Metrô de São Paulo quer que empreendimentos agregados às linhas ajudem a bancar operação

Objetivo é desonerar poder público

ADAMO BAZANI

O Metrô de São Paulo pretende desenvolver projetos que agreguem empreendimentos imobiliários e comercias às linhas, tanto para as novas como as em operação.

A informação é do presidente do Metrô de São Paulo, Silvani Alves Pereira, disse na noite desta quinta-feira, 18 de junho de 2020, em live com o ex-secretário de transportes metropolitanos e diretor da UITP América Latina, Jurandir Fernandes.

“Estamos buscando uma maneira de desenvolver projetos para atrair a iniciativa privada, é um modelo onde se faz uma linha de metrô, viabiliza o fluxo de pessoas, mas pode ter empreendimentos agregados para gerar receitas que garantam o funcionamento dessa linha.” – disse.

Ainda segundo Silvani, a expectativa é no médio prazo levar isso para o mercado.

Com isso, seria possível,  “desonerar o setor público, buscando a iniciativa privada”

Adamo Bazani e Jessica Marques, jornalistas especializados em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Vitor Filho disse:

    E o metrô vai distribuir lucros aos “investidores” no futuro???…. O poder público virou um balcão de negócios (com idéias que favorecem apenas uma meia dúzia de eleitos e sua corte de sangue sugas)

  2. Alexandre disse:

    Verdade concordo com vc os caras ganham milhões e agora quer repartir despesas porque não reparte lucro

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