio lembrou que os indicadores de saúde foram e continuarão sendo o guia orientador do processo. “Foram eles que permitiram a evolução da fase 1 para a fase 2 da retomada. Para cada uma das ações, há um protocolo sanitário específico. Precisamos seguir evitando aglomerações e riscos à saúde. O monitoramento e a fiscalização continuarão. Havendo algum risco à saúde pública, a retomada certamente será interrompida”, alertou.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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