Ônibus alugados serão utilizados pelo BRT do Rio de Janeiro somente até que veículos próprios saiam da manutenção

Publicado em: 8 de outubro de 2019

Segundo o Consórcio, os sete ônibus articulados passaram por vistoria técnica. Foto: Divulgação / Consórcio BRT.

Ao todo, sete articulados vieram de outros estados para atender público do Rock in Rio e permaneceram na frota

JESSICA MARQUES

Para viabilizar a operação durante o Rock in Rio, o Consórcio BRT alugou sete ônibus articulados de outras capitais. Nesta terça-feira, 08 de outubro de 2019, os veículos estão sendo utilizados para transportar os passageiros do BRT Transoeste.

Contudo, o Consórcio BRT informou, por meio de nota, que os veículos não vão compor a frota permanentemente. Os ônibus alugados serão mantidos temporariamente em operação, até que outros ônibus que estão em manutenção voltem a circular.

Ainda segundo o Consórcio, os sete ônibus articulados já passaram por vistoria técnica, para que pudessem ser utilizados na operação comercial.

Em nota, a Prefeitura do Rio de Janeiro confirmou a informação divulgada pelo Consórcio BRT e informou que os veículos apresentaram algumas fragilidades técnicas, que já foram sanadas pelo BRT.

“O BRT vem se empenhando junto à Secretaria Municipal de Transportes em implementar ações que melhorem as condições do Sistema BRT de forma a oferecer ao cidadão carioca um produto que lhe garanta segurança e conforto em seu ir e vir na cidade. Nesse sentido, a aproximação do festival precipitou a necessidade de incremento da frota de forma a minimizar os efeitos que o aumento de volume de passageiros durante o RIR pudesse trazer ao dia a dia do usuário”, informou a Prefeitura, em nota.

Apesar de os ônibus alugados estarem operando até que veículos da frota saiam da manutenção, a Prefeitura avalia manter os articulados em operação por mais tempo.

“Assim, foram alugados 7 (sete) ônibus que vieram de outros estados e que aqui chegaram às vésperas do evento. Esses veículos passaram por vistoria da SMTR, apontando algumas fragilidades técnicas, que foram prontamente regularizadas pelo BRT. Está sendo avaliada a formalização da inclusão destes veículos para operação rotineira no sistema”, complementou.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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