Siderópolis (SC) retoma transporte intermunicipal na segunda-feira, 8

Município seguirá determinações do Decreto Estadual, que flexibilizou a retomada do transporte em todos os municípios

ALEXANDRE PELEGI

Siderópolis, pequena cidade do interior catarinense com 13 mil habitantes, terá de volta a partir da próxima segunda-feira, 8 de junho de 2020, o transporte coletivo de passageiros intermunicipal.

Como noticiado pelo Diário do Transporte, o Governo de Santa Catarina suspendeu o transporte coletivo em todo o estado desde 19 de março passado, como uma das medidas para se evitar a disseminação do novo coronavírus.

Siderópolis, como todos os demais municípios, poderá agora retomar o transporte intermunicipal, realizado pela empresa ZTL, em decorrência do decreto do Governador Carlos Moisés que liberou a atividade.

Como mostrou o Diário do Transporte, Carlos Moisés lançou o plano de gestão regionalizada no enfrentamento à Covid-19 no início desta semana.

Parte deste plano prevê a possibilidade de retomada do transporte coletivo urbano a partir de 8 de junho, decisão que caberá aos prefeitos. Relembre: Santa Catarina regionaliza flexibilização de quarentena e indica retomada do transporte municipal a partir de 8 de junho

O prefeito Hélio Cesa, o Alemão, ressaltou que existe um protocolo a ser cumprido “e vamos fiscalizar para não colocar em risco todo o trabalho feito até agora de prevenção à Covid-19. Esperamos que, aos poucos, com todos os cuidados, a vida vá voltando à normalidade”.

Nesta sexta-feira, 5, o prefeito assinou o Decreto Municipal que autoriza a circulação de veículos de transporte rodoviário de passageiros com características urbanas, intermunicipal, no âmbito de Siderópolis.

Dentre as normas que devem ser adotadas estão:

= ocupação máxima de até 50% da capacidade;

= Passageiros sentados intercaladamente;

= Disponibilização de álcool 70% no interior dos veículos;

= Uso obrigatório de máscara;

= Desinfecção completa dos veículos ao término de cada viagem;

= Distância entre passageiros de, no mínimo, 1,5 metros em locais de embarque e desembarque.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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