CPTM contrata empresa por R$ 43 milhões para fornecimento de 8,1 mil toneladas de trilhos

Produção de lingotes para trilhos de aço. Foto: Blog da Arcelor Mittal

Trilhos de aço da marca Arcelor Mittal serão fabricados e importados da Espanha e Polônia

ALEXANDRE PELEGI

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos – CPTM contratou a Comexport Trading Comércio Exterior Ltda, empresa com sede em Itajaí, Santa Catarina, para o fornecimento de 8,1 mil toneladas de aço de três tipos de trilhos, fabricados na Espanha e Polônia, marca Arcelor Mittal.

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O contrato terá vigência de 240 dias, com o valor total de R$ R$ 43.209.693,00 (base dezembro/2019) e, conforme publicação no Diário Oficial do Estado desta terça-feira, 18 de fevereiro de 2020, foi assinado ontem, 17 de fevereiro.

O aviso de licitação foi publicado no dia 19 de novembro de 2019.

O valor unitário de cada item é de R$ 5.334.53. Veja os itens e as quantidades abaixo:

trilhos_cptm


Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Ricardo Ferro Silva disse:

    Bom dia, quantos pneus são descartados pelo sistema de transporte coletivo da cidade de São Paulo por mês? Porque a CPTM não contrata 5% (2,15 milhões) deste contrato de trilhos feitos a partir de pneus reciclados, ou não desenvolve um projeto de inserção da tecnologia de reciclagem de pneus, para fabricação de trilhos conforme a reportagem https://ciclovivo.com.br/inovacao/inspiracao/pneus-velhos-viram-trilhos-sustentaveis-na-italia/. Garantindo a presença de empreendedores/investidores e empregos para a cidade e ao Estado de São Paulo.

  2. À nós simples mortais que não entendemos do assunto, não trabalhamos na companhia. Mas….ao longo da ferrovia, qualquer um pode ver a montanha de trilhos padrões, seja em Altino, Lapa, São Caetano, Belém, Osasco, Pirituba ao relento. Certo? Por outro lado lemos a ata do pedido, em que nenhum de nós vemos quem acertou o acordo, e também uma explicação da compra, a objetividade da compra destes trilhos lá fora. Nós temos capacidade de questionar à empresa e pedir esclarecimentos, ao menos transparencia, pois é fato que isso pode acabar em prejuizo e lá na frente a falência da empresa,,,FORA O CASO DOS POSTES TRELIÇADOS QUE ESTÃO SENDO PERDIDOS SOB O MATO ALI NO BRÁS, QUE HA 8 ANOS ESPERAM SER LEVANTADOS AO LONGO DA FERROVIA,,,

  3. Paulo Gil disse:

    Ricardo Ferro Silva, boa noite.

    Preliminarmente muito obrigado por compartilhar esta inovação, a qual eu não conhecia e adorei, vou procurar ler mais sobre o assunto.

    O setor público no BarsiLei é Jurássico sem contar a maldita Lei de licitação que impede a evolução.

    Observe uma questão:

    A marca é Arcelor Mittal, mas foi comprado de um terceiro Comexport Trading Comércio Exterior Ltda.

    Por que não compraram diretamente da Arcelor Mittal ?

    No BarsiLei não fábrica de trilhos?

    Não sei se você lembra há mais de 30 anos atrás a União comprou bicilcetas, mas nem a Caloi e a Monark, que eram os principais fabricantes de bicicletas à época não participaram da licitação, foi um terceiro.

    Então devido ao jurassismoe a a burrocracia enraigada no BarsiLei desde 1499, ocorre tais compras.

    Veja o bololô

    O produto será fabrica na Espanha e na Polonia

    A marca é Arcelor Mittal, uma siderúrgica instalada no BarsiLei.

    E o terceiro é uma empresa no estado de Santa Catarina.

    Tá facinho para resolver qualquer problema.

    PREVISÍVELLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL

    Este é o BarsiLei.

    Abçs,

    Paulo Gil

  4. Paulo Gil disse:

    landauford1970, boa noite.

    Soma-se ao que você citou os trens fora de circulação que estão apodrecendo no páteo de Presidente Altino e ao longo das linhas 8 e da Luz – Jundiaí.

    Em Altino ainda tem Toshiba apodrecendo, é mole?

    E por que não coloca os trens espanhóis para rodarem entre Itapevi e Amador Bueno?

    Ahhhhhhhhhhhhhhhh e tem mais.

    “Cuidado com o vão e a altura entre o trem e a plataforma”

    Problema este existente há mais de 60 anos, atém minha mãe tinha um afundamento na perna por ter caído ao embarcar na Sorocabana, atual Linha 8 Diamante.

    Sem contar que a distancia e a altura com os trens CAF são maiores ainda; na Lapa é impressionante.

    Abçs,

    Paulo Gil

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