Fenabrave afirma que coronavírus ainda não afeta emplacamento de veículos

Atualmente, os estoques das concessionárias encontram-se normalizados, com garantia de abastecimento entre 45 a 60 dias, para os segmentos em geral. Foto: Divulgação.

Estoques estão normalizados para todos os segmentos, segundo a federação

JESSICA MARQUES

A Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, informou por meio de nota que a pandemia do coronavírus ainda não está afetando o emplacamento de veículos no Brasil.

Segundo a entidade, os estoques estão normalizados para todos os segmentos, incluindo automóveis e ônibus. A federação representa mais de 7.100 concessionárias, por meio de 51 associações de marca.

“Sobre os impactos do COVID-19 no varejo automotivo, até o momento, a base de dados da Fenabrave não aponta redução nos emplacamentos de veículos”, informou.

Em nota, a Fenabrave declarou ainda que se solidariza com as vítimas da pandemia do Coronavírus, conhecido por COVID-19, e que reforça que está empenhada em colaborar para que a doença não se propague.

“Para isso, essa Federação já encaminhou Comunicado, às Associações de Marca e suas Concessionárias filiadas, de todo o País, contendo Medidas Preventivas, orientadas pelo Ministério da Saúde, Autoridades Sanitárias e adaptadas à nossa realidade, de forma a garantir a saúde e a vida de todos os colaboradores e clientes do nosso Setor”, informou a federação.

ESTOQUES

Atualmente, os estoques das concessionárias encontram-se normalizados, com garantia de abastecimento entre 45 a 60 dias, para os segmentos em geral, também segundo a Fenabrave.

“Caso haja falta de peças e componentes, para a produção industrial, é provável que tenhamos queda nos estoques das redes, mas esperamos que a situação se normalize antes que faltem veículos nas concessionárias”, informou.

“A Fenabrave manterá suas projeções, para o ano de 2020, até o próximo mês de abril, quando revisará suas expectativas de mercado e, certamente, teremos um cenário e panorama mais claros, sobre a crise provocada pelo COVID-19”, completou.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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