Santo André inicia obras do Complexo Viário Cassaquera nesta sexta-feira

Será criado um novo sistema viário na avenida Luiz Ignácio de Anhaia Mello até a rua Fernando Costa. Foto: Alex Cavanha.

Previsão de conclusão é de um ano e meio

JESSICA MARQUES

A Prefeitura de Santo André, no ABC Paulista, deu início nesta sexta-feira, 12 de junho de 2020, às obras do Complexo Viário Cassaquera, na Vila Homero Thon. As intervenções incluem mudanças viárias e canalização de um trecho de 1,7 quilômetro do córrego, de mesmo nome.

Além disso, de acordo com a Prefeitura, será criado um novo sistema viário na avenida Luiz Ignácio de Anhaia Mello até a rua Fernando Costa. O objetivo, com esta intervenção, é melhorar a ligação da avenida Giovanni Batista Pirelli com a avenida Valentim Magalhães, criando uma nova opção para os motoristas que queiram acessar o Rodoanel.

A canalização, por sua vez, será realizada para evitar enchentes no trecho. Em nota, a Prefeitura informou ainda que serão 18 meses de obras. Desta forma, a conclusão deve ocorrer em dezembro de 2021.

“A nova estrutura da via será composta por duas pistas (de três faixas cada) e sete travessias sobre o córrego Cassaquera. As obras foram iniciadas pelos serviços de movimentação de terra, preparação e escoramentos para as intervenções no canal e, posteriormente, execução do sistema viário”, informou a administração municipal.

INVESTIMENTO

Os serviços serão executados pela autarquia com financiamento internacional da CAF (Corporação Andina de Fomento). No total, o financiamento internacional é da ordem de US$ 50 milhões.

Relembre: Obras do Complexo Viário Cassaquera, em Santo André, têm início previsto para primeiro trimestre de 2020

Nesta sexta, foi feita uma vistoria no local pelo prefeito Paulo Serra e superintendente do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), Ricardo Kondratovich.

Além da contratação das obras físicas do projeto, o Semasa também licitou a contratação de empresas de apoio ao gerenciamento do financiamento junto à CAF, supervisão de obras e para realização de trabalho técnico socioambiental junto à população do entorno. Esses procedimentos fazem parte das exigências do órgão financiador.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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Comentários

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  1. Entendi. Muitos córregos como este, antes da estação principal, é que agregam ao rio principal o volume de água no leito, em dias de chuvas fortes, de fevereiro a março, como sempre ocorre. Assim como acontece o volume ao passar na saida do córrego que vem da estão-terminal(XV de Novembro) empata seu escoamento pleno ali na estação criando inundações, e empatando o ir e vir de centenas ou milhares de trabalhadores que usam tanto o terminal quanto os trens. Está nas mãos do prefeito, desde agosto de 2019, dentro de seu gabinete, nas mãos de sua secretária, Ana Cláudia, projeto anti enchentes da estação que elaborei, cuja a iniciativa tem de ser dele em convocar o DAEE responsável pelo rio Tamanduateí, para que acelere o desassoreamento local, com presença plena da CPTM e EMTU, para ficar sabendo do compromisso. Por outro lado enquanto isso, no projeto a obra de escavação na baia de desembarque local , na frete da estação, e assentando um gradil maior para escoamento pleno, alem de alongar o espaço para estacionamento de carros de passageiros…é a lógica da coisa…Mas vejo que ele ignorou até agora,,,e vai sair do governo, sem nada se comprometer…o andreense vai sofrer, de novo, em 2021…podem esperar.

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