CPTM divulga aplicativo que mapeia casos suspeitos de Covid-19 no ABC Paulista

Publicado em: 7 de maio de 2020

Campanha conta com banners instalados nas estações da Linha 10-Turquesa

JESSICA MARQUES

A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) está divulgando o COVIData, aplicativo que mapeia casos suspeitos de Covid-19 no ABC Paulista. A ferramenta foi lançada pelo Consórcio Intermunicipal Grande ABC em parceria com a UFABC (Universidade Federal do ABC).

Desta forma, em parceria com a CPTM, a entidade regional e a instituição de ensino disponibilizaram banners explicativos sobre a plataforma digital em estações da Linha 10-Turquesa, que liga o ABC à capital.

“As peças destacam que, ao apresentar sintomas como tosse, febre alta, falta de ar e dor no peito, as pessoas podem fazer sua triagem virtual por meio do COVIData. Os banners apresentam o endereço eletrônico da ferramenta (covidata.ufabc.edu.br) e um QR Code, que permite o acesso por meio da aproximação da câmera do celular ao código”, informou o Consórcio, em nota.

De acordo com a entidade regional, o objetivo do COVIData é classificar, por meio de um questionário, casos suspeitos e não suspeitos de Covid-19. As informações coletadas incluem sintomas de saúde do cidadão e sua localização, entre outras, que são utilizadas para a análise da dispersão da doença na região.

490 CASOS SUSPEITOS CADASTRADOS

Em nota, a coordenadora do projeto, idealizado juntamente com os alunos da universidade, professora Fernanda Almeida fez um balanço sobre os primeiros sete dias de utilização da ferramenta.

“Nesse período foram coletadas mais de 3.500 triagens, incluindo outras regiões do país. Reunimos somente aquelas localizadas no Grande ABC, com remoção de inconsistências e duplicatas, o que totalizou 1.201 triagens, sendo 490 classificadas como casos suspeitos de Covid-19”, explicou a professora da UFABC.

Conforme a localização do usuário, o sistema disponibiliza informações sobre os equipamentos de saúde que estão mais próximos. Além disso, o aplicativo também possibilita identificar os locais com maior concentração de casos nas sete cidades, além de antecipar ações e otimizar o uso dos recursos de saúde, especialmente os hospitalares.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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