Pará não descarta voltar com restrições caso isolamento continue baixo

Publicado em: 3 de junho de 2020

Anúncio foi realizado pelo Governador Helder Barbalho em suas redes sociais, acendendo alerta no nível de isolamento após relaxamento das medidas

WILLIAN MOREIRA

O governador do Estado do Pará, Hélder Barbalho, em vídeo publicado nesta quarta-feira, 03 de junho de 2020 em suas redes sociais, mostrou preocupação com o baixo índice de isolamento no estado após a reabertura do comércio e disse que medidas de isolamento mais rigoroso como antes, podem acontecer caso o cenário não mude.

De acordo com o governador, na terça-feira, 02, o índice de isolamento no Pará foi de 39%, ocupando atualmente o 18° lugar entre os 27 estados o Brasil.

Barbalho citou que o Pará chegou a ser o primeiro do país no índice de isolamento e isto se deve a colaboração da população e das medidas de combate ao coronavírus adotadas desde março, como aumento dos leitos, isolamento social e o lockdown empregado em Maio.

“Quando iniciamos o processo de abertura do comércio, deixamos bem claro que não poderia ser virada a chave e ser entendido como um libera geral, e que dá mesma maneira que crescemos passo a passo nas medidas de isolamento, temos que descer degrau a degrau o relaxamento”, disse o governador.

40% DE ISOLAMENTO

Barbalho lamentou que a capital Belém esteja com somente 40% de isolamento social atualmente e ocupando a 18° posição também, no ranking de capitais em isolamento e que se for necessário e notada a possibilidade de aumento na demanda de leitos, poderá sim ser feito um retrocesso nas medidas, voltando ao isolamento e até o lockdown.

“Se nós continuarmos com este percentual de isolamento e se sentirmos que isto pode representar um novo risco a saúde, nós vamos voltar para isolamentos mais acentuados e se for necessário até um novo lockdown”, ressaltou Hélder Barbalho.

O governador concluiu pedindo consciência e responsabilidade da população para que saia de casa somente se for necessário, para não colocar em risco o processo de retomada.

Willian Moreira em colaboração especial para o Diário do Transporte

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