Secretaria estadual de Transportes do Rio de Janeiro finaliza PDV

Publicado em: 22 de janeiro de 2020

12% dos funcionários da Central Logística aderiram ao PDV. Empresa assumiu o Sistema de Bondes de Santa Teresa. Foto: Divulgação

Programa de Desligamento Voluntário teve a adesão de 126 funcionários

ALEXANDRE PELEGI

A Secretaria estadual de Transportes (Setrans) do Rio de Janeiro encerrou o Programa de Desligamento Voluntário (PDV) de funcionários de três empresas estatais.

Foram desligados 126 funcionários das seguintes empresas que aderiram ao PDV:

RioTrilhos – Companhia de Transportes Sobre Trilhos do Estado do Rio de Janeiro,

Central Logística – Companhia Estadual de Engenharia e Transporte em Logística, e

CODERTE – Companhia de Desenvolvimento Rodoviário de Terminais do Estado do Rio.

Do total de 216 adesões, 19% são de funcionários da RioTrilhos, 10% da Central Logística, e 12% da CODERTE.

Segundo a Setrans, com o desligamento dos funcionários o governo do Rio fará uma economia anual na ordem de R$ 20 milhões. Os funcionários da Central Logística receberão suas indenizações nesta quarta-feira. Os demais já receberam seus respectivos pagamentos.

Em nota encaminha ao jornal Extra, a secretaria informou que o retorno correspondente ao gasto das demissões ocorrerá no prazo inferior a 11 meses, “integralmente dentro do exercício orçamentário de 2020”.

Ainda segundo a nota, isso demostra “que não haverá desencaixe absoluto nesse período, em respeito ao quadro atual de equilíbrio fiscal do estado“.

Riotrilhos – sociedade de economia mista responsável pela administração da concessão do sistema metroviário de transportes, resultante da cisão parcial da Companhia do Metropolitano do Rio de Janeiro – METRÔ.

Central Logística – empresa pública criada em Maio de 2001, assumiu as funções de transporte ferroviário, bem como por decisão posterior, o Sistema de Bondes de Santa Teresa, devido à cisão empresarial da FLUMITRENS, ora em liquidação.

CODERTE – companhia de economia mista constituída em 1975, atualmente responsável por terminais rodoviários, marítimos, fluviais, carga e garagem, abrigos de ônibus e estacionamentos públicos, bem como fiscalizar as concessões do setor.

Alexandre Pelegi, jornalista especialista em transportes

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